Haverá sempre quem, por temor, acabe por pagar
Nesta última sexta-feira à tarde reuniram os sindicatos (ou apenas um?) com a Direção-Geral da Administração da Justiça (DGAJ). Nem os sindicatos, nem a DGAJ, informaram aos visados, principais interessados e sempre afetados, a mais mínima coisa sobre tal reunião.
No passado dia 29MAI começaram a ser remetidas as notificações pendentes (embora não todas) sobre a reconstituição da carreira, pela consideração do período probatório, e ainda a notificação dos 268 Oficiais de Justiça, listados, que deveriam devolver as diferenças salariais que no ano passado lhes foram pagas.
Anunciou nessa altura a DGAJ que, na semana seguinte, remeteria os planos de devolução desses valores, com as várias opções para que cada um escolhesse a forma que mais lhe agradasse para devolver o salário recebido.
Sucede que a semana passou (acaba hoje) e nada foi notificado, não cumprindo a DGAJ com aquilo que anunciara que faria, nem tendo dado qualquer explicação para a nova mudança de opinião.
ATUALIZAÇÃO: Esta madrugada de domingo, por volta das duas horas da manhã, a DGAJ enviou os e-mails prometidos concretizando as opções de devolução. Amanhã (segunda-feira 09JUN), abordaremos esta última notificação.
Entretanto, na passada quarta-feira, o ainda presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) publicava mais um artigo de opinião semanal, na sua pequena coluna do Correio da Manhã, artigo esse intitulado: “Trabalhador não paga”.
No artigo, António Marçal, dizia o seguinte:
«A Direção-Geral da Justiça continua a emitir notas de reposição exigindo a devolução de montantes pagos aos trabalhadores por erro na execução de despachos válidos. Mas a lei é clara: se o trabalhador agiu de boa-fé e o erro foi da própria entidade empregadora, não deve haver lugar à devolução.
Os Tribunais Superiores da jurisdição Administrativa ou o Tribunal de Contas, a decidirem que não é legítimo exigir a reposição quando o trabalhador recebeu os valores confiando na legalidade dos atos administrativos – como qualquer cidadão deve poder fazer.
A boa-fé presume-se. A culpa, se houve, foi do lado da Administração. Obrigar o trabalhador a pagar por erros que não cometeu é injusto e ilegal.
Respeitar os princípios da confiança e da legalidade é essencial para um Estado que se quer justo com os seus próprios servidores.
Nas palavras da Provedora de Justiça: “os atos administrativos constitutivos do direito à obtenção de prestações retributivas só poderiam ser anulados no prazo de um ano, após o qual não podem dar origem ao dever de repor, salvo quando os beneficiários tenham recorrido a artifícios fraudulentos para a sua obtenção.” Caso para dizer: Não Pagamos!»
Vejamos:
A situação, já aqui explicada, é a seguinte: a anterior direção da DGAJ considerou que o período probatório pelo qual não passaram os Oficiais de Justiça entrados ao serviço em 2001 e que se mantiveram na precariedade do conceito de “Eventual” deveria ser considerado um especial período probatório, por o Governo da altura o assim considerar e dispensar, também de forma especial, de que passassem pelo obrigatório período probatório, passando-os diretamente, após 4 anos, para Definitivos.
Esse período de 2001 a 2005 teve um tratamento especial por parte do Governo, precisamente para ultrapassar e compensar a injustiça dos cerca de 4 anos de incertezas e risco desses cerca de 500 Oficiais de Justiça.
Não se tratou de um percurso de ingresso normal, mas especial e, como tal, deve ser encarado hoje, tal como o foi à época.
Seria ridículo que, hoje, a atual direção da DGAJ viesse anunciar que esses 500 não tiveram nenhum período probatório, porque não tiveram, e, por conseguinte, não seriam abrangidos por nenhuma compensação, ou então obrigá-los a passar agora por um ano de período probatório, para completar a sua situação legal, tal como é igualmente ridículo, que se se invente, hoje, um ano de provisório em 2001 ou em 2002 ou 2003 ou 2004… num ano qualquer à escolha, pois tal não passaria de uma disparatada invenção. E, no entanto, é isso mesmo que a atual direção da DGAJ vem dizer, que inventa um ano de provisório para aquela altura, para o considerar, alegando que esta nova opinião é um erro que carece de correção.
Ora, para além de não haver erro nenhum e, a havê-lo, será apenas por parte da atual direção ao manifestar a nova opinião e revogar a decisão anterior, o que a jurisprudência, e Marçal, nos dizem é que, mesmo na perspetiva da existência de um erro, tal erro não é da responsabilidade de nenhum Oficial de Justiça. Nenhum Trabalhador se apropriou de salário indevido, nem teve nenhuma ação ou intervenção que provocasse tal alegado erro.
Assim, mesmo se se considerasse que havia um erro, tal erro seria sempre da entidade pagadora e nunca do Trabalhador dependente, legalmente notificado dos valores e da justificação dos mesmos, pelo que o erro, mesmo que se considere que existe, não deve agora ser solucionado por nenhum Trabalhador, precisamente por lhe ser alheio, por não ter nenhuma responsabilidade nele.
E é isto que Marçal relata no seu artigo no Correio da Manhã: haja ou não haja erro, os Oficiais de Justiça não devem devolver nada, a não ser que o queiram fazer, por sua própria vontade, e é isso mesmo que a DGAJ vai tentar e vai conseguir, porque, como é sabido, há sempre Oficiais de Justiça que, como sempre, se amedrontarão com qualquer tipo de imposição ou insinuação da DGAJ.

Fonte: “CM/SFJ”.
Extravasar para interpretações jurídicas mais convenientes é a possibilidade latente de quem, não obstante a legislação aplicável, sempre faz viragem ao serviço do seu interesse particular.
ResponderEliminarA necessidade de recurso aos Tribunais é por isso mesmo justificada.
O Direito tem muitas vias.
Um eventual é mesmo isso.Como um contratado para suprir dificuldades da entidade patronal. Não era um vínculo definitivo e aceitaram isso na altura.Não concorreram num concurso público como os restantes.Também lhes serviu na altura.
A admissāo pressupunha o peŕiodo probatório mínimo de 1 ano como seria lógico.Está lá escrito.Se não tivessem condições até ao final desse peŕiodo eram dispensados.Se nāo foram e continuando os serviços a necessitar deles isso não fez deles provisórios 4, 5 anos, no sentido do Estatuto. Eram eventuais e podiam ir embora em qualquer momento.
Mas, e os outros que ainda não receberam e foram notificados de valores miseráveis.
ResponderEliminarIrão ser pagos por esses valores, de acordo com a nova interpretação da DGAJ, ou por valores iguais aos dos que foram agora notificados para proceder a devoluções?
Tem garantias de que a Sr.ª Provedora não poderá mudar de opinião?
ResponderEliminarEu não devolvo nada.
ResponderEliminarE siga mais uma vez para tribunal.
Vergonha de dgaj e mj, que persistem em maltratar os ojs e que depois para ver reposto os seus direitos têm que a dar sempre em tribunal.
Gente que não presta e que só provoca mal estar com despachos e de decisões injustas.
Car-------
Greve já seus medrosos
ResponderEliminarSr. Articulista, só o enobrece essa empática condescendência, ainda que saiba bem que, nem todos, mas muitos desses eventuais - que aqui me eximo de caracterizar -, são os mesmos que desde os primórdios dos seus ingressos sempre boicotaram as nossas lutas em prontidão para corresponder a todas as solicitações prestando trabalho, provavelmente ilegal e certamente que pouco ético, ao mínimo fax ou telefonema sem que ninguém lhes apontasse nenhuma arma à cabeça.
ResponderEliminarOs quais vêm agora lamentar-se da entidade que foram suportando julgando-se especiais só porque bajulavam com subserviência aqueles que afinal logo que a oportunidade se lhes deparou não deixaram de os tratar exatamente como têm destratado desde sempre todos os oficiais de justiça, tomados por acessórios e descartáveis.
E apesar disso ser uma evidência, agora também até para eles, será ainda imbuídos desse equívoco espírito que alguns não deixarão de proceder à devolução logo que tenham oportunidade.
E esse tempo não deve ser contabilizado como tempo efetivo para progressão? Se sempre estiveram a dempenhar funções como auxiliares e depois passaram a definitivos, porque não têm direto a ver esse tempo de vida contar para os escalões?
ResponderEliminarRoubalheira. Tanto que o despacho conjunto de 2005 reconhece a injustiça e manda passarem a definitivos.
Agora é mais que justo que esse tempo conte para os escalões.
Tribunal vai decidir mais uma vez.
ResponderEliminarEheheh
ResponderEliminarEstamos sujeitos
Concordo com a sua opinião mas não lhe vai trazer muitos amigos...O melhor mesmo é ser hipócrita e dar-lhes toda a razão...
ResponderEliminarE vão dois. Sigam para tribunal mais uma vez. Estão a adiar apenas.
ResponderEliminarClaro que há Cagões em todo o lado que até se borram todos com uma ordem da dgaj.
ResponderEliminarE irão devolver
Eu da forma como foi feita a coisa, não devolvo porra nenhuma sem ordem de um juiz!
Cagões
Os tribunais vão decidir mais uma vez quem tem razão, não é preciso você dar razão. Amigos que refere para mim dispenso. Hipócritas também dispenso.
ResponderEliminarCansado deles todis is dias.
Compra um espelho.
ResponderEliminarDestilas veneno que te mata.
É mesmo!
ResponderEliminarCagões
Reclamação hierárquica já seguiu.
ResponderEliminarE de seguida para o sr juiz
Este governo e esta Diretora e está Ministra, de ética são exatamente iguais ao Vota Luís... Muitos oj.s votaram no Luís, pensando que ele era somente uma vítima da esquerda o um extra direita. Enganaram o povo, dizendo que em o governo caiu porque o Luís não tinha de dar explicações de nada sobre a sua ética. Foram realizadas as eleições e o grande Luís, lá foi eleito, reforçando o número de deputados. O povo aplaudiu e a maioria de oj.s ficaram felizes...
ResponderEliminarNo dia em que o Luís reassume as sua condição de primeiro ministro a Senhora Ministra JUDICE e a Senhora Diretora da DGAJ , descobrem um erro involuntário que até à data nunca ninguém se tinha apercebido e nesse mesmo dia reuniram com os sindicatos e os e-mails começaram a cair já depois das 18 horas, no qual é anulado o ato administrativo da ex diretora, tendo sido dado outro despacho em que penaliza muitos oj.s , alguns deles terão de repor valores superiores a 20.000 euros , dinheiro que foi recebido há mais de meio ano, pensando esses oj.s que o dinheiro era deles. Pois ninguém lhes disse para o guardar e não gastar, pois meio ano depois tinham que devolver ..
Hoje pelas 01.59 horas, madrugada de domingo lá veio as conta para o meu e-mail , com o valor a devolver , valor que não tenho em que o gastei , não em férias , nem nem a lazer, mas sim para liquidar crédito pessoal , saúde e algumas obras na minha modesta casa de morada de familia.
Se esse dinheiro não me tivesse sido depositado na minha conta , com recibo detalhado sobre o direito desse valor , eu nunca teria feito obras , não saldaria o crédito pessoal e no caso da saúde , teria que arranjar o dinheiro de outra forma . Agora pergunto , quem me vai pagar o prejuízo , pois nas obras que fiz retirei 10 janelas de alumínio e duas portas de alumínio que ficaram destruídas a retirar, para meter tudo em material PVC ..
Se querem o dinheiro , tem de me indminizar do prejuízo causado e dos gastos com mão de obra .. foi enganado , pensei que esse dinheiro me pertencia , acreditei na boa fe da minha entidade ou patronal e agora devolve o dinheiro porque não é teu..
Nota, qd recebi , foram-me logo feitos descontos sobre o total do valor para a CGA e IRS, e outros . E ainda tenho 1.600 euros para pagar de IRS ...resumindo ainda vou ter de pagar mais do que recebi ..
JUDICE and SUSANA , PSD/CDS - AD , LUIS E COMPANHIA, vão por Portugal a ganir .. Cheira a ditadura encapuzada ... Os 400.000 que o médico recebeu em 10 sábados a fazer cirurgias em hospital público é muito mais grave pois ele agiu de má fé e usou os serviços públicos para enriquecer , nós que nada fizemos , apenas confiamos na nossa entidade patronal , somos agora tratados como se fossemos criminosos que usamos dinheiros públicos que não eram nossos ...
Isto é uma vergonha e esta JUDICE , é uma beta filhinha de papà que nunca soube o que z puta da vida custou e o sacrifícios que todos dias milhares de oj.s fazem e fizeram pela justiça ....Já para não falar das milhares de horas extras exigidas pela arrogância e soberania dos juízes que faziam de nós gato sapato e ainda éramos ameaçados se não ficassemos até as horas que eles decidissem... Vergonha senhora Ministra ..Vergonha Senhora Diretora . LUIS ÉS UM ALDRABÃO
O despacho que revogou o de 2003, quase dois anos depois, é apenas para adiar os pagamentos, para dgaj dizer que faz alguma coisa e para dar que fazer aos seus juristas. Juristas que só têm levado pancada nos tribunais, mas insistem.
ResponderEliminarDevia haver responsabilização pelas decisões que dgaj profere, só assim paravam a brincadeira e gozo com a vida de milhares de familias.
ResponderEliminarO texto deste amigo é para os "mansos" se renderem às evidências como se elas fossem evidentes.
Mas o Direito é uma coisa e a interpretação das normas é outra coisa.
Há logo uma coisa que falha na teoria interpretativa do nosso colega:
Os eventuais cuja nomeação foi convertida em definitiva não tiveram periodo de provisório.
Agora, se, virtualmente, deve ser contado o primeiro ano ou o último como provisório desses eventuais não é com conversa da treta.
Nós não vivemos no seculo XIX e o positivismo jurídico, apesar de andar por aí, já se foi.
Há valores constitucionais que limitam e ampliam a ação interpretativa, até afastando normas.
Muito bem andou a Dgaj quando contabilizou a partir do primeiro ano.
Rua Marçal
Rua Carlos Almeida
Certissimo.
ResponderEliminarRefiramo-nos ao 1° despacho.
O 2° reflete o tratamento que nos querem dar não só aos afetados, mas à classe toda. Todavia à quem goste de ser destratado. Para esses, que continuem.
Nem mais.
ResponderEliminarColega, os tribunais decidirão a seu favor, que é o justo.
Pena o tempo que demora essa nova acção, mas chegará!
Força
Mas não falem da AÇÃO...
ResponderEliminarAgora é preciso é uma Prov. Cautelar para suspender, não vejo como, até a ação ser decidida +/- 10 anos no TA.
Claro que não são todos iguais!
ResponderEliminarE a prova disso é o ambiente pouco saudável que se vive nos tribunais entre os próprios.
Qualquer dia alguém da DGAJ larga a bomba de que o critério para pagarem primeiro foi o grau de colaboracionismo, e aí é que vai ser o bom e o bonito se os trabalhadores vierem a saber uma coisas dessas!...
Infelizmente não é tão simples pois quando receber o ordenado com retenção parcial [é o que se faz neste caso] as pessoas vão perceber que foram aldrabadas pelos Sindicatos. Porque não há já uma posição conjunta destes sobre a reposição de tempo PERDIDO?
ResponderEliminarPorque se faz as pessoas reclamar com 1,2,3 minutazinhas, consoante seus casos e umbigo, quando isto () é um problema que afeta TODOS?!?!?
NINGUÉM SE UNIU!
Acha que sim?
ResponderEliminarLuís Buraconegro precisa de começar a poupar/cortar em tudo o que puder para provar que o Centeno está a fazer campanha, portanto, tudo conta, e vinte mil aqui, mais outros tantos ali...
Porque falas contra todos os eventuais em causa?
ResponderEliminarFala isso que pensas pelos que conheceste.
A mim não me conheceste, não te admito essas críticas.
Ou és o maior dos ojs? O grande exemplo??
Teu discurso não engana.
Inveja e mal que queres aos teus pares.
Pelo discurso, es gente que cono humano não prestas!
Providencia cautelar é acção previa, isso são pormenores
ResponderEliminarO Luís, também merece, hoje tirou folga para ver a bola.
ResponderEliminarAté terça-feira vai estar com os eleitores do Chega.
Depois logo começará a trabalhar, na burocracia.
Verão como resolverá este bico de obra ainda antes do verão começar!
A DGAJ e a MJ têm dividido deliberadamente os OJ, como bem se comprova por essa multiplicidade de minutas.
ResponderEliminarAntes do verão começar?
ResponderEliminarJá nem com providência cautelar!
No início do comentário está "nem todos" e no fim, relativamente a irem a correr devolver o dinheiro, "alguns".
ResponderEliminarToda a gente sabe que o que disse se aplica a uma parte deles, e que outra parte é gente de muita luta.
Como é o caso daqueles com quem tenho trabalhado, até porque sempre que me cruzei com os outros fiz de tudo para me livrar da companhia deles o mais depressa possível mudando de secção.
Só que não deixa de ser verdade que ao longo dos anos, desde 2001, têm sido os tais quem muitas vezes tem boicotado as greves e feito tudo o que a tutela lhes pede para mascarar as dificuldades com que trabalhamos, a par das chefias, obviamente.
É DE ANALTECER A PRESSA E DISPONIBILIDADE DA DGAJ E MJ PARA ESTAS NOTIFICAÇÕES.
ResponderEliminarTRISTEZA DE GENTALHA, QUANDO PARA RESPONDEREM A UM SIMPLES REQUERIMENTO DEMORAM MESES PARA NÃO FAKAR EM REQUERIMENTOS QUE NUNCA TIVERAM RESPOSTA!
NOJO
Mas não te jeito o trabalho escravo dos ditos eventuais??
ResponderEliminarNão prestas!!!
Se ne descontaram dinheiro sem haver sentença, apresento queixa crime!!!!
ResponderEliminarEscrevam isso!!
Já viram a atualização do artigo de hoje?
ResponderEliminarDelicioso!
Bem bom.
Duas da manhã.
Hei!!!
Contra os invejosos com quem lido no dia a dia e não reconhecem que 4 anos e tal de trabalho igual, acham que não dá direito a 1 escalão, repito 1 escalão ddvido desde há 20 anos!
ResponderEliminarContra essas merdas, digo,
Não valeis nafa como pessoas
Até podeis ser os melhores profissionais, mas como pessoas sois ZERO
Mais uma vez te digo, nao prestas.
ResponderEliminarEventuais explorados, fizeram o trabalho que tu precisavas! E dizes que boicotaran??
Ficaram com um escalao a menos!!
Pebsa nisso!!! Merdolas!!! São vidas de familias em causa!!!
Não prestas
Nojo mesmo
ResponderEliminarÓbvio que bao valem nada como seres humanos.
ResponderEliminarQuem vive com mal dos outros é merda
Sim, boicotaram, fizeram com que o dinheiro que perdemos nas greves não tivesse servido para nada.
ResponderEliminarHá muitos outros que foram bem mais prejudicados, logo a começar por quem não viu o tempo de serviço congelado ser recuperado ( quase 3 anos que lhe foram devolvidos a si ), foi promovido, e ainda assim não ganhe tanto como os eventuais a quem já foi pago o tempo de provisório.
Precisávamos era de gente nos quadros e estávamos a lutar por isso.
ResponderEliminarNão queríamos colegas sem vínculo, precários, a aparar os golpes da tutela.
Ou não vê o que agora lhe está a acontecer, tem dúvidas de que quem não presta são eles, DGAJ, MJ, Administrações?
Não esqueçam, duas vias, uma de lá para cá e outra de cá para lá.
ResponderEliminarNão é a mesma coisa nem nunca foi.
Requerimentos com AR nem resposta têm merecido ao longo dos tempos.
E a linguagem tem sido tranquila...