Como escolher: A ou B?

      Poderá não ser fácil para todos decidir em que lista votar, se na Lista A, se na Lista B, portanto, se nos elementos com ligação ao Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ), se nos membros com ligação ao Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ), respetivamente.


      Há quem diga que vai votar por conhecer pessoalmente este ou aquele elemento da lista, mas convém considerar que os elementos que podem ser eleitos são apenas os 4 efetivos (um por cada um dos extintos Distritos Judiciais), sendo os demais elementos suplentes, suplência essa que, em princípio, nunca, mesmo nunca, será utilizada, isto é, nunca serão chamados a substituir o elemento efetivo eleito, a não ser que ocorra uma fatalidade.


      Por isso, não basta conhecer um qualquer dos elementos, porque alguns nem sequer são os primeiros suplentes, mas os segundos ou terceiros, ou mesmo os quartos suplentes, isto é, só em caso de uma enorme e inédita catástrofe poderiam vir algum dia dos próximos três anos a substituir o efetivo e ainda os suplentes que lhe antecedem.


      Quer isto dizer que, na prática, para a escolha, o dito conhecimento se deveria cingir aos 4 efetivos.


      Outros há que comentam as idades e, ou, as antiguidades e, ou, as categorias dos tais quatro elementos efetivos, considerando que os 4 da Lista A são mais antigos e de categoria superior (Escrivães), enquanto que os 4 da Lista B são mais novos e da atual categoria base de Técnicos de Justiça, optando então de acordo com tais diferenças.


      Por fim, verificamos ainda um comentário que apontava uma outra diferença entre as listas, o facto de apenas a Lista B incluir uma mulher em lugar elegível, isto é, nos efetivos, considerando tal diferença como positiva.


      Mas, para além dessas diferenças que se apontam, claro que será também útil saber o que dizem as candidaturas das duas listas que concorrem aos quatro lugares do Conselho dos Oficiais de Justiça (COJ), cuja votação começa já depois de amanhã.


      Assim, a seguir vamos reproduzir duas mensagens oficiais, encontradas nas respetivas páginas dos sindicatos que apresentam as listas, e os respetivos cartazes das candidaturas, para que, com todos estes dados disponíveis, cada Oficial de Justiça possa escolher.


      Mas faltou apenas dizer o seguinte: encontramos alguns comentários a apelar a um boicote abstencionista ou de voto em branco, desde logo justificado pela falta de uma pronta comunicação sobre as reuniões técnicas. Consideramos que tal proposta não constitui uma ação que obtenha qualquer efeito, ou êxito, uma vez que é impossível que absolutamente todos os Oficiais de Justiça se abstenham de votar ou todos votem em branco, pois bastará que haja uma simples meia-dúzia a votar e esses votos, por poucos que sejam, sempre elegerão. Quer isto dizer que a eleição sempre ocorrerá, por mais votos brancos ou abstenção que haja, pelo que tal opção se revela utópica e a escolha de facto, o voto de facto, é algo que deve ser perseguido, para que a escolha não fique apenas nas mãos dos outros.


      Os Oficiais de Justiça não se podem dar ao luxo de se abster e deixar sempre tudo nas mãos dos outros, para que os outros decidam por si, para depois passar anos a fio a queixarem-se dessas escolhas.



      LISTA A - SFJ


      «O teu voto é a nossa força na negociação do Estatuto. No dia 26 de janeiro de 2026 elegem-se novos vogais para o COJ – decisão que impacta diretamente com a carreira dos Oficiais de Justiça.


      Pelo reforço de um modelo próprio de avaliação e de excelência.


      O Conselho dos Oficiais de Justiça (COJ) não é apenas um órgão administrativo. É o símbolo da nossa emancipação e dignidade. Criado em 1987 e consolidado desde as primeiras eleições em 1989, o COJ representou a conquista que nos libertou da tutela exclusiva das magistraturas, garantindo que sejamos avaliados pelos nossos pares, por quem conhece a realidade das secretarias e as dificuldades do terreno.


      Elegem-se agora novos vogais para o COJ, num momento decisivo para a nossa carreira. Estamos em plena negociação do Estatuto Socioprofissional e, neste contexto, um COJ forte, autónomo e interventivo é a nossa maior garantia.


      Não podemos permitir retrocessos que nos devolvam a modelos de inspeção ou avaliação que desrespeitam os trabalhadores.


      Porquê votar na Lista A?


      Porque os candidatos desta lista, tal como os que integraram listas anteriores do SFJ, sempre demonstraram coragem, audácia e responsabilidade. Ao longo dos anos, os nossos vogais souberam impor respeito no Conselho, defendendo os Oficiais de Justiça com firmeza, rigor e ética profissional.


      O nosso compromisso para este mandato:


      – Intervenção ativa – Exigir que o COJ se pronuncie sobre todas as decisões que afetam os Oficiais de Justiça em funções.


      – Defesa da carreira no novo Estatuto – Utilizar as competências do COJ (art.º 111.º do EFJ) para influenciar as reformas legislativas em curso, garantindo que o novo Estatuto dignifique verdadeiramente a carreira.


      – Inspeções justas – Defender que o recrutamento de inspetores privilegie o bom senso, a independência e o conhecimento real das condições de trabalho, combatendo pressões externas e reconhecendo a crónica falta de meios humanos.


      Assumimos um corporativismo sério, responsável e coerente. Se outros defendem os seus interesses com determinação, nós temos o direito e o dever de fazer o mesmo pela nossa classe.


      Porque devemos todos votar para os vogais do COJ:


      O Conselho dos Oficiais de Justiça (COJ) existe desde 1987 e tem um papel central na supervisão e valorização da carreira dos oficiais de justiça.


      Entre as suas competências estão a avaliação do mérito profissional, abertura de inspeções, inquéritos e processos disciplinares, bem como a emissão de pareceres e propostas de melhoria para a administração da justiça.


      Impacto direto na carreira:


      As decisões do COJ refletem-se na avaliação e na evolução profissional dos Oficiais de Justiça.


      Em janeiro de 2026 serão eleitos novos vogais para o COJ, que terão impacto direto nas condições de trabalho, formação e dignificação da profissão.


      Modalidades de voto:


      – Voto eletrónico – cada oficial de justiça recebe credenciais no email profissional para votar numa plataforma segura.


      – Voto por correspondência – excecional e mediante pedido justificado, nos prazos definidos.


      Informa-te sobre os prazos e garante que tens acesso ao e-mail profissional.


      A abstenção enfraquece a classe. Uma participação forte reforça a legitimidade dos representantes. O teu voto tem impacto na avaliação, progressão e disciplina. Participa.»



      LISTA B – SOJ


      «Viva, colega! Sou o Elias Marçal, candidato a vogal efetivo do COJ pela Lista B, a concorrer por Lisboa. Tal como tu, estou todos os dias no tribunal. Cumpro despachos, atendo público, falo com advogados, apoio magistrados, lido com a pressão constante, com a falta de meios e com decisões que tantas vezes sentimos que não são justas nem equilibradas.


      É precisamente por viver esta realidade, a mesma que tu vives, que decidi avançar.


      Nos próximos dias vais poder votar para eleger os vogais que vão representar os Oficiais de Justiça no Conselho de Oficiais de Justiça, um órgão com impacto direto na avaliação, no mérito e na disciplina da nossa carreira. Desta vez, o voto é eletrónico e basta usares as credenciais que recebeste no email profissional.


      Votar é importante. É uma das poucas oportunidades reais que temos de escolher quem nos representa e de dizer, claramente, que queremos equidade, justiça e transparência.


      A Lista B é uma lista feita por e para Oficiais de Justiça. Não vem do topo da hierarquia, vem das bases. Vem de quem está nas secretarias, de quem conhece a realidade no terreno e não fala de fora.


      O meu compromisso, e o da Lista B, é simples e claro:


      – Defender a classe com rigor e independência,


      – Agir com responsabilidade, seriedade e transparência,


      – Nunca esquecer de onde vimos nem quem representamos.


      Se acreditas que é tempo de mudança, se queres representantes que sabem o que custa estar deste lado do balcão, então peço-te confiança.


      Vota Lista B. Por nós. Pela classe. Pelo futuro dos Oficiais de Justiça.


      Um abraço, Elias Marçal; Vogal efetivo – Lista B | Lisboa»



      Fontes: “SFJ-Facebook” e “SOJ-Facebook”.

Comentários




  1. Eu vou votar "C"!

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  2. Tem que se acreditar em alguma coisa, inclusive  em mentiras que estão  por todo o lado

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  3. No que toca a boicotantes e boicotes...vem de gente de mal com a sua vida e existência e que não sabe ou não quer saber o que é a separação de poderes e de lutas, que devem ser feitas, cada uma delas, no seu devido lugar e tempo. Vem de cabeças confusas e aí não há nada a fazer pois não é bom senso que os move. É apenas ódio a tudo e todos.
    No que toca à votação em si e no seu novo formato, entendo que será possível bater recordes pois aparenta ser um ato que agora está muito mais simplificado, não requer o preenchimento de nenhum formulário e envelope e, por isso, mesmo, não consome tempo precioso.
    Por último, no que toca ás listas apresentadas, fico com a ideia de que uma delas está mais vocacionada para a visão de chefias intermédias e que caso vença, terá consequências óbvias no desenrolar dos trabalhos e consequentes votações. Demasiado sangue da velha guarda, se é que me faço entender...
    Falta ali representatividade da grande maioria de todos nós, acho eu.
    Mas mais importante de tudo, é que VOTEMOS !! E isso sim, é o que deve contar. A Democracia pratica-se e celebra-se todos os dias e em todo o lado. Não apenas na AR. Deve ser cultivada por cada um de nós sob pena de a deixarmos de ter. É como o mal e o bem. O primeiro só aparece se deixarmos de praticar o segundo.
    E quem adormece em Democracia...acorda em ditadura!!

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  4. Há um colega que fez um comentário nas páginas do Facebook do SFJ e SOJ.
    Esse comentário, igual para ambos os sindicatos, toca na "ferida", ou seja, fala da relação de confiança, ou a falta dela, que deve nortear a relação entre os trabalhadores e a estrutura sindical que os representa.
    O que hoje se assiste por parte do SFJ e SOJ é inacreditável, e roça, no mínimo, a falta de vergonha!
    Deixo em baixo o comentário, desde já endereçando um abraço a esse nosso colega, que tão bem expressa a maioria dos nossos sentimentos.
                                                     *
    "

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  5. Bom dia.
    Se eu pudesse votar apostaria na Sónia Gomes, só pelas suas feições.
    No mais dizer apenas que é verdadeiramente incrível o texto do panfleto do SFJ quando refere a "defesa da carreira no novo Estatuto"  (?) e mais umas tretas de encher chouriço.
    Não terão o meu voto enquanto não descobrirem o que andam a fazer com as tais reuniões técnicas.
    Isto de quererem fazer de nós otários é cá uma coisa. Então não é que pensam que só por serem Escrivães reúnem os requisitos para tal cargo (?) não seria recomendável informarem sobre as suas habilitações, sobre as suas qualificações para o cargo!
    Por mim os Técnicos de Justiça até mereceriam a confiança que pedem e é a eles que confiaria o meu voto se e só se o SOJ prestar contas do que anda a fazer caso contrário não vai para nenhum deles.
    Aliás, por mim era um boicote completo às eleições.
    Como cantavam os JaFumega:
    "Nó cego
    Deste-me cabo da vida ..."
    E como nos deram cabo da vida ainda têm a lata de pedir 

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  6. COJ


    um mal necessário??

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  7. VOTO B, contra o meu sindicato.

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  8. Uma das listas parece a BRIGADA DO REUMÁTICO !!
    Mas o que subjaz à escolha dos elegíveis??
    Experiência?? Que experiência? A fazer conta, enviar estatísticas obsoletas ou mapas de partilha??
    Muito mau sinal, este...

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  9. Parece a lista para a eleição de uma Comissão de Utentes de um lar da Misericórida

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  10. Como oficial de justiça despromovido, voto LISTA B 


    O sindicato tem de ser severamente CASTIGADO!!!


    É a nossa oportunidade!!

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  11. Certeiro.
    Por isso dinheiro meu não levam.

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  12. Tanto mal necessário, infelizmente e mais um tachos.

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  13. Boa tarde a todos.
    Concordo com um dos comentários citados do facebook.
    Li o texto publicado na página do SFJ onde se pode ler «(...) garantindo que sejamos .»
    Não percebi, sinceramente, não percebi, como dizer que os nossos "pares", os que nos avaliam,  "conhecem a realidade do terreno" ?
    Mas então se são recrutados dos (extintos) cargos de Secretário, com notação de mérito, o que significa terem pelo menos cerca de 10 anos na categoria, provindos sabe-se lá de onde e com uma experiência tão vasta como o tribunal ou a rua onde sempre trabalharam (falo dos que ascenderam de auxiliares diretamente para Secretários) completamente desfasados da atualidade dos tribunais, sendo na sua maioria de um tempo em que o Citius era o H@bilus e os Computadores conviviam com as Máquinas de Escrever Manuais com registo em cassetes de áudio e tudo o mais de arcaico.
    Obviamente que a carreira é plana e só existe diferenciação para cargos para chefias, já não faz muito sentido aquele recrutamento,
    Aliás eu pergunto-me como é que é possível um licenciado ou até doutorado, com mais de 15, 20 ou até 30 anos disto, pode ser avaliado por um fulano com o 11º ano de escolaridade só por o sortilégio da vida lhe ter proporcionado a oportunidade de ocupar o cargo de Secretário, por outro lado como compreender que aqueles licenciados, muitos dos quais ascenderam a Secretário de per saltum, igualmente pelo sortilégio da vida, poderão avaliar os seus pares, com vastos percursos profissionais, quando nunca passaram pelas (extintas) categorias de Adjunto, de Escrivão de Direito ou TJ Principal. Que conhecimentos têm eles disto, desta vida?
    Eu não enjeito a afirmação de que é melhor uma avaliação pelos pares que pelos magistrados mas convenhamos que também não é ou não seve de ser só por isso, têm de existir regras e critérios bem claros e acabar-se com esta realidade debilitante de nos quererem convencer que é melhor assim do que mudar pois pode ser para pior, pregando a teoria do medo do temor reverencial .
    Não está bem e é preciso mudar e nessa mudança deveriam começar com quem se candidata aos cargos - só Escrivães num lado e só Técnicos de Justiça no outro, porquê? Porque é que não apresentam o currículo como quem é nomeado para em comissão de serviço para outros organismos (tem de apresentar um currículo ). 
    Eu voto C porque é a lista que melhor me representa!

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  14. Bonitas palavras essas as que escreveu.
    Mas lembre-se que o voto é uma ferramenta, um instrumento, quiçá o único que temos para, no exercício democrático, se mudar algo que vai mal.
    Todavia, só tem utilidade se com se alcançar um certa representatividade, o que não é o caso.
    Existem duas listas, uma do SFJ e outra do SOJ, e não existem mais.  
    Não sei se vai constar uma terceira opção - voto em branco - mas é essa a minha intenção.
    A razão, para que ambos os Sindicatos saibam, é apenas a desinformação, a inacreditável ausência de notícias sobre um tema que dorme e acorda quase diariamente comigo e não me faz feliz ou sorridente apenas me entristece e desmotiva.
    São pessoas sem consideração nenhuma pelo outro, pela sua dignidade, sem respeito pelo  direito a serem informados sobre o seu futuro.
    São apenas e só uns aproveitadores que querem resolver a sua "vidinha", pequenos no pensamento mas gigantes nas ambições pessoais.

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  15. Eu voto B contra o SFJ - Sindicalismo Falhado de Jarras.

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  16. Eu também Colega. Estou na mesma situação por estar mais revoltado com o meu sindicato. Mas diga-me uma coisa: o SOJ não é igualmente culpado?

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  17. Como é que estas pessoas que assinaram um acordo que prevê uma tabela salarial em que uns têm um ganho de €400 e outro nem chegam a € 40, têm o descaramento de pedir o meu voto?
    Como é que um sindicato cuja direção negoceia nas nossas costas, deixa-nos completamente às escuras e despromove toda uma categoria pode pedir a nossa confiança?
    É preciso ter muita lata.

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  18. Eu voto só se fô D

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  19. O mal começa logo por seres delegado sindical...

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  20. C de Chegano, hem?

    ResponderEliminar
  21. mas não podes votar para a direção do sindicato,


    se calhar é isso que eles querem 


    seguidistas


    o bom é ser sindicalizado e discordar


    e apresentar onde quer que seja sem medo de ficar prejudicado


    quem sai do navio em primeiro lugar, quem são, quem são?

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  22. Eu fui Auxiliar durante 18 anos, agora técnico de justiça, e tenho conhecimento da generalidade das matérias por onde tenho trabalhado. Considero que o olhar crítico de baixo para cima tem mais valor do que aquele que chegou à chefia e se esqueceu do que foi. Essa mania das categorias... a solução é fácil, dá-se a oportunidade a todos e verifica-se dos conhecimentos e perfil. Mas a lenga lenga dos passos categoriais faz sempre lembrar a tropa. Vamos ter mesmo de mudar a mentalidade. 

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  23. Je suis Seguro!

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  24. Gente sem vergonha na cara mesmo.


    Eu continuarei de baixa vontra o roubo de 2001 a 2005.

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  25. Como Adjunto despromovido, vou votar LISTA B


    Oficial de justiça há quase 30 anos.
    Depois de promovido voltei á estaca ZERO!!


    VOTO contra o sindicato que aliciou os oficiais de justiça a concorrer às promoções e que depois os despromoveu.


    VOTO B 


    VOTO contra o sindicato das eternas ilusões.


    VOTO LISTA B

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  26. Chora bebé.
    Ganha vergonha que carácter não tens nenhum

    ResponderEliminar
  27. INFORMAÇÃO SINDICAL:










    É o desnorte total.
    Querem agradar a todos e não agradam a ninguém!!


    Há dois dias, alguém aqui já tinha divulgado essa informação Mas logo veio o acólito de plantão dizer que era mentira e que "andava mal informado".


    Afinal é mesmo verdade e até confirmam!!


    ResponderEliminar

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