Um antigo parecer da PGR

      Hoje vamos recordar um Parecer do Conselho Consultivo da PGR relativo ao pagamento emolumentar da participação em custas cobradas que os Oficiais de Justiça chegaram a receber como compensação pelo trabalho suplementar. Sim, houve um tempo em que se ganhava à percentagem nas custas, em complemento ao vencimento.


      As conclusões do Parecer da PGR apontavam para a necessidade do Governo legislar sobre isso, caso entendesse compensar os Oficiais de Justiça, porque a legislação em apreço já não o permitia.


      Todos já adivinharam como é que a coisa acabou.


      E se fosse hoje? E se se reativasse isto?


      Das conclusões do Parecer realçamos a primeira, que diz assim:


      «O Governo tem liberdade de escolha da forma adequada aos atos que pretenda praticar, contanto que não utilize forma menos solene do que a prescrita na Constituição e na lei.»


      Quer isto dizer o óbvio: que o Governo, em toda a sua dimensão (ministérios, direções-gerais, conselhos de gestão, etc.), tem liberdade de escolher a forma que julgue adequada de proceder em relação ao que quer que seja, no entanto, essa liberdade tem limites e esses limites estão prescritos na Constituição e na lei.


      Ora, no que se refere aos Oficiais de Justiça todos sabemos que essa liberdade de escolha tem sido usada muitas vezes, vezes demais, de forma completamente abusiva, e não de forma esporádica, como se fosse um acidente, pelo contrário, pois contém muito pouco de acidental e muito de propositado, tal como aqui temos vindo a relatar desde há demasiados anos.


      Pode aceder ao extrato deste parecer aqui citado através da seguinte hiperligação: "Parecer PGR DGSI".


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Comentários

  1. os emolumentos é que faziam a diferença entre os vencimentos dos lugares de oficial de justiça dos nucleos cheios de trabalho aos juizos de proximidade.

    mas o Marçal não percebe nada da profissão

    como vai discutir assuntos especificos da nosssa atividade

    se não sabe trabalhar (ou muito pouco)

    deve pedir a demissão

    ou a cgtp não o apoiar

    O Carlos Almeida deveria começar a reconsiderar abandonar a liderança do "seu" sindicato.

    Muito tempo par a reconstrução e

    resultados: muito poucos

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  2. O SOJ é como o CHEGA, um sindicato de um homem só, que conquistando os seus objetivos depressa se desvanece na sua falsa luta.

    Dizem - os sindicatos - que lutam por nós, por melhores condições de trabalho, quando nos fazem lutar por eles por aquilo que eles negoceiam às escondidas.
    Propagandeiam a revisão do estatuto, nomeadamente remuneratório, a reforma diferenciada - e muito bem - mas o que verdadeiramente conseguem com a sua inércia ou complacência é uma arbitrariedade generalizada na ocupação de cargos de chefia.

    Agora, imagine-se, querem regressar ao modelo do EFJ que permitia converter cargos de chefia ocupados em regime de substituição em ocupação efetiva ao arrepio das elementares regras de concursos, com prestação de provas em exames gerais.

    Somos otários.

    Se repararmos foi sempre com o partido do atual governo, do PS, que se regrediu e perdeu direitos incluindo a parte emolumentar dos vencimentos.

    É preciso mudar, é preciso mudança!

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  3. Um país de injustiças, uma sociedade insatisfeita e políticos incapazes de apresentar soluções.

    Vivemos momentos inéditos com políticos ineptos, há uma insatisfação generalizada.

    Nas estruturas que nos representam vive-se o mesmo, uma promiscuidade, negociatas pouco claras e por aí fora.

    Não era a despropósito que a ministra da justiça falava das reformas diferenciadas, pois que o SFJ a nós falava-nos de revisão da carreira, de melhores condições remuneratórias, de melhores condições de trabalho, da valorização e requalificação, quando nas reuniões o que era priorizado era a reforma.

    A prioridade deveria ser todas as outras para chegarmos á idade da reforma em condições de usufruir. Mas sem esquecer que deveria existir diferenciação.

    Esta diferenciação foi abolida pelo senhor Sócrates sem uma reação enérgica do SFJ e vai continuar com os Costistas e Pedro Nunistas ...

    Mudar, é preciso!




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  4. Os melhores de nós demitem-se, procurando outras profissões, os outros reformam-se. Os que ficam, cada vez menos interessados pela " função ", e mais preocupados com a sua vidinha, a sua " bolha" perde oxigénio a cada dia que passa e as células cinzentas vão morrendo - o serviço vai ficando decadente como um demente vai perdendo capacidades.

    Para tratar a doença, há muito diagnosticada, querem que sejamos tratados pelo mesmo médico - uma equipa do partido socialista manifestamente inepta e sem soluções para a justiça.

    Nos últimos 8 anos implementaram o programa justiça+ mais próxima que apenas serviu para mais lugares de magistrados com cada vez menos funcionários e para agrado dos autarcas locais - o balcão+ mais, é uma autêntica desilusão, só funciona nos grandes tribunais.

    O balcão eletrônico avança muito devagar e a interação das plataformas das polícias com as dos tribunais parou no tempo.

    É chegada a hora da mudança...e fazê-lo com coragem é a prioridade!

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  5. Era à peça é verdade. Acabaram na altura em que entrei para os tribunais. Não era por acaso que nas Conservatórias todos queriam ir para os registos automóveis.

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  6. Por isso voto CHEGA

    Só perde quem tem e eu cpmo oj, nada tenho a perder com a situação a que chegou a profissão.
    E não, não me venham com a conversinha de xenófobo ou radical. Simplesmente já estou a ir ao banco alimentar e não tenho medo das críticas.

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  7. DN:
    Ex-Procurador-geral da República
    "...O procurador-geral da República, José Cunha Rodrigues, diz que é necessário uma “explicação pública, cabal e urgente” sobre envio de mais de 200 elementos da Polícia Judiciária para a Madeira num avião militar para a realização de buscas.

    "Considero que o envio simultâneo para uma Região Autónoma de centenas de inspetores da Polícia Judiciária, em aviões militares, para a realização de buscas e a deslocação prévia de órgãos de comunicação social não podem ser justificados por motivos comuns de natureza processual e transparência, e exigem uma explicação pública, cabal e urgente. É aquilo que posso dizer", afirma em declarações ao ECO..."

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  8. Ir ao Banco Alimentar é porreiro, também estou a pensar ir, sempre dá para as raspadinhas.

    Com o Chega o Banco Alimentar acaba porque já não é preciso, ou porque acabam as raspadinhas ou porque ficam todos ricos.

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  9. E na mesma publicação, pode-se ler ainda:

    "Segundo José Cunha Rodrigues, "há regras da democracia e do Estado de direito que não se circunscrevem a conceitos formais e que exigem substância. Isto é, que respondam a imperativos e a razões que são comuns a democracias liberais".

    Também o antigo procurador-geral da República, José Souto Moura, mostrou-se “surpreendido” com todo este aparato, lamentando "a ocorrência de mais uma violação do segredo de justiça".

    "O facto de estarem lá jornalistas do continente significa que houve uma violação do segredo de justiça", diz igualmente em declarações ao ECO"

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  10. É o showof e o regabof ...

    País de mafiosos ...

    Não há vergonha ...

    Há dias com a demissão do Costa, o MP tinha de ser reformado dizia o grupo coral socialista, agora querem o mesmo tratamento pelo PR quando defendiam a continuidade do governo do PS ...

    É preciso ter lata.. já não há valores a defender, vale tudo, um dia destes prometem a virgindade das prostitutas desta vida ...

    Somos otários

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  11. Mais pobres será dificil.
    Também se já passamos por duas ou bancas rotas. Que venha mais uma.

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  12. Procuradores que nada fizeram, foi só mamar altos ordenados e mordumias e agora quixam-se.
    País da treta.
    Até houve uma persinagem em tempos que disse que em Portugal não havia corrupção.

    Hahaha
    Heheheh

    Morram todos bem longe

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