4460 Oficiais de Justiça em lista de espera da compensação

      Reuniu esta semana o Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) com a Direção-Geral da Administração da Justiça (DGAJ) para, segundo consta na nota informativa ontem divulgada pelo SFJ: “esclarecimento e resolução de problemas muito pertinentes para a classe”.


      Os ditos “problemas muito pertinentes para a classe” foram apenas dois: a reconstituição da carreira levando em conta o período probatório e alguns erros de processamento de vencimentos com alguns Oficiais de Justiça.


      Ora, os dois “problemas muito pertinentes para a classe”, afinal não são dois, mas apenas um.  Os problemas e erros no processamento dos vencimentos é algo comum e não afetam todos os Oficiais de Justiça, mas alguns, e são passíveis de correção simples, como sucede sempre com cada um que contacta os serviços próprios de processamento de vencimentos da DGAJ.


      No caso do vencimento recebido este mês há alguns Oficiais de Justiça que não detêm o valor do suplemento remuneratório e retroatividade calculados de forma correta, tendo sido detetados alguns erros que, uma vez confirmados, serão prontamente corrigidos pela DGAJ, como sempre vem fazendo. E é precisamente isso que o SFJ recomenda que os Oficiais de Justiça façam, como, aliás, não podia deixar de ser, que quem detete erros, contacte a DGAJ expondo o erro e junte até o seu recibo de vencimento para mais rápida identificação do problema.


      A forma de contacto recomendável é sempre o correio eletrónico e nunca o telefone.  Os recursos humanos da DGAJ dispõem de três caixas de correio eletrónico diferentes para cada tipo de assuntos e, para este caso dos vencimentos, o endereço a usar é o seguinte: dpr@dgaj.mj.pt


      Assim, para além dessa questão pessoal pontual, a verdadeira pertinência reside no outro ponto, dos dois que o SFJ relata que foi tratar na tal reunião com a DGAJ.


      A lista de 4460 Oficiais de Justiça que aguardam a análise da sua situação e reconstituição da carreira com os pagamentos compensatórios e reposição na progressão, levando-se em conta o período probatório, isso, sim, representa um verdadeiro “problema muito pertinente para a classe”, em face da dimensão dos Oficiais de Justiça abrangidos.


      O problema reside essencialmente no seguinte: a demora. Já aqui abordamos várias vezes este aspeto: se para os quinhentos e pico da sentença foi necessário aguardar um ano inteiro, estes quase 4500 deverão demorar quanto? É só fazer as contas para comprovar que, ao mesmo ritmo, serão 8 a 9 anos.


      O que o SFJ transmite na nota sindical é que a DGAJ já pegou na lista e já está a enviar notificações de cálculos compensatórios a Oficiais de Justiça. Fora isso, nada mais de concreto informa.


      Transmite o SFJ que há boas intenções, que a DGAJ conta de poder vir a agilizar o processo de análise, atenta a experiência já consolidada no último ano, diligenciando para que tudo ocorra no “menor espaço temporal”, lê-se na nota informativa. Claro que isto não passa de umas boas intenções e de um discurso óbvio. Evidentemente que a DGAJ não iria dizer ao Sindicato o contrário disto.


      Os Oficiais de Justiça não têm paciência para manifestações de boas intenções, querem é ver, preto-no-branco, as suas situações esclarecidas e não após anos de espera e, quanto a isto, concretamente, o SFJ não trouxe da reunião nada.


      Quantos casos serão analisados por mês ou por ano? Nada! Qual a previsão para todos os casos estarem concluídos? Nada! Serão os tais 8 a 9 anos do cálculo? Nada! Irão acelerar para despachar o dobro e com tal aceleração serão 4 anos de espera para concluir todos? Nada!


      Os Oficiais de Justiça, perante o não-esclarecimento, não esclarecidos se mantêm.


      No que se refere aos critérios, se seria usada a ordem da lista, a ordem de antiguidade, a ordem da grandeza dos valores, ou qualquer outro método, diz o SFJ que a DGAJ esclareceu que “os primeiros a serem pagos serão aqueles que as situações merecem menor análise, isto é, as mais simples, e que se reportam aos trabalhadores que se mantêm na mesma categoria, e que desde o início da carreira, até ao atual momento, e de forma ininterrupta, exerceram funções em Tribunais de 1ª Instância”.


      Portanto, de acordo com a informação, os mais rápidos a verem a sua situação resolvida, nos próximos anos, serão os que nunca mudaram de categoria e que nunca foram colocados noutros tribunais que não os de primeira instância. Quem foi promovido ou colocado alguma vez num tribunal de segunda instância ou outro de instância superior ficará para o fim, estes serão, portanto, os que poderão chegar aos 8 ou 9 anos, de acordo com os cálculos do ritmo atual.


      Entretanto, apuramos que, de entre os que já receberam notificações esta semana, encontram-se aqueles cujo período de eventualidade longa, de cerca de 4 anos, acabou considerada e convertida em período de provisoriedade e acabaram passando de imediato para a situação de definitivos.


      Mais uma vez repetimos que não está a ser considerado nenhum período de eventualidade, mas apenas de provisoriedade. O facto de se falar dos Eventuais que assim estiveram 4 anos e passaram a definitivos, é uma exceção, porque esses quatro anos foram, no final, considerados como de provisoriedade, não tendo passado ninguém para o período probatório obrigatório.


      A maior parte dos Oficiais de Justiça estiveram um ano no período probatório. Alguns estiveram mais, até um ano e meio, e é este tempo que acrescerá para a contagem dos escalões. Já aqueles da exceção dos quatro anos convertidos, veem a sua reconstituição ser compensada financeiramente com valores muito superiores, de mais de vinte ou trinta mil euros. Porquê? Desde logo porque quando foram para o 1º escalão já deveriam ter ido para o 2º, pelo que a correção ao longo dos anos não é de diferenças de um ano, mas de mais de um escalão completo ao longo de duas décadas, o que resulta em pagamentos, obviamente, dos mais elevados.


      Já aqui realizamos e apresentamos um trabalho muito considerável para que cada um compreenda o que está em causa e faça os seus cálculos. Para o efeito, até apresentamos um exemplo de um “Auxiliar” com os valores recebidos e com os valores que deveria ter recebido e suas diferenças ao longo de duas décadas. Reunimos e disponibilizamos tabelas de vencimentos desde o longínquo ano de 1989 até ao presente; são 35 anos de tabelas para que todos possam fazer as suas contas, querendo.


      A lista dos 4460 Oficiais de Justiça está disponível “Aqui”.


      A sentença que decidiu a reconstituição do período probatório está disponível “Aqui”.


      A folha de cálculo de exemplo de uma apreciação de um Escrivão ou Técnico de Justiça Auxiliar desde 1999 a 2023 está disponível “Aqui”.


      Observamos que esta folha de cálculo, que disponibilizamos desde agosto de 2023, não serve para fazer outros cálculos, nem contém quaisquer fórmulas, serve apenas para ser uma apresentação possível, onde se podem visualizar todas as situações mês a mês.


      Levamos em conta diversos aspetos, desde logo os dois grandes e enormes períodos de congelamento, em que não houve progressões nos escalões, desde 01-09-2005 a 31-12-2007 e depois desde 01-01-2011 a 31-12-2017 e ainda o enorme período em que o suplemento remuneratório também foi congelado, o que aconteceu em 2006, tendo o seu valor deixado de ser atualizado a 10% e ficado ancorado ao valor que foi em 2005, assim, ficando muitos anos, até que em 2018 voltou a ser novamente equivalente a 10% do vencimento.


      Já quase ninguém se recordava de mais este congelamento do suplemento que deixou de acompanhar os vencimentos entre 2006 e 2018. Descongelou em agosto de 2018, pagando-se retroativos a janeiro desse mesmo ano, portanto, foram, nada mais, nada menos, do que uma longa dúzia de anos de este congelamento esquecido, que apenas foi tendo as pequenas atualizações equivalentes à inflação, conforme os vencimentos foram sendo nesse sentido atualizados.


      O valor da diferença não foi muito significativo, mas foi durante muito tempo. Para se ter uma ideia, em 2017, o último ano do congelamento, o valor do suplemento não correspondia a 10% do vencimento, mas a 9,7%. Quase nada, é verdade, mas em doze anos, representa algumas centenas de euros. Até este pequeno valor foi atacado.


      Pegamos no exemplo de um Oficial de Justiça, colocado numa das categorias de ingresso, que fez todo o seu percurso nessa mesma categoria de ingresso, e calculamos mês a mês e mesmo dia a dia os valores daquilo que foi recebido e daquilo que deveria ter sido recebido, em duas colunas, lado a lado, o que permite uma melhor compreensão.


      O documento que partilhamos, em formato Excel, não permite alterações, mas pode ser copiado para uma vossa folha própria, tão simples como o selecionar tudo, copiar e colar, e aí já podem fazer todas as alterações que desejem.


      Por fim, convém deixar nota de que os Oficiais de Justiça que entraram após o ano 2006 passaram a ver o seu período probatório, normalmente de um ano, contabilizado para as subidas de escalão, uma vez que a partir desse ano foi homologado o Parecer n.º 21/2006 da Procuradoria-Geral da República (publicado no Diário da República n.º 62, II Série, de 30 de Março de 2009) que indicava que a contagem desse ano deveria ocorrer e a DGAJ assim o fez, desde então, mas considerou que não o deveria fazer para as situações mais antigas, tendo que o fazer só agora por efeito da sentença.


      Quanto às tabelas desde 1989 até ao presente estão todas disponíveis na coluna da direita da nossa página (visualização de PC) na secção das “Ligações a Documentos”, por ordem alfabética “T”.


Numeros-VerTansparencia.jpg


      Fonte citada do SFJ: “Nota informativa de 23AGO2024”.

Comentários

  1. À velocidade de processamento dessa reposição da justiça, haverá centenas ou perto de um milhar deles que estarão aposentados, quando chegar a sua vez de efetuar cálculos.

    E depois, já só com mais um processo é que irão reaver esse dinheiro.

    Julgamos lidar com gente séria...

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  2. Bom dia!
    O procedimento de cálculo, incl juros mora, é igual entre os nomes que constam na acção e os outros colegas?
    A DGAJ está a pagar juros de mora?
    E a atualização monetária?
    Conseguem dislumbrar justificação para os sindicatos nada fazerem em termos de divulgação e constante pressão mediática?
    Obrigado e bom fim de semana.

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  3. O que se está a passar é injustificável.

    Nem todos os casos são diferentes, e há casos onde se processaram centenas de "incorporações" ao mesmo tempo, em que as compensações devem, tirando casos especificos, ser iguais.

    Também não venham com a treta do Estado que não paga juros, pois estamos a falar de anos e de quantias consideráveis!

    Paguem, que se faz tarde!

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  4. Quero ver se vão fazer a reconstituição da minha carreira visto que quando fui promovido teria que ir para o terceiro escalão de adjunto e não para o segundo.
    Veremos o que vai sair daqui.
    Um abraço...

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  5. Os dgajos esquecem-se é de que a Expo está situada nas margens do Tejo, em campo aberto muito ventoso, quando tentam de lá amandar areia para os olhos duma classe, ainda por cima profundamente envelhecida, os dgajos não percebem que a areia desmanda com a nortada e só adentra mesmo naqueles que estão à porta do edifício a querer entrar lá para dentro.
    Dos cerca de 1000 que entraram em setembro de 2000, mais de 300 ainda são auxiliares e duma penada arrumavam logo com eles em poucos dias.
    A situação dos de 2005 é semelhante, eram logo mais uma porrada deles que se tratavam também por atacado.
    Muitas licenciaturas nas comichões no serviço, mas poucas em álgebra.

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  6. Cambada de chulos, chupistas e aldrabões!

    😤😠😡🤬

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  7. A desvalorização destes valores ao longo do tempo é uma perda finaceira de relevo para os abrangidos por esta situação.

    Mas como se não bastasse, nem juros irão pagar.

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  8. E vão dois.
    E quanto mais tempo demorarem a pagar, mais vão ter de pagar.
    Pena é que esse dinheiro faz falta deste lado e já cá devia estar a render juros deste lado.

    Caloteiros

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  9. Obrigado a esta pagina!

    Força! Contra o sistema que nos corrói

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  10. Há colegas que se reformaram e estão meses à espera que lhes paguem férias vencidas não gozadas.

    Em Marraquexe de Cima fazem o que querem...

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  11. Assim também eu era Paulo Macedo a brilhar na CGD.
    A mamar jurinhos aos desgraçados que já teriam as casas pagas se o Estado não estivesse a reter o dinheirinho deles intencionalmente.

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  12. Fazem o que querem porque estão bem respaldados ainda mais por cima.
    Nem o governo lá mete o bedelho...

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  13. Eu sou um desses 1000 que entraram em setembro de 2000.
    Fui promovido a adjunto em setembro do ano passado
    Estava no último escalão de auxiliar quando fui promovido.
    Já alguém recebeu nessa situação??
    Valores??
    Já posso encomendar o frango churrasco?

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  14. O Blog tem conhecimento se os valores que os Colegas que já receberam enquadram-se nos valores correspondentes às vossas tabelas?
    Conheço dois colegas que já receberam.
    Um entrou em 2000, o outro em 2001.
    Ambos receberam mais do que estavam à espera.
    Um deles recebeu um valor consideravelmente superior às contas realizadas por ele, na ordem dos milhares de euros.
    Obviamente, que a cavalo dado não se olha o dente, mas será que a DGAJ está a fazer as contas de forma diferente, nomeadamente das vossas?
    É que geralmente somos sempre prejudicados mas neste caso, parece que as
    "contas" deles estão inflacionadas.
    Obrigado.
    Continuação do bom trabalho.

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  15. És um previlegeado, mais massarico do que eu...E OUTROS(muitos por sinal...), ganhas mais e ainda queres pressas nos pagamentos?...
    Tem vergonha e respeita aqueles que estão a arder... Mais do que Tu!
    Reduz-te ao silêncio...

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  16. Verdade. Esta DG é uma estrrutura pesadíssima, pejada de porta bandeiras partidárias e com gente há muitos anos a precisar de reciclagem ou de voltar aos tribunais.

    Perderam o senso, a noção da sua existência. Os resultados para a qual se orientam são os errados, tal como as suas prioridades. Centralizaram competências para justificar a sua existência e aumento de pessoal, em detrimento dos tribunais que são o efetivo rosto em todo o país, deste ministério. Cada vez mais se fecham sobre si mesmos, não dando resposta aos problemas de quem trabalha.

    A sua ação está erradamente direcionada para a gestão dos tribunais de uma forma que começa claramente a colidir com a independência destes.

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  17. Então quanto é que ganha o(a) colega que o(a) colega está a dizer que é um(a) Privilegiado(a)?
    Eu também entrei em 2000 e sou adjunto desde 2010 e estou no 3.º escalão.
    Quer dizer que aquele(a) colega ganha mais com um ano de serviço na categoria do que eu, ainda por cima tendo entrado na mesma altura em início de carreira do que eu?
    Dou já um tiro na cabeça...
    De alguém.

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  18. Shiiiiiiiiiiiiiiiiiiu!!!

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  19. O Colega em termos de tempo nos Tribunais é mais massarico do que eu, pois entrei em 1998.
    Sou Adjunto desde 2019.
    Respondi ao Colega que foi directamente para o 4º escalão de Adjunto em Setembro de 2023.
    Eu estou no 3º escalão e bem sei que existem outros mais prejudicados do que eu. O Colega é que se provavelmente enviesou a leitura do meu comentário... Aconselho a lê-lo outra vez!...

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  20. Boa tarde.
    Creio que muitos OJ terão relações, nomeadamente domiciliação de conta/ordenado, com a CGD.
    Proponho que inundem os jornais, as rádios e as televisões com emails do seguinte teor:
    " Lucros da CGD à custa de duplo roubo aos Oficiais de Justiça em parceria com a DGAJ.
    Estes últimos estão a reter muitos milhares de euros a multiplicar por mais de 4000 para que a CGD possa continuar a cobrar-lhes os juros do crédito à habitação, e outros tipos de crédito em geral, aos quais ainda são associados cartões de crédito obrigatórios para cobrança de mais juros, quando, a ter já sido devolvido esse dinheiro, os lesados já poderiam ter amortizado todos esses créditos, especialmente contraídos após a pandemia, e estarem neste momento todos absolutamente livres dessa agiotagem."

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  21. Estão ambos depois de mim na lista de antiguidade mas o outro colega está um escalão acima de mim e o colega está no mesmo escalão que eu?
    A pergunta que se impõe será então:
    Para que raio fazem listas de antiguidade por categoria se o que conta é quem está mais perto da peluda e é menos maçarico na função.
    É só para dar trabalho aos licenciados da DGAJ?

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  22. Ressalvo, massarico quer dizer maçarico, está porcaria da I A...

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  23. Colega, vou falar por aqueles que conheço... Os promovidos em 2017,2018 e 2019, que é o meu caso, não nos contaram a recuperação de tempo(255+255+255=765 dias, se estiver enganado corrijam-me... ).
    Os Colegas que foram promovidos em 2019 e bem, foram para o 4º Escalão, que é exactamente aquele que garante em termos de remuneração 25€ ou mais(que é o que está preconizado...), em relação ao 6º escalão de Auxiliar.
    Assim, como TODOS tiveram aquela recuperação de tempo de serviço,nomeadamente, AQUELES , conseguiram atingir o último escalão de Auxiliar. Só NÓS, aqueles que fomos promovidos em 2017,2018 e 2019 é que não nos contaram aquela recuperação de tempo...

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  24. Há valores em divida, devido a muitas coisa há vários pontos a ter em atenção, vou deixar para último quele que se calhar é o mais importante neste momento:

    1º - Os pagamentos são feito com referência a mais de uma dezena de anos de distância. Tendo de ser reposta a situação. O valor pago tem que ser com a correção monetária ao momento do pagamento - aplicação da correção monetária. Se estamos a falar de 2000, é de mais 30% - Há processo colocado para isto?

    2º - Devido à especificidade da carreira, congelar, descongelar congelar, descongelar, recuperação de tempo feita na categoria actual em vez na categoria á data do congelamento veio colocar entropias que são quase insanáveis, por exemplo dois colegas entrado no mesmo nano, um durante o congelamento foi promovido para o 1º escalão de Adjunto (A), o outro manteve-se como escriturário (B). Passado uns anos descongelam os escalões durante um ano, o Ajunto (A) mantém-se no 1 escalão, o Auxiliar (B) passa para o 4º escalão e fica a ganhar quase o mesmo que o Adjunto (A). Voltam a congelar. Durante este houve promoções, e o Auxiliar (B) é promovido e vai para o 2º escalão de Adjunto, o outro o A, mantém-se no 1º escalão. Findo o congelamento, o que subiu primeiro o A está no 1º escalão, o outro tendo subido depois está no 2º escalão. Vem a recuperação de tempo, o A que subiu primeiro, tem o tempo todo a recuperar, e em 1 ano vai para o 2º escalão, onde o outro já está. O B mais novo, tem menos tempo a recuperar e passado dois anos está no 3ª escalão, o A mantém-se no 2º escalão, só subindo ao 3º um e meio despois. Estando este tempo todo a ganhar menos que o outro. Mas o problema não acaba aqui. O mais novo (B) vai até ao fim da carreira subir de escalão antes do mais velho (A). Acresce dizer que o A o mais velho pode ter cerca de mais de 10 anos de antiguidade que o B e ficar sempre a ganhar menos. Vai Haver processos ou ser levantada a sério a questão?~

    3ª - A mais importante agora -mesmo crucial.
    Vai haver uma alteração de estatuto, de tabela remuneratória, com a respectiva recolocação na nova tabela.

    COMO SE VAI FAZER ESSA RECOLOCAÇÂO SE NÃO ESTIVER ACERTADA TODA A CARREIRA DO CADA UM?

    Vamos recolocar como está no momento, e levar mais umas dezenas de anos com processos cálculos, recálculos, processos administrativos?

    NÂO PODE HAVER ALTERAÇÃO DE TABELAS E RECOLOCAÇÃO NA NOVA TABELA SEM QUE ANTES ESTEJA TUDO CERTO AO MOMENTO DA MUDANÇA, SOB PENA DE AINDA SE IR CRIAR MAIS INJUSTIÇAS E ILEGALIDADES.

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  25. Sim, e tem razão. Inclusivamente os sindicatos, ou pelo menos o SOJ, já pediram à Provedora de Justiça que suscite a inconstitucionalidade dessa situação.
    Mas, atento o meu caso, 3 escalões abaixo de quem foi promovido em 2017, com 7 anos de serviço na categoria versus os meus 14, eu mantenho a pergunta: Para que serve a lista de antiguidade na categoria em face de tal inversão remuneratória?
    Será que um dia destes eu vou estar numa secção ou juízo com um colega nessas circunstâncias e, aposentando-se o escrivão - ainda antes da conclusão do novo estatuto - me vão dizer que tenho que ser eu a assumir a chefia? Como costuma dizer uma colega que trabalha comigo: "Espera lá que já cá o metes!"
    Mais ainda temos a situação de dois colegas que eram auxiliares comigo e foram promovidos em 2006, que estão no quarto escalão, são de 1998, e veem os colegas promovidos em 2023, com menos 17 anos na categoria do que eles, irem logo para o mesmo escalão.
    Tanta gente ao burro e o burro no chão.
    Vinde mas é trabalhar a sério para os tribunais, vinde!

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  26. Certo.
    Vão para mais de dois meses escrevi à Sr.ª Diretora-Geral a pedir que apreciasse essa situação de falsa antiguidade, não tendo obtido até ao momento qualquer resposta.

    Exmo(a) Senhor(a) Diretor(a)-Geral
    Direção-Geral da Administração da
    Justiça
    Av. D. João II, Nº 1.08.01 D / E, Edif.
    H, Pisos 0, 9º/14º
    1990-097 Lisboa

    Carta Registada com Aviso de Receção

    Assunto: Pedido de realização de justiça

    Identificação, tendo constatado, da consulta e confrontação das Listas de
    Antiguidade com a de Progressão de Escalão de Oficiais de Justiça, publicitadas na
    página oficial da DGAJ na categoria de Escrivães Adjuntos, que funcionários judiciais
    como por exemplo ------------------, promovida em 31-08-2017 e colocada na posição ----
    -------- da última Lista de Antiguidade da categoria de Escrivães Adjuntos publicada
    pela DGAJ, ( ao passo que o aqui requerente se encontra inscrito no lugar ------- da
    referida lista, promovido em 07-09-2010 ), transitaram para o 6.º escalão da categoria
    em apreço, de acordo com a Lista de Progressão de Escalão publicada pela DGAJ
    relativa a fevereiro de 2024, enquanto o subscritor do presente se mantém no 3.º
    escalão remuneratório, com mais 6 anos de serviço prestados na categoria do que os
    referidos funcionários; vem pelo presente requerer a V. Ex.ª que se digne apreciar se,
    mormente por comparação com os senhores funcionários que serão infra identificados
    e muitos outros escrivães adjuntos que constam da referida lista e das anteriores de
    progressão de escalão e se encontram atualmente no 6.º e no 5.º escalão tendo sido
    apenas promovidos a partir de 2017, ou seja, com menos 6, 7 ou 8 anos de serviço
    prestados na categoria do que o subscritor deste, tal como a própria Lista de
    Antiguidade de 2023 comprova, tal realidade não configurará uma inusitada subversão
    do propósito da aludida lista de antiguidade, requerendo também a V. Ex.ª o
    desenvolvimento de um mecanismo de reparação daquela que se me afigura uma
    arbitrária injustiça cometida pela administração da justiça relativamente a uma fatia
    significativa de oficiais de justiça, designadamente elaborando uma lista de
    antiguidade em que os funcionários com mais anos de serviço na categoria não
    aufiram vencimentos substancialmente inferiores aos promovidos posteriormente a
    eles.

    Para melhor esclarecimento, passo a enumerar alguns dos escrivães adjuntos que
    tendo menor antiguidade se encontram 3 escalões acima de alguns outros com bem

    mais anos de serviço prestados na categoria, que após identificarei igualmente, todos
    por n.º de antiguidade, nome, n.º mecanográfico e escalão/índice remuneratório:

    01 de maio de 2024.
    Esperando deferimento,

    ________________________________________

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  27. O que se vê é que a grande maioria dos OJ's ganha bem, acima do que faz diariamente. Anda tudo próximo (ou mais) dos 2.000 euros mas querem mais, porque somos muito importantes. Dos 7.000 Oj's, a maior parte está próximo de casa, faz umas diligências, cumpre e notifica uns despachos ou solicita umas informações, faz o correio contrariado, consulta a net e chega às 17 e vai ter com a família ou afins e ganha em média entre os 1500 e os 2100 euros. Sem qualquer responsabilidade de chefia. Estão mal? Pobres e mal agradecidos!

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  28. È o que se vê, se é o que vês deves trabalhar na DGAJ. E vês quando vão trabalhar tu e os outros.

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  29. Deve-se ler "Os Colegas que foram promovidos em 2019..." "Os Colegas que foram promovidos em 2023..."

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  30. Colega nem vale um insulto...
    É um quatro patas refinado que veio para a esta Classe, porque foi espezinhado lá fora... no privado.
    Faz disto a sua coutada e permite-se dizer que estamos todos bem pagos e próximos dos 2000 euros...
    Você é um miserável, convencido... Se eu conhecesse... Durante uns tempos andava a papas e farinhas lácteas.


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  31. Eu tenho mais de trinta anos de carreira e não ganho os 2000 euros. Já arrisquei a minha integridade física no muito serviço externo que fiz. Se o tempo de serviço extra contasse e fosse pago, provavelmente teria 40 anos de serviço e uma casa de férias .
    Tenho problemas mentais devido a pressão do serviço
    E andam aqui papagaios amestrados a tentar dividir, quando o que demonstram e que esses papagaios não tem a mínima noção do que o serviço exige .
    Estes papagaios não deveriam julgar os outros pelas suas atitudes

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  32. Apoiado Colega...
    É assim mesmo sem papas na língua... Aquele comentário é de alguém ressaviado que provavelmente é um escrivãozito sem dignidade nenhuma... , que nem merece pertencer à Classe dos Sr.s Escrivães(os quais nutro
    respeito e admiração...) e chegou lá sabe Deus como...

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  33. COLEGA, assumir que se tem "problemas mentais" devido ao serviço, é de HOMEM. Este é um tema muito importante e do qual pouco se fala aqui. Aliás, a saúde mental e física, também deveria ser conteplada no novo EFJ.

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  34. Eu só não falo muito da saúde mental porque não sei avaliar bem se já nasci assim, se foi por em bebezinho o meu avó me ter deixado cair de cabeça no cimento, se foi do bullying sofrido na primária por ser mais novo do que os outros da classe, se foi por causa das praxes no secundário, se foi por ter andado numa tropa ao abrigo do serviço militar obrigatório que hoje em dia exige termo de responsabilidade e mesmo assim quando corre mal os instrutores são condenados em tribunal a penas de prisão efetiva, se foi dos dias que estive em coma alguns anos depois, ou se simplesmente aconteceu porque a profissão é puxadita e o burnout acontece, só sei é que as regras do jogo quando assumi compromisso de honra eram 55 e comecei a perder a cabeça a partir daí...
    Pelo que, já nada tendo a perder, só estou à espera do novo estatuto.

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  35. Desculpem meter-me na conversa, mas eu próprio sofro de problemas mentais, problemas esses que resultam da exposição a altos níveis de stress e pressão que sofro todos os dias no tribunal.

    Nunca tive qualquer problema mental mas nestes últimos dois anos eles apareceram e tenho discernimento para os reconhecer.

    Vou ser-vos sincero, por vezes sinto um ódio e uma raiva tão grande, que só penso em pegar numa arma e matar dois ou três!!

    Vieram as férias, descansei, recuperei energias e sinto-me mais aliviado.

    Mas meus amigos, neste novo ano que se avizinha, assim que começar a sentir estes sinais irei procurar ajuda medica e se necessário meto baixa.

    Não posso deixar me vencer por uma profissão que apenas nos destrói!



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  36. É sem dúvida importante falar disto, pois este trabalho desgasta-nos completamente. É claro que há lugares mais expostos do que outros, como os DIAP, família e menores, etc, mas somos todos de carne e osso e elas não matam mas moiem!

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  37. Nem há nenhum adjunto que ganhe 2000 brutos, e muitos escrivães de direito pouco mais do que isso tiram limpos nos últimos escalões.
    Deve ser mesmo algum(a) penetra, ou então alguém habituado a receber emolumentos, para acrescentar à tabela que aparenta desconhecer.

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  38. Além do mais, o Big Brother existe mesmo.
    Todos sabem que tudo o que fazemos é escrutinado nos dias que correm por meio do Citius, por isso, enquanto tivermos inspetores do COJ, ignorem bocas destas.
    Da minha ótica, será o sistema de avaliação apesar de tudo mais imparcial que pode existir para a nossa profissão e seria ideal que existisse onde há outros, ainda que eventualmente lhe acrescentassem cotas, para mim, que já sou um bocado, pouco importaria, e as pessoas em geral não se costumam queixar. E podem reclamar quando o entendem.
    Se não tivéssemos quantidade com a qualidade possível devido a essa mesma quantidade, não tínhamos praticamente todos o SRP, que até agora tem dependido disso.
    Vozes de burro não chegam ao céu.

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  39. Auxiliar, com mais de 30 anos de serviço e no ultimo escalão. O os ultimos recibos que tenho visto é à volta de 1350 € limpos.
    Uma vida de trabalho e um salario desses é considerado bom?
    Incontáveis horas a mais que dei à casa sem ter recebido um tostão extra.
    Quem se atreve a achar que ganhamos bem?

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  40. Caro colega.
    Sim, fui promovido a adjunto após 23 anos de auxiliar
    Comi o pão que o diabo amassou.
    Salas de audiências, juízes prepotentes, público mal educado.
    Engoli muitos sapos, como a maioria dos Oficiais de Justiça.
    Reunia os pressupostos para a promoção há muito tempo, mas como julgo que é do seu conhecimento não tem sido fácil as promoções.
    Sim, cheguei ao 6° e último escalão de auxiliar e a diferença no vencimento foi de 180 euros.
    Fiquei contente na altura?
    Fiquei e não fiquei, porque por um lado tive um aumento real no vencimento e por outro a revolta de ter tantos anos de serviço e continuar na base da carreira.
    Uns meses mais tarde tive a felicidade de finalmente ser promovido.
    Agora a culpa das porcarias das tabelas de vencimentos estarem mal elaboradas é minha?
    Ou dos Colegas que também foram promovidos na mesma mesma situação?
    Quer que eu devolva o dinheiro?
    Há alguma necessidade de vir para aqui destilar ódio com Colegas que não conhece de lado nenhum que o único crime que cometeram foi ter que esperar 23 anos para serem promovidos??
    Há necessidade de ofender?
    Maçaricos??
    Com 23 anos de serviço?
    Acho muito bem que reclamem, que metam uma ação e que a ganhem mas sinceramente pelo que se vê por aqui temos muitas "maçãs podres" na carreira que não fazem falta nenhuma.

    Já agora, é Privilegiados que se escreve.......

    Passe bem.

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  41. Caro Colega, antes de mais escrevo com I A e de facto privilegiados escrever-se assim, mas se tivesse lido com atenção, também foi passado Massaricos e corrigi de seguida, mas o Colega ofendeu-se por lhe ter chamado mais moderno do que eu... Mas é um facto indesmentível, eu já era Funcionário e sabia como era um Tribunal e o Colega ainda andava de olhos meios tapados à procura de tinta para os stencil's e pedras para afiar agulhas...
    Nunca estive contra o Colega ou Colegas na sua situação, agora vir para aqui arrotar umas postas de pescada e dizer"... Já posso encomendar o frango churrasco? "
    Meça as palavras que profere e pense que há Colegas que estão em situações muito injustas em relação à sua pessoa...

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  42. Uma maçã podre é uma maçã podre.....
    Não gosta de frango churrasco?
    Coma um peixinho.
    Realmente com tanta injustiça que anda nos Tribunais, com tanta pisadela, tanta humilhação, o que lhe tira o sono é haver alguns colegas que por terem que esperar mais de 20 anos para serem promovidos e ganharem mais uns trocos que outros que foram promovidos primeiro.
    Não morda a língua....

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  43. 26 anos de carreira e nem me aproximo dos 2000 euros.
    Estás enganado pá.
    Informa-te primeiro.
    Não sejas Inácio....

    Sabes que numa empresa com cinco funcionários, se três ganharem 1000 euros mensais, um ganhar 1500 e o outro ganhar 3500 euros, a média dos vencimentos nem é má...

    Não sejas Inácio...

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  44. Você é banal...e desrespeitoso com os demais... mostrando um cinismo atroz e vingativo...
    Enfim, vou acabar como acabei na primeira resposta que lhe dei.
    "Reduz-te ao silêncio..." Seria um sinal de inteligência...

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  45. A inteligência persegue-vos...

    Mas vocês são mais rápidos!

    Chiça

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  46. Viva!

    Um brinde de espumante Marçal, que camarões já não há, e segunda feira começo a trabalhar!

    Abraço a TODOS

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  47. Alguém que estará por dentro e saberá o que por aí vem?
    Que já não conta ( desconta ) os 15 a 20 por cento de IRS porque sabe que é essa a compensação que Luís Montenegro tem reservada para os OJ no orçamento de estado para 2025?[º<:}}}]
    Com essa isenção, é verdade que nos aproximaremos dos 2000 limpos, acrescidos da revisão da tabela salarial, mas até lá ainda continuará a ser: adjunto há 14 anos, por força dos retroativos do SRP e excetuando os meses de junho e novembro, este mês foi a primeiro vez que vi 1350 limpos no meu recibo de vencimento.

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  48. Vê-se esmo que é um boy e não és OJ

    Infiltrado e mentiroso.
    Nunca saiste das saias da tua mãe.

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  49. Contas ambiguas.

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  50. Muito bem, o SFJ esqueceu-se dos juros de mora.

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  51. Contas mal feitas.
    E os juros vincendos e vencidos.
    SFJ deem resposta às reclamações.

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  52. susana marques30/8/24 14:55

    O Colega pode trocar por miudos? Relativamente a essa recuperação de tempo?

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