O milagre diário de caminhar sobre as águas
O Jornal de Notícias (JN) publicava esta semana a notícia de que uma das cinco salas de audiências do Tribunal de São João Novo, no Porto, está inutilizada, devido ao desabamento de parte do teto, sendo a sala fechada por motivos de segurança.
Lia-se no artigo do JN que a chuva e o vento dos últimos dias têm posto a nu a precariedade daquele tribunal instalado desde 1832 num antigo convento do século XVII, acrescentando que na semana passada também outras áreas do edifício tiveram de ser interditadas devido ao desabamento de pedaços de teto e à água que dele caía.
O JN refere que, neste momento, chove dentro das secções de processos, nos corredores e dentro dos gabinetes dos magistrados, condicionando a normal atividade do tribunal, havendo até testemunhas que não conseguem ficar à espera no corredor.
Claro que a novidade da notícia desta semana só surge devido à procura de casos que se possam relacionar com as últimas intempéries, no entanto, embora seja possível relacionar os problemas dos tribunais com as últimas ocorrências meteorológicas, os problemas dos tribunais não surgiram agora, bem pelo contrário, já existem há muitos.
Se bem que o problema do velho tribunal de São João Novo não seja novo, metendo água desde há muitos e muitos anos, a cada inverno, a coincidência com as últimas intempéries é apenas esta: chove-água-entra, mas como sempre.
Cita o JN o Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) em outubro do ano passado quando disse que “chove dentro como na rua” e acrescenta o JN: “De lá para cá, a situação ainda se agravou mais.”
Portanto, a evolução do problema não é o da solução, mas o do agravamento.
O Jornal de Notícias dá notícia deste tribunal porque é o edifício onde funciona o Juízo Central Criminal do Porto, com julgamentos de interesse mediático e, por isso, tem sempre jornalistas a visitá-lo. No resto do país, raros serão os edifícios do parque da justiça que não metem água; raríssimos, no entanto, se não forem visitados pelos jornalistas mais ninguém fala deles e dos seus problemas, muito menos e espantosamente quem lá está todos os dias.
Sim, quem lá está todos os dias é que devia se manifestar contra o estado em que o Estado os obriga a trabalhar, dia após dia, mas não o fazem, e não o fazem porque se acomodaram ao deixar andar, ao não vale a pena, à desistência por verem como toda e qualquer reivindicação, seja a que nível for, nunca ou tarde é atendida, seja dirigida à entidade que for.
Estes problemas de infiltrações e suas consequências são muito comuns nos edifícios públicos, mas, noutros, há reações.
Ainda hoje, os alunos menores de idade da Escola Básica e Secundária Domingos Capela se manifestam à porta da Câmara Municipal de Espinho em protesto contra a crescente degradação do seu estabelecimento de ensino, com “salas inundadas” e outros sinais de “degradação progressiva”.
Os alunos, menores de idade, não têm a mesma postura de conformismo dos Oficiais de Justiça e, também numa carta-aberta difundida na localidade e nas redes sociais, aqueles utilizadores do referido equipamento educativo do distrito de Aveiro, inserido na Área Metropolitana do Porto, revelam que a “situação extremamente preocupante” da sua escola “tem sido agravada pelas recentes tempestades”, mas realçam que, “mesmo antes, a escola já não reunia as condições mínimas adequadas”.
Encontram similitudes? Sim, claro, no que diz respeito ao edificado e à falta de resolução dos problemas, nada mais, porque quanto à atitude, não há nenhuma semelhança.
Entre os aspetos que denunciam a degradação atual do imóvel os alunos apontam: “salas inundadas e corredores com água acumulada”; escadas que “parecem rios e colocam em risco a segurança de todos”; “mesas molhadas” cuja limpeza implica atraso no arranque das aulas; “frio intenso” nas salas de aulas; biblioteca com infiltrações; “colchões encharcados” no pavilhão desportivo; queda de “tinta e partes do teto” devido ao escorrimento de água, aparada por baldes; e quadros elétricos “com presença de água”.
A carta aberta faz ainda referência à entrada na escola, que é “feita por cima de paletes devido às poças de água”, assim como a uma portaria “sem condições mínimas” e a ausência de caleiras, que, “retiradas por entidades responsáveis, nunca foram recolocadas, fazendo com que a água permaneça acumulada sobre a estrutura do edifício”.
Além dos problemas associados às condições meteorológicas, os alunos reclamam ainda da ausência de sistema de cartões na entrada, da inexistência de acessos adequados para alunos com mobilidade reduzida e da quantidade de salas de aulas "sem projetores, cabos ou tomadas que funcionem".
A carta aberta aponta ainda outros diversos problemas e ressalva a consciência da existência atual de “situações muito graves noutras zonas do país, com pessoas sem casa, sem escola e sem condições básicas de vida”, mas defende que isso não pode ser argumento. “Não consideramos que a gravidade dessas situações deva servir para desvalorizar a nossa realidade – não devemos esperar que a situação atinja um ponto extremo para que haja uma intervenção efetiva”, declaram os estudantes.
É em face dessa realidade que alunos de três turmas se organizaram para levar a cabo esta sexta-feira a manifestação cujo objetivo é “criar mudança de forma organizada, pacífica e responsável”.
A carta aberta remata: “Muitos de nós ainda temos vários anos pela frente nesta escola e também devemos pensar nos que ainda irão ingressar no ensino secundário. (…) Alunos, professores, funcionários e toda a comunidade educativa merecem respeito e condições adequadas”, lê-se na carta-aberta dos inconformados alunos.
Conseguem encontrar pontos de algum paralelismo e similitude?

Fontes: “Jornal de Notícias” e “Ria, Rádio Universitária de Aveiro”.
Deixem o Luís trabalhar.
ResponderEliminarQuem lá trabalha já cansou de denunciar e gestão comarca está bem no seu conforto tal como sindicatos magistrados dgaj mj
ResponderEliminarO mexilhão está cansado
Putos ponham-se a andar desta profissão antes que adoecem
Que lá está não se devia manifestar, mas sim recusar-se a trabalhar nessas condições!
ResponderEliminarNo artigo de ontem alguém falou que oj em media recebia 2000€ por mês na base de carreira e que estava bem de vida!
ResponderEliminarParabéns! Só gostava que me dissesse como poderei ir receber o que me falta para esses 2000€!!
O palhaço não disse, se alguém puder dizer, agradeço
O costa antes de fugir para a europa não deixou os serviços todos a funcionar com exelentes condições??
ResponderEliminarEntão queixam-se de quê??
Teres acabado o 9.ano subiu-te à cabeça.
ResponderEliminarÉ lamentável não saberes ler nem interpretar um texto.
Se pensas que ganhas alguma coisa sendo insultuoso, estás bem enganado.
Não te respondo na mesma moeda.
ResponderEliminarÉ uma chatice!!!! Os oficiais de justiça com água nas secções, os juizes com infiltrações nos gabinetes, os pobre alunos com água na salas de aula...Enquanto isso, milhares de portugueses tão bons como os oficiais de justiça, juizes e alunos e professores, lutam pela vida, pelos bens que lhes custaram anos de vida e de esforço, pelo seu conforto, por poderem dormir sossegados. Literalmente, lutam pela vida.
É uma chatice!!!
Tú tens a licenciatura de porta chaves é?
ResponderEliminarO papá pagou? olha que o teu pai sacrificou-se e se calhar não lhe deram a oportunidade de ter o 9º ano!
Nem as tuas raizes respeitas.
De Gentalha como tú estão estes serviços cheios
Tú nem oficial de justiça és, obvio que não lutas pela vida com esse paleio
ResponderEliminarQue chatice
Não digas isso, esse costa em 8 anos deixou tudo impecável, pá!
ResponderEliminarpara
ResponderEliminarés o maior! conseguiste um diploma comprado após o 9º ano!
parabéns e consegues ganhar 2000€ como OJ, fantástico!
És mesmo o maior!!!!
Acho que todos se lembram do anúncio do novo EP de Lisboa pela Sra. Van Dunem ... e de outros tantos anúncios que ficaram por isso: por palavras vãs ... e promessas incumpridas (uma autêntica "burla politica").
ResponderEliminarSão várias as notícias (e os PowerPoint também) daquele tempo, cito uma delas: CM de 25-03-2018 - (...) plano propõe, até 2022, a construção de três novos tribunais em Vila Franca de Xira, (...), Sesimbra, (...)
Em lugar de fazerem as obras necessárias dedicaram-se a servir os interesses corporativos e políticos, veja-se a notícia do Público de 24-01-2019: Governo aprova mais departamentos especializados nos tribunais ...altera o mapa judiciário, criando departamentos especializados em alguns tribunais onde a oferta era considerada insuficiente.
A Exma. Dra. Francisca Van Dunem, enquanto Ministra da Justiça (2015-2022), focou-se na reversão parcial da reforma judiciária de 2014, promovendo a reabertura de 20 tribunais encerrados. Implementou também o projeto Tribunal+ e alargou a rede de juízos especializados.
Mas desenganem-se se esta politica - da reabertura de tribunais - foi para servir melhor o cidadão que não foi. Os funcionários mantiveram-se os mesmos, ou melhor cada vez menos e mais mal pagos, ao passo que mais criou lugares de juízes e procuradores e mais bem remunerados - foi um verdadeiro frete ao CSM e aos Autarcas, mas também às Delegações das OA - com os custos que todos sabemos.
Em lugar de manterem a filosofia da concentração dos serviços e a melhoria do parque (do edificado) dos Tribunais, reforçando os quadros de pessoal, dedicaram-se a abrir capelinhas para mais lugares de magistrados, cederam ao interesse autárquico e agora está bem a descoberto a "bosta que fizeram".
Durante o seu reinado (o do Costa e Cª Ldª) foi o descalabro, ficou tudo depauperado e o desastre estava há muito pré-anunciado. Anúncios de intenções não faltaram, e com isso esconderam o trabalho laborioso fruto das negociações com os radicais de esquerda e tiveram arte e engenho para nos enganar, isso tiveram. Olhem o exemplo de Coimbra - o Ex-ministro da Obras Públicas Carmona Rodrigues recordou episódio do primeiro Governo da Geringonça e que diz ter contribuído para o não avançar de uma obra uma vez que para conseguir governar cedeu aos encantos da Catarina Martins do BE que exigiu que não fosse feira por não ser do agrado das populações e agora vê-se o resultado ... deveriam agora ir para Coimbra beber água à colherada para aliviar as cheias e sossegar a população.
Mas não foi só nos tribunais, olhem as Conservatórias e as Finanças para não falar nas escolas e nos hospitais, parece que já ninguém se lembra do estalo calamitoso provocado pela falta de pessoal e de manutenção das infraestruturas.
Precisamos de gente capaz e responsável, que seja capaz de decidir e de ouvir a competência técnica - não precisamos de pasteleiros promovidos a cargos de responsabilidade.
Sim, parece que já ninguém se lembra do célebre Francisco José da Costa Ferreira (frequentemente referido na imprensa como "o padeiro" devido à sua profissão anterior à política) que no governo do Costa foi nomeado técnico especialista no gabinete do, então, Secretário de Estado da Proteção Civil, Artur Neves, em 2017.
Bom dia.
ResponderEliminarPor estes dias eu pergunto-me o que é feito daquele magnifico e maravilhoso plano DE RESILIÊNCIA desenhado pelo amigo do António Costa, também ele Costa mas de apelido Silva?
Que belo plano esse que se esqueceu de assegurar a manutenção dos serviços e infraestruturas criticas do país e agora temos centros de dados, a IA, o digital e os nómadas que fogem do país à queda das primeiras gotas de chuva.
Um país com vários recursos hídricos e plantados à beira-mar não mereceu nenhuma estratégia sobre esse recurso cada vez mais escasso e mais importante e rico.
Temos salinas em Aveiro, em Rio Maior, no Algarve e em outros tantos lugares e não há projeto ou parceria para desenvolverem baterias à base de cloreto de sódio (NaCl) - a China é pioneira - voltaram-se para a mineração e exploração do Lítio e para a rede
tic tac tic tac tic tac
ResponderEliminarTRAIÇÃO!
O enfermeiro que vai para o tacho dourado, ou então para o familiar do chefe de gabinete do Luís, vão dar uma parte do salário para reparar estes problemas.
ResponderEliminarO estado do edificado público encontra-se dessa forma por todo o país, sendo extensível a todos os serviços, hospitais, esquadras e postos, escolas, tribunais, segurança social, finanças, etc, etc... O país, novamente, está apenas adornado com a tal "tanga". Curiosamente, o mesmo estado continua a dar "tanga" a todos os portugueses fazendo uso de subterfúgios, manobras fiscais e orçamentais, criando um tal "saco azul", " ou opacas, estimadas entre 13 a mais de 15 mil milhões de euros, denunciadas como falta de escrutínio ou transparência. Estes fundos, equivalentes a cerca de 10% do orçamento permitem gastos sem qualquer tipo de controlo. Para se ter a noção da enormidade colossal deste valor e com base em projetos recentes (2023-2025), os custos de construção de um hospital distrital situam-se frequentemente entre os 200 e os 500 milhões de euros para novas unidades de grande dimensão...
ResponderEliminarSr, Carlos e Srª. Regina queremos saber o resultado das reuniões técnicas!
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ResponderEliminarAgora falando mais a sério, como é que algum cérebro julgado iluminado entendeu deferir competências de administração de imóveis a Juízes e Procuradores (falo das 23 gestões das comarcas), sabendo-se que muitos dos licenciados em Direito assim optaram por não lidarem bem com os números, enfim com as ciências exatas.
Muito do edificado - o melhor que existe - é do tempo do Fascismo, do Salazar, e a opção mais recente, de tomar de arrendamento edifícios disfuncionais, inapropriados, não traz vantagens a ninguém, pois também eles metem água, também eles têm elevadores avariados e os sistemas de climatização são adornos de pouca elegância e estilo.
Precisamos de gente que saiba fazer as coisas bem feitas.
No tempo do Engº Sócrates procedeu-se à renovação do parque escolar e, como se fôssemos muito ricos (é bom sonhar com isso mas ter os pés bem assentes na terra), até os candeeiros exteriores eram de estilo arquitetónico, pagos a preços que dariam para remodelar a iluminação de uma escola inteira com aparelhos/luminárias com maior eficiência energética (na luz que produz e no custo associado).
Para melhor exemplificar o pensamento megalómano de alguns, exemplifico com o Palácio da Justiça de Sintra, pensado desde a década de sessenta do século passado e apenas iniciado com a cedência de terrenos no tempo da famosa Autarca Edite Estrela e do PM António Guterres.
Pretendia ser um modelo, um exemplo do novo edificado dos tribunais e ficou como um verdadeiro exemplo do que não deve de ser feito - segundo a auditoria do TC em 2004, o custo cifrava-se em € 35.721.169,90 (€ 35.198.234,24 a preços históricos) e estava inacabada.
https://www.rtp.pt/noticias/pais/percecao-de-corrupcao-em-portugal-atinge-pior-registo-de-sempre_n1717801
ResponderEliminarEstá tudo bem neste país!
Os vossos fihos vão agradecer-vos
11-44:
ResponderEliminarQue escolha seletiva de vicissitudes !
Assim chamadas pelo anónimo que vê o copo vazio; que só lembra as pessoas ao seu lado pelo mal que lhe fizeram, esquecendo o bem que igualmente o beneficiou.
Enfim.Toda a gente sabe que o ser humano é por natureza ingrato, egoista.
Quando se fazem coisas de bem às pessoas, elas devem ser feitas porque se gosta de as fazer e não para esperar reconhecimento, gratidão, dessas pessoas.
Alguém que nos anos que escolheu para referir, nada encontra de positivo, está bem de ver que não está bem consigo próprio.
1 Ex.°- Esqueceu os tempos em que os caixas de Hipermercados etc. eram jovens licenciados sem emprego compatível e que, dadas as restrições anteriores de entradas na Função Pública, conseguiram após 2015 completar quadros de pessoal que estavam à míngua.Memória seletiva, senhor(a). É a agenda a trabalhar mas o Of.Justiça tem outro tipo de trabalho bem mais útil ao cidadão que não a propaganda, tipo banha da cobra.🎃
Sim, não sabem mais!
ResponderEliminarÉ preciso que nos comuniquem os resulatdos das reuniões técnicas!
ResponderEliminarEstá quase com um ano o DL!...
ResponderEliminarPara 13:20
Então mas o país não estava de bancarrota - a viver com o dinheiro emprestado, por causa do sr. Engº Sócrates - com imposições e restrições negociadas por este fulano e que condicionaram tudo o que foi feito depois? Agora diga-me quantos é que, em oito anos, no tempo do sr. António Costa arranjaram emprego, nomeadamente licenciados, sem ser nos supermercados? e ainda hoje é assim, e só não é pior por causa do "Bréxit" que estancou a saída de médicos, engenheiro e enfermeiros, agora com outros destinos ...A verdade é cruel e a realidade descobre-a até aos mais virgens e puris dos pensamentos ...
Lembrar que há bem pouco tempo este tribunal modelo metia água em todo o lado ...
ResponderEliminarOs 14% (CATORZE) dos votantes no candidato a PR, apoiado pelo governo. Hoje, estão todos aqui.
ResponderEliminarExcelente pergunta, pois a malta anda toda distraída com o "chega" e agora com o vento e chuva que curiosamente, cai........no inverno.
ResponderEliminarHaja paciência e foquem-se no que realmente interessa.
Bem haja pelo discernimento da questão.
ResponderEliminarÉ realmente uma chatice trabalhar com os pés húmidos enquanto outros têm a casa toda debaixo de água! É muita injustiça para os oficiais de justiça, eu incluído, há 34 anos!
Essa noticia não interessa!
ResponderEliminarInteressa é ter grau e carro de alta cilindrada
ehheeh
fantochada de tugas que se vendem à primeira oportunidade!
Afonso Henriques teria nojo do povo de hoje.
Não, não tenho.
ResponderEliminarTenho apenas o 9.ano.
A diferença é que a mim não me subiu à cabeça ...
Uns vão tratando da sua vida...por cá é tudo secreto. https://www.facebook.com/photo?fbid=1249931217291795&set=pcb.1249932370625013
ResponderEliminar13:28
ResponderEliminarExatamente. O resto é tanga. Conversa para boi dormir.
Para além de ignorante funcional, também és um ressabiado da pior espécie.
ResponderEliminarAqui se vê o prestígio da nossa classe, ou a sua inexistência ...
O resultado é o siadap já a partir do mês de abril, com efeitos já a partir do próximo ano de 2027.
ResponderEliminarEm breve saberemos mais detalhes.
O Antonovski Kosta deu cabo de Portugal e em breve dará cabo da Europa.
ResponderEliminarCom o camarada Antonovski Kosta "vai vir charters" carregados de indianos todos os dias para a Europa.
Entretanto o Che Guterres levou a ONU à falência e esta está em vias de desaparecer ...
Porreiro, pah!
14:39
ResponderEliminarEs mais um hipócrita
A classe está é mesmo cheia de gente ressaibiada por terem licenciatura e trabalharem com gente que no seu tempo só teve tempo e dinheiro para tirar o 9 ano isso sim!
ResponderEliminarFalta humildade a que estudou é o que se nota nesse discurso.
Palhaço
A mudança, sob a forma de reforma, está aí para lavar e durar.
ResponderEliminarO Governo vai decretar a requisição civil para a reconstrução do país de todos os que nos últimos tempos vêm defendendo medidas segregacionistas e pseudosecuritarias, já que não querem partilhar esses trabalhos com ninguém que não seja português de gema...
Ou seja, pelo menos 2/3 dos portugueses.