O abuso local com a imposição de mais serviços mínimos
Há comarcas, e recebemos informação e mesmo cópias de despachos completos nesse sentido, que, para a próxima greve do dia 04NOV (e, nalguns casos, já não é a primeira vez que ocorre), estão a indicar, para além das unidades que tramitam os processos dos serviços mínimos (com competência criminal e de família e menores), uma unidade a mais que, embora não tramite os processos dos serviços mínimos, é apontada como necessária e talvez como esquecida.
Trata-se da Unidade Central, mas isto apenas nos núcleos onde existe de forma diferenciada, com Oficiais de Justiça afetos em exclusividade a este serviço, estando a ser indicados mais um Oficial de Justiça por secção para assegurar os serviços mínimos também nesta Unidade.
Há comarcas onde nem despacho há, há apenas nomeação direta, pelo que nestas nem sabemos a motivação, o que para o caso também não interessa, mas onde há despacho, há uma justificação escrita e vai a seguir um extrato:
«Há, contudo, outras unidades orgânicas que não possuindo competência para tramitação processual, estão, todavia, providas de competência material exclusiva para praticar determinados atos imprescindíveis ao asseguramento dos serviços urgentes e essenciais. Inserem-se neste contexto as Unidades Centrais, sobre as quais poderão surgir opiniões dissonantes, todavia, é n/ entendimento que o serviço prestado nestas unidades é de tal forma essencial e relevante para a garantia dos serviços mínimos que, caso não seja cabal e eficientemente prestado, poderá condicionar ou mesmo impedir a prática de atos e diligências de serviço urgente e essencial, nos demais Juízos e Serviços.»
Note-se bem que a decisão do Colégio Arbitral é a decisão derradeira que prevalece sobre quaisquer outras considerações e opiniões, mesmo que a decisão seja incorreta, o que tantas vezes se considera, mas é, no entanto, a decisão a acatar na sua estrita medida.
No caso em apreço, desta greve de 04NOV, a decisão até foi tomada por acordo com a própria Direção-Geral da Administração da Justiça (DGAJ), isto é, a própria Direção-Geral não quis mais do que aquilo que ficou estabelecido, portanto, não quis Unidades Centrais a assegurar serviços mínimos. E agiu bem a DGAJ, porquanto, também aos sábados, nos tribunais de turno, não se indica nenhum Oficial de Justiça para assegurar o serviço da Unidade Central e o problema é precisamente o mesmo dos dias de greve com serviços mínimos.
Atente-se que, com isto, não estamos a considerar que a Unidade Central é dispensável, seja nos serviços mínimos, seja nos turnos aos sábados ou feriados, nada disso, isso é outra questão a apreciar noutro momento, o que aqui nos traz hoje é apenas a consideração de que a decisão do colégio arbitral é, para alguns, errada, ou incompleta, e, por isso, decidem alterá-la, decidindo coisa diferente da que ficou decidida.
Para a composição do colégio arbitral não são chamados secretários de justiça nem administradores judiciários, mas, em nome destes, está lá um representante da DGAJ.
Seja o que for que se decida para uma greve pelo colégio arbitral, ainda que se decida de forma errada, é o que há e a forma de reagir contra tal decisão é a impugnação dessa decisão em tribunal, tribunal esse que há de apreciar se a decisão do colégio arbitral está correta ou incorreta, como, aliás, tantas vezes tem sucedido e estando até, neste momento, pendentes de decisão impugnações da DGAJ sobre a ausência de serviços mínimos das greves do Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ), tal como decidiu o colégio arbitral e mal, na opinião da recorrente DGAJ que também não veio indicar os serviços mínimos, corrigindo ou complementando a decisão do colégio arbitral.
Note-se bem: a DGAJ considerou a decisão do colégio arbitral relativamente às greves do SOJ como errada, mas acatou-a, ao mesmo tempo que a impugnou em tribunal. É esta a ordem num Estado de Direito, acata-se e, discordando, impugna-se, não se decide por cima da lei, nem, tão-pouco se começam a incendiar coisas nas ruas, fazendo tábua-rasa do Estado de Direito Democrático, passando a incendiar aquilo que achamos que devemos incinerar, seja um contentor, seja uma decisão perfeitamente legal sobre uma greve.
Ora, não havendo impugnação, não havendo uma decisão de um tribunal que altere a decisão arbitral, mais ainda, tendo até a mesma decisão sido obtida por acordo de todos, surgir seja lá quem for decidindo de forma diversa, por muita razão que possa ter, não deixa de constituir uma barbaridade e um abuso.
Às administrações locais apenas cumpre indicar os nomes dos Oficiais de Justiça que assegurarão o serviço mínimo de acordo com a decisão de serviços mínimos, nada mais do que isso; nomes, tão-só nomes, sem se arvorarem em legisladores ou decisores acima da lei.
O despacho que citamos continua assim:
«Na verdade, parece-nos que não existirão motivos suficientemente válidos e com força imperativa bastante para desobrigar que as comunicações com conteúdos considerados urgentes [tutelados pelas sobreditas normas] remetidos para as Unidades Centrais, por e-mail, fax ou outra via, não sejam devidamente tratadas e encaminhadas, inclusivamente através de distribuição, sendo caso disso, para as unidades de destino.»
E continua:
«Com efeito, dado o elevado volume de e-mails e faxes que diariamente são rececionados nos endereços eletrónicos das Unidades Centrais, bem como a especificidade e a complexidade das funções exercidas nas mesmas, torna-se imprescindível que o serviço urgente seja garantido e assegurado por oficiais de justiça dessas Unidades. A não ser assim, além de ocorrer falta de solidariedade entre colegas, verificar-se-ia uma enorme sobrecarga de trabalho e de responsabilidades sobre os oficiais de justiça designados nas outras unidades orgânicas materialmente competentes para assegurar o serviço urgente e essencial, ónus que, por outro lado, não deixam de ser incompatíveis com a especialização material, ainda que forçada, a que estão sujeitos os oficiais de justiça dos núcleos... [com secções próprias da Unidade Central].»
Evidentemente que, para além das secções da Unidade Central que estão autonomizadas, há muitos núcleos no país que, embora não detenham uma secção autónoma da Unidade Central esse serviço está afeto, em exclusividade, a determinado ou determinados Oficiais de Justiça ou, quando não em exclusividade, está repartido entre alguns, mas não por todos.
Ora, é líquido que nesses locais, embora não haja instalações em separado do pessoal afeto ao serviço de Central, há, no entanto, pessoal que, de facto, está afeto ao serviço de Central, ainda que não esteja separado por parede ou armários. Por isso, também estes, ou nenhuns, deveriam ser considerados na tal alegação de, pelo menos, de “solidariedade”, como se lê no despacho citado.
Só nos resta concluir que, estas decisões sobre o acréscimo de pessoal para os serviços mínimos são abusivas, são contraditórias e incongruentes, não estão de acordo com as previsões legais, portanto, serão ilegais, e, por fim, sempre se dirá que só se preocupam com os dias de greve, mas não com o serviço de turno, aos sábados ou aos feriados quando sucessivos ou coincidentes com segundas-feiras, dias estes para os quais já não faz falta ninguém das centrais, porque é pago e não é apenas uma imposição sem acréscimo remuneratório advinda de uma arbitrariedade qualquer.
Gostaríamos muito de ver os mesmos arvorados decisores a exarar despachos idênticos para os dias de turno e assim nos calar de vez.

Só tem de se reportar os abusos a quem de direito, levando os responsáveis por esses abuso à justiça!
ResponderEliminarBem sei que alguns dizem que isto não dá em nada, mas não é bem assim!
É preciso não tolerar o abuso, por mais pequenos que seja, que não é o caso!
Bom dia,
ResponderEliminarRui Reininho/ GNR canta assim:
Adoro o campo as árvores e as flores
Jarros e perpétuos amores
Que fiquem perto da esplanada de um bar
Pássaros estúpidos a esvoaçar
Adoro as pulgas dos cães
Todos os bichos do mato
O riso das crianças dos outros
Cágados de pernas para o ar
Efectivamente escuto as conversas
Importantes ou ambíguas
Aparentemente sem moralizar
Adoro as pêgas e os pedrastas que passam
Finjo nem reparar
Na atitude tão clara e tão óbvia
De quem anda a engatar
Adoro esses ratos de esgoto
Que disfarçam ao 'dealar'
Como se fossem mafiosos convictos
Habituados a controlar
Efectivamente gosto de aparência
Imponente ou inequívoca
Aparentemente sem moralizar ...
E a esta situação, podem somar a recusa em conceder o artº 59º, mesmo com comunicação da chefia direta de que não compromete o serviço. Torcem e retorcem os conceitos, as leis e as ideias, para fcar bem vistos na cúpula.
ResponderEliminarEsta gente esquece quem foi e quem é, vende-se em troca de de umas centenas de euros.
Está o pais pejado deles.
ResponderEliminar"Gostaríamos muito de ver os mesmos arvorados decisores a exarar despachos idênticos para os dias de turno e assim nos calar de vez."
ISSO MESMO!
DÉSPOTAS!
GREVE SEMPRE! ATÉ QUE A ESCRAVATURA TERMINE!
ResponderEliminarSe calarmos é que não dá em nada mesmo!
59 em greve?
ResponderEliminarUma chefia dizer que o serviço está assegurado em dia de greve tem muito que se lhe diga.
Quem o assegura?
A própria chefia que faz essa declaração, restringindo o seu direito à greve?
Ou mente?
Mas quem falou em greve?
ResponderEliminarNão basta ler. Há que perceber....
ora,
ResponderEliminarVENDIDOS MESMO!
Mas vão morrer na mesma e o legado que deixam já se sabe qual é!
Muitos farão parte dos tais 300.
ResponderEliminarExatamente por não terem espinha é que foram escolhidos.
Essa declaração vale o que vale.
ResponderEliminarConheço casos até de chefias que são delegados sindicais de sindicatos que decretaram a greve, e que declaram que o serviço está assegurado mesmo sem servicos mínimos.
No dia faz greve e pode lá estar alguém ou não.
Resumindo:
ResponderEliminarMuitos de nós são uns autênticos "vendidos", que fazem conceções aos seus princípios, apenas porque lhes dá jeito, vendem-nos como quem vende o corpo franzino e angelical sem que o seja para consumar os prazeres da vida, mas apenas para garantir a sua sobrevivência.
Não sabem eles que contribuem para a sua própria extinção, que a subserviência cega, a leis injustas, sem as colocar em causa, assim só porque têm a inerente "força de lei" pode levar a um destino que já se conheceu.
Na Alemanha Nazi, obedecia-se cegamente à lei, apenas por ser lei, e como tal tinha de se cumprir mesmo que tal implicasse a prática de um crime hediondo.
Por cá, parece haver quem queira vestir a roupa de legislador e atrever-se ainda mais que aquele na feitura da lei ao interpretá-la a gosto e conveniência.
Lembro de um professor que me dizia, saber interpretar não é saber ler, embora uma coisa implique a outra.
E nas situações aparentemente ambíguas, só existe a sua aparência, pois que se o "Apóstolo" (=Lei) não esclarece suficientemente, então acudia-se sempre a Deus(= aos princípios gerais).
Então não é que agora, parece haver um microcosmos em cada uma das 23 comarcas ... em que cada um lê e interpreta a gosto, as leis da República ???
E não há quem ponha mão nisto?!
Onde é que está a Procuradoria da República representada nas 23 Comarcas ?
ResponderEliminarNão terão os seus representantes uma palavra a dizer sobre o assunto?
Porque é que os - ambos - Sindicatos não interpelam a Procuradoria Geral da República (PGR) sobre os documentos produzidos pelas equipas (órgãos) de gestão das Comarcas, feitos com a suposta complacência dos senhores Coordenadores ?
Porque é que não se questiona - nas situações em que tal se impõe - as reações a atuações menos conseguidas desse ponto de vista e que, no limite, podem até "roçar" quiçá ultrapassar os limites legais?
Porque é que a sociedade atual age como se não vivesse em democracia e convive com a inércia nos momentos em que se reclama mais vigor e dinamismo na atuação?
Porque é que somos tratados como súbditos e não como pessoas com direito de opinião e de decisão ???
Para a semana é novembro e o projeto do Estatuto está algures aprisionado numa gaveta do mobiliário ocupada pela anterior equipa ministerial e só de lá sairá se um qualquer "estrangeiro" (no sentido de ser estranho aos atuais protagonistas) arquitetar um plano idêntico ao gizado em de Vale de Judeus (prático, simples mas eficaz, e com os resultados pretendidos - não houve uma fuga espetacular de helicóptero ou por um túnel, apenas uma escada e uns lenções e resolveu-se a questão).
Quando é que os "guardas" (Sindicatos) da nossa "prisão" (Carreira) dão conta da fuga (do projeto alinhavado)?
É preciso identificar essas pessoas pelo nome, esses administradores e secretários têm de ser reconhecidos como escroques que são e desconsiderados por todos. Mas, infelizmente, não o são, acabam é por ser bajulados por centenas de colegas nossos, o que só aumenta o seu poder.
ResponderEliminarNão deve ser oficial de justiça.
ResponderEliminarEscreve muito mal:
Désputas é como se escreve.
Neste caso Deus nem sequer precisa de assobiar para o lado, já se vai mesmo rindo e esfregando as mãos de contente.
ResponderEliminarPois deste modo nem sequer precisa de entrar no olho do furacão, nem se sujeita a escrutínio.
Que os apóstolos em apreço não passam hoje por hoje de meros colaboracionistas e fazem o trabalho ideológico de Deus.
Muito Bem!
ResponderEliminarPrecisamente!
ResponderEliminarÉ isso mesmo!
Tem-se respeito por aqueles que menos o merecem!
Peço imensa desculpa.
ResponderEliminarA minha IA tem a mania de que é feminina e por isso me deu tão incorreta orientação.
ResponderEliminarVerdadinha!
E o Ministério Público a assobiar para o lado.
ResponderEliminarÉ gente que não presta
ResponderEliminarUsurpação de funções já não é crime???
Viva os 300! FP.
ResponderEliminarBoas.
ResponderEliminarHoje almocei cedo.
Relativamente, pois que estou em greve há quase 24 horas.
Já com o vinho a falar, lembrei-me de contar uma história dum passado algo distante, em termos de carreira.
Tinha um juiz que quando eu chegava ao tribunal nos dias seguintes aos de greve, me informava sempre, claro que em tom jocoso, de que os "amarelos" tinham lá estado na minha ausência.
Eu, como não era muito bom em História Universal, ainda tive que pesquisar um bocadito para lá chegar, mas depois comecei a fabricar umas braçadeiras com folhas amarelas, que se usavam com o timbre do tribunal, cortadas em três e com um agrafo a unir as extremidades, e quando nos dias a seguir às greves lá ia ao gabinete do Sr. Juiz já levava uma e pedia-lhe que me identificasse em quem as devia aplicar.
Hoje já não é preciso nada disso, os "amarelos" são mais que muitos nos tribunais e nada têm a reivindicar.
Como alguém aqui escreveu, o problema é que certas pessoas até sabem ler ( é o mínimo que se exige, valha-nos isso) mas o que lhes falta depois da leitura que é: entender, perceber, interpretar tudo o que leu e aplicar depois, cumprindo com a decisão arbitral, faz a diferença. É leitura de revez e interpretação " à la carte ..."
ResponderEliminarPois e para ter capacidade de interpretação é preciso estudar...ainda falam que não querem licenciatura..
ResponderEliminarEles até podem querer assobiar para o lado, mas nós não o devemos permitir!
ResponderEliminarDevemos exigir que tudo funcione na legalidade, e, quando assim não for, que o MP cumpra as suas obrigações!
Como diria Roger Vailland, essas senhoras têm muita importância social!
ResponderEliminarNão é a licenciatura que te dá as capacidades que referiu!
ResponderEliminarEstamos num tempo em que fulanos que no passado não conseguiriam obter o antigo 9º ano, tiram a uma licenciatura com uma perna às costas!
É tudo uma questão de €!
Até ao fim de semana ...
Vejam a crónica do Presidente do SFJ e que imagino terá sido publicada no site há pouco, pois tinha lá estado a ver de eventuais novidades pela hora de almoço e nada vi de hoje.
ResponderEliminarA minha leitura das palavras dele são um CLARÍSSIMO assumir que as negociações estão a velocidade de caracol.
Isto na melhor das hipóteses, entenda-se...
Praticamente um assumir de que caiu no engodo da Sra. Ministra.
A carreira está mesmo deitada ao esquecimento...
Falou-se demasiado cedo da greve de quinta e, como era esperado, a resposta foi dada pela dgaj. É evidente que esse "sindicato" prefere não fazer ondas com o governo e aceita tudo e um par de botas. Se a informação tivesse sido divulgada hoje, internamente, a dgaj seria surpreendida, assim, foi fácil. Este é um dos problemas dos oficiais de justiça: falamos sempre demais, ninguém gosta de esperar e obter resultados. O que importa é ser o primeiro a falar.
ResponderEliminarA DGAJ não decide serviços mínimos nunca. A DGAJ é uma das partes e requer ao sindicato convocante o estabelecimento de serviços mínimos. O sindicato convocante ou aceita e, por acordo, ficam estabelecidos, ou, não aceitando o requerimento, segue-se para um colégio arbitral que apreciará os argumentos das partes e decidirá a final, se sim ou se não, e como e quais.
ResponderEliminarFalou-se e bem.
ResponderEliminarFoi para por aquele pessoal a trabalhar debalde.
Com a fraca adesão que a greve de quinta-feira irá ter duvido muito de que alguma unidade orgânica fosse ficar encerrada, mas assim pelo menos deu-se algum entretenimento ao pessoal dos serviços mínimos.
Só é chato é naqueles sítios onde as pessoas não se falam, quem é escalado ter que comparecer pela manhã para ver se alguém está a trabalhar para poder fazer greve.
Coisas da vida da classe de oficial de justiça...
Ya!
ResponderEliminarPara o pessoal "amarelo" o Dia de Todos os Santos já é mais do que suficiente para descansar.
Aliás, para alguns é mesmo uma autêntica tortura, por terem que ficar mais 24 horas ansiosamente aguardando para voltar para a escravidão.
Só há um caminho para esta direção do SFJ...demissão.
ResponderEliminarE quê? voltarem a trabalhar num Tribunal? jamais fariam isso, apesar de tudo eles sabem o que nós passamos.
ResponderEliminarNão conheço nenhum.
ResponderEliminarEstá quase, está quase, faltam apenas 62 dias para 2024 acabar.
ResponderEliminarAinda há tempo........................................................para nos chamarem mais de asnos e nos darem umas valentes chapadonas.
Em tempo:
ResponderEliminar"servidão".
Escravidão será em breve, quando o governo puder usar o cheque em branco que está a pedir para a função pública...
Para quem alega que a prova de conhecimentos à distância seria ilegal, que veja o Guia publicado hoje pela Dgaj.
ResponderEliminarA prova será feita com video vigilância, se a câmara e micro não estiverem em bom funcionamento, a prova é anulada.
Ou seja, ainda permite menos copianço ou ajuda externa que a prova presencial.
Mas pode haver pessoas na sala fora do alcance da câmara
ResponderEliminarHum...
ResponderEliminarTalvez com outro monitor ligado e escrever resposta em silêncio, etc.
Ok, é duvidoso, mas nao me parece que seja motivo para invalidar concurso e o futuro passa por aí.
E provas de escolha multipla em papel seria ridículo.
Tipo prova testemunhal por webex?[<)]
ResponderEliminarÉ porque conheces poucos!
ResponderEliminarAté nas nossas vidas profissionais há cada ilustre?!!!
Não pode ser uma opção para eles mas sim um exigência!
ResponderEliminarCom chicote por favor!
ResponderEliminarA deputada Cristina Rodrigues do Chega acabou de interpelar o PM na AR, na discussão do OE, acerca do esquecimento da área da Justiça no discurso de abertura da referida discussão.
ResponderEliminarLembrou-lhe, a referida deputada, de que na Justiça faltam recursos humanos, pois que estão a entrar menos magistrados do que os que se jubilam - também há os que se aposentam e os outros... -
E foi tudo.
ResponderEliminarSim, magistrados,
eheheh
o resto é treta é o que somos
mas ainda há gente que pensa que Oj é ser importante
Porque a fraude não é detetável
ResponderEliminarPor falar em Chega, estou bastante preocupado com os colegas que seguem o Guru Ventura, caso este seja acusado, como se espera, e vá dentro, como se deseja.
ResponderEliminarO que será deles se cortarem a internet ao Guru?
Concerteza ficarão muito desorientados.
Urge a criação de gabinetes de apoio a estes órfaos.
Algum dos colegas do SOJ que por aqui andam permanentemente, consegue explicar como é que numa fase destas, a última comunicacao sobre atividade sindical que consta da página oficial do Soj, é de 4 de outubro, e que se resume a uma mão cheia de nada !!?
ResponderEliminarPorra, o que andam a fazer ?
ZZZZzzzzz...!!
ResponderEliminarPois, é isso, se não estão parece.
ResponderEliminarA MJ nem deve estar a acreditar na sorte que teve assim com a vida tão facilitada.
Até se pode dar ao luxo de tirar férias fora do período.
O Marçal pelo que escreve hoje no CM já está a mudar o discurso. Não tarda ainda se vai dizer que o SOJ é que assinou o acordo.
ResponderEliminarFP?
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