Divulgado o projeto do mini e último Movimento categorial das 2 carreiras da extinção em massa

      No último dia do mês de março, véspera do dia de abertura do prazo de candidaturas ao Movimento Ordinário Anual de Oficiais de Justiça, portanto, há cerca de um mês, anunciou a DGAJ os 51 lugares disponíveis para ingresso, tantos quantos os disponíveis, dos desistentes, para atingir o número total de ingressos autorizado (570) em relação ao último concurso.


      Ontem, divulgou a DGAJ o projeto do Movimento onde constam, em vez dos 51 lugares de ingresso, 57, isto é, mais 6 lugares de novos desistentes apurados no decurso do mês de abril.


      Este número de desistentes apurados num único mês, mesmo depois do anunciado aumento substancial dos vencimentos de ingresso que, alegadamente, tornaria a carreira mais atrativa, não deixa de ser preocupante, embora já o fosse antes com aqueles 51 desistentes e desde há muitos anos, no entanto, alguns consideraram que a apresentação de novos valores na tabela remuneratória seria satisfação bastante para tornar a carreira atrativa e fixar pessoas, o que já se começa a ver que não é.


      O objetivo deste mini Movimento Ordinário era o de preencher as vagas deixadas em aberto pelos desistentes e tal objetivo parece estar completamente preenchido, a não ser que existam mais vagas de mais desistentes que não puderam ser preenchidas.


      A DGAJ informa precisamente isso que o objetivo era tapar os buracos existentes no lote de 570 vagas autorizadas, sem esclarecer, no entanto, se tal objetivo foi plenamente alcançado.


      Mas o Movimento Ordinário não podia estar restringido às primeiras colocações, pelo que foram admitidos pedidos de transferência e transição, os últimos possíveis nas categorias a extinguir dentro de um mês e pico, a 30JUN.


      Prevíamos que a DGAJ se circunscrevesse aos 51 lugares anunciados e que alguns desses lugares acabassem preenchidos com transferências e transições, obrigando ainda alguns residuais lugares de primeiro ingresso a ir ao próximo Movimento, no entanto, tal parece que não sucedeu, porque o número de ingressos e movimentados é superior aos 51, acabando a DGAJ por alargar os lugares para que coubessem todos os ingressantes necessários ao objetivo principal: a ocupação dos 570 lugares autorizados.


      Assim, para além dos 57 ingressos, constam do projeto Oficiais de Justiça movimentados, mas são apenas 9 (nove) Oficiais de Justiça movimentados, sendo 4 por transferência e 5 por transição. Veja-se bem: 4 transferências e 5 transições num Movimento de Oficiais de Justiça anual, no último Movimento desta era.


      Este é mesmo o último Movimento de Oficiais de Justiça em que há estas categorias e esta intenção e gosto pessoal de cada um em trabalhar na área Judicial ou na área do Ministério Público, especializações que serão extintas a 30 de junho próximo.


      Por isso, logo após a extinção das categorias, no início de julho será imediatamente lançado um novo Movimento, já com a nova categoria única para todos (Técnico de Justiça) e ainda com a outra nova categoria de Escrivão, portanto, um Movimento que a DGAJ diz ser “alargado” para as duas novas categorias, desconhecendo-se concretamente o significado desse termo “alargado”, se assim é considerado por se referir às duas categorias, ou se será algo “alargado” a todos os Oficiais de Justiça e a todos os lugares do país.


      Por fim, convém atentar no seguinte: este projeto de Movimento é isso mesmo: um projeto, algo provisório que está agora em apreciação, por dez dias, pelos interessados que queiram pronunciar-se sobre alguma anomalia que detetem, podendo, portanto, vir a ocorrer alguma alteração na sequência destas pronúncias. Nos Movimentos anteriores sempre houve correções e alterações nesta fase, não significativas, mas existentes.


      Por outro lado, a provisoriedade reside também no facto de, extraordinariamente, após esta divulgação das colocações, ao contrário do que era habitual, serem ainda admitidas desistências das colocações, até ao próximo dia 15MAI, isto é, os ora movimentados e colocados podem desistir desses lugares no prazo de uma semana.


      Até aqui, o prazo de desistência era sempre anterior à publicação do projeto, porque a oportunidade de desistência referia-se à desistência do(s) lugar(es) colocado(s) no requerimento, no entanto, desta vez, o que se permite – e é inédito – é a desistência do lugar concreto da colocação já conhecida.


      Durante tantos e tantos anos, os Oficiais de Justiça tentaram desistir de colocações neste preciso momento de conhecimento das colocações em projeto e nunca tal foi permitido pela DGAJ, pelo que esta possibilidade e prazo desta vez é algo único que se aplica a este último Movimento de Oficiais de Justiça com estas categorias a extinguir.


      Outra novidade que marca esta divulgação, é o momento em que ocorre, no início de maio, quando toda a vida ocorreu em julho, a meados de julho, a maior parte das vezes no último dia antes das férias e mesmo ao cair das 17 horas. Muitos Oficiais de Justiça se devem recordar que até era preciso esperar pela hora de saída às 17 horas para se poder conhecer o projeto de Movimento e ir para férias já com uma noção do que se projetava. Este último Movimento é divulgado quase dois meses e meio antes daquilo que era habitual e que sempre aqui contestamos, por ser tão desnecessariamente tardio.


      Por fim, tendo em conta o constrangimento em que os sindicatos se encontram, comprometidos com o atual Governo, nenhum deles levou a cabo, desta vez, qualquer verdadeira impugnação do Movimento, em face das incongruências que se apontaram e que vedaram o acesso às demais categorias ainda existentes, tal como aquelas duas permitidas, tendo apenas o SFJ, em reação à pressão da contestação, acabado por vir a público anunciar que oficiara à DGAJ pedindo que alterasse as regras a meio do jogo, assim cumprindo os mínimos reativos com resultado obviamente nulo.


      Pode aceder ao projeto do Movimento e ao Ofício-Circular da DGAJ diretamente pelas seguintes hiperligações: “Projeto Movimento Ordinário 2025” e “Ofício-Circular DGAJ”.


PessoasInvertidasNoAr+DDOJ.jpg


      Fontes: “DGAJ” e artigo DD-OJ de 01ABR2025 intitulado: “O Movimento anual, afinal, são 2: o Mini e o Alargado”.

Comentários

  1. Anónimo8/5/25 09:06

    Imagine-se 2 OJ que entraram exactamente no mesmo dia, há 10 anos atrás.


    Um é auxiliar há 10 anos, outro é adjunto há 2 anos!


    Se ambos concorrerem, qual deles é que tem primazia?

    ResponderEliminar
  2. Anónimo8/5/25 09:51

    E são estas 56 almas que vão resolver a falta de OJ nos tribunais? Os sindicatos que ganhem coragem e exijam contratações a sério... Metam mais 200 pessoas no mínimo para salvaguardar as saídas das reformas... Mas para ontem já era tarde! 

    ResponderEliminar
  3. Anónimo8/5/25 10:04

    Presumindo que ainda não tens classificação na actual categoria e se o auxiliar tiver uma única classificação, este passa-te à frente.


    Estou na mesma situação.


    Sou adjunto e ainda não tive oportunidade de ter o muito bom, detenho apenas bom com distinção. 


    Um auxiliar com menos anos de serviço mas com MB vai passar-me à frente no próximo movimento.


    Quero ver como é que vai ser elaborada a lista unitária.
    Se ocorrer uma injustiça dessas, uma coisa é certa:
    É baixa imediatamente!!

    ResponderEliminar
  4. Anónimo8/5/25 10:10

    E "isto" é legal?!!

    ResponderEliminar
  5. Anónimo8/5/25 10:15



    200 entradas?
    nem 1000 chegariam!!
    então está-se a reformar 1 OJ por dia, os que entraram não tapam as saidas e já faltavam antes mais de 2000!


    Simplesmente vergonhoso não estar já a decorrer concurso para admissão para pelo menos 1000!


    Quando se virem numa seção onde deviam estar 5 ou 6 e estarão apenas 2, aí vão dar conta!
    e vão dar conta da vossa saúde também!


    NISSO NINGUÉM QUER SABER NEM FALA!


    temos o que merecemos!
    VERGONHOSO O ESTADO DE ALGUMS SECÇÕES!
    POR FALTA DE PESSOAL!
    mas afinal o nivel é que interessa

    ResponderEliminar
  6. Anónimo8/5/25 10:17

    Sabem se já vão pagar este mês os retroativos desde Janeiro?
    A nova tabela remuneratória.

    ResponderEliminar
  7. Anónimo8/5/25 11:20

    Sejamos sérios. Estes 56 OJ´s são respeitantes ao ingresso deste governo de 570.  Ninguém se lembrou de abrir ingressos para tão poucos. O colega refere 200 pessoas no mínimo mas é insuficiente. Estão a reformar-se cerca de 370 OJ´s por ano.

    ResponderEliminar
  8. Anónimo8/5/25 11:20

    Ora nem mais.

    ResponderEliminar
  9. Anónimo8/5/25 11:42

    Pior ainda. Ninguém se lembrou de abrir novos ingressos. Os que cá estão que se lixem. Fazem um movimento para meter 56 pessoas... que são sobras de janeiro. Daqui a nada nem no fim do ano há mais entradas 

    ResponderEliminar
  10. Anónimo8/5/25 11:43

    Quando sai a lista de junho? Dias antes do movimento para ninguém reclamar?

    ResponderEliminar
  11. Anónimo8/5/25 11:45

    Temos que exigir mais entradas, pessoal novo. Vão andar com estes 570 na boca até quando? Precisamos de mais entradas e rápido. Sindicatos, exijam isto no mínimo! 

    ResponderEliminar
  12. João Gomes8/5/25 11:50

    Não vai haver problema, com o novo estatuto isso será resolvido com a mobilidade dos funcionários da comarca.
    Até porque, espere para ver os novos quadros de funcionários, que serão para a comarca e não para um juízo ou seção em concreto.
    Porque é que pensa que está tudo outra vez num silêncio irritante?

    ResponderEliminar
  13. João Gomes8/5/25 11:50

    Não, só a partir de Julho ou Agosto.

    ResponderEliminar
  14. João Gomes8/5/25 11:53

    Segredo caro(a) colega.
    Desde a reunião Ultra mega secreta de Fátima, que tudo o que envolve a carreira é feita em segredo, quer por parte dos sindicatos quer por parte da tutela.
    Portanto, um destes dias, quando acordar já está tudo diferente.

    ResponderEliminar
  15. Anónimo8/5/25 12:06

    Bom dia,
    Estou farto das greves da CP e deste país ditado pelos sobressaltos dos sindicatos manipulados pelos partidos políticos de esquerda que, sempre que lhes apetece ou lhes é politicamente conveniente, manipulam os trabalhadores mobilizando-os para uma greve da treta - sim da treta, pois que toda a gente sabe que governos em gestão não aprovam leis ...ou fazem reformas - sabendo-se que estamos todos fartos destes indivíduos cheios de regalias e bem pagos - é o que acho!
    Admitia uma greve decretada, por hipótese, logo de seguida à tomada de posse do novo governo (qualquer que ele seja) agora, porque estamos em plena campanha eleitoral fazer-se uma greve seguida a duas semanas com feriados que alongaram os períodos de descanso, após uma falha geral de energia que paralisou o país, com naturais repercussões na produtividade e no PIB nacional é uma autêntica vergonha.
    Já ninguém defende ou acredita nisto!

    ResponderEliminar
  16. Anónimo8/5/25 12:10

    Onde é que anda o sr. Marçal e o sr. Carlos - distintos líderes sindicais - o que nos podem dizer sobre os novos quadros de pessoal, os lugares de chefia, a lista de transição, o concurso que necessariamente tem de abrir no prazo de um ano ...e todas as demais injustiças que espoletou o famigerado decreto lei que alterou o nosso estatuto.
    O que é feito desta gente? Estarão já em campanha eleitoral? Ou num retiro espiritual para colher inspiração ... ou apenas evitam o confronto dos colegas por não ter resposta ou soluções para os seus problemas?
    Tenham vergonha.

    ResponderEliminar
  17. Anónimo8/5/25 12:12

    E a execução da sentença referente aos secretários de justiça - não se houve falar de nada - o que vão fazer? qual a solução que está a ser gizada? que repercussões vai aportar ...
    Tudo isto é vergonhoso e ultrajante.
    Não há informação não há razão não há solução ... é cada um por si!

    ResponderEliminar
  18. Anónimo8/5/25 12:31

    silêncio completo!
    vergonha!
    nem dgaj, nem sindicatos , nada dizem


    mais do mesmo

    ResponderEliminar
  19. Anónimo8/5/25 12:39

    Embora seja sempre pertinente que o faça também aqui, porque não envia um e-mail a essas estruturas sindicais, a questiona-los nesses mesmo termos?


    Isto, claro, se ainda não o fez!


    Abraço.

    ResponderEliminar
  20. Anónimo8/5/25 13:08

    Se não fores autor no processo não tens nada a ver com isso.
    Queres novidades vai ao continente.

    ResponderEliminar
  21. Anónimo8/5/25 13:12

    Boa tarde Caro Colega. 
    Respondendo à sua pergunta que é pertinente...penso que ambos:o Sr. MARÇAL E O SR.CARLOS ESTÃO DE MÃOS DADAS E A FAZEREM A PEREGRINAÇÃO A FÁTIMA PARA EXPIAREM OS SEUS PECADOS ABOMINÁVEIS... EM TEREM DESTRUÍDO A CARREIRA DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA. 

    ResponderEliminar
  22. Anónimo8/5/25 13:25

    O SOJ desapareceu em março, colapsou e nunca mas ninguém viu o Carlos - estará ainda preso num qualquer elevador... ou retido na linha do comboio por causa das greves - na página oficial nada consta e não sei o que raio andam a fazer ... boa coisa não será tal é o segredo ...

    ResponderEliminar
  23. Anónimo8/5/25 13:29

    Para o comentário das 12H06 - subscrevo integralmente! Maquinistas e revisores da CP sempre em greve a reivindicar mais aumentos salariais, já com vencimentos brutos com mais de 2500.00 euros, hotel e refeições pagas e param o país! 
    E os OJ forçados a aumentar despesas com automóvel! Mas ninguém vê isto !!

    ResponderEliminar
  24. Anónimo8/5/25 13:31

    A greve é um direito!


    Eles têm o direitro a fazer greve sem serem recriminados por isso!


    Eles estão a perder a remuneração!


    Também nós, OJ, quando fazemos greve, estamos no uso de um direito, e não gostamos de ser criticados!


    Eu, pelo menos, não gosto!

    ResponderEliminar
  25. Anónimo8/5/25 13:32

    Sim, têm obrigações que parecem não estara  ser cumpridas!...

    ResponderEliminar
  26. Anónimo8/5/25 13:33

    E os adjuntos, os grande prejudicados por tudoi isto, o que vão fazer?

    ResponderEliminar
  27. Anónimo8/5/25 13:47

    É precisamente isso que a maioria das pessoas pensam dos Oficiais de Justiça, que somos uns previlegiados! ...




    Mas no nosso caso, não somos, pois não colega?!!


    Só os outros são maus, não é assim?!!!




    Juízo!!

    ResponderEliminar
  28. Anónimo8/5/25 14:10

    Alguém está a receber as notificações relativas ao tempo de provisório?
    Não era durante este mês que todos íamos ser notificados?

    ResponderEliminar
  29. Anónimo8/5/25 14:32

    2500 euros?
    Hotéis?
    Há transições daqui??
    santa paciencia

    ResponderEliminar
  30. Anónimo8/5/25 14:34

    as notificações começam no dia 15

    ResponderEliminar
  31. Anónimo8/5/25 15:00

    Discordo. Também na ação do tempo de provisório havia autores ( sócios Sfj) e todos os colegas OJ levam com a atualização, mais tarde ou mais cedo!

    ResponderEliminar
  32. Anónimo8/5/25 15:19

    Naturalmente que essa comunicação ocorreu primeiramente aos respetivos sindicatos. Abraço.

    ResponderEliminar
  33. Anónimo8/5/25 16:11

    Quais novos quadros?
    Você está fora da realidade.
    Tente passar em tribunais onde quase serviços encerram por falta de gente.
    E muitos que estão sozinhos, metem baixa.
    Acorde para a vida!

    ResponderEliminar
  34. Anónimo8/5/25 16:13

    A mim, nada!


    Mas já me habitei a este ministerio que cumpre tarde e a ás horas e com maus modos
    triste sina

    ResponderEliminar
  35. Anónimo8/5/25 16:45

    Mas não fazem silêncio para fazerem campanha com o nº de requerimentos apresentados ao movimento vs o nº de vagas. Andaram a dizer às pessoas que ligavam para a DGAJ para se candidatarem para onde quisessem, a iludir que podia haver surpresas... Somos todos números...

    ResponderEliminar
  36. Anónimo8/5/25 16:49

    O Colega acha que sobrevivemos sem mais entradas em breve? Vamos assistir a colegas a meterem baixa até à reforma 

    ResponderEliminar
  37. Anónimo8/5/25 16:56


    Colega: 
    Com todo o respeito: desemerde-se !
    Não espere por ajudas nem compreensão nem de sindicatos, nem da entidade patronal  e muito menos de colegas!
    Eu, com 60 anos, já dei a entender à minha psiquiatra que não tenho estofo psicológico para aguentar tanta desconsideração e a verdadeira humilhação que é regredir na carreira...Por isso, com todo o respeito e consideração: trate da sua vida como todas as outras categorias trataram  da delas!

    ResponderEliminar
  38. Anónimo8/5/25 16:57

    Sim, é para ser este mês. Segundo a Tutela será tudo feito de forma automática e todos ao mesmo tempo, pelo tal suporte informático cujos testes estavam a ser promissores...

    ResponderEliminar
  39. Anónimo8/5/25 18:44

    ou os auxiliares a passarem à categoria de tecnico de justiça perdem a nota

    ResponderEliminar
  40. Anónimo8/5/25 18:57

    se és sindicalizado consulta o advogado do sindicato


    os dirigentes sindicais deveriam especificar em que acordaram com o ministério
    para os advogados dos sindicatos poderem atuar  em defesa dos associados


    ou, na melhor das hipóteses, face à incompatibilidade do advogado comunicas ao sindicato que queres ser financiado pelo sindicato atenta a tua condição de sócio apesares de ires contra o sindicato.
    informa-te
    há outro adjuntos que pensam como tu, tens que te unir.

    ResponderEliminar
  41. Anónimo9/5/25 00:07

    A vossa conversa da regressão funcional já dá náuseas.
    Façam um favor a todos, principalmente a vocês próprios e mudem de vida, tal a figura triste que andam a fazer.

    ResponderEliminar
  42. Anónimo9/5/25 09:45

    ouve - verbo ouvir
    houve- verbo haver.


    construtivamente!

    ResponderEliminar
  43. E mete-te impressão porquê? Porque não te é favorável?!!

    ResponderEliminar
  44. Bom dia, esta greve não tem outro  motivo a não ser "gozar com quem trabalha". A CP é um nicho de privilegiados, e mesmo assim fazem greves a toda a hora. Tem razão o Sr. Montenegro, é preciso analisar bem esta situação de guerra partidária. No limite, privatize-se a CP ou criem outras empresas concorrentes, como aqui ao lado, em Espanha.

    ResponderEliminar
  45. Anónimo9/5/25 12:20


    "A mim parece-me bem.


    Privatize-se Machu Picchu, privatize-se Chan Chan,
    privatize-se a Capela Sistina,
    privatize-se o Pártenon,
    privatize-se o Nuno Gonçalves,
    privatize-se a Catedral de Chartres,
    privatize-se o Descimento da Cruz,
    de Antonio da Crestalcore,
    privatize-se o Pórtico da Glória
    de Santiago de Compostela,
    privatize-se a Cordilheira dos Andes,
    privatize-se tudo, privatize-se o mar e o céu,
    privatize-se a água e o ar, privatize-se a justiça e a lei,
    privatize-se a nuvem que passa,
    privatize-se o sonho, sobretudo se for diurno
    e de olhos abertos.


    E, finalmente, para florão e remate de tanto privatizar,
    privatizem-se os Estados, entregue-se por uma vez
    a exploração deles a empresas privadas,
    mediante concurso internacional.
    Aí se encontra a salvação do mundo…


    E, já agora, privatize-se também
    a puta que os pariu a todos."


    – José Saramago, em “Cadernos de Lanzarote – Diário III”. Lisboa: Editorial Caminho, 1996.

    ResponderEliminar
  46. Anónimo9/5/25 13:56


    Se a ti dá náuseas a conversa, imagina a nós a situação...
    Náuseas a mim dá - me o choradinho dos coitadinhos dos auxiliares...

    ResponderEliminar
  47. Só faltou dizer " manipulam os " mentecaptos " trabalhadores.
    Terá alguma empresa familiar ou será apenas liberal?
    As massas são mais manipuláveis nas manifestações ou nas missas?
    Os trabalhadores contemporâneos são cada vez mais qualificados. Serão, assim, por isso, mais adestráveis?
    ...

    ResponderEliminar
  48. Sou alheia ao que se passa. Mas sou uma das pessoas aptas a entrar. Quero trabalhar na área assim como tantas outras. Assumi um compromisso ao candidatar-me: quando entrar é para trabalhar com urbanidade sem desistir da carreira. Ao contrário de alguns, há muitos oficiais que gostam do trabalho de tribunal. Infelizmente esses ainda não foram colocados… vamos esperar por Junho. Bem-haja.

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

Ministério da Justiça já tem novos mapas de pessoal da 1ª instância

A carreira dos Oficiais de Justiça é a terceira mais envelhecida da Administração Pública

Mais um acordo assinado e foi “uma grande vitória” e foi “o que se conseguiu”, diz o SFJ