Rita Júdice, a falsa candidata à Assembleia da República

      Decorreu esta semana a apresentação da lista encabeçada pela ainda atual ministra da Justiça, pelo círculo eleitoral de Coimbra, às próximas eleições legislativas de 18 de maio.


      A apresentação decorreu em Coimbra, no Café Santa Cruz, junto ao Mosteiro de Santa Cruz, local onde estão sepultados os primeiros reis de Portugal: D. Afonso Henriques e D. Sancho I.


      A candidata e ainda ministra da Justiça referiu que “Não poderia ser mais emblemático, estarmos aqui, junto de quem foi o fundador de Portugal, o conquistador”.


      Apesar da candidata não ter exercido a sua representação pelo círculo eleitoral de Coimbra, isto é, em representação dos eleitores de Coimbra, pois não ocupou o seu lugar no Parlamento, volta a pedir que votem nela para, de novo, os voltar a não representar, caso venha a prosseguir as suas funções no Governo.


      “É uma enorme honra estar entre vós para me apresentar como cabeça de lista da Aliança Democrática às legislativas de 18 de maio”, afirmou, sublinhando que esta é a segunda vez que aceita o desafio, “sem reservas, sem dúvidas e sem hesitações”.


      Rita Júdice destacou o seu percurso pessoal e político ligado a Coimbra: “Foi aqui que nasci, foi aqui que vivi os momentos mais felizes da minha vida e posso dizer que foi aqui que, aos 50 anos, decidi mudar de vida – e que mudança!”


      E pronto, a felicidade da candidata deve ser suficiente para que os eleitores de Coimbra a elejam de novo para um exercício parlamentar onde nem sequer lá vai pôr os pés.


      Relativamente à suas funções como ministra ou como às suas não funções como deputada eleita por Coimbra, o seu discurso sublinhou as mudanças que o governo da AD trouxe após o fim da governação socialista, com enfoque na reversão da política de imigração, acusando o anterior governo do PS de “abrir as portas, sem critério e sem responsabilidade, a mais de um milhão e 600 mil imigrantes”, apontando falhas como a extinção do SEF e a sobrecarga dos serviços públicos.


      “Foi preciso a AD ter sido governo para que esta calamidade social fosse travada”, disse, destacando o fim da política de “manifestação de interesse”.


      No entanto, também fez uma referência a Coimbra. Afirmou que “Coimbra não foi a prioridade para o Partido Socialista”, mesmo em áreas em que era tradicionalmente forte, como a saúde, educação e justiça. Em contraste, afirmou que “com o Governo AD Coimbra recuperou centralidade e relevância”, elencando projetos concretizados ou em andamento, como a paragem da linha de alta velocidade em Coimbra-B, o projeto do novo Palácio de Justiça, a ligação Coimbra-Viseu em perfil de autoestrada, a nova maternidade e a Barragem de Girabolhos.


      A advogada realçou ainda o desempenho eleitoral da AD em 2024, referindo que a coligação aumentou a votação em cerca de oito mil votos face a 2022, mantendo os três mandatos, apesar de o PS ter vencido no distrito. “Mostrámos como é governar ao centro, longe dos extremismos, sem radicalismos de esquerda, sem populismos de direita”, disse.


      No encerramento, pediu confiança nos candidatos da lista por Coimbra, afirmando: “Peço-vos que confiem na nossa competência, na nossa capacidade de trabalho e no nosso amor por Coimbra e pelo País.”


      O círculo eleitoral de Coimbra deverá eleger três deputados pela coligação AD, pelo que, sem margem para dúvida, a ainda ministra da Justiça, será eleita para um cargo de deputada da nação, e é para isto que será eleita, para representar os seus eleitores na Assembleia da República, o que, no entanto, nunca deverá suceder, se voltar a ser desviada para funções no Governo, defraudando, mais uma vez, os eleitores que nela votaram e confiaram.


      Assim, os eleitores de Coimbra, designadamente aqueles que votam na coligação AD, enganados que foram uma vez, preparam-se para ser enganados uma segunda vez.


      É esta a normalidade da falta de sentido crítico do povo que vota.


MJ-RitaJudice-CandidataABR2025.jpg


      Fonte: “Notícias de Coimbra”.

Comentários

  1. Anónimo2/5/25 09:39

    O Povo gosta de ser enganado, entre eles muitos OJ´s gostam mesmo.


    Têm o que merecem!
    Gostam de ser enganados e escravos.
    Continuem

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  2. Anónimo2/5/25 10:34

    Bom dia, Caro Autor do Blog.
    Leio diariamente as suas publicações e a maior parte delas reconheço que são de grande utilidade para os Oficiais de Justiça.
    Mas esta, desculpe que lhe diga, é pura campanha contra a AD, sem qualquer sentido prático para os Oficiais de Justiça.
    Ainda assim, desafio-o a dizer se o 



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  3. Não estamos a fazer campanha nenhuma em nenhum sentido. Estamos a levantar uma questão que é ignorada por grande parte da população e apenas sobre alguém que diz muito aos Oficiais de Justiça, por estar a ocupar o cargo que ocupa e que, muito provavelmente, repetirá. A questão justifica-se para os Oficiais de Justiça por esses motivos. Quanto aos demais candidatos, por todo o país, a situação existe para muitos, mas nenhum deles é ministro da Justiça, nem se prevê que possa vir a ser, pelo que, neste espaço, se tornam irrelevantes.

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  4. Anónimo2/5/25 11:06

    E vão ser enganados novamente, os cerca de 3000 [se não mais que faltam, confesso que não sei o número] que não vão receber os valores em falta, nem transitar para o escalão que deveriam antes da transição para o tal do grau 3. Se a DGAJ estivesse mesmo interessada em proceder ao pagamento, apesar de ser demasiadamente demorado continuaria a proceder de forma manual até para precaver uma eventual falha do tal novo software... Habituaram-se ao longo dos anos a não pagar o devido aos trabalhadores porque compensa, e de que maneira, proceder ao pagamento apenas após 20 anos, sem juros e todo de uma vez só para irem arrecadar o mais possível em sede de IRS.

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  5. pobre da cuca2/5/25 11:11

    Muito boa resposta srs. Do blogue. Só não entende quem não quer ou lê mas sem olhos de ler.
    Por vezes aquando da leitura menos atenta, se voltamos atrás vemos que não assimilámos assim tāo bem o conteúdo.É da Vida.

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  6. Anónimo2/5/25 11:29

    Isto é campanha.
    Os deputados são da Nação. E podem ser chamados a desempenhar outros cargos. Então não entendo o porquê deste artigo. 
    Por acaso a/o Ministro da Justiça tem que ser eleito diretamente para Ministro?
    Mais decoro.

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  7. Anónimo2/5/25 11:51


    Uma no cravo e outra na ferradura.
    Diz assim a resposta do blogg : «... em nenhum sentido. que é ignorada por grande parte da população e apenas que diz muito aos Oficiais de Justiça, , muito provavelmente, ...»
    Ora, claramente, está ínsita no texto uma intensão que não é de favorecimento sobre a pessoa em causa e não se percebe porquê.
    O autor diz que a pessoa diz muito aos oficiais de justiça, mas esquece de justificar porque é que esse interesse, da classe dos OJ, deve justificar uma consideração claramente tendenciosa num concreto Círculo Eleitoral, nomeadamente o de Coimbra.
    Mais, parte de um pressuposto errado que é o de pensar que a AD vai ganhar as eleições e como assim, a atual ministra vai continuar no cargo ministerial. 
    O 25 de abril foi há uma semana, fez 51 anos, e o primeiro ato eleitoral livre fez 50 anos, já deveria ser tempo suficiente para perceber como funcionam as eleições, tanto mais que há um ano a vitória da AD foi por escassos milhares de votos e desta vez não sabemos para onde vai inclinar o povo.
    Se a AD não ganhar, não acha o autor deste blog que Coimbra não ficará bem representado ? Será por causa desse "achamento", ou do facto de ser oriundo daquelas bandas e por isso notoriamente influenciado por estas lutas que, precisamente, por esse facto não lhe deverá ser indiferentes?
    Em qualquer caso deveria ter-se abstido de um texto que, noto, é livre de o escrever e, porque o escreveu, livre de ser criticado por quem o lê e não faz a mesma leitura, nomeadamente a que era pretendida no escrito.
    Que tal voltar a falar dos nossos problemas ... e esquecer essas questões laterais, importantes é certo, mas que devem ser deixadas para os protagonistas quando estamos a escassos dias do início da campanha eleitoral.
    Faz dia 18 de maio anos que entrei para os tribunais - 18-05-1998 - precisamente 27 anos, estou a 13 anos dos 40 para aposentação (sem contar com os 5 anos no privado) e na próxima década sei que tudo será muito diferente das últimas três, mas não vejo pessoas visionárias, reformistas e com ideias para apresentar soluções aos problemas futuros, apenas gente que envereda pelo apoio em lutas que não nos interessam, em lugar de investirem o seu tempo na preparação das respostas que teremos de conseguir dar para que a democracia subsista de forma livre como apesar de tudo o é e foi neste últimos 50 anos.

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  8. Anónimo2/5/25 12:34



    Roubalheira!
    Há mais de 20 anos que o dinheiro devia estar do lado de cá e continua do lado de lá e sem juros.
    só neste ministério mesmo.


    fod-------------------

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  9. Anónimo2/5/25 12:38

    tudo farinha do mesmo saco
    ou mer--------do mesmo balde


    têm o País que merecem

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  10. Esclarecimento:


    As próximas eleições legislativas servem para eleger deputados à Assembleia da República. A atual e ainda ministra da Justiça é candidata a deputada, tal como o foi na anterior eleição, tendo sido eleita para representar Coimbra na Assembleia da República, o que acabou por não suceder, tendo ido ocupar um cargo no Governo.


    Isto são factos.


    Ora, tendo os eleitores de Coimbra votado nela para exercer o cargo de deputada, sendo essa a intenção das eleições e dos eleitores, e acabando por não o fazer, poderia ser lógico que, depois dessa frustração, não voltassem a votar na mesma, uma vez que para o cargo de ministra da Justiça não necessita de ser eleita previamente para deputada na AR. Isto é, explicando,  os ministros podem ser convidados para o cargo sem terem sido eleitos para deputados. Ou seja, a ministra da justiça poderia voltar ao cargo sem ser eleita para deputada.


    Isto são factos.


    No que se refere às probabilidades de ser eleita, independentemente de quem venha a governar, uma vez que Coimbra elege, com facilidade, 3 deputados da AD para a AR, a primeira da lista, Rita Júdice, tem o lugar de deputada garantido. Como existe a incontornável forte probabilidade da coligação AD vir a obter maior número de votos do que o PS, é também razoável que se considere que a atual ministra possa voltar a exercer tal cargo.


    Isto são factos.


    Como os destinos dos Oficiais de Justiça estão dependentes, entre outros aspetos, do cargo de ministro da Justiça, como é óbvio, este assunto interessa, em abstrato e no geral, à carreira, motivo pelo qual se aborda. É certo que não interessará a todos, mas desde que interesse a alguns, ainda que poucos, é mais um assunto e mais um aspeto a abordar nas publicações diárias.
    Por fim, a circunstância de alguns votantes e partidários da coligação não gostarem do artigo e dos factos, desviando a atenção para inúmeras diversidades que nada têm a ver com o assunto concreto abordado, é algo que nos parece irrelevante, embora denote falta de atenção sobre o tema ou simples pretensão de o escamotear e confundir os leitores.


    Reitera-se: o que aqui se expõem são factos sobre este assunto concreto e não sobre os demais assuntos do Mundo inteiro.

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  11. Anónimo2/5/25 12:41



    Sr Bloguer,


    Por acaso sabe se DGAJ já retomou as ditas notificações do dito tempo de provisório aos restantes? 


    Ou alguém tem recebido notificações ultimamente?
    Obrigado a quem possa informar.

    ResponderEliminar

  12. Esclarecimento:


    As próximas eleições legislativas servem para eleger deputados à Assembleia da República. A atual e ainda ministra da Justiça é candidata a deputada, tal como o foi na anterior eleição, tendo sido eleita para representar Coimbra na Assembleia da República, o que acabou por não suceder, tendo ido ocupar um cargo no Governo.


    Isto são factos.


    Ora, tendo os eleitores de Coimbra votado nela para exercer o cargo de deputada, sendo essa a intenção das eleições e dos eleitores, e acabando por não o fazer, poderia ser lógico que, depois dessa frustração, não voltassem a votar na mesma, uma vez que para o cargo de ministra da Justiça não necessita de ser eleita previamente para deputada na AR. Isto é, explicando,  os ministros podem ser convidados para o cargo sem terem sido eleitos para deputados. Ou seja, a ministra da justiça poderia voltar ao cargo sem ser eleita para deputada.


    Isto são factos.


    No que se refere às probabilidades de ser eleita, independentemente de quem venha a governar, uma vez que Coimbra elege, com facilidade, 3 deputados da AD para a AR, a primeira da lista, Rita Júdice, tem o lugar de deputada garantido. Como existe a incontornável forte probabilidade da coligação AD vir a obter maior número de votos do que o PS, é também razoável que se considere que a atual ministra possa voltar a exercer tal cargo.


    Isto são factos.


    Como os destinos dos Oficiais de Justiça estão dependentes, entre outros aspetos, do cargo de ministro da Justiça, como é óbvio, este assunto interessa, em abstrato e no geral, à carreira, motivo pelo qual se aborda. É certo que não interessará a todos, mas desde que interesse a alguns, ainda que poucos, é mais um assunto e mais um aspeto a abordar nas publicações diárias.


    Por fim, a circunstância de alguns votantes e partidários da coligação não gostarem do artigo e dos factos, desviando a atenção para inúmeras diversidades que nada têm a ver com o assunto concreto abordado, é algo que nos parece irrelevante, embora denote falta de atenção sobre o tema ou simples pretensão de o escamotear e confundir os leitores.


    Reitera-se: o que aqui se expõem são factos sobre este assunto concreto e não sobre os demais assuntos do Mundo inteiro.

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  13. Esclarecimento:


    As próximas eleições legislativas servem para eleger deputados à Assembleia da República. A atual e ainda ministra da Justiça é candidata a deputada, tal como o foi na anterior eleição, tendo sido eleita para representar Coimbra na Assembleia da República, o que acabou por não suceder, tendo ido ocupar um cargo no Governo.


    Isto são factos.


    Ora, tendo os eleitores de Coimbra votado nela para exercer o cargo de deputada, sendo essa a intenção das eleições e dos eleitores, e acabando por não o fazer, poderia ser lógico que, depois dessa frustração, não voltassem a votar na mesma, uma vez que para o cargo de ministra da Justiça não necessita de ser eleita previamente para deputada na AR. Isto é, explicando,  os ministros podem ser convidados para o cargo sem terem sido eleitos para deputados. Ou seja, a ministra da justiça poderia voltar ao cargo sem ser eleita para deputada.


    Isto são factos.


    No que se refere às probabilidades de ser eleita, independentemente de quem venha a governar, uma vez que Coimbra elege, com facilidade, 3 deputados da AD para a AR, a primeira da lista, Rita Júdice, tem o lugar de deputada garantido. Como existe a incontornável forte probabilidade da coligação AD vir a obter maior número de votos do que o PS, é também razoável que se considere que a atual ministra possa voltar a exercer tal cargo.


    Isto são factos.


    Como os destinos dos Oficiais de Justiça estão dependentes, entre outros aspetos, do cargo de ministro da Justiça, como é óbvio, este assunto interessa, em abstrato e no geral, à carreira, motivo pelo qual se aborda. É certo que não interessará a todos, mas desde que interesse a alguns, ainda que poucos, é mais um assunto e mais um aspeto a abordar nas publicações diárias.


    Por fim, a circunstância de alguns votantes e partidários da coligação não gostarem do artigo e dos factos, desviando a atenção para inúmeras diversidades que nada têm a ver com o assunto concreto abordado, é algo que nos parece irrelevante, embora denote falta de atenção sobre o tema ou simples pretensão de o escamotear e confundir os leitores.


    Reitera-se: o que aqui se expõem são factos sobre este assunto concreto e não sobre os demais assuntos do Mundo inteiro.

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  14. Parece que não e parece que é intenção notificar em massa até ao final do mês de maio

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  15. Anónimo2/5/25 13:00

    Parabenizo o autor do texto pela criatividade nas sucessivas respostas às criticas que vão sendo feitas. Todavia, não se pode "mascarar" um texto manifestamente tendencioso,  como argumento de que são factos e os factos dão-se a conhecer enquanto tal.
    Aliás, como disse, o autor veste mal o "fato" quando arvora a sua feitura num "alegado problema" que existe desde que a democracia se sedimentou em Portugal - o da capacidade passiva (a de ser eleito) atribuída a qualquer cidadão, dentro dos requisitos legais e constitucionais, e que pode vir a desempenhar um qualquer cargo ministerial, seja deputado ou autarca (como já aconteceu), doutor ou canalizador ... - mas que na realidade não existe, tanto mais que as listas incorporam candidatos que vão para lá do número elegível, precisamente para acautelar as suas substituições (motivadas por morte, doença grave, renúncia ao cargo, etc.).
    Depois parte do princípio que quem tece as críticas é da AD, mas esquece-se de que poderá ser alguém que, não sendo da AD, e porventura integrando o círculo de Coimbra, pode não concordar com o que foi dito.
    Eu já entenderia se a consideração abrangesse a sra. Ana Abrunhosa, pois que, como é referido noutro comentário, está na mesmíssima situação, ou até de outras personagens mas não foi o que sucedeu.
    Ora, como a sra. Alexandra Leitão veio com esta nova ideia a propósito da candidatura à CM de Lisboa, porque alegadamente lhe seria desfavorável, pretende-se agora alargar o lastro ao resto dos políticos, parecendo que as opiniões pessoais, de tão ponderadas pessoas (?), fossem regras escritas, que não são.
     É bom que quem se auto impõe a sujeição a determinadas regras, por conveniência ou favorecimento, as não imponha ou queria tentar impor aos demais.
    Ainda somos uma democracia livre e em que as regras não são ditadas ao sabor do vento e das conveniências ...
    Bem haja.

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  16. Se os esclarecimentos ainda não são suficientes, então talvez o possam ser as respostas às seguintes questões e bastam duas, as demais que se poderiam formular são secundárias.
    1= É, ou não é, verdade que a atual ministra da justiça foi eleita para representar os eleitores de Coimbra na Assembleia da República e acabou por não o fazer?
    2= É, ou não é, verdade que a atual ministra é novamente candidata a representar os eleitores de Coimbra na Assembleia da República?

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  17. Anónimo2/5/25 13:23

    Para o ofendido das 10H34, se não gostou, dispense as suas leituras aqui no blog...Leia antes uns jornais...e veja TV...

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  18. Anónimo2/5/25 13:27

    Para o das 11H51, não venha aqui ler o blog... Leia antes jornais e acompanhe assiduamente os comentadores da TV...Aqueles (alguns), que vulgarmente se designa como jornalixo. Enganei-me quis dizer jornalismo...

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  19. Anónimo2/5/25 13:34

    Boa tarde.
    Repito - tudo o que disse são factos e os factos dão-se a conhecer enquanto tal! Não precisam de ser esclarecidos pois já o estão por natureza.
    Agora diga se é ou não verdade que a outra senhora também candidata por Coimbra - Ana Abrunhosa - sendo ministra da coesão desde 2019,  foi candidata a Deputada em 2024 e agora em 2025 pelo Círculo de Coimbra? Diga se a pessoa em causa não se perspetivava para um lugar ministerial?
    Sejamos verdadeiros, pois sabe muito bem o que eu quis dizer na crítica que lhe fiz! Não podemos falar só daquilo que nos convém ou quando nos convém ... e esperar que não seja entendido como tendo sido deliberado e, num certo sentido, tendencioso.
    Olhe, se estava em dúvida sobre o sentido de voto, agora fiquei mais esclarecido ... detesto ver tentativas de manipulação mesmo que com grande criatividade e astuciosamente elaboradas ... pois tal empreendimento poderia ser canalizado para se discutir os verdadeiros problemas do país, e nomeadamente da justiça.

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  20. Anónimo2/5/25 13:36

    Para o ofendido das 11H29. Não venha aqui ler o Blog. Acompanhe o jornalixo, na TV, enganei-me, quis dizer  os comentadores (alguns), da TV. 
    Esses talvez teçam considerações a seu jeito! 
    Além do mais, o comentário foi imparcial e não tendencioso, porque também já aqui li o oposto. 
    Por fim, veja mais televisão para ficar contente e feliz.
    Fui.

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  21. Anónimo2/5/25 13:36

    O Sr. Blogger convive muito mal com as críticas...
    Parece os "intelectuais" de esquerda da nossa praça que têm a mania que são mais avisados que os outros... 

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  22. Anónimo2/5/25 13:40

    Cá estão os "partidos", meras facções, a produzirem os seus desejados efeitos. Os OJ estão mais interessados em defender o seu lado - quebrado - que a própria classe. O Blog já falou sobre os integrantes de ambas facções dualisticas, as mesmas que nada fizeram durante 25 anos e quando fizeram foi o que se viu... Claro que para os detentores "dos cartões dourados" de uma qualquer facção porventura a nova "coisa" será interessante, e por aqui me fico... para já.

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  23. Anónimo2/5/25 13:40

    Meu caro, os deputados são da Nação, não são de Coimbra, de Lisboa, do Porto, nem de Braga.

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  24. Anónimo2/5/25 13:44

    Os deputados não representam Distritos meu caro. São eleitos por Distritos mas representam a Nação. Vá estudar.

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  25. Anónimo2/5/25 13:50

    Para o limitado das 13:23, eu disse "


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  26. Esclarecimento/Repetição:
    Os outros casos que existem e sempre existiram não são da atual e ainda ministra da Justiça, pelo que, para uma página da Justiça e de Oficiais de Justiça, não relevam.

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  27. Não convive mal com as críticas, mas com a burrice e a desinformação

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  28. Anónimo2/5/25 13:58

    Está a ver um assunto que nos diz respeito e que assume superior importância.
    Muito gostaria de saber das démarches dos nossos líderes sindicais sobre o assunto.
    Mais, gostaria de saber de que forma vai operar a atualização retroativa em termos salariais, que deveria ser melhor esclarecida: Explico: os efeitos do reposicionamento, em termos salariais, retroagem a janeiro deste ano e eu pergunto como vai ser operado.
    Digo isto porque, nos termos do art.º 20.º do DL o suplemento de recuperação processual é - apenas e só - extinto com efeitos reportados a junho próximo, data da transição para a nova carreira, passando a vigorar apenas o de disponibilidade. 
    Todavia o n.º 3 do art.º 30.º do DL, refere o pagamento - da  -  com efeitos reportados a janeiro de 2025, e 
    Surge assim a questão pertinente, qual seja a de saber se até junho é salvaguardado o pagamento integral do SRP, pois que, por um lado, só a partir daquela data é que é extinto, e por outro é incorporado no vencimento, importando ainda esclarecer se a estes valores, percebidos entre janeiro e junho, acresce o sup. de disponibilidade, pois que o DL manda ter efeitos retroativos.
    Resumindo, está por esclarecer qual o diferencial a apurar, se o da atual remuneração base para o da nova tabela já com o SRP incluído, sem considerar o suplemento de disponibilidade, ou então englobando ambos para se apurarem os acertos devidos.
    Por fim, importa ainda considerar o disposto no art.º 17.º do DL, pois que até dez de 2026 ficciona-se legalmente um congelamento na contagem do tempo de serviço para efeitos de progressão (???) não se sabendo de que forma esta (progressão) vai acontecer no futuro - se continua como está, de 3 em 3 anos, se de 5 em 5, ou se com o SIADAP adaptado ... enfim nada se sabe.
    Nãos e sabe também nada sobre o levantamento dos quadros de pessoal, nem do procedimento concursal para ingresso na categoria de escrivão previsto no art.º 27.º do DL.
    Enfim ...tudo igual como antes ...

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  29. Não. Os deputados são eleitos por círculos eleitorais (e não distritos) e representam, necessariamente, os seus eleitores. A conjugação de todos os eleitos na AR é que faz com que a AR (este órgão) represente todos os portugueses (ou a nação, como lhe chama).

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  30. Anónimo2/5/25 14:12

    Os "cartões dourados" e o mais que possa dizer - que é música para muitos que leem os comentários - é uma velha expressão, já muito usada e cada vez mais em desuso.
    Repare que a alternativa ao modelo atual e que acho defender (desculpe se estiver enganado) - seja na "autoestrada" pela via da esquerda, mais rápida, ou da direita, mais lenta - é bem pior que o que o nosso regime tem. Eu olho para regimes como o Chinês, em que sobe-se na hierarquia não pelo mérito mas pela feição, subserviência ideológica acrítica e tudo o mais que se possa dizer, e olho para regimes como o Húngaro ou até o Russo e vejo que quem sobre nessa mesma hierarquia é quem é subserviente ao poder instalado.
    Por cá, por enquanto ainda nos deslocamos ao centro na referida autoestrada, se calhar não estamos alinhados com quem corre mais rápido ou mais lento que nós, mas acho que o caminho melhor e mais seguro é o aquele que assegura uma viagem segura e eu entendo que nós, estamos a fazê-lo não obstante os obstáculos provocados pelos acidentes desses outros, situados à esquerda e à direita, com conduções radicais dos Estados.
    Se puder contar com mais 25 anos de paz como contamos até aqui eu assinaria já por baixo, não sou de aventuras quando toca a liberdades  - para melhor está bem para pior basta assim!

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  31. Anónimo2/5/25 14:34

    Efetivamente, o artigo de hoje não faz qualquer sentido e apenas serve para gerar confusão nos leitores com menos literacia quanto ao sistema eleitoral português, comum a muitos outros países.
    Em Portugal não se votam em deputados, votam-se partidos.
    Não se encontra instituído a nomeação por círculos uninominais, mas sim pelo método de Hondt.

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  32. Anónimo2/5/25 14:36

    É impressão minha ou este blog já começa a fazer comichão a muita gente, nomeadamente aos bobys e tarecos dos diversos partidos....
    Para um post como o de hoje que não é mais que uma constatação da realidade, provocar tamanha indignação a algumas pessoas é só um sinal que estão a trabalhar muito bem.
    Parabéns e continuação do bom trabalho.
    PS. Penso que os OJ's, o público alvo deste blog, tem, na sua maioria, discernimento suficiente para distinguir as coisas mas os lacaios dos partidos nem isso percebem..
    Abraço.
    TT

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  33. Efetivamente será um problema de literacia

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  34. Anónimo2/5/25 14:41

    Obrigado Sr Bloguer.

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  35. Anónimo2/5/25 14:43

    Para o comeentario das 13H44m.
    Óh pá... Deixa-te de exibir... És um asno doutor de m----. 
    Tu se estudasses no meu tempo e na minha Faculdade... Levas as nas trombas só por te achares
     esperto.... SÊ humilde e não venhas com falas  mansas armado em esperto, pois tu nem inteligente és ... O Sr. OFICIAL DE JUSTIÇA QUE ADMINISTRA ESTE BLOGUE TEM UMA INFINITA PACIÊNCIA (que eu ADMIRO...) em explicar faltando só as legendas e os desenhos para tu perceberes óh LERDO... 

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  36. Anónimo2/5/25 14:46

    Aventuras há e tem havido  muitas, quer à direita, quer à esquerda, quer ao centro!
    Tudo sem berço! tristes pais que os criaram.

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  37. Anónimo2/5/25 14:50



    Estou a aguardar o dinheiro do período de provisório,
    pois estou longe de casa a pagar renda alta, tal a inflação que existe!


    Paguem o que devem!


    30 anos de roubalheira!!!

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  38. Anónimo2/5/25 14:52

    Está errado Senhor blogger.


    Artigo 152.º, n.º 2 da Constituição da República Portuguesa.

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  39. Anónimo2/5/25 14:56

    Como não sabem eu esclareço:

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  40. Anónimo2/5/25 14:57

    Continuar errado Senhor Blogger.


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  41. Anónimo2/5/25 15:05

    para quem ainda tem dúvidas aqui fica o link:


    https://www.parlamento.pt/Parlamento/Paginas/SistemaEleitoral.aspx


    Mais cuidado Sr. do Blogue

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  42. Como se disse, os deputados, no seu todo e na sua ação como tal representam todos os eleitores, mas não deixam de, necessariamente, manter um cordão umbilical com quem os elege. Por isso até lhes pagam mais para que, cada um, realize ações e reuniões nos círculos pelos quais são eleitos, sendo os mais caros os dos círculos de fora do país, quando visitam aqueles que os elegeram. Claro que decidem/votam tudo sobre o país, mas não perdem a ligação aos seus eleitores. Caso diferente é o do presidente da República que representa mesmo todos porque por todos é eleito; o que não acontece com os deputados da AR que são eleitos por aqueles concretos cidadãos do círculo eleitoral pelo qual se apresentam.

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  43. Anónimo2/5/25 15:14


    Para o das 14:43
    não respondo a quadrupedes a quem só faltam as penas para o ser... quanto ao mais está tudo dito, fica-lhe muito bem o GRAU 3 e o prestígio, O sr. merece. 

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  44. Sim, havia necessidade, porque há pessoas em Castelo Branco que pensam que vão eleger o Luís ou a Rita se votarem no partido/coligação deles e porque se os querem ver na Assembleia da República votam neles, acabando depois desviados para outras funções. Dir-se-á que é assim e sempre foi assim, mas será que não se pode questionar se faz sentido continuar a ser assim?

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  45. Anónimo2/5/25 15:21

    então vá legislar (candidate-se e altere a constituição)

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  46. Anónimo2/5/25 15:24

    Sim, a última aventura do centro com viragem à esquerda foi em 2015.
    Em 2019, num tempo em que tudo se inclinava à esquerda surgiu um(a) (A)Ventura, muito inclinada para a direita como que para reestabelecer um equilíbrio natural na balança partidária - ambas as criações (geringonças e chegas) surgiram no tempo daquela aventura encetada pelo agora líder europeu nem se descartavam votos políticos, ou se desprezavam fações partidárias com uma normalidade paradoxalmente anormal num regime democrático.
    Enfim é a vida.

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  47. Anónimo2/5/25 15:24

    e mais, APLICA-SE A TODOS OS DEPUTADOS

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  48. Anónimo2/5/25 15:27

    Parece que, também em Portugal, se vive num lugar de vacas sagradas. O exemplo disso é a choradeira levada a cabo no dia de hoje neste blogue pelos defensores da sua dama ofendida.

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  49. Anónimo2/5/25 15:28

    Sabes quem te fez as orelhas?

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  50. Anónimo2/5/25 15:36




    nos termos do art.º 20.º do DL o suplemento de recuperação processual é - apenas e só - extinto com efeitos reportados a junho próximo,
    - Todaviao n.º 3 do art.º 30.º do DL, refere o pagamento - da  -  com efeitos reportados a janeiro de 2025, e 



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  51. Anónimo2/5/25 15:42

    Óh pá... Saí deste blogue. Tu não fazes parte disto... Vai dar esclarecimentos ao "Trampa"... Ele de certeza que te contrata... A especialidade QUE ELE MAIS APRECIA SÃO OS ASNOS ARMADOS EM DOUTORES... Vai dar banho ao cão... A ex Ministra da Justiça vai ser novamente nomeada pelo Círculo de Coimbra óh NABO, não vai ser nomeada com os votos de Bragança, vê se entendes de uma vez por todas... E ca-- na tua exposição de m----. Não consegues provar nada com essa burrice que te assiste.  E já agora, vai ao dicionário ver o que quer dizer "LERDO", uma vez que és um estudioso bolonhês do nosso sistema político, que sabe tudo através do Google. 

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  52. Anónimo2/5/25 15:47

    Uma democracia faz-se construindo-a todos os dias e lutando por ela e pela revigoração das suas regras e já não com uma espécie de cancelamento de opiniões e considerações usadas na liberdade de cada um é certo, mas que são tendenciosas e por isso sujeitas às diferentes interpretações.
    Porque é que teve de ser uma Rita Júdice a decidir algo que o espírito livre das universidades não conseguiu, falo da Catarina  Sarmento, será devido ao seu aprisionamento ideológico-partidário? e porque é que as magistraturas (ambas), sob o jugo dos Conselhos Superiores, nos deitaram ao abandono nesta última década?
    Não fomos prioridade num regime que se dizia mais à esquerda e agora usam todo e qualquer argumento para enviesar as nossas decisões pessoais atirando-nos com argumentos da treta como é este o que está plasmado no texto de hoje.

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  53. Anónimo2/5/25 15:54

    Óh de cima, 
    Você qualifica os outros porque anda de quatro na vida?... 
    Meta o grau três naquele sitio que eu cai sei... Estou-me a ca---para este grau... Não me diz nada... O que eu quero é sr competente e não lírico e teórico... Em tempos idos... Como não gosto de retórica e afins não fui para a vida eclesiástica... O Sr. é daqueles que não tem sotaina, mas é um padeço disfarçado... Por isso vá rezar umas dezenas ou terços e desapareça daqui... OS Colegas agradecem... 

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  54. Não propriamente. Votam em listas que cada partido apresenta para cada círculo. Há uma correspondência do partido à lista.

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  55. Anónimo2/5/25 16:05

    Padeço quer dizer padreco 

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  56. Anónimo2/5/25 16:12

    está errado, o boletim de voto não contem nenhuma lista. Os partidos apresentam as listas mas os eleitores votam nos partidos...

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  57. Anónimo2/5/25 16:16

    Boa tarde. Peço ajuda ao autor deste blog para me esclarece, se possível, se o projeto do movimento anual de 2025 vai sair em breve ou apenas após ter passado o prazo de desistências (15 de maio)? Obrigado 

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  58. Anónimo2/5/25 16:23

    As candidaturas são apresentadas, nos termos da lei, pelos partidos políticos, isoladamente ou em coligação, podendo as listas integrar cidadãos não inscritos nos respetivos partidos. (art. 151.º, 1)

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  59. Anónimo2/5/25 16:25


    Nunca pensei ver tanta gente a defender a Ministra da Justiça!
    Realmente alguma coisa de bom deve ter feito pelos Oficiais de Justiça!
    E não deixa de ser interessante de observar o número de comentários ao artigo de hoje em comparação com o número de comentários ao artigo de ontem! Realmente o que o pessoal quer é bola e vinho verde, neste caso polémicas, insultos e que lhe passem a mão pelo pêlo fazendo - os Doutores à pressão. Nunca mais me ponho na alheta daqui para fora!

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  60. Anónimo2/5/25 16:31

    O sistema eleitoral definido pela CRP 
    1) Princípio da representação proporcional:
    a) como critério de distribuição dos Deputados pelos círculos eleitorais 
    b) comoformadeconversão dos votos em mandatos 
    2) Círculos plurinominais: critério geográfico + número de mandatos em cada círculo proporcional ao número de eleitores nele inscritos 
    3) Limites mínimo e máximo para o número de Deputados 
    4) Monopólio partidário na apresentação de listas

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  61. Não sabemos. Mas tendo em conta situações do passado, as desistências costumam ter um prazo anterior ao da divulgação do projeto de Movimento, o que nos leva a concluir que a lista projeto só deverá sair após a data limite das desistências e não antes.

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  62. Anónimo2/5/25 17:41

    Meu caro colega. Não li em comentário algum que alguém estivesse a defender a Ministra da Justiça apenas se verifica uma desinformação no artigo. Pois dá a entender que a pessoa em causa está a enganar os eleitores de Coimbra. Ora isso não é verdadeiro. A dita senhora não irá representar os eleitores de Coimbra tal como nunhum outro Deputado irá representar os eleitores que o elegeram mas sim um todo.

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  63. Considerando a perspetiva de que a candidata a deputada da AR não representa os que a vão eleger, mas sim o tal "todo", então ainda é pior, porque ao nao exercer as funções as funções para as qual é eleita, não só defrauda os seus eleitores, como defrauda o tal "todo".

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  64. Anónimo2/5/25 19:59

    "Para o comentário de cima"


    Para ter opiniões como a sua...NÃO FAZ FALTA NENHUMA NESTE BLOGUE...VÁS-SE EMBORA E DEIXE AQUI A MALTA EM PAZ...OS SEUS COMENTÁRIOS SÃO VAZIOS E EIVADOS DE VAIDADE...DESAPAREÇA...VÁ PENTEAR MACACOS...   

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  65. Anónimo2/5/25 21:43

    nem sequer vou comentar... sabe o que é a Constituição da República Portuguesa?
    Parece que não...
    continue na sua ignorância se é feliz assim...

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  66. Renato Pimenta2/5/25 22:36

    Já sabem o resultado das eleições, quem vai ser nomeado primeiro ministro e quem este vai indicar como ministros?
    Podiam mandar-me para o meu e-mail os números do Euromilhões SFF.
    Agradeço 

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  67. Anónimo3/5/25 01:17

    Estou me bem a borrifar se o governo vai buscar alguém da lista de deputados ou se vai à china.
    O que quero é que quem formar governo meta gente competente, o que foi o caso desta MJ.
    Está certo que a procissão ainda vai no adro, mas até agora fez pela carreira o que já devia ter sido feito há anos.
    Parabéns e um obrigado Sra. MJ!

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  68. Anónimo3/5/25 10:14

    Ah, oh!
    Isso é como a nossa história do grau.
    Até parece que não conhece o tuga, neste caso o brioso académico.
    O que importa é o prestígio dos seus ministriáveis candidatos, o povo não se importa se por acaso isso lhe custar uma perda de representatividade regional, que até poderá ser perfeitamente compensável por via do nepotismo que faz parte do sistema governativo do país.
    Há lá coisa mais importante para uma região do que ter os seus deputados na Assembleia da República ainda mais por dentro do aparelho do Estado na governação?!

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  69. Anónimo3/5/25 10:31

    Bela bostada, logo se comparada com o seu par Fernando Alexandre.
    Só os tais infiltrados ou gente sem amor próprio é que pode considerar uma qualquer conquista a humilhação que os oficiais de justiça sofreram sob o jugo desta ministra.

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  70. Anónimo3/5/25 10:51

    Eu sei.
    Já senti bem na pele e tenho provas documentais sólidas.
    A Constituição da República Portuguesa é algo a que os portugueses podem deitar mão sempre que se verifique um apagão em vez de irem a correr para as superfícies comerciais.
    Praticamente não servirá para mais nada.
    É letra morta sem princípios ainda que os mesmos nela se encontrem inscritos.
    Como o da Igualdade, de que constitui flagrante exemplo a diferença entre cidadãos de pleno direito e primeira categoria, que são a classe dos professores, e outros cidadãos de segunda, que são os oficiais de justiça.
    Uma crassa violação aceite de bom grado, ao que parece, até por alguns dos lesados, indivíduos sem réstia de dignidade nem autoestima, que se conformam com o facto de perderem definitivamente o tempo de serviço congelado a outros devolvido pelos criminosos que nos vêm governando nesse sentido há quase duas décadas.

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  71. Anónimo3/5/25 11:06

    Todo o ministro que se preze gosta de deixar a sua marca!


    No caso da sra. ministra Júdice, para os oficias de justiça, é pela negativa!


    Mas o que isso importa se a justiça não dá votos!

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