Do refreio da alegada panaceia da dita Inteligência Artificial
Os Tribunais Administrativos e Fiscais (TAF) vão ter um grupo de trabalho que vai preparar uma carta de ética para regular o uso de inteligência artificial (IA) nesses mesmos tribunais.
Os primeiros resultados deverão estar prontos em fevereiro de 2025 e irão permitir ao Conselho Superior dos Tribunais Administrativos e Fiscais (CSTAF) vir a aprovar a nova Carta Ética ou de Conduta que regulará a utilização da IA.
Apesar dos riscos de trabalhar com plataformas de IA, o CSTAF considera que “se trata de um apoio à melhoria da produtividade dos tribunais da jurisdição administrativa e fiscal”.
Pretende-se que, com o uso da IA no trabalho judicial, “o trabalho se torne mais célere e eficiente; as tarefas repetitivas diminuem ou são eliminadas e tarefas como a verificação de documentos e a pesquisa são otimizados”, segundo garantiu fonte do CSTAF.
O órgão encarregue da gestão e disciplina dos juízes da jurisdição administrativa e fiscal lembra que já existem instrumentos a nível internacional, criados no âmbito do Conselho da Europa e da União Europeia de regulação jurídica, ética e técnica, como a Convenção-Quadro sobre Inteligência Artificial de 2024, juridicamente vinculativa e ainda aberta a assinaturas, e o Regulamento da Inteligência Artificial, que entrou em vigor a 1 de agosto de 2024.
Recorde-se ainda a Carta Europeia de Ética sobre o Uso da IA em Sistemas Judiciais que o Conselho da Europa já tinha adotado em 2018, princípios direcionados em especial à atividade dos tribunais.
Este anúncio da criação desta Carta Ética surge pouco depois de ter sido tornado público o alegado uso de IA para redigir um acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa (TRL).
Em novembro, um acórdão do TRL, no processo que envolveu uma antiga deputada do PSD e a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa terá, alegadamente, recorrido a ferramentas de inteligência artificial, citando legislação e jurisprudência inexistentes.
Os advogados da antiga deputada contestaram junto do coletivo de desembargadores a validade do acórdão, num requerimento, em que pediram que fosse declarado inexistente.
Na altura, a presidente da Relação, garantiu que lhe foi transmitido pelo juiz desembargador relator “que a argumentação do recurso à inteligência artificial é completamente descabida”.
A 4 de dezembro, o Conselho Superior da Magistratura (CSM) deliberou ser “intempestiva a intervenção do Conselho” relativa à queixa de 12 advogados sobre o alegado uso de inteligência artificial no acórdão, mas considerou urgente uma reforma legislativa sobre a matéria.
Em comunicado, divulgado a 11 de dezembro, os advogados de defesa no processo contestaram a decisão da Relação, relativa às reclamações apresentadas por vários arguidos a propósito de um acórdão que alegam ter sido proferido com recurso a inteligência artificial.
“Entendemos que a decisão tomada pelos senhores desembargadores acerca das reclamações não esclarece nenhuma das dúvidas e perplexidades acerca do acórdão”, defendem os advogados, que já tinham também apresentado queixa junto do Conselho Superior da Magistratura (CSM).
Os advogados defendem que “o que está em causa transcende em muito o processo concreto, suscitando reflexão séria sobre a forma como o sucedido (e a reação ao mesmo) põe em causa o Estado de Direito, a dignidade e a credibilidade das instituições e a confiança na Justiça, bem como os direitos fundamentais dos cidadãos”.
Argumentam que a decisão do tribunal superior sobre as reclamações não só não esclarece “dúvidas e perplexidades”, como “agrava-as bastante” e suscita novas, “pois não só não explica os erros e falhas, gritantes e evidentes, do acórdão, como – até com falsidade – lhes adiciona outros”.
“Nada se alterou com esta decisão, pelo contrário, tudo se agravou, uma vez que o que antes quisemos admitir ser uma possibilidade afigura-se agora, pelo menos, uma forte e fundada suspeita. (…) Porém, o que terá acontecido não pode ficar sem investigação, e sem a censura, disciplinar ou até outra, que possa caber ao que melhor e mais profundamente se apurar”, defendem os advogados.

Fonte: reprodução parcial do artigo publicado no “ECO/Advocatus”.
Ponham os Nepaleses, Paquistaneses, Ondianos, etc, imigrantes a despachar e cumprir nos tribunais.
ResponderEliminarSairá mais eficiência e mais baratinho.
E, já agora, a decidir também!
ResponderEliminarOra bem. Juizes e policias recrutados aos industaos, porque nao.
ResponderEliminarSe querem poupar nos salários que seja em todos e não só nos salarios dos oficiais de justiça. Mão de obra barata não vai faltar ao estado.
Sim, e também a quem preside ou assessoria as Comarcas, à DGAJ e mesmo MJ!
ResponderEliminarVai tudo na "lógica" do baratinho! ...
Certamente deve ser gente melhor do que os atuais colegas portugueses.
ResponderEliminarSOJ que andas a fazer??? Desde 14.1.2025 nem uma palavra aos Sócios... Depois da entrevista escabrosa da Sra. Ministra o silêncio é sepulcral !
ResponderEliminarEstamos exatamente a uma semana da próxima reunião...
ResponderEliminarcontinua sem existir a tal reunião "preliminar" com o Governo, por forma a que no dia 05/Fev. já o trabalho esteja adiantado?
Caramba, nunca se viu nada assim!
Isto é arrastar a agonia da carreira indefinidamente.
Não admira que haja novos colegas, de entre os 570, já a fugir disto!!
ResponderEliminarUma carreira completamente à deriva...
No Ministério da Justiça, praticamente tudo tem a vidinha b€m €ncaminhada...
Tudo e todos, menos nósz, a quem deram 3,5% sobre um suplemento, cujo resultado prático em termos de ganho remuneratório é vergonhoso.
Esta carreira, no seio do Ministra Justiça, parece um bote de borracha que está em alto mar...e a que nem os navios que lhe passam ao largo fazem o que quer que seja para salvar.
para
ResponderEliminarDeves ser mais um super.
Não menosprezes, porque a vida vai-te ensinar mais dia menos dia que essa arrogância te vai cair em cima.
Sem duvida!
ResponderEliminarVão ao baratinho a todo o lado e encontrarão.
E já agora, o que poupam, reforcem o bolso dos corruptos que andam em todo o lado.
Agradeçam ao acordo de papo seco, cozinhado à pressa.
ResponderEliminarTraição!
Agora aguentem!
Eu gosto dos nepaleses e paquistaneses qual o teu problema??
ResponderEliminarOTÁRIOS
ResponderEliminarGostas, gostas !
ResponderEliminarCê é do brasiu, cara?
ResponderEliminarÉ altura de deixar cair a HIPOCRISIA!
ResponderEliminarSe não é possível o acordo, mas vale aoa sindicatos dar sem efeito as próximas rondas negociais, que, está visto, só servem para adiar o inevitável!
Vamos para uma grevezinha às diligências, essa grevezinha que cria pânico aos governos!
Não percam tempo, bastarão 2/3 semanitas para que o acordom, em relação ao reforço salarial, seja atingido:
Depois desse reforço, existirão melhores condições para todo o resto!
Não sejam tótós, 2/3 semanitas de greve às "sagradas" diloigências!
Não não sou de brasil nenhum..sou português como tu, contudo face á misquinhes que reina nos tribunais, tudo o que vier de outras nacionalidades é bem vindo. No tribunal só conheço portugueses por isso é que as coisas são como são... até podem vir russos, da Coreia do norte, são todos mais bem vindos que os atuais.
ResponderEliminarOlha agora você é que vai durar o que gosto ou não?
ResponderEliminarNo tribunal só conheço portugueses, e o resultado está á vista....
Até prefiro russos , Coreia do norte, afegãos, talibãs é tudo melhor.
Eu fico completamente arrasado quando me lembro do seguinte:
ResponderEliminarSalário mínimo guarda prisional=1700
Salário mínimo de oficial de justiça= 900 euros.
Se isto não é comédia então eu não sei o que será...
Realmente o Soj desapareceu do mapa....
ResponderEliminarSerá que estão vivos???
Ouvi dizer que o presidente faleceu.
Não faleceu. Não nos parece de bom tom que se brinque com coisa tão séria. Atribuir a alguém doenças ou o seu falecimento, causa-nos inquietação. Preferimos que não se usassem tais opções como crítica; há mais opções.
ResponderEliminar
ResponderEliminarPor muito que me custe, tenho um certo feeling que o dia 05/Fev. será novamente para negociar com uma parede.
E negociar com uma parede é, para todos os efeitos, um ato inútil.
Entre várias ´paredes´ que já foram abordadas em negociação (leia-se, Ministérios), esta é, muito provavelmente, uma das mais inconcebíveis na sua estrutura totalmente inflexível...apesar de passar habilmente para a opinião pública coisa diferente!
Como será do conhecimento geral, ´negociar com uma parede´ é uma expressão idiomática que significa tentar comunicar ou entrar em acordo com alguém que não está disposto ou, pior ainda...não é capaz de entender ou considerar outro ponto de vista.
E se assim acontecer novamente no dia 05/Fev., é altamente preocupante!
Será em tudo semelhante a falar com alguém que mostra uma posição de intransigência, não se retirando daí qualquer resultado ou progresso na comunicação, revelando incapacidade de olhar para o que ocorre em seu redor, o que leva, de forma premeditada ou não, a causar revolta e a perpetuar a injustiça.
Se têm tomado atenção (e eu acredito que sim), a preocupação e o que é verbalizado, demonstra que tem existido mais foco no edificado e no papel das ´coisas´, elevando-as a um ponto que supera o facto humano, que fica continuamente arredado do pensamento ou colocado como um problema de 2º plano.
Cheiras muito a caril.
ResponderEliminarVai-te lavar!
Realmente auxiliares de toga a ganharem uma miséria... Uma vergonha
ResponderEliminarÉ preciso fazer a greve que cria pânico no Governo e em quem gere os tribunais!
ResponderEliminarSim, sim, é essa mesmo, a greve às diligências !
Um sindicato faz acordos ditos papo secos, o outro dorme na forma.
ResponderEliminarO que esperar?
Boa tarde,
ResponderEliminarVou falar do texto de hoje, porque de resto os comentários são muito pouco apetecíveis e, intelectualmente falando, desprovidos de interesse, abjetos mesmo diria eu.
Mas antes disso dizer, quanto ao "estado da nação", o que disse um ex-CEO (da Stellantis) português ao Observador, que não quero que Portugal seja um parque de diversões onde toda a gente, todos os europeus, vêm cá passar férias e para se divertirem - e é o que acontece hoje, transformamo-nos num pais de férias.
Com efeito, hoje mais que nunca, em virtude das derivas à esquerda nos últimos anos, assemelhamo-nos mais a países como Cuba, bons como destinos de férias, agradável aos estrangeiros e turistas mas extremamente pobre para os residentes (um país e dois mundos diferentes), e que exporta, tal como nós, os seus médicos e enfermeiros e tudo o mais, até mesmo atletas (que também é o nosso caso, falo dos futebolistas e treinadores).
Posto isto, voltemos à IA e ao seu uso nos tribunais.
Já por aqui escrevi algures, no tempo da Catarina Sarmento por ocasião do seu deslumbramento e a propósito da apresentação do Citius (MP Codex e Magistartus) e das suas novas funcionalidades - ocorrido em Évora, creio que no ano de 2022.
14.01.2025!!!??? A reuniao ocorreu a 16, o comunicado conjunto é de 18. Já perguntei a outros colegas o que ocorreu de relevante a 14, mas ninguém tem conhecimento. Será lapso ou o colega sabe algo que outros desconhecem?
ResponderEliminarNessa altura recomendei a leitura e visualização de vários documentários e estudos sobre o assunto.
ResponderEliminarNão há dúvida que a ferramenta é - pode vir a ser - uma ajuda imprescindível se e quando for bem usada.
No caso Português, e no que tange à justiça, a sua aplicação nos tribunais é inviável no processo decisório porquanto, citando doutrina autorizada «A função do julgador não é uma mecânica e linear operação aritmética ou apoia-se em sinapses puramente neuronais despidas de humanidade. A decisão do Tribunal há de ser sempre uma “convicção pessoal – até porque nela desempenham um papel de relevo não só a atividade puramente cognitiva, mas também elementos racionalmente não explicáveis (v. g. a credibilidade que se concede a um certo meio de prova) e mesmo puramente emocionais» – Prof. FIGUEIREDO DIAS, «Direito Processual Penal», Vol. I, 1974, pág. 204.
Quer isto dizer que, embora se possa revelar útil no processo decisório - por exemplo na pesquisa temática sobre jurisprudência e doutrina conexa - é todavia de aplicação inviável naquilo que é mais importante, que é ao fim e ao cabo a decisão.
Daí que os seus principais méritos se revelem no auxílio à tomada de decisão e já não na própria decisão final - a justiça e equidade implicam ou podem implicar que um caso concreto, pelas suas características próprias ou por evolução do pensamento do aplicador da lei, possa ter um julgamento/decisão diferente de um outro caso em tudo semelhante - é esta a virtude do nosso sistema, não vigora a regra do precedente e questões, aparentemente, semelhantes podem merecer decisões completamente diferentes.
O uso da AI irá tornar "acéfalo" o cérebro do decisor que se deixará levar, de forma acrítica e meramente seguidista da maioria (do sentido jurisprudencial) mesmo que com erro de julgamento - é, aliás, a principal crítica que se faz ao atual modelo, da concentração de serviços, arvorado na ideia de que se juntarmos os magistrados num único espaço/sítio, se acredita que haverá (na crença possível) pelo menos um que terá ascendência no pensamento sobre os outros e inquinará o sentido das suas decisões conforme o seu.
Julgar pessoas com base nos julgamentos precedentes, portanto noutro circunstancialismo diferente ainda que próximo, de acordo com um padrão estabelecido sobre o sentido das mesmas, num raciocínio mais aritmético que lógico-racional, eivará essas mesmas decisões - as assim produzidas - de dos mesmos vícios daquelas outras que estabeleceram o padrão.
Tudo isto é uma aberração e desenganem-se os que pensam que - nos assuntos da justiça - a função jurisdicional, a mais importante e nobre, pode ser delegada em máquinas, porque não pode, o que pode é ver parte das tarefas nesse processo de decisão serem auxiliadas e ver com isso um maior incremento ao nível de produtividade - vejam-se os algoritmos e automatismos possíveis de implementar no trâmite (na sequência de atos automáticos, tais como: petição>prazo>contestação>prazo>resposta>prazo superveniente>contraditório... saneador ...data julgamento>not automática>alteração rol/aditamento>prazo>sentença>recurso>prazo ... )
Tudo isto para dizer que o assunto revelar-se-á se duma importante nas tarefas atinentes ao trâmite processual e de auxílio à decisão mas já não na própria decisão - não se trata de concatenar variáveis ou de um mero silogismo - esta é pessoal (humana), por isso fundamentada de facto e de direito.
Em conclusão, o que é necessário é a adaptação das nossas funções a esta nova realidade daí que é preciso um novo Estatuto que o faça.
Antes disso é preciso saber-se como se vai operar essa transformação - e isso ninguém sabe ou quer saber (nem tutea nem magistrados)
O governo esta focado nas negociatas, esse parece ser o dado mais evidente. É o aumento das freguesias, é a lei dos solos, é uma ministra ligada ao imobiliário na justiça, é o PRR, etc, etc... este é um governo para negócios e seguramente muita negociata. O resto é letra!
ResponderEliminarNada de miscuras, ok?
ResponderEliminarEsqueci de referir que já assim acontece em muitos locais do mundo - nos EUA vigora a regra do precedente e na área criminal, para além de se premiar a delação, vigora a teoria dos jogos - propõem-se ao arguido uma condenação pelo que lhe é imputado e, caso este aceite os seus termos, esta é validade pelo Tribunal (o qual afere apenas da legalidade dos elementos de prova se não foram postos em causa e da correta aplicação da lei).
ResponderEliminarEm França, o sistema aproxima-se muito mais do tal silogismo, de uma racionalidade mais aritmética que pessoal, com o balizamento e aplicação de regras em cada caso sendo mais despreocupadas com a fundamentação - é o que me parece.
Mas a vida é assim, um dia qualquer, tal como na maioria das contraordenações, também no direito penal teremos quase a mesma forma de proceder - começa-se pelo mínimo da pena e vai-se agravando esta conforme a ocorrência das circunstâncias agravantes - hoje começa-se pelo meio da pena e agrava-se ou desagrava-se conforme as circunstâncias verificadas, quer agravantes quer atenuantes.
Parece-me que quem tem poder de decisão sobre estes assuntos é manifestamente incompetente para decidir, pelo menos até hoje não vi qualquer mérito no desenvolvimento das ferramentas e plataformas informáticas.
Eh pá, você percebe muito de justiça!
ResponderEliminarJá de A. I., quais são as suas credencias no tema?
A ministra já esclareceu que não vai existir qualquer valorização.
ResponderEliminarDisse na abertura do ano judicial, disse na entrevista das mentiras á RTP, disse quando efetuou a proposta antes do natal.
Afinal qual a sua dúvida anónimo das 12:39?
Os berlindes são feitos de vidro, não têm cheiro!
ResponderEliminarNão, qual é a dúvida dos sindicatos? E o que vão fazer em relação a isso?!!
ResponderEliminarExistindo dois Sindicatos, os quais deveriam zelar pelos interesses da classe estranha-se que não haja uma palavra sobre a situação da indemnização (é o que eu acho que é) relativa ao período de provisório.
ResponderEliminarEm que fase está? Quem está a proceder aos cálculos, pois correm rumores que foi entregue a instituições externas, é verdade? Quais os critérios que estão a ser seguidos (há OJ com menos tempo de serviço que já foram notificados)? Depois de muitos colegas já terem recebido, já há uma posição esclarecida sobre as questões ficais? ou é cada um por si? É suposto os sindicatos terem assessores para os auxiliar nestas matérias, advogados, fiscalistas, etc.,... pelo menos vejo isso noutros sindicatos, dos bancários por exemplo.
A DGAJ tem uma previsão temporal para concluir este processo? Isso já lhes foi perguntado nas reuniões?
Com os nossos sindicatos é tudo sacado a ferro, menos as quotas.
E quando é que o Sr. Articulista escreve um artigo sobre a rataria à boleia?
ResponderEliminarEssas pessoas tão bem instaladas nas suas vidinhas profissionais que nem sequer fazem uma única greve por iniciativa própria a não ser que seja da conveniência das suas vidas privadas.
Mas que depois, quando e se se ganhar alguma coisa com as lutas, não vão dizer que não.
O que foi escrito foi que isto seria e ...
ResponderEliminarAssim, não percebi a sua intervenção.
Comentário das 14:09
ResponderEliminar"
Uma LLM não diria melhor!
ResponderEliminarVerdadeiros ratos do porão que ascenderam a poleiro sem obedecer ao que os estatutos estabelecem!
ResponderEliminarMas também os que já receberam os valores da ação e ficaram com a carreira reconstituída.
ResponderEliminar
ResponderEliminar(https://sicnoticias.pt/pais/2025-01-28-video-centenas-de-trabalhadores-do-parque-industrial-da-autoeuropa-reunem-se-em-plenario-8c3b6066)
Concordando com o último excerto de texto não concordo com o resto.
ResponderEliminarEu li o mesmo que o colega leu e, para mim, muitos dos comentários são xenófobos e racistas.
E eu não convivo muito bem com esses comentários que considero abjetos.
Se somos palhaços, então temos o circo que merecemos!
ResponderEliminarDeixem de sacralizar as "diligências"
Levem-as à Via Sacra, com coroas de espinhos e Cruz, façam greve às diligèncias 3 semanitas, e vocês verão o milagre ! ...
Bem sei que nem todos são, por ora, crentes, mas não é por isso que não haverá Revelação!
ACREDITEM e atinjam os vossos desejos!
Sabe, eu também não concordo com o racismo e faz-me confusão os comentários xenófobos.
ResponderEliminarFiquei literalmente sem saber o que lhe dizer.
Não conseguindo reproduzir palavras exatas do que ouvi, era algo como:
"Todos batem a mãozinha no peito a dizer que são contra o racismo e para que não haja atitudes xenófobas, até ao dia em que são confrontados com a realidade de serem ofendidos por um cigano, roubados com violência por um gangue de pretos, ou ter vizinhos zúcas a ouvir musica alta até às tantas" .
# ENQUANTO A MINISTRA NÃO COMPREENDER, A NOSSA LUTA VAI ENDURECER !
ResponderEliminarNos últimos dias, em conversa com duas das novas colegas de 1 colocação, licenciadas em direito, referiram que a intenção dejas e de muitos outros, é conhecer a realidade dos tribunais enquanto concluem o mestrado, pretendendo concorrer ao CEJ a curto prazo.
ResponderEliminarO governo que não abra a pestana e ofereça condições satisfatórias, que daqui a pouco tempo nem metade destas colocações restam.
Ehehe uaua e é tudo muito fácil entrar no cej e tal...e eu sou o pai natal...
ResponderEliminarNão é necessário entrar no tribunal para concorrer para o céj...
Ehehe
Seu mexeriqueiro as tantas disseram isso para o calar...
Meu povo meus súbditos pela primeira vez na história dos oficiais de justiça, venho anunciar uma ideia inédita para os oficiais de justiça.
ResponderEliminarEm vez de andarem todos desdentados e cheios de fome, apenas a se queixarem que tal criar casas de pessoal??
Não sabem.o.que é isso pois não meu povo faminto.
Eu explico.
A casa de pessoal é uma entidade jurídica prevista na lei cujo o objetivo é melhorar as condições de todos os trabalhadores, com a criação de um refeitório, campo de ténis, futebol, ginásio, cresche, tudo com o intuito de melhorar o estilo de vida dos trabalhadores...e está hem..
Se não sabem o que é basta ver os hospitais...
Pim pam pum com esta arrumei com vocês todos.