Nova Concentração e Vigília para 11 e 12 de Abril
O mesmo grupo de Oficiais de Justiça que no início deste ano levaram a cabo a iniciativa da missiva dirigida a diversas entidades, que acabou evoluindo para um abaixo assinado e que, inquietos, no mês seguinte, levaram a cabo a concentração de 17FEV, que ocorreu em algumas localidades e até veio a concluir numa vigília durante toda a noite em frente à Assembleia a República, continuam com a mesma inquietude, isto é, a mesma preocupação pela necessidade dos Oficiais de Justiça se manterem minimamente visíveis, fazendo jus àquela dica do Presidente da República no Funchal, dirigida aos Oficiais de Justiça que ali se concentravam, quando lhes disse: “Agora é não deixar cair a causa!”
É com tal propósito de “não deixar cair a causa” que esses mesmos Oficiais de Justiça acabam de agendar uma nova ação, em frente à Assembleia da República, agora para dois dias: os dias 11 e 12 de abril (quinta e sexta-feira), dias que correspondem aos dias em que decorrerá a discussão do programa do Governo.
O grupo já comunicou aos dois sindicatos (SFJ e SOJ) a sua intenção e, em mensagem partilhada no nosso Grupo Nacional de Oficiais de Justiça no WhatsApp, prometem mais pormenores sobre a ação para breve, afirmando que “a nossa dignificação profissional não nos será ofertada, mas sim conquistada.”

Nesses dias de discussão do programa do Governo, a presença de Oficiais de Justiça em frente à Assembleia da República está assegurada pelas greves em curso.
No primeiro dia, na quinta-feira de manhã, a greve do SFJ tem início à hora do primeiro agendamento dessa manhã e tem serviços mínimos. Quem não tiver agendamentos poderá usar meio dia de licença do artigo 59º ou só vai à tarde, uma vez que a greve do SOJ de todas as tardes se mantém por tempo indeterminado e sem serviços mínimos.
Já no segundo dia, a sexta-feira, a greve das manhãs do SFJ neste dia começa logo às 09:00, sem serviços mínimos e à tarde volta a greve do SOJ, igualmente sem serviços mínimos.
A vigília, com tendas, sacos-cama, etc. para passar a noite é algo que poderão também começar a preparar.

As iniciativas dos Oficiais de Justiça não param de acontecer, mesmo quando se resumem a atos individuais ou limitados a uma secção, mesmo sem grande cobertura mediática, as greves decretadas estão a ser aproveitadas pelos Oficiais de Justiça para, muitas vezes, contrariar algumas atitudes locais mais prepotentes.
Temos tido conhecimento de ações individuais de greve quando os Oficiais de Justiça são pressionados a prolongar horário ou quando são sobrecarregados com trabalho, etc. Os sindicatos disponibilizaram as greves e os Oficiais de Justiça podem agora usá-las quando e como quiserem.
Também no passado dia 19MAR, uma terça-feira, a propósito de uma diligência agendada com caráter mais mediático, de forma espontânea, os Oficiais de Justiça do Campus da Justiça de Lisboa levaram a cabo uma grande concentração e greve à diligência em si, contando com a presença dos dois presidentes dos dois sindicatos.
Os Oficiais de Justiça já não estão à espera de impulsos sindicais, nem podem estar à espera como antes esperavam, os tempos novos demonstram que o impulso reside agora, mais do que nunca, em cada um e cada um tem, para além da sua própria responsabilidade, a responsabilidade também de todos, isto é, do coletivo dos Oficiais de Justiça.
A imagem abaixo mostra a presença dos dois presidentes dos sindicatos, e de alguns Oficiais de Justiça, quando ainda nem sequer estavam todos os Oficiais de Justiça concentrados.

Camarada bloguista, ou simplesmente colega, por favor, podia informar se o congresso do SFJ já foi anunciado e de que forma?
ResponderEliminarObrigado .
A estes também deveria ser feita uma vigília. Penso eu de que.
Correção:
ResponderEliminarDe: Os associados do SFJ e do SOJ podem demandar por responsabilidade civil extracontratual os seus dirigentes sindicais por omissão em agir.
Para: Os associados do SFJ e do SOJ podem demandar por responsabilidade civil extracontratual os seus dirigentes sindicais por omissão em agir?
Graças a Deus.
ResponderEliminarA disketa está na rua. Pior nunca se viu.
Temos que reivindicar junto da Senhora Ministra da Justiça a demissão das Senhoras da DGAJ.
ResponderEliminarO pior ciclo de sempre, da vida dos Oficiais de Justiça, foi com as atuais dirigentes da DGAJ.
A permanecerem no cargo, o novo projeto de estatuto vai ser mais do mesmo!...
Sindicalistas
ResponderEliminarFaçam um favor aos ojs
Já que até agora pouquisdimo ou nada conseguiram
Copiem o exemplo das lutas dos policias e colem-se às ações deles.
Digo eu de que:
ResponderEliminarSnrs sindicalistas, não podem deixar passar mais tempo sem nada fazer.
O nosso limite para ver algumas coisas aprovadas terá que ser o início das férias.
Se nada conseguirmos até então, esqueçam, pois com a reentre após férias e discussões pré orcamentais com eventual queda de governo, teremos que esperar mais um ano.
A dramatização da luta gera que ser anunciada até maio
Sr. Marçal, se agir e não conseguir é perdoavel. Não conseguir por não tentar e impordoavel e então demita-se e esconda-se que lugar na câmara não vai dar.
Acho bem, o anúncio de duas greves. Uma de 1 a 15 de julho e outra de 1 a 15 de setembro, se até meados de maio nao tivermos visto nada.
ResponderEliminarE agora ou nunca.
Eles, políticos precisam mais do que nunca da imagem e uma greve destas não cairia bem na imagem e o Pedro e o André, ajudavam, o se ajudavam.
Viram o seu estatuto aprovado em 2018, transitaram.todos para o grau 3 de complexidade, independentemente das habilitações literárias de cada um, e já estão a posicionar-se novamente nos primeiros lugares da fila!...
ResponderEliminarLusa:
"...O Sindicato dos Trabalhadores dos Registos e do Notariado considerou esta sexta-feira que a nova ministra da Justiça tem de "obrigatoriamente olhar para o papel fundamental" do setor dos registos, apelando para a resolução "urgente" dos "graves problemas estruturais".
"É com enorme expectativa que olhamos para a nomeação de Rita Júdice para ministra da Justiça, de quem esperamos uma ação diligente e efetiva para a resolução dos graves problemas que atualmente existem no setor dos registos", precisa o sindicato, num comunicado enviado à Lusa..."
Que obsessão doentia pelo grau 3, fosga-se!!
ResponderEliminarJá mete nojo.
Mudem a cassete, CRL.
Se não conseguem maus.
ResponderEliminarComo alguém disse. Colem-se aos policias cara-----
Se mete nojo, mude de classe.
ResponderEliminarMude você!!
ResponderEliminarPara uma que contemple o grau 3, já que vive tão obcecado por isso!!
Mais um ou uma com ambição de passar a assistente técnico!..
ResponderEliminar🤣😫😃
Seja bem vinda.
ResponderEliminarEsperamos que Sua Exa a nova Ministra da Justiça, Senhora Dra Rita Júdice, seja bem diferente da (...) que nunca foi merecedora da pasta que titulou até aqui. Fica, pela negativa, na história.
Assistente técnico já és e nunca passarás disso.
ResponderEliminarAceita que dói menos.
Havemos de conseguir um reconhecimento de grau de complexidade 3. Só assim somos reconhecidos e valorizados. Aqueles ou aquelas que não queiram, têm sempre lugar e sem qualquer diminuição salarial, a tirarem CRC's. Não sejam um obstáculo à carreira, por favor.
ResponderEliminarNão esquecer que a Catarina não era primeira ministra. Se este tivesse querido, tinha acontecido.
ResponderEliminarAgora até parece que foi o MP que deu os 75 mil para lá porém.
Também parece que o MP tem que voltar ao tempo em que era denunciado pelo marido da dra. Maria José morgado - desculpem de momento não lembrar do nome - em que dizia que a justiça apenas julgava pilha galinhas .
Se calhar era isto que queriam e querem, quando não existem funcionários para apoiarem os magistrados.
No mínimo, no seriam necessários pelo menos dois funcionários por cada magistrado, lugares há que são dois magistrados por cada funcionário, isto ao nível do mo.
E assim que querem celeridade, sem dúvida, celeridade para a prescrição
Acho muito bem que reclamem grau 3, desde que tenham a habilitação academica adequada.
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ResponderEliminarSaldanha Sanches.
Um grande professor da faculdade de direito da universidade de Lisboa, pelo menos em direito fiscal
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