Ministério da Justiça já tem novos mapas de pessoal da 1ª instância
O Ministério da Justiça acaba de anunciar que a recolha de opiniões sobre os novos mapas de pessoal Oficial de Justiça e dos demais Funcionários de Justiça está concluída, pelo que, em breve, deverão ser conhecidos tais mapas para as secretarias dos tribunais de 1º instância.
Quem foi ouvido?
O Ministério da Justiça apresentou a sua proposta e ouviu a Procuradoria-Geral da República (PGR), o Conselho Superior da Magistratura (CSM) e o Conselho Superior dos Tribunais Administrativos e Fiscais (CSTAF).
A proposta do Ministério da Justiça está «sustentada por um trabalho técnico levado a cabo pela DGAJ: um estudo sobre o número de oficiais de justiça efetivamente necessários em cada serviço e tribunal, construído a partir da análise do volume processual do último triénio e das funções exercidas em cada área processual. As suas conclusões permitirão projetar mapas de pessoal ainda mais próximos das realidades de cada comarca.», lê-se na pequena nota informativa divulgada no Instagram do Ministério da Justiça.
Assim, o estudo da DGAJ dá sustentação à proposta que o Ministério da Justiça apresentou à PGR, ao CSM e ao CSTAF, colhendo a opinião destes sobre a tal proposta.
Na nota do Ministério da Justiça constam ainda as seguintes considerações:
«As secretarias dos tribunais são estruturas essenciais para o funcionamento do sistema judicial. Um mapa de pessoal adequado às realidades de cada comarca é condição para uma resposta mais eficiente aos cidadãos.
Três encontros, um objetivo: garantir que a proposta reflete as necessidades reais de quem faz a justiça funcionar todos os dias.
Esta proposta foi construída com escuta. Será implementada com critério.»
Fonte: “Ministério da Justiça”.

Quando é que os maiores interessados (OJ’s) teriam conhecimento dos novos quadros?
ResponderEliminarEntão os sindicatos não contaram para a equação. Mas não podemos esperar do que um quadro super reduzido à espera que os carolas pouco inteligentes continuem a trabalhar até cairem ao chão e esperar que INEM chegue a tempo. Quando as cabecinhas pensantes dos governos pensarem que é só implantarem botões electrónicos no programa e que basta um dedo numa secção para tudo funcionar já podemos perver o futuro...
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