Mais uma semana de 2 dias

      Tal como aconteceu na semana do feriado do 25 de Abril, esta semana volta a ser feriado nacional numa quinta-feira o que pode resultar numa semana mais curta para todos os Oficiais de Justiça.


      Estando, como estão, todos os Oficiais de Justiça em luta e indignados com as ofertas do Governo, podem esta semana, tal como aconteceu na semana do feriado do 25 de Abril fazer com que os prazos das 48 horas não sejam observados, o que resulta sempre numa grande comoção na comunicação social.


      Coincidência, ou não, na sequência dessa greve da semana do 25 de Abril e da libertação de detidos, a diretora-geral demitiu-se do cargo, pelo que esta semana, seria conveniente que os Oficiais de Justiça voltassem a encetar nova greve, pelo menos na quarta e na sexta-feira, embora possam começar já amanhã terça-feira o seu longo fim-de-semana.


      Tendo em conta que os Oficiais de Justiça não estão a ser considerados carreira prioritária pelo atual Governo, dando o Governo atenção e prioridade a professores, polícias e forças armadas, em face das suas ações de luta e ampla cobertura mediática, cumpre aos Oficiais de Justiça levar a cabo ações tão vistosas quanto as daquelas carreiras. Nesse sentido, há já muitos Oficiais de Justiça que vêm anunciando uma adesão às greves nestes dias.


      Esta semana volta a coincidir um feriado nacional numa quinta-feira, uma situação de exceção que, por erro e desleixo, não foi acautelada e, portanto, pode ser aproveitada por todos os Oficiais de Justiça para uma grande demonstração da determinação de que ainda estão imbuídos, porque ainda não desistiram.


      Os Oficiais de Justiça podem realizar greve durante todo o dia de quarta-feira e também durante todo o dia de sexta-feira. Ora, com o feriado de quinta-feira, é possível fechar tribunais e serviços do Ministério Público durante três dias consecutivos e ainda mais: caso adiram à greve das tardes do SOJ, logo na terça-feira, temos três dias e meio de greves consecutivas, todos eles sem serviços mínimos.


      Quer isto dizer que amanhã, pelas 12H30, todos os Oficiais de Justiça podem ir de fim-de-semana, não só gozando os dias, como dando uma enorme lição da sua postura perante a situação de falta de atenção deste novo governo que negoceia às décimas percentuais.


      Note-se que os tribunais e os serviços do Ministério Público nunca estão, ao longo do ano, dois dias consecutivos encerrados, mas apenas um dia em cada semana (ao domingo) e eventualmente também um feriado isolado quando não coincida com uma segunda-feira. Desta vez, esta semana, poderão estar encerrados, não dois, mas três dias consecutivos, ou mesmo três dias e meio, sem quaisquer serviços mínimos; algo que, depois do 25 de Abril, é ocorrência inédita.


      Mesmo que a adesão se concentre, maioritariamente, como se adivinha, apenas na sexta-feira, mesmo assim, serão dois dias consecutivos encerrados, o que também não permite, em algumas circunstâncias, garantir as 48 horas.


      Quer isto dizer que esta semana de trabalho, para muitos Oficiais de Justiça, vai terminar amanhã terça-feira, sendo possível logo às 12H30, sem qualquer preocupação – repetimos – sem qualquer preocupação com serviços mínimos.


      No cimo da nossa página está, em permanência, um resumo das greves ativas sempre atualizado que poderá consultar para esclarecer dúvidas.


      Esta semana, quem não estiver de turno no sábado, poderá ter umas boas miniférias, desde logo desde terça-feira em diante, até à próxima segunda-feira.


      Ainda há Oficiais de Justiça preocupados, e mesmo confundidos, com os serviços mínimos, com as 48 horas, com a validação de atos e detidos. Ora, perante isto, é necessário avisar que tais problemas se preveem nos serviços mínimos e estes serviços mínimos são fixados no seu devido tempo e pelas entidades que a lei prevê. Quer isto dizer que não é agora a DGAJ ou o Governo, ou qualquer elemento do órgão de gestão das comarcas ou os Secretários de Justiça, Escrivães de Direito, etc., que vão estabelecer qualquer tipo de restrição ao direito às greves que estão em vigor.


      É necessário saber as regras: em primeiro lugar, os serviços mínimos são apresentados com os avisos prévios de greve quando os sindicatos os acham necessários. Nesse momento, a DGAJ pode concordar com a ausência da indicação ou com a indicação, ou pode discordar apresentando uma alternativa. Essa alternativa ou é aceite pelo sindicato convocante ou não e então, neste último caso, quando não há acordo no estabelecimento dos serviços mínimos, é constituído um colégio arbitral que acaba por decidir os serviços mínimos. Depois disto, não há mais nada, a não ser a possibilidade de impugnação nos tribunais.


      Portanto, os serviços mínimos não são a gosto, quando dá jeito, nem são omnipresentes. Os serviços mínimos são fixados pelos sindicatos, por sua iniciativa ou concordância, ou por um colégio arbitral, nada mais do que isto e por mais ninguém. Vamos repetir: os serviços mínimos são fixados pelo sindicato que convoca a greve ou pelo colégio arbitral, ponto.


      No caso das greves de todas as tardes, convocada pelo SOJ, entre as 13H30 e as 24H00, já todos perceberam que não há serviços mínimos nenhuns, no entanto, com as greves das manhãs do SFJ ainda existem dúvidas.


      As manhãs do SFJ dividem-se em dois grupos: as manhãs das segundas, terças e quintas, têm serviços mínimos, até às 12H30, mas as manhãs das quartas e das sextas não têm.


      Também a hora de almoço, das 12H30 às 13H30 está coberta por uma greve sem serviços mínimos.


      Quer isto dizer que todos podem iniciar uma greve, sem qualquer preocupação de serviços mínimos, mesmo interrompendo diligências e atos em curso, deixando-os pendurados, mesmo que tenham caráter urgente, todos os dias das 12H30 às 24H00 e ainda nas manhãs das quartas e das sextas-feiras, igualmente sem qualquer preocupação.


      Vejam bem: esta terça-feira, amanhã, às 12H30, os Oficiais de Justiça podem interromper todas as diligências e atos em curso, mesmo aquelas e aqueles que detêm caráter urgente, deixando tudo pendurado até à próxima segunda-feira.


      Há quem diga que existem escalas para assegurar serviços mínimos e que a isso estão obrigados, mas essas escalas só podem ser das manhãs das segundas, terças e quintas-feiras, mais nada.


      Ora, as manhãs desta quarta e desta sexta-feira estão libertas de serviços mínimos e de quaisquer escalas, portanto, as escalas existentes são irrelevantes para os demais dias sem serviços mínimos.


      Em suma, a partir de amanhã, os tribunais e os serviços do Ministério Público podem encerrar até segunda-feira – salvaguardando os turnos dos sábados –, o que resultará, necessariamente, em problemas, especialmente na área criminal, com a perda de prova ou com a libertação de detidos, situações que, a ocorrerem, se devem apenas à irresponsabilidade e à negligência dos governos em manter o desprezo pelos Oficiais de Justiça, o que deverá ser bem notado pela comunicação social.


      Portanto, esta semana, dá-se esta nova coincidência inédita de ser possível realizar esta grande e vistosa ação que não pode ser desperdiçada, tanto mais que, como já se viu, o Governo não pretende dar prioridade aos Oficiais de Justiça este ano, ao contrário do que fará com outras carreiras.


      Uma oportunidade destas é coisa muito rara, pelo que é uma oportunidade que não pode ser desperdiçada.


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Comentários

  1. Vamos todos dar-lhe o que merecem, desprezo e fechar os tribunais.
    Todos para a greve, até que nos respeitem minimamente.
    Pode ser que desta se vá a nossa principal inimiga, a que pensa que somos lixo
    Se for embora agora já vai muito tarde,nunca lá devia ter posto os pés
    Pelo menos, por ela, vamos todos fazer greve, para nós vermos livres de tal ser

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  2. A greve, tal como tudo, deve ser utilizada com alguma moderação.

    O que quero dizer com moderação?
    Como todos os dia são potenciais de greve, a greve enquanto instrumento de luta fica menorizado.

    As pessoas não fazem nem podem fazer todos os dias greve.
    Se não houver uma "ordem" para que em determinado período os trabalhadores façam greve a adesão à mesma será necessariamente pequena.

    Portanto, usem, não abusem, e acima de tudo que os sindicatos lancem a palavra de ordem de forma a que as pessoas se reúnam nesse objetivo.

    Já agora, os sindicatos que não deixem arrastar as negociações, que promovam junto do MJ reuniões bi ou até tri-semanais, a ver se se anda com "isto" para a frente!

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  3. Também gostava de saber se os colegas do sindicato aderem a estas greves. Será que o Marçal adere à greve do soj e o Carlos Almeida à do SFJ? Também se sabe que quem esteja em tempo integral o reflexo nos tribunais e zero. Mas é uma questão de ética. E porque é que os sindicatos não reúnem em conjunto com a ministra? Egos que em nada nos beneficiam.

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  4. Sr oficial de justica
    Ainda quanto aos eventuais, aquele periodo de 2001 a 2oo4 será pago o suplento, pois pengo que não pagaram também.

    Pode informar, sff?
    Obrigado

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  5. Não percebi o seu comentário?

    Quem é que pensa que nós somos lixo ...?

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  6. Greves que duram anos não são greves!
    Chamem-lhes outra coisa mas greves é que não são!

    Em França sim é que se fazem greves, tudo fica parado e só "desarmam" quando há vias de resolução.

    Em Portugal a palavra greve ganhou um outro sentido - ora se presta a lutas político-partidárias ora se presta à ociosidade dos gentios - e com ela já nada se consegue.

    A via da resolução é, primeiro que tudo, o diálogo e só depois deste se frustrar se envereda pela afirmação de posição.

    Assim mais parece um grupo de pessoas que não se governam nem se deixam governar.

    E sempre prontos para fins de semana prolongados.

    Como vai estar sol de praia pode ser que muitos alinhem.

    Isto é vergonhoso e deixa-me e deveria deixar-nos a todos tristes.

    Estou farto desta classe e destes sindicalistas da treta.

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  7. Já aqui instei a que fosse dado a saber quantos dias foram cortados aos membros do sindicato pelo exercício do direito à greve - suspeito que nenhum - e quanto receberam de ajudas de custo, mormente com a iniciativa da caravana, pelo menos quanto é que isto custou aos associados.

    Como nada foi dito, parto do princípio que a nenhum foi cortado qualquer dia o que vale dizer que "bem prega Frei Tomás, faz o que ele diz mas não faças o que ele faz".

    É preciso prestar contas!

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  8. De onde tirou essa ilação ? Ajude-me por favor.

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  9. Do que deverias estar farto é de ser um colaboracionista da tutela.

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  10. Está na altura dos egos do presidentes dos sindicatos se submeterem aos reais interesses dos OJ, congregarem reivindicações e determinarem rumos em comum!

    Não é compreensível que os orgulhos pessoais se sobreponham às necessidades do presente.

    Sr. Carlos Almeida e António Marçal, façam um esforço, engulam um sapo se for preciso, porque outros de grande prestigio e visibilidade (de dimensão nacional) já o fizeram antes, e defendam intransigentemente os nossos interesses.

    Ás vezes a superioridade passa por abdicar de alguma coisa em função de algo maior.

    Com certeza que na vossa idade esse conhecimento já não vos é desconhecido.

    Abraço.

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  11. Totalmente de acordo

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  12. Já aqui foi dito que em dias de luta sindical, os membros do Sindicato estão a trabalhar. Mais, nesses dias têm ainda mais trabalho: contactos com os tribunais, monitorização da greve, dúvidas colocadas em tempo real, etc. Assim, não poderão ter cortes nos seus vencimentos. É discutível mas é assim.

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  13. E nós dias normais de trabalho o que fazem?

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  14. A reposição é calculada pela diferença do vencimento e também do suplemento.

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  15. Os presidentes dos sindicatos falam cordialmente e até se encontram para definir estratégias. Embora publicamente tal não seja publicitado, e algumas ideias sejam um pouco diferentes, que ninguém pense que há egos ou inimigos a atropelar as reivindicações dos Oficiais de Justiça. O lado contrário (e não inimigo) é o Governo (este e is antecessores), não o outro sindicato, seja lá qual for esse "outro". Não se deve confundir a defesa das ideias diferentes e mesmo algumas alfinetadas, próprias da discussão livre em liberdade democrática, com ódios, lutas e inimizades que, reafirma-se, inexistem.

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  16. Tentei responder. Apagaram, pergunte ao sr. Blogger, ele sabe.

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  17. Não tentou responder, respondeu mesmo. Mas tanto as respostas como a identificação podem dar origem a aborrecimentos que queremos evitar para todos, por isso as supressões (infelizmente plural).

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  18. Compreendo. Obrigado

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  19. "Tóino!... Não vás ao mar, Tóino, que o mar esta bravo, Tóino"

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  20. Se amanhã não trazem de lá nada de concreto sobre a reposição dos 6 anos, 6 meses e 23 dias PÁRA TUDO !!

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  21. Rei dos Oficiais de Justiça27/5/24 13:26

    Na qualidade de rei venho apelar a todos para aderirem á greve.

    Vamos acabar com o medo dos processos disciplinares.

    Vamos acabar com a escravidão..

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  22. Não há amanhã.
    A reunião foi adiada para 04JUN.
    De todos modos, a recuperação do tempo congelado vai ser negociado noutra sede que não no MJ, englobando outras carreiras especiais.

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  23. Folgo em saber!

    Ainda assim talvez não fosse má ideia fazerem algumas reuniões em conjunto com a tutela.

    É preciso não esquecer que uma Srª. Ministra, de má memória, andou a dizer que eram os sindicatos que não se entendiam, e não foi totalmente desmentida ...

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  24. El King Kong!

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  25. Obrigado blogue

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  26. Já agora, o que falta recuperar aos Oficiais de Justiça não é esse tempo, esse é dos professores, aos Oficiais de Justiça são 7 anos, 2 meses e 26 dias.

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  27. Mais um adiamento, e pronto, lá estamos em cima de férias judiciais!

    Mais um cadinho, fim do ano!!

    Assim não!

    Agendem reuniões de "partir pedra", todas as semanas, várias vezes semana, como fez o Ministério da Educação com os professores!

    Algumas das nossas questões têm 20 anos!

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  28. Percebi.

    De facto a (in)ação em determinados casos, como a falta de planeamento no recrutamento de pessoal, etc., tende a dar-lhe razão no que respeita à (in)adequada atuação da personagem.

    Dentro do mesmo Ministério da Justiça, no IRN, nomeadamente nas Conservatórias dos Registos, isso já aconteceu, foi revista a carreira, e está em curso o recrutamento quer de Conservadores quer de Oficial de Registos; na PJ sucedeu a mesma coisa e, imagine-se, na DGRSP, houve uma série de promoções a Técnicos Superiores, de tal ordem que, por exemplo, as EVEs perderam grande parte do seu efetivo e já iniciaram um processo de recrutamento.

    Mas deixe-me dizer-lhe uma coisa, administrar não é - nem tem de ser - agradar aos administrados, é antes servir o cidadão, e "o Oficial de Justiça é apenas o cinzelo que apanha com as marteladas na feitura da obra". Mas se as marteladas não forem no ritmo certo a obra não sai perfeita. Por outro lado se o cinzelo não tiver a têmpora certa, depressa se desgasta e perde-se da mão do artífice.

    Quero com isto dizer que temos de olhar para o nosso umbigo e perceber que temos andado todos muito mal, a tutela e a classe.

    Pois não é que a maioria de nós resiste às inovações tecnológicas oferece pouco de si e exige muito dos outros - sempre se ouviu dizer faz o melhor que souberes para exigires o mesmo dos outros - mas nos tribunais só comparamos os recibos dos vencimentos e o resto, bem o resto é conversa da treta.

    Desculpe colega mas é o que penso e olhe que eu estou muito longe de apoiar a personagem a que se referiu, mas começo aficar farto de se falar em correr com todos e depois, quando se olha para nossa classe, muitos haveriam de ser corridos tambem.

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  29. Pois é colegas.

    Se pensarmos diferente, só por isso, somos ostracizados, é uma espécie de cancelamento ou censura moral pelos denominados impolutos e achados donos da razão.

    Se descriminamos em razão da raça, da crença ou religião somos logo censurados - e muito bem - mas se a censura é a censura ideológica, ao nível da opinião - já parece não haver problemas.

    Parecem - se calhar até pertencem às suas fileiras - aqueles partidos extremistas que apoiam os Palestinianos e ao mesmo tempo apoiam regimes como o que vigora na Coreia do Norte que mata milhões à fome e não só ...

    Percebi o recado mas ainda há quem não tenha casado, não tenha filhos para criar, enfim não tenha ... medo da onda do tal mar bravo e até a queira desafiar ...



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  30. Diz o povo, que quando não há nada para fazer se fazem "meninos ..."

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  31. Sim, mas sem a tal criação de escalões suplementares vejo uma grande parte dos OJ a perderem essa recuperação para sempre.

    É nessa matéria também preciso negociar!

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  32. Terá a nova proposta a ver com a bomba atómica que um dos comentadores aqui referida na semana passada?!!

    Quem souber, p.f. diga algo!

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  33. Não foi desmentida porque disse a verdade e quem diz a verdade Deus não castiga!

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  34. Qual Bomba Atómica ?

    Só se for daquelas que diziam que o Sadam tinha e ninguém encontrou ... por detrás da cortina viu-se que era afinal o negócio do petróleo e, por uma questão de geopolítica, impedir a hegemonia de uma série de países que poderiam desestabilizar a economia mundial e principalmente dos EUA.

    Na justiça é a mesmíssima coisa só não se sabe ainda qual é o negócio por detrás da cortina ...

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  35. Pois é, só não se sabe qual o verdadeiro negócio/intenção ... mas desconfio que daqui por um tempo, alguns anos talvez, se descubra?

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  36. Há quem nada de positivo ou de novo a diz em relação ao que se discute ou se comenta!

    Será que o colega não podia usar mais daquela qualidade superior para nos dar uma opinião ajuizada sobre as matéria em discussão?

    Comentários saloios e sapos sorridentes em nada ajudam!

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  37. Acredito mais que o adiamento augure "uma bela bosta servida a balde" que não querem que coincida com o período eleitoral em curso.

    Ai Portugal, Portugal...

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  38. Bons e maus e também suficientes e insuficientes, existem em todas as classes profissionais.
    Dirigentes maus, querendo sempre e cada vez mais, agir com maldade, só em alguns serviços
    Nós temos tudo muito azar
    Fala-se muito na PJ., veja-se a Excelencia de pessoa e dirigente que tem a sorte de ter á frente

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  39. A fotografia do artigo de hoje mostra uma explosão atómica em forma de balança!

    O cogumelo será venenoso ou alucinógeno?

    Vivem-se, se facto, tempos difíceis na justiça!

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  40. O colega não seja por isso.

    Eu esclareço: quando digo que não há bimba atómica quis apenas dizer que todos sabemos o que nos espera, pois até já foi proposto por duas vezes em projeto - para além do mais a diferenciação de carreiras.

    Depois, quando falo em cortina, quero apenas dizer que com o argumento da revisão da carreira podem querer colocar nos tribunais aquela Técnicos Superiores que todos sabem - que muitos dizem vir das autarquias, enfim , politizar a justiça ...

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  41. Por mim eles que fiquem com isto!

    Técnicos superiores a aturar Magistrados e vice versa - Problemas deles.

    Que me reformem antecipadamente e boa sorte!

    A vida de OJ faz-nos assim CÍNICOS!

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  42. Continuo a considerar muito estranho que este blog se resuma somente a greves como forma de ganhar esmolas. Ainda estamos à espera que o "Oficial de Justiça" comece finalmente a publicar artigos sobre o que defende para o futuro da carreira. É que andamos mesmo algo iludidos. Aproxima-se uma greve em que não serão observadas as 48 horas e, como somos muito importantes, a ministra adia a reunião para o dia 4 de junho!!! No entanto, só nos lembramos de greves e isto já vem de longe, sem qualquer resultado. Bem sei que há muitos colegas a quem o desconto não faz depender o pagamento das prestações, água e luz. Ao invés, a maioria já esgotou os recursos há muito tempo. Não estará na hora de virar o disco?

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  43. Está na altura de começar partir a loiça!

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  44. Diga lá como?

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  45. Continuamos a considerar muito estranho que haja comentadores que se resumam à falta de raciocínio. Ainda estamos à espera que este comentador comece um dia a produzir, finalmente, comentários minimamente inteligentes.

    Vejamos: os artigos diários expõem os temas da atualidade que são do interesse da maioria dos Oficiais de Justiça, não de todos, mas de muitos, pelo menos daqueles cerca de 6 mil que diariamente teimam em aceder à página, teimam em subscrever os artigos por e-mail, teimam em pertencer ao grupo no WhatsApp, enfim, é para esses e não para todos.

    Se hoje se desenvolve e explica o tema da greve desta semana, na semana passada não se abordou este assunto, tal como ontem se abordou o tema do equilíbrio entre o trabalho e a família, ou como no sábado se abordou a novidade da interpretação da DGAJ para os eventuais-provisórios de 2001 a 2004, na sexta-feira foi uma orientação nos Açores, na quinta-feira os relatos dos sindicatos sobre as reuniões com o MJ, na quarta-feira o desligamento de um Oficial de Justiça, na terça-feira a nomeação em substituição da diretora-geral e na segunda-feira transcrevemos um artigo do SMMP sobre a crise na carreira dos Oficiais de Justiça.

    Quer isto dizer o quê? Percebe-se?
    Quer isto dizer que esta iniciativa informativa é mesmo isso, um projeto informativo que aborda os temas da atualidade que interessam a muitos (não a todos) os Oficiais de Justiça. Portanto, esta página não tem de apresentar ideias próprias, elaborar projetos de estatuto, porque não é um sindicato, mas uma página informativa e isto quer dizer que se dá notícias e informações daquilo que vai sucedendo.

    No âmbito de um assunto do momento e do interesse geral, ou generalizado, esta página pode acrescentar pontos de vista, críticas e mesmo alguma ideia no mesmo sentido ou em sentido divergente, mas tal só sucede no âmbito de assunto do momento que se noticie ou divulgue.

    Por exemplo: imagine agora que amanhã ou depois um dos sindicatos apresenta uma ideia qualquer para a carreira, quando a notícia for aqui divulgada, posteriormente, poderá ir acompanhada de uma manifestação de concordância ou de discordância, quer uma, quer outra, sempre justificada e com todos os esclarecimentos possíveis. Mas enquanto tal não se tornar notícia, não tem esta página que se substituir aos sindicatos, apenas tem de os ir acompanhando, noticiando, dando a conhecer aos Oficiais de Justiça o que está a suceder, o que vai sucedendo e, preferencialmente, sempre com uma perspetiva que fuja da normalidade do rebanho.

    Novo exemplo: veja-se o artigo da passada quinta-feira em que se expõem as duas comunicações sindicais sobre o mesmo assunto (as reuniões com o MJ) concentradas no mesmo artigo. Não houve um artigo do SFJ e outro do SOJ, embora pudesse ter sucedido, mas um só artigo onde os leitores pudessem comparar e refletir sobre o assunto e, claro, constatar as diferenças comunicacionais.

    Percebe-se a função da página? Percebe-se o que aqui se anda a fazer desde 2013? É assim tão difícil?

    Isto já foi explicado mais do que uma vez, é estranho que não seja ainda compreendido ou que não se consiga, nem queira, compreender.

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  46. Comentário das 20:36
    Diga lá V. Exa. O que teremos de fazer. O que é que V. Exa defende para a classe (eu quase que adivinho, mas não digo).
    Quais as formas de luta, ou outras que nos trarão a almejada mudança?
    Faça, trabalhe, contribua .não critique o autor deste blog, que muito dele tem dado em benefício de todos
    Escrever um artigo diário da forma como e escrito, todos os dias, durante anos, apenas deve ser objecto de gratidão, estima e agradecimento
    Quem não gostar de ler, que não abra.
    Porém, criticar!!!!!! Tenham juízo, comprem um espelho, ou talvez o que tenham seja grande demais
    Façam -se á vida

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  47. Rei dos Oficiais de Justiça27/5/24 22:18

    Aí que medo apenas por se revelar um nome....este medo bem reflete a postura dos oficiais de justiça..medo de tudo e mais alguma coisa
    ..
    Mas tá a gozar com a minha cara onde é que revelar um nome é crime??

    Mesmo k originasse algum processo garantidamente seria arquivado..


    O mesmo se passa com processos disciplinares
    Existe direito a contraditório...existe dolo existe negligencia...

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  48. Rei dos Oficiais de Justiça27/5/24 22:22

    Venho. Apelar a este blog para parar de ter medo de processos judiciais uma
    Vez que só existe crime quando de fato se comete um crime...

    Onde é que incentivar a movimentos de luta é crime?

    Vão mas é estudar para saber o que é crime ou não..

    Se eu for a casa de banho tb é crime?

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  49. Depende, o que vais fazer á casa de banho?🥸

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  50. Quando a parvoíce reina, produzem-se comentários assim. Saiba
    comentador que há mutos tipos de fenómenos criminais e alguns não têm que ter sangue, nem dar nas séries do CSI nas TV. Aliás, Portugal é um país muito prolixo em queixas relacionadas com a honra, sentindo-se as pessoas muito injuriadas ou difamadas e, por isso, apresentam queixas que são do âmbito criminal e podem ainda ter caráter civil, a título de indemnizações, e ainda há os procedimentos disciplinares por dá cá aquela palha. Evidentemente que a apresentação de uma queixa não significa automaticamente que haja culpa , ou crime, ou sentença condenatória, mas há aborrecimentos, como se disse e ainda despesas, com advogado, com taxas, até com deslocações, próprias e de testemunhas e outras de menor dimensão mas que, somadas, também pesam.

    Mas tudo isto é ultrapassável e todos os seus comentários que sejam passíveis de queixa à administração do blogue por os manter, quando há anonimato, se pode ultrapassar e poderemos deixar todos os seus comentários, desde que nos envie a sua identificação, via e-mail privado para OJ@sapo.pt para que o associemos ao seu IP que está registado, dessa forma nunca jamais lhe retiraremos qualquer comentário.

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  51. No reino da parvoíce não há racionalidade e perder tempo com isto é igualmente parvo, mas vamos lá.

    Revelar o nome implica uma ligação direta entre o que está comentado e a honorabilidade da pessoa concreta. Neste caso, ao não existir uma correlação com um nome, não há ninguém cuja honra se possa sentir afetado(a).

    A administração desta página pode ser processada por manter publicamente comentários ofensivos à honra de alguém, no entanto, podemos perfeitamente ultrapassar isso, deixando todos os seus comentários, mesmo que sejam passíveis de qualquer tipo de queixa à administração do blogue por os manter, quando há anonimato, poderemos deixar todos os seus comentários, desde que nos envie a sua identificação, via e-mail privado para OJ@sapo.pt para que o associemos ao seu IP que está registado, dessa forma nunca jamais lhe retiraremos qualquer comentário. Esteja à vontade, a identificação só será entregue a pedido, não será publicada.

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  52. O "Oficial de Justiça" fica incomodado com desafios construtivos. O que se pede e espera, face a tanta eloquência deste espaço, é que consiga ajudar na construção do futuro desta classe. E digo isto porque lhe reconheço capacidade extra de raciocínio. Não basta criticar, analisar e sugerir greves, entre outras intervenções muito úteis. Espera-se arrojo da sua parte. Fale por exemplo do grau 3 e quais as competências que prevê de futuro para a classe. Quais as consequências da inteligência artificial nas nossas funções. Não tenha receio do que possa defender, porque uma coisa é certa, não agradará a todos. Se continuar num discurso analítico mas sem grandes rasgos...enfim, respeita-se. Mas repito, considero ser detentor de uma capacidade de raciocínio extraordinária e é o que a classe precisa.

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  53. Se adivinha, diga lá. Também me parece ter uma perspicácia invulgar.

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  54. Vai ter de ler novamente a explicação, porque ainda não entendeu, ou não quer entender: isto não é um sindicato, nem uma tendência de um sindicato, nem a vontade de vir a ser um sindicato, nem sequer um grupo fechado no Facebook. Admito que seja difícil de compreender por ser diferente daquilo que normalmente existe, ou constitua alguma ambição pessoal, mas é o que há.

    Não há praticamente nada que incomode a autoria do blogue, muito menos qualquer tipo de "desafio". Desafio é conseguir abordar temas diversificados todos os dias, em vez de ter os cornos enfiados sempre no mesmo assunto, a marrar sempre com a mesma coisa; isso é que é desafiante, um enorme desafio que nem sempre se mostra fácil, mas que se tem conseguido levar avante durante mais do que uma década.

    Portanto, a existir algum incómodo, tal ocorre quando parece que não temos tema para o artigo do dia, quando temos de fazer muita pesquisa e nada surge que tenha verdadeiro interesse, isso, sim, é um desafio que incomoda, o temor de ter de falhar algum dia, quebrando esta enorme corrente.

    No que se refere aos assuntos que gostaria de ver apreciados, logo que se tornem motivo de notícia ou simples divulgação, haverá a habitual análise crítica ou os habituais esclarecimentos complementares.

    De todos modos, os assuntos que nomeia (grau 3 ou IA) já foram temas pontualmente abordados e desde há muitos anos, mas voltaremos a eles sempre que for oportuno.

    E já que tanto lhe interessa: a propósito do grau de complexidade 3 já aqui o dissemos por variadíssimas vezes, é algo óbvio a atingir, sem mais ondas, tal e qual outras carreiras no âmbito do MJ conseguiram, com a simplicidade como a que ocorreu com os Oficiais de Registo. Temos até citado o DL e temos manifestado repúdio por esquemas formativos ou prazos ou seja lá o que for para complicar a coisa.

    Quanto à inteligência artificial aplicada no dia a dia e no labor dos tribunais, também já aqui foi motivo de referência, noticiando conferências ou artigos sobre o assunto e mesmo tendo noticiado algumas experiências que levamos a cabo, exibindo os resultados.
    No que se refere a ter opinião sobre a IA, é um disparate pretender ter uma opinião que não seja a da inevitabilidade do aperfeiçoamento, da necessidade de regulamentação e da inexorabilidade da sua paulatina implementação que terá como consequência necessária alguma redução nos recursos humanos que, com o tempo, irá sendo incrementada.
    Seja como for, não é tema que interesse verdadeiramente, uma vez que a evolução dos mecanismos de substituição do trabalho humano é algo que não vai depender minimamente da vontade de ninguém nem dos sindicatos. O que vier virá, tal como vem sucedendo com tantos mecanismos automáticos e de inteligência artificial que já estão discretamente, ou nem tanto, em uso.

    E repete-se: sempre que determinado assunto se mostre tema de interesse para a atualidade, será abordado e analisado, sem qualquer temor de produzir opinião que não agrade a ninguém, aliás, como vem sucedendo ao longo dos anos, tantas vezes com opiniões bem controversas que põem tanta gente em alvoroço, o que, aliás, até nos agrada. E serve tudo isto, toda esta perda de tempo, apenas para lhe demonstrar a injustiça dos seus comentários e confusão que realiza do objeto que norteia este projeto, tanto em 2013, como em 2017, ou em 2021 e mesmo em 2025.

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  55. Li a explicação por mais 3 vezes. Quero entender mas talvez não tenha conseguido perceber. Não se considera este espaço como pretenso sindicato embora se lhe reconheça tendências analíticas e opinativas. Sem ambição pessoal, agradeço a sua compreensão. Dizer que ainda bem que não lhe assiste incómodos para com eventuais desafios. E, dúvida subsistisse, este espaço, no qual a maioria das ocasiões/publicações, traduzem-se numa mais valia informativa para a Classe. Agora e se assim entendesse, passados tantos anos, é expectável que a análise não se cinja ao que vai acontecendo, mas ao que, com propriedade reconhecida, defende e perspetiva efetivamente para o futuro da Classe. É o desafio que se lança, levando em conta com muita expectativa, a reconhecida capacidade argumentativa e visionária que lhe assiste. Ou seja, é tão somente este o humilde anseio.

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