É demasiado o que está em jogo para o povo trabalhador deste país

      O falecimento de qualquer familiar, amigo ou mesmo apenas conhecido, é algo que afeta, necessariamente, toda a gente, mas a morte de um filho é algo que afeta a um nível superlativo, uma vez que é um acontecimento contranatura, pois não é essa a normal ordem dos acontecimentos na vida das pessoas.


      O Código do Trabalho, no seu artigo 251º, com a alteração em vigor desde 2023, ampliou os dias de luto antes previstos, de apenas cinco dias, para dar aos pais o direito a 20 dias consecutivos de licença por luto de um filho ou enteado.


      Para além desses 20 dias, para o caso dos filhos já nascidos, há os casos do falecimento dos filhos não nascidos, isto é, quando o falecimento ocorra durante a gravidez e para estes casos a lei acabou por consagrar um luto gestacional, permitindo que a mãe possa ter uma licença de apenas 3 dias, e não vinte, pela morte do filho em gestação.


      O luto gestacional é um processo de dor e sofrimento emocional, físico e relacional, pela perda de um bebé durante a gravidez (aborto espontâneo, interrupção, morte fetal/neonatal), validando a lei o bebé como um filho perdido, um sonho interrompido, por isso a lei veio trazer o direito a faltas justificadas para esse luto silencioso, muitas vezes estigmatizado, que requer apoio, compaixão e tempo para ser processado.


      Os 3 dias por luto gestacional ficaram estabelecidos no artigo 38º-A do Código do Trabalho, desde 2023, e não se aplica sempre, uma vez que nos casos em que haja uma baixa médica essa perda já não dá direito aos 3 dias.


      Ora, o governo de Luís Montenegro propõe revogar o artigo do luto gestacional, alegando que se a mãe precisar de dias, tal como o pai, sempre podem meter baixa.


      Esta medida faz parte do pacote de alterações laborais, argumentando o Governo que a proposta pretende "uniformizar o regime" e evitar "interpretações confusas".


      Trata-se de uma crueldade institucional, numa demonstração de frieza inaudita, em que o Estado nega o direito básico ao tempo para chorar uma perda.


      Esta medida desumana trata o luto de uma vida não-nascida como uma inconveniência administrativa, mostrando o desprezo total pela saúde psicológica e pela dignidade das mães.


      Mas o ataque aos direitos maternos não se fica por aí. Já todos ouviram falar da restrição dos direitos de amamentação, um ataque direto à saúde infantil e à autonomia da mulher.


      O pacote governamental dificulta o prolongamento de um dos atos mais fundamentais de proteção e cuidado materno, forçando mães a escolher entre a subsistência económica e o bem-estar dos seus filhos.


      Acrescem a esta ofensiva social outras medidas de asfixia legal, como a sentença irrecorrível de Precariedade Perpétua. Os contratos laborais temporários são alçados à norma. Isto é, o trabalhador fica refém da incerteza e da chantagem constante; temporário por tempo indeterminado.


      A luz verde aos despedimentos: o princípio da reintegração em caso de despedimento ilícito, que era a única barreira real contra a arbitrariedade, é desmantelado. Os patrões poderão simplesmente pagar uma indemnização, tratando o despedimento ilegal como uma mera opção contabilística, sem justiça.


      A mordaça à fiscalização: o poder da ACT de notificar o Ministério Público em casos de despedimentos ilegais é cortado. A fiscalização é neutralizada e o sinal para os empregadores é claro: a impunidade compensa.


      O Banco de Horas Individual destrói a fronteira entre tempo de trabalho e tempo de descanso, dando ao empregador o poder discricionário sobre o tempo de vida do empregado, não podendo este dispor da sua vida privada nem ser compensado das horas extraordinárias que vai fazer.


      Estamos perante uma enorme ofensiva legal e social.


      O novo pacote laboral não é apenas mau, é desumano. Não nos venham falar de “modernização” legislativa quando o resultado é o fim do luto gestacional, a restrição da amamentação e a legitimação dos despedimentos arbitrários.


      Os dois dias de greve que começam amanhã abrangem todos os Oficiais de Justiça, porque os Oficiais de Justiça são gente deste Mundo de pessoas reais que trabalham todos os dias para ganhar o seu sustento e o sustento dos seus.


      Estes dois dias de greve têm de ser bem-sucedidos e bem-sucedidos significa: conseguir que o pacote laboral do governo Montenegro seja retirado!


      É demasiado o que está em jogo para o povo trabalhador deste país.


      Os trabalhadores assalariados são a esmagadora maioria da população. Defender os interesses da maioria significa defender os interesses, os salários e o emprego dos trabalhadores assalariados, independentemente de em quem eles votam.


      O pacote laboral faz o contrário:


      – Ameaça reduzir substancialmente o rendimento das famílias trabalhadoras e aumentar o seu tempo de trabalho (pelas “bolsas de horas”).


      – Ameaça destruir a contratação coletiva (pela “caducidade”).


      – Ameaça reduzir progressivamente todos os trabalhadores à precariedade e às plataformas (por contratos a prazo eternos e o fim da presunção de laboralidade).


      – Ameaça praticamente proibir o direito à greve (pelos serviços mínimos obrigatórios que são 100% ou mais).


      – Ameaça cancelar a eficácia da ação sindical (pela proibição de entrada dos sindicatos nas empresas, se não houver sindicalizados conhecidos do patrão).


      O pacote é o 24 de abril do trabalho. Não pode passar!


      Nós sabemos como funciona a sociedade. Um operário vidreiro é visto, no hospital, por um enfermeiro e um médico, que têm filhos a estudar com professores, e todos são alimentados por agricultores, cuja produção lhes chega trazida por motoristas de camião, cuja roupa chegou em contentores descarregados por estivadores, que exportam os carros da AutoEuropa, fabricados por trabalhadores que tomam vinho ao jantar no copo produzido pelo operário vidreiro.


      Todos os que trabalhamos dependemos de todos os outros que trabalham também. Todos nos sentimos engolidos pela deriva autoritária nos locais de trabalho, os horários sem fim, as horas extra não pagas, as horas nos transportes, os salários de miséria e as práticas desumanas de perseguição e assédio, a começar pelas dos imigrantes, precários e todos aqueles que ousem pôr em causa ordens indecentes.


      O país que queremos defender com a greve geral é um país com transportes públicos de qualidade, seguros e que sirvam as pessoas, nas cidades, vilas e aldeias; com saúde pública, universal, gratuita e de qualidade para todos, cada família com médico e enfermeiro e portas abertas aos cuidados; uma escola exigente em que as crianças sejam felizes, uma educação humanista, que proporcione a todos conhecimento científico, filosófico e artístico.


      Os trabalhadores precisam de tempo para viver, de casas dignas para todos, da segurança que lhes permita ter família, saúde e paz.


      As pessoas não são máquinas para trabalhar 24 horas por dia, 7 dias por semana; as máquinas é que têm de estar ao serviço das pessoas e libertá-las do trabalho pesado e de horários longos. Queremos qualidade de vida, não a destruição da segurança emocional e da saúde física por turnos desumanos, por horários e formas de trabalho que desgastam os trabalhadores como se fossem eletrodomésticos descartáveis. Não podemos tolerar que alguém trabalhe 50 horas por semana no século XXI.


      Os trabalhadores não são “resilientes”; são sérios, empenhados em produzir a riqueza coletiva, prontos a pensar e decidir coletivamente como fazê-lo.


Parede-NoPasaran(DDOJ).jpg


      Fontes, com transcrições parciais: "Diário de Notícias", "Região Sul", “Jornal Maio”.

Comentários

  1. AMANHÃ, FAÇO GREVE




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  2. Aquela menina que um destes dias disse aqui que não  alinhava em greves dos privados que leia bem o artigo de hoje.
    Mas compreender isso para essa menina já  deve ser difícil.  Sabem ler mas entender o que está  escrito  não  conseguem. 
    Tristeza  de gente.

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  3. GREVES  sempre!


    Contra a ROUBALHEIRA 
    Pobre cada vez mais pobre e rico cada vez mais rico.

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  4. €€ a co(a)ntar desde 2021;
    €€ ADSE 14 meses x 3,5%, há vários anos;
    €€ trabalho, há décadas;
    €€ ;
    concurso ???...


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  5. Paguem  o que devem 
    LADROAGEM 


    Tempo de 2001 a 2005
    Roubo!


    7 anos de congelamento  ROUBO 

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  6. O que dizem os dois sindicatos dos Oficiais de Justiça?
    Já agora, que funções já desempenhou o presidente do SITOPAS para além de ser sindicalista?
    Quantas greves já fez?
    Quantas já convocou? 
    Pois é, pimenta no cu dos outros...

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  7. Os invejosos não  sabem o que isso  é!

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  8. Nunca desistir!

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  9. E quem és  tu?
    Patrão?
    Ou bem encostado  num gabinete da dgaj ou gestão  comarca ou um tachinho?
    Usas avental?

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  10. Até  morrer  nunca desistir!

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  11. Por isso  Greve!

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  12. Caro colega, por aqui não andam meninas!...

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  13. Pois eu li esse triste  comentário. 
    Pode ser que lhe calhe na rifa engolir o que disse.
    Mesquinhez é  o que é. 
    E é  o que há  mais por  aí. 
    Gente tacanha  mesmo.

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  14. GREVE ! Vamos impedir o regresso de práticas fascistas! Vamos impedir o regresso da sociedade ao esclavagismo, á idade média. ABRAM OS OLHOS . Que sociedade pretendem ? Ainda mais desigualdade, mais miséria, mais pobreza! Pensem no futuro de todos, sobretudo dos mais jovens, porque todos, todos precisamos uns dos outros !

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  15. É preciso que o MJ pague o que deve aos Oficiais de Justiça!

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  16. Sentem se felizes? Um mundo onde 60 mil pessoas, têm o triplo da riqueza de metade da população! Riqueza que foi alcançada 
    , apenas com o suor dessas mesmas 60 mil pessoas. POIS ……..

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  17. Já tenho a minha camisola "Justiça para quem nela trabalha" lavadinha, passada a ferro e com um pouquinho de perfume Old Spice.
    Até me vieram as lágrimas aos olhos de emoção.
    Dois dias de greve malta, dois dias....... Ufa, agora até  estremeci ao escrever estas palavras.
    Amanhã e depois, lá estarei na porta do tribunal a lutar contra o pacote laboral.


     

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  18. Diz assim o SOJ quanto à adesão à greve geral «... não só por solidariedade, mas também por se entender que muitas das alterações apresentadas pelo Governo afetam e afetarão, , a carreira dos Oficiais de Justiça


    Mas quanto aos avanços das negociações sobre o nosso estatuto, o dos Oficiais de Justiça, nada é dito o que não só é absolutamente ridículo como intolerável para quem se diz representar uma franja da classe.
    Um reputado economista escreveu no Eco on-line que "...Portugal contínua aos solavancos, preso a um modelo que favorece a esperteza oportunista em detrimento do mérito, do trabalho sério e da inteligência criadora."
    E como eu concordo com esta opinião.
    Onde é que está o anúncio da abertura de procedimento concursal para ingresso na categoria de escrivão previsto  o art.º 27.º do DL 27/2025, para que se acabe de uma vez por todas com esta promiscuidade na ocupação de lugares de chefia?
    Em que estado vai o levantamento das necessidades sobre os quadros de pessoal nos Tribunais? Ainda não tiveram tempo de mandar um ofício para as 23 Comarcas e pedir a devolução do ficheiro em Excel com os dados necessários?
    Qual é a ideia que têm para a reforma da justiça, nomeadamente no que respeita aos funcionamento dos serviços e a implementação do digital e da A.I. no uso das plataformas de suporte à atividade dos tribunais?
    Porque é que ainda não existe uma interoperacionalidade entre os programas dos órgãos de polícia criminal (PSP, GNR e PJ entre outras) e o MP, ou entre as autoridades administrativas com prorrogativas contraordenacionais e os tribunais.
    Porque é que estão todos votados ao silêncio? Será que só após a eleição do Presidente é que se avançará nestes assuntos? E o que vai acontecer entretanto? Ficamos à espera e a funcionar em autocontrolo como se a vida e este órgão de soberania (falo dos Tribunais) se permitissem ficar assim, sem rumo e sem norte, a andar em roda livre até se desprender de vez.
    EU NÃO FAÇO FGREVE NENHUMA ENQUANTO NÃO ME INFORMAREM SOBRE O ESTADO DAS NEGOCIAÕES DO NOSSO ESTATUTO

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  19. O Sr. Bloguer fala muito de trabalhadores mas, se reparar bem, no discurso do Luís esse termo já praticamente que não se usa, tendo-o ele cada vez mais recorrentemente vindo a substituir por colaboradores, tudo, obviamente que, no superior interesse da nação.

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  20. Não. Não me sinto nada feliz!
    Agora procure saber onde está a maior pobreza e o modelo económico que lá funciona e também o regime político e certamente que para si os números não serão uma surpresa.
    Nunca ouviu dizer que quem tem unhas canta guitarra e quem não tem toca um .... vai trabalhar.
    O mesmo é dizer que na roda da vida há quem se aventure, quem seja empreendedor e arrisque e quem se fique por nada fazer ou então fazer pouco pela vida, não quer estudar e o seu projeto de vida passa por um emprego que lhe permita pagar um carro para fazer chicanas e beber umas cervejolas com os amigos, mas reivindica e quer ter o mesmo que aqueles outros.
    Não é assim nem pode ser assim. Não se pode premiar a ociosidade. Tem de se dar as mesmas oportunidades a todos - sem descriminação - sabendo-se que nem todos podem alcançar as mesmas metas. Um mundo só de ricos é utópico e um mundo só de pobres - como o nosso país está a ficar - é no mínimo trágico e levará a que optem por modelos alternativos, e daí esta deriva louca e desinteligente de se virarem para (a)Venturas.
    Um modelo económico que premeie quem trabalhe e de entre estes os que o fazem com mérito é aquele que permitirá ascender a uma qualidade de vida que hoje não temos.
    Quando os modelos permitem um situacionismo, uma acomodação da vida, leva à perda de motivação, a ineficiências e a desincrementos de produtividade - para quê trabalhar mais se não se recebe mais por isso! Para quê dar o melhor de mim quando isso só irá beneficiar os ociosos que estão ao meu lado - quanto mais eu fizer menos eles fazem e recebemos todos por igual?!
    Eu acredito num modelo social e económico que privilegie o mérito, acredite em quem se preparou melhor e retribua proporcionalmente e na justa medida o melhor que cada um de nós dá de si, que nos aproveite as qualidades e enjeite o comodismo.
    As gerações vindouras pedem o melhor de nós neste mundo em que vivemos cheio de incertezas e a mudar muito rapidamente e se lhes falharmos, seremos julgados no futuro como os bandalhos que lhes hipotecaram a vida. 

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  21. Alguém sabe quando é que os sindicatos vão informar a carreira sobre o estado das negociações? Pararam até serem satisfeitas as correções do DL, conforme o SFJ informou num dos últimos comunicados? O estatuto estará revisto até final do ano, como o governo pretende, segundo a comunicação social? Em que pé estamos? As "reuniões" secretas (constantemente adiadas) continuam? O que se passa? Alguém pode esclarecer os Oficiais de Justiça?

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  22. GREVE! Fala se muito do Bangladesh , querem transformar o nosso País no Blamgadesh da Europa?

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  23. Roubalheira é favor

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  24. Pergunte aos governos e patronato

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  25. Ambrósia de Rilhafoles10/12/25 10:13


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  26. Estamos conversados. Os sindicatos estão mesmo a nivelar-nos por baixo. Não é que agora vamos fazer greve porque o sindicato que representa a maioria dos assistentes operacionais das escolas decretou greve? Para que quiseram o tanto grau? para isto? Não dou mais para esta mer....

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  27. Já votei em quase todos os partidos fundadores da democracia e acho bem que todos passem por funções governativas, desde que garantam a preservação dos valores e conquistas de abril. Esta é a linha vermelha que o Povo não pode deixar ultrapassar.
    Este pacote laboral esclavagista e desumano não vai passar e AD, IL e Andrezito Chegano vão perceber quem manda.

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  28. Continuam sim, mas a ser adiadas...

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  29. Por se atrever a dizer a verdade é que está em Rilhafoles! Tem de fazer parte da carneirada, de deixar de pensar pela sua cabeça ! Tem de dizer mal de tudo e de todos, de dizer que sim a todas as greves e mais algumas, a todos os direitos conquistados pelos mártires do Estado Novo, mesmo que bolorentos e adaptados à realidade da vida de à 60 ou 70 anos, como se o mundo não tivesse mudado nada...Diga sempre que sim de acordo com o rebanho, senão nunca mais vai saír daí!!!!

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  30. ✌️🍊😘

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  31. Vai mas é trabalhar Ambrósia. Que é o que te faz falta.
    Nem todos os abortos são voluntários. Espero é que nunca te aconteça a ti ou a alguém da tua família, depois sempre quero ver como é que vais carpir se tiveres de fazer um aborto involuntário por estares em risco de vida.   

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  32. O Colega deve apoiar pessoas como aquele (falo do António Filipe do PCP) que disse num debate que Putin, Trump e Ursula von der Leyen, os classificava a todos como iguais - ou seja, colocava a líder a UE ao mesmo nível que aqueles sanguinários imperialistas totalitários e sei lá mais o quê~, mas sem nunca reconhecer que houve uma invasão da Ucrânia e que nos países onde foi experimentado o comunismo se vive em imensa pobreza e num caos!
    Eu não apoio (a)Venturas e outros radicalismos, de direita ou de esquerda, nem me deixo enganar por falsos ideais e outras construções que apenas têm em vista a manipulação das massas para satisfação de alguns (nos tais países comunistas há uma elite  - líderes das comunas, governantes, etc. - a que alguns chamam de Oligarcas que vivem sempre bem e acumulam riqueza.


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  33. Concordo consigo. Há que distinguir entre estas situações - de aborto por inviabilidade do feto ou outro motivo (ex. violação) dos abortos voluntários por opção ou planeamento familiar (usem preservativo, diafragma ou outros "travões" naturais ...

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  34. E a reforma? 

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  35. tic, tac, tic, tac
    3H30
    Segunda, volto
    Os processos não fogem

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  36. Srs e Srªs dos sindicatos, SFJ e SOJ, acabem de vez com as negociações!

    A situação é insustentável, não há justificação para um porcesso tão moroso!


    Fazemos a luta pelas nossas justas e razoáveis pretensões cá dentro dos tribunais, com recurso às greves aos atos.


    Esta greve (atos) cria um autênctico pânico nos governantes, e conduzirá inevitavelmente, e em curto prazo, ao sucesso da nossa pretensões!


    Não tenham medo - Fraco Rei faz fraca a forte gente!


    Está na hora, estamos quase em 2026 ...


    Vejam o que se vai passar nessa última reunião deste ano, que quase arrisco a dizer - nada, e tomem uma decisão!


    Estamos à vossa espera!

    ResponderEliminar
  37. Aqui um tempo atrás, nos tempos idos da "pandemia", um secretário de justiça em regime de substituição "ad eternum", daqueles escrivães - "cicerones e mestres de cerimónia" - (já trabalhei e laboro com verdadeiros e excelentes escrivães, bem como secretários) também foi enviado um email a todos os seus reles "subordinados e subalternos", iniciando-se da seguinte forma: "Caros colaboradores,...". "É que "eles" andem aí"...

    ResponderEliminar
  38. Vem tudo bem explicado aqui:


    https://leiturasimprovaveis.blogs.sapo.pt/willing-slaves-how-the-overwork-187856


    Ou de forma mais gráfica, mas igualmente trágica nesta curta-metragem bem-humorada: https://leiturasimprovaveis.blogs.sapo.pt/hola-buenas-noches-50825


    Boas Leituras, Boa Greve, Abaixo o novo pacote laboral!

    ResponderEliminar
  39. Hoje foi publicado no DR a aposentação do nosso colega e grande líder que foi do SFJ.
    Desejo-lhe muita saúde para gozar a merecida aposentação.
    Abraço

    ResponderEliminar
  40. Grande lider?
    Lidar em palrar.
    Sim foi lider e vejam ao que chegou a carreira.


    Podes ir com ele.

    ResponderEliminar
  41. Técnico de profundidade ...

    ResponderEliminar
  42. Quando entre em 2001 esse  lider já  discutia a integração  dos tais  10%, para não  falar  no deixar passar sem discussão  o encurtar dos movimentos de 3 para 1 sem piarem, entre outros temas aquando da dita reforma de 2014.
    Lider do para arranca de lutas da treta? Sempre colado ao poder  politico?


    Lider que nem essa integração  dos 10% conseguiu em 20 anos?


    Apenas era bom para fazer o papel de advogado na parte das alegações  orais.
    Lider no paleio

    ResponderEliminar
  43. ??? Abraço???!!!!

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  44. Ah esqueci , relativamente aos gastos na defesa ! Maior investimento dos últimos 50 anos, decidido em segredo! 
    Expresso de 12/12/ 2025  noticia de 1.ª pagina . 
    E Esta hein . 

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  45. Ambrósia de Rilhafoles14/12/25 11:50

    Vou dar uma queca e se engravidar aborto. Contracetivos para quê? O Governo até me dá 3 dias para carpir!!!! Quem quer confundir o quê?! Pensem pela vossa cabeça não pela do PC, do BE e do Livre(sco).

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