Sobre as reuniões: a do dia 15, a do dia 19, a do dia 20 e a do dia 21 de janeiro
Sobre a agendada reunião técnica do passado dia 15JAN, dos sindicatos (SFJ e SOJ) com o Governo, só passados 5 a 6 dias se sabe que até aconteceu e também que quase nada mais sucedeu, para além de acontecer. Depois da informação do SFJ desta noite já tarde, os Oficiais de Justiça ficaram a saber que também houve outra reunião inócua com a DGAJ no passado dia 19JAN.
Entretanto, a Central Sindical CGTP reuniu ontem com o Governo e, logo à saída da reunião, na própria rua, o secretário-geral prestou imediatamente esclarecimentos públicos sobre essa reunião.
Assim, à falta de novidades reais, concretas, palpáveis e com efeito de facto, relativamente às reuniões dos Oficiais de Justiça, abordamos hoje a reunião da CGTP e os seus eventuais efeitos práticos no curto prazo.
No que se refere às reuniões parciais com as centrais sindicais, depois da reunião de 16DEZ com a UGT, o Governo agendou uma reunião com a CGTP para 07JAN que acabou adiada para 14JAN e esta foi novamente adiada para ontem, 20JAN, pelas 15H30.
Tudo claro. À terceira foi de vez.
Na audiência pedida ao Primeiro-ministro, logo após a greve geral de 11 de dezembro, a Central Sindical não procurava negociar medidas concretas, mas conhecer a disponibilidade do Executivo para “recuar no pacote laboral que apresentou ao país”.
Recorde-se que a CGTP também apresentou um abaixo-assinado com cerca de 190 mil assinaturas contra o “Pacote Laboral”.
Apesar de tudo, designadamente da grande demonstração de repúdio dado pelos trabalhadores na Greve Geral de dezembro, o secretário-geral da CGTP garantiu que “não é objetivo do Governo retirar” as alterações à lei laboral da discussão e indicou que a Central Sindical vai reunir o seu Conselho Nacional para discutir novas formas de luta.
À saída da reunião com o primeiro-ministro, Tiago Oliveira, secretário-geral da CGTP recordou que o intuito da audiência era saber se o Executivo de Luís Montenegro “recua ou não recua no pacote laboral que apresentou ao país” e “a resposta” que obteve foi a de que “não é o objetivo do Governo retirar o pacote laboral de cima da mesa”.
“Isto quer dizer que a luta vai continuar”, acrescentou o secretário-geral, indicando que “a CGTP vai reunir o seu Conselho Nacional na próxima quinta-feira” para “começar a discutir (…) a resposta ao ataque que está em curso ao mundo do trabalho”.
Assim, o Conselho Nacional da CGTP, que reunirá já amanhã, sem mais tolerâncias, vai discutir os “próximos passos” e novas formas de luta, garantindo a CGTP que “todas as formas de luta estão em cima da mesa”.
Com a UGT, a relação tem sido diferente, mantendo-se disponível para negociar as alterações sem exigir a imediata retirada do pacote legislativo.
A Central Sindical liderada por Mário Mourão deverá entregar ao Governo nas próximas semanas uma contraproposta ao anteprojeto legislativo do Governo, com medidas concretas. Mas a Central Sindical já adiantou que não firmará quaisquer acordos sem ouvir os restantes parceiros sociais, em sede de Concertação Social.
Ou seja, note-se bem: a UGT afirma que não assinará nenhum acordo sem antes consultar com os parceiros da Concertação Social.
Enquanto aguardamos pelas iniciativas da CGTP, hoje mesmo, quarta-feira, 21JAN, pelas 11H30, deverá ser assinado, num clima bem mais pacífico do que as negociações para o pacote laboral, o Governo deverá assinar com os sindicatos da Função Pública o Acordo Plurianual 2026-2029 de Valorização dos Trabalhadores da Administração Pública.
Só a Federação de Sindicatos da Administração Pública (Fesap) e o Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE), ambos afetos à UGT, darão o seu aval, visto que a Frente Comum já se colocou de fora.
Na passada quarta-feira, a presidente do STE, Rosa Sousa, disse estar ainda a aguardar uma proposta final do Governo no âmbito do processo negocial geral anual que estava em curso, mas sublinhou haver “condições” para chegar a acordo.
No âmbito deste processo negocial, o Governo mostrou-se disponível para avançar com uma extensão do acordo plurianual de valorização dos trabalhadores da Administração Pública atualmente em vigor, de modo a cobrir a atual legislatura, isto é, até 2029, propondo aumentos de 2,30%, com um mínimo de 60,52 euros.
O atual acordo, assinado em novembro de 2024 com duas das estruturas sindicais da Função Pública (a Fesap e a Frente Sindical), prevê aumentos de 2,15%, com um mínimo de 56,58 euros para este ano.
Já para 2027 e 2028, o acordo estabelece aumentos de 2,3%, com um mínimo de 60,52 euros.
Além disso, o Governo propôs um aumento de 10% do valor de subsídio de refeição até 2029, mas de forma gradual nos anos de 2026, 2027, 2028 e 2029, isto é, um aumento de 15 cêntimos no subsídio de alimentação em cada ano até 2029.
A presidente do STE referiu que o Governo se comprometeu “a rever de novo o subsídio de refeição” caso exista um aumento substancial da inflação. Note-se bem, que os 15 cêntimos de aumento se manterão a não ser que haja um aumento substancial da inflação, não um normal aumento da inflação, mas um grande aumento.
Recorde-se que a Fesap, afeta à UGT, propunha que a remuneração base na função pública subisse para 973,41 euros em 2026, propondo também uma atualização mínima de 95 euros para todos os trabalhadores, além do aumento do subsídio de alimentação para 10 euros por dia, isento de impostos. Por sua vez, a Frente Sindical, liderada pelo STE, reivindicava um aumento salarial de 6,4% para todos os funcionários públicos em 2026 e uma atualização do subsídio de refeição também para 10 euros. O resultado: aumento em 2026 de 2,15% ou 56,58 euros e 15 cêntimos no subsídio de alimentação de 6,0 euros.

Fontes: “Eco”, “Expresso” e “Dinheiro Vivo”.
Dra. Regina, tenha um pouco de vergonha na cara e peça a demissão.
ResponderEliminarMais uma vez nada de concreto. Tantas reuniões e nada de soluções. Quando vão perceber que o Governo não tem nada para "oferecer" e está apenas a "entreter" para impedir outras formas de luta (greve por exemplo). Quando vão perceber que assim não chegamos a lado nenhum?
ResponderEliminarAos blogueres só tenho a dizer que com este tipo de artigo sem dúvida estão a fazer um ddrlrnte trabalho para todos nós ojs.
ResponderEliminarJá quando se metem com artigos de apelos partidários não é de todo para mim o género de bom trabalho e para mim nada dignigicante do seu objectivo para com os ojs.
Apartidarios e informativos sem duvida parabéns pelo trabalho que fazem pelos ojs.
Por mero acaso já viram hoje a capa do jornal Público, na zona inferior do mesmo?
ResponderEliminarO mesmo Ministério da Justiça...
SFJ e SOJ
ResponderEliminarNão têm respeito porquem lhes paga!
TENHAM VERGONHA
Tudo o que o governo propoe é mau, mas o que me tira do sério é esse aumento de 0.15 cts de aumento de subsidio de refeição.
ResponderEliminarNunca vi tamanha insolencia para com funcionários publicos, total desprezo, só comparável ao que o passos coelho fez quando retirou durante uns anos os subsidios de férias e natal.
A mentalidade é a mesma, a narrativa neo liberal em força na sua aplicação.
Só isto merecia a indignação de sindicatos e trabalhadores mas parece que está tudo anestesiado.
Ora nem mais. Encher chouriços. Passado 10 meses do acordo onde ficou "agendada" a revisão do estatuto, ainda estamos em reuniões técnicas? Estamos a "recolher contributos" ? A sério ? Recolher contributos nesta fase do campeonato? Sejam sérios. Digam logo que não querem rever treta nenhuma.
ResponderEliminarO que haverá mais para discutir?!!!!!
ResponderEliminarDepois de horas e horas de reuniões técnicas?!!!!
Não gozem com os OJ, somos pessoas honestas e trabalhadoras!
Vergonha e respeito é o que lhes falta.
ResponderEliminarfodddddddddddddddddddddd
ResponderEliminarNão vi ou li o jornal. Pode esclarecer melhor.
ResponderEliminarO absurdo dos absurdos.
ResponderEliminarNotícia do Jornal Eco: (...) a secretária de Estado da Justiça revelou na terça-feira em Parlamento que há trabalhadores nas conservatórias a ganhar melhor do que o Presidente da República e o primeiro-ministro (...)
Claro que a notícia é falaciosa, desde logo porque, de acordo co a tabela remuneratória única, aprovada pelo DL 145/2019, ao 1º nível (15) corresponde, no mínimo, a remuneração base de 1 333,35 €, a que acrescem naturalmente os emolumentos - que correspondem a uma percentagem (historicamente até 15%) da receita global dos atos praticados, e aos emolumentos pessoais devidos pela sua intervenção.
Eles, por lá - nas Conservatórias - discute-se a injustiça desta diferenciação - funcionários com o mesmo tempo de serviço e a exercer as mesmas funções levam para casa valores diferentes, uns recebem como o PM ou o PR e outros a base fixada na tabela.
O Passos Coelho tentou e ainda ensaiou una nivelação com a aproximação da base mais baixa e correção da mais elevada, sucede que o TC deu-lhe para trás a coberto da proibição do retrocesso salarial e esquecendo-se do disposto no art.º 59.º n.º 1 da CRP - pois seria impraticável dal a todos o mesmo vencimento que aqueles (e são muitos) que recebem valores como se fossem chefes de Estado - nem sequer foi balizado o limite máximo - depois admiram-se porque é que o Ventura tem votos ...
Nós, por cá - nos Tribunais - somos uns verdadeiros otários, para não dizer mulas, discutimos trocos e deixamos que a tutela operasse um verdadeiro retrocesso profissional ao equiparar os ex-Auxiliares a ex-Adjuntos atribuindo-lhes o mesmo nível remuneratório - haverá quem pense que isso não sucedeu e que se valorizou a categoria mais baixa (será esse o argumento da tutela para tornar a carreira mais apelativa) mas o certo é que o que resultou desta decisão foi uma desvalorização da classe intermédia que agora é base sem quaisquer contrapartida, nomeadamente financeira.
Otários.
Sindicatos de m....
Os sindicatos são como os chapéus!
ResponderEliminarHá muitos!!!
Votar em branco é o sinal inequívoco da inexpressividade e ilegitimidade das duas estruturas sindicais presentes nas negociações .
Há muitos colegas inscritos noutras estruturas que deveram poder estar presentes.
E há sempre a hipótese de (re)nascerem outras estruturas
Se o voto é a arma do OJ não votar ou votar em brtanco é a uníca opção para não ficar desarmado!
Pessoal dos registos notariais com ordenados chorudos
ResponderEliminarpara esses há sempre dinheiro
e nós a ver navios
é o sindicalismo que temos
Li, com atenção ao detalhe, a informação do SFJ.
ResponderEliminarJá era tempo, acho!
Vem um pouco atrasada e porventura só por terem sido instados a fazê-lo, por estar em curso um processo eletivo, todavia deveria ter sido antes por mote próprio e no cumprimento do dever de informação que se impõe aos seus associados.
Noto duas ou três coisas importantes:
- há duas propostas concretas em cima da mesa (ingressos e promoções) que amos os sindicatos têm em mãos para apreciarem;
- que as reuniões vão continuar por mais umas (não se sabe quantas) semanas;
- nada é dito sobre a abertura do procedimento concursal para ingresso na categoria de escrivão (o prazo acaba em abril e já caminhamos para a última sema de janeiro).
Dizer que a troca de documentos entre as partes pode ser feita com mais agilidade através da caixa de correio eletrónico e não carece da "traditio in manu" - logo, se não se discute nada e por isso nada se conclui, traduzem-se numa ferramenta que serve apenas para perpetuar um adiamento das nossas vidas ainda por mais tempo - qualquer dia estou na reforma e esta gente ainda em reuniões técnicas.
Haja coragem.
Estabeleçam metas, objetivos, e tenham um foco, façam uma calendarização dos assuntos e findo o prazo limite concedido - por exemplo 60 dias para se concluírem estas reuniões - das duas uma, ou há propostas concretas de melhoria das nossas condições ou então parte-se para a luta porque elas aconteçam.
Deixemo-nos de ser "mansos" , a responsabilidade pelos votos dos frustrados, daqueles que já não acreditam nas mesmas pessoas que nos mantêm num engano perpétuo, transferidas para os extremismos e para os radicais acontecem por vossa culpa também - porque não são capazes de resolver os nossos problemas, de decidir e de fazer acontecer e conformam-se com um situacionismo (com um ficar tudo na mesma) apenas por tal situação servir a uns poucos.
Além de incompetentes, porque ineptos, são mansos e cobardes no sentido de que lhes falta atitude - não basta reivindicar (pedir) é preciso também ter capacidade de influenciar positivamente as decisões e fazer com que elas aconteçam.
Estas pessoas - falo de todas as equipas envolvidas (tutela/DGAJ e sindicatos) são umas autênticas jarras de enfeitar, não têm nem competência nem capacidade para se sentarem numa mesa a discutir um dos assuntos mais importantes de um país democrático - o funcionamento da justiça e tudo o que do ponto de vista administrativo lhe diz respeito.
Se não sabem o que andam a fazer, se não têm ideia nenhuma, então deem o lugar a outros !
Bom dia e obrigado pelo esclarecimento que entretanto foi noticiado num outro comentário também.
ResponderEliminarFui procurar saber a razão desta diferenciação e apercebi-me de várias situações que não são muito normais.
Desde logo é preciso falar no "acelerador" nos escalões das conservatórias referente ao regime de posições remuneratórias complementares criado para os Oficiais de Registo e Conservadores de Registo, que lhes permite progredir mais rapidamente do que a regra geral da função pública, através de um alargamento dos níveis remuneratórios e, a partir de 2025, com progressões que exigem menos pontos, com a justificação de que visam a valorização e retenção (se têm uma media de mais de 58 anos de idade, pergunto-me se querem reter quem queira ir para a reforma ?).
O regime especial que foi criado para estes trabalhadores permite-lhes ser posicionados em níveis(escalões complementares, acelerando a progressão salarial, e embora dependam nessa progressão da notação máxima, podem agora fazê-lo com a menção máxima ou duas menções consecutivas abaixo da máxima, exigindo-se agora apenas oito (8) pontos, ou seja com maior rapidez.
Depois é preciso falar na parte emolumentar que corresponde a uma percentagem da receita global dos atos praticados, e aos emolumentos pessoais devidos pela sua intervenção, que naturalmente acresce ao seu vencimento.
É preciso ainda ter presente que são dos serviços inseridos no MJ os que mais receita trazem para o referido ministério.
Então e nos Tribunais como é que isto acontece? (falo da avaliação e da progressão)
Não sabemos. Apenas sabemos que ambos os sindicatos têm já propostas concretas em cima da mesa, entregues em mão não vá alguém aceder-lhe e divulgar (não percebo para que se fazem reuniões se não se avança na discussão e apenas se trocam documentos que poderiam ser remetidos pro e-mail).
Continuamos a ser otários.
Porque é que esta gente que é sindicalizada não toma uma atitude!
Porque é que não exigem das suas estruturas que se estabeleça um prazo limite para rever o Estatuto!
O DL 27/2025 data de março do ano passado - vão quase nove meses - e com tatos estudos e pareceres ainda não sabem ou têm uma ideia do que querem para a profissão e para a função ?!
Ambas as listas querem fazer deste ato eleitoral uma espécie de primárias para o "est at utu".
ResponderEliminarSó o voto em branco permite manter a pressão deste lado da fronteira
Os tribunais são do POVO e a vitória ... é NOSSA!
Ladroagem mesmo!
ResponderEliminarBem faz quem mete baixa, cada vez mais concordo com essa forma de luta
Por cá gosta-se de ser escravo a troco de palmadinhas nas costas
ResponderEliminarSubscrevo. Que inércia de todos, incluindo dos OJ´s. Permitimos tudo. Acho que o governo só quer empurrar com a barriga. Resolveram o problema das greves, o resto que não há pressa nem vontade de resolver.
ResponderEliminarVOTA B
ResponderEliminarQue inércia de todos, incluindo dos OJ´s. Permitimos tudo. Acho que o governo só quer empurrar com a barriga. Resolveram o problema das greves, o resto que não há pressa nem vontade de resolver.
ResponderEliminarVOTA B. A ver se o SFJ aprende.
ResponderEliminarNão sabem?!? Claro que sabem... Até já propuseram mais um acordo para "formações" provavelmente para atribuição de novo milhão - a fundo perdido - para acabarem definitivamente com as negociações e a carreira...
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ResponderEliminarDra. Regina, veja se atina!!
ResponderEliminarNós temos prestígio e muito grau!!
ResponderEliminarE obras no edificado ...
Bem observado!!
ResponderEliminarAgora que já houve tempo para se discutir o assunto do dia, queria deixar nota de agradecimento à PJ pelo trabalho que culminou na detenção de militantes e apoiantes do Chega, que integram o grupo neonazi 1143, braço armado do Chega.
ResponderEliminarLá dentro é que estes animais estão bem.
Marçal é hoje conselheiro da CGTP. Não sei como foi lá parar, mas a sua admissão na Central Sindical com o seu percurso sindical, conduz à denegação histórica da CGTP. Já agora, alguém sabe se no núcleo de Coimbra, para o qual foi movimentado, ele foi colocado a trabalhar numa secretaria?
ResponderEliminarGrupo de ditos democratas que vão a missa
ResponderEliminarPedofilos
Não falam disso?
Ventura pos fora os pedofilos e ladrões de malas
E os outros partidos porque mantêm os pedófilos e ladrões como militantes?
Auxiliares que a única coisa que fizeram na vida foi actas e juntar papéis, agora vão poder concorrer para Escrivão ...
ResponderEliminarPaga pra eles como oagaste para um dito fernando jorge
ResponderEliminarO que conseguiu?
Em 25 anos nem a integração dos 10% conseguiu
Mas conseguiu uma choruda reforma.
Andai escravos
Certeiro!
ResponderEliminarCaga nisso pá.
ResponderEliminarNunca fizeste actas?
Es oj?
A progressão na carreira de OJ faz-se da seguinte maneira:
ResponderEliminar1º - vais trabalhar num tribunal, com o passar dos tempos, "enfias-te" num sindicato, aí terás o estágio completo de como não fazer nada.
2º - uma vez no sindicato, andas a passear pelas secções e a mandar uns bitaites / atoardas, quando estiveres cansado, o passo seguinte é arranjares um tacho, onde?
3º - COJ - andas na boa, conheces o país e ainda podes f**** uns colegas.
Por favor, abram a pestana, já chega de comer gelados com a testa.
É isso aí, o voto que deve ser é o na LISTA B.
ResponderEliminarO SFJ É só esquerdalha e malta que quer perpetuar o sistema.
VOTA B - VOTA B - VOTA B - VOTA B - VOTA B - VOTA B
E muitos vão ter notas superiores aos ilustres adjuntos. Como é possível? E esta, hein???
ResponderEliminarora aí está o que eu sempre digo, o SFJ nunca me enganou, é só malta do "esquema", da "situação", do "sistema", e estão tão agarrados a isso, como lapas nas rochas da praia.
ResponderEliminarVOTA B VOTA B VOTA B VOTA B VOTA B VOTA B VOTA B
caso contrário, estás a continuar a estender a passadeira a quem não defende os teus interesses, já que o COJ existe, ao menos que tenha lá caras novas, sem vícios.
Deves trabalhar num Tribunal em Marte, não?
ResponderEliminarAuxiliares a desde o início da carreira basicamente, também a cumprir despachos - função de antigo adjunto.
Vai-te catar, porque é que não vão atrás dos ciganos que andaram aos tiros na noite da passagem de ano, com armas de guerra? Eu sei... miúfa, medinho, iam borrar a cueca, é só heróis mas de filmes de série Z. O sistema deixou de ter vergonha na cara, assim como quem o apoia.
ResponderEliminarA luta continua, dizem eles... típico da CGTP, e dos sindicatos afectos, eles gostam de andar de um lado para o outro, para parecer que estão a fazer alguma coisa, mas não, andam só a passear à conta das quotas que os papalvos pagam.
ResponderEliminarSe existe alguma central sindical, com tino, capacidade de dialogar, argumentar e apresentar soluções, pois é assim que se fazem negociações, será a UGT (dos males, o menor).
Que tal deixarem de pagar quotas? O negócio é o seguinte, eles fazem aquilo que têm que fazer, depois recebem. Não é dificil concretizar, é preciso é seriedade e vontade para fazer.
ResponderEliminarPorque há prioridades.
ResponderEliminarVocês são muito mais prejudiciais à sociedade do que a comunidade cigana, enquanto eles se matam uns aos outros, vocês andam aqui para transformar a sociedade à vossa reles imagem, com recurso ao ódio e violência.
Sois um alvo a abater e esse será o vosso destino.
Não me querendo imiscuir nessa vã luta dualista, acirrada por "partidos" - criados, propositada como etimologicamente, para dividir e reinar - afigura-se-me, no entanto, que o "colega" na sua ânsia de combater "monstros" se está a tornar em um "deles"...
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