Só lhes faltou dizer que as manifestações nas ruas eram de apoio ao Governo
Não, a greve geral, bem como a greve de ontem, não foram “inexpressivas”, como classificou o Governo a greve geral, pelo contrário, a greve geral foi muito eloquente, não só pela adesão massiva em muitos setores, com adesões a 100%, como ainda pela enorme presença nas ruas por todo o país.
Os trabalhadores expressaram-se muito bem, embora o Governo continue a fazer de conta que não se passou nada e que apenas houve uma minoria a aderir à greve, a par de outras falsidades, como a do pacote laboral se destinar apenas aos trabalhadores do setor privado, entre outros disparates e mentiras.
O que faltou ao Governo dizer foi apenas que aquelas manifestações na rua e em frente à Assembleia da República era manifestações de apoio ao Governo e ao seu pacote. Sim, só faltou mesmo dizer isso.
É verdade que na aritmética de todos os trabalhadores, os trabalhadores do setor privado das empresas de menor dimensão não aderiram à greve, tal como nunca o fizeram, precisamente por estarem subjugados e coagidos pelas respetivas entidades patronais que reagem sempre com desagrado e com assédio a qualquer vislumbre reivindicativo de qualquer um dos seus trabalhadores.
Em Portugal, país de pequenas empresas, a proximidade e o peso do patrão impedem qualquer manifestação de liberdade dos trabalhadores que nem sequer se atrevem a qualquer tipo de filiação sindical, quanto mais a aderir a greves.
As relações laborais são, para milhões de trabalhadores em Portugal, relações de medo; medo de represálias e medo de perder o emprego. Este medo existe maioritariamente no setor privado, mas também existe no setor público, principalmente nos Assistentes Operacionais ao serviço dos municípios, onde existe uma verdadeira perseguição dos não alinhados.
É esta a realidade que Luís Montenegro conhece: a realidade dos trabalhadores coagidos, temerosos e bem-comportados. É esta a realidade que contabiliza e, sim, nesse mundo a adesão à greve geral terá rondado os 5% como a Confederação Empresarial de Portugal (CIP) informou.
Não temos dúvidas nenhumas de que esses 5% de adesão podem ser perfeitamente verdadeiros no mundo do trabalho sob coação. No entanto, esses 5% são muitos, porque nesse mundo a adesão deveria ser algo próximo do zero. Por isso, esses 5% são muito expressivos.
No resto do mundo laboral, onde os trabalhadores já conseguiram emancipar-se do medo, a adesão foi enorme e não foi só no setor público, pois muitas grandes empresas privadas estiveram encerradas completamente ou com linhas de produção suspensas em face da grande adesão dos trabalhadores à greve geral.
A visão parcial do Governo ignorando o mar de trabalhadores que aderiram à greve, pertencentes ao setor público e às grandes empresas deste país, focando-se apenas nas pequenas empresas locais que empregam até meia-dúzia de trabalhadores, nas empresas que mantêm uma permanente ameaça de despedimento ou só possuem ao serviço trabalhadores precários, a recibos verdes ou de empresas de trabalho temporário, constitui um enviesamento vergonhoso.
Ninguém que tenha a ambição de possuir um emprego permanente aderirá a uma greve. Não é por cobardia que esses trabalhadores não aderem às greves, é por necessidade, mesmo por sobrevivência, em face do temor que lhes é incutido e que vão comprovando e experimentando a cada dia.
Mas a falta de todos esses; de toda essa maioria que está impossibilitada de se manifestar livremente, não anula a minoria liberta desses constrangimentos. A greve existiu e teve uma enorme expressão e isso que não vimos nas ruas todos aqueles que efetivamente aderiram à greve.
Por isso, quando o Governo distorce a realidade e mente aos portugueses, está a afastar-se destes. É uma burrice que acabará por ser paga, porque os trabalhadores não se esquecerão de a cobrar.
Entretanto, convém que os trabalhadores aprendam com estas atitudes do Governo e especialmente os dois sindicatos que representam os Oficiais de Justiça à mesa das negociações com o Governo.
O Governo chamou a UGT para uma reunião no próximo dia 16DEZ, porque sabe que a UGT tem sido mais fácil de persuadir a assinar acordos. Da mesma forma que chama SFJ e SOJ para a reunião do mesmo dia 16DEZ, aqui sem excluir nenhum deles, porque sabe que ambos são igualmente fáceis para assinar acordos.
É necessário que todos os representantes dos trabalhadores estejam atentos; muito atentos, pois, como bem se vê, o Governo não é composto por gente confiável, estando a alinhar-se com a atual tendência geral das nações e partidos prepotentes e fascizantes, da deformação da realidade para construir falsidades convenientes.

Vejamos um caso paradigmático.
O Expresso traz-nos esta semana uma entrevista com o presidente da DST, uma das maiores empresas e grupo empresarial de Portugal, da área da construção.
O grupo DST fatura 700 milhões de euros e tem um EBITDA (lucros antes de impostos, juros, depreciações e amortizações) de 80 milhões de euros.
Nos últimos anos a DST distinguiu-se pela aposta na formação técnica e cultural dos trabalhadores.
O presidente, José Teixeira, diz que o seu passado de trabalhador o ajudou a colocar-se nos sapatos dos outros e procurar-lhes "uma vida melhor, de procurar melhores condições de trabalho, com muita formação, muita ciência, muito conhecimento".
Lembra que as empresas são mais que máquinas de gerar lucros e, por isso, o grupo só paga dividendos nas empresas onde os trabalhadores têm uma participação no capital. Atente-se bem nisto. Nas outras, “vivemos dos salários e investimos o que ganhamos para criar mais fábricas, criar mais indústria, melhorar salários e por aí fora”.
Se os empresários quiserem tudo para si, "se forem bulímicos" apenas terão trabalhadores que obedecem, não trabalhadores que criam e acrescentam valor, considera o presidente da DST.
Não se lembra da última vez que despediu alguém mas quer sempre saber por que é que os trabalhadores que contratou querem sair da empresa.
Sobre a greve geral diz que não lhe agrada o clima de tensão social que se instalou com a proposta de revisão do Código do Trabalho, que culminou na greve geral: “É uma batalha sem sentido, deixem os trabalhadores em paz!”, apela, para concluir que essa batalha sem sentido é influenciada por “alguns empresários muito conservadores”.
José Teixeira diz que a legislação laboral não atormenta os empresários e o Governo está a criar uma tempestade desnecessária. “Por haver um incumprimento mínimo na amamentação, cria-se uma regra para todos? Contratos a prazo por mais anos? Isso não é preciso para nada”.
E refere-se sempre aos “Trabalhadores”. O presidente do Conselho de Administração do grupo bracarense de construção DST, insiste na palavra: “Trabalhadores”. E explica porquê: “nós não temos colaboradores, temos trabalhadores. Colaborador é uma designação que se inventou para retirar o valor ao trabalho”. Um valor que, diz, “é o princípio de tudo”.
Esta interessante entrevista do presidente de um dos maiores grupos empresariais do país, continua abordando outros aspetos que os empresários conservadores amigos e conselheiros de Montenegro nem se atrevem a sonhar.
José Teixeira disse que não obriga ninguém a ler, mas, admitiu que “na empresa temos um tempo específico por dia para ler. Faz parte do horário de trabalho. Ora, se faz parte do horário de trabalho e o trabalhador não o faz, está a faltar ao trabalho”.
Mais, a avaliação de desempenho do Grupo DST inclui idas ao teatro, exposições, leitura. E inclui também aulas de filosofia, retórica, história da arte e outras matérias incomuns num grupo de construção; sempre em horário de trabalho.
“Faz parte do plano anual de formação”, explica José Teixeira, garantindo que envolve todos os trabalhadores, desde o chão de fábrica até aos engenheiros. “As aulas de filosofia são as mais concorridas, na última estavam 480 trabalhadores “online” e no final temos sempre de terminar porque há muitas perguntas”, reforça, acrescentando que “os trabalhadores não querem pão com manteiga. Querem coisas difíceis”.
Perguntado se esse investimento tem retorno? José Teixeira garantiu que sim, “porque a cultura tem um valor económico. Um país sem cultura não sobrevive, uma economia sem cultura não avança”. Mas mesmo que não tivesse um retorno financeiro, o retorno social estava garantido. Estas sementes que procura lançar não vão dar frutos de igual forma em todos os trabalhadores, reconhece. Mas darão em alguns, “e isso basta”, sintetiza o presidente da DST.

Fonte: Expresso, jornal físico e nos seguintes artigos “online”: “Expresso#1”, “Expresso#2”, “Expresso#3” e “Expresso#4”.
ResponderEliminar€ ADSE 14 meses x 3,5%, há vários anos;
€
Políticos governantes MENTIROSOS
ResponderEliminarmais do mesmo
Já o Costa e outros que tais era um malabarista e não saímos disto.
Cego é quem não quer ver.
Contra essa merda GREVE sempre e depois no voto.
Acordem!!
Fodd
Tivéssemos mais empresários assim e a produtividade seia outra certamente. Mas, enfim.
ResponderEliminarRelativamente a nossa classe
Não acham estranho sabermos do andamento das negociações através de uma curta entrevista dada pela Exma Sra.Dra .Regina a um canal noticioso no dia de ontem.?
Será esta a forma correta de comunicar!
Sabemos de assuntos importantes da nossa, vida profissional dos oficiais de justiça, através de um momento de brilho e entrevista a um canal de televisão sobre uma greve geral!!!!!.
Acham normal?
Confirmam-se? Concordam?
👏👏👏 É empresário português ? Não parece ! Parece mais empresário de um qualquer País nórdico ou do Norte da Europa! Trabalhou no duro, pelos vistos e sabe dar valor a quem trabalha! Não deve ser um empresário parolo , a andar por aí a mostrar a sua coleção de Ferraris !
ResponderEliminarÓ blogger: eu, se tivesse uma facturação de 700 milhões também me podia permitir ser amigo dos trabalhadores! Agora, imagine 80% das empresas com meia dúzia de trabalhadores: 2 de baixa, 2 Moinas, 2 a ir para a reforma...essa é a nossa realidade! E depois temos nós, a justiça ...sempre justa e célere! Quantos casos conhece na sua profissão de inquilinos que levam melhor vida que os senhorios a quem não pagam a renda? E de trabalhadores, incluindo nos Tribunais, que todos nós achamos que estavam bem era na rua? As leis não são, nem podem ser eternas! Têm de ser adaptadas aos novos tempos, não podem ser as mesmas de há 50 ou 60 anos atrás! O mundo mudou, as pessoas, mudaram, os trabalhadores mudaram! Só não mudou o discurso enjoativo e decadente e moribundo do PC e, por consequência, também o seu, Sr. Blogger. Melhor mesmo, para nós e os nossos filhos e netos, é deixar tudo na mesma por mais 50 ou 60 anos e não mexer as águas. Quanto mais estagnadas , melhor para os parasitas.
ResponderEliminarFala-se em alguns empresários muito conservadores e é certo que infelizmente existem.Não acompanharam os tempos. Não evoluiram. Têm de ser mais criativos, explorar novos mercados, audazes. Investir parte dos lucros nos trabalhadores, melhorar as suas condições, considerá-los como o melhor ativo da empresa e todos farão com que a empresa funcione bem.
ResponderEliminarO mesmo se passa numa secção de processos se todos forem considerados e tratados de igual para igual: todos são Of.Justiça e trabalham para o mesmo objetivo.Se houver uns mais iguais que outros o ambiente degrada-se e o trabalho descamba!
Que chorrilho de disparates! Só uma nota à estupidez:: as ditas leis que carecem de adaptação aos ditos novos tempos não têm 50 anos. O Código do Trabalho é um trabalho compilatório feito por um governo PSD-CDS, com Bagão Félix como ministro do Trabalho, e vários artigos que o atual governo pretende alterar foram implementados na revisão de 2023, isto é, feitas as contas, há 2 anos.
ResponderEliminarQuanto a mudanças nas relações laborais vemos que, sim, têm existido, os patrões têm adquirido novos modelos de viaturas, mais modernas, enquanto que os trabalhadores têm recorrido a mais ajudas alimentares porque pagam rendas moderadas até 2400 euros por mês. Sim, tem havido mudanças no mundo do trabalho.
Nunca desistirei até morrer.
ResponderEliminarRoubo de 2001 a 2005.
GREVES sempre!
Sem dúvida só malabaristas.
ResponderEliminarA mim não me enganam.
Na altura do voto lá estarei.
Só coveiros.
ResponderEliminarDinheiro meu não vêm
Cegos mesmo!!!
ResponderEliminarGostam de ser escravos
Teve berço que é a base da boa formação.
ResponderEliminarNão é um empinado.
É o que falta nos governantes e muitos magistrados.
Menina empresária ou ditadorazita num tribunal qualquer, o teu paleio não engana.
ResponderEliminarTeus filhos e netos se os tiveres dirão de ti.
A mim não me iludes tu.
As secções são cada vez mais a cova de quem lá trabalha.
ResponderEliminarPutalhada nova fujam enquanto podem.
Leis laborais com 50 anos!?😅
ResponderEliminarOra bem.
Código trabalho -2009
LTFP- 2014
É o vosso mindset decadente.
Tem inveja dos carros dos empresários? Eu não! Se têm Ferraris, óptimo para eles.Eu vivo bem com o meu Peugeot! Como dizia o Olof Palme ao camarada Otelo, quando este dizia que queria acabar com os ricos, ele andava há anos a tentar acabar com os pobres!
ResponderEliminarComo não tenho nenhuma empresa para oferecer ao meu filho
ResponderEliminarNos dias 11 e 12, FIZ GREVE
RESULTADO MAIS IMPORTANTE DA GREVE
O catavento, roeu a corda
Sem o acordo deste o governo pode apresentar as alterações que quiser ao código de trabalho
LUTA, SEMPRE
ResponderEliminarO comportamento deste governo relativamente à adesão à greve é o típico dos dias de hoje. Mente-se com todos os dentes, de forma descarada e gritante, perante factos e evidências incontornáveis.
É a escola Trumpiano/Soviética a funcionar e a direita tornou-se mestre nessa disciplina.
A hipocrisia, o cinismo e a mentira constante fazem parte da sua existência como pessoas e como políticos. Isso, junto à falta de vergonha e agressividade em crescendo que se tem visto.
Vale tudo. Há que proteger o capital e as grandes fortunas, há que chegar ao poder a todo o custo e não mais o largar.
Votamos sempre iludidos, mas somos sempre comidos de cebolada por esta gente.
Penas os OJ não terem conseguido fechar os Tribunais. Vila Franca de Xira somente com 60% de adesão?!!! O que andam lá a fazer os Manueis, Jorges e Antónios desta vida sindical que não conseguem mobilizar a malta? Boicote interno? Boicote aos OJ por causa de negociações que os prejudicam mas que lhes merecem apoio? Desisto do SFJ
ResponderEliminarAcho que o pessoal ainda não entendeu que sempre houve o rico e o pobre.
ResponderEliminarQue sempre houve o empregado e o empregador.
Se o empregador vai a falência chamam lhe mau gestor...se mantém o quadro de trabalhadores sem pagamentos de salários em atraso é um exporador.
Os meus pais foram empregadores de dezenas de trabalhadores nunca despediu nenhum trabalhador. Claro que o empregador hoje está em piores condições do que o empregado. Estudem
Podem ter muitos Ferraris tb não me incomoda ! O que devem é pagar melhor aos seus trabalhadores! Acha que pagam ? Vá trabalhar para uma fábrica de calçado e ganhará o salário mínimo e por vezes nem isso! Sei do que falo!
ResponderEliminar👏👏👍👍👍
ResponderEliminar
ResponderEliminarO super estudante...
Menino do papá!
CÍNICO.
Já comentei com colegas no trabalho que para os sindicatos terem aderido à GREVE é porque as negociações vão dar em nada.
ResponderEliminarporque não aderiram nas greves de outubro e novembro?
ResponderEliminarLetra! ?? Coitados dos empresários
Jamais
ResponderEliminarHá quem goste de mentiras
ResponderEliminarO que há mais é empinados.
ResponderEliminarSão os maiores.
O cemitério está cheio de ex empinados.
Reflitam.
Acorda!
ResponderEliminarDireita?
Diteita e esquerda centro é tudo merda.
Aii uii aii
ResponderEliminarEstudem
Aiii
Uii
E são os lambe botas
ResponderEliminarConheço tribunais que encerraram
Talvez a norte e ilhas.
Gente rija.
Obvio.
ResponderEliminarMas eu não atrás de sfs e sojs.
Vou por onde acho que devo ir.
GREVE sempre!
Contra mentirosos e ladrões!
Pois o empregado que depois passa a pensionista e como tem uma reforma dourada , fruto de excelentes salários e como gosta muito de trabalhar é pensionista e continua trabalhar para compor o salário, pagar renda da habitação, medicamentos, alimentação etc porque está tudo “ muito barato” . Notícia de hoje “ Há cada vez mais pensionistas, que continuam a trabalhar” pois é preciso trabalhar até morrer! Infelizmente para estes pensionistas, não foram políticos , magistrados, professores, médicos etc. contudo o trabalho que desenvolveram ou ainda desenvolvem, no caso , foi útil à sociedade ou não?
ResponderEliminarEste blog já teve o seu interesse. Quando comecei a andar por aqui gostava das opiniões e igualmente das informações que por aqui passavam que eram realmente interessantes e importantes. Mas desde há uns tempos para cá mais parece uma extensão do PCP ou do BE. Só já falta dar uma indicação de voto. Caro Blogger é pena que assim seja eu apreciava este espaço mas estranhamente virou para politiquices e deitou tudo a perder. Lamentável . Pensei que seria um blogue para nós OJ tratarmos de assuntos que nos dissessem respeito mas virou para recomendações políticas e deitou tudo a perder. Para politiquices não é necessário este blogue. Já existe "tramp"a que chegue por aí.
ResponderEliminarOs leitores que por aqui comentavam já tiveram o seu interesse. Valia a pena ler os comentários, acrescentavam algo, contribuíam, agora, infelizmente, é mais do mesmo, mais de tanta trampa que por aí anda.
ResponderEliminarEstas enganado.
ResponderEliminarJajouve aqui um artigo a chamar suinos aos votantes do chega.
Por isso é oposto de bloco e pcp.
Mas acho que é hibrido.
O que para mim caguei de alto.
Quero é saber de mim.
Depois de anos de roubalheira caguei para tudo e todos.
Tb acho. Chamar suíno a um Chegano é ofensivo para aqueles animais.
ResponderEliminarA cruz por cima do vosso Logo ao lado da alusão ao 25 de abril, devia ser suficiente para se porem a milhas, mas está claro o vosso masoquismo.
Meu dinheiro também não.
ResponderEliminarE trabalhou para deixar uma empresa ao seu filho? Ou trabalhou na FP das 9 às 5 e jogou no Euromilhões? Ou votou no PC para roubar aqueles que se sacrificaram para deixar empresas aos filhos???? Deixe-se de invejas e faça- se à vida! Os seus filhos agradecerão!
ResponderEliminarNas ilhas?!!!
ResponderEliminarNão fechou nenhum.
Boicote aos dirigentes, designadamente os passeantes até Lisboa, sem nada fazer senão aparecer em fotografias com ar inchado de importância sem se darem conta que sao meros seres aparentes. Pena é haver quem neles se reveja.