A reunião de ontem com o Governo aponta para o fim desta carreira
Na reunião de ontem estiveram presentes ambos os sindicatos (SFJ e SOJ) em simultâneo, isto é, não houve reuniões separadas.
A seguir vamos ver o que cada sindicato disse que se passou na dita reunião.
O SFJ comunicou o seguinte:
«O Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ), no dia de hoje [17DEZ], reuniu com a Sra. Ministra da Justiça, Dra. Rita Alarcão Júdice, reunião esta onde, para além de outros membros do seu gabinete, se encontravam também presentes a Sra. Secretária de Estado da Administração Pública, Dra. Marisa Garrido, e a Sra. Secretária de Estado Adjunta e da Justiça, Dra. Maria Clara Figueiredo.
De acordo com o anteriormente comunicado, iniciou-se, no dia de hoje, a negociação formal para a revisão do estatuto dos Funcionários de Justiça.
Nesta reunião foi apresentada a proposta de protocolo de negociação e calendarizadas as primeiras 4 reuniões, nos dias que se consignam:
– 16 de janeiro pelas 15:30 horas;
– 30 de janeiro pelas 15:30 horas;
– 13 de fevereiro pelas 15:30 horas;
– 26 de fevereiro pelas 10:30 horas;
Na sequência desta reunião, o Ministério da Justiça vai apresentar a sua proposta de revalorização salarial, até à próxima sexta-feira, a qual irá ser disponibilizada na nossa página, logo que a tenhamos na nossa posse.
Citando José Saramago “não tenhamos pressa, mas não percamos tempo”.
Esta é a hora de começarmos a obter o reconhecimento que há muito almejamos e merecemos!
Seguimos juntos, e Justiça Para Quem Nela Trabalha!»
Em síntese, esta informação do SFJ refere que se iniciou ontem a negociação formal da revisão do Estatuto, embora não haja proposta de Estatuto, portanto, inexiste negociação alguma, apresentando antes, uma calendarização de reuniões até ao final de fevereiro, sem se saber sobre que documentos se vai reunir e negociar, portanto, sem se saber se a calendarização é adequada. Há o anúncio de uma entrega, até à próxima sexta-feira, de uma proposta de revalorização salarial, antes de se conhecer a proposta do Estatuto, e nada mais, concluindo a informação sindical com uma citação de Saramago e um convencimento de que “Esta é a hora de começarmos a obter o reconhecimento que há muito almejamos e merecemos!”.
Em termos da mais elementar lógica, esta informação sindical esbarra contra tudo o que é minimamente credível e racional, por estar pejada de incongruências, facilmente detetáveis por qualquer um.

Por sua vez, o SOJ, e recordamos que esteve presente na mesma reunião, apresentou uma informação sindical nos seguintes termos:
«O Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ) reuniu-se, dia 17 de dezembro, no Ministério da Justiça (MJ), com Sua Excelência, a Senhora Ministra da Justiça, Dra. Rita Alarcão Júdice, numa reunião que contou, igualmente, com a presença da Senhora Secretária de Estado Adjunta e da Justiça, Dra. Maria Clara Figueiredo, da Senhora Secretária de Estado da Administração Pública, Dra. Marisa Garrido e dos respetivos “staffs” de apoio político e técnico.
Da ordem de trabalhos constava: “iniciar o processo negocial de revisão do Estatuto dos Funcionários de Justiça, bem como da carreira não revista de oficial de justiça”.
Iniciada a reunião o Governo informou do seguinte:
.1) O processo negocial só poderá desenvolver-se após pacificação do setor. Isto é, o mesmo Governo que ao longo de meses afirmou publicamente que os tribunais estavam pacificados, pelo acordo conhecido por “papos-secos”, reconhece agora que não há pacificação e informa que o processo negocial só será desenvolvido com a pacificação do setor (fim das greves);
.2) Após “pacificação”, na primeira reunião, será assinado um protocolo negocial com “a data de início do processo, as regras e as matérias do âmbito do processo de negociação”;
.3) O Governo vai apresentar uma tabela salarial da qual não constará o suplemento;
.4) O Governo pretende, para garantir da transparência e regras da Administração Pública, que as carreiras dos Oficiais de Justiça sejam constituídas por duas categorias: Uma de grau de complexidade 2 e outra de grau de complexidade 3;
.5) O calendário negocial vai iniciar-se a 16 de janeiro e termina a 26 de fevereiro. Serão realizadas 4 reuniões, mas antes, no próximo dia 20 de dezembro, será enviado aos Sindicatos, parte da proposta de estatuto, mais concretamente a proposta de Tabela Salarial (o estatuto será apresentado e negociado “parcelarmente”).
O SOJ, sobre a matéria, informou do seguinte: sobre a questão da necessidade de pacificação, agora reconhecida pelo Governo, é de salientar que nunca os trabalhadores encetaram a luta por vontade própria, mas sim empurrados pela tutela. Em todo o caso, o SOJ reserva-se no direito de aguardar pela receção do documento, para tomar posição sobre a “pacificação” (greves);
Por outro lado, não deixa de ser preocupante que o Governo pretenda fracionar a apresentação do documento para negociação, mais ainda quando considera pouco relevante discutir, no seio do estatuto, os suplementos.
Relativamente à questão dos dois graus de complexidade, o SOJ aguarda o envio do documento, mas mostra-se desde já contra qualquer intenção de dividir o quadro dos atuais Oficiais de Justiça (atualmente em número de 6.971, segundo dados do Governo), em duas categorias.
Defende este Sindicato, SOJ, que todos, sem exceção, ingressaram tendo como legítimas expectativas atingir o topo da carreira (obviamente que nem todos o conseguem), sujeitando-se a provas e sendo providos os melhores, pois, como se diz na sabedoria popular “quem tem unhas é que toca guitarra”.
Por outro lado, e isso mesmo o SOJ transmitiu na reunião, sendo factual que há, e haverá, funções mais rotineiras e de menor complexidade que o Governo quer, e bem, que passem a ser realizadas por trabalhadores na carreira de grau de complexidade 2, importa então um debate sério e reconhecer que há nos tribunais trabalhadores, assistentes técnicos (sempre existiram nos tribunais, sob o “manto” de funcionários judiciais), em número cada vez maior, e que podem esses trabalhadores, que já estão nos tribunais e na DGAJ, passar a integrar o futuro estatuto de Oficial de Justiça, na categoria base, grau de complexidade 2.
Não é sequer sério que possa ser equacionado que os atuais Oficiais de Justiça sejam equiparados ao pessoal assistente técnico, que tem grau de complexidade 2 e sempre desempenharam funções de menor complexidade dentro das secretarias judiciais e do Ministério Público.
Assim, concluída a reunião, o SOJ aguarda pelo documento que será enviado aos Sindicatos e, após, tomará posição sobre as greves e sobre o documento, que será apresentado aos colegas.»
Em conclusão, parece que os dois sindicatos não estiveram na mesma reunião, ou então que os representantes do SFJ estavam à rasca e saíram para ir ao quarto-de-banho e perderam tudo quanto o SOJ, talvez sem uma caneta nova para assinar acordos, tenha anotado para nos transmitir ou, em alternativa, poderemos considerar que os representantes do SOJ estavam com sono, adormeceram e sonharam tudo isto que vieram relatar.
Não sabemos o que realmente se passou na reunião, mas, perante os dados concretos fornecidos, qualquer um poderá perceber e concluir que há uma nítida omissão de informação por parte de uma das estruturas sindicais, tão gritante que só pode ser considerada um insulto à inteligência dos Oficiais de Justiça.
Por outro lado, antevê-se ressuscitada a divisão da carreira em duas, sendo a dita revalorização salarial aplicada apenas para alguns, os da carreira do grau de complexidade 3.
Surpreendente é o Governo dizer que o processo negocial só terá início após pacificação do setor, isto é, com o fim das greves. É espantoso, uma vez que a ministra da Justiça, e não só, desde junho que dizem à boca cheia que haviam conseguido a pacificação do setor; até o próprio primeiro-ministro o dizia. Afinal mentiam? Parece-nos bem que sim, não só pelo que hoje dizem, mas pelos factos, uma vez que enquanto o Governo dizia uma coisa, na realidade acontecia precisamente o seu contrário.
Os Oficiais de Justiça vão ver negociado o futuro da sua carreira com a presença de pessoas que omitem informações relevantes aos seus representados e ainda com outras que mentem?
Seja como for, o SFJ ainda tem uma greve ativa e pode acordar de novo, desistir da mesma, para pacificar ainda mais o setor, tal como sucedeu em junho.
Outra questão muito preocupante é a intenção do Governo em apresentar a proposta de Estatuto aos bocadinhos, negociando de forma parcelar, sem que se possa ter uma noção de conjunto. Só se pode negociar parcelarmente quando se tem uma visão da globalidade da proposta. Os sindicatos não podem cair nesta ratoeira do Governo só permitir que espreitem um bocadinho de cada vez.
Se o Governo exige pacificação para começar a negociar, os sindicatos devem exigir condições para poderem negociar e uma delas é receberem a proposta integral do Estatuto, de uma só vez, sem a qual não poderão negociar nada, tal como a calendarização não serve para nada.

Mas se a informação do SOJ já é bastante esclarecedora daquilo que são as negras pretensões do Governo, o presidente desta estrutura sindical, Carlos Almeida, em declarações à Lusa, foi ainda mais explícito.
A notícia da Lusa diz aquilo que o SFJ não quer dizer, que as negociações do Estatuto só começam para o ano: “Os oficiais de justiça começam a negociar o seu estatuto em 16 de janeiro, tendo o Governo já adiantado que “será imperioso” a divisão da carreira em duas categorias e exigido que as negociações arranquem com paz social.” É este um dos títulos que corre na comunicação social.
No Observador lia-se a notícia assim:
“Em declarações à Lusa, Carlos Almeida admite vir a reavaliar a greve ainda em curso, convocada pelo SOJ desde 10 de janeiro de 2023, e que ainda motiva paragens a tempo parcial dos serviços, mas não deixou de considerar “ser estranho” que o Governo exija paz social depois de declarações públicas da tutela a indicar o contrário, sobretudo depois de o Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) ter anunciado a desconvocação da greve que mantinha em curso, depois do acordo com o MJ relativo ao pagamento do suplemento de recuperação processual.
Mas para reavaliar a greve, o presidente do SOJ quer primeiro conhecer a proposta da tutela sobre o novo estatuto, que chegará aos sindicatos na forma de um primeiro esboço, não contemplando ainda todas as matérias abrangidas, algo que Carlos Almeida disse “não ver com bons olhos”, afirmando que “para se negociar o estatuto é preciso ter uma visão global”.
No entanto, o Governo adiantou que as matérias em negociação serão apresentadas “de forma faseada”, disse o presidente do SOJ, que admite que haja matérias ainda a ser ultimadas pelo Governo, num processo que envolve também a área da Administração Pública, tutelada pelas Finanças.
As negociações, com um calendário de quatro reuniões previstas a terminar em 26 de fevereiro, arrancam em 16 de janeiro e devem nesse dia debruçar-se sobre questões remuneratórias, mas há linhas gerais já avançadas pela tutela, referiu Carlos Almeida, entre as quais a de que “será imperioso ter a carreira dividida em duas categorias”.
O SOJ admite que essa divisão da carreira venha a ser consagrada nos novos estatutos, desde que fique assegurado que todos os 6.971 oficiais de justiça – segundo números avançados pela tutela aos sindicatos na reunião desta terça-feira – transitam, na nova carreira, para uma categoria de grau de complexidade três.”

Fontes: “SFJ-Info-17DEZ2024”, “SOJ-Info-17DEZ2024” e “Observador-17DEZ2024”.
Como é possível dois comunicados tão divergentes de quem esteve na mesma reunião.
ResponderEliminarO porquê destas atitudes pelo sfj?
ResponderEliminarNão tarda vem o puto Amaro dizer que os Oficiais de Justiça bebem muito e por isso os processos não andam ou andam mal !!
Para uns, houve dinheirinho sem praticaemnte o terem pedido.
Para outros, começam as negociações com uma ameaça.
Eu tinha dito aqui que o estatuto ainda não ia ser apresentado, fui contrariado pelo blogue.
ResponderEliminarCuidado com esta ministra perita em mediação, pertence a uns dos melhores escritórios de advogados do país.
Não aceitem a pacificação antes de sabermos o que aí vem..
Já tivemos a experiência do acordo dos papo secos..
Muito cuidado..
Grande Soj, tu és o nosso salvador, nada de pacificação sem antes conhecer todos o estatuto..
ResponderEliminarAgora quanto a todos passarem para grau 3 , acho que deve existir critérios, consoante o número de anos de serviço ou ter licenciatura.
O Soj é o nosso salvador, por isso é que me dindicalizei-me...
ResponderEliminarCuidado esta ministra já nos enganou uma vez..
ResponderEliminarAgora vai acenar com a cenoura dos 300 euros..
E prontos já ficam todos satisfeitos...
E depois levam com o que aí vêm....
Qual a lógica de esconder o estatuto e negociar por partes?
Não é boa fé isso.
Deixem se de decisões por favor, será que os licenciados fazem melhor que os demais. É injusto essa avaliação. Há bons e maus profissionais, quer sejam licenciados ou não. A carreira não pode ser dívida em dois. Agora compreendo a ideia de Carlos Almeida, quem trabalha na DGAj nem deve ser considerado Oficial de Justiça esses exercem funções administrativas
ResponderEliminarEntão o estatuto estaria aprovado no final do ano e afinal as negociações só começam em Janeiro?!!
ResponderEliminarMentiras e mais mentiras de Tony Marcial, que agora adota um discurso que esquece o que anteriormente disse!
Que vergonha, que descaramento! ...
O SFJ desilude-nos mesmo!! Inacreditável!!
ResponderEliminarUma coisa é executar ordens sem pensar a profissão outra coisa é ter pessoas que elevam a profissão...
ResponderEliminarNoutros países já é exigida a licenciatura aqui quer ver que vai ser diferente???
O que o SFJ faz é criminoso..esta liderança está desatualizada, descontextualizada, tem que mudar urgentemente...
ResponderEliminarO SOJ, e bem, até pode conceder que a carreira fique dividida em 2 níveis, desde que todos os atuais OJ transitem TODOS para o grau 3!
ResponderEliminarEstá pensar bem, está a pensar nos nossos interesses.
Reparem bem na diferença de atitude e de esclarecimento entre as duas forças sindicais!
Cada um pode ter o seu clube, mas a verdade é só uma, e todos nós a vemos! ...
São precisos apenas 5 minutos para mudar de sindicato, para preencher um formulário!
ResponderEliminar5 minutos!
A laracha da "paz social" tem um destinatário óbvio: a opinião pública.
ResponderEliminarO Governo já está a montar uma estratégia de vitimização.
"Nós bem que tentámos chegar a acordo mas os oficiais de justiça são uns insensíveis e a culpa do caos nos tribunais é toda deles."
Tá calado.
ResponderEliminarA estratégia de fracionar a negociação do estatuto deverá estar apoiada pelo sindicato com maior representação, caso contrário até ele se insurgia contra essa ideia e, no singelo comunicado de ontem, tinha logo mencionado essa forma estranha de negociar o documento fundamental para a carreira, demonstrando inequivocamente a sua oposição a este tipo de negociação.
ResponderEliminarÉ minha perceção que o Ministério da Justiça tem aquele sindicato na mão e com isso irá desenvolver a maior parte da negociação com ele, deixando o outro sindicato quase isolado e sem poder de pedir o que quer que seja.
Do Ministério é de lamentar este secretismo e a forma de abordar as negociações, pois leva a desconfiar que algo de desagradável está para surgir.
Por parte de um dos sindicatos, é também de lamentar a forma como transmitiu o que se passou na reunião, ocultando até a sua posição (se é que a tem) perante o que foi posto em cima da mesa.
Parece-me que a arrogância mora por aqueles lados, do quero posso, mando e não deixem de pagar as quotas.
Aliás, dá para ver nas redes socias e por aqui a forma como é democraticamente atacado quem pense o contrário.
Absolutamente surreal.
ResponderEliminarEntão não é que o SFJ havia anunciado que o acordo firmado em maio era a porta para se iniciar a discussão da revisão da carreira - era condição impeditiva.
E não é que agora, vem a senhora Ministra contrariar o Marçal e dizer que ou calam todos o bico e se dedicam ao trabalho ou nem sequer fala com ninguém - não há negociação nenhuma!
Absolutamente surreal.
Só uma palavra para uns e outros ALDRABÕES E MENTIROSOS.
Sinceramente, não sei o que o sfj foi fazer para a reunião... Que pobreza... Não percebo esta inércia dos associados.
ResponderEliminarPonham o microfone à frente da boca da senhora Ministra e do senhor Primeiro Ministro e perguntem-lhes se afinal a palavra dada é ou não honrada - ambos disseram que o assunto era tratado no último trimestre do ano e agora atiram para o primeiro trimestre do ano que vem???
ResponderEliminarCom a agravante de que nem sequer apresentaram um esboço do documento ou tampouco uma lista de ideias norteadoras do mesmo - seja na adequação funcional à transição e transformação digital, na adequação à resposta demandada dos tribunais no futuro.
Nada de nada, apenas datas inócuas para se discutir um nada pois é isso que existe - no momento não existe nada para discutir.
Pergunto ao SFJ qual o resultado da pré-negociação? Zero, não houve nada pré-negociado, zero é o número do anos!
Onde é que está o resultado da pré-negociação, onde é que está o alinhavo do projeto ou uma qualquer ideia sobre ele? Em lado nenhum!
Mentirosos e aldrabões.
ResponderEliminarConfirma-se afinal que o estatuto não é para este nem para o próximo ou próximos anos.
Falsos e incompetentes.
Não acredito na palavra da senhora Ministra e dos senhor Primeiro Ministro - faltou à verdade e isso eu não perdoo.
Continuam a brincar com as nossas vidinhas .
Vão gozar com ...
O Governo vai ficar em modo de gestão por duodécimos em 2026 e, por isso, nada será feito.
Nas autárquicas, legislativas e presidenciais vão levar sopa - nunca mais terão um voto meu, que sempre votei PSD, esse voto irá direitinho para o PS (merda por merda então que fiquemos com quem se preocupa mais com os trabalhadores).
e vão dois
ResponderEliminar
ResponderEliminarSOJ
não se vende
Caros colegas do SFJ está na altura de se demarcarem da liderança, de António Marçal!
ResponderEliminarSe têm honradez, verticalidade, palavra, então está na hora de se chegarem à frente e mostrarem as vossa divergências.
Se não o fizerem, só pode ser entendido por estarem alinhados com a direção, porque não quero acreditar tratar-se de covardia!
Façam o favor, mostrem do que são feitos!
Uma coisa é certa se a carreira for dividida em 2, apenas cerca de 2000 funcionários terão o grau de complexidade 3 ou menos.
ResponderEliminarE isso poderá mesmo ser o desmantelamento da profissão..
A força não será a mesma...
Mas por outro lado face á inércia de toda a classe estão a ter o que merecem...
ResponderEliminarSOJ
não desarmes as greves.
isso é o que les querem para depois fazerem o que lhes apetece,
ou seja mentir mais 25 anos.
SOJ
FORÇA! CONTRA AS MENTIRAS DE ANOS!
Tudo o que diz está certo, contudo as policias reformados e etc vão votar PSD pois estão satisfeitos com a sua situação..
ResponderEliminarMais grave que isso.
ResponderEliminarNão foi uma ameaça, não senhor.
Foi antes uma afirmação de estado, ou negociamos como eu quero ou não negociamos, sendo certo que o SFJ havia garantido que o acordo que firmou só aconteceu para que se pudesse iniciar a revisão da carreira e afinal não foi nada disso que aconteceu - serviu apenas para protelar uma qualquer decisão e postergá-la para as calendas.
Em 2009 a Dra Helena Ribeiro (governo do PS) apresentou uma proposta, em 2021 foi a vez do Dr Mário Belo Morgado (também governo do PS), em 2023 sucedeu a vez da Dra Catarina Sarmento (mais uma vez governo do PS) e agora com pelo menos três propostas como base de trabalho e outros tantos ou mais contributos, estudos e pareceres em sete meses (desde a reunião de 17 de maio e esta de 17 de dezembro) não conseguiram enxertar nesses alinhavos a sua visão do que esperam dos oficiais de justiça no futuro!
A incompetência não tem limites e a falta notória do conhecimento dos assuntos que nos dizem respeito é gritante!
Impunha-se uma substituição imediata - à falta de palavra a resposta deveria ser desde logo: então se é assim vamos para a luta a sério, estremando-se a posição de força.
Não foi isso que sucedeu!
O SFJ apoucou-se mais uma vez e, como está habituado a pensar pequeno foi pequena a sua reação - ficou à espera para ver ... o quê ???
A Ministra agigantou-se e desta vez tentou silenciar o outro sindicato (SOJ) que menorizou na anterior reunião.
Os Oficiais de Justiça não subiram as escadas do Parlamento, não lançaram petardos ou tochas e não invadiram as ruas de Lisboa.
Mas em face desta posição a única reação que se esperaria à falta de palavra dada seria a de luta na rua - paralisação total já na primeira quinzena de 2025.
Não podemos continuar com "bananas" á frente dos nossos destinos.
Está decidido - assim que puder saio dos Tribunais para nunca mais voltar (e já só falta a publicação dos lugares vagos para onde quero ir)!
Malta, não se esqueçam de que neste momento ainda não sabemos o 4º segredo de Fátima, o projeto de estatuto nem o que se passou na reunião de ontem.
ResponderEliminarSilêncio é de ouro.
Não deixem de pagar as quotas, pois no ano passado deu prejuízo.....
Não é com a Ministra que devemos ter cuidado - está visto que se afastou da verdade para não dizer outra coisa, faltaram-nos ao prometido.
ResponderEliminarPortanto da senhora Ministra não espero mais nada pois não acredito em nenhuma sílaba, em nenhuma palavra proferida ou provinda do seu Ministério.
O cuidado que devemos ter é com o Marçal - pois que tal como o líder de Israel inventou uma guerra para não prestar contas aos seus também por aqui se usou a mesma tática e a personagem convive muito bem com as nossas frustrações pois delas depende a sua sobrevivência no cargo.
Simplesmente vergonhosa a atitude de uns e de outros.
Já não acredito em ninguém. Não há pessoas sérias, apenas e só aldrabões e mentirosos.
Continuem assim e vão ver o que vai acontecer ao CHEGA
Não não vão.
ResponderEliminarSó se forem otários e isso não creio que o sejam!
Depois, os professores integram uma certa "classe superior", são uma elite composta pelos denominados intelectuais que sustentam e apoiam movimentos como o "Wokismo" entre outros, quer à esquerda quer à direita, e são eles que vão decidir por cobro a este lamaçal em que estamos - ocorrerá uma deriva para os radicalismos de esquerda e de direita.
Se estão à espera do voto dos reformados, dos polícias e professores vão se tramar à séria (já conseguiram o que queriam e o resto é conversa).
Falta sentido de Estado a esta gente - só decidem em função da sua manutenção no cargo que ocupam e já não em função do que é preciso para o país.
O ano de 2025 começa como os últimos 25 anos, igual ao dos últimos anos do século passado, no mesmo marasmo de sempre.
Vergonha e indignação!
A palavra chave é essa - não existe BOA FÉ por parte de ninguém !
ResponderEliminarO "Mareshal" deve de estar a rir-se, com um sorriso de orelha a orelha, às gargalhadas até.
Por sinal fez-nos passar a todos por bananas, bem sabendo que não iria haver estatuto nenhum, e bastou-se com os trinta paus por mês de aumento e que tudo ficasse assim, como está!
Para quando uma destituição deste senhor do cargo que ocupa?
Pedido urgente ao Presidente da Assembleia para marcação de eleições com carácter urgente - não vamos ficar a ver o tempo passar como está a acontecer com os "Georgianos" ...
É tempo de reagir: Marçal para a rua já!
ResponderEliminarMais do mesmo , sem dúvida.
Vão conseguir muitos funcionários motivados para dar o corpo a esta carreira, vão.
Essa personagem - falo do senhor Marçal - foi a pessoa que mais nos prejudicou (a mim pessoalmente) em mais de 20 anos nas funções de Dirigente Sindical.
ResponderEliminarNão há Governo ou equipa Ministerial ou DGAJ que nos tenha prejudicado mais - estes fizeram algo e esse algo revelou-se extremamente prejudicial mas aquele outro, em 20 anos, não fez nada de jeito foi sempre a perder, mesmo com governos ditos amigos (Guterres, Sócrates e Costa, este como MJ do primeiro e como PM).
A única "merda" que se viu foram ações judiciais e particularmente uma ação que se está a revelar extremamente prejudicial para muitos de nós - ainda não me contabilizaram o tempo de antiguidade e os acertos devidos - que está a ser executada, no mínimo, de forma pouco criteriosa arbitrária mesmo.
Se há exemplo de uma incompetência a do senhor "Mareshal" é a sua personificação.
Tudo isto é simplesmente ridículo e profundamente indignante.
Nao, não é o teu salvador
ResponderEliminarÉ simplesmente quem te vai deixar na miséria e a contestar, porque precisa de ti assim para sobreviver
Burros!
O Saramago (que o SFJ citou) já morreu e o Mário Soares também e eu também já não me sinto lá muito bem!
ResponderEliminarPara mim estão todos a ser apressadamente demorados e arranjam desculpas de bradar aos céus para a sua incompetência - bastava admitir que mentiram e que não têm nada feito e isso já de si ou por si só era grave, mas mais grave se tornou quando quiseram fazer de todos nós estúpidos e otários!
Noa percebo qual a surpresa sobre a divisão da carreira.
ResponderEliminarEste é o 3° governo que confirma a opção política de dividir e reestruturar a carreira, e nunca irão ceder, nem irá existir qualquer valorização salarial sem novo estatuto.
Assim fizeram com o SEF, assim farão com os OJs.
Qualquer sindicato que diga que consegue alterar este destino está simplesmente a mentir.
O SOJ é o stop dos professores.
Fiquem na miséria e a contestar, que nesse caso têm o que merecem!
Não é nada disso.
ResponderEliminarÉ apenas e só incompetência da equipa que está no MJ, que não fez alinhavo nenhum de coisa nenhuma, não fez nada, repito nada, apesar de ter muita base de trabalho (três anteprojetos, estudos e pareceres) e em sete meses (vai para nove de governação) não desenvolveu coisíssima nenhuma.
As decisões foram de mercearia - do género deve e haver - pediu informação ao M das Finanças e este disse-lhe que tinha dinheiro para trinta paus de suplemento e ingresso de 570 funcionários e foi isto que foi feito, mas mal, muito mal e ao arrepio do Estatuto e veremos no futuro quais as consequências que daí advirão.
Estas decisões poderiam ser tomadas pela minha sobrinha com 4 anos de idade - se lhe der dinheiro para a mão ela pergunta ao vendedor se chega para o que quer comprar e compra, ponto!
Estou farto de responsáveis de mercearia!
Se isto é gerir um ministério da justiça, vou ali e volto já !
Vocês andam aqui a enganar os OJs com promessas que sabem que não vão acontecer, porque precisam dos trabalhadores na miséria e a contestar, de modo a sobreviverem como sindicato.
ResponderEliminarA mim não me enganam!
Mentiras, dissimulações, covardia, estupidez, basicismo, canalhice ! ...
ResponderEliminarMais uma vez, reina a desinformação absoluta... É bem sabido que a pandilha do SFJ, tem ligações ao PS e ao PSD, conforme melhor lhes convem, e que depois mais à frente vai-lhes render um "tachinho" (sim sei porque vi, como qualquer um de nós que abra os olhos para a realidade pode ver). Pelo contrario o SOJ, amplamemte desprezado entre a classe, e ao longo de vários anos adormecido, acordou recentemente para a dura realidade da nossa profissão, e esta de momento a tentar lutar pelo interesse da classe. O curioso ainda é a grande maioria dos colegas acreditar que os sucessivos governos querem o nosso bem...muito estão enganados... se não pensem um pouco, se queriam o bem dos oficiais de justiça, pelo mesmos já nos tinham dado mais €300, por mês, como fizerem com a PSP, GNR, Policia Maritima, depois com a ASAE, as Finanças, os militares, sem falar do valor abismal que foi dado à Poilcia Judiciária..(não contando com os Srs. Magistrados).. ainda temos os enfermeiros, os médicos, os professores, e recentemente os TAE do INEM..., e diga-se de passagem que para todos é merecido, mas o que os diverge de nós??? um curso superior que alguns têm e outros não nessas mesmas classes?? então o quê?? A diferença destes todos para nós é que são unidos, os diversos sindicatos trabalham a favor dos mesmos e não com interesses proprios, e a informação é fluida entre todos, ao contrario de nós, onde existe várias guerras entre a classe, fruto de muitos mitos ou talvez práticas de antigamente, sendo que permitimos que as mesmas perdurem...Seja pelos diversos atropelos à nossa carreira, com os mesmos amiguinhos de sempre a usurparem/ocuparem com nomeações em substituição para lugares de chefia, sem estarem devidamente habilitados...poder-se-ia dizer que existiriam uma teia ou quadrilha instalada nos Tribunais??....cada um tirará a sua conclusão.... Bem,. um caso simples é este aumento de 3,5% dado, ora é bem diferente essa percentagem num ordenado de uma auxiliar, para um de um secretário, ou não??? Enquanto não nós comecar-mos a ver todos como iguais, vamos sempre ser derrotados......
ResponderEliminarA anterior equipa dizia que tudo tinha de ser negociado no Estatuto. Esta equipa do MJ diz que tudo terá que ser negociado parcelarmente, segmento por segmento.
ResponderEliminarpergunta-se quem é que terá razão? Nem uns nem outros , eu acho!
Resumindo, ambos justificaram o nada que fizeram ou que têm feito com um argumentário profundamente gasto e risível, apenas e só para protelar e postergar para um futuro muito distante decisões que já deveriam ter sido tomadas no início deste século.
E ainda criticam a Dra Paula Teixeira da Cruz que foi a única MJ que, neste século, teve capacidade de decisão e fez acontecer, goste-se ou não do resultado.
Ao que parece o MJ está mais preocupado em regredir e voltar a criar a IGAL (Inspeção Geral das Autarquias Locais) com mais cargos diretivos e "jobs for the boys".
A par disso, vão ser criadas mais uma centena de freguesias, com os seus cargos políticos, respetivas compensações e remunerações, e isto acontece com o apoio de todos - incluindo o do CHEGA que apregoa ser contra mais cargos públicos ...
Querem nos tomar por lorpas a todos.
Vergonhoso e imperdoável é o que acho.
Em lugar de perderem tempo com o que está feito - e muito bem feito - apesar de ter sido pelo afamado "Relvas" o tal do curso de equivalências ao folclore etc., que façam o que falta fazer e que é premente.
Bem sei que só não é porque não dá lugares políticos a ninguém.
Ou se calhar estou enganado e vem aí uma divisão da carreira com cargos de Técnicos Superiores vindos diretamente das Autarquias - oxalá me engane, mas perece-me que não!
Blogueiro,
ResponderEliminarVai plantar batatas em vez de dividires (sim, tu) ainda mais a classe!
Vamos lá ter um raciocínio
ResponderEliminar...o certo é que a ministra diz para parar as greves é porque está a causar efeito...
Se soubessem a verdade....
ResponderEliminarJá tenho anos de vida e experiência suficientes, para perceber duas evidências:
ResponderEliminarO governo nunca vai ceder em avançar com um modelo de estatuto semelhante ao último proposto e esta será a condição de valorizar os salários.
O que está a ocorrer entre os dois sindicatos, é um fenômeno mais que conhecido no sindicalismo.
O SFJ já percebeu a inevitabilidade da reestruturação e está a apresentar propostas que mitiguem os seus efeitos, o SOJ tb o percebeu, mas tb sabe que arrisca a sobrevivência como sindicato se aceitar a divisão da carreira, pois nada teria a acrescentar ao SFJ.
Neste impasse, os OJS continuarão a ser a única carreira a ficar na miséria, enquanto não abrirem os olhos.
O SOJ deveria assumir-se progressista e defender a requalificação dos serviços
ResponderEliminarO SOJ não serve para nada, nem sequer prestam informação aos associados. Corrijo, serve para alguns, porque os privilégios sindicais dão jeito.
ResponderEliminar?????? Marçal.... não fales mal de quem fez/faz melhor que tu... que feio!
ResponderEliminarChantagem??? Parar as greves??? GREVE AOS ACTIS, JÁ!
ResponderEliminarNo que me respeita, só vejo o SOJ defender a nossa carreira!
ResponderEliminarAndam aqui meninos e meninas do SFJ que querem denegrir o SOJ, mas a verdade é que foi o sindicato deles que nos trouxe até esta situação!
ResponderEliminarAté uma criança era capaz de o ver, portanto, quanto mais tentam disfarçar o erro grosseiro do SFJ mais o realçam!
Tenham isso em atenção!
É obvio não é?!
ResponderEliminarRaramente escrevo. Mas sinceramente isto de reuniões do soj e do sfj já começa a cheirar a esturro. Será que durante aquele tempo todo não houve acordo em alguma matéria????
ResponderEliminarNão se discutiu sobre idade de reforma?
Será que não se falou em salário?
Será que se não falou no pagamento atrasado do tempo de provisório para quem aguarda á espera que a dgsj pague a quem deve?
Será que não se falou na nossa carreira ?
Enfim..
Se sim não existiu acordo quanto alguma ?
Se sim porque não divulgam aquela que está de acordo tanto os sindicatos como o governo...
Cheira mal.
É a prática em todas as negociações, com todas as carreiras.
ResponderEliminarVejam o exemplo dos médicos.
Verdade!
ResponderEliminarAté os seus dirigentes (supostamente devia ter órgãos sociais que reunissem, vá, pelo menos uma ou outra vez) têm conhecimento de tudo pela CS e pela página da net.
(Dito por dirigentes do SOJ)
É melhor comorar uns óculos... ou um cérebro!
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ResponderEliminarSim, greve às diligências!
ResponderEliminarA greve que de certeza vai funcionar!
Sim, mesmo aqueles que são sindicalizados no SFJ já repararam na diferente postura do SOJ.
ResponderEliminarUma postura mais aberta, mais objectiva, que espelha a maioria do sentimento dos OJ em relação ao novo estatuto!
Realmente és muito assertivo no que referes o SOJ é o STOP dos oficiais de justiça e o SFJ é o mercador de todos. Se um sindicato não luta e aceita tudo, para que serve? Será sindicato ou empresa camuflada? Haja vergonha na cara, pois o seu comentário diz tudo.
ResponderEliminarSimplesmente impressionante e incompreensível a postura do MJ.
ResponderEliminar- primeiro quer que se acebe com as nossas reivindicações (greves) para só depois falarem sobre a forma de as terminarem ???
Quando deveria ser antes - vamos falar e negociar para se acabar com isto (paralisações/greves).
Nada disso - como não têm nada para nos apresentar e acreditam que o SFJ não os tem no sítio para tomar uma atitude vigorosa e que ponha termo a esta indefinição da carreira, atiram com uma justificação da treta e tá feito!
Agora é esperar para chegarmos a 16 de janeiro e a tutela vir dizer que, como não houve pacificação (e ela nunca poderá existir sem revisão da carreira) não encetam quaisquer negociação e prontos lá fica tudo para 2027 ou 2028 ou para nunca mais.
Mesmo com as autárquicas à porta haverá sempre forma de obrigar os "morcões" a marcar presença e a tramitar os processos eleitorais porque, imaginem isso seria atentar contra a democracia - quando são eles próprios que a descredibilizam e assim põem em causa com a falta de decisões e a nomeação de gente impreparada para cargos tão importantes.
Uma vergonha é o que apetece dizer - mais uma vez enganados pela conversa de "lana caprina" ...
Os comunicados, as mentiras, continuam!...
ResponderEliminarSucedem-se porque a personagem percebe o descontentamento dos associados!
Tentam explicar o que não tem explicação.
Os oficiais de justiça estão prontos para todas as formas de luta legais!
É preciso dar a ordem às tropas para avançarem, que nós avançaremos!
Quanto ao título deste blogue será o fim da carreira 100 por cento de acordo..
ResponderEliminarQuantos ofíciais de justiça passaram a grau 3 talvez uns mil ou nem isso...
Assim existirá uma redução brutal de oficiais de justiça....
Sendo os de grau 2 o equiparado a técnicos operacionais...
É a destruição da carreira..
Caros colegas eu não ando para trás!
ResponderEliminarAs sociedades avançam não regridem!
Não admito qualquer tipo de desqualificação dos Oficiais de Justiça!
A única leitura que faço dos comunicados dos sindicatos é que pode existir uma revalorização salarial, antes do Estatuto.
ResponderEliminarQuanto?
Ver para crer, como São Tomé!
É, meus amigos, tudo tem um preço!
ResponderEliminarSe quiserem pagar para que eu fique "parado", sem poder ascender na carreira, que paguem, mas que paguem bem!
Que irá existir uma pequena valorização salarial é óbvio.Com bolos se enganam os tolos. Talvez dê para comprar um papo seco um pouco melhor.
ResponderEliminarMas se esperam valorizações salariais de 200, 300 euros...podem esperar bem SENTADOS! Vai ser uma pequena valorização salarial apenas para mostrar à imprensa e opinião pública. Nada mais.Não temos o peso negocial dos polícias ou dos professores e só mesmo tolinhos podem achar o contrário.
De resto existe um consenso claro na DGAJ e nas sucessivas tutelas que têm por lá passado: a carreira tem que ser dividida.
Querem criar um verdadeiro corpo de assessores ao serviço das Magistraturas. Com maior ou menor autonomia.
Os restantes vão ser relegados para a categoria de assistente técnico à qual vão dar o nome mais pomposo de "técnico de justiça".
Um passarinho muito certinho confidenciou-me que, a valorização salarial será a integração de 15 por cento no vencimento, relativos ao SRP (como defendia o SOJ), acrescida de um escalão da tabela geral da função pública.
ResponderEliminarE o SOJ pára a greve.
Foi, de longe, a que teve mais impacto.
ResponderEliminarA greve às diligência, que durou várias semanas, demonstrou uma coesão e propósito comum, entre colegas oficiais de Justiça, como eu já não via há anos.
Porquê "técnico" se somos "oficiais"?
ResponderEliminarE isso orça em quanto ao final do mês?
ResponderEliminarDê o passarinho um exemplo, para se perceber melhor!
ResponderEliminarOs passarinhos chilrearam muito este ano e a paparica traduziu-se em 50/60 euros brutos para a maior parte dos Oficiais de Justiça.
ResponderEliminarAchar que vem mais do que isso...
Discordo profundamente da visão daqueles que dizem que não temos a força que as polícias, por exemplo, têm!
ResponderEliminarE digo isso porque, sendo verdade que somos em muito menor número, não deixa de ser verdade que podemos, se a isso estivermos dispostos, parar a máquina judicial!
Não se esqueçam que mexemos no interesse de dezenas de milhar de advogados, não falando sequer das magistraturas.
Caros colegas, a justiça está na moda, para o bem e para o mal!|
As televisões passam a vida a falar dos tribunais e das suas decisões!
Nós podemos parar isso tudo, e se assim fizermos, até porque somo poucos, vocês vão ver como os reforços salarias se tornam rapidamente mais substanciais!
Sejam inteligentes, não se subestimem!
Abraço
Foi o passarinho das 16:19 que assim o disse ...
ResponderEliminarPois, mas "técnico" e menos pomposo que "oficial", não é?!
ResponderEliminarEspero MESMO que nenhum dos Sindicatos aceite uma valorização inferior a 300€.
ResponderEliminarSe a existiu para outras carreiras, com o seu reflexo a operar-se x14 meses, porque razão teremos de ser nós o "patinho feio" da Administração Pública?
O mesmo direi quanto a um suplemento quanto à disponibilidade permanente a que estamos sujeitos. A valorização terá de ocorrer em ambas as frentes!
Já BASTA de ficarmos eternamente para trás.
São vários anos a perder dinheiro, pela inação e pelo comodismo.
Se for preciso pararmos diligências em todos os Tribunais, os O.J. estão prontos para isso, não tenho dúvidas!
Temos de voltar rapidamente a essa greve!
ResponderEliminarConcordo plenamente com este comentário...mas infelizmente não acredito em união nesta classe.
ResponderEliminarOs oficiais de justiça não têm noção da relevância da profissão, porque são humilhados por aqueles que praticam a justiça..
Se tivessem conhecimento da história da profissão, que é a garantia da legalidade dos atos..
Espero que não, cerca de 100€??
ResponderEliminarNão se para greve nenhuma por menos de 250,00
Integrar 1,5/ que passa a ser descontado para a ADSE é mau negócio e o aumento geral do próximo ano também não se reflete
ResponderEliminarÉ péssimo negócio
Se dúvidas houvessem, dos posts de hoje é mais que evidente o aproveitamento que o SOJ faz deste blogue, para enaltecer os seus feitos e angariar associados.
ResponderEliminarOu seja, a preocupação não é a situação profissional dos Ojs, mas a sua sobrevivência enquanto sindicato.
Teria muito gosto em estar a discutir os resultados das ações do SOJ e do SFJ, mas quando um nada tem para apresentar e outro pouco têm até agora, trata se de uma discussão estéril.
Quanto ao SFJ, só tenho a agradecer o esforço que tem feito junto do governo para chegar a uma solução justa para a carreira.
Atendendo a que pela primeira vez nos últimos anos, temos um governo que demonstra interesse na nossa carreira, defendo e apoio a postura do Sfj em todo este processo.
Estou confiante numa solução justa a curto prazo, que dignifique e valorize a carreira, com os olhos postos nas novas gerações.
Realmente os oficiais de justiça não tem noção da força que tem. Isto admitido por juizes e advogados que sabem da mecânica dos tribunais um pouco melhor.
ResponderEliminarO problema é mesmo o comodismo e covardia dos oficiais de justiça que se alguma vez perdessem o medo iriam vergar qualquer ministro da justiça.
São milhões de euros que se decidem nos tribunais todos os dias e o governo não iria querer empresarios a incomodar por este assunto.
Acordem. E os sindicatos também que não sejam apenas os gerentes do descontentamento da classe porque ja todos lhes vimos a manha e de como durante estes anos sempre fizeram as vontades à tutela.
Agora acabou, ou assumem o seu papel ou dwixam de existir.
Mas 250€ porquê?
ResponderEliminarO que não falta são carreiras com maiores valorizações que essa.
Não nos podemos ver como estando numa carreira menor, uma carreira de 2a, ou algo do género.
Decorreu já muito (demasiado) tempo a ser-nos tirado dinheiro mais do que merecido, mês após mês...ano após ano.
Já chega.
A valorização tem de ocorrer e ser justa.
Recusemo-nos a receber menos do que outras carreiras.
E algumas dessas carreiras com mais do que uma valorização por ano, fosse por revisão de suplementos, criação de novos ou desbloquear de promoções...💰💰
ResponderEliminarAh pois...
Nesta carreira é que o pontapé no traseiro tem sido a palavra de ordem.
Enquanto não pararem de barafustar, nada feito.
ResponderEliminarPor favor, calem-se e deem espaço às negociações.
NÃO SFJ, vamos para a GUERRA!
ResponderEliminarGuerra, Greve!
ResponderEliminarNada disso, nada de medos!
ResponderEliminarAvancemos perante a injustiça!
É preciso ter lata! Não ter vergonha!
ResponderEliminarSFJ, jamais!
Concordo!
ResponderEliminarVamos parar a máquina!
🤦🤦🤦🤦🤬
ResponderEliminarTemos peso negocial sim senhora! Ainda não perceberam que sem nós o tribunal não abre? Os despachos não se cumprem? Os julgamentos não se fazem? Os processos não andam!!! Acordem pá! Greve aos atos! Já!
ResponderEliminarQualquer valorização abaixo dos 500€, para todos, é um mau acordo. Isto para compensar o que já perdemos.
ResponderEliminarMas parece-me que a única real valorização que vai acontecer é no vencimento de entrada, tal como a valorização do SMN.
Aos dias de hoje o salário de entrada deveria estar nos 1600€. Facam contas ao que já se deixou de auferir.
Aleluia alguém que pensa como eu! É tão óbvio... não percebo como os outros não vêem.
ResponderEliminarHum...que bruto!
ResponderEliminarTão sexy!
É impressão minha ou está a pintar um clima entre nós?
ResponderEliminarTiveram o pássaro na mão e deixaram-no fugir, agora andam à rasca.
ResponderEliminarSe houvesse vontade de negociar não tinha agendado datas para nada.
O SFJ é fraco, já todos percebemos.
Oh colega... por favor! Pior cego é aquele que não quer ver!! O Marçal e o sfj só prejudicaram a nossa carreira. Ter um acordo (papos secos) ja firmado antes da reunião??? Por favor... onde anda a transparência?? Foi uma traição! A.as traições não têm perdão! O Marçal devia ganhar vergonha na cara e renunciar ao cargo!
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ResponderEliminarDL 125/2018 de 21 de dezembro
Por uma questão de igualdade de tratamento de carreiras, tuteladas pelo mesmo Ministério, esta tem que ser a nossa LINHA VERMELHA.
ResponderEliminarNão concordo eles não fizeram por má fé e não incompetência...
ResponderEliminarA ministra vai tentar enganar de novo...
A minha é um DOURO RSERVA SUPERIOR
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