Mais 2 reuniões agendadas para as alterações estatutárias e não só
Depois do nosso artigo de ontem onde se explicaram todos os temas essenciais da atualidade da carreira, como a publicação da lista de transição, o novo Decreto-Lei que procede às alterações, ajustamentos e aditamentos, em relação ao anterior Decreto-lei e também em relação ao Estatuto que ainda vigora, bem como as regras especiais para o próximo Movimento e o assunto da reunião do Governo com os sindicatos, veio o Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) aportar mais alguns pormenores sobre a reunião, designadamente, informando os dois agendamentos para mais duas reuniões: a 16 e a 31 de julho (ambas pelas 15H30).
Mais informou o SFJ que os assuntos a abordar nas próximas reuniões foram fixados pelo secretário de Estado e adjunto da Justiça (SEAJ), tendo este definido “três eixos”: “(1) Ingresso na carreira; (2) Promoções / Progressões / Avaliação do Mérito e (3) Instrumentos.”
Ficamos ainda a saber que foi requerido aos representantes governamentais ali presentes uma revisão do acordo firmado pelos sindicatos a 26FEV, o qual veio a dar origem ao DL 27/2025-20MAR, entretanto já alterado (uma primeira vez) pelo DL 85-A/2025-30JUN, baseando-se esta nova pretensão de revisão no que ficou definido no ponto 3 daquele acordo onde consta o seguinte: “(…) sem prejuízo de se assegurar a análise de eventuais situações que careçam de tratamento específico”.
Nesse sentido, a apreciação de introdução de novas alterações, correções, ajustes e aditamentos, alterando e melhorando o acordado e, consequentemente, o Decreto-lei que se seguiu, diz o SFJ que o SEAJ “reafirmou e tomou boa nota das propostas e sugestões já apresentadas pelo SFJ as quais serão objeto de negociação em breve”, ficando estabelecido que seriam apreciadas quando se chegar à negociação dos aspetos do ponto 2 acima indicado.
Por exemplo, uma das alterações que o SFJ veio agora dizer é que, afinal, as duas categorias acordadas deveriam ser separadas em mais duas, assim recompondo as carreiras judiciais e do Ministério Público.
Ou seja, parece haver agora uma nova pretensão; depois da redução a duas categorias, quer-se agora duplicá-las, afirmando a nota do SFJ que esta mesma pretensão foi apresentada pelos dois sindicatos (SFJ e SOJ).
«Também foi sublinhada, pelos sindicatos, a necessidade de, relativamente ao pessoal Oficial de Justiça, separar a área judicial da área do Ministério Público, garantindo quadros e conteúdos funcionais próprios para cada uma das áreas.», lê-se na nota sindical.
Em cerca de escassos 4 meses decorridos, os dois sindicatos chegam agora à conclusão que terem assinado aquele “acordo”, com aquelas cláusulas, secretamente, só ouvindo os seus representados posteriormente, afinal não terá sido uma perfeita boa ideia e, por isso, agora chovem as alterações, correções, aditamentos e reescrita do articulado, já efetuadas com o novo Decreto-lei de 30JUN ou com as novas pretensões que se apresentam.
Esperam os Oficiais de Justiça que aquele erro negocial não se venha a repetir, com nova assinatura de acordos secretos que só a final são divulgados, para serem apreciados pelos Oficiais de Justiça enquanto facto consumado.
Por exemplo, caso haja algum acordo na próxima reunião de 16JUL, esse acordo não pode ser logo firmado pelos sindicatos, devendo a minuta ser apresentada primeiramente aos Oficiais de Justiça e só assinado na reunião seguinte (31JUL), após concordância ou com os melhoramentos que eventualmente sejam comunicados pelos Oficiais de Justiça.
Mais de 7000 cabeças a pensar o assunto, embora, por um lado, seja uma tarefa muito difícil de suportar, pelo ruído dos efeitos colaterais, por outro lado, permite verificar minuciosamente muitos aspetos e consequências que a um simples par de cabeças pode passar despercebido. Por isso a importância de não se negociar de costas voltadas para os Oficiais de Justiça, para que não se tenha de andar, um par de meses depois, a pedir alterações, correções, ajustes, aditamentos e reescrita de diplomas legais aprovados, promulgados e publicados.
Também foi comunicado aos dois secretários de Estado presentes na reunião (SEAJ e SEAP) que havia necessidade de resolver, de uma vez por todas, através da publicação de um diploma legal do Governo, portanto, sem necessidade de se recorrer à obtenção de mais uma sentença de um tribunal, a questão da Eventualidade.
O que se pretende, para todo o período de tempo em que os Oficiais de Justiça exerceram como Eventuais, é que esse tempo seja reconhecido como trabalho efetivo e conte para todos os efeitos da carreira.
Os sindicatos, apontaram ainda, tal como nós aqui já divulgamos, que há antecedentes no passado em que a contagem do tempo como Eventual foi considerada e foi contabilizada para a progressão na carreira (no escalão), por decisão governamental, como aqui relatamos com o artigo do passado dia 23JUN, intitulado: “Impõe-se uma ação para todos os Eventuais, porque até há um precedente”.
Por fim, consta da nota do SFJ que ambos os sindicatos “voltaram a reivindicar, junto da SEAP e do SEAJ, um regime de aposentação especial para a carreira de Oficial de Justiça, a constar do Estatuto profissional que vier a ser aprovado. Em resposta, pela SEAP foi afirmado que o Governo, relativamente à carreira de Oficial de Justiça, “não fecha a porta” a um regime de aposentação diferenciado do regime geral.”, lê-se na nota informativa do SFJ.
Obviamente que a resposta poderá ser considerada como a politicamente correta, dizendo-se que não se fecha a porta a nada e que tudo está em cima da mesa. Aliás, é mesmo isso que se diz e que se vai dizendo, tal como sempre se disse ao longo dos anos e décadas, sem que se tenham obtido quaisquer resultados.
De todos modos, o histórico recente e as perspetivas futuras, indicam que será com este Governo que, finalmente, bem ou mal, o Estatuto será mesmo alterado, tal como já começou a suceder desde o tal acordo de fevereiro passado. Pena é que se tenha de admitir o “bem ou mal”, porque deveria ser sempre apenas “bem” alterado, o que, infelizmente, até ao presente, ainda não se pode afirmar.

Fonte: “SFJ-Info-O1JUL2025”.
Essa do tomar sempre boa nota já tem 25 anos
ResponderEliminarE não saimos desta merda
A vida esvair-se
Óbviamente que o mínimo dos mínimos é ouvir os trabalhadores, antes de firmarem em segredo o que quer que seja.
ResponderEliminarTenham respeito por quem se mata tidis os dias para que a injustiça funcione minimamente
Cara-------
Mais que justo e legal é essa questão do tempo de eventualidade ser resolvido para todos sem mais sentenças e décadas perdidas.
ResponderEliminarEstá maus que provado que foi tempo de serviço como outro e com o mesmo sacrifício.
Só não resolvem a bem se estiverem maus uma vez de má fé e a empatar tempo, ou seja a tirar anos de vida aos visados.
Não é estranho já terem passado tantas horas e ainda ninguém tenha referido quando é que a DGAJ está a "pensar" pagar os retroativos a Janeiro dos aumentos salariais???
ResponderEliminarNão é estranho o SOJ ainda não ter informado de nada?
Será que só agora, é que os sindicatos perceberam que meteram a carreira num buraco e agora de um lado tem um governo com a faca e o queijo na mão e no outro cerca de 7000 colegas que já perceberam que foram "enganados".
Ou seja, de um lado os gajos que os enrolaram, do outro os "enrolados", sendo certo que é preciso manter o tacho...
Eu deixo uma sugestão melhor aos nossos brilhantes dirigentes sindicais, que parece não saberem como se vive o dia a dia nos tribunais e departamentos de investigação criminal.
ResponderEliminarCaso se sintam melindrados em ouvir a malta que está no terreno, que passem por aqui pelo blogue e colham algumas excelentes intervenções que aqui são publicadas diariamente.
Nas redes sociais não aconselho, pois aquilo é tudo menos debate democrático de ideias.
Seguramente irão para as reuniões ministeriais mais bem documentados e não fazer estas figuras de gente mal informada.
Subscrevo.
ResponderEliminarIsso resulta do DL, concerteza que vão pagar o mais rápido possível, com retroativos a jan.
ResponderEliminarIndependentemente do mérito das medidas, a atual tutela tem feito o que promete.
E por falar nisso, a Sra. DG já foi nomeada "definitivamente".
Deixo aqui os votos de um excelente trabalho!
09,55:
ResponderEliminarO dia a dia nos tribunais, além do trabalho muitas vezes exigente, e outras burocrático, nesta altura de tempo bem quente, é bem mais difícil quando não há condições.
É uma vergonha para o M. Justiça e Administradores J. locais, ouvir a testemunha dizer em televisão que acabou de prestar o seu depoimento numa sauna.Isto a 30 junho, 2@ feira, e não foi a única. Já tinha acontecido em outra sessão do julgamento da humorista J.M. Então se esses se queixam assim, o que dizer de todos os que ali trabalham naquele Tribunal, dias e dias?
Sem condições para trabalhar, nem que os vencimentos mensais fossem enormes, os processos nāo "andam". Isto conjugado com alguma burocracia inútil, atrasa também a justiça.
Não seria melhor o Autor deste blogue criar um sindicato, para, dessa forma estar presente nas reuniões.
ResponderEliminarNem que não fosse para ser os nossos olhos e ouvidos nas reuniões.
aprovado
ResponderEliminarOra, certamente. Tão rapidamente. Um acordo de Fevereiro e ainda não se sabe de datas para pagamento. Tá certo. É tudo muito rápido nesta carreira.
ResponderEliminarAvancemos Colegas.
ResponderEliminarA candidata única ao SFJ tb devia estar presente nas reuniões.
ResponderEliminarQuem lá vai estar não é de confiança!
ResponderEliminarParece que, em pleno século XXI, agora há quem queira que a Diretora-Geral faça um despacho “aclaratório” para explicar que, afinal, uns Técnicos de Justiça são mais “adjuntos” e outros mais “auxiliares”. Porque, como todos sabemos, a melhor forma de respeitar a lei é arranjar um papelinho que diga que ela afinal não se aplica a toda a gente por igual.
É fascinante como, depois de uma reforma legislativa que aboliu as diferenças, se tenta ressuscitar as velhas trincheiras por via administrativa. Talvez seja uma nova tendência: se não gostas do que está na lei, pede um despacho à DGAJ e resolve-se tudo num instantinho. Quem sabe, ainda inventam um despacho para aclarar quem pode ou não usar a máquina do café.
No fundo, o que se pede é que a Diretora-Geral faça aquilo que o legislador não quis fazer: manter as antigas divisões, mas agora com o selo da “clarificação”. Tudo em nome da tradição, porque mudar dá trabalho e, convenhamos, há hábitos difíceis de largar.
Enquanto aguardamos pelo despacho milagroso, vamos continuando todos Técnicos de Justiça. Uns mais técnicos do que outros, claro — mas só depois de devidamente aclarados por despacho.
ResponderEliminarIsso é o que ainda iremos ver!
ResponderEliminarSe o despacho tem validade ou é suscetível de alguma outra interpretação.
Não se passa assim uma diretora-geral de eventual a definitiva sem passar por provisória do pé para a mão.
As chefias, se os tiverem no sítio, devem pôr todos a fazer tudo e ponto final.
ResponderEliminarSe essa malta não tem brio nem responsabilidade e quer continuar a abusar de colegas, alguém lhes deve abrir os olhos.
Não pode haver mais nenhum sindicato nosso legalmente, porque os que existem já cumprem cabalmente as necessidades dos funcionários que representam, não havendo qualquer funcionário sob a alçada da DGAJ que não esteja sindicalmente representado.
ResponderEliminarÉ por isso que se diz que a tutela criou o SOJ em complemento do SFJ, para obstar a que mais algum sindicato - verdadeiro - no ramo pudesse despontar.
muito bem colega. desconfiar ainda é pouco...
ResponderEliminareu não me sinto representado por nenhum... os dois juntos não conseguem ser sequer uma amostra de sindicato...
ResponderEliminarMuito bonito. E quando houverem avaliações. "Eu sou Técnico de Justiça mas só faço sala, não sei nada para além de atas e despachos de mero expediente". Sou prejudicado porque ficarei ato eterno a fazer julgamentos?
ResponderEliminarA ideia é continuar a existir adjuntos e auxiliares... Até os adjuntos se refomarem todos. Depois aí sim, é que serão todos auxiliares.
ResponderEliminarImagine-se o cenário. Sou ex escrivão auxiliar e na atual secção as minhas funções são só a realização das audiências de julgamento. Entretanto sou transferido para uma nova secção. Mantenho a "
ResponderEliminarEis o SOJ a recuar. A postura do SOJ tem sido digna dos apanhados. O valente passou a ser o medricas. Agora baixa a bola para não perder o apoio dos adjuntos. O SOJ é forte no facebook a mandar bocas a quem apresenta uma ideia diferente da sua.
ResponderEliminarEntão se há essa ressalva no decreto-lei quando é o problema do SOJ?
ResponderEliminarNão sou porta voz do SOJ mas este já publicou no seu facebook que diligenciou perante a Srª Directora pelo pagamento se possível em Julho ou o mais tardar em Agosto.
ResponderEliminarOs acólitos do "novo estatuto" continuam a desconhecer como é que são organizadas as secções e quem é que ali manda. Quem decide quem faz e o que é que faz é o escrivão já assim era e continuará a ser e sempre com o objetivo de otimizar os serviços, custa a entender mas é assim, sendo que atualmente a autonomia do escrivão está cerceada porque este passou a depender funcionalmente do magistrado ou seja é este que manda, não adianta aos "novos técnicos auxiliares de nível 3" vir dizer que agora vão todos fazer de tudo, porque isso não vai acontecer.
ResponderEliminarehehehh
ResponderEliminareventual a definitiva
muito boa essa e vamos ver se haverá novo despacho ou dois ou três para ela
triste sina
isso mesmo!!!
ResponderEliminartudo ó molho e fé em deus!! e no diabo também!
ResponderEliminarConcordo plenamente com o comentário das 15:08. A lei é claríssima: todos transitaram para Técnico de Justiça, ponto final. O resto são tentativas de manter privilégios e divisões que já não fazem sentido. Se há quem insista em “funções antigas” para fugir ao trabalho ou para continuar a sobrecarregar os mesmos de sempre, está na altura das chefias assumirem o seu papel e porem todos a fazer tudo, como manda a lei.
O tempo dos “adjuntos de primeira” e “auxiliares de segunda” já acabou. Agora, é brio profissional e responsabilidade para todos — e quem não quiser, que se esclareça… mas não por despacho!
ResponderEliminarEntão, respondendo ao anónimo que citou o artigo 14.º n.º 1 do DL 27/2025 (“mantendo a colocação e situação funcional existentes àquela data”), coloco as seguintes questões para reflexão:
Se agora os movimentos vão ter em conta também as “situações funcionais”, isso significa que, por exemplo, se uma secção ficar só com ex-adjuntos, ninguém vai para a sala? É esse o objetivo — cristalizar as funções antigas, mesmo com a carreira fundida?
E, já agora, sendo eu do judicial, se for colocado no Ministério Público também mantenho a minha “situação funcional” de origem? Ou só serve para manter as divisões internas que alguns querem perpetuar?
Se a ideia é que a transição sirva para manter tudo na mesma, então para que serviu a revisão estatutária?
ResponderEliminarJá viu o entendimento do SOJ no comunicado de hoje relativamente a essa questão?
E que tal atualizem no Citius para as novas categorias? Acabaram os auxiliares, adjuntos e os de direito.
ResponderEliminarMas afinal alguém sabe quando abre o movimento deste mês ?
ResponderEliminar
ResponderEliminarIncomoda - o se for proferido tal despacho "aclaratório" ?
Certamente não o incomoda se fôr proferido novo despacho "aclaratório" relativo a devolver ou não o dinheiro (in)justamente recebido... Cada um espera pelo seu despacho milagroso.
Será possível a pessoa responsável por este blogue, tirar-me a seguinte dúvida.
ResponderEliminarJá não é possível surgir um novo sindicato?
É mais um provimento!!!
ResponderEliminar??? Não percebi!
ResponderEliminarAs chefias devem aplicar apenas e tão só a lei!
ResponderEliminarSituação funcional nao tem nada a ver com as funções atribuídas à data do DL, nem podia ter.
ResponderEliminarPor essa ordem de razões, se amanhã uma secção for composta apenas por ex adjuntos, ninguém fazia sala.
O que interessa são os atuais conteúdos funcionais do técnico
de justiça.
O resto é verbo de encher e a mania a falar.
Claro que é possível; mais um, mais dois, mais três...
ResponderEliminarO anónimo que citou o artigo 14º, citou-o ... não o escreveu.
ResponderEliminarMelhor, não o citou, repoduziu-o, sublinhando o efeito prático do mesmo!
Apenas e só ...
"..:: porque isso não vai acontecer.". Pronto, para quê o Escrivão ? tu já decidiste que não vai acontecer ! Ainda bem. Assim sempre podes continuar com rabinho sentado na cadeirinha a mandar cartas.
ResponderEliminarAtente uma coisa colega - Mesmo sem um novo sindicato, ainda assim é possível impugnar os artigos do DL que são iminentemente ilegais!
ResponderEliminarNão digo o DL nas sua totalidade, que também tem coisas boas, mas aquelas que são contrárias à lei vigente!
Não se pode "apagar" o tempo decorrido na categoria!
Repare que a Toika apenas congelou, mas este governo fez pior, quer "apagar" o tempo já "vencido" pelos trabalhadores o que é ilegal!
Também, e sei que faz confusão a muitos, existe a aqui tão falada "regressão", absolutamente proibida por lei!
Isto não "A" contra "B", e a lei, que não está ao serviço de ninguém ...
Cumpram-se as leis, faça-se justiça!
Apenas e só ...
Caríssimos, deixem se de merdas e comportem-se como adultos.
ResponderEliminarO DL é mais que claro, a vossa conversa entra de um lado e sai do outro.
Para a semana começam todos a fazer sala, quem estiver mal mude de profissão.
Voto que o Autor do Blog crie um Sindicato
ResponderEliminarNinguém se revê nesta salganhada.
Contacte-me tem o meu apoio!
O colega vai recusar-se a fazer sala para o obrigar o adjunto a ir? Quem vai obrigar o adjunto?
ResponderEliminarConheço adjuntos que nem um email sabem enviar. De cada vez que precisam mandar um email pedem ajuda ao auxiliar.
ResponderEliminarQual lei? A sua lei?
ResponderEliminarSe existirem só ex-adjuntos, quem vai para a sala é o escrivão de direito. Adjuntos na sala? NUNCA. Que rebaixaria.
ResponderEliminarSim concordo. Quem não faz nada deve continuar a fazer exatamente o mesmo. Não fazer nada. As vezes até dá jeito.
ResponderEliminarMas a candidata única não tem estado nas reuniões? É que das fotos publicadas pelo governo ela constava, será que apagaram as fotos?
ResponderEliminarVem o SOJ a esclarecer e logo surgem os avençados com a campanha contra esse sindicato. Se nada esclarece, logo se arranja uma desculpa, esclarece e logo fez mal. O que está sempre certo é o discurso dos avençados.
ResponderEliminarIsso é o que você diz, e quem falou de "sala" foi você!...
ResponderEliminarO colega das 14:40, com tempo para comentar, em horário de trabalho, não leu ainda ou coitado não sabe que no movimento extraordinário, por exemplo, somos todos técnicos de justiça, mas os adjuntos têm prioridade. Explique lá como é isso, se possível fora do horário de trabalho, pois eu só posso ler depois do horário trabalho.
ResponderEliminarNunca houve
ResponderEliminarPoderá ser verdade, como é verdade que alguns Auxilares que conheço são uns básicos!
ResponderEliminarO camarada das 18.42 horas quando tiver 25 anos de sala como eu tenho é que está habilitado a dizer se estou sentadinho a mandar cartas ou que é que estou eu fazer. Eu só constatei o óbvio não são os auxiliares de nível 3, nem os adjuntos de nivel 3 que vão decidir aquilo que querem fazer e aquilo que vão obrigar os outros a fazer.
ResponderEliminarQue grande confusão!...
ResponderEliminarNão existe qualquer ilegalidade numa Lei ou num Dec-Lei aprovado pelo legislador.
O que pode existir é uma inconstitucionalidade de um diploma ou de algumas das suas normas.
Mas onde é que o DL
ResponderEliminarAgora, se dúvidas houvesse, percebe-se um dos grandes problemas desta classe. Muitos querem considerar a antiguidade como o fator determinante para as promoções, remunerações, conteúdos funcionais, etc...Acontece que essa realidade, mais ou menos ano acabará. De uma vez por todas tem de se dar primazia ao mérito, seja mais novo ou velho. Os grandes responsáveis desta mentalidade foram os sindicatos que para não criarem grandes ondas e para irem de encontro aos que tinham mais poder de influência, ao longo de décadas, assobiaram para o lado e para a necessidade urgente de mudar o paradigma desta classe. Para aqueles que se sentem amedrontados pela concorrência dos auxiliares, fica a pergunta: Não sentem que têm tanta ou mais capacidade, pela experiência adquirida, do que, os tais auxiliares novatos? Haja uma seleção justa em que todos possam concorrer e quem tiver unhas, toca a guitarra. É injusto?
ResponderEliminarPois é, mas quem gere os serviços de secretaria chama-se AJ com funções delegadas em Secretários.
ResponderEliminarAcha que alguém vai permitir que existam técnicos de justiça sem saber mexer nos novos equipamentos de sala ou, por outro lado, que apenas saibam fazer sala e atas, condicionando a flexibilidade na gestão de recursos?
Esqueça, isso não vai acontecer, salvo uma exceção ou outra.
Aconselho vivamente todos os ex auxiliares a exigir fazer TUDO o que consta dos novos conteúdos funcionais, de modo a estar apto a tudo e não ser prejudicado em avaliações, nem fazer figura de parvo se lhe exigirem isso "amanhã".
O senhor auxiliar das 22.55 horas, concorrer? a quê? Medo? Se agora não diferenciação entre técnicos de justiça, vamos concorrer a quê? Vamos ser todos escrivães? Justiça? no nosso ministério? E para os oficiais de justiça? Quem assobiou para o lado não foram os sindicatos, foram os sucessivos governos, mas o senhor ainda deve ser muito novo nisto, informe-se. Quanto aos concursos, eles que venham porque "unhas" tenho eu e os outros velhotes que aqui andam.
ResponderEliminarAndo nisto há trinta anos com 25 de sala e nunca precisei de uma alteração ao estatuto para enquanto auxiliar fazer tudo o que faz num tribunal, incluindo mapas de partilha e contabilidade e custas. O que sempre foi preciso foi vontade de aprender e brio profissional. Quanto a quem gere as secções, primeiro estude os conteúdos funcionais e depois diga alguma coisa.
ResponderEliminarÓ colega das 15.36 horas, não é ato eterno é ad aeternum
ResponderEliminarMas porque raio os eternos e protegidos adjuntos tem direito a suplemento de disponibilidade?
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