É possível começar já hoje o fim-de-semana e voltar na próxima terça-feira
Divulgamos ontem a greve para a próxima segunda-feira, dia 04NOV, para todo o dia, convocada pela FESINAP e divulgamos também os serviços mínimos que o colégio arbitral fixou.
Observamos que os serviços mínimos, são isso mesmo: mínimos e, embora prendam alguns, não prendem todos, pelo que a esmagadora maioria dos Oficiais de Justiça pode aderir perfeitamente a essa greve depois do fim de semana com feriado.
Mas o fim de semana com feriado pode começar antes, bem antes, logo amanhã e, ou, depois de amanhã, obviamente sem prejuízo de começar já esta tarde.
Às quartas-feiras, há greve de dia inteiro do SOJ, como sempre sem serviços mínimos, e nesta próxima quinta-feira, 31OUT, há uma outra greve de dia inteiro e esta também não tem serviços mínimos nenhuns. ATUALIZAÇÃO: afinal esta greve do STTS do dia 31OUT acaba por ter serviços mínimos - comunicados de véspera. Nota: a greve do SOJ de todas as tardes sem serviços mínimos não deixa de existir.
A greve de todo o dia da quinta-feira está convocada pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Serviços e de Entidades com Fins Públicos (STTS). Este sindicato representa todos os trabalhadores em funções públicas, como claramente consta do seu aviso prévio de greve e do seu Estatuto (artigo 3º), pelo que todos os Oficiais de Justiça podem ser representados também por este sindicato, em alternativa aos dois (SFJ e SOJ), podendo a ele associar-se. Mas, independentemente de se associarem ou não, a greve convocada por esta associação sindical abarca todos os Oficiais de Justiça, sejam associados deste ou doutro qualquer sindicato, ou de nenhum.
Assim, vamos recapitular o calendário das greves para esta semana.
– 29OUT, terça-feira: greve do SOJ à tarde (sem serviços mínimos),
– 30OUT, quarta-feira: greve do SOJ para todo o dia (sem serviços mínimos),
– 31OUT, quinta-feira: greve do STTS para todo dia (com serviços mínimos),
– 01NOV, sexta-feira: feriado nacional (sem tribunal de turno),
– 02NOV, sábado (com tribunal de turno e greve do SOJ a partir das 13H30),
– 03NOV, domingo e
– 04NOV, segunda-feira: greve FESINAP todo o dia (com serviços mínimos).
Com este panorama, é possível fazer um fim de semana a começar já hoje à tarde e voltar só na próxima terça-feira.
Claro que um fim de semana assim tão grande representa realizar, pelo menos, três dias de greve e nem todos se podem dar ao luxo de acrescentar este corte. No entanto, haverá muitos que o podem fazer e, por isso mesmo, aqui fica o calendário para que o possam fazer, especialmente aqueles que estão deslocados e distantes da sua área de residência.
No passado dia 20OUT, publicamos aqui um artigo intitulado: “Oficiais de Justiça vão poupar dinheiro em viagens”, onde abordamos o novo passe ferroviário verde que permite aos Oficiais de Justiça deslocados poupar muito dinheiro em viagens.
Por exemplo: uma viagem no comboio intercidades entre Lisboa e Porto custa à volta de 27 euros cada. Portanto, um fim de semana custaria 54 euros só para o comboio. Em quatro fins-de-semana, a despesa seria de 216 euros. Ora com o novo passe ferroviário verde todas essas viagens ficam por apenas 20 euros, passando a permitir que os Oficiais de Justiça que não se deslocava todos os fins-de-semana, devido aos custos, o possam fazer, poupando, ou deixando de gastar, em viagens, no caso do exemplo, cerca de 200 euros por mês.
Quem está nesta situação, ou numa situação similar, em face do que vai poupar por mês, pode perfeitamente compensar aderindo às greves.
Como é sobejamente conhecido, o estado de espírito dos Oficiais de Justiça é atualmente de uma grande perturbação, desalento e frustração, concretamente com o estado da sua carreira e das pseudo ou putativas negociações.
Por isso, toda e qualquer oportunidade de vincar o seu protesto, ainda que individual e solitário, e, ao mesmo tempo, podendo conciliar com descanso e alívio do stresse diário, este dois em um constitui uma atitude perfeitamente justificada e até muito necessária para o equilíbrio e harmonia psíquica de cada um, podendo avançar sem qualquer tipo de remorsos.

Fonte: “STTS” e “FESINAP”.
Bye bye
ResponderEliminarAuf Wiedersenhen
Au revoir
Addio
Tot ziens
ADEUS
E depois do adeus..."!
ResponderEliminarMini férias!
ResponderEliminarOntem comentou-se por aqui sobre eventuais demissões no SFJ!
ResponderEliminarSerá tudo fake news?
Remorsos será tudo o que me ficará deste combate.
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ResponderEliminarViva a pacificação do acordo papo seco.
Ninguém diz à ministra e directora da dgaj que há pacificação?
Porque amanhã, sabes bem
ResponderEliminarÉ sempre longe demais ..!
Quem aceder a este blogue fica bem com a noção do grau de convicção com que os OJs aderem a greves.
ResponderEliminarAcho que a maioria nem faz ideia do que se reivindica.
Enquanto outros se manifestam nas ruas até conseguir o que querem, aqui vai-se de férias.
Depois admiram se que o governo faça ouvidos moucos e agradeça a poupança.
Vivemos num mundo desigual, transformado numa “aldeia global”, em que a riqueza produzida não é distribuída com igualdade ou sequer constitui incremento patrimonial a quem contribui para o seu aumento.
ResponderEliminarAssim, cada vez mais, empobrecer a trabalhar parece ser uma fatalidade.
Ontem fiquei estupefacto com as considerações abjetas que já não são inéditas numa "esfrega" pelo poder mundial, referindo-se a um determinado país como uma "ilha de lixo".
ResponderEliminarPor cá, embora não o digam abertamente, há muito boa gente que tem as mesmas considerações sobre as denominadas "ilhas" ou "guetos" para onde a sociedade vai atirando as pessoas desprovidas, desfavorecidas muitas vezes pela circunstância da vida, pelo facto de terem nascido num lugar ou até, tão somente e apenas, de ali viverem são logo ostracizados e o elevador social não funciona está constantemente avariado.
Eu que não sou pessoa de cor, mas tenho cor, sou caucasiano, mas sinto-me "negro" interiormente, e a luz que irradia da minha pele é falsa, no sentido de que não resplandece o que sinto.
Se eu me sinto assim, fará todos aqueles que vivem nestes lugares, e cuja cor é homogénea, na que se vê e dá a conhecer e na outra escondida e reservada no interior.
Há muita, mas mesmo muita boa gente, almas boas e pessoas bonitas no seu todo, são autênticos anjos, muitas delas a lutar diariamente para que não falte um prato de sopa às suas crianças.
É certo que há muita gente má que se aproveita desta gente boa, e a maior parte está na política, são pessoas que os ostracizam, que não querem a sua inclusão social, que partem de uma conceção de que estão destinados a limpar os sítios onde pousam os seus "cus", ou então aderem às suas causas como um parasita se agarra aos seu "hospede", alimentando-se do mal que lhe está agarrado à sua pele, mas mordendo-lhe aqui e ali também e logo que perece partem deixando-o jazido e abandonado como um dejeto na rua de que ninguém se abeira e todos se afastam como se de uma praga se tratasse.
Ontem e hoje falam-se de greves e mais greves, em cima de mais greves.
Eu, como não podia deixar de ser, concordo com as greves quando estas se servem não a uma instrumentalização político partidária de luta, sabendo-se que nela radica uma intenção de mudança de políticas administrativas, mas áquilo que está na sua génese, a luta pelo equilíbrio na relação de direitos e obrigações estabelecidas entre trabalhadores e entidades empregadoras.
Ora, estas lutas inócuas, que perduram algumas há muitos meses, anos até, começam a ser ridículas e prejudicam cada vez mais aquelas pessoas que falei no início do texto.
Sim, prejudicam quem trabalha e se esforça por um prato de comida de forma honesta na sua mesa, para satisfazer e saciar as necessidades das suas crianças, o seu futuro que, curiosamente, é o nosso futuro também.
Esta semana ressurgiram as greves na CP e eu pergunto-me porquê? Sim, porque é que acontecem se houve tanta cedência, quer pelo anterior quer pelo atual Ministério? A resposta precipita-se: é a longa mão de um determinado partido que encurtando a semana de trabalho crê ter uma maior adesão para paralisar uma grande parte do país.
Pois bem, esses movimentos políticos que dizem defender os desfavorecidos, acabam por enveredar por lutas que os desfavorecem cada vez mais. É só ir a uma estação de camioneta, de comboio ou metro e ver o caos, a preocupação nos olhares de quem quer trabalhar e não o vai poder fazer e sabe que trará consequências para o que põe na sua mesa ao final do dia.
Concluindo, eu não enjeito as lutas e a greve é uma forma de luta por melhores condições, mas abomino o que está a acontecer e a minha leitura, o que a vida já me deu a conhecer, leva-me a acreditar que chegou a crise de valores e esta é a pior crise que podemos ter.
ResponderEliminarTenham vergonha e deixem de decretar greves por dar cá aquela palha, estas devem ser a último rácio, o recurso equivalente a uma bomba atómica, só usado quando tudo estiver perdido pois já não há nada de bom que possa escapar.
Sou, por isso, profundamente contra as greves sistémicas e enraizadas numa administração pública que nada quer saber dos mais desfavorecidos, apenas de si, daqueles que acha que o são relativamente aos demais funcionários públicos mas que na verdade até estão bem melhor que muitos outros - devemo-nos pautar por quem está acima, é certo, mas nunca por nunca esquecer quem está abaixo.
Acabem com a porcaria das greves de eleição (aquelas que se fazem por dar jeito ...) e quando se decidirem a uma verdadeira greve, despida de outras intenções, contem comigo e com muito que pensam como eu.
Se só agora descobriu isso, que muitos lutam por outros tantos que nada querem saber ...e que isso é uma adversidade da vida , então é porque é novo ou vive para lá daquele rio sem existência real mas que na verdade parece existir e delimita os que estão dentro e os que estão fora de um determinado mundo, de uma determinada forma de viver.
ResponderEliminarAcorde! Se há uns poucos verdadeiramente interessados em resolver os problemas há muitos outros preocupados com o seu umbigo, com a sua "vidinha" e não quer saber das suas lutas, apenas quer saber de si mesmo e está-se marimbando para tudo o resto.
Porque é que acha que o mundo está como está?
Quando se derem conta de que sem organização nada funciona, que só há respeito de houver uma "autoridade" reconhecida e não imposta, que a todos proteja (uns dos outros e às vezes até de si próprios).
Estas greves são aquilo que denomino de "lutas de luxo" fazem-se porque sim, talvez por dar jeito, talvez por preguicite, talvez por se acreditar ... mas muitas vezes apenas porque alguém disse para se fazer ... de uma forma natural, como quem diz "olá!" ou "bom dia!" e já nem se questiona que, por ser grave, a greve não pode ser banalizada e que a suceder assim perde a sua força, que se esbate à medida que é mal utilizada, sem fundamento bastante ou razão compreensível que a sustente.
Indignado ... mas não enganado sobre as "cousas" deste mundo ingrato.
Mais importante do que falar em greves, no dia de hoje, é saber se sai fumo branco da chaminé da sede do SFJ, a anunciar a ida do Marçal para a Lousã.
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ResponderEliminarA sede do SFJ não tem chaminé...
ResponderEliminarMais hora e meia e lá vou eu porque... POSSO!
Posso... porque a minha esposa tem um emprego bem remunerado no Ministério da... Justiça!
Saia ou fique o Marçal ou entre a Leopoldina ou o Asterix, enquanto os colegas acharem que lutar por direitos é aproveitar greves para ir para o Halloween, ou estejam orgulhosos em missão na sala do processo BeS, sabemos o que nos espera.
ResponderEliminarAcho que está mais do que na altura de mudar as lideranças quer do SFJ quer do SOJ, dada a ineficácia de ambos, mas é evidente que isso não será suficiente.
"Por isso, toda e qualquer oportunidade de vincar o seu protesto, ainda que individual e solitário, e, ao mesmo tempo, podendo conciliar com descanso e alívio do stresse diário, este dois em um constitui uma atitude perfeitamente justificada e até muito necessária para o equilíbrio e harmonia psíquica de cada um, podendo avançar sem qualquer tipo de remorsos."
ResponderEliminarRespondo só com esta citação do último parágrafo do blogue.
Para mim bastaria, mas vou ficar em casa por outras coisinhas mais que a DGAJ me tem feito e assobiado para o lado, como por exemplo tratar-me na qualidade de cidadão de segunda pagando-me vencimento inferior à grande maioria dos que estagiaram comigo.
Desculpe, Ministério da ... inJustiça!
ResponderEliminarTudo mentira!!!
ResponderEliminarSão fuck news divulgadas por quem não tem nada para fazer!!
Já cá faltavam os bem instalados de plantão que apenas tentam demover os colegas de aderir as greves!!
ResponderEliminarEu só não faço mais greves porque a minha ainda não permite. Mas está quase ...
E quando a vidinha me permitir hei-de fazer todas as greves e mais algumas pois estas pessoas que estão na dgaj e no ministério não merecem nada!!
Por falar em chaminé, estamos quase no Natal e o sindicato ainda não informou nada sobre o circo ...
ResponderEliminarO seu caso é um exemplo, flagrante, do comentário que comentou ... cada um a olhar para o seu umbigo e tantos outros com um comportamento semelhante ao das baratas tontas ...
ResponderEliminarContra o roubo do tempo de serviço congelado ( tanto dos 6 como dos 8 anos).
ResponderEliminarContra o escamoteamento da idade da reforma.
Contra as interinidades perpétuas.
Contra os papos secos por 300 paus.
Contra as novas subtrações que se anunciam...
A favor da saúde mental.
Chronus 0.
Mas há stress na liderança do SFJ??
ResponderEliminarQue há um evidente mal estar nas estruturas intermédias já todos sabemos mas geralmente quem anda muito próximo do "grande" líder só anda ali a dizer que sim...
Não há espirito critico e quem ousar criticar fica na lista negra.
Há uns anos um colega nosso que trabalhava no mesmo juízo que eu foi a uma reunião do SFJ (penso que andou pouco tempo nas aventuras sindicais) e quando regressou da tal reunião contou aos colegas que numa votação qualquer sem interesse nenhum onde todos ou quase todos votaram a favor, quando a mesa perguntou quem se abstinha, ele levantou-se.
Contou que se absteve na tal votação, não porque concordava ou não com a deliberação que não era nada de especial mas até mais por graçola porque ficaram todos sentados e ele foi diferente.
No final da tal reunião, vieram ter com ele, dois ou três dirigentes num tom que não lhe agradou e perguntaram-lhe o motivo da "tal comportamento" até porque tinham combinado previamente votar todos em conjunto para mostrarem união.
Não vejo o colega há muitos anos, espero que esteja bem e nunca mais me esqueci desta história.
CONTRA ISSO TUDO e a favor do ressarcimento por parte dos Sindicatos aos sindicalizados que fazem greve. Na carris pagam-lhes o dia !!!!!
ResponderEliminarSe for assim como o colega diz !...
ResponderEliminarÉ pouco à moda de Josef Stalin, não é?!!
há dúvidas ...
ResponderEliminarSe a burrice pagasse imposto ... alguns de nós viviam bem melhor!
ResponderEliminarNão sei da proveniência de muitos dos nossos colegas, se calhar não conheceram outros serviços, não passaram pelo setor privado ou foi mesmo a primeira experiência de "trabalho".
Sei é que uma parte significativa é desprovida de interesse na carreira de existência de vida coletiva, serão ermitas na forma de estar e de trabalhar e não querem saber dos outros ou, melhor dizendo, só querem saber de si.
Talvez por isso, tendo o Exmo Sr Presidente do SFJ sido eleito de entre todos os outros (onde eu não me incluo) há de ser uma amostra desses associados de tal sorte que esta pessoa é a imagem daqueles que representa e que os elegeram.
A falta de cultura democrática e, mais que isso, de bom senso é comum em muitos de nós e se para muitos a vida corre bem assim – nomeadamente para aquele que convivem muito bem com a arbitrariedade e as injustiças, enfim com o desgoverno – para muitos outros a vida só pode correr mal, muito mal aliás – pois que o tempo tudo devora, até a esperança, e tudo se precipita, até a finidade da vida e com ela o medo da morte e do tormento surge como preocupação maior esquecendo os amargos que passaram no trabalho.
Assim, por estes dias, muitos de nós desiludidos e defraudados já não acreditam em mudanças.
O quadro experiente dos Tribunais desapareceu, a chama que outrora alumiava caminhos tende a desvanecer-se e é cada vez mais ténue, quase sem chama, e o pavio está no fim.
Como escreves sob anonimato podes dizer as asneiradas que te apetecer porque nunca vais prestar contas. Mas no fim de contas tudo o que dizes é m..rda
ResponderEliminarE o anzol.
ResponderEliminarJá não há nada aqui debaixo do sol.
São uns bons dias para umas pescarias.
Pena eu já não conseguir subir para o barco, quanto mais morder o dito cujo.
Já só me reta mesmo fugir!
o anonimo a mandar vir contra outro anonimo...
ResponderEliminarIsto aqui parece o circo cardinali, com a agravante que so existem ursos e palhaços,
Parece que os outros artistas foram para o circo chen...
Até os eleitos deveriam fazer uma introspecção e perceber se têm o que é preciso para ocupar determinados cargos.
ResponderEliminarClaro que reconhecer a sua incapacidade não é fácil e exige uma natureza humilde.
Em democracia os eleitos também devem prestar contas, e perdem a legitimidade quando assinam acordos para os quais não estavam mandatados.
Uma democracia, quando se faz o que se quer e não se presta contas vira uma ditadura.
Digo eu.
Reconhecer a incapacidade e a falta de resultados não é uma vergonha
"Au revoir" 🌹🌹🌹🌹
ResponderEliminarTic Tac...!
ResponderEliminar⏰⏳✌️🌹🌹🌹
Sabem o que é ironia? Vão ao dicionário.
ResponderEliminarNinguém afirmou nada, ouviu comentar, a quem? P próprio adorava ter sido ao Marçal, mas não.
Esclareço, foi um comentário num sonho, em que o SFJ realmente funcionava. Porém , não funciona uma vez que os membros dos órgãos colegiais apenas querem forma de não trabalhar, não ter horários e fazer o que lhes apetece.
Passar cavaco aos sócios, que é isso
não funciona, apenas é uma espécie de armazém de gente que odeia trabalhar
Relativamente ao SFJ.
ResponderEliminarDeixei de ser sócio a partir do momento em que apercebi, termos sido burlados pela tutela apadrinhada pelo Marçal, uma vez que, A HAVER, novo estatuto, só, talvez, em 2025.
Nesse mesmo dia, pela manhã, fiz o que tinha a fazer e que muitos outros deveriam ter feito , deixei de ser associado.
Se continuasse só tinha uma alternativa, juntamente com outros tentar eleições e arranjar gente transparente e que se importe com a classe.