Plataforma cRHonus vai intensificar o controlo das presenças
O sistema de controlo dos Oficiais de Justiça nos tribunais e nos serviços do Ministério Público vai passar para uma nova fase com maior controlo das presenças.
O acesso à plataforma “cRHonus” passará a estar associado ao endereço de IP de cada computador pessoal, de forma a que cada um realize a picagem apenas no seu próprio computador, ficando o acesso registado em associação ao computador onde foi realizada a picagem. Desta forma será possível saber em que PC o Oficial de Justiça efetuou a picagem, se no próprio PC, se no do colega ou se eventualmente há algo a esclarecer.
Os Oficiais de Justiça que realizam diligências nas salas de audiências ou nas salas de inquirições do Ministério Público, bem como aqueles que exercem funções em locais diferentes ao longo da semana, seja em núcleos, juízos, secções ou até no Balcão+, deverão ter em conta esta nova modalidade de controlo.
A senha que agora é utilizada para acesso à plataforma também vai desaparecer, passando a senha de acesso a ser a mesma com que cada um entra no seu PC, isto é, na rede interna MJ, acedendo a todas as funcionalidades da rede, designadamente, também ao Citius ou à sua caixa de correio eletrónico. Assim, verificar-se-á uma incompatibilidade quando alguém ligar um PC com uma senha e de seguida outrem tentar a picagem na plataforma com outra senha.
Para além destas alterações, esporadicamente será solicitada a confirmação da picagem por outra via complementar. Chama-se a isto a dupla validação da picagem. Este sistema de dupla validação é semelhante ao que hoje já é usado, por exemplo, pelos bancos nas suas plataformas na Internet, para garantir a identidade do cliente, que para além da introdução do utilizador e senha enviam ainda um código próprio para o telemóvel. A DGAJ diz que este sistema de dupla validação se chama, na língua que em Lisboa se prefere usar: “Two Factor Autentication”, ou de forma abreviada “2FA”.
Parece que o objetivo é confirmar muito bem confirmada a presença dos Oficiais de Justiça.
A apresentação da plataforma sofrerá também uma remodelação na forma como apresenta os dados. Todos os Oficiais de Justiça ainda se recordam da última tentativa de renovação da plataforma e dos vários dias em que deixou de funcionar, sendo necessário regredir a atualização para a versão anterior, a versão que funcionava. A DGAJ informa, na língua que em Lisboa se prefere usar, que a remodelação ocorrerá no “dashboard”.
Dúvidas?
Caso haja dúvidas os Oficiais de Justiça vão ter uma assistente virtual ao seu dispor para lhe responder e esclarecer sobre o que fizer falta. A assistente virtual recorre à inteligência artificial e chama-se “Athena”. Sim, é uma assistente virtual estrangeira, se fosse portuguesa podia ser “Atena”, mas bem sabemos como em Lisboa se prefere a parolice do alegado cosmopolitismo do uso de estrangeirismos, infelizmente mesmo na área da Justiça.
Todas estas novidades foram apresentadas no passado dia 08JUL numa reunião nacional de Administradores Judiciários que ocorreu no Campus da Justiça de Lisboa, com elementos da DGAJ e da equipa de desenvolvimento do “cRHonus”. Esteve também presente a atual diretora-geral nomeada em regime de substituição que tudo validou.

Fonte: "Boletim Informativo da DGAJ 4/2024 (julho/agosto)" [a ligação incorporada ao boletim só funciona na rede interna MJ].
Pena eu não ter telemóvel, apenas o fixo em casa…
ResponderEliminarOu será que me irão facultar um telemóvel de serviço para efectuar a validação?
Ora nem mais: o inimigo a abater é o do costume...A culpa é sempre nossa...Dos baldas, incompetentes, preguiçosos, matreiros sempre a tentar enganar o sistema para trabalharem o minimo possivel, que passam a vida a fumar e a tomar café às portas dos Tribunais!!! A culpa nunca é dos politicos que criam as leis e que não dão os estimulos e as condições para trabalhar...:E no meio disto tudo temos os verdadeiros traidores da classe...Aqueles que a troco de um pobre título de licenciado e de um cargo da treta se julgam os donos dos colegas e dos Tribunais. Pela subida na escala social: em vez de Peugeot 208 passam a ter um 3008 e em vez de uma semana de férias no Algarve, passam a poder gozar duas...Gente muito, mas muito pequenininha...Só cresceu na mesquinhez...
ResponderEliminarFalta tudo.
ResponderEliminarFaltam Oficiais de Justiça.
Faltam condições de trabalho.
Computadores velhos e desatualizados.
Servidores a rebentar.
Chove dentro dos Tribunais.
Muitos tribunais, no verão, são uma autêntica sauna.
Não há climatização.
Não há segurança.
Impressoras avariadas.
Falta papel para enviar as notificações às pessoas.
Falta tudo.
Mas espera lá, que vamos investir aqui uns milhares de euros numa empresa, não vá um Oficial de Justiça qualquer andar aqui a enganar com a picagem do ponto.
Isso é que não pode acontecer.............................
São uns bandalhos.
É o que é.
Bandalhos.
E os yes man do costume são iguais.
Começa a ser insustentável.
Bandalhos.
FF
Estas novidades no Crhonus não vão acabar com as pouca-vergonhas que se passam em muitos núcleos do país.
ResponderEliminarConheço casos de colegas que picam o ponto de manhã e regressam ao final da tarde para picarem novamente a saída, tendo estado ausentes durante o dia todo.
Vergonhoso o que se passa em certos núcleos que estão afastados dos olhares dos administradores e secretários e que ALGUNS funcionários fazem o que querem.
Enquanto uns, nesses mesmos núcleos , estão sobrecarregados de trabalho, outros há que se dão ao luxo de picarem o ponto de manhã e só regressarem ao final da tarde.
Realmente, talvez não haja falta de funcionários...
Um dia passo-me dos carretos e meto a boca no trombone!!!
Esse dia sera sempre o dia de amanhã.
ResponderEliminarNão é verdade ???
Quem escreve o que tu escreves, tem o dever de dizer nomes e locais. Caso contrário o bandalho és tu
ResponderEliminarEsta do telemóvel tem "piada". Não tarda as ligações para advogados e outras entidades passa a ser feito no telemóvel do funcionário. Não tem leva falta. Como na escolinha, falta de material. Quem fizer mais ligações do seu telemóvel ganha pontos. Um louvor de um louvor publicado no jornal menos lido da comarca. Louvor de lambe botas.
ResponderEliminarClaro que vai ser em telemóveis apreendidos. ligados ao wireless dos Tribunais. E enquanto todos não tiverem telemóvel, vai estar alguém na DGAJ, para que à hora a que o funcionário fizer a picagem, proceder á ligação para o VOIP correspondente e verificar se o mesmo está no local de trabalho, serão estes "colaboradores" os P.I.D.E: (Picadores de Investigação do Estado).
Se o funcionário no momento estiver no WC a fazer necessidades fisiológicas, deverá apresentar um frasquinho de análises com o que estava a fazer no momento ao Sr(a) Administrador(a). Se o mesmo não estiver disponível, deverá entregar em mão ou remeter via postal com aviso de recepção á DGAJ, para comprovar "aquilo" que fez no Tribunal. Não esquecer que o frasquinho deverá levar a assinatura do Sr. Magistrado. Se o mesmo não estiver disponível no tribunal deverá fazer uma ligação vídeo do WC para o Magistrado validar com a assinatura elecrónica.
O trabalho suplementar do Sr. Magistrado será pago por tabela a fixar pelos Conselhos Superiores da Magistratura correspondentes, sendo contado o tempo entre a hora de abertura/fecho dos Tribunal e a hora da ligação, sendo majorado pela que for maior: E descontado do salário do funcionário no subsidio de férias.
Se o funcionário estiver em audiência ou no gabinete do Magistrado, e não poder atender o telemóvel ou telefone físico da secção, o tempo decorrido até ao contacto através do seu VOIP, será considerado como estando ausente, devendo ser compensado em serviços de turno, ou descontado no seu salário.
"Basta pum basta!
Uma geração que consente
Deixar-se representar por um Dantas
É uma geração que nunca o foi
É um coio d'indigentes, d'indignos e
De cegos É uma resma de charlatães e de vendidos
E só pode parir
Abaixo de zero!
Abaixo a geração!
Morra o Dantas, morra! Pim!
.
.
.
Portugal que com todos estes senhores conseguiu a
Classificação do país mas atrasado da Europa e de todo o
Mundo! O país mais selvagem de todas as Áfricas! O exílio
Dos degredados e dos indiferentes! A África reclusa dos
europeus! O entulho das desvantagens e dos sobejos!
Portugal inteiro há-de abrir os olhos um dia - se é que a sua
Cegueira não é incurável e então gritará comigo, a meu lado, a
Necessidade que Portugal tem de ser qualquer coisa de
Asseado!
Morra o Dantas, morra! Pim!"
Deves pensar que eu sou estúpido como tu!
ResponderEliminarO alerta, há muito conhecido, está dado.
Quem quiser que se mexa e que fiscalize.
Têm meios para o fazer.
Basta quererem.
Corroboro com tal adjectivação.
ResponderEliminarAté pode haver alguns abusos nas comarcas mais pequenas ou mais afastadas, neste caso deve mesmo ser alguma situação denunciada.
ResponderEliminarMas tratar todos de forma pidesca e estabelecer cada vez mais uma vigilancia Big Brother sobre quem trabalha é sofucante.
Esta é a forma que a tutela conhece de motivar os funcionarios, digo, os escravos. Tipo marcar o ritmo de trabalho com o chicote como nas galeras.
Ainda há gente que se admira dos sucessivos concursos para novas admissões estarem cada vez mais desertos.
Muito bem.
ResponderEliminarExactamente o tipo de medidas que fizeram com que alguns de nós deixassem de ficar enterrados nos processos distraídos pelo fim da tarde afora.
Pois, falando por mim, também pode ter sido por isso, mas a principal razão pela qual passei a cumprir horário nem foi bem por não me pagarem as horas, acho que até terá sido mais por me terem dado um administrador para o lugar do secretário e muito por causa deste tipo de desconfianças mesquinhas.
Abusadores há em todo o lado, também há juízes condenados neste país, lembro-me dum colega no estágio que vinha da margem sul e todos os dias tinha uma desculpa qualquer para chegar entre as 10 e as 11. A secretária, por causa dele e mais um outro que andavam no mesmo barco, certo dia começou a recolher o livro de ponto às 9:15. Mas não tomou o todo pela parte, continuou a confiar na maioria apesar dessa medida.
E mesmo esse colega depois quando eu saía à tarde sei que por lá ficava até à hora do jantar.
Esta política, não lhe vou chamar de desconfiança mas antes falta de envolvimento dos oficiais de justiça no trabalho que afinal são eles que realizam, implementada a partir de certa altura, que terá coincidido com a reforma de 2014, tem-se, de facto, revelado altamente produtiva, não hajam dúvidas.
Mais, ainda no outro dia ouvi um senhor juiz desembargador jubilado na televisão dizer que a reforma estrutural da Justiça continua por fazer desde a década de 90. O que nos leva a perguntar se em 2014 foi feita então foi a reforma dos oficiais de justiça.
Velhos tempos em que eu no primeiro escalão de auxiliar me estou a ver reunido com os colegas no gabinete do secretário e ele me apontava o dedo e perguntava: "Tu, o que é pensas disto?"...
ResponderEliminarEsta injeção de pessoal no chronus era absolutamente vital mas a nossa ministra não teve outro remédio se não mascará-la de operação vigilância para contornar o ministério das finanças que era quem estava a dificultar o processamento dos créditos da ação 2073/09.
Quem se desloca para o local de trabalho para trabalhar e é a maioria, não tem que ter medo de qualquer controlo, seja ele qual fôr. Neste caso é o Chronus, podia ser qualquer outra invenção.
ResponderEliminarQuem nāo deve nāo teme.
Mas a entrada à hora da lei, significa saída à hora da lei.O que falta fazer nāo azeda, como sempre ouvi dizer!
Agora falar-se em pessoas em muitos núcleos que só fazem operação de entrada e saída no Chronus, mas estāo ausentes o dia todo, isso é generalizar quase, uma coisa em que nāo acredito. Estão a falar em núcleos pequenos, do interior, e a pôr todos em causa. É banalizar o sistema, é vergonhoso para todos, e quem o faz deve ser penalizado, é indigno de estar nesta profissāo.
O que faz quem manda administrativamente?
Depois admiram-se que em Lisboa queiram saber melhor o que se passa com "os funcionários que nāo conhecem o patrão" como se usa dizer.
A coberto do anonimato afirma-se tudo e o seu contrário, por vezes🤔
"pobre título de licenciado"...
ResponderEliminarFala a pobre criatura que tb queria mas não consegue.
Enfim....
Obedecer a um "cargo da treta", faz parte da natureza das organizações e relações hierárquicas.
ResponderEliminarA porta de entrada é a mesma da saída.
Se não estás bem nessa posição, estuda ou muda de vida!
ResponderEliminarO empregador terá de disponibilizar!
"passa a ser feito no telemóvel do funcionário"
ResponderEliminarO tanas!
Eu quero namorar com uma juiz que trabalhe no mesmo tribunal que eu mas a lei não deixa.
ResponderEliminarSerá isto legal?
Será que tamos no tempo do aparthaide mas em vez de separação de raças temos separação de castas??
Como é possível existir esta lei vergonhosa e ninguém diz nada..
Não deixa de ser sempre um cargo da treta, desempenhado por uns pobres licenciados, incultos, complexados e preconceituosos. Ou dúvida que só esses se sujeitam a ganhar uma miséria e a serem tratados como capachos, seja de juizes presidentes, seja da administração central ?Lamento que não goste da minha opinião, mas também não esperava que a sua mente simples a compreendesse...
ResponderEliminarQuero ver quem é que me vai obrigar a ter o telemóvel ao serviço do trabalho🤣
ResponderEliminarVou ser oficialmente persona non grata (se é que já não sou).
E só para aprender alguma coisa com um não pobre licenciado: não se trata por tú alguém que não se conhece! E de certeza absoluta que não nos conhecemos mesmo!
ResponderEliminarSentiu-se....????
ResponderEliminarPara ter a sua elevada e prestigiada posição?
ResponderEliminarAh ah ah!
ResponderEliminarQue injustiça!
Sendo o sr. tão inteligente, culto e descomplexado, foram logo eleger uma data de murcões para chefias.
Que desperdício, que perda que você representa.
É arrepiante ver o recrutamento a decorrer em várias carreiras especiais, em algumas delas com candidatos já em formação e a inacção da DGAJ nesta matéria, relativamente a carreira dos Oficiais de Justiça!...
ResponderEliminarVeja-se a título de exemplo a PSP, GNR, PJ, ASAE e AT.
O único procedimento "concursal " a decorrer, promovido pela inacção da DGAJ, é o da cessação de funções, de cerca de 350 Oficiais Justiça, até ao final do ano, por aposentação.
Carlos Almeida e António Marçal têm que pedir uma audiência urgente ao Senhor Presidente da República para travar o caos que se avizinha.
Apurar, nesta fase, se esta modalidade de registo de presenças para controlo de assiduidade é regular, pode parece já um tanto extemporâneo. Deveria, isso sim, esta questão ter sido atalhada logo na fase experimental. No entanto, consideradas as novidades atinentes ao cRHonus, talvez não seja despiciendo retomar este tema.
ResponderEliminarÉ pena, refira-se preambularmente, que os sindicatos tenham aceitado de bom grado a inclusão desta modalidade de controlo de presenças; não levantaram ondas, limitando-se, “construtivamente” a criticar o funcionamento e a sugerir melhorias.
Como as leis em Portuga, no seu emaranhado, suscitam, por causa da falta de categorização ou correta concetualização, sempre muitas dúvidas e juízos de intenção do legislador, seria, porém, curial dissecar o que aparentam dizer.
Vejamos:
Há alguns fatores que parecem favorecer a inclusão – ou, pelo menos, não se ser contra -, do Crhonus ou similar no estipulado no nº 2 do artigo 104º da LGTFP.
1º) Este sistema já funciona na Relação há cerca de 11 anos (acho que na sequência de uma auditoria do Tribunal de Contas, que impôs um controlo de assiduidade mais rigoroso, no cumprimento das disposições legais) sem que ninguém o tenha contestado, o que, só por si, não faria inferir que o sistema é regular e perfeitamente legal:
2º) O legislador não quis nunca aclarar na lei o que se deveria entender por “automático” no âmbito da lei aqui aflorada, o que faz então crer que a noção de automático é a do senso comum que vigorar no momento, já que se trata de uma noção ou conceito dinâmico, abrangente, aberto ao tempo.
2) Por outro lado, uma interpretação mais minhoquinha e escrupulosa pode derribar este sistema como um automatismo.
Como segue.
Há muito tempo a lei (equivalente ao citado nº 2 do artigo 104º da LGTFP) referia sistemas de registo automáticos ou mecânicos (incluídos os relógios de ponto com cartão); entretanto, ocorreu a seguinte subtileza: a palavra “registo” despareceu. Tudo isto pode parecer ter dado azo a elasticidade hermenêutica. Penso que, ao ser introduzido um termo na lei (como “automático”), se não for previamente, ou na lei que o invocar, definido, o que não vem acontecendo, isso consente uma remissão para o domínio público, valendo muita conversa para se apurar o alcance. Isto é, valendo o sentido comum, topamos que o conceito de automático é, como vimos, ativo, variável – não significa, a todo o tempo, exatamente, o mesmo, ou muda o valor inclusivo. Passa a deter uma historicidade errática.
A título de exemplo, em 1989, a lei tinha praticamente o mesmo texto que ainda tem na atualidade (apenas havia o pormenor referido da palavra “registo”). Ora, naquele ano, não poderíamos pensar em sistemas automáticos como cobrindo sistemas informáticos, pelo simples facto e razão de que não estava disseminado o uso da informática e dos computadores.
Portanto, ao contrário do que se disse ou sugeria atrás como tendência favorável (1º), se o texto se manteve praticamente inalterado, isso poderia convidar-nos a pensar que os sistemas automáticos não incluem sistemas de registo de assiduidade informáticos, porque senão o legislador teria atualizado – e teve oportunidade mais do que uma vez – os termos, fazendo a inclusão ou menção da informática como sistema de registo de assiduidade,
Em suma, não o tendo feito, a pergunta é: uma aplicação informática, num portal eletrónico, de uso pessoal e acionada pelo trabalhador para registar as suas presenças vale por sistema automático de assiduidade? – Entenda-se que o automatismo pressupõe uma certa passividade do trabalhador, ao passo que a informática supõe que o visado sujeito do controlo de assiduidade tenha uma participação ativa, obedecendo a alguns requisitos, como conhecimento informático básico e tomada de uma conjunto de ações como agente para que haja um registo de presença (faz a utilização informática parte do conteúdo funcional das assistentes operacionais, por exemplo, exercendo
Peugeot?? Eu tenho um Mercedes GLK.
ResponderEliminarAinda não percebi qual é o problema da DGAJ em implementar as botoneiras biométricas de ponto?!!
ResponderEliminarSomos mesmo casos únicos.
Estranha esa palhaçada!!!