As propostas de alterações do DL que se mantêm secretas
Na última informação do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ), aborda-se, também, o caso do Decreto-lei 27/2025 de 20MAR, designadamente, nos aspetos defeituosos que, desde a nascença (leia-se acordo), carecem de correção.
Refere o SFJ que “Após a entrada em vigor e já com o Governo em gestão, os Sindicatos, cumprindo o que anteriormente tinham anunciado, dirigiram ao Ministério da Justiça, Secretaria de Estado da Administração Pública, e à Direção-Geral da Administração da Justiça, um documento, onde apresentam um conjunto de alterações, para correção das discrepâncias remuneratórias que ainda subsistem no DL aprovado, e que não foram corrigidas, em face da queda do Executivo, não tendo existido, até ao momento, qualquer notificação, de resposta, ao oportunamente submetido, para posterior aval em reunião de Secretários de Estados e, por via disso, submetido a aprovação em Conselho de Ministros, da segunda alteração ao Decreto Lei 27/2025.”
Prossegue o SFJ a sua informação, afiançando que ambos os sindicatos propuseram alterações ao recém-aprovado diploma governamental, concentrando a atenção nos níveis remuneratórios.
“Assim, o SFJ, assumindo a responsabilidade de melhorar um diploma, crucial para a carreira, assumiu junto da Tutela, sempre, uma postura de diálogo, mas de posição, intransigente, de defesa dos trabalhadores que, apesar de verem a sua situação remuneratória melhorada, constata-se que os oficiais de justiça colocados nos terceiros escalões de todas as categorias, com exceção dos secretários de justiça, e, ainda mais, os posicionados no 6º escalão de adjuntos, são os menos beneficiados, situação que urge resolver.”
Na nota informativa lê-se também que terá havido algum tipo de insinuação do Governo sobre a possibilidade de aprovação das alterações em momento após as eleições.
«A poucos dias das eleições legislativas, os Sindicatos foram contactados pelo Ministério, tendo-lhes sido dito que as alterações só iriam a Conselho de Ministros, pós-eleições, não tendo sido adiantado qualquer pormenor, relativamente aos artigos que elencamos e que tinham, necessariamente, de ser alterados, situação que, até ao dia de hoje, não se modificou.
Após esta comunicação, e no sentido de, ainda, ser possível, retificar o diploma, enviamos um ofício à SEAJ, expondo, mais uma vez, as razões para as alterações, passando a transcrever, uma delas, que poderia ter sido incluída, e que afastaria, de imediato, uma injustiça patente:
“Caso seja entendimento do Governo que as mesmas deverão ser objeto de negociação na próxima legislatura, solicitamos que, pelo menos seja acolhida e vertida no DL retificativo, desde já, a alteração ao artigo 17.º, nº 6, que deverá ter a seguinte redação:
Artigo 17.º (Reposicionamento nas novas tabelas remuneratórias) 6 – O tempo de serviço decorrido desde a data da produção de efeitos da última progressão remuneratória de que os trabalhadores hajam beneficiado na escala indiciária não releva para as futuras alterações de posicionamento remuneratório nas novas tabelas, com exceção dos períodos de transição de escalão previstos no DL 343/99, de 26 de agosto, que ocorram após a publicação da lista nominativa referida no artigo 16.º, casos em que quando será efetuada uma retificação na transição da posição remuneratória, com efeitos ao primeiro dia do mês seguinte, e até 30 de junho de 2027".»
Ou seja, de acordo com este exemplo transcrito, a proposta de alteração passaria, no caso indicado, por passar a considerar o tempo da contagem em curso, embora só após a transição para a nova tabela.
O SFJ conclui a nota informativa da seguinte forma:
«Sabemos muito bem que esta situação de indecisão causa perturbação e ansiedade, mas também sabemos que tudo faremos para repor a justiça atenta a importância da tabela remuneratória, de cada um de nós, mas que afeta todo o universo de oficiais de justiça.»
Claro que a questão remuneratória é algo fulcral na vida dos Oficiais de Justiça, mas não é essa a única deficiência do Decreto-lei. Os Oficiais de Justiça não estão apenas preocupados com as anomalias previstas na nova tabela remuneratória, isto é, com questões imediatas do curto prazo, pois há outras preocupações, desde logo para o longo prazo, ou seja, para o futuro da carreira, para o futuro desenvolvimento profissional de cada um que não se limite ao desejo simples de aguardar pela passagem do tempo para evoluir nos escalões, sem qualquer outra ambição ou interesse pela profissão.
Apesar do SFJ apenas reproduzir na nota informativa a proposta de alteração àquele número daquele artigo, pressupondo que haveria muitas mais propostas, os Oficiais de Justiça já não têm esperança que haja muitas mais alterações propostas, desde logo, aquelas que se prendem com o acordo subscrito, como, por exemplo, o enorme corte das duas carreiras e das oito categorias, uma vez que todos os Oficiais de Justiça duvidam que os sindicatos possam agora propor alterações àquilo que antes assinaram.
Assim, as alterações propostas, apesar de serem apenas propostas e apesar de continuarem secretas para os Oficiais de Justiça, não despertam grande interesse nos Oficiais de Justiça, uma vez que, ao dia de hoje, já ninguém acredita que os sindicatos possam corrigir, ou querer corrigir, aquilo que antes firmaram; daí o desinteresse geral em querer conhecer aquilo que foi proposto para ser alterado. É este o nível de desinteresse motivado pela pouca credibilidade nas entidades.

Fonte: “SFJ-Info-04JUN2025”.
Quem ganha menos de 746 euros na Grande Lisboa fica abaixo do limiar de pobreza
ResponderEliminarhttps://www.publico.pt/2025/06/04/sociedade/noticia/estudo-fixa-limiar-pobreza-lisboa-746-euros-2135383 (https://www.publico.pt/2025/06/04/sociedade/noticia/estudo-fixa-limiar-pobreza-lisboa-746-euros-2135383?utm_source=copy_paste)
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A publicidade ao jornal era desnecessária, digo eu...
ResponderEliminarE a questão dos Adjuntos serem despromovidos também não é algo de preocupante.
ResponderEliminarOntem o líder parlamentar do PSD disse que faltam funcionários judiciais, no dia anterior a deputada Cristina Rodrigues frisou o mesmo... Estamos a 1 mês do movimento do ano estou curioso para ver se a DGAJ se vai mexer para que hajam novas contratações... Os sindicatos que dizem? Não queremos estar a trabalhar por 2 ou 3
ResponderEliminarE espero que olhem para as secretarias onde só se encontram praticamente OJ com mais de 60 anos... Quando um se reformar vão todos os outros de seguida!
ResponderEliminarAssim querem que afunde!
ResponderEliminardeixa afundar!
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ResponderEliminarMas dependendo da chefia nós é que nos lixamos com o trabalho
ResponderEliminarPergunto:
ResponderEliminar- O acordo assinado pelos sindicatos com o governo corresponde aos objetivos de luta de muitos anos?
- Os OJ, na sua maioria estão satisfeitos com o futuro profissional que os aguarda?
- Não devem os sindicatos dar explicações públicas quanto ao seu envolvimento no plano gizado pelo governo para acabar com uma carreira secular e que tem sido, até agora, um dos pilares fundamentais do funcionamento da justiça em Portugal?
- Se os sindicatos se recusam a cumprir com as suas obrigações estatutárias, não devem os seus associados exigir explicações?
- Pode a indiferença dos associados dos sindicatos face à postura destes ultimos ser entendida como uma aceitação dos seus comportamentos e uma concordância com o futuro profissional que vai ser imposto?
- Podem anos de serviço, de progressão vertical e horizontal serem apagados com o surgimento de um novo "estatuto", sem levar em conta o historial profisisonal dos OJ?
- O que significa o "movimento geral" a ocorrer em julho?
- De que forma este "estatuto" vai incentivar colegas a deslocarem-se para os locais que hoje não atraem ninguém?
- A obrigatoriedade da disponibilidade permanente afeta todos os OJ por igual? Se não, é justo que todos sejam pagos de igual forma por obrigatoriedade de disponibilidades diferentes?
- O montante pago pela disponibilidade, face à intrusão violenta na vida dos OJ, com impacto direto no seu direito ao Descanso e à sua vida pessoal e familiar, apenas excepcionalmente permitida por lei (pelo menos para alguns), é digno e equitativo?
- Que futuro para os que cá estão, face à ausencia de incentivos para progredir na carreira (estagnação total para a maioria de nós)?
- Se acabam as carreiras (judicial e Mº.Pº.), de que forma se alcança a eficiencia e eficácia decorrente da especialização e que esteve no cerne da alteração do mapa judiciário de 2014?
- Se os OJ vão pertencer a uma carreira de grau III, qual é o objectivo de os tornar em "massa trabalhadora indiferenciada"?
- Se o que se pretende é "massa trabalhadora indiferenciada", faz sentido a imposição do requisito de ingresso de licenciatura?
- Qual será o incentivos para os futuros licenciados para ingressar numa carreira de "indiferenciados"?
Aqui está um pequeno exemplo de interrogações que me assolam o espirito todos os dias. Acredito que outros terão muitas outras interrogações que, a não que os OJ se organizem antes que seja tarde de mais, ficarão por responder.
Onde andam os OJ?
Falta concluir a negociação do estatuto, mas nada impede, dentro dos parametros da boa fé, que se renegoceie matérias atentatórias dos direitos dos OJ ou até previsivelmente ilegais!
ResponderEliminarSe as partes estiverem de boa fé, pode-se, em qualquer altura, sendo certo que não há melhor altura que agora, alterar redações menos felizes.
Também é tempo de falar do
1 - "descongelamento" (professores);
2- Regime difrenciado de reforma;
3- Implementação de emolumentos em alguns dos atos praticados, etec, etc !...
a
ResponderEliminarracionalidade acima de tudo
ResponderEliminarComo alguém aqui dizia, os sindicatos estão, como é sua obrigação, a mexer - se pela injustiça que afecta 270 colegas e no entanto, pela injustiça que afecta cerca de 3000 adjuntos nada faz e nada diz. Tem-se tudo como facto assente, o que não será de admirar, uma vez que foi com o seu assentimento e a sua já famosa e acertada visão estratégica para a justiça. Prejudicam - se, humilham -se e esquecem - se todos os direitos adquiridos ao longo de dezenas de anos a troco de mais umas coroas, que, como vemos, é a grande preocupação do sindicato, embora continuem sem esclarecer sem qualquer dúvida o que é que afinal pretendem alterar e melhorar, porque pelo que me apercebo só se preocupam com a tabela remuneratória, tudo o resto para eles está perfeito! Já agora e só para poupar tempo a alguns colegas: tenho 60 anos, 34 de serviço e 25 de adjunto e não tenho medo de ir fazer julgamentos... Fiz aliás mais julgamentos enquanto adjunto do que os também muitos que fiz como escriturário...
ResponderEliminarBoa fé??? A única boa fé que está a acontecer, actualmente, é a sua... Os sindicatos continuam a reunir em surdina e secretamente - será que foram arrebanhados pelos senhores dos aventais? Esses é que tem o hábito de reunir dessa forma. - e a DGAJ dá meia volta atrás e já não paga o que deve há décadas, adiando o pagamento, para mais uns 15 anos... Onde anda a tal da boa fé?
ResponderEliminarApoiado Colega. O maior erro do novo estatuto. Contudo, segundo a futura presidente do SFJ, esta matéria será para ser discutida com o governo (vale o que vale). O PGR não gostou nada e tem pressionado o SFJ… Isto no mundo do diz que disse.
ResponderEliminarÉs pouco maluco és!
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ResponderEliminarA notícia, com referência aos Açores, é simplesmente falsa.
A autora devia passar um mês em Ponta Delgada...
Então onde está o problema?
ResponderEliminarNão quer ir de cavalo para burro.
ResponderEliminarO problema chama-se "uma questão de principio...Uma coisa é fazer julgamentos quando tal se mostra necessário e isso qualquer um os pode e deve fazer...até um Secretário. Outro é passar a ser uma tarefa que passa a fazer parte das que estão atríbuidas estatutáriamente. Já não é "... na falta deste ou quando o estado dos serviços o exigir. O que, para quem percebe um pouco de português, significa sem qualquer dúvida que esse serviço é da responsabilidade do auxiliar. Não acha que é regredir na carreira quando querem colocar pessoas com muitos anos de vida e de experiência a fazer por norma o serviço que é dado a um Auxiliar ao fim de uma semana de preparação? Gostava de saber se fosse adjunto, qual a sua sua reacção.
ResponderEliminarSó neste país é que uma pessoa que não sabe o que assina é candidato a uma câmara municipal.
ResponderEliminarLousanenses, abrinde a pestana.
E parece - me bem legitimo! Tão legitimo como não querer devolver uma pipa de massa por culpa dos erros de outros, ou não acha?
ResponderEliminarE há alguém que queira?!!
ResponderEliminarEles andem aí!
ResponderEliminarA realidade, por vezes, dói ... dói muito até!
ResponderEliminarTemos uma classe profundamente envelhecida e extremamente desqualificada, ou melhor pouco qualificada, muis de nós, com as carcaças já velhas, e muito gastas, já não conseguem auto-motivar-se, dar mais de si, estão no limite, e contentam-se com o passar dos dias, não há espírito de missão pois que esse há muito que se perdeu com a desconsideração sistemática pela tutela e por quem nos dirige ( e aqui englobo o Sindicalismo da treta que nos tolheu o destino durante décadas).
Muitos de nós, Oficiais de Justiça, estão profundamente limitados e sofrem de incapacidades, alguns naturais, e alguns deles, pessoalmente, não os queria a trabalhar comigo, ao meu lado, na minha empresa (se a tivesse). Mas estão cá e fazem número, embora façam pouco e o pouco que fazem carece de supervisão apertada, muito apertada até.
Que futuro nos reserva o destino ou, dito de outra forma, que destino nos vão dar no futuro - a todos os que pela circunstância ou contexto da vida pessoal já não estão dispostos (nem preparados) para mais, mesmo que um poucochinho mais do pouco que conseguem dar (que para eles até pode ser muito).
Era preciso uma verdadeira reforma nos quadros de pessoal. Acabar com a carreira judicial e do MP, ao contrário do defendido por aqui, foi a melhor coisa que poderia suceder. Acabaram-se com as inerentes imitações nos sucessivos movimentos. A distribuição do serviço pode agora ser mais justa. A especialização, essa nunca existiu para nós, e eu que passei pelo MP/DIAP e pelo Judicial bem o sei.
É preciso gente nova a "comandar", que trabalhe como um par, como mais um, e que some a esse trabalho uma boa liderança, supervisão e gestão do serviço. É aberrante ver Escrivães e TJ Principais a "autuar" processos ou a dar "entrada de papéis" ou então e elaborar "termos" (de vsta, de Cls e de Vc, etc.).
ResponderEliminar*abrinde?
Grau IV?
Faça diligências após as 17:00 horas (e muitas) e, certamente, também irá mudar de opinião.
ResponderEliminarE esses que as fazem..., esses sim, mereceram os suplementos . Inferiores aos adjuntos, por sinal, e não sei por que razão.
Malucos são todos os que acreditaram
ResponderEliminarTu não sabes é nada: não venhas é com embustes.
ResponderEliminaruma árvore não faz a floresta.
Se a carreira não contemplasse a categoria de escrivão adjunto nunca teria concorrido para esta merda.
ResponderEliminarAgora nada mais que um grão na engrenagem até ao fim, tipo osso entalado...
Apoiado. Deixem-me estar aqui no meu cantinho. Eu e o meu carimbo. Queres ver que agora vou ter que trabalhar ? E o carimbo ? com quem fica ?
ResponderEliminarAh, pois é!
ResponderEliminarCom embustes é que se embestam os oficiais de justiça.
Vamos trabalhar.
ResponderEliminarEsqueçam lá o dinheiro, vamos produzir riqueza para distribuir.
Ganda Luís!
E quando estiveram cheios e precisarem de cagar, procurem um oficial de justiça que eles já estão habituados...
Uma não, certamente. Mas quantas é que serão precisas ...? É que se o número atual não faz uma floresta anda muito lá perto, seguramente.
ResponderEliminarNandinho, 15,32:
ResponderEliminarTanta conversa e nada de jeito que se aproveite.Fala por ele(ela) e pelos outros, desconsiderando-os.
Acabar com as 2 carreiras é um retrocesso.Em 2014 foi a especialização a promessa e os Magistrados conseguiram.
Aberrante movimentar processos é classificação que nāo lembra ao diabo, só mesmo tal comentador. Pois se não há gente em quem mandar, só têm é de trabalhar como os outros que é para isso que lhe pagam.
É que além de ignorar o seu próprio Estatuto, o qual define como tarefa para as categorias que menciona , além do mais, a tarefa de EXECUTAR, todos temos obrigação de contribuir para a normalização do serviço, independente do lugar que ocupa.
Valha-nos Santa Rita.
Luís Buraconegro.
ResponderEliminarNo vórtex rumo ao défice.
Não tarda estamos outra vez congelados.
13.08, Fundamente a sua afirmação.
ResponderEliminarCom o "Passos" começou assim e acabou como acabou.
ResponderEliminarMas, de facto, os prevaricadores deverão candidatar-se a cargos políticos em Portugal.
É que assim a ficha fica limpa pois foram "escrutinados" pelo voto dos portugueses que atua assim como uma espécie de borracha criminal, apaga tudo!
O MP que se cuide. Se a moda pega, vai ser extinto por ausência de indícios de criminalidade.
10.17,
ResponderEliminarJá acabaram com o SEF, muito menos custará acabar com os OJ.
Já é hábito, a privatização da justiça levada a cabo por uma D. Paula do "Passos" deu o mote.
14.07,
ResponderEliminarObjetivamente, no seu argumento reside a questão. "Cheguei a adjunto, trabalho menos um bocadinho".
Quantos adjuntos, em 30 anos conto-os pelos dedos, se preocupam a perder "dois dias" para formar um bom auxiliar que posteriormente irá "render" sem incomodar fazendo a máquina andar e bem?!
Com todos os que passaram por mim partilhei tudo o que tinha e só não receberam mais porque eu mesmo padeço de algumas limitações e não foi por culpa de quem me ensinou.
ResponderEliminarPois, se houver quem não pense assim, eu pelo menos sempre valorizei mais a vertente deontológica da nossa profissão do que a componente avaliativa.
7/06, 09:08:
ResponderEliminarNão se apoquente que o MP já se cuida e nada se perde, tudo se transforma.
O voto nada apaga, mas o povo tem ideia de que, interessa é que façam obra, aumentos à farta para muitos, e o futuro pouco interessa. Os que se aproveitam das funções, mesmo depois de cumprir pena, até voltam a ter o voto como em Oeiras, porque acima de tudo há obra feita.
Nada contra o facto de novamente ter ganho dado que o Luís queria que o deixassem trabalhar ( isto porque a ter havido algo mais que a falta de ética e de moral lá chegaremos).
Simpatizava com o sr. até ao escândalo da Spinumviva . Agora ainda menos de simpatias quando não se esforçou por formar um governo mesmo novo e é só mais do mesmo .
Parece mesmo gozar com quem trabalha, mas vamos ver quem melhor vai rir no fim.
Bom dia.
ResponderEliminarO DL rectificativo vai esclarecer as regras para o movimento extraordinário que acontecerá após a publicação da lista de transição e, apenas, no que diz respeito à categoria em que se fundiram os Auxiliares e os Adjuntos. Nenhum Adjunto vai ficar prejudicado no movimento porque as regras vão dar-lhes prioridade na escolha. Só assim faria sentido.
Quero também esclarecer que não houve "despromoção " de Adjuntos, o que há é uma carreira nova e se mantiveram nomenclaturas com Escrivão e Técnico de Justiça por uma questão de identidade histórica com a profissão de oficial de Justiça.
Nenhum atual Adjunto pode ser "despromovido" pela chefia, isso é ilegal. Diferente é, como acontece ainda ao abrigo do EFJ, esporadicamente quando há necessidade, ir fazer uma diligência.
Atentem no que diz o artigo 14° /1 do DL 27/2025. Qualquer prática em contrário, deve ser denunciada ao Sindicato. Todos os ojs que pertencem ao período de transição ficam com as mesmas funções. Quando entrar gente nova, os atuais Auxiliares vão aumentando a sua responsabilidade nas funções, ninguém anda para trás.
Quem diz ou ordena o contrário está a agir de forma ilegal.
Cumprimentos
Manifesto a minha total concordância com todas as interrogações aqui colocadas.
ResponderEliminarTratem de elaborar petição nesse sentido que, estou certo, muitos a vão assinar