SOJ convoca Plenário Nacional para 15JUL
O Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ), convocou para o próximo dia 15 de julho, um Plenário Nacional a realizar em Lisboa.
A participação neste Plenário pode ser feita presencialmente ou a distância através da plataforma “Teams”, assim permitindo a participação de todos os Oficiais de Justiça que não possam comparecer em Lisboa.
Desta forma inovadora, todos os Oficiais de Justiça podem participar no Plenário Nacional, sem necessidade de se deslocarem a Lisboa e estando, obviamente, dispensados do trabalho para poderem participar ou assistir ao Plenário, o que poderão fazer, por exemplo, desde os seus domicílios.
Relativamente ao controlo das presenças, o SOJ informa que vai divulgar em breve uma minuta para que os interessados em participar possam informar os serviços e também o Sindicato da sua vontade de participar no plenário.
Aos que não possam participar presencialmente será enviado, pelo SOJ, uma ligação (link) de acesso à reunião.
Refere-se que será efetuado um registo das presenças (seja pela participação presencial ou por videoconferência), para efeitos de justificação das ausências ao serviço.
Na nota informativa, o SOJ informa ainda que o Plenário será aberto à comunicação social, durante um determinado período limitado, para possibilitar a recolha de imagens e de áudio, mas garantindo também que todos possam falar, abertamente, sem quaisquer constrangimentos, entre colegas.
A Convocatória já foi enviada para a Direção-Geral da administração da Justiça, desta forma criando este Sindicato as ditas “condições” que anunciara, “nos termos legais, para que todos os Oficiais de Justiça participem, exceto, e desde já o nosso lamento”, lê-se na nota informativa, “exceto aos que assegurem, por imposição legal, pois assim o determina a legislação vigente, serviços de natureza urgente e essencial.”, isto é, haverá sempre alguém que terá que assegurar esses serviços de caráter “urgente e essencial”, uma espécie de serviços mínimos, podendo todos os demais participar plenamente no Plenário.
Conclui a nota do SOJ da seguinte forma:
«É tempo de cada um de nós assumir se apoia quem nos destrata (Governo) ou estamos do lado de quem nos representa, unidos, pois somos todos Oficiais de Justiça.»
Veja mais informação na Convocatória cuja imagem encontra já a seguir.

Fonte: “SOJ-Info”.
Muito bem!!
ResponderEliminarBoa iniciativa.
É necessário deixar claro o descontentamento.
ResponderEliminarSr.s administradores deste blogue, podem informar onde consultar e obter informação sobre os destacamentos que estão a ser feitos para Madeira e Açores como referido em comentários na publicação do dia de ontem?
Até fico doente com estas situações, vai levar mais 3 anos de baixa médica (máximo que poderei gozar) até tentar esquecer, depois quem sabe volto para o trabalho.....
EliminarFaz muito bem, outros idiotas ingénuos cá estarão todos os dias a vergar a mola, criando assim sustento para si e para outros que tais.
Eliminar
Eliminarcriando sustento para os governantes e outros de colarinho branco. Isso é mais preocupante que as baixas do mexilhão
Obrigado
ResponderEliminar
ResponderEliminarSr Administrador do blogue, alí apenas aparecem os pedidos feitos.
Onde consultar publicação da lista de destacamentos efetivados?
Acha mesmo que essa lista é/será publicada?
EliminarEntão se apagaram os pedidos de destacamento como se nunca tivessem existido (a título de exemplo, um pedido para Porto Santo e outro que incluía o TAF Funchal), e se ainda estão os requerimentos de movimento a ser analisados, não existindo sequer um projeto, e mesmo assim supostamente estão destacamentos a ocorrer, o que não é nada transparente, acha mesmo que...?!
A ser verdade, é vergonhoso.
ResponderEliminarBravo SOJ!
Mais uma medida avulsa desprovida de planeamento, e trabalho. Na senda do SFJ.
ResponderEliminarUma prova de vida
Mais uma fisgada sem qualquer efeito prático, para além de antecipação de férias e fim de semana
Se queremos ser tidos como sérios, temos que agir como tal
Colega sugira algo prático ou vai ficar-se pelas fisgadas do bota a baixo?
EliminarPlano estruturado e apresentado com diversas medidas de luta, a serem tomadas conjuntamente e com agravamento das mesmas consoante a tomada ou não de posição por parte da tutela.
EliminarExemplo: greve mensal (com trabalho ás terças e quintas para fugir aos serviços mínimos); acompanhada de greve de zelo e greve ao serviço fora de horas.
Contrato e publicidade com uma empresa de advogados conceituada parta intentarem as acções (providências cautelares) necessárias para acabar com o trabalho escravo fora de horas e não remunerado, assim como disponibilidade permanente não reconhecida; envio de exposições a comentadores televisivos, re3dações dos média,. etc, dando conhecimento da realidade do nosso dia a dia, exigencias e tratamento por parte da tuitela.
Como vê colega, em 10 minutos, dei algumas ideias. O problema é hnão haver quem as queira ver, ou sequer pensar nelas. Dá muito trabalho, como já disse, E REPITO.
Em aditamento ao anterior comentário quero ainda frisar que:
Eliminar- Há quem ainda tenha esperança de vir a ser nomeado acessor ou chefe de gabinete e a afronta á tutela, para essas pessoas, não compensa. Tenho dito, espero que compreendam.
ResponderEliminarEntão se houver alguém interessado na vaga e a mesma já não vai a concurso no movimento, pelo facto de ter sido preenchida por destacamento, quem se sinta prejudicado como faz?
Os sindicatos fazem o seu papel, que não é nem nunca será de representação dos oficiais de justiça (isso é uma utopia), o papel dos sindicatos é enganar os associados, dando sempre aquele ar que são contra e que estarão na luta, essa luta que sabemos que é uma luta vazia e perdida, mas a culpa nunca será dos sindicatos, será sempre dos trabalhadores que não se mobilizaram em circos, caravanas da justiça, convívios de leitão, greves parciais, plenários que não são mais que arraiais (este até no último dia), etc... A verdade (e a mim não me enganam) é que estes sindicalistas revêm-se numa lógica retrógrada: de que só existe sindicato se os trabalhadores estiverem mal e quanto mais mal estiverem mais força tem o sindicato. Por isso não interessa conquistar nada, interessa sim que todo mal paire sobre o of. justiça, para que contra o mal se lute avivadamente. Por isso não urge pressionar o governo para que haja promoções ou admissões urge sim pressionar até que seja aprovado um estatuto inconstitucional e que irá destruir a carreira, pois aí o sindicato terá toda a importância nas lutas que se avizinham depois de tudo perdido. E a culpa será sempre dos trabalhadores que não se mobilizaram para as lutas suicidas dos sindicatos. O Costa e C@ agradecem...
ResponderEliminarPoderia ter assinalado que o post é de uma agência do governo. Pelo menos ia parecer mais sério.
Eliminar
EliminarO que importa mesmo é o nivel 3, 4, 5,
Agência do governo são os ditos sindicatos
Eliminar