Comentar com excessos ou transmitir a ideia?

      E porque os Oficiais de Justiça se excedem algumas vezes na forma como criticam determinadas situações ou atuações, temos vindo a apelar para que se expressem e critiquem sem tais excessos de linguagem que, além do mais, são desnecessários para transmitir a ideia, e porque são passíveis de procedimentos disciplinares, criminais ou de índole cível, não só para o autor do comentário como também para o responsável pela respetiva plataforma onde o comentário é colocado, mesmo em grupos privados, privativos ou restritos.


      Nesta nossa página informativa, raro é o dia em que não se elimina algum comentário, tal como noutras plataformas, como no grupo WhatsApp, devido ao conteúdo do comentário que, em determinado momento, contém algum excesso e, com isso, obriga à supressão de todo o comentário, porque não é possível eliminar parcialmente.


      Como já aqui anunciamos por diversas vezes, o criador desta página informativa esteve sujeito a três processos, esteve afastado do serviço sem receber vencimento durante meses e viu-se obrigado a recorrer até ao Supremo Tribunal de Justiça, constatando que foram analisadas todas as publicações, não só os artigos diários ao longo de anos, como até os comentários; tudo meticulosamente analisado, registado e anotado com apreciações, aos artigos e aos comentários, tudo isto a cargo de um concreto departamento de entidade administrativa que perdeu imenso tempo com isto.


      Por isso, a notícia e o artigo de hoje se prende com mais uma situação do género, noticiada na comunicação social, mas agora com os magistrados do Ministério Público.


      Diz assim a notícia difundida pelo canal televisivo “Now9”.


      “A Procuradoria-geral da República (PGR) abriu um inquérito disciplinar a um conjunto de magistrados que partilhou vários desabafos sobre os motivos da greve, recentemente decretada, num grupo de Whatsapp fechado.


      Um dos elementos do grupo terá, a certa altura, segundo informações recolhidas pelo Now, apelidado o vice-procurador geral da República, Paulo Morgado de Carvalho, de "besta".


      Certo é que a troca de mensagens chegou à cúpula do Ministério Público, que ordenou a instauração de um inquérito disciplinar.


      Um dos envolvidos, apurou o Now, foi ouvido nos últimos dias na PGR. O Presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, Paulo Lona, confirmou que o colega solicitou apoio judiciário ao sindicado. "Quanto ao resto, desconheço em concreto o assunto", declarou Paulo Lona.


      A greve dos procuradores da República está a cancelar julgamentos e a paralisar vários tribunais do país, com uma adesão que rondará os 90% a nível nacional, indicou o presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP), Paulo Lona."


      Em síntese, as ideias podem (e devem) ser transmitidas sem recurso a linguagem injuriosa ou difamatória. Compreende-se que no calor da opinião se rasguem as vestes e as vozes e surjam expressões menos próprias, estando as redes sociais pejadas destes excessos, mas, como acima se referiu, para evitar chatices e cortes nos comentários, apelamos aos nossos leitores-comentadores que digam o mesmo e digam tudo o que pensam, mas com uma linguagem mais apropriada e digna da liberdade de expressão e não da libertinagem na expressão.


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      Fonte: “Canal Now”.

Comentários

  1. Plenamente de acordo, porque a injúria, a difamação, a falta de educação, nada ajudam à expressão de ideias, à manifestação do desagrado, da falta de concordância com alguma coisa que se vai passando.
    Ao usar tais meios  só se perdem nas razões. O direito à liberdade de expressão, não pode ultrapassar outros direitos que todos temos.

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  2. Todos sabemos que, quer aqui quer no grupo do WhatsApp, andam inspectores, pessoal dos sindicatos e pessoal da dgaj.


    Podemos evitar termos injuriosos mas a nossa revolta por vezes leva nos a isso.


    É o que está a acontecer actualmente com o movimento.


    Muitos a contarem irem para casa ou para mais próximo de casa e vêm a sua vida pelo menos mais uns meses adiada.


    É caso para os tratarmos mal? claro que é. Tratá-los mal e chamá-los todos os nomes mas nao o podemos fazer ... 

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  3. Todos, trabalhar.

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  4. Podemos, podemos!
    Tem é que ser com jeitinho.
    Por exemplo:
    Há lá com cada besta nesses sítios!

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  5. Licon Clay13/7/25 11:42

    Solução :

    Basta dizer que era humor que o assunto fica tratado.

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  6. Com cautela mas sem medos. não tenho problema nenhum em dizer que um inspetor do coj prejudicou-me e muito e se for necessário exponho a situação. podem bater-me à porta, não tenho qualquer problema. 

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  7. Claro que tens problema. Caso contrário não estavas aqui a escrever sob o anonimato.

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  8. E o pior é que, tal como os pides, são-no de facto e são mesmo convictas, desenvolvem essa atividade com espírito de missão como se estivessem a fazer voluntariado, chegando até a pensar que assim estão a realizar ação social.

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  9. No Ministério da Justiça e na DGAJ o que lá não faltam são verdugos, alimárias, vermes, laxistas, biltres, serviçais e outros.
    Mas não teria eu mais nada que fazer que era andar a dar-me ao incómodo de identificar cada uma dessas pessoas e a pôr-lhes os rótulos nos nomes.
    Trabalhos me dessem!
    Cada um que tome a sua água benta.

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  10. Só  cagões 

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  11. Vocês podem identificar e ofender pessoas, como muitos o fazem aqui, e eu tb tenho a liberdade de dizer que quem o faz é um parvalhão mal educado, sem capacidade de argumentação e de defender a sua posição de modo inteligente, motivo pelo qual perde a razão sempre que abre a boca.
    É assim, certo?

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  12. Tanto medo.
     Borrados!!

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  13. Todos metidos num saco de gatos era um favor

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  14. Certo o quê?
    Cagaozoto armado em intelectual.
    Aii argumentação 
    Uii capacidade
    Aii a inteligência  caiu tida para o meu lado
    Uii

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  15. Dgaj repito consegue ter um departamento com meios, pelos vistos, para  espiar,
    Mas responder a questões  colocadas em requerimentos, já  não  têm  tempo nem pessoas para isso?


    Nojo

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  16. Nesta fase da carreira em que me encontro podem levar-me a julgamento  seus borrados de medo!


    E já  agora, a dada altura não  foi o sr marcal que reportou uma lista de publicações  neste blogue??


    Vergonha 
    E ainda queriam dinheiro meu??


    Bem, nem palavras temho imjuriosas que qualifiquem essa bosta de atitude subserviente  de quem nos devia defender

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  17. É uma pena o 25 DE ABRIL NÃO TER ENTRADO NOS TRIBUNAIS.

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  18. A ser verdade é  mesmo nojo!!!!

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  19. Subservientes mesmo e como alguém  disse, borrados de medo!


    Se quem lutou vontra a ditadura do medo, soubesse que ecistem a borrados de medo, 
    Dava  voltas no túmulo. 


    Tenham vergonha na cara,  seus borrados! 
    Estudai um pouco da história  deste país  e o que  sofreram os que lutaram por um país  livre!!


    Sois a vergonha  deles!


    Zeca Afonso e Salgueiro Maia  teria nonho de vos!!


    E de qurm é  pidesco!

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  20. Pena não!
    VERGONHA DE PAÍS!
    com a conivência  de magistraturas  e gestao conarca e por aí  fora


    Vão  morrer cheios de dinheiro
    Mas va glória  como disse  o Grande Camões 

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  21. Coko é  posdivel o dito marcal lider sindical
    Reportar à  dgaj os comentários  desta página?? Parar haver  processos disciplinares




    Incrédulo 


    Xau  SFJ
    Se arrependimento por ter pago quotas nesse sindicato 
    Estaria morto


    No more!!!!!

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