Quando um governo atacou os Movimentos Ordinários e ninguém reagiu

      Quando havia 3 Movimentos Ordinários no mesmo ano, não havia, obviamente, necessidade de tantos Movimentos Extraordinários, a não ser em situações bem extraordinárias.


      Quando acabaram os 3 Movimentos Ordinários, passaram a surgir os Extraordinários de forma Ordinária.


      No artigo 18º, nº. 3, do Estatuto EFJ constava antes assim:


      «São ordinários os movimentos que se realizam nos meses de Fevereiro, Junho e Novembro; são extraordinários os restantes.»


      E depois, no artigo seguinte, constava que o prazo de apresentação dos requerimentos àqueles três Movimentos Ordinários era até ao dia 10 do mês anterior ao da realização do respetivo Movimento.


      Portanto, por esta altura, para o extinto Movimento Ordinário de Novembro a apresentação dos requerimentos fazia-se até ao dia 10 de outubro, como hoje, dez do dez.


      Ao fim e ao cabo, o Movimento em curso tem prazo muito similar, pois acaba daqui a uns dias, no dia 15OUT.


      Quando a última série de governos do Partido Socialista iniciou funções em 2015, logo a seguir, em 2016, correram a alterar o Estatuto EFJ, apenas no que diz respeito aos Movimentos, cortando-os e substituindo-os por apenas um anual e passaram a dizer a todas as demais solicitações de melhoria do Estatuto, formuladas pelos Oficiais de Justiça, que não era possível fazer alterações cirúrgicas, a não ser de uma forma global, criando grupos de trabalho, reuniões e promessas durante anos, esquecendo que tinham feito a alteração cirúrgica a toda a pressa e com a concordância dos dois sindicatos que representam os Oficiais de Justiça, sem qualquer procedimento negocial prévio.


      Passados 10 anos dessa alteração, cirúrgica, um outro governo, de outra cor, fez outras alterações cirúrgicas que, embora mais abrangentes, mantém uma situação mista de dois decretos-lei em vigor para regular a mesma carreira.


      Como se disse, os três Movimentos Ordinários anuais eram feitos nos meses de fevereiro, junho e novembro. Na altura concorria-se para cada um deles até ao dia 10 do mês anterior, isto é, até 10JAN, 10MAI e 10OUT.


      Mas mesmo nessa altura, por incrível que pareça, para além desses três Movimentos previstos, também se realizavam Movimentos Extraordinários e até se lançavam outras movimentações especiais.


      Veja-se, por exemplo, o ano de 2015, antes da supressão dos 3 Movimentos Ordinários, para além destes, realizaram-se mais dois Movimentos Extraordinários e mais duas movimentações de destacamentos, num total de 7 procedimentos de mobilidade de Oficiais de Justiça. Um verdadeiro recorde de movimentações.


2015


      -1- Movimento Ordinário de Fevereiro de 2015
      -2- Movimento Ordinário de Junho de 2015
      -3- Destacamentos, em junho, com candidaturas e declaração de vacatura do lugar
      -4- Movimento Extraordinário de Julho de 2015
      -5- Movimento Extraordinário de Setembro de 2015
      -6- Destacamentos, em outubro, com candidaturas, para a Comarca de Faro
      -7- Movimento Ordinário de Novembro de 2015     No ano seguinte, em 2016, o último ano em que existiram os 3 Movimentos ordinários anuais, ainda se realizou mais um Movimento Extraordinário.


 2016


      -1- Movimento Ordinário de Fevereiro de 2016
      -2- Movimento Ordinário de Junho de 2016
      -3- Movimento Extraordinário de Julho de 2016
      -4- Movimento Ordinário de Novembro de 2016


      Com este panorama, a gestão dos recursos humanos achou melhor acabar com tantos movimentos e condensar tudo num único. Então, logo no primeiro ano da mudança, já com um único Movimento anual, o caricato aconteceu e fizeram-se mais dois Movimentos Extraordinários.


2017


      -1- Movimento Ordinário Único (junho) de 2017
      -2- Movimento Extraordinário de Setembro de 2017
      -3- Movimento Extraordinário de Dezembro de 2017


        Sim, há quem pense que isto é uma anedota, mas o problema disto é que não estamos perante um assunto cómico, mas triste, muito triste, porque afeta a vida das pessoas.


      E nos anos seguintes?


      Em 2018 lá se conseguiu, pela primeira e única vez, concentrar tudo no Movimento único anual, sem mais nenhum, mas em 2019 lá tiveram de voltar os Extraordinários, realizando-se neste ano um total de 4 movimentos.


 2018


      -1- Movimento Ordinário Único (junho) de 2018


  2019


      -1- Movimento Extraordinário de Janeiro de 2019
      -2- Movimento Ordinário Único (junho) de 2019
      -3- Movimento Extraordinário de Setembro de 2019
      -4- Movimento Extraordinário de Novembro de 2019
    Em 2020, o ano do início da pandemia realizaram-se três movimentações:


 2020


      -1- Destacamentos, em março, com candidaturas, para a Comarca da Madeira
      -2- Colocações oficiosas, em junho, de candidatos ao ingresso, contactados
      -3- Movimento Ordinário de 2020


        O ano de 2021 e de 2022, foram anos de exceção com um único Movimento anual, mas em 2023 realizaram-se logo 4 procedimentos de movimentação.


2023


      -1- Movimento Ordinário de 2023
      -2- Reconstituição do Movimento Ordinário de 2021 (promoções)
      -3- Movimento Extraordinário de Julho
      -4- Movimento Extraordinário de Setembro


      Em 2024, fizeram-se 3 Movimentos.


2024


      -1- Movimento Ordinário de 2024
      -2- Movimento Extraordinário de Junho
      -3- Movimento Extraordinário de Novembro
       Este ano, 2025, está em curso o segundo Movimento do ano, um na extinta carreira e um na nova carreira.


2025


      -1- Último Movimento Ordinário na carreira extinta e
      -2- Movimento Extraordinário de Outubro, o primeiro da nova carreira.


DuvidaEstranha.jpg


      Ou seja, desde que se impôs aos Oficiais de Justiça um único movimento anual, logo nos três anos subsequentes (2017, 2018 e 2019), em vez dos três movimentos que deveriam corresponder à nova visão governamental, realizaram-se logo 8 (oito) movimentações.


      Nos últimos 9 anos após a alteração, portanto, na vigência do Movimento único anual, este só existiu em três anos, portanto, tendo na maioria dos anos, nos restantes 6 anos, se realizado muitos outros procedimentos de mobilidade para colmatar as necessidades dos serviços.


      Nestes últimos nove anos da pós alteração estatutária, era suposto ter havido 9 movimentações, mas houve 22; mais do dobro!


      Isto demonstra bem a dimensão e a dificuldade do assunto em causa. Quando, no passado, foram implementados os três Movimentos anuais para os Oficiais de Justiça, já existiam Movimentos anuais únicos para as magistraturas e tudo foi bem pensado, desde logo para resolver os problemas das pessoas e, ao mesmo tempo, dos serviços.


      Quando em 2016, o governo PS resolve, apressadamente, cortar os Movimentos aos Oficiais de Justiça, fá-lo sem qualquer consideração pelas pessoas e pelas consequências nos serviços; fá-lo com uma ideia artificial meramente uniformizadora, tendo ainda como fito libertar desse trabalho gestionário a entidade de gestão dos recursos humanos; uma subversão clara, absurda e com consequências que estão à vista de todos e que ainda são sofridas diariamente na pele de cada Oficial de Justiça deslocado.


      Os Oficiais de Justiça, representados apenas pelos dois Sindicatos, sem um Conselho que intervenha ou decida sobre estes aspetos, sentem-se mais desprotegidos e, exemplo disso, foi a atitude de ambos os sindicatos quando não se opuseram à supressão dos três Movimentos anuais, bem pelo contrário, concordaram.


      Na ocasião, nem sequer refletiram o suficiente, nem chegaram a colocar a questão à consideração dos seus representados para, do imenso mar desta gente, poderem colher opiniões que os levariam a ter uma outra atitude.


      No entanto, a reversão, ainda pode vir a suceder um dia, quando se propuserem a isso e nem sequer é necessário esperar pela célebre revisão integral do Estatuto, uma vez que para a aplicação do corte, o Governo também foi célere e reviu apenas essa questão.


      Por isso, é lícito aos sindicatos reivindicarem a alteração isolada deste aspeto, em face do flagrante prejuízo para os Oficiais de Justiça e, consequentemente, também para os serviços. Em alternativa, devem levar a questão à mesa das reuniões negociais, porque não faz sentido que haja Oficiais de Justiça durante tantos anos deslocados, com despesas enormes e com um vencimento que continua baixo, tão baixo que cada vez se diferencia menos, ou está mais próximo, do ordenado mínimo que vai subindo.


      Quando se anuncia o novo ordenado mínimo para o próximo ano em 920,00 e quando o ingresso está em pouco mais de 1500,00 a diferença, que é de cerca de 500,00, não é do dobro, nem, muito menos, do triplo do ordenado mínimo, como já chegou a ser.


      Vejamos dados concretos:


      Em 1999 um Auxiliar (Escriturário, como se denominava na altura) auferia 159.500$00 Escudos e o salário mínimo nacional era de 61.300$00 Escudos, isto é, o vencimento representava bem mais do dobro do salário mínimo nacional, já bem a caminho de representar quase o triplo de um salário mínimo.


      Meia dúzia de anos depois, em 2005, já em euros, um Auxiliar auferia 919,76 e o salário mínimo era de 374,70, isto é, a diferença continuava a ser mais do dobro, embora a diferença já começasse a diminuir.


      Atualmente o ordenado mínimo é de 870,00 euros e, por exemplo, para manter a mesma proporção de 2005, deveríamos ter de o multiplicar por cerca de 2,45, isto é, o vencimento deveria ser de mais de 2000 euros à entrada, porque esta diferença já existiu de facto e com esta diferença para o ordenado mínimo, não havia falta de Oficiais de Justiça em lado nenhum, nem a desmotivação que grassa na classe.


Notinhas.jpg

Comentários

  1. Apelo!


    Lousanenses, domingo, votar num dos grandes coveiros da carreira dos oficiais de justiça!

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  2. Tirem-me deste filme!!!10/10/25 08:39

       Isto começa a ser ridículo, mas a verdade é que os sindicatos nunca tiveram intenção seria de trabalhar em prol da carreira e dos seus representados, mas antes obter protagonismo, que de outra forma não teriam. Os erros dos seus dirigentes causaram, e continuam a causar, enormes prejuízos. A sua incapacidade e incompetência continua a contribuir para a extinção desta carreira. Mas os funcionários judiciais/oficiais de justiça não podem ficar de fora nesta atribuição de responsabilidades, especialmente os associados de cada um dos sindicatos. A máxima desses sindicatos parece ser "Na ocasião, nem sequer refletiram o suficiente, nem chegaram a colocar a questão à consideração dos seus representados para, do imenso mar desta gente, poderem colher opiniões que os levariam a ter uma outra atitude."

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  3. Continuem a pagar para sindicatos
    E continuem a dar horas extra de borla.

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  4. Por tanta aldrabice e malabarismo dos partidos  de sempre, votarei chega, como protesto, mesmo sabendo que também  são  malabaristas, mas  mudo de aldrabões  para protestar.
    E não  venham os virgens  e as virgens ofendidas atacar-me, pois posso  bem com vocês. 
    Sou chegano agora, depois de tanto roubo dos mesmos.

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  5. Posso ir embora???10/10/25 09:06

    O que nos calha no OE para 2026:
    "...prosseguirá a revisão do Estatuto dos Funcionários de Justiça."
    Para os outros:
    " ...a aprovação de um plano plurianual de recrutamento e promoções, suscetível de garantir o aumento do número e o rejuvenescimento do corpo de guardas prisionais."
    "... revistas as carreiras de técnico superior de reinserção social, técnico profissional de reinserção social e técnico superior de reeducação, para as adequar às exigências de qualificação atuais."
    "Nos serviços de registos e notariado, far-se-á a revisão das carreiras e das tabelas remuneratórias."
    "Na investigação criminal, prossegue o plano de recrutamento 2022–2026 da Polícia Judiciária e será realizado o Plano de Formação Especializada..."
    Para os OJ o caminho face à extinção de uma carreira especializada e valorizada. Para os outros aposta em formação especializada, planos de recrtutamento e melhoria das condições para recrutar.
    Poder-se-ia perguntar qual foi o contributo dos sindicatos para isto, mas, como é bom de ver, não foi nenhum. 

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  6. Somos uns Zé Bananas e pagamos caro por isso!

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  7. Realmente, olhando para trás, nos ultimos 30 anos não se vê nada positivo da parte dos sindicatos. No fundo nunca tivemos ninguem verdadeiramente a nos defender.
    Os sindicatos pouco fizeram e deixaram passar todas as medidas danosas para a classe feitas pelos vários governos de diferentes cores politicas.
    Por exemplo a alteração da idade de aposentação e muitas outras, nem xus nem mus......

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  8. Eu reagi de imediato junto do SFJ, mas de nada valeu e, atualmente estou bem prejudicado, pois a minha vida pessoal e familiar levou uma volta que eu nunca esperei.

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  9. Flotilha da Marianinha10/10/25 10:08

    Eu não gosto de partidarizar estas coisas, mas a história dos últimos 35/40 anos ensina uma coisa que os OJ ainda não aprenderam: quem "lixou" sempre a carreira dos oficiais de justiça foi o Partido Socialista. Porque factual, é insofismável a premissa. Se a opção de continuar a votar no Partido Socialista continua a ser apanágio da maioria dos OJ é um problema individual na opção, mas é colectivo quanto à inacção sindical. Pessoalmente, deixo o masoquismo para os que, o detestando, continuam a optar por ele. Depois, esses votantes, não deveriam queixar-se. A opção foi deles. Até ficarão felizes com a eleição de um vereador autárquico que nos deixou a todos de mãos a abanar..

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  10. E vão dois!
    Ao mesmo mudam as moscas!
    Farto desta merda toda e sindicatos nunca fizeram nada contra.
    Sempre a sermos mal tratados por toda a gente.
    Tenho pena da malta nova que se deixe ficar nesta profissão.

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  11. Para os OJ´s merda é o que está previsto.
    Nem  em novas admissões falam, quando está a sair um Oj por dia para a reforma.


    Trabalhem por 2 ou 3, força!

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  12. Colega, não foi só a sua, se soubesse o que sei hoje nunca tinha acreditado nesta porcaria.


    Ainda para mais roubado de 2001 a 2005.
    Estou de baixa.

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  13. Burnout.


    cagei para isto.

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  14. Bom dia!
    Sou Técnico de Justiça transitado da extinta carreira judicial onde detinha a categoria de Escrivão Adjunto. 
    Nessa carreira tive, enquanto auxiliar, 1 classificação de BD e 2 de MB, depois, já como Adjunto tive 5 classificações, todas elas de MB, 1 das quais como Técnico de Justiça Adjunto (numa breve transição de carreira para promoção).
    Sei de muitos colegas, que agora transitaram para a carreira única, que antes detinham a categoria de auxiliar, e que lá alcançaram o MB depois de tantos e tantos anos - sem culpa diga-se  - naquela categoria, com a primeira classificação da praxe de Bom, depois BD e agora MB - e até será justo esta classificação a quem permaneceu - por culpa da tutela e da DGAJ - tantos anos no mesmo "rame rame".
    Pelo caminho investi num curso superior e em várias formações, tendo-me aventurado por esse país fora para conseguir uma promoção a uma categoria superior num projeto de carreira e de vida agora destruído.
    Agora SOMOS TODOS IGUAIS, SOMOS TODOS TÉCNICOS DE JUSTIÇA
    Depois deste primeiro movimento, nada existe sobre a diferenciação entre a proveniência de uns e de outros, entre aqueles que comprovadamente têm mérito e emprestaram-no nas  - em todas - as funções exercidas e aqueles que o mérito adveio apenas pelo decurso do tempo, como se a experiência ou a competência fosse atributo da antiguidade.
    Resumindo, a Lei vai passar a tratar todos por igual, quem tem uma única notação de mérito (BD ou  MB) em vinte e tal anos, ou quem sempre teve mérito reconhecido nas suas várias funções, com várias notações de mérito distribuída pelas várias categorias (extintas).
    Parece que "o legislador foi cego", mas esta cegueira não é a da justiça, e outro tipo de cegueira, a daqueles que não veem ou não querem ver a realidade das coisas.
    Nas magistraturas, por exemplo do MP, dois MB dispensam ulteriores inspeções ordinárias e  nos movimentos ou concursos (por exemplo a PGA, Coordenadores, Inspetores, etc.) é atendido sendo-lhe atribuído uma determinada valoração no critério/fórmula de graduação.
    Por aqui, com esta "(in)competência" que temos em quem decide os nossos destinos e nos sindicatos, preparamo-nos para mais um grande imbróglio jurídico, no  mínimo uma tremenda injustiça para uma boa parte de nós.
    Começo a perceber quem vota no protesto!

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  15. aqui vai mais 1 domingo serei chegano.

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  16. Podem continuar a contar os meus atos praticados,
    já que de nada vale para chegar a casa.
    contem à vontade.
    faço o minimo.

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  17. Ok já sao 3, mais alguns e justifica abrir um jardim zoológico.

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  18. Também por isso serei chegano

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  19. para 


    nesse jardim já estás tu e nem macaco és, és mais fêmea selvagem que gostas que te enganem

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  20. No seu caso votar na extrema direita é uma forma de nem todos os efeitos serem negativos.
    Apesar de o Estado ser reduzido ao mínimo possível, atendendo a que essa redução de funções vai levar a despedimentos, a começar pelos que detêm menos habilitações, os tribunais sempre se livram de si.
    Mas atenção, uma vez no desemprego, passará a ter estatuto de cigano sem qualquer apoio social.
    Vota Chega!

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  21. Muitos  Trumpistas também votaram nele e bem se arrependeram logo de seguida, mas .. ... era tarde!...


    Básicos!

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  22. E vão quatro!!


    Domingo lá estarei a exercer o meu voto de protesto!!


    PS e PSD têm de aprender a governar para as pessoas e não a esquecerem-se delas depois de eleitas!


    Domingo serei "chegano", "fascista" e tudo o mais que o maluquinho da cassete (que habitualmente vem aqui) entender.


    Carrega 💪

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  23. Calma colega, não se enerve.


    Está lá no OE2026 uma rubrica de SEM milhões de euros, só para a valorização salarial do oficiais de justiça.


    SEM MILHÕES DE EUROS!!!


    PRÓ ANO É QUE É!!!

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  24. João Gomes10/10/25 12:42

     até me engasguei com o meu almocinho aqui na secretária . 
    Despedimentos 

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  25. Filho de socialistas , sempre PS.
    Agora Chega...
    De esquerda para a direita, dei o salto dz minha revolta por 50 anos de políticos que nada fizeram pelo povo . Domingo, volto a ser chegano... 
    É o meu voto de revolta , como o fiz nas eleições legislativas  anteriores . PSD E PS , já chega..
    Nunca mais ...

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  26. ...sem...sem?!...SEM???

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  27. SFJ é um sputnik dirigido a partir da soeiro

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  28. Para os apoiantes do chega da lousã!


    Votem, antes no coveiro!

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  29. No longínquo dia em que uma mente iluminada entendeu que o salário dos oficiais de justiça devia deixar, e deixou, de ser indexado ao salário dos magistrados, para que a classe não dependesse dos mesmos - como se tal tivesse acontecido ou alguma vez venha a acontecer - foi o princípio do fim. 
    Grandes mentes iluminadas que arrastaram centenas de oficiais de justiça e famílias para o desespero. 

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  30. Flotilha da Marianinha10/10/25 13:44

    Ideologicamente (ou seja, doutrinariamente) não há extrema direita em Portugal. Isso é cartilha da existente extrema esquerda (BE e Livre, sobretudo) que, essa sim (disfarçados de avozinha), defende a instauração da ditadura comunista por via da conquista do poder. Como, aliás, nunca, houve fascismo, regime que apenas existiu em Itália e, veja a ironia, saído do socialismo e com características socialistas na teoria e na prática. Mas isso são contas de outro rosário. a malta que vá ler uns livrinhos. Por isso, caro anónimo, o Chega em que vai votar não é de extrema Direita. Essa parte pode empurrar para a malta que gravita em torno do ex juiz. E, já agora, exorto-o a não ter medo de assumir publicamente a sua opção. É essa a essência da Democracia, assente na liberdade de escolha e de expressão, sem ir parar ao Gulag.

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  31. Só por curiosidade, vocês foram a algum workshop sobre como justificar o vosso voto no Andrezito tutti fruti?
    É que respondem todos da mesma forma, com a historinha dos 50 anos de má democracia, parecem macaquinhos amestrados.
    Um pouco de espinha dorsal e não comer tudo o que lhes enfiam no vosso único neurónio, não vos ficava nada mal. 

    ResponderEliminar
  32. atos sim senhor
    importantissimo


    ehehehh

    ResponderEliminar
  33. tu é que tens comido tudo ao longo de 50 anos


    continua

    ResponderEliminar
  34. Quem tem filhos para criar, devia estar preocupado com o futuro.

    ResponderEliminar
  35. SUBSCREVO COLEGA! questiono como nenhum sindicato tentou reverter isto ou sequer como não tocam neste tema.

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  36. Posso ir embora???10/10/25 16:53

    Tanta insatisfação e pessimismo relativamente ao futuro e ainda não há um grupo de 100 ou duzentos bravos para fundar um novo sindicato?
    Apesar dos danos, ainda se pode "bater o pé". Uma coisa é certa! Quanto mais tarde pior. Está visto que não temos atualmente quem nos represente com dignidade!!
    Toca a reunir!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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  37. antigamente executar um movimento pela Dgaj dava "muito trabalho", mas agora com a apliação informática é muito mais rápido. 
    Já podem fazer constar na lei dois movimentos ordinários para que as pessoas que são forçadas a determinado lugar não estejam  um ano à espera do movimento de baixa (muitas com razão).

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  38. 13'17:
    Realmente isto está tudo como estava há 50 anos.Nada fizeram PS e PSD....lol....
    Este ou esta deve ser  imigrante e chegou há pouco a Portugal. 
    Nestas condições de analfabetismo e falta de conhecimento do desenvolvimento nestes 50 anos em Portugal é lógico que o voto aponte para partidos que há 50 anos e posteriormente não existiam e devem a sua existência a todos os Partidos mais antigos,  que foram fazendo com que se mantenha hoje o regime democrático no País.

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  39. O maluquinho da cassete aparece sempre.
    Não falha.


    ResponderEliminar
  40. Não é maluquinho nenhum, é apenas uma das sombras que nunca vão largar estes Cheganos, estejam onde estiverem.

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  41. Mário Jorge Simões Nunes13/10/25 09:16

    Alguém me sabe dizer qual foi o resultado do PS na Lousã e de nosso estimado e adorado António Marçal?

    ResponderEliminar

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