A anedota da repescagem dos 108 para ingresso
Antes de mais convém esclarecer que o anúncio de entrada de novos 108 Oficiais de Justiça não consiste num novo concurso para ingresso, mas tão-só de uma repescagem do concurso do ano passado, daquele que pretendia colocar 200.
O que se pretende agora é repescar este ano, de entre aqueles que não foram colocados, um número idêntico ao que ficou por colocar naquelas 200 vagas que não se conseguiram preencher na totalidade, por falta de interesse dos candidatos.
Assim, a Direção-Geral da Administração da Justiça (DGAJ) irá proceder a um novo Movimento, mais um também neste ano, portanto, um Movimento Extraordinário, para ingresso dos potenciais 108 interessados e, claro está, terá de permitir também o acesso a esse Movimento Extraordinário aos demais Oficiais de Justiça, concretamente aos Escrivães Auxiliares e Técnicos de Justiça Auxiliares já em funções.
Ainda não foi divulgado sequer o projeto deste ano do Movimento Ordinário e já se perspetiva um Movimento Extraordinário para desenrascar aquilo que não é desenrascável, mas, já agora, ao menos, que sirva para desenrascar os que já cá estão, lançando o Movimento em setembro, para que possam concorrer com o tempo de permanência completo que até lá ainda não têm.

Ao ritmo médio de 30 aposentações por mês, estes 108 lugares de ingresso anunciados vêm tentar substituir aqueles que mais sabem da profissão, com uma prática de décadas, substituições, portanto, impossíveis, mas, mesmo em termos quantitativos, continuam a ser impossíveis, porquanto estes 108 serviriam apenas para substituir os aposentados em cerca de 3 meses e meio, tendo em conta o ritmo de aposentações mensais. Esta média de aposentações mensais só não é já perfeitamente visível, porque os pedidos de aposentação estão a ser retidos, havendo Oficiais de Justiça à espera há muitos meses.
Só este ano de 2024, estão prontos para a aposentação por terem entre 66 e 70 anos de idade, um total de 436 Oficiais de Justiça, apesar da maioria estar com 66 e 67 anos de idade, há um grupo acima com 68, 69 e 70 anos de idade que totaliza 76 Oficiais de Justiça.
Ora, se neste ano de 2024 só para aposentações temos esse número de mais de 400 que só ainda não se está a notar devido às retenções dos pedidos, a entrada, ou melhor: a tentativa de entrada de 108 é uma piada, mas uma piada de muito mau gosto, uma vez que mesmo sem a saída desses 400, a situação atual já é grave.
Para uma gestão responsável dos recursos humanos, este ano de 2024 não só deveriam estar a entrar já, já, os 436, como ainda, pelo menos, mais outro tanto, para tapar o buraco dos mais de mil em falta mesmo sem as aposentações.
No artigo que aqui publicamos no passado dia 13MAI, intitulado: “A média de aposentações é de 30 por mês, todos os meses, todos os anos”, apresentamos a análise que realizamos para os próximos 10 anos, até ao ano 2034, constatando que, em média, nesta próxima década, o número de aposentações anuais ronda os 350 Oficiais de Justiça a cada ano, ou seja, 30 por mês, o que equivale a uma perda de um Oficial de Justiça todos os dias durante os próximos dez anos.
A análise que fizemos não é difícil de fazer e qualquer elemento da DGAJ a poderá fazer para comprovar os números que apresentamos.
No quadro que segue é possível apreciar a quantidade de Oficiais de Justiça que completam 66 anos de idade a cada ano nos próximos 10 anos, sendo, portanto, potenciais aposentados.

Este ano estão prontos para a aposentação 436, nos próximos 5 anos estarão prontos para se irem embora um total de 1821 e a 10 anos teremos um total de 3556 Oficiais de Justiça prontos para deixar a carreira.
O nível de saída da profissão está, em média, nos 350 indivíduos em cada ano. Está isto a ser devidamente compensado com a entrada de gente mais nova?
A resposta é não, mas um duplo não: nem nova nem velha. Nada!
Há uma enorme irresponsabilidade do Governo ou há um plano secreto?
Os 108 anunciados representam uma grande irresponsabilidade ou, pelo contrário, cumprem os objetivos do tal plano secreto?
De todos modos, e como acima já referimos, os 108 novatos não substituem os que se vão aposentar, desde logo, só neste ano, dos 436 indicados, nenhum deles é novato substituível, pelo contrário, é gente com décadas de trabalho na justiça. A título de exemplo, da categoria de Escrivão de Direito são 111 e da categoria de Escrivão Adjunto são 154, aqueles que estão de malas aviadas no corrente ano, pelo que os 108 apresentados são um número tão insignificante e tardio que apenas serve para demonstrar que na área da Justiça ninguém percebe nada disto.
Por fim, referir que a tabela salarial dos Oficiais de Justiça se mantém inalterada, pelo que o interesse em colocar novos Oficiais de Justiça longe de casa, a pagar renda e a suportar todas as novas despesas e as que já possuem, remunerando-os com um valor idêntico ao salário mínimo nacional, é algo perfeitamente inviável e não vai ser pelos brilhantes resultados das negociações em curso com o Governo, designadamente pela oferta dos 2,5% de aumento no suplemento de recuperação processual, que vai ser suprimido até ao final do ano, que os candidatos correrão a candidatar-se ao Movimento Extraordinário.
Ontem, num noticiário da SIC, referia o apresentador da notícia dos 108 que fora pedido um comentário ao Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ), tendo este Sindicato referido que não se pronunciava por não ter conhecimento oficial desta intenção do Governo.
De facto, o Governo emitiu um comunicado dando conta da sua intenção: de que aguarda autorização do Ministério das Finanças, contando a breve prazo repescar os 108, mas enviou a notícia apenas para a comunicação social, no feriado nacional, depois de conhecer as notícias da quarta-feira sobre detidos libertados pela greve e antes desta sexta onde a greve dos Oficiais de Justiça é avassaladora.
Assim, sem que nenhum dos Sindicatos, lamentavelmente, se tenha pronunciado, desmascarando este cirúrgico e oportunista anúncio do Ministério da Justiça à comunicação social, pronunciamo-nos nós aqui, porque não temos dúvidas nenhumas de que este anúncio constitui um insulto aos Oficiais de Justiça, resultando na continuação de uma política panfletária voltada para a comunicação social e para as próximas eleições legislativas que todos adivinham, não pretendendo conhecer a realidade dos Oficiais de Justiça nem, muito menos, resolver os seus problemas.

Fontes: vários meios de comunicação social ficando aqui alguns exemplos: “Sapo Notícias”, “Eco”, “CNN Portugal” e “Correio da Manhã”.
Ora bem,
ResponderEliminarEstou em greve, sentadinho a olhar para o mar e a ler este artigo.
Não fora a habitual patranha politica que me leva a poupar-me em esforços, pois o esforço a vida não o devolve, só o absorve, a DGAJ estaria entre os melhores locais para se trabalhar!
Que o diga a PJ.
NOJO
ResponderEliminarGeridos por canalha que brinca com os ojs e com o serviço publico.
SINDICATOS NÃO PRICESSAM A DGAJ, GOVERNANTES POR MA GESTÃO? E POR DEIXAR RUIR OS SERVIÇOS?
PORQUE CALAM?
NAGISTRADOS E ORDEM DOS ADVOGADOS PORQUE CALAM?
A derrocada do edifício da justiça pela base que somos nós oficiais de justiça, precisamente porque essa base não foi reforçada.
ResponderEliminarSe fossem inteligentes podiam aplicar estes principios básicos de arquitectura.
O problema da justiça está espelhado no título do artigo, na palavra "anedota".
ResponderEliminarMudam os governos e as pessoas e, espera-se, também as politicas.
Ou há algo de significativo que nos nos próximos tempos vai mudar ou estamos atolados no lamaçal de sempre.
Se assim for, os sindicatos que informem em conformidade e desenhem as formas de luta necessárias à esperada mudança.
O governo fez sérios esforços com os professores, e parece que também o está a fazer em relação a outras profissões, mas no nosso caso...
No nosso caso não sei, sei que não sei!
Seria de bom tom uma outra postura dos sindicatos, que embora não podendo pormenorizar sobres os desenvolvimentos, poderiam sempre informar sobre a direção do vento.
Caso as coisas corram mal, seria importante iniciar novas, ou velhas, formas de luta ainda no mês de junho.
Abraço.
É deixar ruir. O processo já está em marcha e portanto, a realidade já está a sobrepor-se à demagogia e propaganda.
ResponderEliminarUm novo governo que segue os mesmos padrões do governo anterior, não era de esperar melhor e muito menos diferente.
Quando se mantém uma equipa na tutela dos recursos humanos dos tribunais, após tanta trapalhada e ilegalidades, o que se pode esperar?
Portanto é só cumprir o horário e aproveitar estes dias de greve.
Para as gentes de Lisboa, atenção que em junho temos ali uma semana que com os feriados, greve e artigos 59º, podemos fazer umas mini-férias que sabem e fazem sempre bem.
"NOJO
ResponderEliminarGeridos por canalha..... ".
Não deverão este tipo de comentários ser definitivamente proibidos e eliminados deste blog?
Muitos OJs não concorda nem se identifica com este tipo de postura e comentários, atendendo a que prejudica a classe na sua generalidade.
Claro que esta medida de tentativa de ingresso de 108 OJs é caricata nas atuais circunstâncias, a não ser que sejam colocados perto das suas residências, e mesmo assim....
É evidente que os governos têm revelado uma enorme irresponsabilidade na gestão dos serviços públicos, sendo razoável questionar se existe uma agenda oculta.
Mas é isto que deve ser denunciado e alertado, com diplomacia e sem ofensas desnecessárias, que em nada contribuem para resolver os problemas
Quem quiser ter esta postura e não ser parte da solucao, de chamar de nojentos e canalha a quem se senta à mesa conosco, mais vale estar calado ou aparecer nas listas da CGA o mais rápido possível.
A mensagem é clara... Abriram estes 108 lugares para reforçar a ideia que quem não quer existe quem queira....óbvio que é uma mensagem política de forma a diminuir os oficiais de justiça.
ResponderEliminarÉ UMA APROXIMAÇÃO NEGOCIAL DE EMERGÊNCIA!
ResponderEliminarAGORA É PRECISO NÃO ESQUECER:
1º - A RECUPERAÇÃO DO TEMPO DE SERVIÇO;
2º - O ALMENTO GERAL DOS SALÁRIOS (NO MÍNIMO) AO NíVEL DA INFLAÇÃO;
3ª - ESTATUTO " COMO DEVE SER".
E pára TUDO!!!
Cumps
A estupidez não paga imposto!
ResponderEliminarNas reuniões com os sindicatos, ambos manifestaram - e muito bem - o carácter urgente no reforço de pessoal.
Essa urgência só se consegue, no imediato, com o recurso à referida "bolsa de recrutamento"(?) ...
O número - de 108 - é o possível porque não carece de recálculos ou ajustamentos orçamentais uma vez que se integra na anterior autorização do MF e , por isso, se acha previsto em termos orçamentais.
Em 60 dias, parece que se avançou mais que em 8 anos.
Reparemos o caos que se vive nos tribunais - culpa dos anteriores e não deste governo como é óbvio.
As atuais propostas consubstanciam um verdadeiro incremento salarial sem cedências estatutárias - como vinha proposto nos projetos de revisão estatutária apresentadas.
Ou seja, mantendo-se o atual estatuto, á um reforço efetivo no suplemento.
Contrariamente, nas anteriores propostas dos anteriores governos/equipas do MJ, esse aumento que se sabia não ser para todos vinha acompanhado de uma condição de aceitação generalizada da desclassificação da função e constrangimentos - enormes - nas progressões e promoções.
Portanto, deixemo-nos das tretas e avancemos sem medo para um novo paradigma de atuação.
Falando a sério:
ResponderEliminarTenho a sensação que o governo até tem boas intenções e pretende realmente cumprir as promessas efectuadas. Parece querer negociar a sério com as diferentes classes profissionais, sendo que nunca ouvi, durante a campanha eleitoral, a promessa de dar tudo a todos e a qualquer preço! Parece um governo honesto e com vontade de resolver problemas velhos de anos e criados pelos mesmos de sempre!
No entanto e na parte que toca à justiça, penso que existe um desconhecimento profundo da realidade e dos problemas que a assolam! A situação está realmente gravissima e precisa de medidas de choque e não se compadece com contratação de meia dúzia de Oficias de Justiça, nem com uns míseros euros a mais. Confesso que não sei de quem é a culpa: se dos sindicatos, se da gente que rodeia a ministra que a não informa devidamente, se da ministra ela própria, se da comunicação social, se das ordens profissionais...
É extremamente simples e fácil de entender: um juiz, fraco que seja, dá e sempre deu facilmente que fazer a uma secção com 7 ou 8 funcionários. Actualmente e não havendo falta de magistrados, pelo contrário, chega a haver 2 magistrados a despachar para uma secção com 4 ou 5 funcionários, envelhecidos e cansados uns e inexperientes e desmotivados todos!
A realidade é assim tão simples e muito me admira que ninguém a compreenda, ou seja alertado ou tome medidas realmente de choque!
A minha opinião é sempre a mesma: quem manda nos Tribunais, quer se goste ou não, são os magistrados e tudo está na mão deles! Enquanto tudo vai correndo à sua feição, nunca nada será feito! E eles actualmente estão bem acomodados, controlados e amordaçados! No fundo, não querem saber dos direitos dos cidadãos e se a justiça é realmente justa e bem aplicada. Apenas lhes interessa o seu estatuto de orgãos de soberania (com um sindicato, mas enfim...), bem pagos e a trabalhar para as estatisticas para não serem incomodados...
Não fui eu que utilizei esses termos, portanto estou à vontade para dizer o que vou dizer.
ResponderEliminarTudo o que se passa nos últimos ANOS não será um nojo?
Quanto ao adjetivo "canalha", não terá sido utilizado como forma de espelhar o desespero?
De quem aguarda a mudança que nunca chega?
A censura é uma coisa perigosa, e deve ser utilizada em casos absolutamente excecionais.
Eu penso que a maioria dos OJ não quer mudar o paradigma dos Juízes.
ResponderEliminarQuer é mudar o seu, ganhar mais, sentir-se reconhecido e ser capaz de no dia a dia cumprir com o volume de serviço que lhe está adstrito.
Se me pagarem melhor, se sentir respeito da minha entidade patronal e se tiver os meios para fazer as minhas tarefas, dou-me por satisfeito!
ResponderEliminarE digo mais, tu também metes nojo ao chegares à conclusão que roubados e destratados há mais de 20 anos, não é um nojo.
Virgem ofendida.
Pelos vistos estás bem de vida, continua.
Primeiro: Rua Marçal;
ResponderEliminarSegundo: Rua Marçal.
Eu também não quero mudar o paradigma dos juizes..É o que menos me interessa...Não vivo nem com o bem e muito menos com o mal dos outros...Mas a verdade é que a mudança na nossa classe depende deles e sobretudo deles! Também não gosto que assim seja, mas a crua e triste realidade é essa!
ResponderEliminarOk, então quer dizer que a ministra quer ver se convence mais 100 carneiros a vir para os tribunais.
ResponderEliminarHummm, nao vai ser facil, eles estao a abrir os olhos e a ver a vida que os espera.
Serem desprezados por todos mais vale tentar a sorte noutro lado.
Mas vamos aguardar o resultado.
Vindo de gente como tu, até cheira a elogio.
ResponderEliminarVozes de burro não chegam ao céu.
Mas mesmo assim não deixas de envergonhar os teus pares.
Continua assim que vais longe.
Foi noticia em abril de 2023 que o sub. compensação dos Magistrados passaria a 900 euros e que era o SEGUNDO aumento em 3 anos!
ResponderEliminarOs 2 Sindicatos dos OJ em vez de se juntarem, irem às negociações em conjunto e, dados os anos decorridos sem nada, deixarem caír a reinvidicaçāo sobre o suplemento, já desatualizada pelo tempo, anda cada um por si. Tipo "baratas tontas".
A justificação é fácil para pedir valor único para todos.
Depois, nada informam sobre consequências da greve em termos de libertação de pessoas bem como o comunicado do governo dos putativos ingressos de 108.
Só propaganda por enquanto. Promoções, onde está o despacho das Finanças que as autorize? Tudo na mesma como antes e todos calados...🤔
Por que é que os srs magistrados mandam libertar os detidos e não os ouvem?!
ResponderEliminarEles não estão de greve!!
Todas estas nossas lutas e greves, são lhes convenientes.
Estas greves até lhes dão jeito.
E quando dizem que estão do nosso lado e que apoiam a nossa luta, há ali um pouco de hipocrisia pois o interesse é que haja cada vez mais greves, pois quanto menos trabalho produzirem as secretarias, menos processos têm nos gabinetes.
Portanto, os arguidos podiam e deviam ser ouvidos sem nós.
Os opc's têm meios e os da PJ até são muito bem pagos.
Portanto, esta situação agrada e muito às magistraturas e à classe política. Eu não vou em cantigas de falsa solidariedade.
Todos nos querem ver bem, mas ninguém melhor que eles!
Entendam que estamos sozinhos na luta.
Claro que estamos sozinhos na NOSSA luta!
ResponderEliminarÉ nossa, e somos nós que a temos que a fazer!
Só penso é que os sindicatos estão com demasiados paninhos quentes, e os momentos certos também passam!...
Na artigo de hoje, falta ainda contabilizar todos aqueles que mensalmente abandonam a carreira. E têm sido muitos!...
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ResponderEliminarEnvergonhar ?
Coitadinha da virgem, continua na tua vidinha, não te indignes com que te destrata, indigna-te com o NOJO.
Eu digo mais, cada vez dou mais valor àquela colega que recusou apertar a mão à dita ministra. Eu não baixo as calças a quem me mente anos a fio. A quem me aldraba.
Mas pelos vistos tu gostas de ser aldrabada.
Gente que pensa como tu tenho eu vergonha.
ResponderEliminareheh
ainda no tema de ontem alguém se manifestou contente por ter este trabalho e com o que lhe pagavam no ingresso.
apelando a que fossem para o privado fazer 12 horas por dia..
Afinal, há gente que gosta de se novelar por baixo e não se importa de ganhar aqui ordenado minimo, ou trabalhar como na china por u prato de arroz.
Assim vai a profissão
ResponderEliminarComo o bloguer aqui já disse
é deixar afundar
negociações que não dão em nada há anos.
brincam connosco.
deixar de negociar e afundar simplesmente.
estou nessa.
perda de tempo há 20 anos.
Os da AIMA bem evidência nas televisões! Ainda vão conseguir tudo o que querem, incluindo aumentos salariais!
ResponderEliminarTeremos nós temos vergonha de dizer que trabalhamos por dinheiro?!!
ResponderEliminarEu trabalho por dinheiro!
Agora, isso não quer dizer que eu trabalhe mal, porque não o faço.
Mas que não haja dúvida, se não me pagarem eu não trabalho!
O problema é que pagam mal e, num caso em particular, tarde!
"Por que é que os srs magistrados mandam libertar os detidos e não os ouvem?!" e
ResponderEliminar"Portanto, os arguidos podiam e deviam ser ouvidos sem nós."
É a lógica da batata...
Então para que servem os Oficiais de Justiça? E já agora os Magistrados que cumpram os processos! E nós vamos fazer o quê????
Nestes comentários se vê a pobreza da classe...
Qual a intenção deste comentário ? Demonstrar estupidez ? Nesse caso SUCESSO TOTAL
ResponderEliminarJá estivemos em Africa, já!
ResponderEliminarV. Exa. vá ver o subsídio de ingresso na PJ e depois diga coisas...
ResponderEliminarMas gostei muito do seu comentário do prato de arroz/chineses e Martim Moniz - são os progressistas de esquerda cujos valores depois vêm ao de cima com estas afirmações
#orgulhoemseroj
#abaixoosbotaabaixo
#tocaamelhoraracarreira
ResponderEliminarCaloteiros
paguem o que devem!
Executem a sentença SFJ
Eu trabalho por dinheiro, sim!!!
ResponderEliminarNão tenho vergonha nenhuma de o dizer.
Só lá ponho os pés porque me pagam e porque por enquanto é um pouco acima do salário mínimo!!
Não tenho amor nenhum a esta profissão!
Nem mais.
ResponderEliminarEsquerda ou direita tudo porcaria
ResponderEliminarFalam, falam, falam, mas uma directora geral que promove uma Oficial de Justiça, a Adjunta, com três anos de serviço, para o Tribunal de Santa Cruz das Flores, com obrigação de permanecer no lugar por três anos, e a dita Oficial de Justiça nunca lá pôs os pés é obra, está quase a fazer um ano, estou à espera. É pena... Tristeza...
ResponderEliminarFoi uma maneira de a promover, deixando para trás outros com 20 anos de serviço, vergonhoso... O ofício circular onde foi publicada a dita promoção dizia que as mesmas eram de "elementar justiça". Um desastre...
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