SOJ da Guiné-Bissau, SOJ de Portugal e SNOJ de Cabo Verde reuniram com MJ
No âmbito da agenda da Confederação de Sindicatos de Oficiais de Justiça da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), inserido no Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e com o apoio do Governo da Guiné-Bissau, visitaram esta semana Portugal as presidentes dos sindicatos de Oficiais de Justiça da Guiné-Bissau (SOJ) e de Cabo Verde (SNOJ).

Maria Felizberta Gomes, presidente do Sindicato Nacional dos Oficiais de Justiça da Guiné-Bissau, e Maria da Cruz, a Presidente do Sindicato dos Oficiais de Justiça de Cabo-Verde, visitaram o Ministério da Justiça e reuniram-se com a ministra da Justiça, Rita Alarcão Júdice.
Presente esteve também o Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ), que é membro fundador da referida Confederação de Sindicatos de Oficiais de Justiça da CPLP.

Conforme aqui demos notícia, concretamente em dezembro de 2023, com o artigo intitulado “Confederação de Sindicatos de Oficiais de Justiça da CPLP”, “o SOJ de Portugal, a Federação de Sindicatos dos Oficiais de Justiça do Brasil e os Sindicatos representativos dos Oficiais de Justiça de Angola, Cabo-Verde e Guiné-Bissau deram início, em Lisboa, à constituição de uma Confederação de Sindicatos de Oficiais de Justiça da CPLP.”, conforme se lia no referido artigo de 2023.
Como curiosidade, referir que a nova carreira de Oficial de Justiça em Portugal, criada este ano, com as duas categorias e um cargo, é equivalente à carreira dos Oficiais de Justiça de Cabo Verde, onde existem 3 categorias: Ajudante de Escrivão, Escrivão de Direito e Secretário.

A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa é constituída atualmente por 9 países, a saber: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.
Para além destes nove países membros, fazem ainda parte da CPLP, na qualidade de observadores associados, 29 outros países e 4 organizações internacionais.
A Comunidade foi formalmente criada em 1996, portanto, vai completar brevemente 30 anos redondos.
A população lusófona dos países membros soma qualquer coisa como 270 milhões de pessoas, isto é, bem mais do que os cerca de 10 milhões de portugueses.

Fonte: “Ministério da Justiça”.
Aproveito para informar que sou dos roubados de 2001 a 2004 e não desistirei enquanto a reposição do roubo não for feita.
ResponderEliminarInformem essa comunidade que está a sair um oj por dia para a reforma aqui neste Portugal e não é substituido
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ResponderEliminarEsta reunião interessa-me tanto como levar um soco num olho.
Bem mais importante seria recuperar antigas casas de magistrados e arrendá-las a preços decentes a colegas, por todo o país. É vê-las em total degradação, focos de sujeira, mato e vagabundos por todo lado. Desabitadas, abandonadas, enquanto os funcionários deste ministério mal conseguem pagar as rendas para poderem trabalhar deslocados em algumas cidades.
Os ganhos com esta medida seriam de elevado valor para a comunidade e para os tribunais.
Ou pelo menos, que fossem recuperadas para serem associações, com fins lúdicos, culturais, pontos de encontro e convívio da comunidade jurídica.
O que não deve ocorrer, de todo, é este abandono total destas propriedades, que corrói os centros das cidades onde se encontram e dão uma péssima imagem da Justiça.
Agora reuniões e reuniõezinhas...
Sem dúvida, sem dúvida...Aprender é com os melhores! Com essas grandes democracias, onde tudo funciona exemplarmente e onde os direitos dos cidadãos são respeitados...Nunca mais nos virámos definitivamente para a Europa e esquecemos definitivamente África! Somos europeus e é aqui que devemos e podemos aprender e não em países que nada de bom têm a ensinar -nos.
ResponderEliminarE vão dois!
ResponderEliminarDesistir só depois da morte!
Verdadinha e depois as rendas estrondosas que se pagam por esse pais fora, por edificios onde estão instalados tribunais e nunca são do estado.
ResponderEliminarIsto é que é gerir os nossos impostos????
ladr................................................................
ResponderEliminarmas têm contrapartidas para políticos, grandes ricalhaços e amigalhaços.
Acordem escravos!
Há muita coisa que podem ensinar.
ResponderEliminarPor exemplo, não teríamos concerteza deputados a furtar mala em aeroportos e abusadores de menores, recentemente eleitos na oposição.
A esta hora já estavam sem mãozinhas e capados a piar fininho.
Falando em coisas concretas alguém sabe da folha de vencimentos? Isto agora é uma inquietação todos os meses.
ResponderEliminarboa tarde colegas
ResponderEliminarestou no processo eleitoral
pagam-nos se estivermos a trabalhar para lá das 18?
Obrigado e cumprimentos
ResponderEliminarParece que é o primeiro processo eleitoral no qual trabalha!
Para já é tratar do mesmo processo sem olhar a horas, porque ele tem prazos muito curtos, para não o deixar " encrencado" e o mau trabalho da secretaria nāo ser alvo de recursos. Tudo tem de ser rápido e a lei eleitoral cumprida.É assim há muitos anos.O resto, logo se vê.🏪
Não há problema
ResponderEliminarEscravo faz horas extra de borla e trabalho por 3 ou 4 sem se queixar
Eheh
Escravos mesmo
Nem teriam o caso casa pia, rosinhas
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