O Manifesto Pessoal do Fernando

      Nunca se viu nada assim. Os Oficiais de Justiça desesperam cada vez mais por desenvolvimentos que elevem a sua carreira ao nível de uma profissão mais digna e, por conseguinte, que permita a todos usufruir de uma vida igualmente mais decente.


      As iniciativas multiplicam-se e surgem aqui e ali, por este ou aquele, ou por grupos espontâneos.


      Depois das missivas, dos abaixo-assinados, das vigílias e tendas montadas em frente à Assembleia da República, das concentrações em frente ao Ministério da Justiça, das ações de greve às diligências mediáticas e à diária adesão às greves ativas, divulgamos hoje mais uma iniciativa, desta feita individual, mas que, na individualidade da sua iniciativa, traduz um sentimento coletivo: um sentimento de mudança e mesmo de urgência.


      Fernando Ribeiro da Silva remeteu-nos a sua inquietação expressa num manifesto que intitula de “Manifesto Pessoal”.


      Não temos necessariamente de concordar com as ideias expostas pelo Fernando, mas temos de concordar com a sua inquietude porque é um desassossego comum a todos os Oficiais de Justiça.


      É disto que se trata, de expor a perturbação e o abandono a que os Oficiais de Justiça estão votados, sem organizações sindicais com posturas tão tolerantes.


      Cada Oficial de Justiça sente-se, hoje, sozinho no mundo laboral, órfão do coletivo coeso que já existiu, sentindo que cada um está por sua própria conta e sem rede. Por isso, a iniciativa pública do Fernando é o reflexo da carreira.


      No seu “Manifesto Pessoal”, o Fernando começa por uma pequena resenha e diagnóstico para, de seguida, apontar caminhos.


      Diz assim:


      «Os serviços estão no colapso iminente, os recursos humanos são escassos e os funcionários são usados como se fossem autênticos bombeiros para acudir a várias frentes de fogos resultantes de uma gestão sem rumo definido ou de medidas gestionárias manifestamente desarticuladas.


      Para acudir às urgências, quem decide serve-se, muitas das vezes, de medidas arbitrárias e sem regras claras, aproveitando-se do voluntarismo, por vezes em excesso, de alguns dos funcionários.


      Isto acontece porque, quem decide as nossas carreiras, em vinte e cinco anos, não foi capaz de as rever e adequar à mudança, preparando-as para as demandas do futuro. Todavia, soube fazê-lo em relação a outras carreiras integradas no MJ, nomeadamente a de Oficial de Registos.


      A agravar, o contexto global e a instabilidade política trouxeram impactos negativos para os Oficiais de Justiça, a notoriedade de outros problemas, com maior atenção dos media, como a saúde e a educação, tomaram uma importância fazendo-as encimar a lista das prioridades, e com isso os nossos problemas passaram para segundo plano, e até mesmo na Defesa houve evoluções significativas pelo atual contexto de guerra na Europa.


      É assim que, chegados a este ponto, é hora de exigir uma mudança e para isso serve a presente intervenção, oferecendo a modesta opinião do signatário sobre os principais eixos de transformação a operar na revisão da carreira.»


      E prossegue apresentando uma vintena de aspetos que considera fulcrais para a carreira, concluindo da seguinte forma:


      «É sumariamente isto que queria partilhar convosco, Colegas Oficiais de Justiça. Com respeito pela divergência de opinião.»


      Pode aceder à totalidade do documento elaborado pelo Fernando – que nos enviou para o nosso e-mail geral: OJ@sapo.pt – através da seguinte hiperligação: “Manifesto Pessoal – Fernando Ribeiro da Silva”.


Intrigada.jpg

Comentários

  1. Maria Pereira26/11/24 09:02

    Muito parabéns pelo seu manifesto Fernando Ribeiro!

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  2. Deixa arder!

    Também ninguém, dos que mandam, quer saber!

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  3. Adolfo Dias26/11/24 09:07

    Bons dias


    Horário de funcionamento:

    9 - 12:30
    13:30 - 17 horas

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  4. Em suma, o que este colega defende é o acesso a grau 3 apenas a licenciados e a não licenciados que frequentem curso de creditação, o que coincide com a previsão do novo estatuto, como se espera, e bem.

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  5. Alguem ontem viu a notícia dos sapadores??

    Fizeram a proposta de 40 euros a 12 meses tal como nós...

    Eles recusaram...


    Afinal quem está certo?? E quem está errado??

    Quid iuris?

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  6. Parabéns és um bom profissional..

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  7. Nem mais!

    horário escrupulosamente
    nem mais um minuto.

    vão destratar e roubar a mãe deles

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  8. Perguntar ao SFJ dos papo secos acordados de véspera de uma reunião.

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  9. ferozes, os bombeiros, aplaudo

    os O.J. são muito pequeninos

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  10. 25 ou 30 anos de roubalheira

    mas pelos vistos, tirando gritos esporádicos, está tudo bem de vida

    as televisões continuam a anunciar que fizeram acordo com os Oficiais de justiça como com as outras profissões

    mas ninguém quer contradizer nada nem o Correio da Manhã

    continuem escravos

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  11. Fogo a tua luta pelos direitos dos oficiais de justiça é espetacular...

    És mesmo forte e corajoso...

    Para essa luta eu tenho um nome cobardia confortável.

    Isso não é luta nenhuma é uma palhaçada... é tão simples quanto isso.

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  12. Já que fala tanto de escravatura generalizada nos tribunais, pode-nos dizer o que para si é um escravo e em que circunstâncias existe atualmente, em contexto de greve, trabalho forçado não remunerado?

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  13. Que conversa básica e enfadonha.

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  14. para Anónimo a 26.11.2024 às 09:55


    Sim, covardia , mas não tanta como a tua que fazes horas e calas a tudo!
    Pela tua conversa estás do lado da tutela e cheiras a mofo.

    Como alguém diz, gostas de ser escravo. Continua escravo e covarde como chamas os outros.

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  15. Sim, escravo, pergunta ao dr google que ele diz-te.

    És um chefezinho, não és?
    estás do lado do patrão e gostas de ser roubado?
    Trabalha escravo.

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  16. Bom dia,

    O nosso principal problema é preocuparmo-nos mais com o conforto do ninho do que com o alimento que o pássaro traz na boca para alimentar a sua cria já com vasta penugem e pronta a voar e, como assim é, cada um de nós vive isolado na árvore onde se contruiu o ninho e, cada vez mais, à mercê dos predadores pois dali não se ensaia esvoaçar para lado nenhum, nem mesmo para sítio mais abrigado.

    Os tempos exigem mudança, e tal como as estações do ano que pintam elas próprias quadros naturais tão belos como magníficos, também nós deveríamos ser capazes de intervir e atuar sobre essa realidade mudando-a e tornando-a mais bela ou menos sofrível.

    Uma democracia livre exige de nós um papel ativo na sua - permanente - construção e aperfeiçoamento, e o texto de hoje é exemplo disso mesmo, de alguém que não apouca nem se resigna com o "status quo" e atreve-se a partilhar, sem medo de discordâncias porque o mundo é assim mesmo, feito de divergências de opinião onde se encontram os pontos comuns e se assentam os consensos.

    Ficar à espera que tudo mude quando tudo permanece igual desde que ingressei nos tribunais já não é uma opção para mim.

    O tempo começa a escassear e depressa sobrevem aquela parte desse tempo em que o sangue já não fervilha tanto e tornamo-nos mais frios na forma de estar e de pensar - o agasalho começa a ser vital e o conforto e comodismo toma conta do nosso espírito.

    Bem haja a todos os que se prontificam a personalizar uma mudança na nossa condição perante o trabalho.

    É sabido que por estes dias se discute, mais que tudo, o OE para 2025, e nesse aspeto vemos que assuntos tão importantes como a aposentação onde deveria haver um pacto para garantir a sua sustentabilidade, se tornou arma política da esquerda à direita, onde ninguém sai imaculado.

    Não têm vergonha - nenhum dos partidos - de serem pescadores de arrastão, tentando captar eleitorado com redes de malhas apertadas que vão hipotecar o futuro com tamanha azáfama.

    Deveria estar-se a discutir as reformas precisas na Saúde, nos Tribunais, no Ensino, e em tudo o mais que fosse preciso.

    Em lugar disso discutem-se as migalhas, pois que as fatias já estão bem repartidas, tentando-se fazer delas a engorda dos mais pobres.

    O país não vai lá com migalhas! Aumentar as pensões é preciso mas mais que as pensões é preciso aumentar os salários que no futuro servirão de bitola a essas mesmas!

    E enquanto se digladiam a comprar os votos dos mais velhos, com 90 a 250 euros no ano, deveriam pensar também no futuro de quem está no ativo, a trabalhar, e que só verá uma reforma mais melhorada se se aposentar com um bom salário.

    O texto de hoje demonstra essa preocupação: assinala a preocupação de mudança para adaptação ao futuro (não vivemos em cavernas profundas que vão até às entranhas da terra) e ensaia uma forma (de entre muitas possíveis) de operar essa mudança.

    Ficar tudo igual é que não nos devia ser permitido.

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  17. Enfadonho é não fazer nada e acatar tudo como normal.

    Grande Fernando força!

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  18. Obrigado pela sua opinião favorável.

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  19. partidos e sindicatos são máfias

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  20. Grande Fernando!

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  21. O novembro está quase passado e......... Nada de nada. Nenhuma noticia sobre estatuto, nenhuma noticia de sindicatos, nenhuma noticia de reuniões, de calendário, de previsões. Nada. Absolutamente nada.
    Para além das tiradas semanais do homem do leme no correio da manhã, cheias de nada, repetidas de vazio, esvaziadas de conteúdo, nada mais temos, de nada mais somos merecedores.
    Como os comentadores, também as nossas figuras merecem notas.
    Ministra 1. Carlos 0, Marçal Tristes figuras que nos tutelam e representam

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  22. Realmente! Um indivíduo que chama cobarde a quem cumpre o horário só pode ser completo anormal, lambe botas compulsivo. Se todos cumprissemos simplesmente o horário, se todos nos limitassemos a aceder a lugares por concurso, a nao aceitar acumular tribunais, não estaríamos onde estamos. Mas alguns preferem lamber botas, para não dizer outra coisa.

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  23. PARA 26.11.2024 às 10:50

    Muito bem!
    Só lambe botas e ainda por cima chamam nomes aos outros que não alinham nesse lambebotismo.

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  24. Continuem a fazer horas extras de borla.
    Continuem a ir trabalhar aos fins de semana e feriados de borla.
    Continuem a fazer o trabalho de 2 ou 3 que foram para a reforma.

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  25. Adolfo Dias26/11/24 11:06

    Para o comentário 26.11.2024 às 09:39

    Muito obrigado pelo reconhecimento, mas não é bom, é muito bom.
    Vejo que partilha a notação de mérito que os excelentíssimos colegas que me inspecionaram ao longo de muitos anos, me atribuíram.

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  26. Queria dizer, Marçal, nota negativa pela passividade, falta de informação, falta de humildade, falta de Timing. Ou seja, mais do mesmo, a que nos foi habituando.
    Só diz qualquer coisa quando as críticas chovem.

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  27. Bom dia.
    Estou à beira de desistir pela segunda vez no espaço de duas décadas.

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  28. Antes de mais, obrigado colega Fernando Ribeiro pelo manifesto, concordo em grande parte no que está no mesmo.

    Aliás apresentei propostas junto do SFJ, que o nosso estatuto na sua essência de revisão, deveria ser como foi em 2018 feito na carreira dos colegas Oficiais de Registos e Notariado, adequando ao contexto do nosso conteúdo funcional específico.

    Na vertente da transição automática de todos os Oficiais de Justiça a exercerem funções na atualidade para o grau funcional III no regime especial e especifico da nossa carreira, com a adequação de suplementos de residência €150 mensais dado o compromisso de termos que residir na área da comarca e deslocação de 1 h e 30 m do local de trabalho e um suplemento de €350 mensais, quanto ao serviço de permanência de Oficial de Justiça de carater obrigatório nos processos de natureza urgente, neste caso deveres especiais a nós associados, como têm os colegas do Corpo da Guarda Prisional nas mesmas circunstâncias.

    Em suma, por tudo isto e muito mais devemos lutar de forma convicta por uma carreira digna e se não formos mais uma vez respeitados pela nossa entidade patronal, temos que todos, mas mesmo todos sem exceção ir exigir tal qual como outras classes profissionais como ainda ontem justamente os Bombeiros Sapadores.

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  29. A maioria está toda bem de vida.
    Vidinhas entaladas que levam a que nada queiram de luta.

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  30. Ninguém tem vergonha no sindicatos dos papos-secos pois não?!!

    Ninguém contesta, ninguém sai, ninguém nada ... !!!

    Não cumpriram com nada do que nos prometeram e ainda assim, com total despudor, continuam impávidos e serenos com o prejuízo que causaram a milhares de OJ.

    Que desrespeito!

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  31. é isso mesmo, continuem a dar borlas que os administradores e gestorezitos agradecem pelos louros que lhes dais sem compensações.
    força.

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  32. Esses têm outros valores.

    Sindicalismo é um passatempo

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  33. Bom dia,

    Muito gostaria de saber das propostas feitas pelo SFJ à tutela, quanto ao conteúdo funcional, e mormente à revisão da carreira.

    Adivinho que, em lugar de se caminhar no sentido de uma reforma de mudança de paradigma, em lugar disso, suspeito, propuseram-se a agravar a situação.

    Lembro que, em 2009, no processo de revisão das carreiras, que pretendia suprimir e acabar com categorias que já não faziam sentido, nessa altura, "em contra mão", o sindicato propôs, incompreensivelmente, o alargamento e a criação de mais categorias do que as existentes.

    Com a realidade a dar-nos conta de que hoje, auxiliares e adjuntos, executam as mesmas tarefas, porque a isso estão habilitados pela experiência e saber acumulado ao longo dos anos, já não faz sentido uma diferenciação tal como ela existe no atual estatuto.

    Esta diferenciação só se percebe se o caminho for idêntico ao levado a cabo em Espanha, com os Gestores de Trâmites, os Gestores Processuais e os Secretários.

    Com efeito - para além do conteúdo funcional que foi completamente desvirtuado e em que todos fazem um pouco de tudo - a categoria de adjunto aporta apenas mais 2 escalões/níveis de progressão equiparando-se à da base, na de auxiliar.

    De tal sorte que é assim que se imaginássemos a fusão das duas categorias, teríamos uma única com os mesmos escalões quase como se tratasse de uma carreira unicategorial.

    Eu pergunto: não faria mais sentido uma única categoria que agregasse ambos os conteúdos funcionais e que possibilitasse a progressão em todos os seus escalões, nomeadamente de adjunto por ser majorado, sem necessidade de se estar à espera de uma qualquer promoção?

    Claro que fazia mais sentido na situação atual e tal só não acontece porque o atual sistema serve à Tutela uma vez que, ele próprio, se serve a um tamponamento na evolução salarial. Não há promoções e os funcionários mantêm-se no mesmo escalão ou com a progressão nos escalões mais baixos e limitada em número.

    Era preciso que os Presidentes dos Sindicatos falasse, e acima de tudo falassem bem.

    Eu perceberia se o SFJ tivesse uma política de comunicação diferenciada - internamente, para os associados, e externamente para o publico em geral incluindo os não associados.

    Mas essa política, de comunicação, simplesmente não existe!

    Aliás é mais aquilo que não existe nos cérebros de alguns do que aquilo que existe. E muitas das vezes os avisos da classe naufragam no pensamento daqueles que lhe decidem o futuro, e nem mesmo aqueles que marcam presença nos muitos comentários deste blog são lembrados por aqueles.

    Acham-se, quiçá, seres sobredotados ou, no mínimo, autorizados a tudo sem escrutínio das suas decisões.

    É chegada a hora de se cobrar a obra prometida, mesmo que a mesma se tenha ficado apenas pela arquitetura, todos temos de lhe conhecer o projeto, que é também o nosso projeto de vida.

    Prestar contas do que vai acontecendo é preciso.

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  34. O SFJ tem de prestar contas aos OJ!

    Negociaram com o governo e está na altura de apresentarem as contas, os resultados da negociação!

    Não podem passar os meses sem que nada seja dito!

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  35. Deixe essa malta em paz.
    Vão dar-lhe uma prendinha de Natal e fica tudo bem.

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  36. Podíamos estar a ganhar mais 250 € mensais, tal como dezenas de milhar (sim, dezenas de milhar) de outros FP, do que o acordo dos papos-secos.

    Equivale a 5 anos de aumentos como aquele que vamos ter para 2025!

    Mas não, nós que só somos 7 mil, só ficamos com 40/50 €!

    VERGONHA



    VERGONHA

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  37. Estarão à espera de motivo para mais uma peregrinação, digo reunião, a Leiria/Fátima, para comer, digo colher, a inspiração divina, aquela que há de nortear o nosso futuro.

    Há um retrato numa campanha publicitária de Trump que retratava um lobo (Trump) junto a um rebanho de ovelhas (Eleitores Americanos de todas as raças e oriundos de todos os sítios) apelando ao voto e dizendo mais ou menos isto "votai em mim que eu vou-vos comer a todos" e, apesar disso, a imagem retratava as "ovelhas" a fazerem daquelas palavras ouvidos moucos e postura de indiferença, como quem diz "está a dizê-lo da boca para fora mas não acredito que o faça".

    Agora é esperar para ver esta personagem que "assaltou " o poder e, a par do imperador "Russo" de do "Líder" Chinês, quer ser um "Ditador", acima de tudo quer um regime autoritário.

    Por cá também há resquícios desses comportamentos - de indiferença para o que se passa - e tal como aquelas ovelhas se puseram a jeito do lobo ali para as américas, por cá nós os oficiais de justiça fizemos o mesmo acreditando que os sindicatos tudo resolveriam (e deviam resolver alguma coisa) com lideranças nas estruturas sem mérito ou provas dadas apenas com tiques, aqui e ali, de altivez e sobranceria dispensáveis não ouvindo nem querendo ouvir os murmúrios levados pelas capas negras de quem percorre os corredores secretarias e gabinetes dos tribunais.

    Se não se é capaz de fazer acontecer então dá-se a vez a pessoa em quem se veja essa capacidade.

    Aos Sindicatos exige-se que fale mais e não é preciso um néctar espirituoso para destravar a língua, apenas um pouco de vontade de servir àquilo para que se prontificou - os interesses da classe dos oficiais de justiça.


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  38. os papo secos são uns palhaços

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  39. contenta-te com o papo seco pois nada mais vai acontecer.

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  40. Trabalhar cada vez mais.
    Sitios onde em 5 e 4 se reformaram, ficando 1 sem ser substituido.

    Está bonito.

    E salário na mesma.

    Querem mais escravatura que a que deixaram acontecer nesta quinta?

    Continuem.





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  41. Caros colegas, vamos exigir aos sindicatos, um deles, que decrete greve aos atos, nomeadamente às diligências.

    Só assim lá vamos!!!!

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  42. Concordo com o que diz.
    E já agora saber o que o SOJ anda a fazer, que propostas para o novo estatuto tem.
    Não querendo acreditar que andam a ver os navios passar, não percebo tanto secretismo.

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  43. Na guerra e na política recorre-se a uma estratégia conhecida em sociologia como “dividir para conquistar” ou “dividir para reinar”. Basicamente trata-se de uma manobra de aquisição de controlo e de enfraquecimento dos “adversários” por via da sua fragmentação ou desagregação. Através da divisão rompem-se as estruturas de poder, tornando-as, à partida, mais frágeis.

    A autoria da expressão dever-se-á, em principio, a Júlio César, que na sua obra “De Bello Gallico”, escreveu “divide et impera” ou “divide et vinces”, ou seja “divide e impera”, ou “divide e vence”. Foi a estratégia que utilizou para subjugar os gauleses.

    Também Alexandre Magno, o general chinês Sun Tzu ou o pensador e político italiano Nicolau Maquiavel utilizaram a estratégia de separação das forças inimigas para as enfraquecer, com resultados positivos, diga-se de passagem.
    É, de facto, uma estratégia muito antiga, mas com uma eficácia tal, que a sua utilização perdura ainda nos tempos de hoje.

    Não ponho em causa a boa intenção do colega, MAS, ASSIM NÃO PASSAMOS DA CEPA TORTA.

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  44. Sim mas repare que na cepa torta estou eu há mais de 25 anos e não estou disposto a ficar outros tantos sem dar luta, apenas porque acredito no que penso e escrevi.
    Eu não "enarneiro" dando assentimento ao desconhecido porque até hoje ainda ninguém disse quais as propostas que apresentou á tutela.

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  45. Vejam é o que fizeram os OJ de Sintra da violência doméstica!!! Colegas de coragem ! Pediram todos para sair em conjunto !!!!

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  46. A sério? E o que resultou?

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  47. comentário das 18:19
    “ainda ninguém disse quais as propostas que apresentou á tutela”.
    O saber porquê, é aquilo que me apoquenta e deveria apoquentar a todos.
    O que fazer, os sindicatos regem-se por estatutos ou não?
    Obrigá-los a cumpri-los.

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  48. ja chegou a pgr...

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  49. Então os procuradores têm um quadro próprio para a tramitação da violência doméstica e os funcionários nada...que raio de vergonha é esta??

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  50. Se os tempos fossem outros o camarada líder dos papos secos estaria com certeza a passar momentos de aperto!

    Mas repare-se que o rei nunca passeia sozinho, mas acompanhado de sua corte ...

    Na França revolucionária muitos perderam, literalmente, a cabeça!...

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  51. Ponham os olhos no SOJ, um passarinho disse me que amanhã vai publicar a sua proposta de revisão da carreira, bem articulada, fruto do trabalho dos últimos meses.
    Finalmente resolveu ser parte da solução!
    Estou ansioso.

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  52. Eh lá no lá é agora que eu me vou sindicalizar no Soj..

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  53. Eu sou sindicalizado no na festrans

    Governantes Até se borram todos quando decide parar os transportes

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