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Ausência de conclusões do Plenário do SOJ em Famalicão

      Na quinta-feira passada (14MAI), por iniciativa do Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ), realizou-se um plenário de Oficiais de Justiça no núcleo de Vila Nova de Famalicão. A reunião continha uma ordem de trabalhos inédita que passava pela análise de denúncias de eventuais “práticas de assédio moral, má gestão de recursos humanos e ilegalidades no funcionamento dos serviços”.

      Através do nosso artigo do passado dia 14MAI, com o título: “SOJ convocaPlenário para hoje à tarde em Famalicão”, divulgamos a iniciativa do SOJ após recebimento neste Sindicato das denúncias que configuram aqueles três aspetos gravíssimos que, segundo dizem os Oficiais de Justiça de Vila Nova de Famalicão, estarão relacionados com “pseudolíderes”, como são classificados Oficiais de Justiça em alguns cargos, acrescentando que têm “falta de capacidade, competência e conhecimento para exercer funções de responsabilidade”.

      Daquilo que pudemos apurar, a reunião foi dirigida pelo presidente do SOJ e teve bastante adesão, contando-se mais de 30 Oficiais de Justiça daquele núcleo.

      O presidente do SOJ começou por abordar os acordos que assinou, tentando justificar a atitude, o que ocupou grande parte do tempo reservado para o plenário, que era de duas horas.

      Na parte final da reunião foram então abordadas as questões do assédio, má gestão e ilegalidades, tendo ficado os participantes na dúvida se haverá ações subsequentes por parte do SOJ.

      Perceberam os participantes que o presidente do SOJ era da opinião de que, realmente, existiam ilegalidades, em relação a acontecimentos naquele núcleo, mas sem conclusões votadas pelos presentes, designadamente, para ações subsequentes.

      Dada a gravidade dos assuntos anunciados, os Oficiais de Justiça desejam que o SOJ preste esclarecimentos cabais sobre o que colheu da reunião e das denúncias, uma vez que tais assuntos interessam, e muito, não só aos Oficiais de Justiça do núcleo de Vila Nova de Famalicão, mas a todos os Oficiais de Justiça do país, pois tais problemas não se verificam apenas ali.


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