O vão esforço para encarreirar os Oficiais de Justiça

      Há que reconhecê-lo: o Ministério da Justiça tem-se esforçado bastante, à sua maneira, para voltar a encarreirar os Oficiais de Justiça nas suas funções sem que arrebitem-cachimbo.


      Vejamos: o Ministério da justiça conseguiu convencer o sindicato mais antigo e com maior número de associados a desistir das duas greves que tinha ativas, com a oferta dos 3,5% de aumento no suplemento.


      Vendo que, afinal, os Oficiais de Justiça não encarreiravam, pelo contrário, voltavam às greves das manhãs, agora pela mão do outro sindicato e tomavam iniciativas autónomas como um enorme abaixo-assinado, acorreu a anunciar a autorização do Fisco para a entrada de 108 novos Oficiais de Justiça e meteu uma cunha na DGAJ para que conferissem urgência máxima ao pagamento da atualização do suplemento, tendo a DGAJ começado a tratar desse aumento ainda antes de publicado o diploma em Diário da República.


      E com todo esse esforço ainda se marcaram umas reuniões para abordar um aspeto do Estatuto, acabando agora, à pressa, a ministra da Justiça a anunciar, numa feira dedicada à gastronomia e ao artesanato, um concurso que há de lançar um dia, depois da revisão do Estatuto, para 570 novos Oficiais de Justiça.


      Na realidade, a ministra deveria anunciar que vai ter essa autorização do Ministério das Finanças para os tais 570 novos ingressos e que a esses vai somar os 103 que já tem autorizados, uma vez que dos 108 lugares autorizados pelo mesmo Ministério das Finanças só preencheu 5 – para já; número a confirmar em setembro, porque podem ser apenas 2 ou 3 a entrar.


      À última hora, ainda vieram instruções para elaborar listas de efeitos sobre as greves, em três comunicações em três dias consecutivos, tal como no tempo da greve aos atos.


      Sim, todos se esforçaram para desmobilizar os Oficiais de Justiça, e até o recibo de vencimento deste mês, o tal com os retroativos de junho, foi disponibilizado muito mais cedo do que aquilo que é habitual.


      Apesar de todo este esforço, acompanhado do silêncio do sindicato mais velho e, por isso, com mais associados, ainda assim, são os próprios associados desse sindicato quem mais adere às greves contrariando o estado de espírito zen do próprio sindicato.


      Na sua página do Facebook, o outro sindicato, o mais novo e, por isso, com menos associados, abordava este assunto dos novos lugares assim:


      «Se o Ministério das Finanças aprovou 570, então a Senhora Ministra da Justiça deveria anunciar o ingresso de 673, pois do anterior concurso foram autorizados 108, mas ainda se aguardam por 103.»


      E depois das contas, afirmava assim:


      «O sucesso desse ingresso depende, contudo, de uma de duas circunstâncias: ou a Senhora Ministra da Justiça percebe que a carreira tem de ser atrativa, para que os ingressos nas condições oferecidas se realizem e, assim, terá de rever a tabela salarial; ou há 570 “jotinhas” que aguardam ingresso na Administração Publica, de forma enviesada... e meses depois estão colocados em comissão de serviços nas cadeiras de sonho...»


      E nesse mesmo sentido víamos recentemente a comunicação social a anunciar os tais 570 ingressos como uma oportunidade para quem quisesse ingressar na Administração Pública, pelo que não é descabida a afirmação do SOJ sobre os tachinhos para os jotinhas que aguardam uma porta de entrada, para logo procurarem a outra porta de saída.


      Quanto aos Oficiais de Justiça, estão estes já tão queimados, de tantos anos de maus-tratos, que já não vão em tretas nenhumas, nem obediências nenhumas, e estão agora a contar consigo próprios, por isso mesmo estão já a preparar uma concentração-manifestação na primeira semana de setembro junto ao Ministério da Justiça, de forma espontânea e autónoma dos sindicatos.


      Os Oficiais de Justiça estão a encarreirar, sim, mas precisamente ao contrário daquilo que o Governo pretendia com a anuência de um dos dois sindicatos, com o qual não estão de acordo, embora ainda paguem quotas, pela conveniência do seguro de saúde para os familiares ou da proteção jurídica numa futura eventualidade. Infelizmente trata-se de uma conveniência e de um oportunismo, porque acreditar, a maioria não acredita.


Portas2.jpg


      Fonte: “SOJ Nota Info Fb”.

Comentários

  1. Cá em casa não há conveniência nenhuma.
    Dos dois ojotinhas que aqui vivem, um é filiado no SFJ há mais de 20 anos e nunca nenhum de nós beneficiou de qualquer das prerrogativas oferecidas pelo sindicato.

    ResponderEliminar
  2. É bem verdade. É a tal lógica de mercearia de província...Mas uma coisa temos de reconhecer: tal como o merceeiro, não há férias, nem feriados, nem fins de semana, não há dias de descanso! Só os marçanos desligaram da mercearia e foram passar uns dias à terrinha!

    ResponderEliminar
  3. Eles têm as mais variadas armas disponíveis para usar contra nós. Ainda esta semana, a propósito das escassas ou nulas notícias de libertações, alguém aventou a possibilidade do MAI e do MJ terem dado instruções aos respetivos OPC para que suspendessem as operações pendentes entre a passada terça-feira e o dia de quinta-feira, feriado nacional...

    ResponderEliminar
  4. Para podermos ter algum sucesso nas nossas lutas teremos que passar a ter um procedimento mais esotérico, diria que acroamático.
    Necessitaríamos de passar a funcionar como uma verdadeira loja maçónica, reuniões secretas, transmissão acroamática, novas formas de luta que não pudessem ser antecipadas pela tutela.
    E ter muito cuidadinho com os bufos e chibos sempre cheios de brilhantina, a começar logo por nós mesmos, os próprios pelejantes, que na nossa ânsia de tanto divulgar e mobilizar acabamos por sinalizar ao inimigo de que forma pode estar sempre um passo à nossa frente.

    ResponderEliminar
  5. E acha que essa dita suspensão de operações por parte dos OPC é solução? Ou vitória para o MJ?
    Pelo contrário, na minha opinião é sinal da eficácia das greves.

    É continuar com a luta!

    E que os OPC suspendam as operações, isso só nos dá mais força!

    ResponderEliminar
  6. Relativamente á mencionada manifestação, informem com antecedência, por favor . Eu vou. Porém preciso de me organizar, estou a 350 km
    Como eu muitos.
    Será uma boa iniciativa e num timing certo .
    Por favor que se avance com a mesma



    ResponderEliminar

  7. Estive a ver o recibo e de facto é uma pipa de aumento sim senhor!

    SFJ grande conquista para salário digno.
    Tenham vergonha na cara.

    ResponderEliminar
  8. É juntarem-se e alugar um autocarro. Fica mais em conta. Malta do Norte e Centro.

    ResponderEliminar
  9. Malta do abaixo assinado força com o autocarro do norte para Lisboa

    ResponderEliminar
  10. Verdade, grande aumento de vergonha.

    Vou pagar a renda do quarto.

    ResponderEliminar
  11. Ao MJ só interessa a comunicação social.
    Não havendo notícias desfavoráveis, ganham eles.
    Ninguém sabe se a um colarinho branco foram dados mais dois ou três dias para desviar dinheiro para Malta, ou Chipre, antes de ser preso preventivamente.
    ( Já agora, é só um aparte, pensamos nestes e nas Caimão, mas os Países Baixos, o Luxemburgo e até a Irlanda que - pudera - apresenta tão boas contas, também são paraísos fiscais.)
    Só se torna relevante se o referido criminoso for detido e estiver demasiado tempo depois privado dos seus direitos, liberdades e garantias.

    ResponderEliminar
  12. Sr.(ª) Articulista:
    E quando é que vamos ter novidades acerca do nosso dl 48-b/2024 gémeo?
    Já começa a ser tempo, ou ainda está dentro daquela margem do 65/2019, de 20 de maio?

    ResponderEliminar
  13. Hoje no JN uma noticia de pagina inteira que certamente vai incomodar a ministra. A dar conta do número anormal de detidos soltos e outras diligências não efectuadas precisamente devido às greves que tem havido. Neste artigo também é explicado em parte as razões do descontentamento dos oficiais de justiça.
    Perante isto também fica em cheque o SFJ e o seu persidente que apostaram em amansar os oficiais de justiça com algumas migalhas e agradar à tutela aderindo a um acordo insultuoso humilhante.
    Esse senhor não tem condições para continuar.

    ResponderEliminar
  14. Não é para ninguém se rever nem para ficar ofendido.
    O texto que segue pretende ser intimista e é uma forma de sentir que só a mim me diz respeito:

    O MONTE DE ESTERCO QUE JULGAVA QUE ERA OFICIAL DE JUSTIÇA

    Saio todas as segundas-feiras de manhã para o trabalho e sinto logo no início da semana que não passo de um monte de esterco.
    Todo o expediente que realizo na secretaria do tribunal me parece um imenso monte de esterco que eu produzi.
    Pego no Diário da República, vejo o Decreto Lei n.º 48-B/2024, de 25 de julho, e não posso deixar de me sentir meramente um monte de esterco.
    Leio a decisão do TACL proferida na Ação Administrativa Comum n.º 2073/09.1BELSB e só me consigo sentir um autêntico monte de esterco.
    Oiço as notícias sobre aumentos mínimos de trezentos euros para as outras carreiras especiais da função pública e ao ver mais cinquenta euros no meu recibo de vencimento não me consigo sentir mais do que apenas um monte de esterco.
    A maneira como me tratam muitos dos outros agentes e parte dos utentes de justiça só me faz sentir como um enorme monte de esterco.
    Nas sextas-feiras à tarde quando saio para ir de fim de semana, se não estiver de turno no sábado, ao olhar para trás, para o zelo e brio que ali pensei ter deixado em cima da secretária, afinal só consigo divisá-la completamente coberta por um gigantesco monte de esterco que andei a acumular a semana inteira.
    Hoje em dia, quando chego a casa no fim de cada semana de trabalho, quase um quarto de século depois, já sei que não sou nenhum oficial de justiça mas simplesmente um grande monte de esterco.
    Acordo num sábado pela manhã e escrevo que me sinto um monte de esterco finalmente de fim de semana.
    E acredito que no dia seguinte, domingo, não terei como não me voltar a sentir cada vez mais nauseabundo esse mesmo monte de esterco.

    ResponderEliminar
  15. Só em Santo Ildefonso?
    De Alfama à Madragoa, nada?

    ResponderEliminar
  16. A manifestação que estão a tentar organizar não devia ser em frente ao ministério mas sim à porta do sindicato!!!

    Pensem um bocadinho!!

    Todos contra a ministra mas quem é que traiu a classe com um acordo de papo secos?!

    Abram os olhos!!

    ResponderEliminar
  17. Em princípio, até posso concordar, mas quem anda a passar a mensagem da pacificação agora não é o sindicato.

    ResponderEliminar
  18. Os grandes, os maiores, os importantes, a gozarem à grande as suas 5 semanas de férias de verão a comerem lagosta e hospedados nos melhores hotéis do algarve e os tristes a comerem os seus 4 papo secos.


    Para uns mamarem lagosta, outros têm que se contentar com papo secos!!

    ResponderEliminar
  19. O ministério alcançou um acordo e é isso que têm divulgado.

    Além do mais, o ministério não tem culpa que a contraparte tenha ficado satisfeita com 4 papo secos.

    ResponderEliminar
  20. É uma poesia bonita devia publicar...

    ResponderEliminar
  21. Já vi a notícia afinal a greve até teve efeito mas só vejo Matosinhos...afinal o k acontece com outros tribunais? Madeira? Açores? Lisboa?

    ResponderEliminar
  22. Não ganham nada eles.

    Paguem mas é o calote que nos devem.
    Isso é que sindicatos deviam enviar para comunicação social.
    Caloteiros do MJ

    ResponderEliminar
  23. Verdadinha.
    Só me arrependo do tempo extra que dei a esta profissão.

    Esterco mesmo.
    Se fosse mais jovem não me apanhavam mais nesta profissão

    ResponderEliminar
  24. E caloteiros

    Paguem o que devem

    ResponderEliminar
  25. Na minha opinião, o MJ está a divulgar mais do que isso.
    Faz eco de que os oficiais de justiça estão todos satisfeitos mas ao que parece os mesmos não se estão a deixar rever na liderança da contraparte dos papo-secos.
    E pelo que estou a ver aqui nesta página hoje, brevemente os ditos cujos lhe irão lá pessoalmente transmitir isso ao Terreiro do Paço.

    ResponderEliminar
  26. Quanto á manifestação.
    Penso que o timing certo era finais de setembro, se nada de positivo acontecer antes.
    Uma sexta feira de greve, com vigília noturna e velas, durante a madrugada até sábado. Está vigília poderia ser feita só por alguns, atentos os transportes.
    Vamos lá, Walter, Mário, Regina, etc. Podemos e devemos pular a cerca

    ResponderEliminar
  27. Obrigado.
    Então vai para o facebook.

    ResponderEliminar
  28. A manif tem de ser à porta do sindicato!!

    O sindicato tem de rasgar este acordo!!

    ResponderEliminar
  29. Mete mete no FB
    No meio de tanto esterco que para lá há, ninguém nota, o cheiro é o mesmo.

    ResponderEliminar
  30. Bem, que conversa de mer....
    Não fosse trabalhares com a vida dos outros, até podia ser irrelevante considerares o trabalho que produzes um monte de esterco.
    Mas como não é, aconselho vivamente a dares corda aos sapatos e deixes de fazer mais m.....

    ResponderEliminar
  31. Conversa típica de quem nunca mexeu uma palha para ser parte da solução.
    E se por ventura a revisão da tabela salarial for favorável, imagino quem vai puxar os louros.
    Tristes inúteis!

    ResponderEliminar
  32. Revisão da tabela salarial????

    Lolololol

    Ainda acredita em histórias da carochinha



    Que ingénuo...

    ResponderEliminar
  33. Para me "encarreirarem" é fácil!

    300 paus de imediato, para todos ... mais 300 paus, para todos, depois do "novo" estatuto, ou seja, 600 paus para todos!

    ResponderEliminar
  34. O encarreiramento vai ter duas vias:

    Uma para os lics em direito;

    Outra para os restantes.


    Abram os olhos!!

    O acordo está feito, o governo afirma-o e o sindicato não o desmente!!

    ResponderEliminar
  35. Para 16:11


    Não sabes nada de interpretação linguistica.

    Serás Oj?

    Basa

    ResponderEliminar
  36. Inutil serás tu que não deves andar a ser engsnado há 20 ou 30 anos.

    Inutil dim é o que és! Por mais que melhorem a tabela salarial ninca vao reparar o roubo de decadas.

    Sim, inútil!

    ResponderEliminar
  37. E vai mais um.

    Não é vom 50 paus que me encarreiram.

    Carneirada.

    ResponderEliminar
  38. O pessoal não acredita.

    Há muito ingénuo por aqui.

    Ingénuos e iludidos.

    Abram os olhos!!

    Vamos ver miúdos com meia dúzia de anos no tribunais a mandarem em funcionários com muitos anos de serviço e de experiência.

    E vamos ver também esses mesmos miúdos a tirarem muitas vezes dúvidas com esses velhinhos.

    Acordem!!



    ResponderEliminar
  39. Colega p.f. sustente a sua certeza.
    Onde soube que há um acordo firmado para a carreira?
    Ouviu dizer ou é fruto da sua imaginação?

    ResponderEliminar
  40. Não usufruiste? Porreiro os outros agradecem

    Almoçaradas bem regadas

    Eheh

    Continua

    ResponderEliminar
  41. Recruta zero17/8/24 21:29

    Não sabia que os papagaios sabiam escrever, era ignorante nesse aspecto. Mas que escrevem, escrevem, e andam aqui uns tantos a afirmarem que já sabem o que se vai passar a nível estatutário, que a carreira vai ser partida em duas, que os licenciados vão passar a frente de todos, etc etc etc .
    Que o sindicato tem acordos secretos.....
    Tanta certeza papagaista.
    O que trazem de válido á discussão? Apenas sabem dividir, insultar, lançar a confusão .
    O assunto é sério para ser tratado com tanta leviandade
    Acordem para a vida, façam algo de útil.

    ResponderEliminar
  42. Acorda pah!!

    Abre os olhos!!

    ResponderEliminar
  43. Deixe estar, já estou habituado a ser interpretado ao contrário.
    Quando era mais novo e ainda nem sequer tinha feito a prova de acesso ao estágio, conheci uma namorada, também ela autora, por intermédio duma editora, a qual se tinha apaixonado pela escrita do escritor antes de o conhecer fisicamente.
    Começámos a ter uma relação completa heterossexual, por sinal bastante funcional, mas a qual viria a terminar poucos meses depois, ao concluirmos que tudo o que ela inferia dos meus escritos era em muitos casos exatamente o oposto daquilo que eu tinha querido significar com eles.
    Este era suposto ser um texto poético intimista, pelo que aceito bem toda e qualquer subjetividade que possa suscitar.

    ResponderEliminar
  44. Não é quem comenta que tem filiação ao SFJ.
    Só me resta respeitar e, se não concordar, talvez oferecer um dos meus papo secos ao SOJ...

    ResponderEliminar
  45. Isso é que jamais.
    Mexer numa palha para ser parte da solução?!!!
    Arreda!!!

    ResponderEliminar
  46. Tirar dúvidas convosco!!😅
    Só essa me fazia rir hoje.

    ResponderEliminar
  47. Então vais tirar dúvidas com quem, azeiteiro?

    Com os de Aveiro?

    ResponderEliminar
  48. É impressionante tanta conversa que para aqui vai, sem conteúdo nenhum e tanta brejeirice.
    Não comecem a estudar que não é preciso.
    Quando acordarem já era tarde.
    Mas sem stress, primeiro estranha-se depois entranha-se.

    ResponderEliminar
  49. Estudar para quê?!

    O destino está traçado.

    Lics em direito para um lado, todos os outros para o outro.

    E que eu saiba não se consegue tirar uma licenciatura em meia dúzia de meses.

    A não ser aquele pessoal do curso intensivo da católica.

    ResponderEliminar
  50. Não vale a pena estar já assim.
    Quando eu andava na tropa, o instrutor costumava perguntar-nos:
    " O que é que vocês são?"
    E nós respondíamos em uníssono:
    " Duros, flexíveis e amorosos, sobretudo amorosos ".
    Eu, por questões de dignidade, estava para ir embora até ao final deste ano, mas decidi esperar para ver como vão ficar as coisas com a revisão do estatuto.
    Depois, se achar que devo ficar, cá estarei para os receber com o meu amoroso sorriso.

    ResponderEliminar
  51. Estudar para que nada falhe.
    Empirismo combinado com conhecimento científico.

    ResponderEliminar
  52. Mas só para que fique claro, escrevi o texto com a minha mão mas com os olhos emprestados da nossa diretora-geral e com o hipotálamo de um narcisista que pediu a coragem emprestada a um menino.

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

Ministério da Justiça já tem novos mapas de pessoal da 1ª instância

A carreira dos Oficiais de Justiça é a terceira mais envelhecida da Administração Pública

Mais um acordo assinado e foi “uma grande vitória” e foi “o que se conseguiu”, diz o SFJ