Após compromissos (compromissos?) governamentais de mais de 15 (quinze!) anos; arrancaram as obras

     Finalmente lá se iniciou a construção do novo Palácio da Justiça de Sesimbra, um dos equipamentos que é, sem dúvida alguma, dos mais importantes para o município.


      Esta é uma obra esperada e reivindicada há vários anos, tanto pela população como pelos profissionais, uma vez que o Juízo de Competência Genérica, o Ministério Público e o Departamento de Investigação e Ação Penal de Sesimbra funcionam há vários anos em 3 (três!) frações autónomas no Empreendimento da Falésia e na Rua Navegador Rodrigues Soromenho, duas das quais são propriedade do Estado Português e a terceira arrendada.


      Ao longo dos anos de existência desta iniciativa informativa, vimo-nos forçados a publicar vários artigos sobre os equipamentos judiciais e judiciários em Sesimbra, dadas as suas características únicas, extraordinárias e terríveis de suportar para todos os operadores da Justiça naquela área. Por isso, é com a maior das felicidades que todos os profissionais da justiça, mesmo aqueles que não frequentam o equipamento judicial e do Ministério Público de Sesimbra, veem que a obra para o Palácio da Justiça de Sesimbra, finalmente, se iniciou.


      Vejam bem: o processo para construção do novo edifício iniciou-se no remoto ano de 2008, quando a Câmara Municipal estabeleceu um acordo de princípio com o Instituto de Gestão Financeira e Infraestruturas da Justiça (IGFEJ). Um ano depois (em 2009), a autarquia cedeu um terreno para o efeito junto à “Moagem de Sampaio” e desenvolveu toda a rede de acessos ao mesmo. No entanto, só após 8 (oito!) anos, em 2017, viria a ser assinado um protocolo que definiu as obrigações de cada parte.


      Tudo apontava para que a construção se iniciasse num curto espaço de tempo, mas tal não aconteceu porque as verbas nunca chegaram a ser desbloqueadas pelo Governo.


      No dia 10 de outubro de 2023, o Conselho de Ministros aprovou a Resolução nº 119/2023 – Plano Plurianual de Investimentos na Área da Justiça 2023-2027 – que incluiu a construção do equipamento, que irá nascer junto à “Moagem de Sampaio”.


      O investimento é de, aproximadamente, 3 milhões e 340 mil euros.


      Com base no acordo (Câmara Municipal/IGFEJ), o Município de Sesimbra elaborou os projetos de arquitetura e de especialidades do edifício, de acordo com o programa do IGFEJ, fará a fiscalização técnica da empreitada, os arruamentos, estacionamentos, infraestruturas e respetivas ligações de água, esgotos, eletricidade e telecomunicações, bem como os arranjos exteriores, assumindo os encargos daí decorrentes.


      A obra está prevista durar um ano, portanto, deverá estar concluída até ao verão de 2026, quase duas décadas depois.


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      Fontes: “Município de Sesimbra”, “IGFEJ” e “O Setubalense”.

Comentários

  1. Anónimo5/7/25 08:33

    Sr Bloguer um dia pode dar um título  a um artigo  como

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  2. Anónimo5/7/25 08:57

    Eleições à porta!!


    PSD 🍊✌️

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  3. Anónimo5/7/25 10:55

    Estes oficiais de justiça não se compreendem mesmo, sempre a reclamar disto e daquilo por tudo e por nada, nunca contentes de maneira nenhuma.
    Agora que a ministra passou a tratar a grande maioria deles por igual e a diretora geral também está a repor justiça ao nivelar todos pela mesma bitola, continuam quase todos e cada vez mais a protestar.
    Haja paciência!

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  4. Anónimo5/7/25 10:56

    PSD da Lousã, ou Chega.

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  5. Anónimo5/7/25 11:10

    Eu, roubado desde setembro de 2013 a agosto de 2024, até pesquisas tenho feito na net a tentar perceber se era possível um tsunami varrer apenas o edifício mais alto do Campus de Lisboa e um certo edifício no Terreiro do Paço, mas a sorte delas é que a IA diz que tal seria pouco viável e só por isso é que eu, para evitar danos colaterais e perda de vidas inocentes, não passo a vida a rezar para que as placas Euro-Asiática e Africana se esfreguem à bruta na falha Açores-Gibraltar.

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  6. Anónimo5/7/25 12:25

    Essa do roubo, tempo de vida e escalões,  que se traduz em dinheiro  perdido e que se vai perder também  na altura da reforma.


    É  mesmo um roubo!!!
    Gente que não  presta!!!

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  7. Anónimo5/7/25 12:58

    É isso. Eleições! Alcatrão, fontanários, inaugurações, edifícios projetados, ideias de coisas, promessas vãs a que chamam compromissos. Até 10 de outubro vai haver tudo isso. Descansar a 11,  votar a 12 e aguardar o cumprimento das promessas.
    A luta eleitoral agora é local, são pequenos reinos no País, em que o candidato se puder, não larga o osso e por vezes, terminados os anos da lei, atira-se ao município mais próximo.
    Espelho meu, espelho meu, há alguém que reine melhor que eu?
    Ainda bem que os cidadãos se podem candidatar em grupos, nāo têm é a máquina partidária e quando recebemos as listas em tribunal, bem vemos as dificuldades dos mesmos, tentando ajudar se possível.  

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  8. Anónimo5/7/25 14:03

    Comentário patético!

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  9. Anónimo5/7/25 17:11

    Haja paciência mesmo!
    Se publicassem um artigo sobre doenças da próstata dos guaxinins, arranjam forma de dizer mal da Dgaj.
    Não arranjem uma vida que não é preciso.....

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  10. Anónimo5/7/25 18:06

    Estás  num tachinho na dgaj ou num  tacho dos grandes? 
    És  um menininho que teve grande herança,  caso contrário  reclamavas os tostões  roubados.


    Cheiras  a mofo

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  11. Anónimo5/7/25 18:49

    Qual ação?
    Sobre os eventuais?
    Pergunte ao sr mercal do sfj, que acho que ele tem uma ação  a correr que ele intentou sozinho.


    Ou é  outra ação  que refere? Seja específico. 
    Qusl o pedido de ação  a que se refere?
    Sabe o que é  uma petição?

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  12. Anónimo5/7/25 19:09

    Gostas  e ser nivelada por baixo

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  13. Anónimo5/7/25 19:45

    Ladroagem  mesmo.
    De mim têm  o minimo.
    Até  ir de baixa também 

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  14. Anónimo6/7/25 00:58

    Sim, essa, dos eventuais.
    Já deu entrada no TACL, foi interposta pelo SFJ, pelo SOJ, ou por ambos os sindicatos?
    Qual o n.º dela e quando.

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