Questionário sobre a Qualidade dos Tribunais

      A Direção-Geral da Política de Justiça (DGPJ) está a recolher informação sobre a qualidade dos tribunais portugueses, através de um questionário "online" que denomina de "Barómetro da Qualidade dos Tribunais"


      Trata-se de colher a opinião dos cidadãos em geral, Oficiais de Justiça inclusive, sobre os tribunais, em diversas áreas.


      As opiniões de cada um e a avaliação dos diversos aspetos postos à apreciação permitem construir tendências informativas que levam à possibilidade de introduzir melhorias nos serviços que os tribunais devem fornecer aos cidadãos.


      O questionário é inteiramente anónimo e está garantida a confidencialidade das suas respostas, garante a DGPJ, apelando à participação de todos.


      O questionário consiste na apreciação de aspetos de conhecimento geral, classificando-os numa escala de 1 a 10 ou respondendo "NS/NR" (Não Sabe/Não Responde).


      Consideramos importante que todos contribuam com a sua opinião sobre aquilo que sabem, desde a perspetiva de cada um.


      As questões a avaliar são muito simples e o questionário faz-se rapidamente. Logo a começar o questionário, a primeira apreciação é sobre o "Funcionamento geral dos tribunais"; que valor atribui, entre 1 e 10, ao funcionamento geral?


      De seguida pede-se a avaliação, sempre na mesma escala, sobre a celeridade da resolução dos litígios.


      Pergunta-se sobre os custos do acesso à justiça, sobre a confiança no sistema, se a informação transmitida sobre os litígios é clara, se as instalações são de fácil acesso, se há uma boa sinalização no interior dos tribunais, as salas de espera, o equipamento das instalações, se as diligências começam à hora marcada, etc.


      Quanto ao atendimento pergunta-se se os "técnicos" têm competência e disponibilidade, e sobre os juízes pede-se avaliação sobre a cortesia, a clareza da linguagem, a imparcialidade, rapidez nas decisões, etc.


      Pergunta-se se os recursos à disposição dos tribunais são adequados e se, caso fosse necessário, recorreria aos tribunais ou se os recomendaria a amigos e familiares.


      Em síntese, são essas as questões fulcrais do questionário.


      Pode aceder ao formulário da plataforma da Google através da seguinte hiperligação: "Barómetro da Qualidade dos Tribunais".


InterrogacaoTapaCara.jpg

Comentários

  1. Sempre que tenho oportunidade, digo:

    Fujam dos tribunais!!

    A pior coisa que uma pessoa pode ter na sua vida é um litígio em tribunal!!

    ResponderEliminar
  2. Queria Cinema mas fomos ao tribunal27/10/24 09:06

    Gosto particularmente da questão...

    "Recomendaria a utilização dos tribunais a amigos e familiares"


    Claro que sim, nada como ir a um tribunal em passeio com a familia e ver as aves raras que para lá existem.

    ResponderEliminar
  3. Agradecia-se mais profissionalismo e competência na elaboração deste inquérito. Linguagem em Alemão, (uma das respostas inclusivamente é em alemão) pois está lá escrito ANDERS.

    "Verzendem" e outras coisas do género. Na pior das hipóteses, que fosse em inglês.

    Escala de Likert de 9 pontos? Para quê?

    Mau, muito mau, mesmo!!

    Parece um esboço de um survey que ainda não foi revisto pelo orientador. Isto foi feito em cima do joelho, certo?

    Mas pronto...é o que se tem.

    If you pay peanuts...you get monkeys !!

    ResponderEliminar
  4. Realmente, perguntas que têm tudo a ver com os tribunais.

    Estava capaz de apostar que isto foi feito por um qualquer estagiário sem qualquer noção da realidade, que nem se deu ao trabalho de adaptar o questionário.

    Uma coisa é carta, não domina minimamente a ferramenta!

    ResponderEliminar
  5. Este questionário está tão deploravelmente feito, tanto ao nível técnico como a nível de domínio do formulário e suas técnicas, que nem me vou adar ao trabalho de o preencher.

    Em primeiro lugar, não falo alemão, nem sou obrigado a falar.

    Mas pronto, é o reflexo bem evidente do que temos.

    ResponderEliminar
  6. Este questionário com este tipo de perguntas não tem o intuito de melhorar nada. É só para dizer que há interesse em resolver o que vai mal por esses tribunais fora. Fica bem, dá para referir nos discursos!

    ResponderEliminar
  7. O questionário deveria resumir-se apenas a uma pergunta:
    Se concorda ou não que existe uma justiça para os pobre (pilha-galinhas) e outra para os poderosos (José Sócrates)?

    ResponderEliminar
  8. Então ninguém se pronúncia quanto às agressões ao policias , professores ser crime público e no caso dos oficiais de justiça nada??

    Afinal para k serve os sindicatos??

    Então SOJ não avanças??

    Os outros sempre a reivindicar direitos e nos nada...

    ResponderEliminar
  9. Então e pork é k tu não foges? E sugeres os outros para fugir? Não trabalhas num?

    ResponderEliminar

  10. Que metam este tipo de inquéritos no c´.

    Para isto há dinheiro...


    ResponderEliminar
  11. Sim, sim, temos de reivindicar prisão perpétua, porque agora são todos absolvidos, não há pena nenhuma.
    Porra que a mentalidade chegana está em todo o lado

    ResponderEliminar
  12. Para os Juízes, nota 10. Top
    Se não fossem eles, neste momento não teríamos dezenas de escrivães auxiliares no sexto escalão da categoria que doutro modo estariam no quinto, nem esses mesmos oficiais de justiça teriam recebido os milhares de euros que lhes eram há muito devidos.
    Bem como todos os outros que, desde 1900 e troca o passo até 2000 e picos, foram igualmente espoliados do tempo de provisório para efeitos de progressão de escalão por uma interpretação iníqua e desigual dos regulamentos por parte da sua entidade empregadora, se não fossem os juízes e os tribunais, e o sindicato...

    ResponderEliminar
  13. Não é o tema de hoje mas porque tem vindo à colação nestes últimos dias aqui no espaço de discussão, eu defendo o agravamento quanto a médicos, enfermeiros e bombeiros.

    ResponderEliminar
  14. Sim , dão as cenouras aos burros para lhes poderem carregar as albardas ...
    Então os juízes estão nos tribunais para fazerem favores... ???
    Mentalidade tacanha e pequenez de pensamento, faz-me lembrar Portugal há 50 anos atrás em que o agricultor que trabalhava a terra recebia um quinto do que ela produzia e havia um mínimo, mesmo que a colheita fosse zero tinham de se desenvencilhar para lhes pagar. Era uma exploração absolutamente escraviza que os "enxotou" , tirando-lhes a possibilidade de poderem manter os seus filhos a estudar e assim perpetuava -se a escravidão.

    Nos tribunais passa-se coisa muito semelhante...
    Quando derem conta de que estão a ser extremamente explorados muito já se terão perdido e os "senhores" dos tribunais vão perceber o quão fácil é perder os rendimentos á custa da exploração e o quão difícil é manter esses rendimentos com justiça.

    Á quanto tempo está o processo dos secretários por resolver? E os últimos concursos?

    Vergonhoso é o mínimo que se pode dizer!

    ResponderEliminar
  15. Mas você já leu o diploma ao menos?? Os bombeiros médicos enfermeiros já estão incluídos..
    Esta classe é contra os próprio direitos da classe...os colegas k fazem penhoras na rua , despejos etc não correm riscos??

    ResponderEliminar
  16. Os juízes não estão nos tribunais para fazerem favores a ninguém, mas são humanos e alguns não têm um pingo de, pelo que podiam perfeitamente ter tomado o partido da tutela no caso referido.
    Ademais, o facto de terem decidido como decidiram no caso em apreço, também nos permite alimentar a esperança de que poderão, apesar da morosidade, voltar a decidir da forma que nós julgamos imparcial nesses outros casos que refere.
    Finalmente, se um oficial de justiça não é um par dum juiz, não consigo alcançar por que razão deveria ser tratado por aquele como tal.
    Derivado à falta do tal pingo a que aludi no primeiro parágrafo, sendo uma coisa muito diferente, há alguns que ultrapassam as linhas vermelhas do respeito, que deve ser mútuo, mas na generalidade, cada um na sua função, eu continuo a considerar que um juiz é um garante de tudo o que uma sociedade deve valorizar, e acho que o devo dizer por uma questão de honestidade intelectual, também porque nunca fui do SFJ e sou do SOJ, tendo por isso terminado o meu comentário com a menção ao sindicato.

    ResponderEliminar
  17. Correm, todos.
    Mas o que eu defendo, confessando que se trata duma posição essencialmente moralista da minha parte, é um agravamento diferenciado para médicos, enfermeiros e bombeiros, superlativo em relação a todos os outros funcionários públicos, nos quais se deverão incluir os oficiais de justiça.

    ResponderEliminar
  18. Já dei muito à casa, para além, claro, do que ela me deu a mim, que é o ordenado!

    Mas isso num passado distante!...

    Se me perguntarem se fazia tudo na mesma, a resposta é - Claro que não!

    9 to 5, múltiplas greves, e acima de tudo passar a mensagem aos incautos e distraídos!

    A luta continua, não acabou, e prevejo tempos de intensificação da mesma.

    Cá estaremos!

    Abraço.

    ResponderEliminar
  19. O que acha do atendimento?
    Acho mal, tiraram-me a carta cinco meses e obrigaram-me a pagar 700 euros, acho mal pois. São uns sovinas, não dão nada a ninguém.
    Não recomendo esta casa a ninguém, estou sempre a dizer ao meu filho nunca apareces no tribunal, querem:se meter contigo por causa daqueles sopapos que deste na rapariga e ainda te querem obrigar a reconhecer que és o pai da criança.
    Não recomendo, não senhora, prefiro a tasca da Tijuca, ali fazem um trabalho mais meritório.
    Tenho dito.
    -agora a sério, quanto terão dado a ganhar e, mais importante, a quem?

    ResponderEliminar
  20. Essa é que é a grande questão, mas se tiver sido à empresa do filho do ex administrador, não surpreenderá ninguem.

    ResponderEliminar
  21. Pois e pai. E o juiz? não vale nada, só dei quatro ou cinco sopapos na galdéria, nem sequer cheguei a usar o martelo quando estava no chão, e condenou-me. A nossa justiça não vale bada

    ResponderEliminar
  22. com o devido respeito "De Anónimo a 27.10.2024 às 10:56" por opinião contrária

    não tens capacidade de analise

    ou já estás reformado sem rumo

    ou a noite de sabado à noite não te caiu bem

    ResponderEliminar
  23. Lembram-se do Kaiser, esse programa todo XPTO, que foi aplicado aos tribunais da mesma forma que a Toyota nos anos 50-60 motivava os seus trabalhadores? Ainda alguém usa?

    ResponderEliminar
  24. Caro colega "De Anónimo a 27.10.2024 às 10:55"

    a violência não é só a fisica

    a violência verbal que todos os dias nos espanca e as consequências que cada um de nós sente

    não se manifestam como um hematoma

    mas as marcas de todos os dias estão presentes

    hematomas invisiveis

    afinal somos nós que recebemos todos os utentes

    e esses utentes quando vão aos tribunais nunca estão numa onda positiva

    porque aqueles que o estão ficam caladinhos à espera do resultado em harmonia com a sua onda.


    e quem curas estes hematomas e feridas invisiveis que nos vão moendo aos bocadinhos

    a maior parte dos dirigentes sindicais já anda lá há tanto tempo que só se lembram das beliscadelas dos colegas a exigir deles resultados que não aparecem


    e quando andamos abatidos, pelas leis da natureza, a biológica, aparece sempre um(a) colega que ser subir na hierarquia, ou seja, chegar a alfa, e ...

    ResponderEliminar
  25. Temos de exigir aos sindicatos que se imponha a pena capital a quem gritar ou ser insultuoso com um colega nosso. Basta de passividade do SFJ e SOJ. Os danos sofridos ao balcão de um tribunal são razão suficiente para se fundamentar essa medida, basta ser exigente e conhecer o nosso trabalho.

    ResponderEliminar
  26. SFJ e SOJ e criar-se um fundo de greve?!? Afinal só não há + adesão, porque as pessoas já estão "fartas"!. E com o parco salário que lhes é pago a intenção fica-se apenas por isso mesmo. O Sindicato devolve ao associado nem que fosse 1/2 do dia de trabalho (na Carris devolvem o DIA)

    ResponderEliminar
  27. Sim. Fica a informação que foi feito por um técnico superior daqueles PAGOS principescamente com o ordenado que lhe vendem não pode ser de Oficial de Justiça...

    ResponderEliminar
  28. Apesar dos anos 50/60, e de japonesice, penso que nunca foi aplicado, porque embora os trabalhadores da Toyota trabalhassem em fábricas, ainda assim eram vistos como seres humanos, coisa que por aqui ... não!

    O kaiser ou kaisen também prevê contributos por parte dos trabalhadores, coisa que a DGAJ só poderia ver como heresia!

    Tenham juízo, para essa entidade somos robots, somos máquinas!...

    ResponderEliminar
  29. Não era má ideia, e nos processos mediáticos era um problema ... para o MJ e para a Srª Ministra!

    ResponderEliminar
  30. Pelo tipo de escrita deve ser mais um desses semi-analfabetos que vai em breve entrar para os tribunais ...

    ResponderEliminar
  31. O Kaizen não tem como função primordial a motivação dos trabalhadores, mas é, sim, uma implementaçáo de uma filosofia de melhoria contínua de processos e controlo de qualidade dos mesmos.
    E sim, teria sido possível ter adaptado o mesmo à realdiae atual dos tribunais, não estivessem os mesmos repletos de marretas, velhos do Restelo a quem a mais ínfima mudança deixa apavorados e retira da sua zona de conforto.

    É o SEMPRE ASSIM SE FEZ e todos sabemos bem disso.

    Entrar numa realidade distinta daquela que vivem, torna esta gente em reacionários. Detestam a mudança, detestam quem a preconiza e só vêm defeitos em ambos.

    E como esta postura tem sido transversal a todas as carreiras neste ministério, paga-se o preço de estarmos completamente desfazados da realidade social, empresarial, académica, económica e política neste país.

    Fechamo-nos hermeticamnente da sociedade, não ouvimos ninguém e continuamos a achar-nos os suprassumos da sociedade. Pior ainda, julgamos estar a exercer um trabalho altamente competetne e meritório, vivendo assim numa realdiade paralela.

    E para perceção de que efetivamente não é essa a realidade, até concordo com inquéritos públicos. Mas efetuados com competência e profissionalismo, que não é o que vejo no presente.
    Este, parece algo feito por um curioso que não fez um teste final, não fez edição, não domina o software e, atendendo às perguntas formuladas e seu alcance e direção, não faz ideia do que fez e muito menos ideia de que questionários obedecem a regras rigorosas, com perguntas cientificamente e estatisticaemnte aprovadas e por aí fora, (até traduções de inquéritos devem obedecer a regras e ser certificadas, revistas por peers, sabiam?)
    Este foi uma adaptação infeliz de um qualquer inquérito de satisfação de uma qualquer operadora de telemóveis, uma seguradora ou algo do género, não duvidem.
    E se o inquérito em si é lamentável e revelador, mal posso imaginar como serão tratados os dados obtidos.
    Se não houve rigor para um simples set de perguntas, esperam rigor na análise dos dados??
    Esperem sentados...

    ResponderEliminar
  32. O ou a minha amiga vive num mundo perfeito e, consequentemente no local de trabalho perfeito. Já eu, o velho do Restelo trabalho num local onde faltam 40 por cento dos quadros.
    Sem kaisen, nem conhecimentos académicos, mas empiricamente escrevendo penso que, com os quadros completos e motivados poderia haver uma boa discussão para melhorar o serviço. Mas como meia hora por dia faz muita falta e a vontade que advém de ser maltratado há mais de 25 anos, não e nenhuma. E ainda como sou velho do Restelo, pobretão, baixa qualificação,, nem sequer me vejo a ter o seu ilustre pensamento
    Além do mais, porque trabalho, trabalho muito e as filosofias deixo-as para estes comentários
    PS não precisa dizer mais nada, todos já compreendemos que tem muita teoria, escreve bem, me melhor, conhece algumas obras. Enfim, está mal aproveitado trabalhando num sítio destes,, se fosse eu a si procurava outros voos para tão lustrosas penas

    ResponderEliminar
  33. Só mais uma adenda caso interesse
    Sou cliente da NOS e recebi um inquérito em que mais de 70 por cento das perguntas eram iguais.
    Aqui o velho do Restelo, que não sendo doutor, também não se julga parvo, tem uma atitude e filosofia que o desafio a seguir.
    Atendo toda e qualquer pessoa, como se fosse eu a estar do lado contrário.
    Como antes de abraçar esta arte, tive outras nas quais vestia a pele da empresa que me pagava, a empresa estava sempre em primeiro, faço exatamente o mesmo nesta profissão e significo ao máximo o meu serviço.
    Vou tentando aperfeiçoar -me sempre, porque tenho brio e honra no que faço. Não precisando que me soprem aos ouvidos o que hei-de fazer, porque tenho responsabilidade e todos os dias, mas todos, visto a camisola.
    Se todos trabalhasse-mos e alguns trabalhassem e mandassem tudo bem. O problema e que há por aí muito boa gente que, por ser tão boa apenas manda ou deveria mandar.
    Iluminados
    Atenção, nada contra os licenciados, eduquei dois filhos mestres um a caminho de doutor , porém sempre lhes ensinei que ninguém e melhor que ninguém e todos nós com o que fazemos, contribuimos para a sociedade, quer seja juiz, ou sapateiro.
    Seria mais fácil a um sapateiro viver sem uma decisão do juiz, do que o juiz não usar o produto do sapateiro

    ResponderEliminar
  34. O SFJ não tem.
    O SOJ tem.... ou devia ter segundo os seus estatutos... resta saber se alguma vez utilizou a verba destinada a esse fim...
    Trancrevendo o art. 37 e 38 dos Estatutos do SOJ:

    RECEITAS

    Constituem receitas do Sindicato:

    a)As obtidas com as quotas;
    b)Os donativos e subsídios;
    c)Os juros de depósito ou rendimentos de aplicações financeiras;
    d)Receitas extraordinárias.
    Artigo 38º

    CATIVAÇÃO DE RECEITAS

    Das receitas de Quotização, serão retirados:

    a)5% Para o Fundo de Greve;
    b)5% Para o Fundo de Reserva, com vista a fazer face a situações imprevistas.

    ResponderEliminar
  35. E como se materializa o pedido ao SOJ ? De ressarcimento do dia GREVE . O SFJ nem isso tem.....

    ResponderEliminar
  36. SIM NOS PROCESSOS MEDIÁTICOS CONTA !!!!!

    ResponderEliminar
  37. Vejo que ficou incomodado.
    Bons, são apenas os seus filhos, que são mestres e doutores.
    Os colegas mestres e doutores são uns vaidosos que só querem mandar e com a filosofia errada pois a minha é que está bem pois trabalho muito e os outros não, certo?
    Não são precisas aqui teorias nem teóricos pois aqui sempre se fez assim e não há nada para inventar. O que importa é trabalhar no duro, (mesmo que mal).
    Estamos falados.
    Cumprimentos aí à malta do Restelo.

    ResponderEliminar
  38. Os meus filhos são bons porque respeitam, não saltam por cima e nunca, mas mesmo nunca, se acham superiores a quem quer que seja. Tanto respeitam o sr. Do supermercado, como o condutor do Uber ou a médica de família.
    Apenas respeito, sobranceria, não lhes ensinei o que era.

    ResponderEliminar
  39. O comentário das 16:53 tem toda a razão.
    E essa meia hora diária que refere seria largamente compensada pelo aumento da produtividade e qualidade, redução de desperdício, etc.
    Mas lógico que tudo isto só é possível com a colaboração dos trabalhadores e espírito de equipa.
    Não resulta com uma secção de velhos do Restelo marretas.
    O futuro não passa por si, mas sim por quem defende ideias progressistas.
    Portanto, imagine quem é a pedra na engrenagem.

    ResponderEliminar
  40. Pois se ensinou isso fez mal.
    Eu sempre disse e direi aos meus filhos, que se forem melhores que os do lado a fazer algo, como fruto do seu trabalho e estudo, devem sentir e dizer que são melhores e exigir esse reconhecimento.
    Dos fracos não reza a história !

    ResponderEliminar
  41. Está bem está!
    Espera sentado....

    ResponderEliminar
  42. Quem sabe se aderimos à greve 31/10 e 4/11 ?

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

Ministério da Justiça já tem novos mapas de pessoal da 1ª instância

A carreira dos Oficiais de Justiça é a terceira mais envelhecida da Administração Pública

Mais um acordo assinado e foi “uma grande vitória” e foi “o que se conseguiu”, diz o SFJ