A "luz verde do primeiro" e a ilusão de todos

      Tal como aqui anunciamos neste último domingo, divulgando que o Conselho de Ministros aprovara o diploma que transfigura, entre outros aspetos, o valor do Suplemento de Recuperação Processual de 10% para 13,5%, também ontem o Ministério da Justiça veio divulgar essa mesma aprovação.


      Na página oficial do Ministério da Justiça [abaixo indicada e acessível como fonte], anuncia-se assim:


      «Aprovado diploma sobre aumento do suplemento aos Funcionários Judiciais. O Conselho de Ministros aprovou na sexta-feira um Decreto-lei que altera as condições de pagamento do Suplemento de Recuperação Processual dos Funcionários Judiciais.


      Dando cumprimento ao acordo alcançado com o Sindicato dos Funcionários Judiciais, que representa profissionais que exercem funções nas Secretarias Judiciais e no Ministério Público, o Conselho de Ministros aprovou um Decreto-lei que altera as condições de pagamento do Suplemento de Recuperação Processual, nomeadamente:


      – Aumento do Suplemento de Recuperação Processual de 10% para 13,5% da remuneração base, durante 12 meses (anteriormente 11 meses), com efeitos retroativos a 1 de junho de 2024;


      – Aplicação deste regime também a trabalhadores em fase inicial desta carreira e para todos os trabalhadores que têm avaliação de desempenho positiva (suficiente ou superior). Passa ainda a ser considerado para apuramento da retribuição em situação de doença.


      Em junho, o Governo apresentou ao Sindicato dos Funcionários Judiciais e ao Sindicato dos Oficiais de Justiça uma proposta melhorada que mereceu ‘luz verde’ do primeiro.»


      Ora se o primeiro sindicato deu ‘luz verde’, o segundo terá dado à luz coisa diferente, que não verde, ou, eventualmente, sem luz nenhuma.


      A notícia na página do Ministério da Justiça vem ilustrada com a seguinte fotografia.


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      Prossegue a notícia do Ministério da Justiça assim:


      «A proposta, apresentada pela Ministra da Justiça, Rita Alarcão Júdice, acompanhada da Secretária de Estado da Administração Pública, Marisa Garrido, e da Secretária de Estado Adjunta e da Justiça, Maria Clara Figueiredo, em 05 de junho, consiste na melhoria das condições do Suplemento de Recuperação Processual atribuído aos Oficiais de Justiça, com efeitos no salário desse mês.


      O Suplemento aumentou de 10% para 13,5% do salário base dos funcionários judiciais, com o pagamento a estender-se dos atuais 11 para 12 meses.»


      A seguir podem apreciar outros fotogramas da memorável reunião de junho onde foi assinado o tal acordo e na qual o SFJ deu a tal ‘luz verde’, luz essa com a qual pretendeu desbloquear aquilo que classificou de impasse para a negociação profunda e avançada que há de vir a acontecer e, com a qual, se materializarão todos os sonhos dos Oficiais de Justiça, construídos ao longo dos anos.


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      Utopia: dizem os dicionários que se trata de uma ideia ou de uma descrição, plano ou sistema, que corresponde a algo imaginário e fantástico, onde tudo está perfeitamente organizado de uma forma superior e perfeita, mas que, ao mesmo  tempo, parece não ser possível que venha a existir na prática; na realidade.


      Trata-se, portanto, de uma ilusão, de um sonho, de um devaneio ou fantasia, algo que ocupa a mente, mas que possui a capacidade e a virtualidade muito relevante de aportar ânimo e esperança num futuro que, embora irrealizável, sem qualquer pragmatismo e ausência total de correspondência com a realidade, acalma e pacifica como o efeito do ópio; “o ópio do povo”, usando palavras do Karl.


      Por exemplo: um dos sonhos mais flagrantes é o daqueles que ambicionam que a carreira fique restrita a licenciados, não só para a entrada, mas também para a concessão de cargos especiais para aqueles que já exercem funções nos tribunais ou nos serviços do Ministério Público.


      Mas alguém, minimamente razoável, pode acreditar que com o manifesto interesse que existe na carreira, alguma vez se concretizará a restrição da entrada apenas a licenciados, ainda que os vencimentos passem a ser equivalentes aos de técnico superior?


      Note-se bem que a última tentativa de ingresso com a disponibilidade para 108 lugares mal conseguiu 5. Sejamos realistas: se se restringisse a entrada a licenciados as entradas aumentariam para o número de vagas, ou mesmo mais? Claro que não. Tal nunca sucederá. Mas a utopia é bonita e entretém suficientemente um grande número de Oficiais de Justiça.


      Alguns sindicalistas vêm iludindo os Oficiais de Justiça com sonhos irrealizáveis, perdendo imenso tempo em complexas construções de progressões, de formações especiais e justificações para todo um novo edifício, com novas categorias ou carreiras, métodos de progressão ou retenção e novas pretensões com usurpações de funções de outras carreiras da justiça.


      Iludem os Oficiais de Justiça com tais usurpações de funções, como se as magistraturas concedessem nisso, confundindo-se com as concessões que esses mesmos sindicalistas aceitaram aquando da perda de atribuições para solicitadores e agentes de execução, administradores judiciais, notários e conservadores, funcionários das Conservatórias, das Finanças e da Segurança Social, bem como das atribuições delegadas nas polícias e em tantas outras entidades e indivíduos.


      Não! Desenganem-se! Perder atribuições só mesmo com os Oficiais de Justiça, mais ninguém vai nessa cantiga; mais ninguém vai querer perder tanto, nem tão pouco, quanto perderam os Oficiais de Justiça.


      Além disso, embora não seja do conhecimento geral, convém assentar os pés na terra: os cargos de assessores, tanto para os magistrados judiciais como para os do Ministério Público, já existem há um par de anos, são já umas dezenas, estão afetos a uma comarca ou a um grupo de comarcas, não estão limitados à área do Direito, mas a muitas outras áreas diversificadas e estão dependentes dos respetivos conselhos superiores das magistraturas, tal como está previsto na Lei, pelo que não será nenhuma utopia de elaboração de um estatuto que vai alterar a lei, ou mesmo a Constituição, como até ousam afirmar.


      Os Oficiais de Justiça estão a ser enganados com ilusões que nunca se concretizarão e, dessa forma, estão a deixar de se concentrar naquilo que é verdadeiramente importante e que interessa a quem trabalha: o dinheiro ao fim do mês; porque é para isso que todos os dias vão trabalhar.


      Os Polícias, os Guardas Prisionais, os Militares, os Professores, os Médicos e tantos outros, não perdem o seu tempo em imaginações fantasiosas, nem se dedicam a inebriar os seus colegas. Sabem bem o que querem e para aquilo que trabalham, mantendo os pés bem assentes no chão, focados, assim alcançando aquilo que nem os Oficiais de Justiça sonhavam, porque estavam, e ainda estão, ocupados em sonhar com coisas diversas, assim se satisfazendo; assim retirando prazer próprio, deleitando-se em luzes verdes, em linhas vermelhas e em tudo o que se possa projetar num futuro maravilhoso.


      Infelizmente, a ‘luz verde’ não é suficientemente resplandecente para que despertem e abram os olhos, pelo que só podem continuar a dormir e a sonhar.


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      Fonte: “Ministério da Justiça”.

Comentários

  1. Falta:

    - Recuperar o tempo de serviço congelado pela troika; e

    - Uma valorização salarial a acompanhar a inflação dos últimos anos!

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  2. Ainda bem que existe alguém a abrir os olhos a esta gente. So vejo fantasias em determinados, sindicatos, cujo os seus representantes são licenciados, mas nem conseguem refletir conscientemente antes de tomar decisões, aliás nem tiveram ideias para apresentarem, apressadamente assinaram as ideias de outra estrutura sindical.

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  3. Quem são os tótós da Administração Pública?

    Não serão porventura os Oficiais de Justiça, pois não?!!!

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  4. A falta de inteligência paga-se, e paga-se caro ...

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  5. Rei dos Oficiais de Justiça30/7/24 10:00

    A ministra não está de boa fé... reparem que na última reunião a mesma veio logo com a história do siadap...

    Ela vai insistir nisso e vai implementar isso....

    Não fala do valor a discutir do verdadeiro aumento, da redefinição do conteúdo funcional.

    Isso ela não fala...como já deu os 13.5 porcento tá cheia de moral
    ..

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  6. Orgulho neste grande dirigente, sem este acordo eu e muitos estaríamos sem o SRP, o que no meu caso, são mais de 200 euros por mês.
    Agora é só manter o nível de produtividade na seção porque dificilmente alguém baixa de suficiente.
    Obrigado Dr. António Marçal e a toda a equipa do SFJ, que tanto tem feito pelos oficiais de justiça portugueses.

    Justiça para quem nela trabalha.

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  7. A atenção do SFJ
    Passaram já 15 dias do período de férias.
    Houve algum avanço nas negociações estatutárias, houve sequer reuniões, contactos, enfim, qualquer avanço quanto á nossa condição .
    Recordo que antes das férias houve promessas de que nas férias se trabalharia a dobrar nese sentido.
    Penso que seria de bom tom irem informando do que se passa, ou não , sobre o futuro da nossa carreira .
    É preciso informação . E preciso acção
    Palavras ocas e inconsequentes sem acção e atitude não interessam a ninguém.
    Estamos todos ávidos de notícias, de boas notícias.
    Digam qualquer coisa, porra..
    Não somos cornos, para sermos os últimos a saber
    E a nossa vida



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  8. Ou como disse Confúcio:
    " A imutável circular potência do refresco de pimenta ".
    A pimenta da Justiça portuguesa é uma especiaria deveras potente, que começa por se entranhar no organismo dos primeiros, mas quando os outros ainda acham que estão a tomar refresco já ela lhes vai em surdina queimando o esófago todo rumo ao estômago.
    Aí chegados, é a surpresa qual murro.
    Ou simplesmente e para não complicar:
    As outras carreiras especiais fazem regatas para ali ou acoli, os OJs regateiam entre si.

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  9. A culpa não foi dos OJ mas de quem os representou!

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  10. És tu "king" ?
    O português é tão mau que pareces ser

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  11. Excelente artigo.
    Andam muitos Colegas a pensar que por terem uma licenciatura e bem, que só os valoriza e valoriza a carreira, que vão dar um salto imaginário não se sabe bem para onde.....
    Não percebem, não entendem, não querem perceber que trabalham com as elites deste país e essas mesmas elites nunca vão permitir, nem sonhar que existam outros " Doutores" no " edifício ' do Tribunal..
    Aliás, basta ler com atenção os Pareceres do CSM aos dois projetos de estatuto dos anteriores governos e está preto no branco...
    Está ali descrito o que as magistraturas esperam de nós.
    Nem mais nem menos....
    E para quem anda distraído ou para quem ainda não tenha percebido como é que funciona está " máquina", Eles é que decidem......
    Vão ser Eles a determinar o que os desgraçados dos " Oficiais de Justiça podem e não podem fazer......
    Da mesma maneira que os Médicos decidem o que os Enfermeiros podem e não podem fazer...
    Da mesma maneira que os Oficiais decidem o que os Sargentos podem e não podem fazer...
    O novo paradigma do OJ, os novos conteúdos, as novas funcionalidades, a IA, o algoritmo, não passam de sonhos húmidos e de fantasias de quem vive no país da Abelha Maia.
    Basta ver algumas comarcas, alguns juízos ou secções, um simples provimento e coloca os OJ a tramitarem os processos quase sem despachos até à sentença.
    São mais bem pagos por isso, são mais valorizados por isso, são mais reconhecidos por isso??
    Não, não são.
    Quem é valorizado é o Juiz, e o do lado vai copiar o provimento...
    Não perceber onde estamos e com quem trabalhamos é preocupante.
    Às vezes não basta ter um curso, é necessário ver, reconhecer, perceber o que nos rodeia.
    Custou a licenciatura?
    Deve ser reconhecida?
    Deve ser valorizada?
    Deve ser compensada monetariamente?
    Claro que sim.
    Mas, por favor, abram os olhos.....

    FF

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  12. Ok, Ok... Bom dia...

    Pezinhos na terra! Então bora lá:

    O SIADAP é para aplicar em TODA a função pública (excepto magistrados). MESMO TODA.

    Não uma ideia desta ou de outra pessoa. É a LEI.
    Claro que... Aqui... A Lei... Pode ser meramente indicativa!

    O que há são adaptações do método SIADAP as especificidades como Autarquias, Serviços Descentralizados, etc, etc...

    Mas o SIADAP é para aplicar ao PROLETARIADO da função pública!

    Aqui é que, pronto... É uma anedota!

    Continuem assim que vão bem.



    (não sei se inclui "Reis")

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  13. CONCORDO!

    Informações sobre o Estatuto, designadamente, qual é a ideia desta Tutela...

    Já devem ter avançado qualquer coisa, porra.

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  14. Obviamente é para acabar com o COJ...

    Acaba a penalização da perda de vencimento para quem tem Suficiente.

    Não há promoções.

    Para que serve dar o litro?
    Nada.
    Quem está de baixa prolongada também recebe? Se sim então melhor ainda para quem está à espera da reforma.

    Para que precisam do COJ?
    Porta aberta para o SIADAP

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  15. Muito bem colega.

    Hoje concordo inteiramente consigo.

    Penso exactamente assim.

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  16. Rei dos Oficiais de Justiça30/7/24 11:17

    Então diga isso aos sindicatos, que dizem que não aceitam....
    Eu como rei sei mais que vocês todos juntos..

    E mais uma vez reitero que todos os OJ incluindo você deveriam ser corridos a pontapé para irem estudar...

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  17. Ou então deixem-nos sair quando após se terem formado a custo próprio a carreira não dá saídas.

    Já ouvi falar de vários (VÁRIOS) colegas OJ que se licenciam e depois têm oportunidades dentro da Administração Pública e a DGAJ bloqueia a sua transferência.

    Em concurso internos, não é cá "tró-ló-ró de amiguices".

    UMA VERGONHA. Que motivação vão ter essas pessoas que estudaram, graduaram-se, ganharam um concurso para melhorar de vida e depois a DGAJ não permite a transferência.

    Zero.

    Eu confirmei... É mesmo verdade, até pensei que fosse palhaçada, mas não, é mesmo verdade!

    UMA VERGONHA

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  18. Rei dos Oficiais de Justiça30/7/24 11:26

    Tem toda a razão, contudo por isso é que existe o tribunal constitucional, e o tribunal europeu....o paradigma tem que mudar.

    O nosso estatuto está repleto de inconstitucionalidades..e nunca ninguém as invocou.

    Porque será?

    O problema parte da falta de análise critica por parte dos o.j.

    Nem se sabem defender...

    Por essa sua teoria, não existe estado de direito...

    Acorde que esse tempo acabou..hoje em dia existe juízes condenados, procuradores etc....

    Obvio que se ninguém faz nada estaremos sempre reféns das tais elites..

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  19. Espero que o artigo de hoje abra os olhos a muita maltinha que por aqui anda.

    O artigo de hoje é clarinho!!

    Está lá tudo.

    Muitos vivem iludidos com o futuro estatuto.

    Esqueçam!

    A única coisa coisa boa que esta alteração do SRP nos trouxe é que, tal como alguém ja aqui o disse, não precisaremos de nos esforçar muito para o receber.

    Basta-nos um suficiente, o que não difícil de alcançar.
    De resto é deixar andar, sair à hora e não fazer nem mais um minuto e aproveitar as greves.






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  20. A lei não pode ser mudada a meio do contrato, com efeitos em relação a esse contrato!

    Quando eu, e a maioria, ficou vinculado à FP não existia SIADAP, de maneira que "essa coisa" nada me diz, nem vejo como nos possa atormentar!~

    Outra coisa será para aqueles que entram em FP depois do início do SIADAP, mas isso ....

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  21. A mensagem que para si é um "abre olhos", é uma mensagem perfeitamente compreensível, pois representa o que grande parte dos OJs sente na atualidade, sendo que na minha opinião não passa do estertor do cisne a meter a cabeça na areia, perante a inevitabilidade de alteração do paradigma da carreira.
    A ilusão e o sonho é achar que irá existir alguma valorização salarial relevante, mantendo tudo na mesma, com atribuição de grau 3 a todos e possibilidade de progressão para qualquer categoria, independentemente das qualificações ou de processos de equivalências.
    Acordem! Acabou!

    Contudo, concordo que não será um salário equivalente ao 1º escalão de técnico superior, que vai tornar a carreira mais atrativa a licenciados, mas isso é um problema transversal a toda a FP.
    De qualquer modo, nos primeiros anos isso não será um problema dado o número de licenciados já existente na carreira.
    Para já, o problema será o recrutamento de funcionários para categorias grau 2, com o nível salarial previsto.

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  22. É precisamente por existirem pensamentos como o seu, que as coisas vão mudar.
    Poderás sempre pedir transferência para assistente operacional e deixar o mundo passar à tua volta, sem grd esforço.
    Quanto ao SRP, é evidente que irá cessar com a entrada em vigor do novo estatuto.
    Por isso, abre a pestana!

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  23. A partir de agosto vamos começar a fazer a contagem decrescente, -30, -29 etc.
    Se quando chegarmos ao 0 não houver nada, então que comece a luta e se o SFJ não acompanhar, que comece também a luta contra o SFJ.

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  24. É só ler o artigo de hoje.

    Está lá tudo!!

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  25. Concordo na INTEGRA com a estratégia seguida pelo SFJ.
    Faria tudo igual!
    Perante as evidentes opções politicas de reestruturação da carreira, não existe outro caminho a seguir, se não apostar num clima de paz social e confiar na boa fé negocial do governo.
    Neste momento a maior arma que temos é a falta de atratividade da carreira e é por aqui que o governo terá que ceder.

    A ilusão e o sonho é achar que tudo pode continuar na mesma, quando se abrem concursos que resultam numa mão cheia de nada.
    Contudo, maior ilusão ainda, é achar que irão existir grds valorizações salariais, mantendo tudo na mesma, com atribuição de grau 3 a todos, e subsídios de missão sem missão, tentando comparar a nossa carreira ao que não é comparável!

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  26. Muitos já começaram a luta contra o SFJ, mudando para o SOJ.

    Hoje recebi uma carta de De Carlos Almeida (SOJ), agradecendo a associação ao SOJ, com 2 calendários, um crachá "Credor do MJ" e a reiterar o compromisso e empenho na defesa dos interesses do OJ.

    Para mim, para já, basta!


    Faites vos jeux

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  27. Mais um iludido, coitado...

    Antigamente ainda tinha alguma pena dos iludidos como o colega.

    Actualmente, rio-me quando leio comentários como o seu.

    Relativamente às alterações ao SRP, eu sei e toda a gente sabe que esta grandiosa conquista do sindicato tem prazo de validade!!

    Termino retribuindo a recomendação:
    Abra a pestana!!

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  28. Pois eu discordo em absoluto da estratégia.

    São duas visões, mas uma coisa é certa, a sua está-nos a custar 300 € mensais.

    É muito dinheiro para quem ganha tão pouco!

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  29. Então eu já estou quase morto.
    Vou tirar uma curso para o Além?

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  30. Conselho: Rei(tero).
    Passe a usar sempre esse termo em todos os seus comentários, como uma imagem de marca.

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  31. Cuidado, atenção, que mesmo entre os nossos pares há quem não considere tal coisa fundamental. De resto, também eu próprio, enquanto defensor desses valores, já não acredito que isso seja bem assim.
    Hoje em dia, em nome da malfadada sustentabilidade que eles não foram capazes de garantir depois de neles termos confiado para essa missão, sem outra penalização que não seja ciclicamente voltarem ao lugar, todes eles são capazes de alterar tudo de um momento para o outro.

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  32. A discussão hoje aqui está muito interessante no sentido de nos ajudar a acabar com algumas ilusões e mal entendidos.
    Sim, haverá um novo estatuto para a classe mas será o que as magistraturas quiserem para os oficiais de justiça, tenham isso em mente. A ministra irá seguir as orientacões dos juizes para os oficiais de justiça em termos de conteudos funcionais.
    Sobre o aspecto salarial isso já será da parte governamental e da folga financeira que houver e tambem claro da atratividade da função para novos quadros, licenciados ou não.
    Na minha ideia, não vai ser uma licenciatura que vai dar mais importancia e visibilidade á classe, a licenciatura será o que os juizes deixarem.

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  33. Sim. Também acho.
    Mas em Portugal, infelizmente, não é essa a visão dos Magistrados do Tribunal Constitucional.

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  34. O COJ já não tem qualquer autonomia desde a LOSF, Lei n.º 62/2013, de 26 de Agosto de 2013, regulamentada pelo DL n.º 49/2014, de 27 de Março.
    Ao contrário do que por aqui tenho lido, na minha interpretação que valerá o que valer, desde então os funcionários do ministério público ficaram na dependência direta do respetivo magistrado e os judiciais do correspondente juiz.
    Talvez, desde essa altura, apenas fizesse sentido ficarem uma ou duas secções deontológicas abertas no COJ, e passarem os magistrados diretamente a dar as notações aos oficiais de justiça. Em última análise, a opinião do chefe de secção pouco vale e é efetivamente a do magistrado que prevalece, com muita pena minha que prezava o sistema funcional de avaliação que tínhamos e ainda assim seria porventura o mais imparcial a que poderíamos almejar.

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  35. Pois, essas manobras de encanar a perna à rã, que já nos estão a fazer perder a recuperação do tempo de serviço congelado pela TRIOKA é que os Sindicatos têm que explicar MUITO BEM

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  36. Não necessariamente.
    O SIADAP passa a ser um "código" para o COJ se guiar.
    Aliás o COJ até pode/deve participar na elaboração do NOSSO SIADAP.

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  37. O texto de hoje não me admira nada. É a opinião do autor deste blogue que já tinha sido emitida anteriormente e, com ela, surgiram todos os não licenciados atrás. Para esta maioria, o grande papão são os licenciados, esses é que é preciso abater. A maioria deles tem filhos licenciados e querem que os seus ordenados e categorias de grau sejam condizentes.
    Vejamos o que vai acontecer mas os licenciados têm de formar uma associação e pedirem uma audiência à ministra o quanto antes. Ninguém mais defende os nossos interesses.

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  38. Também acho!
    Venha ele!
    é altura de identificar a carreira que queremos!

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  39. FF
    Estou de acordo, mas, ainda assim, por defeito.
    A maioria dos funcionários desta carreira não tem a mínima noção de quem é que manda efetivamente neste país.
    São Eles quem manda mas não é na Administração da Justiça apenas, é mesmo em todo o país.

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  40. Abra a pestana e ponha-se à tabela
    A primeira frase do comentário foi no passado, mas o resto do tratamento já foi todo no futuro.

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  41. "(....)
    Os Oficiais de Justiça estão a ser enganados com ilusões que nunca se concretizarão e, dessa forma, estão a deixar de se concentrar naquilo que é verdadeiramente importante e que interessa a quem trabalha: o dinheiro ao fim do mês; porque é para isso que todos os dias vão trabalhar.(....)"

    Sem tirar nem pôr...
    É isto mesmo o que mais importa!

    Quem pensa o contrário e perscruta por outras 'questiúnculas' de carreira como mais importantes ou prioritárias, é porque está bem na vida, tem a ilusão que vai ficar com atribuições 'xpto' dos Srs. Magistrados, vive numa suposta bolha que na realidade é um cubo bem pequenino e pensa, de forma ilusória, que o magro vencimento dos restantes funcionários também lhes deveria dar para o desafogo financeiro.
    MAS NÃO DÁ!

    As dificuldades de uma grande maioria de OJ, em face do crescente custo de vida, não pode perpetuar-se no tempo!

    Um Oficial de Justiça deveria já ter por esta altura um pleno sentimento de pacificação, mas não é - nem de perto - isso que sucede e diariamente leva com autênticas chibatadas na sua mente, sempre que vê nos noticiários as valorizações de muitas outras carreiras, algumas delas que o foram sempre ao longo dos anos e nunca, como nesta carreira, com este brutal hiato temporal.

    Isto sem falar das competências e responsabilidades com que têm de se confrontar diariamente os OJ no seu local de trabalho, sempre sem haver a correspondente e justíssima componente salarial...

    Uma tabela salarial sem ser mexida há tantos, tantos anos...É UMA VERGONHA!

    E assino o meu comentário, pois o medo não existe nem pode existir em nenhum de nós. É o que penso, é o que muitos de nós certamente vivemos diariamente e nos revolta.

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  42. Faz todo o sentido.
    Não há necessidade de acabar com um organismo que está completamente controlado, presidido pela Diretora-Geral da DGAJ com a vice-presidência a cargo dum representante do CSM.

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  43. Só é preciso que mais 12% dos associados do SFJ façam a transição para o SOJ!

    É fundamental na discussão do novo estatuto, e abriga-nos de derivas prepotentes!

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  44. Anónimo 199930/7/24 13:38

    Alguém escreveu que a DGAJ não autoriza transferência para outro serviço público a licenciados oficiais de justiça e muito bem.
    Este(a) colega será licenciado mas não em Direito, ou tirou " por correspondência" porque é incompreensivel o que escreveu.
    Há regras para cumprir no acesso à função pública e nos vários serviços públicos. Se não, seria um regabofe, à vontade do freguês. Licenciavam-se e saíam? Entravam já licenciados e logo voltavam a saír ?
    Não pode. A carreira nāo é do regime geral, Tem um estatuto especial.Quando concorremos todos sabem as condições de acesso.
    Alguém que depois obtém uma licenciatura, só tem de a usar se quiser, mas em concurso público, neste caso com outros licenciados em igualdade de condições e fazer as provas específicas para cada lugar público e aí que ganhem os melhores .Não há cá páo para malucos.
    Quer o colega oficial de justiça licenciado tratamento diferente para aceder a outros lugares da função pública? Nāo tenha medo de fazer provas pois licenciados são aos montes e precisa-se é de selecionar os melhores.
    Há muita gente licenciada a trabalhar em vários serviços que entretanto, por concursos públicos abertos e depois das provas que fizeram, já conseguiram mudar de profissāo.
    Por uma questāo de igualdade, porque há-de ser diferente o tratamento? Sāo os oficiais de justiça licenciados assim tão especiais?
    Concursos até tem havido muitos: Registos, PJ, Autoridade Tributária, Tribunal de Contas, Cej., etc. tudo público e publicitado! Estão à espera de quê?

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  45. Veio-me à memória uma namorada que andava a estagiar no Santa Maria prestes a acabar o curso de aprendiz de feiticeira, como ela costumava dizer, que pretendia seguir a especialidade de pedopsiquiatria e tinha a mania de adivinhar a tipologia dos meus pensamentos acerca dos mais variados assuntos com base nas habilitações literárias e na freguesia de naturalidade.
    A modos que, se eu tinha nascido numa aldeola da província e tinha ficado pelo 12.º ano de escolaridade, quando ela perguntava o que é que eu pensava sobre assuntos como o aborto ou outros na berra à época, não me deixava responder e dava logo a resposta por mim em função do perfil que de mim tinha traçado, transformando as nossas conversas em monólogos que passado alguns curtos meses fizeram com que eu abandonasse o lar pouco antes do casamento que já começava a ser planeado.
    Hoje já tenho dúvidas sobre se terei procedido bem, pois descobri aqui que também pelas opiniões é possível conjeturar acerca das habilitações das pessoas e, quiçá, talvez mesmo até sobre a sua naturalidade.
    No entanto, em primeiro lugar e apesar de conhecer este blogue há relativamente muito pouco tempo, duvido que seja de uma só pessoa.
    Mas principalmente do que tenho muitas dúvidas é de que o responsável ou pelo menos algum dos responsáveis pelo mesmo não possua uma licenciatura em qualquer área.
    Juízo no qual posso estar enganado, acontece a todos.
    Ah, ia-me esquecendo de dizer: Conheci a tal namorada num encontro de poetas numa editora do Bairro Alto.

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  46. Desculpe:

    Percebe-se o seu modo austero de encarar a profissão e a Administração Pública.
    Certamente fruto de uma educação com outro tipo e princípios que não os desta República.
    Não é bonito chamarem-se nomes à progresso e à Lei vigente... A mim não me ofende, dou de barato...
    Mas É FALSO que a carreira de OJ "Tem um estatuto especial".

    Actualmente a carreira OJ é uma "Antiga Carreira Especial" (sem direitos especiais - como aposentação) inserida no grupo "Carreiras não revistas" onde não se aplica a Lei Laboral, ficando tudo à LIVRE ARBÍTRIO do Director-Geral da DGAJ.

    Uma VERGONHA.

    E sim, os casos que conheci foi relações internacionais e vários de Direito que não entraram para a Magistratura e tentaram outras coisas e "conseguiram" (mas não deixaram).

    Uma VERGONHA digna de uma Ditadura Comunista!

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  47. Também deve depender da cor colega... Não deve ser igual para todos. Parece-me a mim.

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  48. Exactamente.

    Carreira especial o tanas.

    Especial apenas nos deveres e nas obrigações.

    Somos isso mesmo, uma carreira não revista!!

    Quando vier aí o novo estatuto vamos ver o quão especial nós somos ...

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  49. Vou estudar e dar tudo neste concurso dos GITA 2024.

    Permanecer nos tribunais só agrava os meus problemas psiquiátricos, problemas esses que resultam dos muitos anos a trabalhar com níveis desumanos de cargas elevadas de trabalho, stress, exigências e muita responsabilidade sem ter verdadeiras contrapartidas.

    No dia que sair dos tribunais, nunca mais hei-de voltar a entrar em nenhum outro, a não ser que me levem detido!

    Sinto ódio dentro de mim e sinto que preciso de procurar ajuda.

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  50. O/A Colega não percebeu bem:

    - É concursos públicos - internos - com provas e júris;
    - As pessoas ganham;
    - Mas a DGAJ tem que dar autorização para a transição; e
    - Não dá a todos.

    Somos todos iguais, mas uns são mais iguais cós-outros!

    Uma Vergonha

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  51. Realmente ao ler este tipo de comentários, não há dúvida que esta carreira precisa mesmo de um mecanismo para separar o trigo do joio.
    Assim não vamos lá!
    Começo a dar razão ao Rei, isto tem que ser a doer.

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  52. Explique lá isso melhor, pf.

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  53. Nunca tive paciência para namoradas pseudo intelectuais....
    Parecem aqueles Oficiais de Justiça que depois de 30 segundos de os conhecermos já sabemos que tem uma licenciatura...
    Não há paciência....
    Sempre preferi namoradas mais terra a terra...
    Não sei se me faço perceber......
    FF

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  54. Acho que sim...
    Vão ter com a ministra e exigem ganhar mais que os Oficiais de Justiça não licenciados.
    Vão ter com a ministra e exigem ser todos chefes, independentemente de serem melhores ou não,aos competentes ou não.
    Vão ter com a ministra e exigem ser tratados por Doutores, pelos colegas não licenciados e pelos magistrados.
    Vão ter com a ministra e exigem passar todos a grau 3, e os outros os não licenciados ficam no grau 2.
    Vão ter com a ministra e exigem mais uns miminhos.
    Acho que sim....
    Está garantido...

    Depois ministra pergunta à secretária de Estado que é Juiz, pergunta ao CSM, pergunta ao CSMP, pergunta à PGR, pergunta ao pai o que acham destes"artistas" e com certeza que todos vão concordar que os Oficiais de Justiça licenciados deviam ser uma classe à parte...
    Muita inteligência, muita sapiência vertida nos processos e nos inquéritos..

    Continuam a não perceber...

    E mais uma vez, para não ferir susceptibilidades, acho muito bem que sejam licenciados, valorizam-se, valorizam a carreira, etc, etc

    Mas já não há paciência...
    Acordem caramba...

    FF

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  55. Rei dos Oficiais de Justiça30/7/24 15:49

    O miudinhos e mentes pequenas, a licenciatura não é apenas para trabalhar e ganhar mais.

    Uma licenciatura eleva a mente dos funcionários, elevando a exigência, e a formação assim como a análise autocrítica fundamentada.

    Uma licenciatura contribuirá de forma irremediável para o futuro da profissão através de obras escritas, relatórios, teses, estudos comparativos, direito comparado etc..

    Acordem..

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  56. Há também aposentados que residindo nas imediações dos tribunais onde trabalharam, nunca mais passaram no passeio do lado desses tribunais.

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  57. Pequeno é você por pensar como pensa. E mais não digo.

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  58. Rei dos Oficiais de Justiça30/7/24 17:28

    Hoje estou a ficar maluco da cabeça....

    Seus....oficiais de injustiças, andam a falar que os licenciados não vão ter mais nada e etc....

    Contudo se esquecem que no último estatuto que caiu por sorte existia uma separação clara entre oficiais de justiça com e sem licenciatura...

    Não fui eu que enventei era o que estava no estatuto...


    Por tal deixem de demagogias baratas....e falsas notícias....

    O novo estatuto irá no mesmo sentido apenas resta saber se ninguém fica para trás ou se os analfabetos ficam para trás..

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  59. Ainda não perceberam que a classe vai ser dividida em duas?

    Será difícil perceber isso?

    O novo estatuto vai ser uma cópia, mais coisa menos coisa, do anterior.

    Uns vão ficar na parte dos que têm licenciatura na área do direito.

    Os restantes, com licenciatura ou não, vão ficar numa classe inferior de grau 2.

    Os lugares de grau 3 serão sempre ocupados através de concurso sendo que um dos requisitos será precisamente ter uma licenciatura na área do direito.

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  60. Por isso é que eu nunca quis morar ao pé do tribunal.

    Podia ter acontecido mas nunca quis.

    Aliás, posso dizer vos que quando estou de férias prefiro dar uma volta maior de carro do que passar em frente ao tribunal.

    ResponderEliminar
  61. Licenciados a entrar logo para chefes sem passar por todos os serviços nem terem ganho tarimba.
    Os outros mesmo com a experiência de 20 e tal anos vão ser remetidos a quase à categoria de operacionais.
    É como se costuma dizer, mais vale um bom mandador.

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  62. Mas que merda de comentários de licenciados, não licenciados, pseudo licenciados, futuro licenciados, o raio que os parta. Comentários pequenos, de gente muito pequena.
    O que interessa na revisão do estatuto, o que mais importa é aquilo que nunca nos deram e o que nos tiraram .
    Regime especial de aposentação, subsidio de disponibilidade, pagamento de horas extra efectivamente feitas, seja a que título for, promoções, pagamento de serviço e categoria em regime de substituição
    Tudo para licenciados e não licenciados
    Isto e o que importa decidir e para já. Isto é o que é de lei para a nossa carreira e para as demais, só não o sendo aplicado na nossa, onde impera um regime de escravidão.
    O resto, para já, e conversa da treta, com peido mais ou menos ruidoso

    ResponderEliminar
  63. LoL




    Este foi o melhor comentário do dia



    Colega, já não estamos em 2018.

    Estamos em 2024!!

    ResponderEliminar
  64. Sim FF fazes-te entender.

    Terra - Planeta

    Enterrar - "2345meia78" Gabriel o pensador

    Terramoto - Raparigas terra a terra

    Terra muito molhada - Lamaçal - Profissão Oficial de Justiça

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  65. Eu vou ter com a Ministra e vou dizer:

    - Oi Rita, tudo bem?!

    - Rita, eu tenho menos estudos do que alguns meus colegas mas quero ganhar mais que eles!

    - Eu, em março próximo, prometo votar Pê-Sê-Dê.

    - Não esquece de mim Rita!

    ResponderEliminar
  66. Oh!

    Não quero divisões! Gosto de todos os meus colegas por igual!

    Oh!

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  67. Sou licenciado mas quero ser operacional!

    Gosto de estar no terreno!

    Terreno?! Terra?!

    FF?!!!!!!!!

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  68. Regime especial de aposentação

    LoL

    Subsídio de disponibilidade



    Colega, isso é tão 2018

    Estamos quase em 2025. Acorde!!

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  69. Desculpe a demora...
    Estava a pensar nas minhas ex namoradas não licenciadas.....
    Que saudades.....

    FF

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  70. Estou estarrecido!!!
    Não tinha a menor noção da realidade.
    Pois fiquei também esclarecido.
    Já compreendo bem por que razão esta carreira obtém sempre muito menos do que as outras.
    Está completamente minada por dentro.
    Esta constatação consubstancia para mim um enorme desafio futuro...

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  71. E parece que também fiquei sozinho nesta página

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  72. A exigência de uma licenciatura não só traz mais prestígio á carreira como terá que trazer melhor tabela salarial.
    Está gente só por não ter uma licenciatura já não quer que d futuro seja exigência obrigatória tal é o medo de serem ultrapassados.
    Noutra qualquer carreira já teria acontecido nesta que parou no tempo não.
    Mas é uma inevitabilidade. Quer queiram que não.
    Que texto miserável o de hoje, francamente.
    Muitas opiniões revelam bem a ignorância de muita gente que está nesta carreira.
    Quanto menos licenciaturas houver na nossa carreira melhor ela fica nas suas ideias.
    Que tamanha ignorância, francamente.
    Tenham vergonha

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  73. Devia ter vergonha de ter suficiente!

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  74. Pois, pois, mas já não tenho idade para ter vergonha!

    Se nos 60 era proibido proibir, agora é vergonhoso ter vergonha!

    É só ver o que as pessoas fazem nos programas de televisão ...

    Quanto mais ridículo melhor!

    Vergonha ?!!! O que é isso?!

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