Está quase. Marcelo já aprovou os 3,5% do acordo. As conversas secretas do pássaro.
Em nota publicada na página da Presidência da República, lê-se assim: «O Presidente da República promulgou o diploma do Governo que procede à primeira alteração ao Decreto-Lei n.º 485/99, de 10 de novembro, que prevê a atribuição de um suplemento remuneratório para compensação do trabalho de recuperação dos atrasos processuais.»
Esta nota da Presidência da República é do dia de ontem, 30JUL e a promulgação refere-se e vem na sequência da aprovação em Conselho de Ministros da passada sexta-feira daquilo que foi acordado com o SFJ, isto é, no aumento de 3,5% do suplemento remuneratório dos Oficiais de Justiça.
Fonte: “Presidência da República”.
Perante tal informação da presidência da República, na comunicação social lia-se o seguinte:
«O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, promulgou esta terça-feira um diploma do Governo que prevê um aumento anual do vencimento dos oficiais da Justiça, por via do pagamento a 12 meses do suplemento de recuperação processual de 13,5% sobre o salário-base.»
«A medida foi aprovada pelo Governo, em Conselho de Ministros, na passada sexta-feira, dando cumprimento ao acordo celebrado com o Sindicato dos Funcionários Judiciais e o Ministério da Justiça. O acordo visa pôr fim às sucessivas greves dos oficiais da Justiça que, desde 2021, perturbaram o normal funcionamento da Justiça.»
«O diploma prevê um aumento do suplemento para compensação do trabalho de recuperação dos atrasos processuais dos atuais 10% para 13,5% da remuneração base, com efeitos retroativos a 1 de junho de 2024. Além disso, esse suplemento passa a ser pago durante 12 meses, quando antes era apenas durante 11 meses.»
«O aumento previsto vai aplicar-se também a "trabalhadores em fase inicial desta carreira e para todos os trabalhadores que têm avaliação de desempenho positiva (suficiente ou superior)". Por outro lado, é eliminada a restrição que determina o não pagamento do suplemento nas situações de falta por doença.»
Fonte: “Jornal de Negócios”.
Quer isto dizer que a alteração legislativa está concretizada, com a promulgação do Presidente da República, ainda antes do fim do mês de julho, embora mesmo no final do mês, ficando agora a faltar apenas a publicação em Diário da República para que seja efetivamente válida esta alteração legislativa e possa ser aplicada aos vencimentos dos Oficiais de Justiça. Na prática, acreditamos que o recebimento efetivo com o vencimento possa ocorrer em mais um a dois meses, nunca depois de outubro; prevemos.

E já agora, a propósito disto, soubemos ontem também, porque um passarinho nos contou, que a promulgação do diploma pelo Presidente da República não foi nada fácil.
De acordo com o dito pássaro, Marcelo Rebelo de Sousa, espantado com a alteração legislativa, chamou a secretária-geral da Presidência da República, pedindo-lhe ajuda para interpretar o diploma do Governo. A conversa, segundo o tal passarinho, foi assim:
– Ó Ana, não se importa de me ler isto aqui. É que já li um par de vezes e das duas uma: ou o Governo do Luís teve uma enorme conquista ou a enorme conquista foi do Sindicato dos Funcionários Judiciais. Diga-me lá se o aumento é de 13,5% ou de apenas 3,5%.
A Ana terá respondido que, daquilo que lera na comunicação social, o aumento era mesmo de 13,5%, de forma a acompanhar, terá dito, os aumentos das outras carreiras.
Juntou-se à conversa a adjunta Joana que os esclareceu que não era bem assim, que a comunicação social baralhou tudo e que o aumento é mesmo só de 3,5%, acrescentando que não compreendia como é que o tal sindicato tinha ficado satisfeito e suspendido as greves por tão pouco.
Diz o passarinho que Marcelo Rebelo de Sousa terá ficado de boca aberta durante algum tempo, exclamando por fim:
– Está bem que estes tipos não vestem farda nem usam armas, como os outros dos 300 paus, mas aceitarem uma valorização salarial que dá 30 ou 40 paus, sinceramente, não estou a ver a razão.
O estupor do pássaro terá voado também para o ombro do António Marçal e, ao ouvido, lhe terá piado este mesmo relato, tomando o presidente, mas do sindicato, uma nova e importantíssima decisão.
Vamos então divulgar, em primeiríssima mão, a notícia que acabamos de obter por intermédio do tal pássaro especialista em relatar novidades, o tal que já conhecem desde domingo passado.
Assim, obtivemos a informação de que a próxima reivindicação do sindicato vai ir num novíssimo sentido que será muito mais eficaz. O próprio SFJ que anulou as duas greves que cobriam todas as manhãs dos dias úteis da semana, vai apresentar novos avisos de greves para esta nova reivindicação e vai fazê-lo já em agosto, a partir de amanhã.
As novas greves reivindicam que todos os Oficiais de Justiça passem a envergar uma farda própria e passem também a andar armados. Armados em quê? Não, em nada, mas com uma arma mesmo.
Desta forma, como o Governo dá bem mais do que 3,5% nos suplementos a quem veste farda e pode andar armado, vai ser por aqui que se vão conseguir aumentos nos vencimentos ou um aumento no suplemento, em montante semelhante ao dos polícias (PSP e PJ), ao dos guardas (GNR e Prisionais) e dos militares.
Em discussão nas altas esferas sindicais está agora a tonalidade da farda, propondo alguns que o tom azulado da farda masculina deveria ser alterado para um tom salmão na farda feminina. Mas a discussão está muito séria e mostra-se difícil encontrar uma solução conciliadora, motivo pelo qual algumas vozes se levantam considerando que o sindicato deve contratar um estilista para o efeito da criação das fardas.
Mais apuramos que os poucos Oficiais de Justiça que já tiveram conhecimento desta informação mostram-se muito agradados com a reivindicação das fardas, embora passem o tempo todo a discutir o calibre da munição das armas, tendo surgido à última hora uma nova fação que defendem as armas elétricas, considerando-as muito mais amigas do ambiente.

Soubemos ontem que a sátira contida no artigo que aqui publicamos no passado domingo, 28JUL, idêntica à que antecede, onde se inventou uma conversa no Conselho de Ministros, que pretendia ridicularizar o acordo e não o órgão ou os seus membros, foi interpretado por alguns como sendo verdade aquilo que ali se dizia ter sido o relato do tal passarinho que até aparecia na imagem com uma faixa nos olhos porque não queria ser reconhecido.
Sim, houve mesmo quem acreditasse na anedota, mesmo lendo expressões inauditas ditas pela ministra aos demais ministros, como "chupem!", para acabar chamando-lhes "parolos" e a fazer vénias aos aplausos que colheu.
Nunca pensamos que houvesse quem pudesse acreditar nesta construção satírica como sendo verdade, mas parece mesmo que assim sucedeu, e até fomos acusados de criar "notícias falsas". Esclarecemos que as anedotas são todas "notícias falsas" e, muitas vezes, embora nem sempre, o contrário também seja verdade, isto é, as "notícias falsas" também podem ser anedotas.
Mas isto leva-nos a ponderar outros aspetos muito relevantes. Desde logo o facto de poderem existir pessoas mais crédulas, por não reparam nos pormenores e por não refletirem mais tempo sobre os assuntos, o que nos conduz a um patamar de perigo, por acreditarem em qualquer tipo de patranha ou promessa, venha ela expressa numa informação sindical, num comunicado do Governo ou na notícia de um jornal. Aliás, ainda há dias a comunicação social, quase toda, afirmava que os Oficiais de Justiça tiveram um aumento de 13,5% e isso, sim, é uma notícia falsa e não teve graça nenhuma e aí está a diferença: na ausência ou na presença da graça.
A história do passarinho anónimo tinha graça e dirigia-se ao acordo, tal como a sátira que hoje construímos, já a notícia falsa das televisões e dos jornais não tinha graça e dirigia-se a todos os Oficiais de Justiça e isto, sim, é grave porque é uma falsidade fria absoluta. A diferenciação entre sátira, anedota, humor e notícias falsas é, pois, flagrante.
Para além do problema de poder existir quem não queira ou não consiga ser suficientemente crítico com o que lê, existe ainda o problema de existirem pessoas demasiado sérias, desiludidas ou amarguradas e que, por isso, não se riem o suficiente, ou melhor: o necessário, não vendo a piada, mas apenas mais uma desconsideração.
O stresse do dia a dia, as desilusões, as desconsiderações e os desgostos; o não sair da cepa-torta, o chover-no-molhado, tudo isto conduz a uma perturbação de falta de humor e do riso, da gargalhada e da brincadeira. Há uma fragilidade mental latente que torna as pessoas muito suscetíveis que acabam a ferver-em-pouca-água e acabam a implicar com tudo e com todos e especialmente com quem está mais à mão-de-semear, isto é, para quem não percebe nada de sementes – que não é o caso do nosso pássaro –, acabam a implicar com quem está mais próximo, como os colegas de trabalho, ou com quem está mais disponível, como sucede em tantas plataformas na Internet. E tudo isto também é grave, não só em termos de saúde pessoal como em termos de saúde da comunidade.
Por outro lado, também fomos acusados de ser normalmente sérios nos temas abordados, pelo que alguns se sentem enganados com aquela sátira, tal como com a de hoje, porque lá não consta um aviso a chamar a atenção nesse sentido, de que se trata de uma sátira.
É verdade que os assuntos e as informações têm sempre o máximo de fidedignidade que nos é possível e indicamos sempre as fontes, consultáveis nas ligações que sempre colocamos no final de cada artigo ou pelo meio, mas não tínhamos a perceção de que os artigos eram considerados tão sérios, uma vez que tentamos sempre que o texto seja leve, portanto, pouco formal e tantas vezes é satírico, pelo que nos surpreendeu, embora até positivamente, a boa conceção que, afinal, os leitores têm da fidedignidade da página.
Sim, esforçamo-nos por ser fidedignos e rejeitamos com muita frequência muita informação que não conseguimos comprovar e sobre a qual duvidamos. É verdade que muita da informação que aqui se transmite é séria, mas, por favor, caros leitores, os domingos são para relaxar, as férias de verão também, e há mais vida para além de tanto formalismo e seriedade.
No domingo, a sátira do passarinho com a conversas do Conselho de Ministros, é idêntica à de hoje com as conversas do Presidente da República e, bem assim, as novas greves e reivindicações. Quem não conseguir compreender isto, quem não souber ler isto, não está em perfeitas condições de saúde.

Passarinho??
ResponderEliminarPois eu cá acho que foi grande PASSARÃO que nos deixou a todos com cara de tansos.
Grandessíssimo labrego, é o que és.
ResponderEliminarEnvergonhas a classe.
A tua conversa nojenta é de andaime, não de tribunal.
És melhor do que os que te fizeram o teu abrigo? Porque? Porque levas uma caneta e não numa talocha? E o lagrego sou eu?
ResponderEliminarÉ preservar este passarinho, fofinho e muito inteligente. Muito bom.
ResponderEliminarNós ainda continuamos a ter direto a uso e porte sem necessidade de licença especial, não continuamos?
ResponderEliminarSó para dizer - estou sempre aqui a contar histórias - que tínhamos um colega na Boa-Hora, o qual vinha de outra carreira da função pública, que não era a militar, a respeito do qual consta que costumava andar armado dentro das instalações do tribunal e inclusivamente na sala de audiências quando fazia as diligências ou quando tinha que ir fazer a escolta dos presos da esquadra interna para os julgamentos.
Já estou arrependido de achar isso estúpido e extremamente perigoso na altura, imaginem agora os retroativos que esse colega não irá receber, a mais de 20 anos
Colegas levem a coisa um bocadinho a sério!
ResponderEliminarAcabamos de perder mais de 4000 euros por ano.
Para mim não tem graça nenhuma.
Vâo ao site do SOJ e façam a mudança!
É disso que precisamos, MUDANÇA!
Também conheci um igual, na 6ª Secção do DIAP de Lisboa (Rua do Comércio) que andava com um longo revólver, num coldre de sovaco, e vestido de gabardine tipo agente secreto! Isto em 92! Seria o mesmo???
ResponderEliminarOs retroactivos que iremos receber por força da entrada em vigor do DL que aprova os 13,5 % irão contemplar o pagamento do suplemento que não nos foi pago em Junho?
ResponderEliminarCumprimentos.
Os seguranças da PJ também já começaram a reclamar subsídio.
ResponderEliminarE até esses vão receber mais trezentos euritos.
Como dizia a ministra, citada pelo passarinho no domingo, somos mesmo uns parolos ...
Estou de férias, acordei agora e não cheguei a tempo de ler o primeiro comentário.
ResponderEliminarO que é que ele dizia de tão grave para ser apagado?
Por acaso já se discutiu no meu local de trabalho o uso de uma farda.....
ResponderEliminarSempre dá para rir um bocado e sendo uma classe maioritariamente constituída por mulheres não é difícil perceber onde a conversa foi parar...
De vez em quando temos mesmo que rir.....
Eu pela minha parte nem sou muito exigente, só pedia para as estimadas colegas usarem um lencinho ao pescoço.....
Do tipo que algumas companhias aéreas as assistentes de bordo usam.
Sem malicia e com todo o respeito, obviamente.
A cor não é muito importante, penso que o design é mais.
Talvez um azul bebê, fica sempre bem.
Até se podia diferenciar os colegas que são licenciados com uma farda de cor diferente, talvez um bordot com tons acinzentados, para se realçar bem que geralmente há ali umas questões de afirmação.
Não ficava mal as poucas chefias a sério que existem terem também uma farda de cor diferente, e sendo alguém com outras responsabilidades deve chamar a atenção e ao mesmo tempo serem sóbrias, pois isso é o que se quer das chefias, talvez um azul escuro com uns tons avermelhados, pessoalmente acho que resulta bem.
Os colegas mais novos, nomeadamente, os noventa e tal que ainda não desistiram do concurso anterior e os cinco que agora vão entrar também deviam ter algo na sua farda que os distinguisse, lembrei -me que na tropa, os aspirantes a oficial tem uma divisa que é uma linha na diagonal, então esses colegas podiam ter uma farda branca com uma linha, por exemplo amarela e azul, na diagonal da camisa, chamava a atenção e é muito actual.
Os secretários e administradores também deviam ter uma cor específica, para os primeiros penso que a cor mais apropriada era o preto, sóbrio e está sempre na moda.
Os administradores, bem esses confesso que tive algumas dificuldades mas penso que uma fardinha de cor bege escuro ou castanho, não confundir
com a cor de merda, obviamente, com uns tons acinzentados e amarelos ficava a matar, até porque eles lidam com as elites das comarcas, juízes presidentes, procuradores coordenadores que como todos sabemos tem ''extremo bom gosto" e convém não fazer má figura.
Espero sinceramente que isto das fardas avance.
Abraço.
FF
Não dizia nada de interesse, apenas continha linguagem indecorosa.
ResponderEliminarPenso que não.
ResponderEliminarO que eu referi, nessa altura, ainda não deveria ter mudado de carreira. Já estaria nos tribunais mas com outras funções.
Só ficou com cara de tanso quem não leu tudo, nem prestou atenção ao que lia.
ResponderEliminarEm princípio sim, parece que seria essa a intenção, mas... o teor da alteração permite mais do que uma interpretação
ResponderEliminarNota: O passarinho citava a ministra a chamar parolos aos ministros, não aos OJ.
ResponderEliminarExcelente contributo para a discussão das fardas. Estamos no bom caminho
ResponderEliminarNota:
ResponderEliminarPortaria n.º 486/2003, de 17 de Junho:
- Aprova os modelos de capa dos funcionários de justiça.
Na minha comarca ainda se usa!
Eu ainda não sou sindicalizado.
ResponderEliminarMas antes de me filiar no SOJ precisava de saber se o referido sindicato já instou a PGR e a Provedora de Justiça para que suscitem junto do Tribunal Constitucional a inconstitucionalidade de haver oficiais de justiça ingressados na carreira em 2000, 1999, e talvez até 1998, a ganhar menos do que os mais de 300 seus colegas que auferem vencimentos desde dezembro de 2023 pelo índice 440.
Se foi feito esse pedido de Justiça, avisem-me para eu me propor.
Caso contrário vou ter que esperar pela criação de um novo sindicato que defenda os meus interesses mais específicos.
Para melhor esclarecimento, a seguir a índice 440 faltou escrever "e que também iniciaram funções em setembro de 2000".
ResponderEliminarMas é automática, não é?
ResponderEliminarConfesso que nunca pensei muito nisso, mas basta ir ao OPC e apresentar o livre trânsito ou é necessário na mesma requerer como o cidadão comum?
Talvez acabe por ter interesse nisso, com os níveis de insegurança a aumentar e havendo a possibilidade de passar a velhice em local ermo, nunca se sabe se não dará jeito.
Pezinhos na terra;
ResponderEliminarLer os direitos especiais;
Sim o uso e porte de arma é um direito dos OJ independentemente de licença.
Nota: ao comprar a arma é feito um registo e identificação do OJ, obviamente, mas não tem que ter licença prévia.
Armas classe B.
Espero bem não se porem com nenhuma "chico-espertice" nesta matéria.
Excepto aquele "mental-retard" que todos tivemos conhecimento através da TV nunca houve nenhum problema com isso.
E...
A situação de segurança nacional não está a melhorar.
Cuidado que havia umas mentes peregrinas a querer desqualificar o direito para B1.
ResponderEliminarClasse B1 é gás-pimenta, tazer, e aquelas pistolas que parecem de brincar, que não têm sequer um punho para uma pessoa agarrar com firmeza, que normalmente não se acerta onde se quer.
Classe B inclui a B1 mas também inclui as pistolas .44 e os revolveres.380. São as armas de mão mais precisas que há. É o que nós temos direito.
É o que têm os Polícia, os Guardas Prisionais (quando não estão em serviço) os Deputados, os membros do Governo e os Magistrados.
As B1 são aquelas pistolas pequeninas que os comerciantes usam dentro da caixa registadora e os taxistas no saco do dinheiro: 6,35. Fazem um tiro que é uma M _ R D _ ! Só servem a 1metro (um) e é para quem tem uma mão muito pequenina.
Não seja assim, esses seriam os abençoados.
ResponderEliminarO pior serão os que só leram o que quiseram, e ainda mais grave, os que o fizeram com alguma finalidade.
É curioso - mais uma história das minhas -, há cerca de 20 anos atrás era membro ativo e acho que construtivo dum fórum, o qual acabei por abandonar porque haviam sempre aqueles indivíduos escondidos por detrás do teclado a tentar aproveitar cada brecha para mandar o tal sítio onde nós, umas vezes com mais acinte, é facto, íamos debatendo as idiossincrasias da modalidade em questão.
Quase duas décadas depois, é triste, mas nada parece ter mudado.
Excepto que aqui não se trata de um qualquer desporto.
Estamos a falar de praticamente todas as nossas inteiras vidas.
E os 6 anos, 6 meses e 23 dias?
ResponderEliminarEssa questão terá que a por ao SOJ.
ResponderEliminarEu sou OJ, agora associado ao SOJ, apenas isso!...
Eu acho que a cor que mencionou, e que diz respeito à matéria sólida expedida pelos organismos, ficava a matar aos Srs. administradores, acompanhada por um perfume condizente!
ResponderEliminarMas FF, fala-me mais das suas muchachas terra à terra!
Epá...
ResponderEliminarNesta área é melhor "as mentes iluminadas" não se porem a pensar.
Deixem lá estar tudo como está com o direito à arma, não é preciso pensar mais nada!
Porra, também era só mais o que faltava era agora ter que ir trocar de arma.
Com a guerra na Europa vai haver muito desvio de armas, a bandidagem daqui a pouco vai andar armada com material de guerra moderno, e a gente vai passar a ter pistolas de bolso??
ResponderEliminarAí... Tino! TINO!!
A economia já está a dar sinais de abrandamento.
ResponderEliminarNão me admira nadinha que no próximo ano não haja aumentos para a função pública.
E não me admirava nada que nos anos seguintes venham os cortes nos vencimentos e suplementos.
Nessa altura, os cortes serão iguais para todos na mesma proporção.
Mesmo para aqueles que agora nada ou pouco vão receber.
Fica a reflexão.
É um gosto ver os sindicatos dos professores a trabalhar!!
ResponderEliminarNão falha nada que os esteja a prejudicar!
Apoiado Colega, toda a gente preocupada com tudo, menos com os colegas que foram promovidos em 2017,2018 e 2019...
ResponderEliminarO ano passado e bem diga-se..., colegas nossos foram promovidos e passaram logo diretamente para o 4º escalão de adjunto ultrapassando tudo e todo... Mais massaricos na promoção...
Atenção, não tenho nada contra eles... Os que foram promovidos naqueles anos, ficaram para trás... A PROMOÇÃO FOI UMA PUNIÇÃO... A CONTAGEM DE TEMPO FOI FEITA A TODOS OS COLEGAS MENOS A NÓS... QUE INJUTIÇA!...
Colega, eu também me incluo nesses injustiçados das promoções de 2017.
ResponderEliminarSe me tivesse mantido como auxiliar, estaria neste momento a ganhar mais do que actualmente como adjunto.
Vergonhoso apenas.
Ninguém olha para nós!!
Para que não venha o Nosso erudito do direito e das letras... Corrigir.
ResponderEliminar"Massaricos, quer dizer maçaricos e já agora" todo" quer dizer todos no plural...
O IA do meu telefone é uma m_ _ _ a.
Ele anda aqui!!
ResponderEliminarE comenta!!
Mas o SFJ, há uns tempos a esta parte... Defendia..., que como nós fomos promovidos não tinhamos que reclamar porque já estávamos a receber mais desde a altura em que cada um de nós foi promovido... Como se isto fosse verdade...
ResponderEliminarAgora existe esta evidência e por muitas pressões feitas, nomeadamente de vários OJ's, incluindo a minha pessoa, aquele SFJ o qual eu pertenço temporáriamente, começou a fazer alguma coisa, mas muito lentamentente... Como é seu apanágio...
Uma vergonha!...
És uma M_ _ _ DA!...
ResponderEliminarComo bloguista..
Para mandar - abaixo - o tal sítio.
ResponderEliminarTambém me acontece frequentemente reler o que escrevi e achar que está lá tudo o que queria escrever mas efectivamente não estar. Falhas acontecem a todos.
O(A) colega deve mesmo ter ficado esquecido(a).
ResponderEliminarFoi para me fazer companhia, que sou adjunto com mais 6 anos e 11 meses de serviço prestado na categoria que o (a) colega e estou no 3.º escalão.
Ainda por cima o discriminaram em relação a outros promovidos em 2017 - dezenas deles - que já estão neste momento no 6.º escalão, e mais muitas dezenas de outros que estão agora no 5.º.
Como disse anteriormente, com menos aqueles 6 anos e 11 meses na categoria do que eu e com o mesmo exacto tempo que o (a) colega.
Estará para breve.
ResponderEliminarMas deverá vir é no máximo a 70%.
Andaime? Quem me dera ganhar como um pedreiro.
ResponderEliminarCom 6 letras, começado por M e acabado em A ?...
ResponderEliminarÉ um seguidor do Passos.
ResponderEliminarEm 2013/14 aumentaram os subsídios a uns agentes judiciais e até os vencimentos a muitos deles enquanto o povo amochava e deram-lhes poderes para controlar melhor os oficiais de justiça.
A geringonça atrapalhou-lhes um bocado os planos, mas não pensem que não vem aí a segunda vaga.
Isso é um facto.
ResponderEliminarQuem é do tempo em que ainda não se encomendavam relatórios sociais para os arguidos sabe bem que os juízes lhes perguntavam nos julgamentos o que faziam e quanto ganhavam e não é de agora que qualquer um de qualquer profissão - contra as quais não tenho nada - como por exemplo servente da construção civil ou ajudante de padeiro, pelo menos em Lisboa, declarava valores já nessa altura superiores aos auferidos pelos auxiliares no início da nossa carreira.
Porra, o blogue hoje faia, e bem, sobre a incapacidade de uma maioria saber interpretar o que lê, o que se diz. No fundo é isso que também está em causa. E logo surgem os colegas, feitos ignorantes, questionando sobre o que já se falou por diversas vezes. Como dizia o outro BADAMERDA, pois não se consegue nada assim. Se o colega das 11:36 quer saber leia o artigo publicado pelo SOJ abaixo e questione o SOJ, a PGR e a PJ... Andarmos aqui sempre a defender o umbigo de cada um é que já chega
ResponderEliminarhttps://soj.pt/decreto-lei-n-o-65-2019/
Outravez a porcaria do pássaro isto já tá a meter uns nervos..
ResponderEliminarCuidado, por aqui usa-se lápis azul
ResponderEliminar"O povo amochava....A geringonça atrapalhou-lhes os planos um bocado..."
ResponderEliminarNovos cargos, mas para mandar, foram criados na Justiça. A trabalhar, cada vez são menos.
Vamos ver o que vem por aí nos próximos anos.
Não se usa lápis azul. Nesse tempo cortavam-se partes de textos e deixavam-se outras. Atualmente só funciona a tecla "delete" e vai tudo. Infelizmente não conseguimos salvar partes de textos que até se mostram pertinentes apenas por conter algum bocado de texto inadequado. Mas como todos podem confirmar há dezenas de comentários diários que não são apagados, basta tentar imitar e escrever aqui, neste local, de forma mais elevada, como pretendemos. Nas é só aqui, porque podem escrever e dizer todos os disparates e ordinarices que quiserem em todos os muitos outros locais da Net ou nas vossas casas. Apenas aqui é que é necessário fazer um esforço, alguns terão de fazer um grande esforço, para cobseguirem expressar-se de forma condigna.
ResponderEliminarPiu!
ResponderEliminarÉ sempre bom ler a Lei 5/2006 (lei das armas) antes de se começar a debitar baboseiras. Fica mal a um OJ !!!!!!!!!
ResponderEliminarSou o das 11:36.
ResponderEliminarFernando Manuel Marques Pereira, n.º mec.º 52526, escrivão adjunto do 3.º escalão, promovido em setembro de 2010, n.º de ordem 1374 da lista de antiguidade.
Que também postou pelas 16:10.
Li o link que indicou, e não tem relação nenhuma com o assunto acerca do qual fiz a pergunta.
A minha questão respeita a uma violação pura do Art.º 13.º da CRP, e prende-se com o facto de eu e mais umas dezenas de colegas estarmos a ser remunerados por índice 410 enquanto a generalidade dos outros que fizeram estágio e tomaram posse na mesma altura que eu, que serão cerca de 3 centenas, estão a ser pagos pelo índice 440.
Se calhar nenhum de nós é filiado em qualquer dos sindicatos e por isso não terá interesse denunciar essa situação, presumo.
Ou então porque isso iria expor as bostadas que eles fizeram ao dar as dicas para as alterações dos últimos anos às tabelas salariais deixando tudo engatado.
Assim como também não se manifestam acerca da constatação de que há imensos oficiais de justiça com metade do tempo de serviço prestado na categoria de escrivão adjunto que estão 2 e mesmo 3 escalões acima dos que têm o dobro do tempo de serviço na referida categoria, como é o caso dos que estão na faixa do meu 1374 da lista de antiguidade, comparativamente aos que surgem nessa lista 30 ou 40 lugares depois, muito provavelmente também para encobrirem a sua incapacidade para colaborarem numa coisa justa.
Tudo isto são inconstitucionalidades, sendo a primeira muito mais grave porque não tem nada a ver com promoções, ainda que ironicamente a sua origem esteja precisamente nas ditas, mas os sindicatos apenas olham para o DL 65/2019, de 20 de maio, e suas incongruências, preferindo ignorar estas questões, sem que eu consiga perceber a razão das penalizações a que estamos a ser sujeitos, principalmente no primeiro caso, em que há colegas ingressados na carreira em 1999 a ganhar menos do que os que tomaram posse em 2000, e sendo além do mais os primeiros escrivães adjuntos e os segundos escrivães auxiliares.
Isso não deveria preocupar os sindicalistas, ainda que os discriminados possam representar uma percentagem residual dos seus filiados?
Incorrigivelmente, eu sou um amante da verdadeira Justiça, apesar da outra, a que temos, não ter sido lá muito boa para mim nos últimos tempos.
ResponderEliminarNão sou advogado do diabo, nem o blogue me passou procuração e já me apagou comentários aqui e um texto no facebook, mas há coisas que acho por bem dizer quando me apercebo delas e me parecem justas de salientar.
O blogue é como aqui o autor está a afirmar, e digo mais:
É igual para todos, pois até se apaga a si próprio. Verdade?
Sim, é verdade. Mas que se note bem que nunca se apaga nada pela ideia que alguém pretende transmitir, apenas pela forma como, algumas vezes, é feita, contendo alguma injúria, difamação, ou um tipo de linguagem excessivamente mau e mesmo porco; porque se não for bem excessivo e apenas parvo até costuma ficar, como, aliás, está à vista de todos.
ResponderEliminarE não, não somos puritanos nenhuns, mas temos respeito pela generalidade dos leitores e das leitoras, motivo pelo qual vir para aqui um indivíduo armado em macho-man é desrespeituoso, não para connosco, que temos grande amplitude de paciência, mas com os e as demais que aqui também estão.
Quando limpamos, nunca limpamos por nós, mas pelos outros. Em alguns casos temos apelado à reescrita da comunicação sem os termos que se consideraram poder ser desagradáveis para o resto dos leitores e, sim, algumas vezes temos sucesso no apelo e a mesma ideia acaba por ser e pode ser apresentada sem as considerações ou com os termos que são mais suscetíveis de desagradar aos demais.
Todos podem ver como se tenta manter este espaço com um ar mais saudável para que todos os milhares de leitores diários possam aqui vir sem considerar isto mais um esgoto da net.
Agradecemos muito a compreensão de todos os que conseguem compreender e de todos aqueles que no dia a dia não dão tanto trabalho, porque é um gosto ver os seus comentários, sem necessidade de reflexão sobre se se há de apagar ou não, trabalho infame que nos obriga à leitura de todos os comentários, não só aqui, como em todas as nossas redes sociais e outros veículos comunicacionais.
Muito obrigado pela apreciação e por toda a ajuda possível, porque isto é extenuante.
Porque não colam uns cartazes e outdoors?
ResponderEliminarTalvez caíssem mais gambozinos.
Não querendo dizer que seja por isso que algum colega alguma vez tenha tido essa notação, eu acho que no meu caso talvez já tivesse tido uma ou outra vez suficiente nalguma inspeção se não fosse a urbanidade ( tirando um ou outro dia menos bom ), uma vez que não tenho uma inteligência criativa por aí além para o serviço nem sou particularmente laborioso, ainda que acabe por ser minimamente produtivo apesar de brioso a roçar o miudinho.
ResponderEliminarPara andar por este género de espaços só precisamos de transpor essa realidade do nosso dia a dia, que é nosso apanágio, para aqui, e tudo correrá pelo melhor.
Oficialdejustica bloguer, continue o bom trabalho que tem feito. Todos sabemos que uma boa parte dos oficiais de justiça existentes e muitos que se reformaram no topo de carreira, nem para apanhar tomates serviam. Não sabem ler um simples texto quanto mais interpretar um CPC, CPP, RCJ, etc, e onde o único mérito para promoção ainda hoje é o mérito de concorrer para comarcas do outro lado do mundo. E assim vai esta carreira. É só méritos.
ResponderEliminarNa sua casa manda você. Quem quer falar mal que crie um blog.
ResponderEliminarAntes pássaro que uma avestruz...
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