A regulamentação que entra hoje em vigor a sul

      Foi ontem publicado em Diário da República o Regulamento n.º 1060/2024, de 25 de setembro, que diz respeito ao Regulamento Interno dos Serviços Judiciais dos Tribunais Administrativos e Fiscais da Zona Sul.


      O Regulamento tem quase 30 artigos e aborda múltiplos aspetos, desde a entrada e a permanência nos edifícios, às comunicações, internas e externas, ou até o pormenor de especificar como se faz um pedido de assistência informática, através do envio de um e-mail; este Regulamento tenta que não lhe escape nada à sua regulamentação e, no entanto, saltaram-nos à vista alguns aspetos, como os artigos que a seguir vamos reproduzir.


      No artigo 3º do Regulamento consta a abrangência, o “Âmbito de aplicação”: “O presente Regulamento Interno aplica-se a todos os órgãos, unidades orgânicas e serviços de cada um dos Tribunais Administrativos e Fiscais da Zona Sul, bem como aos Magistrados, funcionários, profissionais forenses, colaboradores, aos utentes e demais pessoas que, direta ou indiretamente, se relacionem com os seus serviços e espaços.”


      Portanto, é um regulamento totalmente abrangente que inclui os Oficiais de Justiça.


      No artigo 15.º aborda-se a “Audição dos Magistrados e Funcionários de Justiça”, nele constando o seguinte:


      .1– “Em todos os procedimentos de natureza administrativa ou gestionária que compreendam a audição coletiva dos Magistrados Judiciais, dos Magistrados do Ministério Público ou Funcionários de Justiça, o contributo daqueles que pretendem exercer o direito de participação e de audição é realizado exclusivamente por correio eletrónico para o endereço do Gabinete de Apoio à Gestão (gestão.tafs.sul@tribunais.org.pt), que o encaminhará para o membro dos Órgãos de Gestão competente.


      .2– O disposto no número anterior não obsta a que esse contributo seja realizado presencialmente, através de reunião previamente convocada, neste caso lavrando-se ata sucinta contendo os procedimentos apresentados, os contributos e o resultado dessa audição.


      .3– Quando se justifique, designadamente pelo número de envolvidos ou por qualquer outra circunstância, o Juiz Presidente, o Magistrado do Ministério Público Coordenador ou o Administrador Judiciário poderão dar cumprimento às regras de audição e de participação de forma diversa, desde que resulte claro que esse direito foi exercido.”


      A abrangência e a audição prévia dos Oficiais de Justiça estão, portanto, bem especificadas nestes dois antecedentes artigos que reproduzimos.


      E, por fim, no artigo 18º do Regulamento, que se intitula: “Sala multiúsos”, consta o seguinte:


      .1– “Sempre que possível haverá no Tribunal uma sala destinada a uso dos Magistrados, onde possam guardar, aquecer e consumir bebidas e alimentos.


      .2– Os seus utilizadores deverão manter a sala e os seus equipamentos limpos e arrumados.


      .3– Sempre que possível, haverá um quadro para afixação de avisos e assuntos referentes aos Magistrados.”


      Não há outro artigo idêntico a este da sala multiusos ou mesmo de único uso que se destine a Oficiais de Justiça.


      Não sabemos que participação existiu aquando do direito de audição prévia dos Oficiais de Justiça notificados do projeto de Regulamento, isto é, se se pronunciaram sobre a redação  dos artigos, nem tão pouco sabemos como foi votado o Regulamento pelo representante dos Oficiais de Justiça no Conselho Consultivo na sua sessão de 17 de junho último, sabendo apenas que esta é a redação que foi aprovada e que depois da publicação de ontem em Diário da República, hoje mesmo entra em vigor.


Expressao-5.jpg


      Fonte: “Diário da República”.

Comentários

  1. O incrível nisto tudo, é que continua a frisar-se nos meios de comunicação social em Portugal, seja imprensa escrita ou em telejornais, que o Governo já chegou a acordo com os O.J., dando-se de alguma forma a entender que estamos em pé de igualdade com as restantes valorizações.

    O mais recente exemplo e que continua a passar essa informação para a opinião pública, vem do Expresso, que no dia de ontem dedicou um artigo (artigo completo para assinantes) a dizer que o Governo tinha já conseguido negociar com 42% dos Funcionários Públicos.

    E a realidade é que eles não estão propriamente errados na forma como o indicam, nem estão a incorrer em falsidade, pois sabemos o tiro no pé dado pelo Sindicato.

    Ora quem encabeçava logo no início o artigo...eram os O.J., onde esta publicação informava os seus leitores que nós fomos uma das carreiras entretanto já 'bafejadas por acordos'.

    (....)
    "Governo já negociou aumentos salariais para 42% dos funcionários públicos. Em cinco meses de negociação, o Governo de Luís Montenegro já negociou atualizações salariais a mais de 234 mil funcionários públicos.

    Professores, funcionários judiciais, forças de segurança (Polícia de Segurança Pública e Guarda Nacional Republicana), guardas prisionais, forças armadas e, mais recentemente, os enfermeiros." (....)

    Ora quem não saiba do que se passou toma isto como certo e que os aumentos foram generosos para todos os mencionados, mas a realidade do terreno, da qual estamos aqui todos muito bem cientes, é que de entre todas as carreiras mencionadas (de entre todas, volta a frisar-se!), a dos O.J ficou-se por uma pequenina fração dos aumentos conseguidos pelas outras carreiras.
    Uma diferenca abismal, a roçar o ridículo, continuando a ser muito difícil de explicar passados estes meses, já que castiga os bolsos dos O.J. face a....outros bolsos.

    Seria importante os Sindicatos, à medida que trabalham na parte cirúrgica de retirar a bala que perfurou o pé na última negociação, que informassem os meios de comunicação social e os ajudassem a esclarecer o nosso lado.

    Estou certo que numa futura publicação teriam esse esclarecimento em conta e até poderiam voltar mais a atenção para o que se passa...

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  2. https://expresso.pt/economia/administracao-publica/2024-09-25-governo-ja-negociou-aumentos-salariais-para-42-dos-funcionarios-publicos-c73fc90f

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  3. Antes de iniciar mais um dia, só para relembrar:
    Recuperação do tempo de serviço congelado;
    Aposentação aos 55 - mínimo aceitável 60 -;
    Revisão da tabela salarial;
    Pagamento da Ação 2073/09.
    Quanto ao artigo de hoje:
    Para as sumidades a ralé nunca deixará de ser escória.
    A não ser que consiga emperrar a máquina.

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  4. Ao colega das 8.14

    Como é que o SFJ que negociou esse acordo com a ministra vai ele próprio comunicar aos meios de comunicação social que negociou esse acordo? Quem o dirige não tem esse valor! Terão de ser os OJ a fazê-lo diretamente aos órgãos que difundem as notícias e ao público em geral. Devem escrever diretamente à ministra ou melhor, pedir uma audiência.

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  5. Que sejam extraídas as devidas ilações na parte da sala multiusos.

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  6. E os administradores esqueceram-se dos colegas?

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  7. Eu concordo consigo, mas é o presidente de um sindicato que também disse que chegou a acordo com o governo!

    A culpa não é só, nem principalmente, do governo, que quer tirar vantagem política.

    Já quanto ao papel do sindicato, não percebo! ... e penso que ninguém percebe!

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  8. Costumo empregar o terno ""parar" a máquina"

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  9. Devemos e termos de fazer alguma coisa!

    Se nada fizermos, estamos perdidos!

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  10. Tem razão.

    Não me ocorreu no momento que poderia não existir essa nobreza de carácter (pelo menos a 1 dos sindicatos) em esclarecer algo que, na realidade, ajudaram ou facilitaram...

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  11. Mais uma fantochada.

    O essencial que é melhores condições salariais e quadros totalmente preenchidos e ajustados, isso nada fazem!

    Fachada.

    Cada vez tenho mais nojo disto.



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  12. Rei dos Oficiais de Justiça26/9/24 09:58

    Os oficiais de justiça não têm direito a uma salinha mesmo que separada dos magistrados para comer?

    Basta meter meia dúzia de placas de Pladur para dividir a sala...

    Isto reflete bem a forma como a magistratura nos vê ...como uma classe inferior e miserável que nem tem o direito de comer...

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  13. Desconheço a via legal para destituir esta direção do SFJ, mas penso que algo tem de ser feito, uma vez que os OJ estão claramente a ser lesados, já ninguém tem dúvidas disso.
    Não é fácil, porque eles estão lá há muitos anos, dominam o sistema e deve ser complicado alterar o Status Quo.
    Sugeria que fossem dadas contribuições nesta página do que fazer.

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  14. As castas no seu melhor.
    Depois de 25anos de democracia ,ainda o mesmo pensamento mediùcre, a cheirar a mofo.
    Se eu lá trabalha-se certamente que levaria a minha lancheira para a porta de tais aposentos, sentava-me no chão e comia sentado no tapete como os cães. Só a polícia dali de retiraria para ser notícia e motivo de debate nacional.



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  15. perdão, de pois de 50 anos de democracia, ou pseudo tal

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  16. O problema é que com o dito acordo prejudicaram também aqueles que não são associados!

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  17. neste caso, como em muitos outros, o que acha?

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  18. Nem mais!

    Porcaria de mentalidades bafientas essas castas.

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  19. Esta sala multiusos é só mais um balde de fezes sobre a nossa cabeça.

    Já foi dito aqui várias vezes que enquanto forem os srs magistrados a decidirem e a regularem tudo o que diga respeito à nossa carreira, nunca seremos nada no meio judiciário!

    Seremos para sempre uma classe de subservientes, uma casta inferior, e nunca passaremos disso.

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  20. Esqueça isso.

    Não consegue nem ninguém vai conseguir.

    Aquilo está blindado à boa maneira do Putin ou do Maduro.

    Feito para se perpetuarem lá na coisa.

    Por isso esqueça.

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  21. Os funcionários se quiserem que comam sobre as secretárias.

    E já vão com sorte!!

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  22. Portanto, o colega daria lhes razão...

    Seria um miserável a comer no chão como os cães.

    Está certo.

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  23. O que está mesmo a custar nisto tudo, para além dos bolsos dos O.J. terem ficado praticamente na mesma, é o silêncio.

    Um silêncio que, de tão duradouro, já se torna insuportável...

    Um silêncio que, de tão enclausurado nas suas visões, custa a entender o que pode trazer de bom...

    Um silêncio que, por não ter luz que alumie um caminho diferente do que é vivido, leva esta carreira a um penoso sentimento de abandono.

    Já o disserem neste blog por diversas vezes, em momentos muito distintos e por certo por colegas diferentes (cada um à sua maneira), mas neste momento não há quem não possa já ver o estado pestilento - muitas vezes falam em "nojo" - a que isto está a chegar.

    Não admira que não se consigam atrair funcionários para esta carreira, nem reter de forma firme os que ainda se vão mantendo.

    Existe um ditado que começa a encaixar nisto tudo de uma forma que magoa, de tão realista que se está a tornar:

    "A miséria só começa quando a esperança acaba"

    E a esperança está mesmo a acabar...

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  24. Onde é que já se ouviu os sindicatos a protestarem? Se fosse noutras classes profissionais, já estavam escarrapachados nos telejornais das 13h de todos os canais!

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  25. Tal como você acho que é uma pseudo democracia!

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  26. Colega não lhes daria a razão. Pense se seria cómodo para quem ali se encontrava e ao que daria origem. Por favor, pensem.

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  27. Pois eu penso que a miséria já começou há bastante tempo!

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  28. Um colega ou um membro do sindicato, pegava numa minuta de tal regulamento e entregava-o ao MºPº para apreciação, designadamente para apreciação criminal quanto à descriminação patente.
    Dava-se origem ao facto ou factos de que tanto necessitamos para discussão e mudança de pensamentos e comportamentos.
    Certamente serão mais os funcionários a comer no local que os magistrados e quanto aos primeiros ninguém se preocupa? Se não é descriminação social, é o quê?

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  29. PAGUÉM O QUE DEVEM DA SENTENÇA!

    CALOTEIROS!

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  30. Sua majestade, não podemos ter um caso amoroso com eles e agora nem comer no mesmo espaço.
    isto vai de mal a pior.
    só o Rei para poder inverter estas injustiças.

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  31. Havia uma forma de os forçar a saír... deixar de pagar quotas até novas eleições, com novas listas, novas caras.
    É o meu contributo.

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  32. Se a ministra quer o projeto de estatuto aprovado antes do final do ano devido à alocação das verbas do PRR, já está a começar a ficar apertado, com os prazos legais a serem cumpridos, evidentemente.

    O artigo do Expresso espelha bem o erro monumental do SFJ ao pousar para a fotografia e acordar com o ministério da justiça uma esmola indigna para a classe.

    O senhor Marçal deu um tiro monumental em ambos os pés.

    Vamos lá ver como corre esta história do orçamento.

    Se porventura, o governo cair, é pouco provável mas tudo pode acontecer, seremos o estrume dos funcionários do Estado.

    É o que dá quando temos a mania que somos o tipo mais inteligente na sala.

    Abraço.

    FF

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  33. Você só se enganou numa coisa!

    Ele não deu um tiro nos pés, deu-nos um tiro na cabeça a todos nós!

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  34. Os OJ são serenos!

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  35. Desculpem, queria dizer - Os SJ (sargentos de justiça) são serenos!

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  36. mesmo....que nojo

    não sou sindicalizada mas, não compreendo a inação dos associados

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  37. A imagem do balde de fezes não é lá muito agradável mas sinto que há vários anos que nos despejam em cima baldes desses!

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  38. É simples pedir uma auditoria externa .

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  39. Nojo.nojo.nojo...
    Funcionários que pelo menos numa grande comarca do País estão proibidos, por Regulamento, de comerem à hora de almoço, nas respetivas secretarias.
    Tratam os funcionários muito mal...!!!

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  40. Anti Titanic26/9/24 18:17

    Calma pessoal, até segunda feira o Marçal vai informar qualquer coisa. Só espero que a informação seja nova e não um resumo do passado.
    Do passado já não quero saber, não me interesso por história. O que nos interessa e o futuro. Portanto sr. Marçal, discurso, oral ou escrito, bem aprumado, que o pessoal está preso por fios.

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  41. Já ouvimos isso antes.
    Não acredito

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  42. In the dire straits!

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  43. Mais um niilista!

    Também sou!

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  44. Infelizmente há cada vez mais, mas é natural, toda a gente já percebeu que estamos pessimamente mal representados...

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  45. Vai comunicar ?? Lá está as falsas esperanças...

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  46. Lá está esse FF com falsas esperanças...

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  47. JÁ PERCEBEU TARDE

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  48. Colegas que muitas das vezes compraram os eletrodomésticos que equipam essas mesmas salas... Ironiaaaa. Sindicatos sem pronuncia = LIXO!

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  49. EU JÁ SAí ..... Quem são os otários(as) que permanecem depois disto?!

    Aqueles que nem grau 1 merecem [não entendem sequer o acontecimento].

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  50. Sim os Magistrados pobrezinhos teem de comer o bife na SALA. Vós sois ralé. Comei na seção as carcaças do Marçal !!!!!

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  51. Só para que conste:

    Esse(s) indivíduo(s) não me representa(m)!!

    E vou-vos dizer outra coisa, neste momento não há interesse nenhum em que saia o que quer que seja relativamente ao projecto do novo estatuto.

    A estratégia agora é prolongar e adiar o mais que puderem, pois sabem que a contestação vai ser enorme e mais cedo ou mais tarde vão ter que enfrentar uma classe completamente descontente!

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  52. O Santo Ofício, para combater os hereges, qie vigorou entre os séculos XII e XV.
    Valha-nos Deus.!!! Que assunto mais déspota sintomático da aplicabilidade da lei no tempo.
    Quem assim regula não é gago.:);)

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  53. Os TAF do Sul são coisa para rir
    Nem sonham o que lá se passa

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