SFJ: os dois documentos por apresentar

      No fim-de-semana dos passados dias 6 e 7 de setembro, o Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) reuniu em Fátima grupos de trabalho compostos por representantes sindicais e associados especializados, ou focados, em determinadas áreas, para que discutissem e apreciassem determinadas matérias para conformarem a revisão estatutária em curso.


      Na nota sindical do SFJ do passado dia 10SET consta assim:


      “Esta reunião alargada ocorreu na sequência do trabalho desenvolvido nos meses de julho e agosto, por um conjunto de colegas que mostrou disponibilidade para participar nos diversos grupos de trabalho que foram criados, por área processual, e que culminou com a apresentação e envio para o Ministério da Justiça de um documento onde constam as competências funcionais que os Oficiais de Justiça apesar de as assumirem, algumas por provimento, ordens de serviço ou mesmo oficiosamente, porque decorrem da lei, pretendem que essas estejam previstas como competências da sua esfera e por isso, sem necessidade de despacho e, ou, promoção do magistrado”.


      O SFJ acrescenta que o “projeto foi muito participado, e que nos deve orgulhar, inclusive, em tempo de férias pessoais, mas que não foi impeditivo de congregar esforços e opiniões para elaborar um documento rico, ambicioso nas suas pretensões, mas com a certeza que seremos capazes de assumir as responsabilidades inerentes a profissão tão nobre”.


      Quer isto dizer que houve um grupo de Oficiais de Justiça associados do SFJ que durante as férias de verão se dedicou a categorizar e concretizar uma “grelha de conteúdos funcionais dos Oficiais de Justiça proposta ao Ministério da Justiça”.


      De acordo com a informação sindical a proposta apresentada ao Ministério da Justiça sobre os conteúdos funcionais, gerou uma “acesa discussão sobre as nossas pretensões, o que mostrou que os Oficiais de Justiça tudo farão para que este documento possa ser validado e entre em vigor nos próximos meses.”, lê-se na informação sindical.


      Terminado e entregue o tal documento sobre os conteúdos funcionais, reuniu seguidamente o SFJ novos grupos dos especialistas.


      “De seguida, porque o método adotado anteriormente foi o mais profícuo para a discussão e concertação de posições, foram criados 3 grupos de trabalho alargados, compostos por Oficiais de Justiça de todas as categorias, com percursos profissionais diferenciados e com faixas etárias diversas, para análise das fases subsequentes da revisão estatutária, designadamente: estrutura da carreira – categorias e cargos; vínculos; regime de avaliação; estrutura remuneratória – fixa e variável – incluindo suplementos e regime de transição.”


      O SFJ informa que das “conclusões emitidas por cada um dos grupos, será elaborado um documento com as conclusões, agora mais circunstanciado e pormenorizado em relação às opções tomadas e que, a posteriori, será divulgado”.


      Portanto, haverá uma divulgação “a posteriori”, mas posteriormente a quê? Do que se depreende da comunicação, será em momento posterior à sua elaboração, mas poderá ser “a posteriori” de qualquer outro momento, tal como ainda não chegou o momento do documento entregue ao Ministério da Justiça sobre os conteúdos funcionais.


      Os Oficiais de Justiça gostariam de conhecer os dois documentos elaborados, o dos conteúdos funcionais, já entregue, e o novo das conclusões dos 3 grupos que sistematizaram algumas áreas temáticas para as fases subsequentes da revisão estatutária, designadamente sobre: a estrutura da carreira (categorias e cargos); vínculos; regime de avaliação; estrutura remuneratória (fixa e variável, incluindo suplementos) e um regime de transição”.


      Ou seja, o último documento elaborado parece constituir toda a coluna vertebral do novo Estatuto e seu “regime de transição” do velho para o novo.


      Este documento elaborado pelo SFJ parece que será o marco para as negociações relativas ao novo Estatuto, isto é, será a posição que este sindicato terá perante o Ministério da Justiça que, tal como já sucedeu no passado, o considera representante de cerca de 90% dos Oficiais de Justiça, pelo que novos acordos poderão voltar a surgir.


      Por isso, os dois documentos ainda não divulgados aos Oficiais de Justiça, deixam-nos impacientes, porque sentem que o seu futuro está, ou esteve, na mão de três grupos de especialistas do SFJ que traçaram todo um novo rumo para a carreira e, obviamente, todos gostariam de os conhecer antes de serem objeto de súbitos acordos imutáveis.


      Na nota informativa do SFJ considera-se que a tal reunião ocorrida em Fátima, “foi uma reunião plenária” e que a mesma “mostrou o quão os Oficiais de Justiça estão preparados para assumir outro tipo de funções”, lê-se na nota, que conclui afirmando que “o novo Estatuto tem de refletir o que já é a nossa responsabilidade e aquilo que representará para o futuro da construção de um setor da Justiça forte, eficiente, com trabalhadores motivados, bem remunerados e… felizes, porque também esta componente deve ser uma variável contemplada no trabalho”.


Documentos.jpg


      Fonte: “Info SFJ 10SET”.

Comentários

  1. Aí vem a divisão da classe com a benção do SFJ.
    Por alguma coisa escolheram Fátima para cozinhar o documento a apresentar.

    ResponderEliminar
  2. Obrigado SFJ!💪

    ResponderEliminar
  3. Escreveres o que escreveste ou escreveres nada seria igual. Aproveitaste a oportunudade para de forma anónima destilares o teu ódio e frustração no SFJ.
    Triste

    ResponderEliminar
  4. Este comentário é resposta ao comentário das 8.45

    ResponderEliminar
  5. É esperar para ver, mas do que sei o documento é um bom contributo para uma solução que valorize e dignifique a carreira.
    Pelo menos vejo-os a trabalhar, enquanto outros falam falam mas não os vejo a fazer nada!

    ResponderEliminar
  6. É óbvio que o documento não vai circular tão cedo.
    Já anda tudo à porrada nos Tribunais por tudo e por nada não é agora o SFJ que vai pôr mais lenha na fogueira.

    ResponderEliminar
  7. A divisão foi criada por quem se lembrou, e bem, de avançar com atribuição de grau 3.
    Se quem tem o ensino secundário estava a contar com a equivalência ao grau de licenciado sem queimar as pestanas, talvez se tenha precipitado.
    Mas isso não é divisão, é meritocracia, algo que devemos ensinar em cada aos nossos filhos.

    ResponderEliminar
  8. A divisão da classe?? Em primeiro lugar não tem que existir divisão porque todos podem ser licenciados basta começarem a estudar.

    Pj- licenciados
    Oficial de registos- licenciados
    Advogados- licenciados
    Solicitadores- licenciados
    Juiz - licenciados
    Dgrsp- licenciados
    Oficiais de justiça - curso do IEFP
    Tás com medinho que o teu status acabe é??

    ResponderEliminar
  9. Obrigado SFJ por seres amiga dos licenciados.

    ResponderEliminar
  10. Há anos que o SFJ apresenta "estatutos" elaborados por "especialistas" e a verdade é que esses documentos mudam todos os anos. A grande diferença é que agora há um problema maior, o ministério usa o SFJ para ir apresentando o estatuto que tem preparado. Aprovados os estatutos serão libertados milhões de euros para a formação do sfj e é essa a arma que a tutela usa para condicionar este "sindicato". Esperemos pelos próximos capítulos, mas aguardam-se milhões de fundo para "formação" em 2025.

    ResponderEliminar
  11. Então com o seu raciocínio enfiamos todos a cabeça debaixo da areia.

    E ficamos todos na ignorância..

    Só que você se esquece que nós somos os principais interessados versus lesados..

    ResponderEliminar

  12. Só não percebo porque o SFJ não convidou o SOJ para , pelo menos, dar a conhecer e pedir também contributo!
    Afinal o SOJ não representa ninguém é? um sindicato que mantém greves ativas que todos utilizam e não se cala, mas parece que o SFJ é mesmo dono disto tudo e quer calar também os associados do SOJ.

    VERGONHA

    NOJO destas posturas de quem pensa mandar nos OJS todos!

    ResponderEliminar
  13. Isso não faz sentido o SFJ só tem que prestar contas á classe e não ao ministério....

    Por isso é que existe...

    Contudo não é preciso muita imaginação para elaborar um estatuto...basta ver as tendências dos outros países da união europeia...

    ResponderEliminar
  14. O SFJ é uma organização que durante muitos anos nunca foi questionada...

    Um bom poleiro para alguns..

    Derivado á inatividade da classe..

    Contudo o paradigma está a mudar..e eles continuam a atuar como uma entidade autocrática.

    O lema é...eu quero, posso faço e mando....

    ResponderEliminar
  15. Uma vez que o SFJ continua com os segredos de Fátima...

    Venho ordenar a todos os O. J. para bombardear o SFJ com cartas , telefonemas , emails, a pedir para publicarem os documentos elaborados ou qual a previsão para a publicação dos documentos.

    ResponderEliminar
  16. Colega , sabe muito bem que licenciados não corresponde a uma maior sapiência . E mais : tenho algumas licenciaturas por ter feito o trabalho que os colegas não fizeram com a desculpa do Estatuto do trabalhador estudante. Houve quem quisesse estudar mas a vida não o permitiu. Isso faz com que tenha menos mérito , brio profissional? Desculpe , mas esse raciocínio é próprio de quem tem um viés cultural e desprezo pelo esforço dos não licenciados .

    ResponderEliminar
  17. Bom dia,

    Eu que tão mal tenho por aqui escrito e dito do Presidente do SFJ não sei o que dizer neste momento.
    O sentimento é misto, por um lado apraz-me ver a proatividade, que foi rara durante muito tempo, o interesse e a iniciativa - se é que foi do sindicato, pois poderá ter sido um convite do MJ - por outro lado este secretismo todo envolto sobre o assunto, sem que se conheçam as "traves mestras", os "eixos de transformação" ou o que quer que seja.

    O segredo é a alma do negócio, mas os assuntos não têm que ser "tratados na clandestinidade" como outrora sucedia com determinado partido - quando assim acontece não pode sair boa coisa, pois pode ser que o resultado seja de um extremismo tal, ou então enviesado de uma ideia que em nada melhorará a situação atual.

    Os tempos mudam e as democracias, hoje mais escrutinadas do que nunca, estão a adaptar-se à mudança, todavia alguns grupos tendem a resistir a essa mudança ficando amarrados a um tempo que já não é o nosso.

    Lealdade e honestidade é o que se exige a quem nos tutela, a quem zela pelos nossos interesses, e estes assuntos não podem continuar a se tratados como antes o eram - ao final do dia e nos travesseiros da cama sem que as crianças pudessem ouvir as conversas mais sérias dos pais.

    Já não somos crianças e o tempo é outro, hoje sentamo-nos (devia de ser assim) todos à mesa, graúdos ou nem tanto, e falamos abertamente sobre os assuntos mais importantes e todos participam na discussão e decisão a tomar, pois a todos vai afetar.

    Por isso o meu sentimento contraditório, de ver que pelo menos por uma vez estão a ter iniciativa (a não ser que tenha sido instado a tal pela tutela) mas por outro lado o assunto está envolto num tal secretismo que, a atentar pelos acontecimentos dos últimos anos, não aportará nada de bom para a classe - é o que penso.

    ResponderEliminar
  18. Peço ao senhor articulista que não apague este comentário p.f.

    Obrigado por respeitar a liberdade de expressão.

    Sei que poderá ter sido instado pelo(s) visado(s), que já por aqui me avisou e descreveu como procedem com certos comentários, mas acredite que quando falo de algo e personalizo é porque presenciei e/ou existem factos que demonstram o que digo.

    E este sitio deveria ser também um local de exercício dessa liberdade com responsabilidade.

    Compreendo os seus receios, mas não somos assim tão crianças que não possamos, perante os visados, defender o que se escreve.

    ResponderEliminar
  19. Isto é inacreditável!

    Em setembro de 2024 foram criados grupos de trabalho no SFJ para a revisão estatutária?!!!

    Em 2024?!!!!

    Depois de anos e anos de conversações com diversos governos e ministras da justiça?!!!

    ESTÃO A BRINCAR?!

    ResponderEliminar
  20. Sim, tudo licenciado,

    mas veja o aconteceu com a carreira da PJ e também Conservatórias quando fizeram a transição.

    PJ entraram com o 11º ano para inspectores mantêm.se inspectores e não houve divisões quando passou a ser obrigada a licenciatura nem foram obrigadosa fazer licenciatura para se manterem inspectores.
    Nas conservatórias a mesma coisa
    Pesquise sobre isso.

    ResponderEliminar
  21. Sem duvida, postura de quem representa todos e esquece os outros para darem contributos, designadamente o SOJ, sem duvida.

    ResponderEliminar

  22. Nem mais,

    conversações que duram 20 e tal anos e continuam.

    E aí chamem também os dito sr fernando jorge. Que legado deixou?

    ResponderEliminar
  23. Valha-nos São Cifrónio18/9/24 10:24

    Mais do mesmo:
    Desprezo, arrogância e uma certa dose de super-heróis que nada devem nem nada temem à e da classe.
    Este tem sido o filme dos últimos anos do maior sindicato perante toda a classe que representa.
    Já passaram mais de dez dias e nada de informação para a classe.
    Merecem um bom B.M.

    ResponderEliminar
  24. Ninguém que não seja licenciado fica com licenciatura!

    A profissão é que passa a exigir licenciatura!

    Será difícil de perceber?!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    ResponderEliminar
  25. Mudem de sindicato!

    Passem para o SOJ!

    Nunca foi tão pertinente como agora.

    ResponderEliminar
  26. Mostrem trabalho e resultados e talvez se safem!
    Não basta marcar greves e fazer exigências.
    Não tendo as greves nesta carreira o impacto e notoriedade que têm outras, ficar à espera de resultados só com greves é de muita inocência.
    A mim não me convencem.

    ResponderEliminar
  27. Precisas de guito para colar cartazes?

    ResponderEliminar
  28. Das coisas que mais me tem causado estupefação, para além do facto de ver outras carreiras a serem valorizadas de forma substancial (ficando esta continuamente para trás), é este atrito e que nalguns casos já me parece raiar o ódio entre colegas e categorias.

    Desculpem mas isto é triste.
    Somos colegas antes de mais nada.

    Mas alguém vê isto noutras carreiras, com este nível lamentável de extremar de opinião?

    Se assim continuam, o "dividir para reinar" é mais que certo, levando-me a crer que a final (acreditem!) não vai beneficiar a ninguém.

    ResponderEliminar
  29. És tão SFJ!

    Podias pelo menos disfarçar um bocadinho ...

    ResponderEliminar

  30. Eu deixei de pagar quotas aos cotas.

    ResponderEliminar
  31. Sim sim, nós sabemos, e as vacinas matam pessoas, o Trump ganhou ao Biden e o homem nunca foi à lua!

    ResponderEliminar
  32. Claro que tem que ser amigo dos licenciados!
    Só alguém com palas de burro e complexos de inferioridade é que os quer perder.

    ResponderEliminar
  33. Fogo, que chatos de m....
    Deixem os gajos trabalhar!
    Estão colegas de várias categorias e idades e trabalhar nas propostas, não me parece que haja défice de representatividade.
    O que adianta divulgar constantemente o que se faz? Para arranjar ainda mais confusão e mandar lenha para a fogueira?
    Só se fossem tótos!

    Qualquer solução encontrada, que vá de encontro às linhas mestras do estatuto, definidas pelos sucessivos governos, não vai agradar a todos.
    Por isso, quanto mais se fala, menos se acerta.

    ResponderEliminar
  34. Da minha parte dispenso a vossa contribuição, obrigado.

    ResponderEliminar
  35. Mas você vive no mundo da Walt Disney ou da Alice do país das maravilhas??

    Tem mesmo que existir guerra na classe...apartir do momento que lutam para que a classe não se torne em grau 3.

    Está á espera do que?

    ResponderEliminar
  36. Bom dia/Boa tarde

    Desculpem a interrupção...

    Gostaria de saber se algum dos presentes na iniciativa da passada 6.º feira em frente ao MJ, ou algum dos aderentes à greve nesse dia ainda tem por justificar a falta nesse dia no CRh, não obstante já a mesma estar justificada pelo trabalhador ausente como meio dia ou dia inteiro de greve?

    No caso do superior ainda não ter validado essa justificação até à presente data, tal facto deverá ser entendido como sinal de desagrado pela falta, podendo constituir mais um meio de dissuasão da participação em futuras greves?

    Ou está tudo bem e é normal, não havendo nada a temer?

    Obrigado

    ResponderEliminar
  37. Repare no que escreveu...
    Repare no que foi escrito anteriormente...

    Guerra ou conflito entre colegas não ajuda em nada. Nada!

    Escreva-o da forma que quiser, dê a volta à questão como entender, alimente com muitas ou poucas palavras...mas ver necessidade em existir conflito entre colegas desta classe profissional, por causa do Estatuto, leva-me a crer que não estará a pensar muito bem no que diz.

    ResponderEliminar
  38. Não há problema nenhum em não ver a bolinha verde, desde que a transforme de vermelha em amarela. A regularização das faltas tem de estar concluída, no máximo, até ao dia 10 do mês subsequente, pelo que os Secretários de Justiça não precisam de andar a correr, porque têm esse prazo.

    ResponderEliminar
  39. Uma coisa é lutar para que a classe, desde a sua base, seja toda ela revalorizada (de forma inteiramente merecida!), coisa que já deveria ter ocorrido há muito. Se assim for, concordo em absoluto.

    Outra bem diferente é ver-se necessidade em que haja guerra ou conflito entre colegas para que tal revalorização aconteça.

    Isso, no meu entender, é triste.

    ResponderEliminar
  40. Respeitamos muito a liberdade de expressão e respeitamos de igual modo o direito ao bom nome das pessoas, singulares ou coletivas. Ninguém nos insta a apagar comentários. O motivo da supressão de comentários tem sido muito explicado em sucessivas respostas e está permanente exposto na nossa página a regra básica para aqui se comentar.
    Caso queira comentar afirmando algo sobre alguém por ter provas disso e assumir o que diz, não apagaremos nada desde que, antes, se identifique cabalmente para o nosso e-mail OJ@sapo.pt

    ResponderEliminar
  41. Rei dos Oficiais de Justiça18/9/24 13:14

    Continuo a dizer que o problema não é do SFJ nem do SOJ ...a culpa é da casta superior da classe.

    O estatuto dos oficiais de registo foi alterado em 2018 todos ganharam.

    Foi efetuada a mesma proposta aos oficiais de justiça, contudo levantaram alarido e não conseguiram.nada a não ser empatar para manter o atual status, já viram quanto recebe um principalem terceiro escalão? Ou 4??

    Os oficiais de justiça confundem a carreira passar a grau três que obvio que era para todos....com terem licenciatura.

    Por tal desinformados decidiram fazer guerra...

    A culpa do SFJ foi ter entrado na narrativa desta casta superior, que também.fazem parte alguns..e não quiseram ver quais as tendências na Europa, quiseram ir contra a política do governo que quem tem mais qualificações deverá ser remunerado para o efeito.

    Isto vai ao encontro da valorização das carreiras.

    Contudo na cabeça de muitos o.j. a valorização da carreira cinge-se apenas ao salário..

    A carreira de oficial de justiça é importante, e fundamental, contudo o comodismo da classe e o egoismo levou nos a esta situação decadente.

    Sendo certo que finalmente começamos a ver muita revolta e alguma visibilidade das ações da classe.

    ResponderEliminar
  42. Rei dos Oficiais de Justiça18/9/24 13:24

    Por vezes fico estupefacto com os comentários que aqui reinam....

    Não sou apologista do SFJ mas começa a chatear este ataque constante ao SFJ.

    Mas vocês são oficiais de justiça?? Ou são o tio Manel das bifanas??

    So se queixam mas alguém já se lembrou de notificar o SFJ com carta registrada e aviso de recepção a dar um prazo de 10 dias para dar conhecimento dos ditos documentos, sob pena das consequências legais?

    Vocês são oficiais de justiça eu não posso andar aqui a ensinar tudo...

    Vocês são sindicalizados tem o direito a informação constante e dentro dos prazos legais..

    Por amor de deus acordem....

    ResponderEliminar
  43. Agora entendi o seu comentário e concordo com a revalorização para todos.

    Contudo existem guerras que são necessárias para existir mudança..

    E apesar de ninguém querer ver nos últimos dois anos já se fala dos oficiais de justiça, tem existido uma mudança de paradigma, e alguma visibilidade.

    ResponderEliminar
  44. Ok


    Vou aguardar


    Obrigado

    ResponderEliminar

  45. Se dispensas a contribuição és daqueles que como pessoa não prestas.



    ResponderEliminar

  46. Cotas para manter chulice? em pensar.

    ResponderEliminar
  47. Comentários muito bonitos e tal, mas eu quero é saber dos 20% !!

    ResponderEliminar
  48. O ataque constante que fala, é notório que tem origem numa mão cheia de mercenários com objetivos concretos.
    É ignorar e deixa-los falar para a parede.

    ResponderEliminar
  49. Mas você é oficial de justiça?

    Já ouviu falar o que é uma notificação ou citação??

    Se quer esclarecimentos do SFJ basta enviar uma carta..

    Ou você só está na secção central a lamber cartas para colar?

    É tão simples...

    ResponderEliminar
  50. Apenas um comentário: no exército um sargento pode ser licenciado mas é sempre sargento e um oficial e é sempre um oficial. Um entra pela escola de sargentos e outro pela Academia Militar

    ResponderEliminar
  51. Percebi perfeitamente.
    Mas espero que tb perceba que estando definido no estatuto qual o conteúdo funcional de grau 3, que apenas os Lics e quem cumpra um processo de creditação, possa exercer essas funções.
    Uma sociedade que promove a meritocracia funciona dessa forma.

    ResponderEliminar
  52. Ehehe lá vem esta ou este com o não prestas...

    O seu nome vai passar a ser "não prestas"....

    Mas eu agora tenho que prestar para lhe agradar... quero lá saber se você acha que eu presto ou não..

    Você é que me paga as contas?? Você é que dorme comigo?? Você é que me beija?

    Não então estou a c... Para o não prestas.

    ResponderEliminar
  53. Para o Anonimo das 11:19, então você acha que as greves não têm impacto..

    Então explique lá porque motivo tem sido alvo de discussão nas notícias, na NET , na assembleia etc.

    Apenas um ano para cá começaram as greves de vdd antes era um faz de conta a classe se sacrificarlva para meter tudo em dia esse foi o erro...

    Acorde porque se existe visibilidade, petições, cartas abertas tem sido agora.

    Obvio que falta a grande manifestação, isso é vdd que cerca de 1000 ou mais colegas se unam.como fez a PSP..

    Sim aí seria o último cheque mate mas não sei se algum dia isso acontecerá..

    ResponderEliminar
  54. Mas muitas vezes é o sargento que é condecorado pelo Mérito/Valor etc...havendo até casos onde o oficial basou...

    ResponderEliminar
  55. Rua Marçal

    vai trabalhar numa secretaria

    ResponderEliminar
  56. É pá, vá fazer campanha para outro lado. Seja sério e diga o que o SOJ tem conseguido para a classe? Diga, então, quais as ideias ou contributos que o SOJ tem dado para o estatuto. Já chateia essa permanente obsessão para mudarem para o SOJ. Tem comissão?

    ResponderEliminar
  57. Eu sou tio Manel das bifanas, mas não vendo bifanas ao SFJ!

    Não sabe porquê?!!

    Porque não merecem!

    ResponderEliminar
  58. Há coisas pior de lamber! ...

    ResponderEliminar
  59. Ai estão os senhores doutores....
    Querem ser chefes, querem mandar......
    Os Oficiais de Registo passaram todos a grau 3 e não houve nenhum estardalhaço...
    Mas nós Tribunais há esta nova casta, são seres superiores....
    Não respeitam ninguém , pior ainda, não se respeitam.
    Sabem sempre tudo, nunca tem dúvidas.
    Depois, na realidade, depois de se espremer bem, não há sumo nenhum, é só cagança.
    Andam por aí armados em doutores.
    Qualquer que seja a conversa, acaba sempre a tropeçar na licenciatura.
    Não são todos assim, obviamente, mas a quantidade deles que andam pelos Tribunais é assustador.
    Caramba, já era difícil aturar as magistraturas e os seus devaneios, agora também temos que aturar esta malta.

    ResponderEliminar
  60. Sorte tem o pessoal que anda a tirar o curso na católica.

    Passam todos a grau 3 com a entrada em vigor do novo estatuto.

    ResponderEliminar
  61. Eu tb não desejo ao meu inimigo que tenha que comer as suas bifanas.
    Devem estar envenenadas com tanto fel.

    ResponderEliminar
  62. Depois da entrada em vigor do estatuto, acho melhor dividir o pessoal por pisos diferentes em cada edifício, que se vão comer uns aos outros vivos.
    Grau 2 rch e grau 3 primeiro andar.

    ResponderEliminar
  63. Não vejo como, não é uma licenciatura

    ResponderEliminar
  64. Nem uma pós graduação, para isso é preciso ser graduado

    ResponderEliminar
  65. É uma coisa qualquer

    ResponderEliminar
  66. Pois, mas é garantido.

    Consta das linhas mestras do anteprojecto do novo estatuto.

    ResponderEliminar
  67. Quem divide não somos nós, nem mesmo os sindicatos.
    Repare na DGAJ, neste momento paga vencimentos mais elevados a oficiais de justiça com menos tempo de serviço que outros a quem paga salários inferiores.
    Viola o princípio da igualdade, lança o fogo, e fica à espera divertida a ver arder.
    Dificilmente essas situações, que são as mais diversificadas, não criariam o tal atrito, e os prevaricadores têm bem consciência disso, ainda para mais com os constitucionalistas no bolso - nem todos -.

    ResponderEliminar
  68. O SOJ tem um discurso claro, retilíneo, exigente!

    O SFJ fez tudo o que disse que não ia fazer!

    Não, não tenho comissão, pelo contrário desconto do meu ordenando para essa força sindical!

    ResponderEliminar
  69. Caros colegas, vamos parar a máquina!

    Vão ver que tudo se resolverá!

    ResponderEliminar
  70. O pessoal não tem c... "bolas" para isso!

    ResponderEliminar
  71. Sei e posso adiantar-vos que o sindicato não vai divulgar qualquer documento até o projecto ser remetido para publicação no BTE

    E também sei que o projecto ainda não será remetido para o BTE este ano.

    Podem confirmar junto do sindicato sendo certo que quem vos informar vai tentar contornar a situação...

    ResponderEliminar
  72. Não sei se isso é verdade, mas a ser ou os sindicatos apertam a luta ou alguma coisa terá de mudar tudo a rasgar os cartões seja de um ou de outro sindicato, mas especificamente do que chegou a um acordo....

    ResponderEliminar
  73. Sem duvida.
    Na PJ também houve a exigência de licenciatura e quem tinha entrado antes com o 11 ano continuou como inspector.
    Agora aqui são mesmo casta superior. Haja paciência.

    ResponderEliminar
  74. E os outros também se estão lixando pra não fizer c-- pro que tu pensas.
    Simplesmente também concordo, com esse pakeio. És gente que hunanamente não prestas e não quero saber também se tu queres saber ou não. Simplesmente não prestas como colega nesta profissão.



    ResponderEliminar
  75. Discurso populista e utópico... mas cada qual sabe aquilo que quer ouvir...
    Pelo menos o SFJ está a trabalhar de modo a ter possamos ter um bom estatuto.
    Deixo uma pergunta:
    Consegue dizer quais as ideias do SOJ para os oficiais de justiça?
    Qual o trabalho que tem vindo a desenvolver?
    Existem ideias?
    As greves decretadas e em curso que fundamento tem?
    Acho que temos de ter uma visão mais abrangente!

    ResponderEliminar
  76. Claro que não tem bolas. Não passam de uns menininhos da mamã.

    ResponderEliminar
  77. Estão no bom caminho.
    Paguem cotas.

    ResponderEliminar

  78. Tudo gente borrada se medo de perder a prisão onde estão.
    Quando derem conta a vida foi-se.

    ResponderEliminar
  79. Eu não tenho culpa a minha mãe não me deixa ir às manifestações...pois ela diz que é perigoso.

    ResponderEliminar
  80. Está informação parece fidedigna...e faz sentido.

    Tal como tinha suspeitado discussão de estatuto apenas para o ano entrada em vigor lá para junho julho ou agosto..


    Isto se não vier crises etc....e será novamente adiado mais um ano a perder dinheiro....

    Quem puder que zarpe daqui para fora isto é um barco a afundar..

    ResponderEliminar
  81. Deixem lá esse tipo ou tipa, a culpa não é dele, mas sim dos pais.
    Anda por aqui e pelas secretarias que não presta mesmo.
    Formação humana nenhuma.

    ResponderEliminar
  82. Os meus parabéns a esta pagina.

    Então hoje venho que esta com ima aderência de malta elevadissima.

    Muita força para que não deixem a causa dos OJ.

    ResponderEliminar
  83. Para a colega cujo o nome é "não prestas" gosto muito de ti és uma fofinha.

    ResponderEliminar
  84. Chama querida, chama

    ResponderEliminar
  85. Marçal, como não acredito que tenhas ido a Fátima, pedir a Nossa Senhora para te iluminar em prol desta classe injustiçada, porque a única coisa que deve dar luz no SFJ é a luz do candeeiro.
    Ora, se não foi por esta causa, temo que tenha sido para pedires perdão, pelo mal que nos vais fazer com a aprovação do novo estatuto.
    Para terminar, atento à minha idade os ossos já começam a dor, mas, apesar desse facto espero nunca esquecer isto que aprendi desde miúdo “O pior que pode acontecer a um homem é vender-se, porque ao vender-se está a vender a própria alma”.

    ResponderEliminar
  86. "Não prestas"" tou apaixonado por ti queres namorar comigo?

    ResponderEliminar
  87. Ah ah ah!
    Que poeta trágico!
    Vocês acham mesmo que mais algum governo vai ceder à vossa chantagem, porque vos convém que nada mude?
    A postura do SFJ é a correta, ja percebeu a irreversibilidade desta restruturação, e acho bem que não tenha discursos irrealistas, só para agradar a um segmento.
    É triste que hajam colegas que se estão completamente a borrifar para a atratividade e sustentabilidade da carreira.
    O trabalho neste momento deve ser garantir um regime de transição justo para todos, reconhecendo o mérito e capacidades de cada um, mas a reforma tem que avançar, doa a quem doer.

    ResponderEliminar
  88. Tem razão senhora dirigente!

    ResponderEliminar
  89. Sim, gaja, sou gaja e gosto de gajas como tu, mesmo sem prestares querida

    ResponderEliminar
  90. Reforma sim, mas que reforma?
    O proprio SFJ anda desnorteado completo há anos, desde o sr fernsndo jorge, e continua não se sabe por quantos anos mais.
    Mas pronto já temos uns papo secos.

    ResponderEliminar
  91. Tem de avançar no as não sai do sítio...

    ResponderEliminar
  92. Para o SFJ cicuta!

    ResponderEliminar
  93. Emílio Marques19/9/24 10:32

    Entristece-me bastante ver que continuamos com a ideia da estrutura remuneratória (fixa e variável, incluindo suplementos), eu sou da opinião que deveríamos ter uma remuneração justa pelo nosso trabalho e deixar-mos de lado essa ideia dos subsídios que mais tarde ou mais cedo começam a ser um empecilho.

    ResponderEliminar
  94. Resolução do Conselho de Ministros n.º 126-A/2024, de 18 de setembro


    Publicação: Diário da República n.º 181/2024, Suplemento, Série I de 2024-09-18
    Emissor: Presidência do Conselho de Ministros
    Data de Publicação: 2024-09-18
    SUMÁRIO
    Declara a situação de calamidade em território nacional por ocorrência de grandes incêndios rurais e determina o levantamento de danos e a adoção de medidas de recuperação e apoio às populações, empresas, associações, infraestruturas e património agrícola e natural afetados

    (…)

    6 - Determinar o reforço dos meios e da atividade de investigação criminal e ação penal em matéria de crimes relativos a incêndios, incluindo ao nível da cooperação, e eventual criação de equipa especial de investigação, envolvendo as autoridades na matéria, designadamente

    o Ministério Público,

    Polícia Judiciária e forças de segurança.<\b>

    ResponderEliminar

Enviar um comentário