Vem aí um 4º período de férias judiciais especial para alguns municípios

      Ainda não está publicada a Lei, mas já foi aprovado em Conselho de Ministros, implementar uma suspensão dos prazos judiciais, idêntica ao período das férias judiciais, nos municípios localizados nas zonas abrangidas pela declaração de situação calamidade.


      Quer isto dizer que os prazos judiciais terão uma suspensão extraordinária em alguns municípios do país, algo que os Oficiais de Justiça terão de conhecer muito bem para poderem contar os prazos que, naquelas localidades, serão mais dilatados e diferenciados do resto do país; isto, claro está, se a proposta de lei que o Governo vai apresentar na Assembleia da República, passar tal crivo e ainda for promulgada pelo Presidente da República.


      Assim, é quase como se para aquelas localidades existisse uma dilação especial, como existe, por exemplo, para as regiões autónomas, só que não é propriamente uma dilação para contar, mas uma espécie de férias para não contar.


      Esta suspensão especial de prazos já existiu recentemente durante a epidemia da Covid19, no entanto, neste caso, aplicava-se a todo o país, o que tornava a sua aplicação mais fácil, dada a uniformização, agora, pelo contrário, aplicando-se apenas a determinadas localidades, e que são muitas, obriga a ter sempre presente uma lista em cima das secretárias.


      Vejamos quais são as localidades abrangidas pela situação de calamidade:


      Pelas Resoluções do Conselho de Ministros 15-B/2026, de 30JAN, e 15-C/2026, de 01FEV, foram declarados em situação de calamidade os seguintes concelhos:


      A) Especialmente afetados dentro da zona de impacto da ciclogénese explosiva: Abrantes, Alcanena, Alcobaça, Alvaiázere, Ansião, Batalha, Bombarral, Cadaval, Caldas da Rainha, Cantanhede, Castanheira de Pera, Castelo Branco, Coimbra, Condeixa-a-Nova, Constância, Covilhã, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Figueira da Foz, Figueiró dos Vinhos, Fundão, Góis, Golegã, Idanha-a-Nova, Leiria, Lourinhã, Lousã, Mação, Marinha Grande, Mealhada, Mira, Miranda do Corvo, Montemor-o-Velho, Nazaré, Óbidos, Oleiros, Ourém, Pampilhosa da Serra, Pedrógão Grande, Penacova, Penamacor, Penela, Peniche, Pombal, Porto de Mós, Proença-a-Nova, Rio Maior, Santarém, Sardoal, Sertã, Soure, Tomar, Torres Novas, Torres Vedras, Vagos, Vila de Rei, Vila Nova da Barquinha, Vila Nova de Poiares e Vila Velha de Ródão.


      B) Em razão da ocorrência ou do risco elevado de ocorrência de cheias graves: Águeda, Albergaria-a-Velha, Alcácer do Sal, Aveiro, Estarreja, Ílhavo, Murtosa, Ovar e Sever do Vouga.


      São, portanto, muitos municípios a considerar caso o diploma venha a contemplar todos estes declarados em situação de calamidade.


      Tal como fizemos durante a epidemia da Covid19, adaptaremos também o nosso calendário do Oficial de Justiça para este novo período de suspensão dos prazos, assinalando o período e inserindo toda a informação necessária, logo que seja publicado o diploma legal.


      Tanto a Ordem dos Advogados (OA), como o Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) tinham pedido ao Governo medidas e orientações especiais para as zonas afetadas e esta resposta do Governo, não só em relação à suspensão dos prazos, como outras medidas também tomadas, satisfaz, mas não plenamente, e, desde logo, não responde ao apelo urgente realizado pelo SFJ.


      Na nota informativa de 04FEV, o SFJ expõe os aspetos para os quais pediu medidas e esclarecimentos, não sendo conhecida resposta, ou sequer intenções, para resolver os problemas que afetam, naquelas localidades, os Oficiais de Justiça.


      Em relação à justificação de faltas, reclamou o SFJ que é necessário “garantir a aceitação de ausências motivadas por danos na habitação, falta de transporte ou necessidade de assistência urgente a familiares e dependentes”.


      Em relação à segurança remuneratória e disciplinar, reclamou o SFJ que é necessário “garantir a inexistência de quaisquer consequências negativas (remuneratórias ou disciplinares) para quem foi diretamente afetado por esta catástrofe, nas situações devidamente comprovadas”.


      E no que diz respeito à flexibilidade organizacional, reclamou o SFJ a necessidade de “garantir a adoção de critérios uniformes de gestão para evitar desigualdades entre tribunais das zonas afetadas e garantir uma resposta humana e justa”.


      De acordo com a nota informativa, o SFJ remeteu os pedidos de esclarecimento para "a emissão urgente de orientações clarificadoras para todos os tribunais", no passado dia 01FEV. Passados cerca de 10 dias, a urgência deu em ainda nada.


      Refere o SFJ, na mesma nota informativa que vimos citando, que "o nosso objetivo é o de, na sequência dos graves efeitos da depressão Kristin, garantir que nenhum Oficial de Justiça afetado sofra ainda mais penalizações do que aquelas que já sofreu por força da necessidade de tratar de situações urgentes decorrentes desta catástrofe", e a única resposta "urgente" que há é a do Conselho de Ministros com a suspensão de prazos.


      Expõe o SFJ na nota informativa que "o capital humano é considerado o ativo mais importante de qualquer organização, mormente de setores chave do Estado como é o da Justiça. Compete ao organismo que nos tutela – a DGAJ – demonstrar, nomeadamente em situações muito particulares como a que vivemos atualmente, que também é essa a visão que tem para os Oficiais de Justiça".


      Ora, como se verifica, desde logo perante a falta de resposta urgente, o tal "capital humano" representar "o ativo mais importante", poderá ser noutras e para outras organizações.


PM-LuisMontenegro-20260205.jpg


      Fontes: “Comunicado do Conselho de Ministros de 05FEV2026” e “Nota Informativa do SFJ”.

Comentários

  1. Um pouco fora do contexto mas aqui vai. 
    A designação “férias judiciais” é tão infeliz. Não houve uma alminha que se lembrasse de mudar? Que tal: Suspensão de prazos? 
    É que induz o povo em erro e o serviço só abranda no número de audiências porque o serviço urgente continua com a condicionante de sermos muitos menos a trabalhar já que é nesta altura que somos obrigados a tirar férias. 

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  2. Para  dgaj, mj e gestão  comarca, está  mais uma vez visto que oj é  merda
    Nem nesta situação  de catástrofe  tentam ser rápidos  a dar respostas
    Passados tantos dias e nada
    Ainda deve vir por aí  mais processo  disciplinar  por ter faltado por causa humanitária  consequente de catastrofe


    Ainda querem o meu respeito enquanto  oj?
    Governantes  e gestores  de merda
    Revolta é  o que sinto mais uma vez por essa gente

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  3. Ora aqui está  o articulista a desempenhar o seu papel. Por isso  bem haja!


    E deixe-se de apelos politicos como tem feito que só  lhe ficaram mal e nada têm  a ver com o papel valioso que tinha sido feito.


    Assim sim. 
    Obrigado  por ser informativo e não  politiqueiro!

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  4. Aqui sempre se dá informação e sempre se opina sobre a informação e vem sendo assim desde há já muitos anos. Nessa opinião, sempre se teve a mesma postura anti-fascistas, mesmo antes de haver seguidores do Ventura, porque este e seus seguidores não são os únicos tipos perigosos para a Humanidade. No entanto, para alguns, só agora perceberam que há muitos e muitos verdadeiros "portugueses de bem" que estão dispostos, cada vez mais, a denunciar toda e qualquer loucura fascista burra como a que atualmente infeta os seguidores do indivíduo. Continuaremos SEMPRE na mesma linha dos últimos anos, apesar dos mais recentes urros.

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  5. REvoltante mesmo

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  6. Olá bom dia a todos.
    Antes de mais dizer que é o primeiro comentário que hoje escrevo por aqui e lamento ter de o fazer pois que era bem evitável.
    Nestes tempos difíceis, parece haver indivíduos sempre dispostos a surpreendermos, pelas boas (mais escassas) e pelas más, ás vezes muito más razões (o que acontece amiúde).
    A «cultura do cancelamento» que funciona como se fosse um tribunal virtual virou moda e agora parece que ninguém a enjeita e todos lhe dão a mão, convivem muito bem com isso e sem qualquer peso na consciência.
    É deveras impressionante perceber que os queixumes vieram da ala mais à esquerda que, fustigada pelo seu radicalismo, se apressou a apregoar que estavam a ser cancelados - veja-se o caso ignóbil de Boaventura Sousa Santos e as denúncias de assédio moral e sexual, como era uma figura de esquerda nada do denunciado era verdade e tudo não passava de um esquema de cancelamento de desautorização intelectual e moral do visado. 
    Pois bem deixo aqui uma breve reflexão a esse grupo de pessoas que vive do wokismo apenas por conveniência e que se vitimiza de cancelamento ideológico e político: se responsabilizam o sr. Ventura por ostracizar os Ciganos, os Imigrantes, os Subsídio-dependentes, os políticos, etc., então e vocês que, precisamente, ostracizam aqueles outros - então onde é que fica a auto-censura.
    Eu, que nunca votei nessa personagem, completamente vazia de ideias, e que me considero moderado pois votei sempre ao centro (de direita ou de esquerda, como quiserem) e que não compro as pregações ideológicas e radicais do BE ou do Livre e muito menos do PC assim como daqueles que delas se aproximam - o comunismo ceifou tantas vidas como o nazismo e existem mais regimes autoritários e ditatoriais de esquerda que, por estarem fortemente armados, são perigosíssimos.
    Aceitem a crítica se quiserem mas se não deixarem de apelidar de burros quem é e pensa de forma diferente então eu pergunto-me onde está a vossa/sua inteligência se nem sequer conseguem ser tolerantes para com os outros.
    Sou anti-fascista e anti-comunista, assumo-o, mas compreendo muito bem o desagrado de todos os que apostam nos "certinhos do costume" e que reiteradamente "nos enganam" e há que admitir, por vezes, é preciso um sobressalto cívico para catalisar ou impulsionar as coisas.

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  7. Mister Oficial de Justiça
    continua burrro ao chamar burros
    Tenha vergonha e faça o seu trabalho
    Ou a esquerda paga-lhe?

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  8. Sou da terra da escritora Agustina Bessa-Luís cuja obra é marcada por uma dialética complexa entre o "eu" e o "tu" (o outro), frequentemente explorando a construção da identidade através do contraste, da ironia e do confronto com a alteridade. 
    A escritora fala da tensão entre inteligência e paixão, onde o "eu" se define muitas vezes na oposição ou na recusa de ser como o outro. 

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  9. Melhor pagasse. Como é óbvio não se trata de dinheiro, acredite, trata-se de convicções e que não são nem de direita nem de esquerda, mas de cima e de baixo; da liberdade cimeira e da pressão, em baixo, pelo peso da falta dela. É muito simples.

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  10. para 


    Fantástica descrição!!!
    Até diria que  me faz lembrar os  articulistas deste blogue de  outros tempos
     

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  11. Falou e bem de dialética, mas falaria também bem falando de Hegel!

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  12. Eu diria mais. 
    Este blogue terá passado por Penafiel em tempo de São Martinho. 

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  13. A prioridade agora é abrir concurso para escrivães.


    Quero chegar a escrivão antes dos 40 anos de idade!!


    E para isso conto com a minha enorme e valiosa experiência de fazer actas e a juntar papéis.


    Venha o concurso !!!

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  14. E o nosso estatuto e a revisão das injustiças da nova tabela salarial? Alguém sabe de alguma coisa?

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  15. Concordo e apoio a postura deste blogue em alertar para o perigo para a democracia que representa a ideologia xenófoba e fascista do Chega.
    Não se trata sequer de respeitar ou não quem pensa diferente, já que estes seguidores padecem na sua maioria de maturidade, literacia e consciência política, sendo simplesmente manipulados pelo que assistimos diariamente nas redes sociais e mídia.
    Resumindo, acho que o alerta deve ser feito, mas por outro lado todos os comentários Cheganos que por aqui andam devem ser simplesmente ignorados e dar-lhes o tratamento que merecem, o DESPREZO!
    Por outro lado, caso haja ilegalização do Chega pelo TC,  penso que haverá fundamento para despedimento com justa causa dos tribunais em determinados casos, mas isso é para outros palcos.
    A seu tempo se verá.
    Agora é deixá-los chafurdar na levedura.

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  16. Apenas quis dizer que nós não somos como nos vemos ao espelho, somos acima de tudo o encontro da forma como os outros nos vêm e a forma como nós nos vemos a nós próprios, muitas vezes por contraste com os outros, por isso a exigência do respeito pela diferença.
    Voltando à questão e dando o exemplo absurdo (é por esses exemplos que melhor demonstramos o que queremos dizer):
    - imaginem que o sr. Ventura que postou em cartazes que os Ciganos têm de pagar impostos, dissesse - o que não disse - que eram burros! Qual seria a reação do autor do texto do blog? Imagina-se.
    - agora digam se chamar burros a quem votou - e, repito, não foi o meu caso - naquela personagem (e foram pouco menos de dois milhões de pessoas) não se aproxima um pouco daquela atitude desprezível e desqualificada de ostracizar determinada etnia.
    É que a descriminação é válida em todos os sentidos e ninguém deve esquecer a força do voto que acredito terá sido em 90% dos casos por reação ou protesto, para provocar um sobressalto cívico e para que os responsáveis pela governação assumam a direção deste país e façam o que tem de ser feito pelo povo e não apenas servir-se do cargo para se servirem, os seus interesses e das suas gentes.
    Será preferível usar outro termo ou adjetivo qualificativo, até pela bússola moral que parece não existir (começando desde logo pela pena de morte ou perpétua que defendem, pela castração química, o que vale o mesmo que os Chineses e alguns líderes religiosos de países árabes fazem - a amputação da mão como punição por roubo é uma pena prevista na interpretação tradicional da Sharia (lei islâmica) - pela postura que muitos consideram misógina, xenófoba, etc., enfim a lista é interminável).
    Acho que alguém que acredite verdadeiramente naquele grupo de pessoas liderado pelo sr. Ventura poderá não estar na plenitude das suas capacidades mas todos os outros que votaram apenas pelo protesto eu sou daqueles que o aceito e até por vezes arrependo-me de não o ter feito e só não o fiz porque poderia haver muitos a pensar como eu correr-se o risco daquela pessoa poder ocupar efetivamente o lugar a que se propunha.
    Mas os trinta e tal porcento já chegará para assustar a classe política que popula entre lugares governamentais ou em instituições do Estado e sempre para se governarem e cada vez menos para governo do povo.
    Querem uma forma de acabar com os adeptos do Chega, é simples, façam as reformas e tomem as decisões que deve ser tomadas, com coragem e atitude mas também a devida explicação e tudo correrá muito bem.

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  17. Desculpe!?
    Mas o Colega agora quer implementar uma espécie de PIDE, uma espécie de perseguição às fações opositoras - por mais ridículas que elas sejam - como o fizeram os regimes autoritários (de Lenine, Estaline, Hitler, Pinochet, entre outros, e mais recente, Kim Jong-un na Coreia do Norte, Maduro na Venezuela, o regime sírio de Bashar al-Assad, no Irão, na Arábia Saudita, ...).
    O Colega não se encontrará bem de saúde, terá uma patologia série ou padecerá de uma enfermidade intelectualmente incapacitante.
    A melhor forma de desacreditar este grupo liderado pelo sr. ventura é responder às necessidades do povo e não impor-lhe ideologias da treta ou doutrinação típica de países terceiro-mundistas que não respeitam os direitos fundamentais - e o maior deles é o direito à diferença.
    Eu não concordo com o que propõe. Com efeito, a perseguição leva à clandestinidade - aquela outrora advogada e praticada pelo PC, motivada pela perseguição política do regime Salazarista - quase que levava este país a uma guerra civil, no pós 25 de abril, pois havia gente disposta a fazê-lo (e já agora era conveniente falar daquilo que era feito às mulheres na dita clandestinidade, tratadas como objetos entre outras coisas .. mas isso não interessa ao caso agora).
    O Colega não terá mais que pensar ? em coisas que sirvam o povo e a sua liberdade, por exemplo!

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  18. Vai sonhando....

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  19. E alguém, para além de si e de mim, quer saber disso?


    O que interessa à superior casta de OJ mais uns poucos milhares de euros?!!!


    O problema é que uma boa parte de nós são de tal maneira estúpidos, que olham para tudo, até o que não lhes diz respeito, não querendo saber daquilo que mexe directamente com as suas vidas,


    Como por aqui alguém diz - Só temos o que merecemos!

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  20. Antonio Silva10/2/26 15:23

    Pois é, imagino que a tutela estivesse muito ocupada, tão ocupada que nem se apercebeu que a situação, de calamidade, reclamava uma atitude diferenciada que inicialmente não teve.







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  21. Há muito que o trabalho dos antigos auxiliares deixou de ser apenas atas e juntar papéis.
    Que comentário mais idiota.
    Tanto medo de fazer uma prova com quem apenas "juntou papel e fez atas". Deve querer dizer alguma coisa.
    Olha para o lado e vê que é superior hierárquico de... Ninguém.
    Fica frustrado...

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  22. Óh camone das 13h06m.


    Tu vens de onde?... Cheiras a Auxiliar com Diploma barato... Em direito, pois isso é conversa da treta e vens para aqui gozar com os que cá estão , que fazem o seu trabalho e bem...nomeadamente actas juntar papeis e ter ainda de ensinar a asininos armados em doutores da mula russa, que urram por todo lado... Como é o TEU CASO. 
    Para Ti é só para Ti "Vai para as Caldas..." 

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  23. Concordo !!
    E cada vez mais acho que apenas mediante um teste psicológico e de cultura geral, nomeadamente de história política do século passado e história da humanidade, sociologia e economia, poderia haver gente a votar !!
    Cretinos NÃO DEVEM ter a mesam voz que pessoas informadas. 

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  24. sim sim e continuemos moderados...ou seja mansos...!

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  25. O seu comentário diz tudo sobre si
    Saiba que foi o 25 de abril que acabou com o voto censitário e nessa época a maioria das mulheres não possuía estudos ou estava informada - isto segundo aqueles que não queriam que votassem - a sua opinião é típica do mais ignorante dos ignorantes, que são aqueles que julgam saber tudo e a final nada sabem.
    Eu, que nunca votaria no partido do sr. Ventura não posso e nem devo censurar aqueles que, porque desprezados nos sucessivos governos, estão fartos da mesma vida de m.r.d., do mesmo rame rame.
    Mas para si o importante é lutar contra o fascismo, pelo menos aquele que vê ou quer ver no Ventura e no seu partido da treta, e até poderá ser assim, mas esquece-se do mais importante é que a luta contra o fascismo, o totalitarismo e o radicalismo faz-se resolvendo os problemas das pessoas.
    Espero que um dia perceba que o que diz é muito semelhante áquilo que diziam os fascistas dos seus opositores.

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  26. Questione me tantas e tantas vezes o que se faz nos órgãos de gestão. Tudo lá tem...tudo é pedido às comarcas. Será que não percebem que existem secções com menos pessoal do que na gestão. Mandar também eu sei...! Gostava mesmo de saber o que lá se faz. É uma vergonha.... cambada de tudo dizem saber mas quando se liga ninguém sabe de nada. 

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  27. Órgãos de de gestão foram taxos criados para magistrados e afins e para serem carrascos!
    Paga orçamento.

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  28. Os comentários do colega Silva são dignos de gravação, muito bons e certeiros, não vejo ninguém por aqui   comentar a verdadinha dura e crua

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  29. 👎👎🥶

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