Oficiais de Justiça continuam a chupar no dedo
No dia de ontem, o Governo veio recordar os cidadãos de que no corrente mês de setembro, ora começado, o tempo de congelamento da progressão numa das carreiras especiais, e tão-só nessa carreira especial, vai começar a ser compensada, nos termos acordados.
O plano de compensação aos professores, diz o Governo, “representa um esforço orçamental justo, mas muito significativo, tendo sido negociada com sucesso a sua concretização de forma responsável e faseada, ao longo de 2 anos e 10 meses.
Isto é, a compensação de todo o período de congelamento nem sequer vai ocorrer no prazo de uma legislatura, como todos previam, mas em menos de 3 anos, faseadamente, em quatro datas, a 25% do tempo a acrescer em cada data.
Os momentos a partir dos quais os professores recuperam 25% mais do tempo congelado são as seguintes: a 01 de setembro de 2024, atingindo a metade do tempo a 01 de julho de 2025, atingindo-se os 75% em 01 de julho de 2026 e obtendo toda a recuperação do tempo congelado a partir do dia 01 de julho de 2027.
Ou seja, no espaço de um ano os professores terão já recuperado e avançado nos escalões, nada mais, nada menos, do que metade do tempo congelado em falta.
Os efeitos da recuperação integral do tempo de serviço começam a chegar aos professores dos ensinos Básico e Secundário este mês e, de acordo com o comunicado de ontem do Ministério da Educação, para já, há 5924 docentes com os dados já confirmados pelas escolas, sendo estes – e os demais que se vierem a confirmar entretanto, que vão receber o acerto salarial já setembro, sendo, no entanto, o universo da medida de cerca de 100 mil professores.
O Ministério da Educação admite que o número de professores validados “deverão subir de forma acentuada ao longo do mês de setembro, com o arranque das atividades letivas nas escolas”, até porque, “no total, até às 23h59 de domingo, 76.809 docentes acederam à plataforma para reconhecimento do tempo de serviço congelado”.
Recordemos que o Presidente da República deu “luz verde” ao decreto-lei que recupera os 6 anos, 6 meses e 23 dias de tempo de serviço dos professores, sendo que este diploma tinha sido aprovado em Conselho de Ministros a 11 de julho e resultou do acordo alcançado entre o Ministério da Educação e sete dos 12 sindicatos que representam o setor da Educação. Note-se bem que o acordo não foi alcançado com todas as entidades sindicais, mas foi firmado com sete.
Segundo as estimativas do Governo, a recuperação irá beneficiar “mais de 100 mil professores”.

Continuam os Oficiais de Justiça a chupar no dedo, que há de ficar bem chupado, tanto mais que se aos professores faltava recuperar 6 anos, 6 meses e 23 dias, aos Oficiais de Justiça falta recuperar mais do que isso, concretamente: 7 anos, 2 meses e 26 dias.
Quer isto dizer que já na primeira vaga da recuperação, em que todas as carreiras especiais foram tratadas por igual, em termos de acesso à recuperação, os Oficiais de Justiça recuperaram muito menos que os professores e agora até recuperam zero.

Fontes: “Eco” e “Comunicado ME/Gov”.
É parar a máquina!
ResponderEliminarÉ simples, mas os pseudo inteligentes deverão pensar que é simples demais!
Pare-se a máquina e aguarde-se ...
Apenas isso!
Na escola ao pé da minha casa já não vejo movimento vão para quatro meses, está em recuperação.
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ResponderEliminarJá começa a fazer mais sentido a poesia do outro dia?
O MONTE DE ESTERCO QUE JULGAVA QUE ERA OFICIAL DE JUSTIÇA
Saio todas as segundas-feiras de manhã para o trabalho e sinto logo no início da semana que não passo de um monte de esterco.
Todo o expediente que realizo na secretaria do tribunal me parece um imenso monte de esterco que eu produzi.
Pego no Diário da República, vejo o Decreto Lei n.º 48-B/2024, de 25 de julho, e não posso deixar de me sentir meramente um monte de esterco.
Leio a decisão do TACL proferida na Ação Administrativa Comum n.º 2073/09.1BELSB e só me consigo sentir um autêntico monte de esterco.
Oiço as notícias sobre aumentos mínimos de trezentos euros para as outras carreiras especiais da função pública e ao ver mais cinquenta euros no meu recibo de vencimento não me consigo sentir mais do que apenas um monte de esterco.
A maneira como me tratam muitos dos outros agentes e parte dos utentes de justiça só me faz sentir como um enorme monte de esterco.
Nas sextas-feiras à tarde quando saio para ir de fim de semana, se não estiver de turno no sábado, ao olhar para trás, para o zelo e brio que ali pensei ter deixado em cima da secretária, afinal só consigo divisá-la completamente coberta por um gigantesco monte de esterco que andei a acumular a semana inteira.
Hoje em dia, quando chego a casa no fim de cada semana de trabalho, quase um quarto de século depois, já sei que não sou nenhum oficial de justiça mas simplesmente um grande monte de esterco.
Acordo num sábado pela manhã e escrevo que me sinto um monte de esterco finalmente de fim de semana.
E acredito que no dia seguinte, domingo, não terei como não me voltar a sentir cada vez mais nauseabundo esse mesmo monte de esterco.
ResponderEliminarColega,
não é o único, afinal o trato que nos dão leva a esse mesmo sentimento.
Não se se vou mesmo sair disto de vez.
Ando a pensar seriamente nisto.
E com 20 anos disto, agora ando a pensar emigrar para um pais onde se trabalhe mas se seja reconhecido e não sugado.
Suiça ou Luxemburgo serão as minhas prioridades se nada de bom acontecer nesta profissão a breve tempo.
Arrependo-me de ter dado o que dei e ter acreditado na tutela e nos sindicatos.
Bom dia,
ResponderEliminarHoje, mais que nunca, o que importa é ter atitude.
Os professores paralisaram por mais de um ano, com graves prejuízos para as crianças e também para os seus responsáveis, os pais e foram compensados com a maior benesse que me lembre no que respeita à sua valorização e reconhecimento.
Os médicos fartaram-se do situacionismo e apesar da revisão salarial, com a qual não se contentam, depois de uma longa sujeição a situações extremas vividas no período Covid, por sinal, decidiram fazer férias, aos magotes, provocando o caos em muitos serviços (segundo o relatório conhecido, os hospitais decidiram autorizar férias a muitos profissionais no mesmo período com receio de que se não o fizessem perderiam esses profissionais para o privado).
As polícias, argumentando a igualdade de tratamento, viram a sua situação substancialmente melhorada, quer em termos salariais quer em termos de meios e condições de trabalho, e já nem se fala em escassez de meios (já não se pode dizer que naquela casa não há pão e por isso já não se discute com ou sem razão).
E quanto aos Oficiais de Justiça, em que pé ficamos? Bem, não estamos de pé, estamos bem agachados , apoucamo-nos com o pouco que nos deram - duas ou três dezenas de euros e promessas de algo que ninguém sabe ao certo, mas que se adivinha de muito mau.
100.000 professores, 20.000 PSP, 20-000 GNR, 20.000 militares, quase 4.000 guardas prisionais, pessoal da policia judiciária, não sei quantos enfermeiros, não sei quantos médicos,
ResponderEliminarTODOS viram pelo menos em grande parte as suas reivindicações salariais bastante melhoradas e valorizadas.
Os oficiais de justiça são apenas 7.000, um numero pequeno comparado com estas classes e nem assim tem direito a um minimo de atenção e consideração. Não estamos a pedir previlegios, apenas tratamento igual.
Mas pelos vistos não somos iguais, devemos pertencer a uma casta inferior.
Isto não é normal e deve haver aqui um bloqueio intencional qualquer para fazer desaparecer a nossa carreira.
É que nem podem usar o argumento da falta de verbas e do orçamento e que as finanças não autorizam.
Alguem consegue explicar?
Calma Colegas!
ResponderEliminarNão desanimem!!
Falta pouco.
Hoje vai haver novidades.
7000 (OJ´s) são mais que 4000 (guardas prisionais)
ResponderEliminarEu só queria que os sindicatos dissessem de vez o que pretendem desta profissão, para tomar a decisão de ficar ou sair.
Mas parece que não têm nada a dizer.
triste
Então, se os professores estão a conseguir o que querem, é porque alguma coisa fizeram de bem. Primeiro, não há ninguém a dizer que a licenciatura não é precisa para nada. Segundo, têm sindicatos que os ouvem e transmitem -no com veemência.
ResponderEliminarUma vasta maioria dos OJ acha que ter uma licenciatura é uma coisa do outro mundo e teima em manter o SFJ como seu representante!
Eu gostava de recuperar o tempo "congelado".
ResponderEliminarAinda penso que a Constituição da República estabelece critérios de igualdade!
Temos mais uma vez que recorre ao tribunais se houver diferenciação, não pode ser!
Se já estiver no último escalão da sua categoria, como é que quer, ou pretende, recuperar o tempo de serviço?!
ResponderEliminarExplique-nos sff.
É bom recordar que existem Oficiais de Justiça a quem falta recuperar 9 anos 4 meses e 2 dias em vez de 7 anos... Para esses nem 1 dia foi recuperado! Mais inconstitucional do que isto não consigo ver.
ResponderEliminarOutravez novidades... Durante este mês não existirá qualquer novidade.
ResponderEliminarPassam a vida a alterar a tabela a seu bel-prazer, não deve ser difícil acrescentar mais dois ou três escalões a cada categoria.
ResponderEliminarSe não virem como, falem comigo, que não tenho licenciatura mas já organizei muitos torneios de snooker com regras próprias e mesmo nos tribunais já inventei um esquema - depois que as freguesias de Lisboa passaram a constar em CD - para fazer a seleção de jurados em processos com intervenção de tribunal de júri.
Há muita gente que não está no ultimo escalão.
ResponderEliminarSeria de bom tom que os sindicatos pensassem dar resposta aos sócios.
Deixem vir o que ai vem, posto preto no branco que vão levar com uma devolução de cartões em massa...
Eu explico-lhe da seguinte maneira:
ResponderEliminarSe criaram um "prejuízo" com o dito congelamento, devem, agora criar o mecanismo que permita a recuperação!
Se assim não for existe recuperação para uns e para outros não, e isso não é ético, nem legalmente admissível.
Se tiverem que ser criados escalões para acomodar essa recuperação, que assim seja!
Agora prejudicar as pessoas no passado e continuar a prejudicar no presente e no futuro NÃO!
Siga para tribunal!
ResponderEliminarSomos todos abrangido pela Lei Portuguesa.
Não existem cidadãos de primeira e se segunda!
Srs. do SFJ e SOJ, façam favor, promovam as respetivas ações judiciais, porque podem demorar anos, mas vão ser ganhas!
Manda esse curriculum para a DGAJ
ResponderEliminar
ResponderEliminarPor mim a revolução de cartões já foi feita.
Foi logo desde o acordo dos papo secos.
Com este governo, esqueça a igualdade que vem consagrada na constituição.
ResponderEliminarRepare, por exemplo, no IRS jovem. Vai ter Magistrados(as) no seu tribunal com menos de 35 anos a beneficiar de um IRS jovem. Veja o ordenado deles, acrescido dos 900 euros de subsidio.
Enquanto você se tiver 36 anos e com um ordenado significativamente inferior, paga os impostos na totalidade.
É só, mais um, exemplo da desigualdade que se vai verificando com os últimos e atual governo.
É preciso perceber que uma pessoa que atualmente se encontra no último escalão tem o mesmo direito há recuperação que outro colega que ainda tenha escalões para avançar!
ResponderEliminarEsse direito advém do facto de ter perdido determinado montante, e isso nada tem a ver com o escalão onde se encontra.
Mais,, tal como a designação assim o diz, "recuperação" tem como objetivo "recuperar"
Eu já organizei compeonatos de carica em pista coberta na minha rua.
ResponderEliminarPosso por no curriculo ?
Vem ai outra devolução de cartões. Deixem vir o projecto do estatuto para fora.
ResponderEliminarporque diz isso?
ResponderEliminarEscalões = Matéria central e prioritária
ResponderEliminarSim, todos aqueles que foram promovidos em 2018 não viram um único dia de contagem para progressos de escalão. Já me constou que corre uma acção contra o Estado para ver reconhecido esse direito. Alguém sabe conformar essa situação? Obrigado
ResponderEliminarMas essa recuperação que diz faz parte do acerto que está previsto na tal ação judicial dos provisórios.
ResponderEliminarReceberão os acertos até ao momento em que chegaram ao dito último escalão, porque a partir daí está acertado.
Não é Sr articulista?
Porque não tinha outra coisa para dizer ...
ResponderEliminarBoa tarde,
ResponderEliminarOs ponteiros do relógio avançam, assim como os dias no calendário, e nada, nadica de nada, depois da famigerada reunião para os conteúdos os sindicatos e a senhora Ministrada Justiça (que tutela e encabeça a administração da justiça - onde se inclui a DGAJ) coseram a boca e assim continuam com ela fechada.
Há algum tempo disseram que a casa estava desarrumada e que não havia mão da hierarquia e eu pergunto o que é que foi feito para se arrumar a casa - parecendo-me óbvio que nada foi feito.
Esta equipa parece ser mais uma de tantas outras que passaram pelos governos nos últimos anos sem que denotem capacidade ou competência para resolver os problemas.
Falar é fácil, agora decidir e fazer acontecer é bem mais difícil.
Até aqui a única coisa que aconteceu foram os 3,5% em cima dos 10% para ficar tudo igual parecendo quererem menorizar o nosso problema - que é bem maior e contente com a falta de carreira e a arbitrariedade no que respeita às promoções com os lugares vagos a serem ocupados em regime de substituição e a enorme escassez de recursos humanos, maioritariamente no MP/DIAP.
Lembro que por estes dias a ministra (sombra) da justiça do PS de Pedro Nuno Santos - Alexandra Leitão, ensaiou uma possível responsabilização (Civil ou Penal?) de quem lida com os inquéritos de VD, questões da família e menores, etc., esquecendo que foi o seu governo quem depauperou os serviços a que aliou a inércia na revisão da nossa carreira precipitando o caos generalizado pelo país e ilhas.
Estamos deitados ao completo abandono e o barco vai andando à nossa bolina (somos o vento que sopra as velas, os braços que mexem os remos) mas sem rumo por o barco navegar desgovernado, seja por não haver gente ao leme ou ao leme estar um cego ou pessoa com falta de visão.
Desgovernados e desamparados é como isto vai.
O comentário do sindicalista de plantão ☝️
ResponderEliminarCalma que hoje vamos ter novidades.
ResponderEliminarNão diga isso.
ResponderEliminarOk. Boa explicação e uma boa solução.
ResponderEliminarConcordo.
Espero que os sindicatos retirem daqui ideias boas como esta.
ACORDEM DESSE SONO PROFUNDO!!!
Eu fui promovido em 2017.
ResponderEliminarSe me tivesse mantido como auxiliar estaria a ganhar mais do que agora.
Ironias da vida de um oficial de justiça.
Quando se souber do teor do "acordo" virá aí mais uma vaga de mudança do SFJ para o SOJ!
ResponderEliminarEsperem mais uns dias!
A próxima vaga de mudança será a fuga de muitos oficiais de justiça para outras profissões.
ResponderEliminarBoas ou más?
ResponderEliminarNem boas nem más, antes pelo contrário.
ResponderEliminarpara o das 13:50:
ResponderEliminarPor misericórdia, diz lá o que se vai passar, ou, pelo menos, as horas.
Já tomei dois comprimidos para a ansiedade, daqui a pouco estou com um enfarte.
Pelas alminhas, desembucha.
Agora não percebi!
ResponderEliminarNem boas nem más, antes pelo contrário ?!!
Nem sim, nem não, antes pelo contrário ?!!
Brincalhão!
Ele não sabe, pese embora diga que sim!
ResponderEliminarTodos os dia faz este discurso ... uma espécie de comentário fetiche!
O que se antevê da novidade é que não há novidades ... vai ser o mesmo projeto de estatuto a ser introduzido para discussão e afinamento ... pois o tempo começa a encurtar-se e, se o governo cair, não é aprovada a revisão da carreira e lá se vai uma meta para o PRR (são milhões que ficam do lado de lá) - por isso preferem fazer qualquer coisa, mesmo que essa coisa seja, precisamente, uma coisa, do que nada fazer e nesse caso vai haver coisa.
ResponderEliminarDaí que o autor do comentário diga que a novidade é não haver novidade, antes pelo contrário, será o mesmo de sempre ... apenas com uns pozinhos (cerca de 3,5% de dosagem) para que se diga que, sendo, não é a mesma coisa.
Ai esta coisa que não sai da coisa ...
É verdade ... gosta de tolher a cabeça ... que já anda bem tolhida por estes dias ...
ResponderEliminarColegas, compreendam por favor.
ResponderEliminarEu neste momento não posso adiantar muita coisa.
Poderei no entanto garantir-vos que vêm aí muito boas notícias!
Maltinha, vamos lá pensar um pouco.
ResponderEliminarEsta nova equipa ministerial decidiu manter a mesma equipa na DGAJ e até já renovou algumas comissões de serviço daquele organismo.
Portanto, presumo, que o tão aguardado "novo estatuto" será a continuação daquele que aquelas personagens elaboraram para o governo anterior.
Claro está que deverá haver uma ou outra modificação, mas o essencial de mudança irá manter-se para ser implantado.
Para isso já ouviu os conselhos superiores.
Como até os sindicatos são os mesmos, e sabemos as suas posições relativamente à ultima proposta, não será de esperar coisa diferente do que já vimos.
Já está publicado na página do ministério o projeto do novo estatuto em bem avisei que não vinha nada de bom.
ResponderEliminarJá o retiraram.
ResponderEliminarPor acaso fui a tempo e ainda consegui descarregá-lo para o meu computador.
AO DAS 14:46:
ResponderEliminarDá lá um cheirinho.
Subscrevo!
ResponderEliminarConcordo, com o nível 3 atribuído, a Malta pode ao abrigo da mobilidade dentro da Função Pública ir para onde entender...
ResponderEliminarBrincadeira é brincadeira. Porém, hà coisas com que não se brinca. Esta é uma delas. Esta mexe com a vida de muitas pessoas que têm dado á carreira, sangue, suor e lágrimas, o que não deve ser o seu caso, pela forma como brinca.
ResponderEliminarQuerem ser respeitados, respeitem. Por favor.
E receberia uma indeminização maior... Estranhas contas,,, Estranhas reuniões que nada se sabe.... Anda ai qualquer coisa...
ResponderEliminarTodos grau 3?
ResponderEliminarAcreditam no Pai Natal?
Vamos ver para a semana, quando me derem razão...
Ao das 14:55:
ResponderEliminarDaqui a pouco vou à casa de banho e já te mando um cheirinho.
Não, não e não!
ResponderEliminarNão vai ser o OJ a ter grau 3, a profissão é que passa a ser de grau de complexidade grau 3!
Ninguém fica licenciado, mas quem entra terá que ter licenciatura!
Qual é a vantagem?
R: Uma profissão classificada com grau 3 tem necessariamente um tabela remuneratório diferente de outra com grau 2!
Se não falar não levantem a lebre!
ResponderEliminarTanta imaturidade!
Certos comentários que aqui se escrevem, as informações que dizem ter (supostamente!), a maneira algo ardilosa como dizem saber mas não poder dizer, enfim...todo este levantar de suspeitas e que deixam os leitores em estado de ansiedade....
ResponderEliminarSuspeito que haverá por aqui quem não seja Oficial de Justiça e esteja aqui unicamente com o propósito de desestabilizar ainda mais esta profissão.
Nós andamos revoltados, esquecidos e com claro sentimento de abandono por parte do Governo...sem esquecer o tratamento diferenciado para com outras carreiras.
Por favor...
Se sabem de algo, digam sem rodeios.
Se não sabem, por favor não alimentem mais esta angústia.
Estamos a falar de uma carreira que está completamente de rastos, com falta de pessoal e ordenados totalmente desajustados face às obrigações, pressão e deveres a que está sujeita.
Além de que, quando aumentaram a idade da reforma deviam logo ter previsto isso, mais que não fosse para evitar a estagnação.
ResponderEliminarE o que é que ganharam? Em termos gerais, menos produtividade e reformas mais onerosas, porque indexadas aos vencimentos no topo dos escalões.
Ainda gostava de ver umas continhas bem feitas para ver se aumentar a idade da reforma em carreiras por escalões no fim não fica mais dispendioso ao erário público, sem sequer levar em linha de conta o eventual abrandamento de produtividade que possa decorrer do prolongamento da atividade laboral.
Eu vi a publicação lá já tiraram ..eu juro
ResponderEliminarNão se pode dizer nada até ser publicado.. senão podíamos estar a cometer um crime.
ResponderEliminarEu gostava de poder dizer mas tou proibido por lei.
Ao das 16:40:
ResponderEliminarAinda conseguiu ler alguma coisa?
Conseguiu fazer o download?
Não é assim que se diz, mas deste forma:
ResponderEliminar"Podia dizer-te, mas teria que te matar a seguir!"
Agora mais a sério - Cometer um crime porquê?
Não teria efeitos legais porque não estava publicado, mas daí a ser um crime ?!!!
Há muitas coisas de que se sabe a sua redação, sem estrem ainda publicadas, mas pronto, boa desculpa!
Compreendo...
ResponderEliminarAs minhas desculpas se fui demasiado cáustico, mas o teor mais acima do que estava a ler estava a dar-me a volta ao pensamento, com uma pitada de revolta.
Nesse caso aguardemos.
Mas a mera menção mais acima de que "eu bem avisei que não vinha nada de bom", já é uma preparação para o que aí vem.
E será triste se se confirmar.
Muito triste se não houver mudança para muito melhor do que o que temos...
Que raio de profissão esta!!
NAS CONSERVATÓRIAS PASSARAM TODOS PARA O GRAU 3, MESMO O QUE ENTRARAM COMO 9º ANO.
ResponderEliminarMuito Bem respondido!
ResponderEliminarpor outro lado:
ResponderEliminar“Não foi público, mas, durante este mês e meio, os oficiais de justiça dos serviços judiciais (…) prestaram a colaboração que lhes foi pedida pelos órgãos de gestão com vista a reduzir o serviço atrasado que havia sido identificado por força da falta de recursos humanos nos serviços do Ministério Público.
Em poucas palavras, para além de assegurarem o trabalho urgente que não podiam deixar de fazer durante o período das férias judiciais, ainda dedicaram parte da sua atenção e trabalho a ajudar outros colegas confrontados com um número excessivamente elevado de tarefas e de processos que não puderam tratar até ao início das férias judiciais.
É um esforço louvável que demonstra bem a qualidade e a dedicação dos verdadeiros oficiais de justiça, aqueles que merecem ser tratados por este nome.
Apesar da falta de reconhecimento público e político pela função que exercem, não se negaram a colaborar na regularização dos serviços, efetuando um trabalho que não lhes era exigido e sem receberem mais por isso.”
https://osetubalense.com/opiniao/o-que-aconteceu-nas-ferias-judiciais-num-tribunal-perto-de-si/
Consegui ler algumas coisas...
ResponderEliminarO uso e porte de arma vai desaparecer.
Entre outras coisas.
E o grau?
ResponderEliminarConseguiu chegar a esse ponto?
Ficamos todos com o grau 3 ou nem por isso?
ResponderEliminarEsta profissão atualmente é para encher chouriços.
Há mais de 30 anos que definhou sem que sindicatos nada fizessem ou conseguissem para contrariar.
Continuem a pagar para trabalhar.
Os magistrados têm peninha de vós, é o que vos vale.
Grau 3 para esses homens!!
ResponderEliminarJá!
E uma medalha de cortiça!!
Quem é este Fialho?? Essa Tb tá boa...
ResponderEliminarNão li tudo apenas que a carreira vai passar a grau de complexidade 3 agora não sei se é para todos ou não..
ResponderEliminarMas penso que sim tinha que ler o resto...
E a nova tabela salarial, chegou a ver?
ResponderEliminarNão, percebam, a profissão passou para o grau 3, quem não tinha licenciatura não passou a ter, a profissão é que passando a grau 3, passou, a partir dessa altura, a exigir licenciatura!
ResponderEliminarDesculpem, mas ... ... burros!
Uma medalha de cortiça e mais 300 paus!
ResponderEliminarTemos alguém que tem pena de nós?!!
ResponderEliminarNão sabia !!!... ...
ResponderEliminarIsso não cheguei a ver.
ResponderEliminarNão. O período probatório e o congelamento são coisas diferentes.
ResponderEliminarDeu para fazer o download?
ResponderEliminarSendo a entrada na profissão a exigir daqui em diante (e bem!) a licenciatura, a tabela terá de ser revista.
Em termos de suplemento, o SRP será que fica como está...é alterado...ou é eliminado dando lugar a um outro de disponibilidade (ou outro qualquer nome) com valores atualizados?
Se tivesse feito download dava para ler tudo.
ResponderEliminarPara ir lá para o edifício?
ResponderEliminarIsso seria um total contra senso, já que todas as noites quando me deito impreterivelmente e sem remorso algum o faço a desejar acordar com 7,5...
Mesmo que tenha bebido água ou sumo ao jantar.
Comentário mais acima diz:
ResponderEliminar"Já o retiraram.
Por acaso fui a tempo e ainda consegui descarregá-lo para o meu computador."
Era portanto interessante saber alguma dessa informação (a mais relevante) e que foi retirada depois.
São só cebolas, alhos e bugalhos.
ResponderEliminarMas destas inspirações é que os dgajos gostam.
Nenhum professor foi vítima duma esperteza saloia como a interpretação que a dada altura determinados dirigentes da DGAJ fizeram do EFJ.
Foi uma coisinha só nossa, muito própria daquele antro de iniquidade e arbitrariedade.
É um facto que mexeu com os escalões, mais duns do que doutros, mas o congelamento não impacta na decisão do TACL. Na minha opinião, deveria era ser sequencial, primeiro o que ocorreu cronologicamente mais cedo e depois o descongelamento já com a base acertada.
Mas pronto, eu vejo os juristas passarem-me à frente, não sou um deles.
Tu é que tens que ter tento na língua porque trazes para aqui o meu pai!
ResponderEliminarMas se vires o contexto, outra coisa não pode ser chamada a quem não percebe!
Confesso que não percebi se você queria dizer boys ou bois !...
ResponderEliminarNão. Para o currículo só releva a parte de ter inventado regras de utilização mais equânimes do programa de seleção de jurados do Habilus, uma vez que o CD facultado aos tribunais - pelo menos no tempo em que fiz sorteios - contém os eleitores por freguesias, tendo umas mais eleitores do que outras e com números repetidos entre elas.
ResponderEliminarDaí ser necessário definir critérios de seleção o mais justos possíveis para obter os 100 jurados iniciais, reduzi-los a escrito e notificá-los aos sujeitos processuais para se pronunciarem.
Hoje não sei se o CD já é plano como desconheço se os eleitores já estão recenseados doutra forma que não por freguesias, mas Lisboa tinha na altura em que trabalhei nas varas criminais cerca de 20 freguesias, não se iam sortear 5 jurados de cada, pois umas eram muito mais populosas do que outras. Houve que aplicar um certo princípio da proporcionalidade, algo que os governantes de hoje não sabem o que é.
Ao que o legislador não previu deu o oficial de justiça força ou cunho de lei, ainda que o magistrado é que a tenha subscrito.
Eu cá sou cidadão de segunda.
ResponderEliminarComo é consabido, a generalidade dos oficiais de justiça que ingressaram na carreira no ano de 2000, são hoje por hoje remunerados pelo índice 440, também quase todos desde dezembro de 2023.
Sendo eu remunerado pelo índice 410, perguntei à Provedoria de Justiça se tal não consubstanciaria uma pura violação do Art.º 13.º da Constituição da República Portuguesa.
Responderam-me que a DGAJ é que é o órgão de soberania, é que sabe, e se paga assim é porque assim é que deve ser pago.
ejusdem farinae
Pois mas não fui eu que disse que fiz o download.
ResponderEliminarEu consegui fazer o download.
ResponderEliminarEstá em PDF.
Como faço para o colocar aqui?
Xiiiiiiiii colega
ResponderEliminarEssa foi forte!
Pois cara colega, mas existem, na nossa democracia, 3 poderes, e este a que se refere, é o poder judicial, que não pertence à DGAJ mas sim aos Tribunais!
ResponderEliminarNão leve a mal, mas preocupa-me que não saiba isso ...
Deixem lá a DGAJ!
ResponderEliminarMas, o que é isso da DGAJ?!!
Apenas um orgão administrativo da Justiça!
Fazes o "post" numa rede social e indicas o aqui o link!
ResponderEliminarNão foi nada! Muhhh!
ResponderEliminarErrado.
ResponderEliminarBACSM devia ser a designação correta.
Braço articulado do...
Nem o Governo lá toca!
Moral da história, 22.25h em Portugal continental e nada. Balelas e fake news.
ResponderEliminarComo sempre acontece entre os Oficiais de Justiça.
Porque Tu és que és ASININO que chama burros a TODOS, e o teu comentário deplorável NÃO É APAGADO... Enfim critérios...
ResponderEliminarVou dormir.
ResponderEliminarAsnos que chamam asininos a quem os chamou de burros?!!
Amanhã haverá mais, esperemos que não seja tudo mau!
See you
Já percebi o teu dilema... És ESPERTO e queres passar a mensagem aos OUTROS, que SÃO INTELIGENTES...E não sabes como... Faltam-te as palavras... E usas vocabulário brejeiro... "Não vá o sapateiro além do chinelo..." Conselho de Colega que anda nisto há
ResponderEliminarmuitos anos...
O quê, mas creditou na história da divulgação da tabela hoje?🤦
ResponderEliminarSegundo a mensagem do passarinho, neste momento o SFJ ainda anda a recolher contributos de colegas, a fim de elaborar estudo sobre que conteúdos funcionais justificam o grau 3, portanto vamos ter que esperar um bom bocado para haver novidades.
Já percebi, eu ando aqui armado em esperto, que não sou, e tu és o INTELIGENTE !
ResponderEliminarMas olha uma coisa INTELIGENTE, não te devias sentir ameaçado pelo armado em esperto!
Deixa-o andar na vidinha dele e expressar-se em liberdade!