Isto é só para quem realmente quiser
Os Oficiais de Justiça, apesar de já não terem memória de um recibo de vencimento sem cortes há muito tempo, ainda se mostram disponíveis para encetar as suas lutas, ainda que circunscritas à sua própria secção ou mesmo a nível pessoal, sem depender da adesão ou decisão de outros.
Se hoje há muitos Oficiais de Justiça em greve e na próxima sexta-feira muitos mais, outros houve que já ontem começaram esta greve do grande fim-de-semana.
Nas notícias de ontem encontramos o caso mediático da audiência – novamente adiada – dos elementos do grupo denominado “Climáximo”, grupo que leva a cabo ações exuberantes a que os media têm dado visibilidade, novamente adiada devido à greve dos Oficiais de Justiça.
Vimos também como um grupo enorme de uma dúzia de indivíduos detidos por uma criminalidade que mereceu destaque mediático foram libertados porque não foi possível proceder aos seus primeiros interrogatórios por falta de Oficiais de Justiça que, mais uma vez, estavam em greve.
Pode ver a notícia dos elementos da Climáximo “Aqui” e a notícia dos suspeitos por tráfico de droga libertados “Aqui”.
São estas as consequências da surdez dos sucessivos governos perante os gritos desesperados dos Oficiais de Justiça desde há tantos anos. São todos esses elementos dos sucessivos governos e do atual que, não ouvindo nem valorizando os Oficiais de Justiça, pelo contrário, desvalorizando-os, são os responsáveis por estas consequências.
Se ontem, hoje ou depois de amanhã há detidos a ser libertados, ou qualquer outro acontecimento, a responsabilidade não é dos Oficiais de Justiça, mas, entre outros, da ministra da Justiça, designadamente quando vai para uma reunião com os sindicatos teimar em não aceder à ninharia do que é reivindicado, propondo outra ninharia mais ninharia ainda como aquele insultuoso aumento de 0,84% no suplemento (de 1,66% para 2,50%).
Não são os Oficiais de Justiça aprisionados há tantos anos os responsáveis pela libertação dos detidos, porque essa libertação só ocorre pela incúria do Governo em manter aprisionados os Oficiais de Justiça.
Os membros dos governos têm de aprender a fazer as suas escolhas e assumir as suas responsabilidades, verificando-se que, infelizmente, até à data que ainda não aprenderam nada.
Entretanto, os Oficiais de Justiça só podem manter a pressão da única arma de que dispõem e que, embora não tenha dado frutos no passado, mais recentemente começa a surtir algum efeito, embora careça de uma dimensão e firmeza muito maior, para atingir maior visibilidade e atenção tal como sucede com outros grupos de profissionais.
São louváveis os esforços individuais dos Oficiais de Justiça que, aqui e ali, vão à luta, mesmo que desacompanhados, mas não é suficiente. A falta de coesão total resulta em coberturas mediáticas pontuais e ocasionais e não em algo verdadeiramente impactante que determine a mudança de rumo das negociações com os sindicatos.
É muito fácil tecer críticas aos sindicatos nas redes sociais, classificando-os de frouxos, de incompetentes, etc., quando os representantes sindicais ali estão completamente desamparados, sem força nenhuma dos seus associados nem do conjunto dos Oficiais de Justiça.
Os sindicatos não têm força negocial nenhuma porque os Oficiais de Justiça, no seu conjunto, não lha dão e os governos bem sabem e bem se apercebem dessa fraqueza.
Que ninguém espere que, sem esforço e sem dor, venha um governo qualquer conceder tudo aquilo que os Oficiais de Justiça sonham, pelos seus lindos olhos. Não! Nada cai do céu a não ser a chuva, ou algum meteoro, tudo o mais tem sido conquistado e só pode ser conquistado e isso implica muita luta, muita perseverança e, claro, um grande apoio e empoderamento dos sindicatos.
Os Oficiais de Justiça precisam de sindicatos que se apresentem às reuniões com o Governo de peito feito e não curvados e envergonhados pela solidão e falta de suporte dos seus representados que se limitam à maledicência tóxica nas redes sociais.
Os sindicatos das outras carreiras apresentam-se nas reuniões com o Governo com um enorme poder e esse poder reflete-se nas suas conquistas negociais, mas esse poder não lhes caiu do céu.
Os sonhos dos Oficiais de Justiça para a carreira continuam a ser sonhos e assim continuarão se não acordarem a tempo e esse tempo é agora, já!

O entendimento de quem dirige é o de que a dedicação e entrega devem ser totais, independentemente de qualquer outro fator.
ResponderEliminarE como tal não vem acontecendo nos termos pretendidos e pelos motivos que todos bem sabemos, entrou-se há muito no campo do "castigo".
A troika fo iuma bela ferramenta para o fazer. As políticas desde então, de não reversão dos efeitos nocivos que provocou, têm sido a continuidade desse castigo.
E abordar aqui o tema do tempo que ficou congelado.
ResponderEliminarMuito bem Sr. Bloguer!!!
ResponderEliminarÉ com artigos destes que se mobilizam consciências.
Mais nada!
ResponderEliminarPonham os olhos nas outras classes que unem e lutam a serio.
Eu estou disposto a contribuir para um fundo para compensar os colegas que fazem greves aos processis mediaticos.
Só há uma coisa que não concordo no artigo, quando diz "Os sindicatos não têm força negocial nenhuma porque os Oficiais de Justiça, no seu conjunto, não lha dão ..." porque penso que nos temos portado bem neste último ano e meio.
ResponderEliminarOs OJ têm aderido, às vezes massivamente, a manifestações e greves.
Até me parece que uma grande parte de nós pede aos sindicatos para acelerarem e fortalecerem as formas de luta, mas esta é a minha opinião.
Abraço e boa(s) greve(s)
Ora aí está!
ResponderEliminar4ª, 5ª, 6ª, sábado e domingo!
E quem não pode (€) mete artigos!
Funcionários Públicos PSP vão conseguir,
Funcionários Públicos Professores conseguiram,
Funcionários Públicos Médicos estão a conseguir,
Funcionários Públicos Militares conseguiram,
Funcionários Públicos em geral estão a conseguir,
Funcionários Públicos Oficiais de Justiça, caso único europeu, necessitam de greve ao trabalho extraordinário obrigatório não remunerado, necessitam de greve ao trabalho obrigatório à hora de almoço e nenhuma melhoria aos 796€ limpos de um provisório colocado a 500 KM do seu agregado familiar conseguem!
Hipocrisia política à "bugalhos", ao cair só fazem barulho.
Aderido massivamente? Talvez não... Aderido, sim, sem dúvida, e às vezes bastante, mas massivamente... Por outro lado falta a visibilidade que ainda está num nível muito baixo, por falta de consequências mais vigorosas e alarmantes, como as que se podem consegui em duas como estes. É o que falta.
ResponderEliminarSim, tudo o que der visibilidade só pode ser positivo!
ResponderEliminarEu sei do medo que provocou o parecer da Procuradoria, mas nós nunca devíamos ter parado com aquela greve.
Todos estavam a nosso favor, e mesmo sem a "razão jurídica", se é que não a tínhamos, teríamos sempre a razão ética, e tudo, por esta altura, e até muito antes, já teria sido alcançado ..
De qualquer forma, o caminho faz-se caminhando e a "luta" faz-se com o recurso a greves.
Não podemos é ir adiando a nossa luta em função dos interesses do MJ, que adia e adia ...
Abraço
ResponderEliminarNem mais!
tudo isto me mete NOJO AOS GOVERNANTES
Bom dia,
ResponderEliminarA balbúrdia que impera por aqui não melindra os tímpanos de ninguém.
E, desculpem-me discordar, mas estas greves da treta também não servem para propagar qualquer melodia aos ouvidos de quem interessa que escute.
De facto, cumpre-nos perguntar: Vou fazer greve para quê? Se tudo fica na mesma, melhor dizendo, se todos querem que tudo fique na mesma mas com mais uns trocos!
Vou dizer porque discordo:
1 - banalizou-se a greve e parece que todos aprendemos a conviver com ela quase diariamente como um vício que alimenta a ociosidade;
2 - a justiça e a razão que subjaz ao seu início é perfeitamente válida e, pela vulgarização, vai perdendo essa validade aos olhos de quem decide as nossas vidas profissionais;
3 - os tribunais são agora os "reinos das ilegalidades", e digo isto porque as decisões administrativas, nomeadamente sobre a gestão dos recursos estão eivadas de ilegalidades;
4 - falo das nomeações em regime de substituição para Administradores; das recolocações seguidas de iguais nomeações em regime de substituição de Secretários e de Escrivães;
5 - Acresce que, aquilo que todos recusamos no projeto anteriormente apresentado, nomeadamente a possibilidade dos atuais chefes de secção (Escrivães e TJ Principais) poderem acumular mais de uma unidade é prática corrente;
6 - e tudo isto acontece porque os nossos colegas - Oficiais de Justiça, se prestam a estas situações;
7 - não há meritocracia nos tribunais - funciona a lógica da informação do Superior Hierárquico, dos magistrados,
8 - na avaliação, o aspeto quantitativo prevalece sempre independentemente desse quantitativo ser ser mais nauseabundo que os dejetos de um elefante;
9 - os quadros de pessoal nos tribunais são os que menos formação recebem;
10 - a subserviência ao magistrado de quem se depende funcionalmente chega a ser ridícula, confundindo-se aquela com espírito de equipa e coadjuvação;
11 - tudo é erigido aos objetivos dos magistrados e à sua agenda, esquecendo-se o primado da lei (pratica-se um ato quando o magistrado o determina e não quando este é determinado pela lei, com contingência do municiamento do serviço, confundindo-se articulação com má gestão do serviço;
12 - os quadros das secretarias estão dessincronizados e são manifestamente assimétricos, mais deficitários no MP que no Judicial,
13 - Temos de estar preparados para o digital - e isto significa, acima de tudo o mais, a produção de informação desmaterializada, dados, pois sem estes a AI não serve de nada, mas continuamos a ver Colegas a processar tudo fora dos sistemas, julgando que o digital é digitalizar documentos, mas não é só isso.
14 - Há uma enorme impreparação de muitos dos nossos colegas que se prestam a assumir as funções que lhes são impingidas, imbuídos num espírito de colaboração, sem se exigir formação específica;
15 - com efeito, a especialização ficou-se na gaveta;
16 - os tribunais passaram a ser as prisões de mentes que se julgavam livres mas afinal vivem aprisionadas a uma forma de trabalhar há muito tempo largada dos usos normais e costumeiros;
17 - não há promoções a cargos de chefia - apesar do enorme número de vagas - e as que houveram estão sobre um limbo por causa dos litígios que originaram e estão pendentes de decisão nos tribunais;
18 - as progressões acontecem por obrigação e a contra freio;
19 - porque é uma classe envelhecida, as maiores preocupações dirigem-se à diferenciação na aposentação e melhoria salarial;
20 - a carreira, a expetativa de progressão e de promoção, pelo mérito, é uma utopia.
Por causa do que está na mesa - que não é a revisão do estatuto coo se impunha - não faço greve ... nunca mais!
Enfim, poderia passar o dia a enumerar razões mas a principal razão porque não acredito em greves é porque há muito deixei de acreditar nos líderes sindicais - carreiristas e ao serviço de outros interesses que não só os da classe - são ou têm sido um enorme entrave no sentido de nada, nenhum contributo, oferecerem para a revisão da carreira.
ResponderEliminarAliás não têm visão nenhuma para a carreira - com a cabeça sempre prostrada, olham permanentemente para o umbigo e nem sequer alcançam a ponta dos dedos dos pés para perceberem que o mundo está em mudança e que a classe precisa de um novo fôlego e anseia por ser preparada para as demandas que o futuro vai exigir dos tribunais.
Muitos de nós - das tarefas que executamos - vão ser automatizadas, deixam de ter intervenção humana mas continuamos a pensar tão pequenino que essa pequenez se agiganta em cada um de nós e faz-nos, assim, à imagem daqueles.
A inércia dos sindicatos em atuar judicialmente sobre as apontadas ilegalidades, publicitadas nos despachos que enferma, chega a ser hilariante.
Justificam sem se justificar como se temessem prejudicar algum colega sabendo que assim, como atuam, prejudicam toda uma classe.
Nos tribunais exige-se transparência e o cumprimento da lei, ate para se dar uma imagem de justiça e não se ficar pelo nome.
Como dizia william shakespeare não interessa o nome que se dá às coisas mas o seu conteúdo, a sua substância e nesse aspeto os tribunais, no que nos respeita, mais parecem a casa das injustiças dos feudalismos e tudo o mais de mau que se possa dizer.
Não me interessa uma justiça qualquer, mas uma que funcione e se paute pela justeza das suas decisões.
Estāo a conseguir, não.Já conseguiram anteriormente, acharam pouco e novamente estāo a pedir mais.
ResponderEliminarOf. Justiça nāo aderem massivamente ăs iniciativas dos sindicatos, estão muitos acomodados nos seus cantinhos.Estes sindicatos como sabemos não inovaram.
796 euros limpos? Pois, continuam a pedir ainda assim um aumento por percentagem do suplemento, em vez de alterarem para um valor igual para todos, como fazem outros, aumentando a diferença salarial ainda mais.
Os próprios sindicatos ajudam nessa diferença exagerada, à medida dos liberais: tudo para os mais no topo, quase nada para os da base.
Enfim, até nisso se vê ao ponto a que isto chegou.
E há uma falta de comunicação com os sócios lamentável mesmo.
Quando os sindicatos são demasiadamente permissivos e se servem e prestam a "fechar os olhos" como um cego que tendo visão se recusa a ver a mudança, da luz dos dias, apenas porque assim convive melhor está tudo dito.
ResponderEliminarNão seria parar já, de imediato, as greves em curso e, depois da reunião a acontecer, caso não corresponda ou satisfaça as reivindicações, paralisar os serviços por forma a convencer as hierarquias da seriedade da posição e da firmeza das nossas convicções?
Em lugar disso, continuamos com a palhaçada do costume ... com greves da treta ...
Colega, você tem razão quase em tudo.
ResponderEliminarBoa enumeração e raciocínio em relação a muitos dos nossos crónico problemas!
Mas qual é a efetiva forma de luta dos trabalhadores?!
Pode-se discordar dos sindicatos, dos seus momentos, dos seus recuos e avanços, mas não existe alternativa à greve!
Agora, as questões que apresenta no seu comentário são alguns dos "cancros" da nossa profissão, que em parte sempre os teve, mas que nos últimos apresenta uma deriva que até designaria como antidemocrática e ilegal.
Mas isto é apenas a minha opinião!
ResponderEliminarPORQUE OS SINDICATOS NÃO EXECUTAM A SENTENÇA
PROFERIDA HÁ UM ANO E NÃO ESTÁ A SER CUMPRIDA?
TÊM MEDO DE EXECUTAR O QUE NOS DEVEM?
LADROAGEM!
VOU RECBER O DEVIDO POR SENTENÇA QUANDO MORRER É?
Identificar como "inimigo" determinados colegas da carreira é algo inapropriado, divisionista e, por isso, este comentário será suprimido.
ResponderEliminarHá um PACTO DE SILÊNCIO em relação à Justiça !
ResponderEliminarSem dúvida que essa chamada de atenção é elementar.
ResponderEliminarSejamos unidos para mostrar a nossa força.
Todos somos oficiais de justiça e o sindicato somos todos nós.
GREVES Sim Senhor !
ResponderEliminarE é a vergonha de termos GREVES há anos consecutivos que os governantes têm que carregar !
Quem pensa que isto vai lá com falinhas mansas, está muito enganado, ou tem má fé !
PÁRA TUDO !
Teclado avariado ?
ResponderEliminarOs polícias exigem aumentos de € 600 (seiscentos euros) mensais (x14) a um dos subsídios que auferem, e vão consegui-lo!
ResponderEliminarImaginem colegas que vos subiam o rendimento disponível em € 600 mensais!
A nós querem-nos dar € 30/40 euros mensais (x12)!
Não me respondam, mas façam as vossas contas e reparem no que isso vos faz sentir.
Os nossos sindicatos têm vergonha em pedir verdadeiros aumentos salariais.
ResponderEliminarTêm a mania que nós OJ temos uma espécie de superioridade moral, que não "aqui" apenas por dinheiro, que queremos também um estatuto que nos dignifique e que mostre a todos os operadores a importância queremos nos sistema judicial.
Os médicos querem dinheiro, os policias querem dinheiro, os professares querem dinheiro, e nós ... ... ... temos vergonha de querer dinheiro!
Qua bacocos, saloios, complexados!
Portanto, 1º dia de greve.
ResponderEliminarAproveitei, correu bem.
Amanhã é feriado!
Sexta é greve.
Sábado e Domingo.
Segunda, é segunda.
Calma , muita calma.
Não me posso enervar, ainda me salta a hemorróida!!!
È impressionante a ausência noticiosa da greve parcial, de ontem, de hoje. Ninguém quer saber. Como é possível as tvs ou rádios ignorarem o que se passa nos tribunais.
ResponderEliminarForam eliminados os 3 comentários em que compara negativamente a parca ajuda ao sofrido povo ucraniano com as as reivindicações sindicais. Consideramos injuriosa a comparação e por isso os eliminamos tal como vamos fazer com este a que se responde por persistir no insulto.
ResponderEliminarTeclado avariado como os funcionários
ResponderEliminar
ResponderEliminarTv e radio comprada pelos poderes instalados.
O dito comentador Mendes já falou em nós?
jamais,
porque será?
ResponderEliminarSomos mansos, se houvesse união como os policias e professores que se juntam a serio e fazem barulho a sério,
eles notavam-nos, assim, greves silenciosas e sem ajuntamentos, nada dão.
é para esquecer mesmo.
E magistratura e ordem dos advogados, falam alguma coisa?
porque será o silêncio?
Ehhhhhhhhhh pessoal!!!
ResponderEliminarTasse?
Tá tudo?
Quem é que aqui gosta de Nel Monteiro?
Excelente reflexão. Acontece que ninguém (oficiais de Justiça) quer levar isto a sério. Só um bocadinho de mais dinheiro. O estatuto que seja só daqui a uns valentes anos...nada de mudanças. É uma pena mas é a realidade. Viva às greves e fins de semana prolongados. Haja quem possa fazê-las, tenha dinheiro para isso e aproveite e vá até à praia. Eu não consigo pois como auxiliar ganho uma miséria e tenho mesmo de contar os tostões. E já fui iludida durante mais de um ano sem qualquer resultado.
ResponderEliminarVai trabalhar!
ResponderEliminarBro, slavia ukraine
ResponderEliminarTasse
Yo 🤙
Agora em português correto... vá lá, faz um esforço
ResponderEliminarOuvi agora nas notícias que o MJ vai contratar mais 108 oficiais de justiça, isto é mesmo a gozar connosco, quando na realidade faltam muito, muito mais oficiais de justiça pelos tribunais. Colegas estamos entegues a um punhado de incompetentes. Apesar de ter já atingido a reforma continuo a pensar da mesma forma, ou seja apoio a vossa luta que cada vez se torna mais árdua e desanimadora, uma vez que do outro lado existe umas quantas pessoas que não passam de uns incompetentes e que querem é trabalho escravo. Não desistam. Só UNIDOS VENCERÃO!!!
ResponderEliminar" Mete artigos" ? Isso é assim? Nunca conheceu nenhum secretário que só dá 2 artigos p/ ano? Haja o que houver? Já supliquei por um artigo, para poder ir ao funeral de um primo ! Alegam o superior interesse do serviço e já está! Isso deve ser um parâmetro lá das avaliações deles : quantos artigos dá p/ ano aos " seus" funcionários!
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