O Programa para a Justiça do Bloco de Esquerda BE
Começamos esta semana uma ronda e síntese pelos partidos políticos que concorrem às eleições legislativas em curso. Na segunda-feira abordamos os partidos políticos que atualmente não detêm representação parlamentar e na terça-feira iniciamos a abordagem aos programas dos partidos políticos e coligações que detêm atualmente representação parlamentar.
Nos próximos dias, e até ao último dia de campanha eleitoral, vamos apresentar os programas eleitorais dos 8 partidos com assento parlamentar na atual legislatura, concorrentes a estas eleições legislativas cuja votação ocorre no próximo dia 10MAR, na parte que disser respeito aos Oficiais de Justiça ou à justiça em geral.
Este é o foco: esmiuçar os programas naquilo que puder interessar aos Oficiais de Justiça.
Cada dia apresentamos um dos 8 partidos ou coligações, sendo apesentados por ordem alfabética da sua denominação.
Depois de no dia 26FEV termos apresentado uma síntese relativa aos 10 pequenos partidos e coligações sem representação parlamentar, a ordem das apresentações dos demais é a seguinte:
– Aliança Democrática AD (27Fev)
– Bloco de Esquerda BE (hoje)
– Chega CH
– Coligação Democrática Unitária CDU
– Iniciativa Liberal IL
– Livre L
– Partido Socialista PS
– Pessoas, Animais e Natureza PAN
Os eleitores que forem votar decidirão por si e também pelos que não forem votar ou que votam em branco ou que anulam o voto. Seja qual for o número de votantes, abstencionistas, votos brancos ou nulos, serão sempre os votos válidos, e apenas estes, que decidirão a composição da nova Assembleia da República, isto é, serão os votantes que elegerão os 230 deputados que representarão todos os portugueses, mesmo os que não querem saber disto para nada.
Em cada circunscrição eleitoral (distrito) os eleitores desse círculo eleitoral elegem os candidatos das listas desses distritos. Apesar dos portugueses verem por todo o país e na televisão os representantes dos vários partidos, serão poucos a votar realmente neles, uma vez que só os eleitores dos círculos pelos quais eles se candidatam poderão votar nesses e não o resto do país.
Por exemplo: o secretário-geral do PS, Pedro Nuno Santos, concorre por Aveiro, pelo que só os residentes no distrito de Aveiro podem votar nele, todos os demais, por mais que votem no PS, nunca votarão nele, votarão noutros, nos candidatos do seu próprio distrito.
Como dissemos, estas eleições destinam-se a eleger os 230 deputados na Assembleia da República e não, propriamente e diretamente, um primeiro-ministro.
Postas estas explicações elementares, que ainda não são claras para todos, passemos ao programa de hoje.
Portanto, hoje, continuamos a abordagem aos programas políticos, com o Bloco de Esquerda (BE). Verificamos o programa deste partido, naquilo que para aqui nos interessa, tendo constatado o seguinte:
No ponto 14 do programa o BE aborda a justiça e fá-lo nos seguintes termos:
«O acesso à justiça é um dos principais problemas em Portugal. A morosidade e as custas judiciais são obstáculos que fazem com que exista, de facto, uma justiça para ricos e outra para pobres.
Nada disto se alterou com a maioria absoluta do PS. Pelo contrário, a desvalorização dos oficiais de justiça ou a recusa de propostas para eliminar custas judiciais ou alargar o apoio judiciário apenas perpetuam a injustiça.
O Bloco propõe um novo paradigma: um Serviço Nacional de Justiça assente nos princípios da gratuitidade no acesso, da proximidade dos serviços de justiça e dignificação dos seus profissionais.
O acesso ao direito, aos tribunais e à justiça deve ser garantido universal e não pode ser negado a ninguém por insuficiência económica. Infelizmente é isso que acontece.
A governação do PS na área da Justiça demonstrou uma inequívoca falta de vontade política para alterar este cenário. Bastando-se com anúncios de modernização tecnológica e de negociação com os profissionais do setor que não passaram disso mesmo, a política do governo falhou no essencial: na correção de um sistema de Justiça que dificulta a defesa dos direitos das pessoas com mais baixos rendimentos e que não trata condignamente os seus profissionais.
O PS, tal como a Direita, não vê o acesso universal à justiça como um direito básico num Estado de Direito democrático nem como uma prioridade, mas sim como um serviço caro e que deve ser pago.
A degradação de infraestruturas, o desrespeito pela dignidade profissional de quem trabalha na justiça, desde os tribunais às conservatórias, dos estabelecimentos prisionais à reinserção social e às forças de segurança, e, em geral, a uma inaceitável seletividade material da Justiça são um legado crítico da governação do PS.
Esta degradação estende-se às condições do sistema penitenciário. Confrontado com uma taxa de encarceramento e uma duração média das penas de prisão muito acima das médias europeias, o governo não conseguiu qualificar o parque prisional, nem conferir centralidade à reinserção social, deixando na gaveta o relatório por si mesmo elaborado com uma programação de intervenções e de reforço dos quadros de profissionais para a década 2017-2027.
É preciso traduzir também na Justiça a centralidade que os serviços públicos têm no nosso modelo constitucional de democracia.»
Depois desta introdução, o BE passa a elencar as suas propostas, iniciando as mesmas pelas que dizem respeito a “um acesso universal à Justiça”:
→ “Elaboração de uma Lei de Bases da Justiça que consagre um Serviço Nacional de Justiça assente nos princípios da gratuitidade no acesso, da proximidade dos serviços de justiça, orientação do sistema de execução de penas pelo primado dos direitos humanos e da ressocialização, e dignificação das carreiras dos/as profissionais do sistema de Justiça;
→ Redução generalizada das taxas e custas processuais, nomeadamente, isenção de custas em ações por acidente de trabalho, fim das custas de parte em processos de trabalho, alargamento da capacidade jurídica das comissões de trabalhadores em empresas com mais de 250 trabalhadores, incluindo isenção de custas para defesa dos interesses individuais e coletivos dos trabalhadores;
→ Alargamento dos critérios para a atribuição de apoio judiciário para que todas e todos os cidadãos possam ter acesso à justiça;
→ Dignificação do sistema de execução de penas, criando condições para que a reinserção social deixe de ser desvalorizada e retomando a dinâmica interrompida de aplicação de penas alternativas à de prisão para a pequena criminalidade; requalificando o parque penitenciário e procedendo à contratação dos profissionais necessários, nos termos assumidos no Relatório “Olhar o futuro para guiar a ação presente – 2017-2027”; pondo fim ao entendimento das prisões como “offshores” de legalidade, fazendo cumprir direitos tão básicos como o apoio jurídico aos reclusos, a instalação em celas individuais dignas ou a saúde em todas as suas valências;
→ Criação de um julgado de paz por município, ou por agrupamento de municípios, cuja população seja igual ou superior a 50 mil habitantes.”
Relativamente às propostas que dizem respeito aos profissionais da área da justiça, consta o seguinte:
→ “Revisão da tabela de honorários dos/as profissionais afetos/as ao sistema de acesso ao direito e aos tribunais. O Bloco de Esquerda bater-se-á pela urgente adoção de uma nova tabela de honorários dos/as advogados/as pelos serviços prestados no âmbito do sistema de acesso ao Direito e aos tribunais, sustentada numa nova base de cálculo e alterando os montantes devidos pelos diferentes atos processuais praticados nesse contexto;
→ Integração da Caixa de Previdência dos Advogados e Solicitadores na Segurança Social. Milhares de advogados e advogadas continuam sem proteção social, o que, aliás, ficou bem patente durante a pandemia. O Bloco de Esquerda continuará a bater-se para que a CPAS seja integrada na Segurança Social, com a garantia de que quem descontou durante toda uma vida para a CPAS não é prejudicado;
→ Recusa das restrições impostas pela Ordem dos Advogados no acesso à profissão. A decisão da Ordem de fazer depender o acesso à profissão de advogado do grau de mestre revela uma orientação restritiva que, sendo errada em si mesma, é agravada pela evidente carga de discriminação socioeconómica que envolve. O Bloco de Esquerda continuará a opor-se, como já o fez, a esta medida;
→ Respeito pelos direitos dos oficiais de justiça, através de uma revisão do respetivo Estatuto que sirva à justiça e aos seus profissionais, nomeadamente que preveja a inclusão do suplemento de recuperação processual nos 14 meses de vencimento, com efeitos a 1 de janeiro de 2021; a abertura de concursos para acesso a todas as categorias; o preenchimento integral dos lugares vagos e da regulamentação do acesso ao regime de pré-aposentação;
→ Dotação do Instituto de Registos e Notariado dos meios humanos indispensáveis para a garantia de um serviço público de qualidade. Para isso é necessário: 1) Abertura de recrutamentos externos adequados às reais carências de pessoal nos serviços; 2) Revisão do sistema remuneratório; 3) Regulamentação em falta dos prémios de desempenho e produtividade; 4) Atualização urgente dos meios técnicos afetos a este serviço;
→ Recrutamento e revisão das carreiras técnicas da DGRSP. As funções exercidas por técnicos profissionais de reinserção social, técnicos superiores de reinserção social e técnicos superiores de reeducação assumem uma importância fundamental para a prevenção da criminalidade e integração social de adultos e jovens. Para além da falta crónica de recursos humanos – não colmatada com as insuficientes vagas abertas em concursos recentes – verifica-se que, apesar da missão em causa e da especificidade das funções inerentes, até hoje a carreira profissional não foi revista nem regulamentada como carreira especial no âmbito da Administração Pública, embora a lei assim o imponha. Como tal, o Bloco propõe: 1) Abertura de concursos que supram de forma efetiva as necessidades atuais dos serviços; 2) Revisão da carreira e que deve ser criada a carreira especial única de Técnico de Reinserção, em conjunto com as organizações representativas dos trabalhadores, garantindo a valorização e progressão das carreiras;
→ Recrutamento e revisão das carreiras e das tabelas remuneratórias dos órgãos de Polícia Criminal, ouvindo os sindicatos e associações profissionais e garantindo uma efetiva melhoria das condições laborais destes profissionais.”
Em termos gerais para a Administração Pública, o BE refere ainda o seguinte:
«A ausência de políticas salariais justas na Administração Pública tem um reflexo direto na organização das carreiras. A criação da tabela remuneratória única, a fusão de várias carreiras, a aplicação de um sistema de avaliação que institui um sistema de quotas para limitar a progressão na carreira têm como consequência o afastamento de profissionais qualificados e a manutenção de desigualdades – um assistente operacional pode ter décadas de serviço e ganhar o mesmo que um recém-contratado. Esta desvalorização das carreiras da Função Pública, agravada pelo desaparecimento de muitas carreiras especiais, é um dos maiores fatores de desmotivação e dificuldade de atração dos melhores profissionais para o serviço público.»

Fonte: “Programa BE”.
Estes, se pudessem, punham o país todo a ser governado por minorias, subvertendo o princípio basilar de uma democracia.
ResponderEliminarEram os transgénero...erams os LGBTKSNREMWEORSI, onde se incluem os zarolhos, os canhotos, os pernetas e por aí fora.
E contando também com os do Bangladesh e afins, que nem uma palavra sabem de Português, mas que logo adquirem CC português, com plenos direitos.
Respeito pela diferença? Sim. Mas façam o favor de não ma impor !!
Pelo que a única coisa acertada deste partido, é insurgir-se contra a exploração sistemática, constante, de quem trabalha, por parte de grandes grupos económicos.
Mas esta posição acertada não chega para me convencer.
Aliás, não há um único partido que me convença !!
Todos têm uma ou outra ideia que preconizo e todos têm ideias desprezíveis.
Havia que criar um partido que tivesse um pouco de cada um dos presentes no nosso espectro político. Isso sim !!
Uau com a reposição de super suplemento em 14 meses de 10 por cento aí é todos os problemas de oficiais de justiça acabam.
ResponderEliminarMas alguém sabe efetivamente quanto iremos ganhar de aumento salarial com a porcaria dos 10 por cento?
O Bloco de Esquerda ao não o mencionar, já vem colocar termo ao regime de aposentação dos oficiais de justiça. Só é enganado quem quer...
ResponderEliminarVai-te catar líder dos analfabetos.
ResponderEliminarCresce e aparece
Excelentes propostas que vão dar continuidade ao bom trabalho que fizeram junto do PS e da CDU e que se traduziu numa melhoria do país e dos serviços públicos em geral.
ResponderEliminarSabemos que, atualmente, a classe dos oficiais de justiça sente as conquistas que o BE conseguiu junto do governo desde 2015.
Agora é continuar até 2028 e como diz o outro, é não deixar parar a causa.
Bom sarcasmo!
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ResponderEliminarSou OJ. Sou um trabalhador. Logo, não me passa sequer pela ideia votar na aliança das patronais...!
Também querem criar mais "julgados de paz"??!! É só coerência Lá vão os sindicatos falar da desjudicialização. Assim, deixam de ser precisos mais Oficiais de Justiça.
ResponderEliminarExpresso: Tribunal Central Cível de Cascais entrou em colapso e está sem diligências há duas semanas.
ResponderEliminarComo dizia o outro, "é só fazer as contas ... "
ResponderEliminarHeheheh
ResponderEliminarHahahahaha
A hipocrisia desta gente não tem limites.
ResponderEliminarO BE esteve seis anos com o PS a governar, quatro dos quais com acordo escrito, mas não se lembraram de nós.
Preferiram a renacionalização da TAP, e ao que parece dos CTT , entre outros.
Soluções para a justiça, a sua democratização com a isenção de custas para todos, os cumpridores e os que se dedicam á prevaricação.
Não sei o que a avó da Mariana pensa disto mas deve concordar atendendo ao percurso de vida dos pai da bloquista.
ResponderEliminarAinda tem as portas abertas...
De onde acha que vem o dinheiro que lhe paga o vencimento?
ResponderEliminarSe calhar pensa que ser patrão é fácil - cumprir horário e ir para casa- não é assim, há que ver se se tem liquidez, se se gerou lucro para pagar o vencimento do qual dependem por vezes muitas famílias, e ainda para repor os gastos na produção e renovar os equipamentos que vão ficando obsoletos.
Já tive uma experiência no setor privado e o "patrão" não dormia nos últimos dias do mês sempre a pensar se havia dinheiro para pagar aos funcionários e por vezes era o Estado que se atrasava no pagamento ou na reposição do IVA.
Falar é fácil quando não se percebe nada da vida, quando se foi presenteado com a sorte de um trabalho apesar de tudo certo.
Sou oficial de justiça e porque trabalho respeito quem me paga - todos os contribuintes singulares e empresas.
Bem sei que muitos. - como o BE - se contentavam apenas com um patrão, o Estado - que tudo providenciava e cuidaria da felicidade de todos, no tempo dos reis era assim ...
Não evoluíram no pensamento ou até evoluiram demais pois parece quererem ser reis disto tudo.
Mas só para arejar ...!
ResponderEliminarMo Jornal "O Diabo" é dito o seguinte sobre a Mortágua: (...) a mesma receita de nacionalizações (começa-se com herdades, depois bancos, energia, água, transportes e tudo o que aparecer à frente), o mesmo desrespeito à propriedade alheia e quase uma relação de amor e ódio com o “grande capital financeiro”: o pai assaltava bancos, a filha faz teses de mestrado sobre a Caixa Geral de Depósitos.
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ResponderEliminarEste país é um paraíso para as entidades patronais.
Meia dúzia de árvores não fazem a floresta.
E sim, eu também sou contribuinte!!!
Realmente, todos tem qualquer coisa com a qual concordamos e todos tem qualquer coisa com a qual não concordamos de maneira nenhuma.
ResponderEliminarNa dúvida, adotei outro critério.
O partido da gaja boa.
Voto Mariana.
PS. É um critério válido como outro qualquer, OK.
O amigo lê esse pasquim??
ResponderEliminarQue idade tens,? Cem anos???
Estás muito fora deste mundo, meu caro!!
Quando quiseres beber um copo de água e ninguém to der porque assim ditam os mercados, verás o ridículo do que estás a dizer.
Ainda não o saberás, mas és um pobre funcionário público na mente distorcida e retorcida de um capitalista que só pensa em si e em lucros a todo custo.
A tua ideologia não respeita a sociedade, não respeita o ambiente e nem a própria economia. é ganância pura e dura, nada mais !!
Às 8:24 alguém acordou com o ego em alta, pois não é "zarolho" "canhoto" "perneta" e " por aí fora".... é alguém que não terá qualquer diferença física, mental, ou assim, assim. Alguém perfeito.
ResponderEliminarMas duvida-se! Pois é ver que logo a seguir mistura os do Bangladesh e outros que tais, com os primeiros.
Quer acompanhar nas ideias o fantasma Passos que veio, também ele, acordando agora para a ideia da emigração que cria insegurança, fazendo companhia a outro partido.Ora, não sendo verdade face a todos os estudos e mais alguns, ainda bem que há pelo menos um partido que defende as minorias, o direito à diferença, os emigrantes.
Atendendo ao que dizes, fácil é concluir que não tiveste a arte e o engenho de te manteres e ser bem sucedido.
ResponderEliminarAlgo falhou. Foste honesto demais?
Queres ver que pagaste os impostos todos e isso te levou ao charco !!??
Qual foi então a tua evolução no pensamento?
O liberalismo selvagem que tudo e todos rouba, na premissa de que o mundo é seu e lhes pertence, sem regras e sem controlo da sociedade?
O capitalismo canibal cujo objetivo final é dominar mercados e criar monopólios, preços finais e de fornecedores, o preço do trabalho e da habitação como temos por cá visto??
O que tens a dizer sobre o bem estar comum? Sobre o ambiente e uma sociedade justa e sem fossos abismais nos rendimentos?
E não me venhas com a conversa de que os cidadãos pagam o meu salário e o teu!!
Eu pago os meus impostos na totalidade e o meu salário é pago com o esforço laboral que faço dia a dia !!
Eu e tu exercemos uma atividade que, como qualquer outra, merece ser retribuida !! É que com essa retórica, dá ideia de que é errado que te paguem um salário, certo ?
E as centenas de milhar de empresas que recebem subsídios do estado e não sobreviviriam sem este, alguns até têm como cliente único o próprio estado?
Se te achas um parasita por ser funcionário público - é o que parece - tens bom remédio. Pôe pernas ao caminho e vai tentar a sorte outra vez. Pode ser que desta te corra bem.
Agora não venhas para aqui com esse discurso miserabilista, redutor e que reduz a nossa profissão a meros servidores públicos.
Eu sirvo o estado orgulhosamente, sirvo competentemente o cidadão, sem precisar de me ver como um mero receptor do dinheiro dos contribuintes !!
Sou e somos muito mais do que isso !!!
Tenho orgulho no que faço e tenho espinha!! Contribuo com impostos e com o meu esforço diário para uma sociedade melhor.
Não a torno pior, decerto !!
E por isso mesmo, se há alguém aqui que não evoluiu no pensamento, não serei eu e muitos como eu.
E já que falas de reis e sem ser monárquico, fica sabendo que os países onde se vive melhor no mundo...são monarquias !!!
Têm um estado forte e com fortes preocupações sociais, cidadãos pagam os seus impostos, são seguros e com economias altamente reguladas mas igualmente pujantes.
E esta, hein??
E agora dirás: pois...mas têm salários muito mais elevados do que nós !!
Pois têm !!
Exatamente porque não permitem abusos e a exploração constante do patronato como temos visto por cá.
Regulam mercados e a ação dos mesmos de forma que permite o empreendorismo necessário, mas sem os abusos que sofremos constantemente, por cá.
Venha mas é o meu da sentença para ir dar uma volta ao bilhar grande e mandar os tribunais para onde até há pouco tempo não podia.
ResponderEliminarO PARTIDO ROSA FEZ MUITO PELA CLASSE!!!!!!
ResponderEliminarBOA
ResponderEliminarÉ ISSO
ResponderEliminarO inesperado acontece!...
ResponderEliminarExpresso:
"POLÍTICA
Costa pediu a Júdice e Lobo Xavier patrocínio para entrar na Sociedade Portuguesa de Arbitragem
O primeiro-ministro pediu a José Miguel Júdice e a António Lobo Xavier para assinarem o seu pedido de adesão à Associação Portuguesa de Arbitragem e é com o patrocínio dos dois advogados que se juntará aos mais de 200 ‘árbitros’ a operar no setor. António Costa já começou aulas na Católica..."
Abram mais Tribunais arbitrais que António Costa anda a procura de emprego!...
ResponderEliminarSe o Estado me der casa estou disponível para ir até Cascais com o agregado familiar.
ResponderEliminarNo norte houve notificação, por escrito, ao contrário do que este blogue afirmou, tendo dito que as notificações ocorreriam para o email de serviço, da quantia a receber.
ResponderEliminarEu cheguei há uns meses ao último escalão de Auxiliar e, faltando ainda mais de 15 anos sem horizonte evolutivo, partilho a opinião de sair com o que vou receber no bolso.
ResponderEliminarDeixa bater no fundo.
Ao menos faço parte da mudança que a minha saída e a de outros, em jeito de debandada, vai forçar.
E está feita a justiça.
A DGAJ que se desenrasque.
Por escrito é sempre, seja por e-mail ou por carta dos CTT. Se alguém foi notificado por carta física isso não invalida, nem é "ao contrário" do que aqui afirmamos, é apenas um modo alternativo à regra do e-mail, designadamente para aqueles cujos e-mails não estão operacionais, o que ocorre, por exemplo, quando há ausências, como baixas médicas, e não são alteradas as senhas com a necessária e obrigatória periodicidade. No momento do envio do e-mail se vier mensagem de não entrega, a notificação faz-se por via alternativa ou complementar à regra que é, como afirmamos, a do e-mail.
ResponderEliminar🆗
ResponderEliminarUm injustiçado!
ResponderEliminarQual Kafka.
A história vai fazer-lhe também justiça. A ele, ao Passos, ao Relvas, ao Sócrates, ao Salgado, ao Baba, ao Galamba e a esses todos benfeitores, abnegados.
Estadistas de fina água!
O primor da nata portuguesa!
Programas são secundários.
ResponderEliminarQuando é que os Oficiais de Justiça vão receber que lhes é devido??
Está-se mezmo a ver...vom o novo governo esses paganentos vão ficar congelados...ou não venha aí uma troika nova atendendo ao estado da Portuguesa economia.
Ninguém força o MJ a pagar o wus deve??
De tretas estão os Oficiais de Justiça, cheios.
Que situação mais execrável...
Os lapsos de escrita são consequência do estado psíquico de credor, de mãos atadas, com compromissos para satisfazer e com créditos do Estado por receber.
ResponderEliminarInvente-se semântica que careterize esta situação nada estranha atento o estado do país e forcem o Estado a pagar o que devem, com execuções, penhoras, etc.
Falta saber o que ainda vem por aí.!!
Tomem medidas junto dos Tribunais, por favor, Senhores Sindicalistas ou, um dia destes aparece alguém a ditar que as dívidas do Estado, não são para pagar.
Espere sentado, colega.
ResponderEliminarTambém estou à espera. Vislumbra-se que em breve venham a congelar esses pagamentos por falta de liquidez do Estado.
Espere para ver.
O "não pagamos" não é discurso de hoje.
É só fazer as contas.
ResponderEliminarMeia dúzia de tostões para a maioria e zero para quem entra na carreira.
Mas e depois, o que interessa é quem está na pré reforma, e quanto à falta de atratividade da carreira, quem ficar cá que feche a porta.
É preciso ser muito burrinho para achar que alguém encontra alguma justificação nesta hipocrisia.
20 -10, não são 20, são 10, e fica tudo pior.😅
Mais básicos é impossível .
Jornal o "Diabo"!!
ResponderEliminarSó este para me fazer rir a esta hora.🤣
Volta Sócrates, estás perdoado!
ResponderEliminarÉ que nem pestanejava, perante esta panóplia de incompetentes, votava já nele.
Fazemos barulho há 1 ano, mas para os registo e notariado é que querem contratar. Deve ser fruto das horas extras não remuneradas
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