As inverdades que grassam na ingenuidade, ou talvez não
Vamos lá à fita do tempo ou às fitas sobre o tempo.
No passado sábado, 19OUT, adiantamos aqui a notícia dada, em exclusivo (porque mais ninguém a deu com a mesma precisão), pela publicação ECO, Economia “online”, na qual ficamos a saber que a revisão da carreira dos Oficiais de Justiça já estava empurrada para o primeiro semestre de 2025, por proposta do Governo.
Durante o fim de semana, entre outros epítetos, a notícia foi (des)classificada como “fake news” e esta página também (des)classificada ao mesmo nível.
Na segunda-feira seguinte, 21OUT, tal como havíamos prometido no sábado, voltamos ao assunto, analisando a notícia e confrontando-a com outros indícios que contribuíam para esse mesmo entendimento da notícia de que o Governo chutara efetivamente para o próximo ano a revisão da carreira.
Perante a apresentação de todos esses elementos e mesmo da fonte da notícia, que ainda não tínhamos divulgado, o Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) tratou de apurar junto de elementos do Governo sobre a veracidade da notícia, designadamente, contactando a própria secretária de Estado que esteve presente na reunião da negociação coletiva com as três plataformas sindicais.
Das diligências levadas a cabo junto do Governo, concluiu então o SFJ que tudo estava calmo, que essa intenção de chutar para o primeiro semestre de 2025 não era verdade e pacificou de novo os Oficiais de Justiça, aqueles que sempre se deixam facilmente amansar.
Obviamente que todos sabem que esta página é impertinente e que mantém tal insolência já há mais de uma década, pelo que, acreditando piamente no relato da jornalista da publicação “online” ECO e não acreditando absolutamente nada na comunicação do Governo, nem mesmo da comunicação prestada via SFJ, solicitamos mais informação à ECO, pedindo que, se possível, nos fornecessem até a própria proposta apresentada pelo Governo na reunião de sexta-feira passada, onde se pudesse verificar se consta, ou não consta, preto-no-branco, a intenção do Governo de passar a revisão do Estatuto dos Oficiais de Justiça para o primeiro semestre de 2025.
Com grande amabilidade e num louvável espírito de ajuda e colaboração, tanto pelo subdiretor da publicação, André Veríssimo, como da jornalista subscritora daquele tão bom artigo, que é exceção no panorama nacional tão formatado, de seu nome Salomé Pinto, prestaram-nos as informações pretendidas e ainda nos facultaram o tal documento apresentado pelo Governo na mesa negocial.
Nesse documento, constatamos claramente que o Governo apresentou na mesa negocial nova calendarização, ali constando, de facto, que a carreira dos Oficiais de Justiça seria para rever no primeiro semestre de 2025. É essa de facto a intenção do Governo expressa no dito documento.
Mas o problema que nos aflige não é o adiamento, é a mentira. Mais mês, menos mês, mais ano, menos ano, para quem espera há cerca de duas décadas é algo já irrelevante, mas para quem já foi enganado tantas vezes, continuar a sê-lo e continuar a acreditar nas mentiras é algo que nos perturba e revolta.
Além do mais, que a revisão decorreria em 2025 já era previsão há muito conhecida e até comunicada pelo próprio SFJ que isso mesmo comunicou imediatamente antes das férias do verão, tendo vindo depois a encurtar o prazo até ao final do ano como mais um tranquilizante em face da desilusão inicial dos Oficiais de Justiça, entretanto acalmada.
A 05JUN, em informação sindical que o SFJ intitulou como: “O primeiro passo está dado, os passos mais importantes para a carreira virão logo a seguir”, o SFJ dava nota do acordo alcançado. Nessa nota informativa afirmava-se a impossibilidade de ir mais além, em face da “posição do ministro das Finanças e do protocolo das negociações em curso”; informa-se ainda da decisão do SOJ em abandonar a reunião e logo de seguida afirma-se que a secretária de Estado da Administração Pública, Marisa Garrido, terá dito que, “sendo aceite a proposta ora apresentada, existirá nova valorização salarial dos Oficiais de Justiça, logo de seguida, aquando da negociação do estatuto.”
Destaca ainda o SFJ em maiúsculas o seguinte: “É importante não esquecer que sem resolução da questão do suplemento, o Governo não iniciaria a negociação estatutária!” E logo no terceiro parágrafo consta que o novo valor do suplemento vai – passamos a citar – “vigorar até à entrada em vigor do novo estatuto, que a Sra. ministra da Justiça pretende ver concretizado antes do movimento ordinário de 2025”. Portanto, antes do Movimento Ordinário que a DGAJ apelida de Movimento de Junho, ou seja, no primeiro semestre de 2025.
Portanto, quando desde junho se anuncia o primeiro semestre de 2025, quando agora se comprova que o Governo, representado na mesma secretária de Estado da Administração Pública, Marisa Garrido, que esteve na reunião do acordo com o SFJ em junho e que esteve na reunião da negociação coletiva em que faz entrega do documento com a menção ao primeiro semestre de 2025, na passada sexta-feira, quando agora vem dizer ao SFJ o que o SFJ diz que disse, isto é, que “O acordo firmado em junho de 2024, tinha subjacente que a pré-negociação estatutária se iniciasse logo de seguida, o que se concretizou, e que o seu términus ocorresse até 31 de dezembro de 2024”, como consta da última nota sindical, quando o que se diz em junho passado não é nada disso, e ainda se diz, na nota desta segunda-feira, que “no seguimento destas nossas diligências, em contacto direto com a Sra. Secretária de Estado da Administração Pública, Dra. Marisa Garrido, foi-nos garantido que não havia qualquer alteração ao estipulado na sequência do acordo de junho de 2024, mantendo-se o calendário acordado para a revisão estatutária.”, perante tudo isto, constatamos que há em todas estas afirmações e informações, incongruências incontornáveis, sendo mais do que certo que nesta embrulhada das inverdades os Oficiais de Justiça são as vítimas subjugadas.
O SFJ diz em junho que se quer concluída a revisão do Estatuto até ao Movimento Ordinário de 2025, no seguimento da reunião do acordo, onde esteve presente a secretária de Estado da Administração Pública, e diz agora que o que estava “subjacente” ao acordo era o término da revisão estatutária a 31 de dezembro de 2024 e a mesma secretária de Estado diz que nada mudou quando apresentou o documento onde consta a mudança.
Não temos a certeza se todos os nossos leitores conseguem acompanhar esta jigajoga, o que é normal, pois não é fácil perceber tanta confusão.
Por fim, fica a seguir a ligação ao documento apresentado pelo Governo, representado pela mesma secretária de Estado que temos vindo a referir, onde consta o chuto para o primeiro semestre de 2025, mas que, segundo a mesma, não é uma alteração ao acordado. Quiproquós indecifráveis, ou talvez não?
Aceda diretamente por aqui: “Proposta do Governo na Negociação Coletiva de 18-10-2024”.

Fontes: “SFJ-Info-05JUN2024”, “SFJ-Info-21OUT2024”, “Comunicado do Governo” e “Eco-Artigo-Calendarização”.
Um agradecimento a este blog pelo cabal esclarecimento. Agora e para que efetivamente não passemos todos por ingénuos, deverá o sfj obter por escrito e por parte da ministra da justiça o compromisso de estar finalizado o estatuto até 31/12/2024. Haja seriedade, de todos.
ResponderEliminarUma coisa fica evidente. Os dirigentes do SFJ continuam a não contribuir para a resolução do problema. São, para mim, usando a expressão de um dos seus dirigentes, os “coveiros” da carreira.
ResponderEliminarOs bois devem ser chamados pelos nomes!
ResponderEliminarAssim, as "inverdades" devem ser chamadas de "mentiras"!
Pois, mas aí entra o velho ditado que sempre ouvi nesta vida:" só erra quem trabalha/faz".
ResponderEliminarJá só faltam 2 meses.
ResponderEliminarParece +- óbvio que não será aprovado até final do ano se ainda nem no BTE foi publicado.
Não se entende a postura do SFJ que teima em atirar areia para os olhos OJ
Os 2 sindicatos juntos não fazem 1.
Está mais que na hora de tirar esta gente de lá.
Uma desvinculação massiva trataria do assunto!
ResponderEliminar
ResponderEliminar25 anos de mentiras
e nós com acordos de papo secos.
aumentos de30€ quando outros levaram 300€! sim 300!
ATÉ QUANDO IRÃO CONTINUAR AS MENTIRAS!
MAIS 25 ANOS??
e o sr fernando jorge anterior lider do SFJ o que fez no seu legado?
foi só os sr marçal?
CARREIRA AFUNDADA!
depois admirem-se que o CHEGA suba!
É embrulhadas atrás de embrulhadas.
ResponderEliminarPenoso, frustrante, triste e revoltante situação, a nossa.
A malta do Norte vai voltar a fazer
ResponderEliminargreve às audiências mediáticas!
Àh valentes! carreira pacificada sr Marçal!
Esta foto é bem reveladora de tudo o que se tem passado. Reparem na postura corporal de todos os intervenientes.
ResponderEliminarO ar altivo e de contentamento das senhoras, como de quem atinge um objetivo, e a postura envergonhada, insegura e comprometida do outro interveniente, que mais parece aquele coleginha da escola sempre com roupa desajustada e que nunca interagiu com uma menina da turma, mas que, de repente, se vê no meio de três porque tem algo que a estas lhe interessa.
E se duvidam disso, vejam as inúmeras vezes que já foi referido pelo primeiro ministro o acordo alcançado, desde então.
O SFJ tem efetivamente seguido uma estratégia e política sindical por vezes errónea, mas uma coisa é certa, avança e faz, não se limita a decretar greves, o pouco que foi conseguido até agora a este sindicato se deve e se ha atitude que valorizo é a proatividade.
ResponderEliminarDecretar greves em cujos avisos está tudo o que gostamos de ouvir é fácil.
Fazer parte da solução é outra coisa.
Solução ??
ResponderEliminarMas que solução?
Em que mundo vive a colega?
È que o SFJ, atendendo aos recentes acontecimentos, não faz parte da solução.
È O PROBLEMA em si !!
O SFJ vai sempre sair mal no final de tudo isto, quando o objetivo deste e dos anteriores governos, é uma reforma profunda da carreira e da organização das secretarias, que não agrada a boa parte dos OJs, já que os vão tirar da zona de conforto, mas com a qual concordo na integra.
ResponderEliminarCirco de Natal 2024
ResponderEliminarExmos. Senhores
Exmas. Senhoras
Reencaminha-se o email infra onde se explicitam os novos procedimentos emitidos pelos SSAP, para a inscrição no Circo de Natal de 2024.
Com os melhores cumprimentos
Digital_PT_4C_V_FC_JUSTICA
cid:image004.png@01D9E1AA.137B5500
Adriana Magalhães
DAGD - Divisão de Apoio à Gestão Documental
email: maria.a.magalhaes@dgaj.mj.pt
TEL +351 217 906 413 - Voip 716 413
Direção-Geral da Administração da Justiça
Av. D. João II, nº 1.08.01 D/E – 13º piso – rio
1990-097 Lisboa
De: SSAP <no-reply@ssap.gov.pt>
Enviada: sexta-feira, 18 de outubro de 2024 13:40
Para: Divisão de Administração de Recursos Humanos <darh@dgaj.mj.pt>
Assunto: Circo de Natal 2024
Exmos. Senhores,
Os Serviços Sociais da Administração Pública (SSAP), tal como em anos anteriores, vão organizar a atividade “Circo de Natal”, destinada a descendentes ou equiparados dos beneficiários inscritos nos SSAP, com idades compreendidas entre os 3 e os 12 anos.
® Informações sobre a Solicitação de Ingressos
Os pedidos de ingressos devem ser feitos pelos beneficiários, diretamente no Portal dos SSAP, entre os dias 22 de outubro e 4 de novembro.
Os ingressos são atribuídos por ordem de chegada, nos termos seguintes:
§ Um ingresso por cada criança com idade entre os 3 e os 12 anos;
§ Um ingresso para o membro do agregado familiar acompanhante
Importante: Os ingressos são limitados e gratuitos
® Calendário das Sessões
ë Lisboa – Coliseu dos Recreios
§ 7 de dezembro às 14h00
§ 8 de dezembro às 11h30
§ 8 de dezembro às 14h00
§ 8 de dezembro às 16h00
ë Gondomar – Super Circo
§ 8 de dezembro às 11h30
§ 8 de dezembro às 16h30
§ 15 de dezembro às
E o que é para si fazer parte da solução?
ResponderEliminarMarcar greves que a maioria não adere, sair das reuniões de trabalho a meio e não apresentar qualquer proposta que mitigue os efeitos negativos da inevitável reforma que se avizinha?
Solução de mentira???
ResponderEliminarhá 25 anos de mentiras??
ResponderEliminarQuem puder que fuja desta carreira.
entrar a ganhar quase o que um Assistente Operacional ganha e aturar o que se atura?
fujam!
Mas alguém já admitiu o erro?!!
ResponderEliminarPelo contrário, muita soberba!
Sim, mas não se pode esperar que fique tudo nas costas largas do Norte!
ResponderEliminarComo por aqui alguém diz - "Comido de cebolada"!
ResponderEliminarA solução era "não parar" como aliás disse o presidente da República!
ResponderEliminarEle disse perante os órgãos de comunicação social que as nossa pretensões eram e razoáveis!
Quanto à greve disse: "Agora é não parar"
Que fez Marçal e o SFJ - Parou!
Fantástico, não é?!!!!
"justas e razoáveis"
ResponderEliminarNão é o SFJ que vai sair mal disto, são os oficiais de justiça!
ResponderEliminarNem mais!
ResponderEliminarSe foi isso que foi acordado com a Srª Ministra, então que seja reduzido a escrito e nos seja comunicado de forma cabal e sem artificialismos...
Caramba, haja seriedade!
Os OJ não têm de continuar a ser um saco de boxe :-(
ResponderEliminarToda a vida ouvi que "para fazer merd@ mais vale estar quieto"!
ResponderEliminarParece um menino do coro...
ResponderEliminarO SFJ avança e faz???
O quê? Merd@ atrás de merd@??!!!
Foi o que disse ontem aqui...a ministra trabalha bem com trocadilhos confirma que se mantém tudo ou seja até junho de 2025.
ResponderEliminarSe mais ninguém alinha, ao menos por cá no Norte não baixamos a guarda até que haja dignidade e ordenados dignos. Não acordos de papo secos.
ResponderEliminarahahah
ResponderEliminarfinais de junho de mais 25 anos?
ahahahh
Será o que vai acontecer muito em breve, de entre os 570 previstos para a carreira.
ResponderEliminarÉ ir acompanhando os 'resultados' passados os primeiros 30 dias, 60 dias...etc.
Uma boa parte vai ter um choque brutal quando perceber a miséria que lhes pagam, face às responsabilidades que lhes são colocadas em cima e aquilo que têm de aturar.
Outros (poucos) vão-se aguentando, com a esperança de passado algum tempo ter o vínculo e sair deste atasqueiro em que ficou a carreira.
E pensar que já tivemos bem...que erámos respeitados...que auferíamos vencimentos ao nível dos funcionários das Repartições de Finanças.
Tudo se perdeu. Tudo...
Uma carreira em que se entra a ganhar quase o mesmo que numa superfície comercial.
Que vergonha é esta a que se atirou a carreira?
Esta classe derivado á baixa instrução e á cultura de assédio instalada nos tribunais... não sabem que tem uma hierarquia própria, as chefias não assumem a sua posição quando for para defender um colega perante magistrados ou administradores.
ResponderEliminarPensam que são os criados e empregados dos magistrados desconhecendo plenamente os seus direitos...
Vivem num clima de medo tentando passar por invisíveis...desconhecendo os seus próprio direitos.
Quando se fala de licenciados não se fala de ser melhores ou piores profissionais, fala-se antes de elevar a profissão em vários níveis como principalmente saber os seus direitos e saberem o cargo que ocupam
O SFJ, mais do que defender trabalhadores, especializou-se em arregimentar associados, nomeadamente através das suas chefias em regime de substituição, e em atacar o outro Sindicato. Isso não é responsabilidade só do Marçal, mas e todo uma turma da pesada que impõe um regime de medo e terror dentro das secretarias.
ResponderEliminarSim, mas não esquecer o dinheirito!
ResponderEliminarTêm de pagar melhor aos OJ!
Ao comentário das 10h17.
ResponderEliminarRefere-se à vontade existente (e que já terei lido inúmeras vezes), de unificar auxiliares e adjuntos, chamando-lhes depois eventualmente um novo nome qualquer, sendo que depois para se conseguir almejar um cargo de chefia só através de condições muito próprias e que deixará uma percentagem incrivelmente grande sempre na mesma, pela dificuldade em lá chegar (cargos de chefia muito limitados)?
Ao OJ das 11.53- só nesta profissão é que há esta animosidade relativamente à exigência da licenciatura nesta profissão. Vêm sempre os mesmos de sempre: trabalhei sempre sem licenciatura, ...porque são filhos de papás, ...porque os dos Registos passaram todos a grau 3 etc! Não veem que isso só elevar a classe a vários niveis. Só querem continuar com as tais promoções para alguns eleitos! Não pode ser!
ResponderEliminarO problema é que essa gente não vê que a licenciatura vai essencialmente contribuir para que existam trabalhos científicos para proteger a profissão.
ResponderEliminarAo mesmo tempo está classe tem que se dar ao respeito, tendo conhecimento do seu estatuto e direitos.
Isso faz -se através de conhecimento...e não trabalhar feito uma fabrica de plásticos que quem trabalha mais sem qualidade é que é um bom
profissional..
Ninguém está contra o quem trabalhou sem licenciatura, mas se está profissão no passado era uma das melhores e passou a uma das piores algo tem que mudar..
Obviamente que sim por isso é que a passagem a grau três é fundamental e benéfico para todos.
ResponderEliminarEntão SOJ em que ponto está a acção contra o concurso??qual o estado da mesma??
ResponderEliminarSolicito informação, ou é só mais uma ação para encher chouriço??
Que raio de advogada é essa a vossa que não sabe que deveria ter intentado uma providência cautelar?
Concordo. Pior que a atitude do governo é a atitude do SFJ.
ResponderEliminarDas 300 nomeações esquisitas...é possível saber quantos são do SFJ?
ResponderEliminarEra só para dizer a um amigo.
È que não sei porquê, (até sei, atendendo a nomeações vergonhosas para a DG), fico cada vez mais com a ideia de que haverá um denominador comum nestes felizes contemplados.
O sorrisinhe marote do Marçal está demais!
ResponderEliminarPois, pelas ações que ganharam até hoje, não deve estar fácil.🫣
ResponderEliminarA estupidez não tem limites - o colega é como uma vítima de viol domestica que recebe maus tratos de um companheiro que deixa ficar para logo se engraçar com um individuo ainda mais violento ou acabado de sair de um EP por ter praticado um crime ainda mais hediondo - dali só se espera coisa pior ... muito pior!
ResponderEliminarAh sim claro!
ResponderEliminarAqui na "minha" Comarca a primeira que pedem é o cartão de sócio!
Do SFJ e do Porto!
Acho que estes mercenários que andam aqui a lutar pela vida e a fazer propaganda de angariação de sócios, tb tinham jeito para trabalhar no Circo Cardinal.
Quando se trata um sindicato como se fosse um partido político, dá nisto, não é Marçal?
ResponderEliminarFaz-nos um favor a todos, pede a demissão, vai para a Lousã e amanha-te lá com os “boys” do partido do qual fazes parte.
Eu posso doar alguns € para tua campanha de angariação de sócios.
ResponderEliminarQuanto?
Apoiado a 200%
ResponderEliminarTanta crítica!!!!! Estou admirado!!!!!!!
ResponderEliminarTemos um homem ao leme que fala bem, escreve melhor, relaciona-se com os supra sumo. É recebido por ministras e secretárias de estado. Tira fotografias com elas, até se apresentando muito bem, gravatinha e tudo.
Agora os labregos da classe que não têm tais dons nem conhecimentos, aparecem a criticar. Quem são eles para criticar?
Quem é o Sr. Presidente da República comparado com o homem do leme, para dizer que a luta deve seguir para um lado, quando o homem do leme diz que é para o outro?
Regina ao comando, já, eu voto.
Não conheço nenhuma carreira comercial que se diga especial.
ResponderEliminarSó isso vale muito sacrifício.
Continuai, escravitos.
Há muito, muito tempo, trabalhei numa fábrica de plásticos.
ResponderEliminarMesmo em frente ao meu posto de trabalho, por detrás duma vidraça, existia um departamento denominado controlo de qualidade...
Tipo: Já me lixaram, e a mais 7000!
ResponderEliminarApoiado a 400%
ResponderEliminarEstá na altura de aparecer quem saiba, sendo de genitália feminina ou masculina!
ResponderEliminarNão, nada disso.
ResponderEliminarÉ mais tipo:
F ... -me bem, o que é que eu agora vou dizer à "malta"?!
E as três estarolas da foto com aquele ar confiançudo de quem já enganaram mais um?!
ResponderEliminarPriceless!!
Nem mais. Não se percebe porque continuam a descontar para essa gente. Que parecem querer fazer novamente ...da pois insistem em assinar de cruz.
ResponderEliminarBem haja(m) quem se dedica ao blog.
para 23.10.2024 às 13:24
ResponderEliminarLimita-te à tua estupidez! também deves achar que a inteligência só calhou para o teu lado.
Por isso somos comidos de cebolada.
Anda escravo, engole que te custa menos.
ResponderEliminarCarreira já foi.
Os vossos descendentes vão perguntar-vos porquê.
eu apoio a milhentos por cento
ResponderEliminarcaso não se demita o melhor a fazer é todos os sócios do SFJ demitirem-se e abandonarem o sindicato por forma a que apenas lá fiquem os seus dirigentes.
ResponderEliminarDeixo aqui um apelo a todos os OJ sócios do SFJ. Abandonem o raio do sindicato enquanto é tempo. Pois estamos sujeitos e que nestes dois meses que faltam para o tal acordo nos sejam infligidos danos que jamais sejam recuperados. Olhem que eu sei do que estou a falar. Preparem-se.
ResponderEliminarAntes não tivesse preço (priceless) mas está-nos a custar 300 paus por mês!
ResponderEliminarÉ muito dinheiro!
O importante é termos saúde!
ResponderEliminarFalares em angariação de sócios releva bem ao que andas. Tu que até bancas colocaste sustentando situações ilegais e que agora voltas a correr a dar formação para apanhar mais uns patos. Realmente vergonha não tens nenhuma.
ResponderEliminarCuidadinho!!
ResponderEliminarAinda leva com uma participação por incitamento ao ódio sindical!!
Muito bem colega, muito bem!
ResponderEliminarEu já fiz a minha parte!
Por acaso também já me questionei sobre isso e lembrei-me depois que em todas as providências o governo invocou o interesse público e os tribunais aceitaram. Portanto talvez tenha sido acertada a estratégia do SOJ.
ResponderEliminaro grande problema é questão com palas daquelas do São Martinho e continuam a achar que estão cheios de razão.
ResponderEliminar"que estão"
ResponderEliminarSim, andam por aqui comentaristas e "opinion makers" do SFJ, mas os tempos mudaram, e os OJ começam a ver a verdadeira face dos visados!
ResponderEliminarSOBERBA (pensam-se superiores aos outros).
ResponderEliminarse é o homem do leme, é muito fraquinho.
ResponderEliminarQuer aportar no Brasil e chega ao Japão.
Basta. Com este Homem do Leme só se chega a poro errado.
A estrutura, (que tem muita gente, como todos sabemos), deve ter escalado alguns para a terefa.
ResponderEliminarQue tristeza ninguém fala no tempo de serviço congelado. Esse é um problemas a discutir rapidamente.
ResponderEliminarTem toda a razão, não se percebe o silêncio quanto a esse assunto.
ResponderEliminarÉ verdade...
ResponderEliminarO tempo congelado é algo importante porque se reflete diretamente nos escalões remuneratórios.
Isto sem contar com a questão de ser algo, obviamente, de inteira justiça a sua recuperação integral.
Custa a entender a diferença de tratamento no seio da Administração Pública.
Que valentes rasteiras as que têm sido passadas a esta carreira...
Eu vi logo que me ia arrepender de dar troco a otários ...
ResponderEliminarEheheh!!!
ResponderEliminarQuem é que vai reivindicar isso?
A grande maioria que já está no último escalão?
No outro dia vi na televisão uma professora que estava a receber o novo subsídio mas que tinha aderido a uma greve em solidariedade a uma outra que não o estava a receber só porque lecionava num agrupamento uns quilómetros ao lado daquele em que estava colocada e eram da mesma zona de origem.
Conhecem algum OJ que tivesse hombridade para uma atitude dessas?
Eheheh!!!
A nata está no último escalão, o sindicato está pouco preocupado com essa situação....
ResponderEliminarHá muitos que ainda iam ganhar alguma coisita!
ResponderEliminarE é de toda a justiça!
Iriam sempre contar com a oposição dos que já estão no último escalão, só porque não iriam ganhar nada com isso.
ResponderEliminarEntendam que a mesquinhez da própria classe é que está a impedir a reivindicação do tempo de serviço congelado, muito para além da inércia dos sindicatos.
Notícia SIC sobre concurso OJ:
ResponderEliminar"A maioria dos candidatos - 75% - tem uma licenciatura na área do Direito, mas há também quem venham dos cursos técnicos de Serviços Jurídicos e Superior de Justiça.
Em comunicado, o Governo afirma ainda que conta ter o novo Estatuto dos Funcionários Judiciais pronto no próximo ano.
O Ministério da Justiça fechou, em junho, um acordo com o Sindicato dos Funcionários Judiciais, para a revisão do estatuto destes profissionais, com o intuito de pôr fim às sucessivas greves no setor, prometendo também o aumento do suplemento de recuperação processual dos funcionários judiciais.
Agora, o Ministério da Justiça refere que espera que os trabalhos de revisão do estatuto fiquem concluídos “até ao final de 2024”.
A expectativa é a de que o novo Estatuto entre em vigor em 2025”, conclui a tutela. "
75% de licenciados em direito!
ResponderEliminarPois é...
A mudança está a caminho.
Acho que será evidente para as centenas de licenciados que vão dar entrada nos serviços, quem efetivamente defende uma mudança profunda da carreira ou quem tem andado a fazer tudo para contrariar o vento da mudança.
ResponderEliminarTanto ano ao estudar, para não exercer direito. Tanto ano a estudar, para andar a tirar CRC´s, atender público, fazer julgamentos e a ter opinião que não vale um chavo para os restantes.
ResponderEliminarQue desperdício !!
Que expectativas terá esta gente?
Julgarão que vêm para aqui fazer análise legal? Dar pareceres??
Quando souberem que estão ali para fazer o que lhes mandam e não para opinar, até choram de arrependimento.
Tu tens noção do cargo k ocupas? A desprezar a profissão que exerce? tás preocupado com os outros mas não contigo?
ResponderEliminarQue mentalidade de escravo que tens .. não tens culpa não sabes as funções que desempenhas de alta responsabilidade