Prestar contas deve ser em forma de orçamento e não de fatura da despesa a pagar e não bufar

      Hoje é o primeiro dia do período das férias judiciais de verão e também o primeiro dia de férias pessoais para muitos Oficiais de Justiça. E enquanto uns vão de férias, na parte da tarde, pelas 15H30, os sindicatos (SFJ e SOJ) sentam-se novamente à mesa com os elementos do Governo para negociar o resto do Estatuto.


      Desta vez, nesta reunião, os Oficiais de Justiça deverão saber novidades daquilo que se passa na reunião ao momento ou imediatamente após o termo da reunião, porque é essa a intenção da nova presidente eleita do SFJ e com esse compromisso se apresentou às eleições.


      Dizia Regina assim:


      «Criação de uma plataforma digital interativa que permita aos associados acompanhar em tempo real os desenvolvimentos das negociações, a agenda sindical e as decisões estratégicas.»


      Em vez de os Oficiais de Justiça ficarem a aguardar a criação da tal plataforma digital que há de aparecer um dia, uma vez que as reuniões estão aí, desde logo hoje mesmo, e tendo em conta a enorme variedade de plataformas digitais já existentes, não parece ser necessário que se espere pela criação de coisa nova para comunicar com os associados e, desde logo, uma vez que à mesa das negociações os sindicatos representam, não apenas os seus associados, mas todos os Oficiais de Justiça, obviamente comunicar com todos os Oficiais de Justiça.


      Já no que diz respeito à assunção de compromissos com o Governo ou a assinatura de acordos, os Oficiais de Justiça poderão contar com outra garantia da presidente eleita do SFJ, apresentada durante a campanha.


      Dizia Regina assim:


      «Reforço dos canais de consulta e participação dos associados, com especial atenção à auscultação prévia em matérias.»


      A auscultação prévia aos acordos é um ponto-de-honra, ou uma linha-vermelha. É imprescindível que os entendimentos alcançados à mesa das negociações sejam apresentados aos Oficiais de Justiça e só possam ser subscritos pelos sindicatos na reunião seguinte, após validação dos Oficiais de Justiça, ou com as notas ou salvaguardas que eventualmente possam ser apresentadas.


      Chama-se a isso prestar-contas, contas apresentadas em forma de orçamento prévio e não em forma de fatura a pagar, irremediavelmente a pagar por todos, quando a despesa foi feita por uns poucos; um par deles.


      O compromisso do secretismo das reuniões é algo básico e não carece de ser quebrado, nem é isso que os Oficiais de Justiça pretendem, o que pretendem é conhecer uma síntese, não necessariamente os pormenores dos meandros negociais.


      Convém não confundir a reserva da informação sobre as relações negociais com as relações e obrigações sindicais para com os Oficiais de Justiça. São coisas diferentes que não devem ser confundidas nem misturadas.


      Os Oficiais de Justiça devem ser informados, seja lá do que for, mas informados, mas não dos factos consumados, mas sim dos factos apontados para se virem a consumar, isto é, com o propósito de que se possam pronunciar, com o propósito de poderem ser ouvidos previamente a qualquer tomada de posição ou a qualquer assunção final.


      À mesa das negociações sentam-se representantes dos Oficiais de Justiça porque estes não podem estar todos lá, mas o que se está a decidir é algo mais do que uma reivindicaçãozita sobre um aspeto qualquer já debatido e perfeitamente esclarecido; é muito mais do que isso, é toda a conformação de uma carreira que terá, e até já tem, um novo formato.


      Por isso, esta tarde, os Oficiais de Justiça que iniciam as suas férias pessoais, devem poder ir descansados para essas férias, acreditando que estão em boas mãos, nas mãos de pessoas sensatas que não tomarão novas decisões de costas voltadas para quem representam e que tudo lhes será primeiramente apresentado para audição prévia até à próxima reunião que já está marcada para as 15H30 do dia 31JUL.


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Comentários

  1. Um OJ a caminho do inferno16/7/25 08:29

    Já fui, em tempos optimista em relação ao nosso futuro profissional. Hoje? Só espero que a minha oportunidade de abandonar esta profissão aconteça rápidamente. O nosso futuro profissional, a avaliar pelos "pilares" que já se conhecem só vai trazer mais desvalorização, descontentamento, niveis salariais a roçar a vergonha para a importância das funções que desempenhamos e o seu valor para a comunidade. O que esperar da protagonista do artigo de hoje quando: - publicou um artigo, na qualidade de presidente do sindicato quando, formamlmente ainda o não era? O que esperar de uma presidente de um sindicato que ainda, pasme-se, não se dirigiu aos seus associados? O que esperar de uma presidente que fez parte da direcção do SFJ no período mais negro com impacto muioto negativo para os seus associados e, por arrasto, de todos os OJ? O que esperar de uma direcção, em que só mudou o rosto principal face a anterior direcção, que está de pés e mãos amarradas a um principio de estatuto do qual não conseguir fugir? Aquilo que muoitos de nós ainda não percebeu é que, daqui para a frente, é sempre a descer na valorização, na motivação, no respeito e na atração da carreira.    

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  2. Certinho. Só  anseio por me pôr  a andar desta pantominia em que se transformou a profissão. 

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  3. Eu, roubado de 2001 a 2004. Sim Um escalão  roubado, não  voltarei, sem que decidam pagar o roubo.
    Passem bem.

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  4. Negociações. 
    Dgaj e mj, irão  tomar boa nota do proposto pelos sindicatos e xauu até  proxima reunião. 
    É  o costume desde quando?? Até  quando??

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  5. Oremos Irmãos (Colegas).

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  6. Como é que se diz?
    Só mudam as varejeiras...

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  7. Ainda há muito a fazer, mas sem dúvida que a reforma em curso tornou a carreira substancialmente mais atrativa e este último ingresso é prova disso.
    Veremos o que vai sair das negociações para julgar melhor.
    E posso acrescentar, que das conversas que tive com alguns dos novos colegas, a principal queixa que têm é o mau ambiente que se vive nas secretarias, entre colegas.

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  8. Espero que esta nova dirigente faça ver a injustiça que se vai gerar para quem está prestes a acabar o terceiro escalão de auxiliar e que, pelo que consta, terá de ficar mais três anos nesse mesmo escalão!

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  9. Tal e qual,,,

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  10. Infelizmente tenho de concordar com o Colega. Tomam sempre boas notas das nossas reivindicações mas na prática vale 0.

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  11. Percebo a indignação mas não corresponde à verdade. Se está no 3.º escalão de auxiliar subirá de posição em Janeiro de 2027 (o que não deixa de ser injusto).

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  12. Colega, essa sempre foi a realidade dos tribunais. Quando concorri, 2017, alertavam-me para o ambiente tóxico das secretarias, nomeadamente no conhecido Tribunal de Sintra. 

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  13. Bom dia,
    No final do mês passado dizia-se, em comunicado publicado nos sítios oficiais, que a reunião havida (entre ambos os sindicatos e a tutela) tinha por objeto o, por parte da tutela, a metodologia e calendarização desse processo.
    No elenco das matérias a negociar fizeram constar as seguintes: INGRESSOS; PROMOÇÕES, PROGRESSÕES, AVALIAÇÃO DE MÉRITO; e MOBILIDADE.
    Aqui chegados, volvidos cerca de 15 dias, entremeados pelo anúncio da DGAJ de que não iria acontecer o movimento extraordinário tão proclamado e esperado por todos, eis que sobre a calendarização protocolada nada foi informado aos associados apenas a menção de que iriam acontecer mais reuniões, uma das quais nesta data.
    Quanto aos INGRESSOS, dizer que é assunto que me interessa cada vez menos, não obstante se esperar que neste último quadrimestre do ano se vai aposentar cerca de uma centenas de funcionários (ou até mais) é assunto que interessa mais à tutela que aos funcionários (não é, não deve de ser, a nossa maior reivindicação, se não querem reforçar os quadros de pessoal não o façam!).
    Quanto às PROMOÇÕES, dizer também que é assunto que me interessa ainda menos, com a reformulação dos quadros de pessoal, e a mais que óbvia redução dos lugares de chefia (coisa que tem sido tão propalada pelo Governo até nas secretarias dos Ministérios) as hipóteses serão ínfimas e a deslocação territorial deixou de compensar uma qualquer aventura tal é o preço das rendas. É caso para dizer "metam as promoções no ..." naquele lugar que todos sabemos mas eu não me atrevo a dizê-lo aqui.
    Relativamente às PROGRSSÕES, o que me interessa mais é que se reponha o "tempo que nos roubaram". No meu caso de foram cerca de dois anos, e que é da mais elementar justiça pois que o fizeram também aos funcionários das Conservatórias/IRN no final do ano transato (merecemos, no mínimo, o mesmo tratamento).
     Quanto à AVALIAÇÃO, porque diretamente ligada às progressões e promoções, assume relativa importância uma vez que a cerca de 10/15 anos da reforma não penso em me matar a trabalhar por meia dúzia de patacas (prefiro viver a vida, trabalhar para viver que viver para trabalhar e morrer a fazê-lo).
    A MOBILIDADE, bem esse assunto já assume particular interesse, particularmente para quem tem família e não será certamente indiferente ir para um núcleo num dia e para outro noutro dia, tendo crianças para levar à creche ou à escola ou ascendentes para cuidar. As regras terão de ser bem afinadas e em condições devidamente fundamentadas, eventualmente com o crivo dos respetivos Conselhos (CSM/CSMP e CSTAF) a supervisionar, de forma bem apertada, essas decisões, mormente sempre que sejam impostas no interesse dos serviços.
    No mais dizer apenas que, das negociações, não espero nada porque daquelas cabeças nunca sairá nada diferente daquilo que já se conhece.
    Como diria o "Xicão" uma esquadrão de cavalaria à desfilada naquelas cabeças não resvalaria em nenhuma ideia (porque não existem ideias estruturadas, apenas decidem em função do momento sem projeto de futuro).

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  14. se iamos subir já no inicio do proximo ano.... enfim

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  15. Mas como é que o colega quer que haja bom ambiente?
    Quando, apenas pelo sortilégio e não tanto pela competência, há colegas, por exemplo, a chefiar secções em regime de substituição, que contam poucos, contavam pouquíssimos anos, nalguns casos até meros meses, na extinta categoria de Adjunto, e outros com 10, 15, 20 ou mais anos eram preteridos porque lhes foi coartada a hipótese de concorrer a esses lugares que nunca vagaram.
    Com é que se pode aceitar uma nivelação dos adjuntos e auxiliares, assim, sem mais, sem qualquer diferenciação do seu percurso.
    No futuro qual será o regime a aplicar nos cargos de substituição que vão sempre existir? Não pode ser apenas a antiguidade, sabendo-se que houve muita boa gente que se ficou por auxiliar e antiguidade tem muita. Será que esta (o decurso do tempo) vai ultrapassar, a experiência de um ex-adjunto, com provas dadas e, per saltum, passar-se a chefiar em função dos cabelos brancos, dentição amarelada, pela escassez de cabelo ou curvatura da coluna vertebral vergada à subserviência funcional? Onde fica a meritocracia?
    Os Oficiais de Justiça não são Endeusados ou sequer têm auréolas de santos, e de tanto darem a face e levarem pontapés no rabo já não têm paciência para mais destratamento nem disponibilidade para contribuir com o engano a quem agora ingressou (é obrigação falar a verdade para que não se iludam com falsas promessas).

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  16. nem mais! cansado destas injustiças.

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  17. Certeiro! parabéns pela exposição!
    Deram cabo da carreira e da motivação!
    e concordo em pleno com o que diz 

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  18. A reunião de hoje vai servir APENAS para apresentarem cumprimentos e desejarem boas férias.


    Não esperem nada mais do que isso.

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  19. Desculpe a questão, mas que pagamento foi esse aos funcionários das Conservatórias? Referente a que situação? Obrigado pela atenção.

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  20. Isso será no dia 31-7. Aí sim, dizem que em Setembro haverá reagendamento para nova reunião. Em Setembro convocam reunião para Outubro. Em Outubro haverá novo mapa negocial e aí sim, 2026 é que será o ano dos OJ´s.

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  21. O das reflexões é que podia mandar cá para fora o que se passou (ou vai passar) na reunião.


    Mas acho que está sob reserva institucional.

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  22. Meu caro,  2026 parece-me que está a ser optimista demais.


    Lá mais para 2027 ...


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  23. Finalmente vai-se fazer justiça!!

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  24. Esbardalharam a carreira.
    Negociar o quê agora?!
    Para a esmagadora maioria interessa apenas negociar uma aposentação antecipada e pouco mais, pois como já disseram os colegas ninguém se vai matar a trabalhar e ninguém irá concorrer para promoções para longe de casa, com o figurino da carreira que já foi antes negociado. 
    Como diria o outro, agora,  bardamerda para a carreira!

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  25. Foi publicado?

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  26. boa observação.


    mas referir isto em conversa pode ser perigoso em conversa: és disruptivo, imprevisivel e outras coisas mais, porque pões em causa o poder instalado

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  27. Um OJ a caminho do inferno16/7/25 15:25

    Para não ser uma posição vazia de conteúdo e de oportunidade, talvez pudesse esclarecer porque é que este novo estatuto é uma boa oportunidade para todos, reforço a palavra "todos". Porque para pessoas que entraram a partir de 2016 isto tem sido um paraíso. Recuperaram tempo de serviço tem que nunca viram congelado, estão a ganhar pouco menos do que aqueles que cá andam há décadas. Sem dúvidas que para esses que isto é uma "maravilha". Tendo em consideração a posição assumida nem vale a pena perguntar se: acha justo os que entraram este ano, que ficaram perto de casa, caso contrário nem entravam, beneficiarem de melhores condições do que aqueles que cá andam a muitos anos longe de casa e das familias e que agora se viram ultrapassados por pessoas que ingressaram agora?  se acha justo todos serem incluidos num "grupo" onde não conta o tempo de serviço, a experiência profissional, a avaliação nem a posição na carreira? Se acha justo uma pessoa que entrou este ano estar a ganhar, daqui a 2 anos o mesmo que pessoas que andam aqui a 10 anos? Muitas outras questões se podiam levantar, mas a sua posição demonstra 2 coisas - incapacidade de demonstrar porque é que este estatuto é bom para  a maioria dos OJ e não apenas para um grupo muito restrito e por outro lado a sua incapaicidade de perceber e conhecer o percurso profisisonal dos que cá andam ha muitos anos para ter uma opiniºao que não se baseie apenas no seu umbigo. Sinais dos tempos que vivemos!!!! 

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  28. https://www.jn.pt/5893305417/presidente-da-comarca-lamenta-incomodos-que-festa-noturna-no-tribunal-causou-a-vizinhos/#iss=https%3A%2F%2Fsso.noticiasilimitadas.pt%2Frealms%2FNI_PRD


    as festas em Tribunais, ai...

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  29. Mais um imbróglio... não deve haver carreira como esta na FP.
    É uma balbúrdia na casa da justiça.

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  30. Ana Corda16/7/25 16:07

    Reforma aos 60 anos de idade independentemente da carreira contributiva. Quem descontou mais anos tem aposentação maior. Com estas mudanças atualizações constantes, sintome- me anciã. 

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  31. Desculpe a ignorância. Em termos práticos isso significa o quê?

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  32. https://www.tribunalconstitucional.pt/tc/acordaos/20250676.html (https://eur01.safelinks.protection.outlook.com/?url=https%3A%2F%2Fwww.tribunalconstitucional.pt%2Ftc%2Facordaos%2F20250676.html&data=05%7C02%7Cpaulo.r.gomes%40tribunais.org.pt%7C37b281564100472dc93d08ddc4776cab%7Ce110dd6741ff4c948301b3f8dfdf8119%7C0%7C0%7C638882739392320116%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJFbXB0eU1hcGkiOnRydWUsIlYiOiIwLjAuMDAwMCIsIlAiOiJXaW4zMiIsIkFOIjoiTWFpbCIsIldUIjoyfQ%3D%3D%7C0%7C%7C%7C&sdata=NHuWIwPcafaK0tKhw%2F4vGe2vqWQbDGxUVBU58ujZ%2B3g%3D&reserved=0)


    E esta!' E aqueles que estiveram com as promoções também congeladas entre 2011 e 2017??

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  33. Um OJ a caminho do inferno16/7/25 16:57

    Sobe de escalão quando? Onde está issso nas leis que estão em vigor? Pode informar? Do que conheço, para já, todos vêm o seu tempo de progressão no escalão anulado a partir de janeiro de 2025. Exceto se o que disse seja mais uma crença na boa vontade da administração!!!  

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  34. Finalmente!! Vão ser abrangidos todo o pessoal que foi promovido em 2018 e que não viu contabilizado NENHUM tempo (dos 2 anos, 1 mês e 6 dias), bem como os promovidos em 2017 que também não viram contabilizado quase nenhum tempo de recuperação!! e é com força obrigatória geral pelo que  a ultima palavra foi dada.

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  35. Refiro-me à contabilização do tempo (pontos) que tinham para subir de nível/escalão de acordo com o SIADAP.
    Ou seja aquele tempo que contávamos para a subida de escalão e que agora, com o DL 27-2025, nos roubaram - pois ZERARAM tudo a todos.

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  36. O adjunto dos infernos16/7/25 18:32

    Mas o colega, com esta resposta à exposição de outro colega, não está também a olhar só para o seu umbigo? 

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  37. Mais um acórdão para a DGAJ cumprir. Nāo é fácil ser gerido assim, mas gerir também é bem difícil.
    Quem, sendo Oficial de Justiça e Licenciado, pode concorrer para preencher o pedido de 6 técnicos superiores para ajudar os Recursos Humanos da DGAJ que bem deve estar a precisar .
    Tal como têm os Tribunais desfalcados de gente, também tal parece acontecer na própria entidade administrativa. Anos de tróika ( e  já antes)  com pessoas  a saír e quase ninguém a entrar, mesmo com o esforço que houve depois de 2015, dá nesta falta de pessoas em grande parte da funçāo pública.
    Boas férias. 

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  38. Só dá vontade de fugir ! Fuja quem puder a mim mais meia dúzias de meses e chau  vou ver se aguento ! Quero ver como vai funcionar isto daqui por 4 /5 anos !

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  39. E os de 2019 ????

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