De surpresa em surpresa lá vai o Governo tomando boa nota

      Em cada informação sindical, prestada por cada sindicato (SFJ e SOJ), encontramos relatos especiais, sobre a mesma reunião de quarta-feira passada, 16JUL, que transmitem e desenham o quadro em que evoluem, ou melhor, em que se desenvolvem, as negociações relativas à revisão estatutária e, bem assim, quanto aos demais aspetos que afligem a carreira.


      Se ainda ontem aqui abordamos a questão da má legislação que o legislador Governo produz e erra e corrige e promete vir a corrigir ainda mais, baseada na informação sindical do SFJ, hoje abordamos outro aspeto que identificamos como igualmente terrível, na informação do SOJ.


      Assim, relativamente à nota informativa do SOJ sobre a reunião do processo negocial desta última quarta-feira, 16JUL, começa este sindicato por indicar que o ponto de ordem para aquela reunião foi apresentado no momento e que dizia respeito à matéria da avaliação e mérito a incluir no Estatuto.


      Mais uma vez ficamos espantados – sim, por incrível que pareça ainda nos conseguem ir espantando –, agora com a apresentação da ordem de trabalhos no momento, na própria reunião, como surpresa; espantando-nos ainda que a reunião anterior, a tal programática das reuniões posteriores, como esta última, não tenha definido os objetivos de cada reunião, desde logo a sua ordem de trabalhos, mas apenas generalidades.


      Quer isto dizer que a próxima reunião, agendada para 31JUL, não tem tema marcado e poderá ser sobre qualquer assunto e ainda que poderá também deixar de o ser, mudando para outro assunto qualquer.


      Diz-nos o SOJ que o tema apresentado, o da avaliação e mérito, acabou por ser alterado para a questão dos ingressos, por ser assunto mais fácil, deixando a questão mais complexa para depois das férias.


      Ou seja, o Governo apresenta de surpresa uma ordem de trabalhos, pede-se a alteração e altera-se.


      Não, não é assim que as reuniões devem desenvolver-se. Deve haver uma agenda acordada, com uma ordem de trabalhos estabelecida que, como foi acordada por todos, por todos deve ser cumprida.


      Não faz sentido que os temas sejam apresentados de surpresa e que se discuta se devem ou não ser analisados nessa reunião ou noutra. Não é assim que as reuniões sérias e produtivas ocorrem, embora assim ocorram os encontros de amigos que vão beber um copo ou tomar um café, nestes casos, combinam encontrar-se e encontram-se e logo se vê, no momento, de que assuntos irão falar.


      Evidentemente que tudo tem, e deve ter, margem de manobra e de alteração, mas deve haver um fio condutor que conduza realmente até ao propósito final, pela via mais rápida e mais sensata.


      De todos modos, por sua vez, não pode deixar de se observar a aceitação dos elementos do Governo e de ambos os sindicatos em alterar as questões, constatando-se que tal ocorreu sem oposição, o que acaba por ser algo bastante positivo e, a assim continuar, poderá representar uma postura negocial flexível e aberta que pode vir a obter bons resultados.


      Diz assim o SOJ:


      «Por outro lado, entende este Sindicato, que a questão dos ingressos será mais consensual do que a matéria de avaliação e mérito, pois essa deve ser bastante maturada e discutida, pelo que será prudente a sua discussão, após férias, e não neste período. Esta proposta foi acolhida pelo Governo e igualmente pela nova direção do SFJ, o que bastante nos apraz, tendo em conta o passado recente.»


      E para além desta informação sobre a inexistente e improvisada ordem de trabalhos da reunião, nada mais de concreto existe na nota informativa, pois apenas refere aquilo que o SOJ comunicou, ou é seu entendimento, o que, embora seja importante para se compreender a sua postura, não releva absolutamente nada para perceber qual é a intenção do Governo e é precisamente essa intenção que os Oficiais de Justiça gostariam de conhecer, porque é daí que sairá a palavra final.


      Relativamente às posições do Governo sobre os assuntos apresentados, e que foram diversos, diz o SOJ o seguinte:


      «Outras matérias foram recolocadas pelos Sindicatos, sendo que o Governo de todas tomou boa nota, no que é prática normal em democracia, e ficou de apresentar em próxima reunião, proposta sobre a matéria – ingressos –, para apreciação e discussão. Mais, o Governo reafirmou que vai cumprir o acordo, na parte em que irá revisitar as matérias sinalizadas pelos Sindicatos e que aguardam resolução.»


      Portanto, também este Governo “toma boa nota” das reivindicações apresentadas, tal como todos os governos que lhe antecederam fizeram, todos sempre tomando “boa nota” de tudo e de mais alguma coisa, o que é “prática normal em democracia”, como aprecia o SOJ.


      E, afinal, no que diz respeito à temática da reunião, os ingressos, que acabou por ser o objetivo da reunião, há de o Governo vir a apresentar, noutra reunião, proposta sobre o assunto.


      Compreendemos perfeitamente que o Governo não estivesse preparado para apresentar proposta nesta reunião sobre esse tema improvisado, porque estaria preparado para o seu outro tema, a avaliação e mérito, mas, de surpresa em surpresa, isto é, a surpresa apresentada por um e a contra-surpresa apresentada por outro, nem um nem outro conseguiram concluir qualquer assunto e fica tudo pendente para ser continuado.


      É nisto que se perde o tempo, pela falta de uma programação séria. Caso as partes soubessem para o que iam, iriam certamente preparadas para tratar desse assunto e o mesmo poderia ficar logo resolvido, sem surpresas.


      De todos modos, o que seria a vida dos Oficiais de Justiça sem surpresas?


      Habituados que estão a tantas surpresas, sobressaltos e assombros, estes relatos relativos à reunião, afinal, não são nada de especial, mas apenas a mera continuidade da habitual balbúrdia e sucessão de trapalhadas, às quais os Oficiais de Justiça já estão tão habituados que até já conseguem ler as notas informativas sem detetar estes problemas de desvios que, subtilmente, vão afetando a seriedade das negociações, tanto hoje como ontem e desde sempre, projetando tal desordem para o futuro que se persegue e não se aproxima.


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      Fonte: "SOJ-Info-17JUL2025".

Comentários

  1. Queixamo-nos muito - e justificadamente - dás atitudes da administração, mas o verdadeiro motivo do actual estado da classe está nela própria e nos representantes que elege. Aqui há uns meses, após ver mais uma fotografia comemorativa de mais uma reunião, só me ocorreu pensar que, caso estivesse do outro lado da mesa, não evitaria um sorriso ao ver a “classe” de quem tinham enviado para negociar…

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  2. O optimista19/7/25 09:42

    Com representantes sindicais, que já demonstraram a saciedade a sua incapacidade e incompetência para defender intransigentemente os interesses dos seus representados, e que agora estão definitivamente comprometidos e amarrados aquela vergonha que foi apresentada no início do ano para o nosso futuro profissional, esta simulação de negociação esconde temas, cuja solução final os sindicatos já conhecem mas não têm coragem de divulgar. A saber, como exemplo, a progressão entre escalões, pelo menos, de 6 em 6 anos e adaptação de regras do siadap ao nosso processo de avaliação, como sejam cotas e impacto na progressão. Os sindicatos sabem mais do que dizem mas têm coragem de o divulgar já que não há capacidade para inverter ou lutar por mais e melhor. O nosso destino profissional está traçado e não é bom.

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  3. Continuem a pagar quotas. Continuem.
    A estrutura deste blogue faz mais pela carreira do que dois sindicatos juntos.
    A informação é um ponto de partida.
    Avancem para o restante da estrutura sindical, sem medos,  não se desvirtuem como as outras estruturas sindicais e darão origem a uma excelente estrutura sindical.
    Aceitam o desafio?

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  4. Mas alguém sabe o que se passa com a emissão dos recibos de vencimento deste mês?? 

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  5. Subscrevo ...  Os oficiais de justiça , precisam mesmo de um novo  sindicato, que nos defenda e que não ande nestas "conices" de reunião e reunido ... Isto parece mais um encontro/convívio , apenas e só para marcar passo...
    Precisamos de um sindicato , novo , reinvindicativo e que não se vergue a qualquer cor política que esteja no governo .
    Precisamos urgentemente de gente nova , com sigla nova, sangue na veia,  de forma a nos defender, mesmo que tenha de dar muitos murros na mesa. Estás reuniões da treta, não servem para nada , da forma que têm decorrido ..
    Não se resolve nada, e fica tudo para depois , sempre com a convivência dos dois sindicatos , que tanto prometem lutar e depois vê -se pelos comunicados que tardiamente fazem aos seus associados ... Cada vez mais brandos e submissos ...
    É caso para dizer...
    ESTAMOS ENTREGUES A UM FUTURO QUE NÃO NOS CONDUZIRÁ  A NADA ... É só blablablabla

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  6. Incompetência dos senhores da dgaj. só isso 

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  7. sempre a mesma conversa mas infelizmente ninguém se chega à frente 

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  8. Colega porque não nos juntamos e avançamos com um novo sindicato? Falamos muito por aqui mas nada fazemos. 

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  9. Estão sempre com essa conversa do SIADAP e da subida de 6 em 6 anos, mas, digo eu, nós não temos de aceitar essas propostas!


    Aliás, o MJ pode pretender o que bem entender, essas e até coisas mais graves, como utra qq entidade patronal, mas isso, só por si, não quer dizer que sejam implementadas.


    Se o pretenderem fazer unilateralemente, cá estaremos nós para desenvover as formas de luta!


    É e sempre foi como digo!
    Qual é a novidade?!!

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  10. O optimista19/7/25 11:16

    Estou disponível para trabalhar, rápido e em força, numa nova estrutura sindical. O problema! Nova estrutura sindical para representar todos os oficiais de justiça ou só técnicos? Estes últimos foram os mais prejudicados com este novo desenho profissional e os seus interesses são diversos dos interesses dos escrivães. Estes últimos passarão a funções de gestão administrativa enquanto os técnicos têm funções técnicas, operacionais e de execução.

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  11. Atençāo ao comunicado do SOJ. Lido com atenção parece ter alguma razāo de queixa.

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  12. Para o governo, o que verdadeiramente lhe interessava na carreira, está alterado.
    Não há pressa.

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  13. Realmente. Nunca visto...... mistério.

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  14. Não interessa aos sindicatos falarem da avaliação.
    Estão "enterrados" até ao pescoço com este novo estatuto.
    Estão só à espera do recebimento do ordenado com as novas tabelas com a esperança que a malta acalme um bocado.
    As más notícias vêm depois.
    Avaliação, progressão, etc.
    Que grande buraco onde meteram as pessoas.....
    É inacreditável.
    Temos os sindicatos do lado da Tutela.
    Se calhar é preciso arranjar uma entidade qualquer, que represente verdadeiramente os Oficiais de Justiça para falar com os sindicatos existentes que actualmente mais parecem representar o ministério da justiça, presos a um acordo que assinaram....
    Ps. O que se passa com a merda dos recibos de vencimento ?
    Nem isso?

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  15. Está já tudo em modo férias e quem ficou a tratar do assunto, por causa das contas dos retroativos, não conseguiu dar vazão.
    Por causa dos retroativos.

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  16. pergunta à DGAJ. 
    talvez tenhas sorte e daqui por 9 ou 10 meses te respondam

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  17. As reuniões nem para encher chouriços servem! São programadas com temas a discutir , são alterados e nem discutam uns nem outros.  Vão todos bem preparados para não sei, o quê!?

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  18. AH AH AH 
    AINDA não criaste o novo Sindicato e já estás com m@rdas a dividir as pessoas.
    Vais longe...

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  19. Só uma pessoa que não trabalha num juízo ou esteja de má fé, é que diz que o SIADAP não será implantado, porque:


    - Ao acabarem com as promoções o SIADAP vai servir de pretexto para as pessoas continuarem a trabalhar muito.


    Como eu houve muitas pessoas que tiveram um aumento ridículo de 44€ ou de 77€ - BRUTOS.


    Sem este acordo, no próximo ano subia de escalão, + €150.


    Se alguém tem intenções de avançar com um sindicato deve fazê-lo o mais breve possível, nomeadamente, antes de ser implantado o SIADAP.


    Depois, já é chover sobre o molhado.





    Toda a informação prestada aqui tem-nos sido muito útil, mas, não nos leva pão para casa.


    Não seria melhor .


    Se o fizeres tens o meu reconhecimento e o meu apoio.














     

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  20. Siadap é voltar as greves sem parar estão suspensas apenas.
    Não o iremos aceitar 

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  21. O apagão do tempo de serviço é ilegal, é inconstitucional e toda a gente o sabe!


    O governo, os sindicatos, que tb o assinaram, o aqui blog e quase todos os OJ.


    Esse "apagão" rtem de ser revisto, ou impugnado caso não o seja!


    E qq tribunal nos vai dar razão.


    Eu pesno que os OJ não devem perder 160 euros de ordenado, só porque o MJ é chico esperto, e os sindivatos dos OJ são burrinhos!


    Cá estamos nós, sozinhos ou colectivamente, para defender o que é nosso.


    Reparem que o tempo de serviço foi efectivamente prestado, não podendo ser passada uma borrachja como se assim não fosse!


    Se apagam 1, 2 ou quase 3 anos não interessa, porque tèm de respor esses tempos na sua totalidade!

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  22. O optimista19/7/25 15:53

    Ahajah, normalmente é reação de tolos que nada percebe do que se passa á sua volta, como é o caso de 80 a 90 por cento dos OJ. Nunca fez tanto sentido como hoje a criação de sindicatos que defendam apenas uma das novas categorias. A incapacidade dos OJ de ler e interpretar o que lêm não é de hoje. Pergunto: os interesses profissionais das novas categorias são iguais ou semelhantes? Quem souber ler o novo "estatuto" e depois interpretar, vai chegar a conclusão que não. Pergunto ainda: os atuais sindicatos estão capazes de o fazer?

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  23. A falta de disponibilização do recibo de vencimento constitui uma contra-ordenação nos termos do disposto no artigo 276.º,, n.º 3 do Código do Trabalho .
    Estou certo que os sindicatos representativos da nossa classe não deixarão passar sem tomar a devida nota

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  24. Precisamente, sem mais!....

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  25. Sim, sim, claro. Tomaram boa nota e irão tratar disso numa das posteriores reuniões secretas. Isso, claro, se não mudarem de tema, entretanto...

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  26. Eu proponho um sindicato novo só para os ex adjuntos que estavam no 3 escalão.
    E outro para os que estavam no 6.

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  27. Eu estou farto da inércia e inaptidão dos sindicatos. Como para colocar uma Acção a mesma será apenas inter-partes, faço, desde já, um apelo aos Eventuais de 2001 a 2005, apenas por nos encontrarmos na mesma situação. Irá ser peticionado a contabilização do período de eventualidade, dos juros e competente indemnização. Vou aproveitar a oportunidade e peticionar, igualmente, a contagem dos 7 anos e pouco tal como aos professores. Irá ainda ser peticionada uma outra indemnização que para já não será revelada. Quem desejar associar-se, desde já, solicite à DGAJ certidão do despacho da eventualidade, bem como, de todos os despachos de renovação posteriores, certidão do contrato a termo certo referente a 01-01-2003 a 01-01-2005. Solicitar, ainda, certidão do despacho que declarou o pagamento dos 10% a partir de 2003. Penso que não me estou a esquecer de nada. Se desejarem respondam a este comentário. Obrigado.

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  28. tens razão.


    porque na sombra eles unem-se em categorias

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  29. A DGAJ ficou um CAOS até  há bem pouco tempo. A Sra Ministra está a levantar a casa do ZERO. São problemas de toda a natureza que a Sra Ministra herdou. Só não vê quem não quer.
    Confiemos todos nesta nova Administração. As anteriores foram incompetentes até bater no fundo.

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  30. Escrevi o comentário das 14H13


    Da leitura que faço do comentário das 19H15 é que precisamos de um novo sindicato como de pão para a boca.


    Se avançares vais ter que lutar contra forças poderosas tens consciência disso?


    Não sei se este provérbio nos vai ajudar a que tomes a decisão de avançar, não importa, aqui vai na mesma,


    "Chegar aos 40 anos de idade "sem inimigos" é porque se viveu uma vida com pouco significado" 

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  31. Quando vinham por via postal, os recibos de vencimento chegavam com a antecedência esperada. Com a digitalização, era suposto a antecedência da disponibilidade dos recibos ser mais fiável, mas com esta DGAJ praticamente estamos a ser notificados dos recibos de vencimento na véspera do dia de pagamento. Parece que agora nem isso. 

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  32. Sim, tenho total consciência mas não é nada que não tenha feito durante toda a vida. Daí as duas indemnizações, eu só quero o que me é devido, o valor em falta e não pago referente aos vencimentos e os juros, relativamente às indemnizações será realizado acordo com o advogado que quanto mais batalhar e conseguir mais vai receber porque será integralmente tudo para ele. Ficamos assim, pelo menos, com uma garantia que até o advogado poderá ganhar e atenta a segunda indemnização, para já no secreto, poderão ser valores bastantes elevadíssimos. 

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  33. Desejo associar-me e pretendo saber como chegar a um contacto?

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  34. Por favor, solicite as referidas certidões à DGAJ, eu já solicitei há mais de um mês e ainda, nem sequer, tenho resposta. Posteriormente, quando for altura de avançar será, por esta via (blogue), divulgado um email para contacto e instauração da Acção. Obrigado pela sua coragem colega. 

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  35. Ora aí está, tomando boa nota do que afirma.
    Se a DGAJ demora mais dum mês a emitir uma certidão para um oficial de justiça, então deveria ser esse o tempo de referência que um oficial de justiça deveria tomar para a emissão de certidões ao cidadão.
    Nem mais nem menos, olho por olho, dente por dente.

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