11 de março, sim ou não?

      Está marcada para o próximo dia 11 de março, uma terça-feira, a anunciada reunião no Parlamento, na Sala do Senado, com os principais agentes da justiça e os partidos políticos com assento parlamentar.


      A reunião tem como propósito extrair dos participantes um conjunto mínimo de cinco propostas por cabeça que contribuam para mais uma anunciada reforma da justiça, com, pelo menos, a final, dez propostas reformistas para que “possam servir de base para uma revolução cultural na Justiça”.


      A reunião foi anunciada pelo Presidente da Assembleia da República na sessão de abertura do ano judicial que decorreu no Supremo Tribunal de Justiça.


      “Durante a intervenção, cada participante deverá apresentar cinco propostas que considere prioritárias para a melhoria do sistema judicial português”, refere-se, ressalvando-se, no entanto, que “cada participante poderá entregar material de suporte relacionado com as propostas apresentadas”.


      E esses “principais agentes da justiça” quem são? Estão os Oficiais de Justiça incluídos? Ou será necessário levar a cabo uma greve nacional geral, pelo menos, na tarde dessa terça-feira?


      José Pedro Aguiar-Branco convidou, entre outras entidades, os presidentes dos supremos tribunais, de Justiça e Administrativo, o procurador-geral da República, a bastonária da Ordem dos Advogados, a provedora de Justiça, a Associação Sindical dos Juízes Portugueses e o Sindicato dos Magistrados do Ministério Público.


      No plano político, além da representação do Governo, deverão estar presentes na reunião os diferentes líderes parlamentares e um deputado de cada força política representada na Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias.


      A ministra da Justiça, Rita Alarcão Júdice, foi convidada para fazer a intervenção de abertura e para participar na sessão de trabalho.


      Considera-se que o Parlamento, enquanto órgão de soberania, terá um contributo de elevada importância “para a concretização, com celeridade, do processo legislativo, atendendo desta forma às necessidades do sistema de justiça em Portugal”.


      Na missiva que dirigiu às diferentes entidades, o presidente da Assembleia da República acentua que, no decurso da sessão, pretende-se “encontrar pontos de convergência considerados prioritários entre os diferentes agentes que possam constituir um contributo para um melhor funcionamento do sistema de justiça”.


      “Para garantir a eficácia desta reunião”, segundo José Pedro Aguiar-Branco, foi estabelecida a metodologia de que cada participante deverá fazer uma intervenção “não superior a 10 minutos”.


      Os sindicatos que representam os Oficiais de Justiça, embora recluídos e silenciados nas reuniões de trabalho encobertas com o Governo, devem vir imediatamente esclarecer se também receberam a missiva para participarem na reunião ou se, na negativa, os Oficiais de Justiça devem começar a pensar numa ação vistosa junto ao Parlamento.


SimNaoTalvez.jpg


      Fonte: “Observador”.

Comentários

  1. Está bom para os lideres sindicais de pacotilha que nunca fizeram nada nos Tribunais, para os amigos e amigalhaços.
    Esqueceram-se dos congelamentos.
    E das nomeações interinas.
    Mais do mesmo.
    Está na hora de devolver os cartões.

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  2. Já há novidades?

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  3. Vocês desculpem o meu egoísmo, mas estou mais interessado na minha vida (salário) do que nos desígnios da justiça.

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  4. Sim existe novidades, o SFJ conseguiu receber um milhão de euros para a tutela.
    As formações que vocês vão frequentar são pagas a peso de ouro aos formadores.


    São 200 euros por hora.
    Quem pode dar essas formações, os amiguinhos do SFJ.


    Está esclarecido?, gostou das novidades?

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  5. Verdadinha.
    Coisas só para amigos.
    Tenho vergonha desta  pantominice

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  6. E se o dinheiro é nosso porque só os associados do SFJ podem frequentar?
    Palahaçada

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  7. Obvio que eu também. Se não fosse pelo dinheiro não vinha  trabalhar. Ao contrário de muitos hipócritas que dizem que é por amor à camisola, amor aos ´utentes´
    Hipócritas!!

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  8. Como alguém diria já vi esse filme há 25 anos.
    E há 25 anos que funcionários são considerados lixo, só se lembram deles para decretar serviços minimos e lhes carregar com serviço em cima sob pressão.
    Tudo a coberto das magistraturas, gestão comarca, e outros tiranos que por aí andam a levar ordenados chorudos para nada acrescentarem de bem estar

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  9. Agora estou a ver o filme....
    Claro que os sindicatos nunca irão contra o interesse da tutela porque senão ficam sem o milhão das formações.
    Está bonito está.....
    Já não acredito em nada

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  10. Bom dia Estimados Colegas!


    Quem está a negociar com a tutela são os dois sindicatos o SFJ e o SOJ, esperemos que hajam avanços e bons contributos na inversão do documento apresentado pelo MJ antes da nossa quadra natalícia, que foi um autentico embuste para os Oficiais de Justiça portugueses.


    Se o SFJ candidatou-se no âmbito do PRR a ministrar ações de formação para os seus associados fez muito bem, tal como o SOJ o deverá fazer na minha opinião para os seus associados, desde que estas mesmas ações de formação abranjam todos os associados em igualdade de circunstâncias de forma imparcial e eu na parte que me toca estarei atento como os restantes associados que pagam as suas cotas deverão estar.
    Em suma, devemos enveredar por um caminho de unir a classe e não estar aqui na minha opinião a tentar enfraquecer uma frente de combate na defesa da nossa classe que são os sindicatos, mas sim reforçar e apoiar a mesma tal como fez e faz o Movimento Inorgânico Independente Pela Verdade e Defesa dos Oficiais de Justiça de Portugal (MIIPVDOJP), reforçando a posição de retaguarda e apoio unindo e com ações concretas confrontando de forma cívica e democrática o poder politico.  

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  11. Os ucranianos da justiça não são chamados para o parlamento.
    Essa guerra é por causa das escutas ilegais, lei dos solos e outras negociatas que tais.

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  12. Por essas e por outras eu já entreguei o cartão ao SFJ, aquando da assinatura do acordo com a a atual Ministra da Justiça, afinal que acordo era esse se ainda agora estão em discussão.
     E ainda vem que já não sou sindicalizado, pois criticam - por a Ucrânia não estar nas conversações sobre não se sabe o quê.
    Mas anda os vossos dirigentes sindicais, andam há um mês a reunir duas (2) vezes por semana com o desgoverno, a tratar do tacho deles, pois nem cavaco dão aos que os alimentam mensalmente. 
    Deviam eram todos desistir dos sindicatos e íamos ver os pançudos a ficar sem barriga e a não aparecerem na televisão, pois o que eles querem é ser vistos.   

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  13. Não é frequentar eu falei em dar formações, quem vai dar as formações é que vai encher os bolsos..

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  14. Obvio , veja o Timing...e agora pense esse milhão para a formação para quem vai?? Para os formadores.
    Quem são os formadores?


    Os amiguinhos do SFJ, familiares , vizinhos, etc..
    Quanto recebem por formação?
    200 €..

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  15. Se fosse só isso, seria a normalidade.
    A questão é que esse PAR, vou dizer, convocou essa reunião de conluio com a ministra da justiça para implementar o neo-esclavagismo no ministério, que será posteriormente aplicado pela DGAJ.
    Um encontro que visa apenas cercear os direitos dos trabalhadores da área de forma subtil para que trabalhem cada vez mais por menos dinheiro e sem horário de trabalho definido.  
    Por isso só irão discutir a proteção aos políticos, o edificado logo a começar pelos terrenos, e os equipamentos.

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  16. Gosto dessa, pançudos! 
    já não ouvia essa descrição há tempos.

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  17. SFJ é que dividiu quando fez acordo de marmita cozinhado de véspera.
    VERGONHA

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  18. e PROTEÇÃO DAS MAGISTRATURAS

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  19. OJ é mesmo considerado como lixo.
    Mas teimam em não querer ver.
    Viva o amor à camisola!

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  20. Adolfo Dias19/2/25 10:17

    Um encontro de velhos conhecidos onde irá haver muita conversa e pouca ou nenhuma ação.
    Afinal já todos tiveram responsabilidades politicas e não só no mundo da justiça.
    Estão convencidos de que, sem soldados, conseguem ganhar uma guerra.

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  21. Já disse mais do que uma vez aqui que existe uma agenda para distrair, desacreditar a profissão de oficial de justiça.


    Qual o objetivo?


    O objetivo é tirar ainda mais funções dos oficiais de justiça e distribuir, pelos grandes escritórios de advogados, agentes de execução, administradores de insolvência, notários.


    Vejam as resoluções dos encontros anuais, vejam o que ambicionam para o futuro.


    Ao contrário de nós que achamos que somos melhores do que o vizinho do lado.


    Ou que somos melhores que o colega do lado.


    Eles pensam no bem estar geral..pensam em grupo....


    A mentalidade nos tribunais é tão mesquinha que chega ao ponto que quem trabalha no judicial acha que é melhor do que o MP, quem trabalha no MP acha que é melhor do que a central, e por aí fora....


    A cultura empregue nada nos tribunais é de uma miséria humana que tresanda..


    Moral da história ninguém ganha todos perdem....

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  22. Bom dia.
    Mais uma semana e tudo na mesma, apenas mais amas quantas caras novas em alguns sítios com os problemas do costume, sem espaço e sem tempo para quase nada e quando o final do dia se precipita, logo ali, quando finalmente as coisas parecem encarrilar e o trabalho vê desenvolvimento, é hora de encerrar as máquinas e regressar a casa, por isso, o desânimo de se perceber que o dia seguinte será ainda pior que o anterior onde pouco ou nada se resolveu
    Posto isto,
    É sabido que os primeiros a abandonar os serviços são os mais qualificados, aqueles que não temem enfrentar outro desafio por se acharem mais preparados.
    Depois, é preciso dizê-lo, ninguém está disponível para trabalhar com este nível de arbitrariedade. Nos tribunais os cargos em regime de substituição adensam-se, e com isso se adensam as injustiças e desigualdades, onde uns vêm uma antecipação daquilo que muitos outros, apesar de melhor preparados, tardam e alcançar e em muitos casos até já perderam as suas esperanças.
    Todos sabemos que não há retenção de talentos sem uma boa gestão de expetativas, isto é, sem uma carreira atrativa.
    E por isso fica em causa quaisquer reforma para um Estado mais eficiente para os cidadãos.
    No nosso caso, trata-se de uma classe altamente envelhecida, com muitos anos de salários estagnados, e em que sucessivos Governos nos retiraram o "estatuto oficial"  e  reputacional e com isso firam fugir os seus melhores quadros, os mais qualificados.
    Face à premente necessidade de se introduzir melhorias e dotar os serviços de qualidade - coisa que foi feita nas Conservatórias por exemplo - verificamos que se preocupam antes em "eliminar as gorduras do Estado" à "motosserra".
    Os custos de um Estado eficiente são bem suportados por todos, pois que essa eficiência, ela sim, é potenciadora da eliminação dos custos para os utentes e com isso, reflexamente, para o Estado.
    Numa lógica quase que unicamente economicista as sucessivas propostas dos nossos Estatutos pretendem , de forma incompreensível, a eliminação de cargos de chefia (que viram uma redução abrupta com a reforma de 2014) - cargos de melhor remuneração - cuidando que as coisas irão funcionar de uma melhor forma ou, pelo menos, não pior qua a do passado. É um logro, um engano certo pensar-se assim.
    Não há serviço que funcione sem que haja uma liderança competente e que não esteja armadilhada pela lógica e esquema dos incentivos (falo dos objetivos contratualizados para os serviços quando antes se deveria estabelecer metas a atingir e ações a concretizar).
    Ademais, dizer ainda o seguinte:
    Não me estranha que a tutela se aproxime (vou dizer até bastante) das reivindicações dos Sindicatos - quando ao grau III - mas tenho por certo que nessa negociação todos ficaremos a perder a médio e longo prazo, pois que a possibilidade da carreira "acontecer", no sentido da possibilidade de evolução, vai ser cada vez mais uma impossibilidade.
    Esperemos para ver, mas parece-me que o final da novela não vai ser um final feliz para todos, especialmente para os mais qualificados que irão ser mais uma vez preteridos pelo fator da antiguidade.
    Eu estou muito próximo da saída - já escolhi os lugares para onde me vou propor no IRN - e por isso só uma grande notícia me faria retroceder na decisão.
    Não desejo boa sorte a quem fica pois que ela não acontece por milagre, o sucesso de qualquer coisa vem com a determinação, convicção e trabalho, havendo alguém que o reconheça, e quando esse alguém não existe então não vale a pena continuar essa vida.
    Bem hajam!

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  23. Pessoal! conhecem a história do burro e da cenoura?
    É a nossa dita

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  24. Excelente apreciação, sem dúvida!
    Mas triste que assim seja.
    É o bater no chão mesmo.
    Fuja quem puder!

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  25. eina!
    grande relambório.

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  26. Há quem goste


    eheheh

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  27. Trabalhem escravos!
    E terão uma marmita nova!

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  28. É só dor de cotovelo.
    Estudasses! 

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  29. Alguém tem que trabalhar por ti e pelos teus pares.
    Devemos lutar com afinco pelos nossos direitos, mas felizmente a maioria tem brilho e consciência do serviço prestado ao cidadão.
    SHAME on you!

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  30. Estou a ver que voltaram os mercenarios cretinos a fazer campanha contra o SFJ em beneficio próprio ou de terceiros.
    Como já aqui foi dito, só é de louvar que o SFJ tenha os meios humanos e a estrutura adequada para ministrar ações de formação.
    Mas é o que é, a teoria do botão abaixo, se eu não consigo e o outro consegue, é porque são desonestos.
    Cambada do c......

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  31. Comentário assertivo, de facto o objetivo é esvaziar as funções do Oficial de Justiça, daí não quererem valorizar a nossa profissão.


    Como tal ás vezes nós como classe somos os inimigos de nós próprios arranjando sempre motivos e subterfúgios, se não é por isto é por aquilo, logicamente fala-se no acordo assinado pelo Presidente do SFJ, eu até estou à vontade, porque discordei da assinatura do mesmo e mantinha as greves ativas.


    Mas o acordo foi um acordo preliminar com um aumento de 3,5% no valor do SRP e mais um mês de pagamento anual do mesmo suplemento, de forma a negociar num clima pacifico e tranquilo o nosso estatuto tendo como uma base essencial a revisão do valor da Tabela Remuneratória e aqui quem se comportou mal foi o Governo e não o SFJ.


    O que me faz refletir com honestidade intelectual e tentando ser o mais idóneo possível, colocar as seguintes questões para todos refletirmos:


    1) Será que se o SFJ não assina-se aquele acordo preliminar os cerca de €700 anuais em média anual aos Oficiais de Justiça do valor do SRP, nem isso teríamos conseguido?


    2) Será que com muitos colegas que não fazem greves e mesmo outros lutando e vou pensar que seriam a maioria, teríamos força suficiente para vergar o governo, de forma a termos os valores que por exemplo os Guardas Prisionais e outras classes como a Policia Judiciária levaram de aumento?


    Acho que na minha modesta opinião devemos colocar estas questões a cada um de nós próprios como classe, independentemente da opinião de cada um.


    Por exemplo o SOJ tem legitimamente greves ativas e ao vermos tanta indignação dos Colegas, mas as diligências estão se a realizar, portanto pergunto onde está a coerência?


    Portanto e concluindo a minha livre opinião, seria importante que se apoie os Sindicatos SFJ e SOJ nesta conversação com o MJ, e indo nos preparando para futuras caso necessário formas de protesto, para através da coesão como classe termos digamos a tão dita pacificação do setor, com um estatuto digno que esperamos e almejamos à 25 anos.      

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  32. Cambada de scrotum lickers19/2/25 11:21

    Eu não gosto muito de brilhar, mas dantes até punha algum brio no meu serviço.
    Agora com estes animais que tenho conhecido no último quarto de século, tudo se vai perdendo, vindo por arrasto com a perda do brilho do pilim também o esmorecimento do brio.
    É uma inevitabilidade. 

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  33. Cambada de scrotum lickers19/2/25 11:22

    O botão abaixo está desapertado...

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  34. Carrega no botão kamarada 

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  35. O verdadeiro problema dos o.j. é a desunião, ao contrário de outras classes.


    Nos tribunais os funcionários do judicial cível pensam que são melhores do que os do criminal, os do criminal pensam que são melhores do que os do MP, os do MP pensam que são melhores que os da central, os da central pensam que são melhores que os do arquivo, os do arquivo pensam que são melhores do que a mulher de limpeza.


    É este ambiente que se vive nos tribunais...
    Um desprezo absoluto pelos colegas...e agora a recente guerra onde não licenciados estão contra os licenciados..


    No fim do dia os magistrados gozam e cospem em cima de todos.


    Não somos unidos somos maus para uns e para outros...

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  36. Já pensei, não que era melhor do que a senhora da limpeza, mas que ganhava melhor do que ela.
    Só que agora até já disso me deixei!!!...

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  37. para 


    Shame on you lambe botasGostas de ser espezinhado, continua e lambe

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  38. Viva o acordo da marmita feito pelo SFJ

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  39. Eu estou de baixa até vir o novo estatuto.
    E depois verei se continuarei de baixa ou não.
    A minha saúde não tem preço.
    Nestas condições atuais dos tribunais, continue quem quiser.

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  40. O verdadeiro problema são as ratazanas.
    Roem as lutas todas por dentro, minam tudo, e depois quando alguma coisa é conseguida nem são capazes da hombridade de abdicar daquilo por que não lutaram, muito pelo contrário chegando até algumas a vestir as camisolas pretas e a entrar na festa como se sempre tivessem estado de corpo e alma no combate.

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  41. Para o anonimo das 11:10...
    Este comentário reflete claramente a mentalidade de muitos colegas nos tribunais...
    Que se preocupam.com o "...brilho e serviço prestado ao cidadão..."


    Contudo esses mesmos colegas não se preocupam com os colegas com dificuldades financeiras, por serem mal pagos, com colegas que muitas vezes sozinhos são oprimidos por magistrados e chefias..


    Sempre prontos a deitarem o colega abaixo, desde que a vida lhes corra bem eles não querem saber...

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  42. Eles não querem ganhar guerra nenhuma!


    Talvez uns ajustes aqui e ali... onde ainda lhes dói...




    ´

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  43. Não gostam de papo secos?


    Comam PALHA!!

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  44. Se não consegues dizer nada de jeito, fica te muito bem estar calado e ficar transparente.

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  45. Ficcionista19/2/25 14:10

    A partilha ainda não foi definitivamente feita nos seus exatos termos, mas isso também é indiferente.
    Alerto os colegas que queiram ficar na parte do mundo livre como oficiais de justiça que aproveitem os próximos movimentos, uma vez que, como é consabido, num futuro muito próximo, ao abrigo da nova versão do Tratado de Tordesilhas, a faixa litoral de Portugal será ou russa ou americana, englobando Lisboa, Porto e Coimbra, sendo que Braga deverá passar a ser a capital do Portugal livre onde se sediará a DGAJ do futuro.
    Por isso, se quiserem sair da faixa litoral, que é como quem diz, de debaixo do jugo americano ou russo, é bom que comecem desde já a concorrer para o interior, e vamos lá a ver se as maravilhosas praias fluviais do país não despertarão também a cobiça dos novos descobridores...

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  46. Alguns têm heranças e tudo e só estão nos tribunais para matar o tempo.
    Não passam qualquer tipo de necessidade e são colocados a pedido onde muito bem lhes aprouver.
    Para além dos outros que ainda foram educados no tempo da velha senhora a engolir tudo em troca dumas palmadinhas nas costas.
    E há ainda os borra-botas incorrigíveis sem amor-próprio mesmo que sejam pródigos em autoestima e nunca cheguem a saber o que é uma depressão nem muito menos burnout.

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  47. OJ Interplanetário19/2/25 14:44

    Cobentário vué da louco, mas se pensarmos bem na Crimeia e na Faixa de Gaza há pouco tempo atrás...

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  48. Deixa arder!


    Começou nos OJ mas vai chegar a tudo e a todos na justiça!


    Quando aí chegarmos - Sr. funcionário!, Sr. Funiconário! - vai ser tarde, porque o Sr. Funcionário não vai querer saber !...


    É só uma questão de tempo, pouco ...!

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  49. FORMADOR
    DIA DE TRABALHO
    7 HORAS X 200= 1400 EUROS


    GANHA MAIS NUM DIA QUE MUITOS FUNCIONÁRIOS NUM MÊS.
    FODA-SE.......

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  50. 3º Sindicato Já. Basta de tachos e do Sindicato dum homem só!

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  51. A questão é muito mais complexa, pois com o acordo dos Sindicatos temos sido constantemente espezinhados, é só ir vendo o que o MM da Injustiça tem feito:- 
    Administradores judiciários - um (1) comissão de serviço de 3 anos, com hipótese de ser prorrogado por igual período e uma só vez - Quantos Administradores existem nessas condições, há alguns que se vão como os Magistrados "jubilar" nos lugares, poias já aí estão desde 2014 e não largam a panela, quem está bem, eles e os seus  lacaios.-
    Inspetores do COJ, desde quando e até quando?, haverá alguns que lhe vai acontecer como o Salazar, de velhinhos vão cair.
    E hoje ficamos por aqui.    

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  52. Dum homem só não
    eu ainda estou com o SOJ

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  53. Por estar a arder é que o Costa fugiu

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  54. Muito bem observado

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  55. Há pois é... então porque não pedes ao SFJ para poderes ser formador...


    Sabes o que te vão dizer que não podes...pois já tem os seus formadores....


    Existe quem esteja muito bem nos tribunais colega...

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  56. TADINHOS!....
    Artigo de opinião da Secretária-Geral da ASJP, Margarida Reis, na revista Sábado.
    “Qualquer manual de liderança dedicará alguns parágrafos à importância da liderança pelo exemplo, e à ideia de que as palavras, desacompanhadas de ação, se tornam vãs, acabando por perder o sentido quando são repetidas à exaustão sem que delas se retire qualquer consequência.
    Podia também lembrar várias reflexões sobre esta ideia, mas fico-me pelas palavras de Churchill, que (e sobre a guerra) terá dito que nunca se “preocupava” com a ação, mas sim com a inação.
    Onde quero chegar? Ao meu confessado ceticismo relativamente à ideia, mais ou menos redentora, de que os problemas da justiça em Portugal se resolverão com a sua tão anunciada “reforma”, quando me parece evidente que o diagnóstico dos problemas existentes no terreno está mais do que feito, faltando apenas o investimento necessário para os resolver.
    Não é assim?
    Pergunto, então, há quanto tempo sabemos que os juízes e as juízas em Portugal não têm as condições trabalho que lhes permitam exercer a função em segurança e com a eficiência desejável?
    Multiplicam-se as histórias partilhadas entre quem está no terreno, mais ou menos anedóticas que ilustram esta lamentável falta de meios: instalações degradadas, e frequentemente totalmente desadequadas à funcionalidade; falta de condições de segurança; equipamentos informáticos obsoletos e falta de assistência informática; falta de funcionários judiciais; número insuficiente de juízes para as necessidades existentes, que se agudizará nos próximos anos, perspetivando-se, em alguns tribunais, uma situação de rotura.
    Há quanto tempo estão identificadas as dificuldades no diálogo entre os tribunais e o Instituto Público que gere os recursos financeiros do Ministério da Justiça, o património, as infraestruturas e recursos tecnológicos afetos à área da justiça, assim como a proposta de conceção, a execução e a avaliação dos planos e projetos de informatização?
    Há quanto tempo é que juízes e juízas portugueses se debatem com a enorme frustração de se terem de comprometer com resultados quando não têm qualquer voz nas decisões relativas à alocação dos recursos de que necessitam para trabalhar?
    Há quanto tempo é sabido que a falta de condições de trabalho está na origem de uma doença profissional, o burnout, que grassa entre os/as juizes/as, fazendo novas vítimas todos os dias e para a qual a resposta tem sido pouco mais que disciplinar?
    E há quanto tempo é que (todos) os operadores no terreno pedem que se resolvam os problemas criados pela existência absurda e desajustada da presença física dos magistrados judiciais no ato de distribuição de processos?
    A resposta parece ser evidente: há demasiado tempo.
    O momento é então oportuno para pedir a quem irá liderar a tão falada reforma, que tenha presente que o diagnóstico está (em grande parte) feito, e que há que passar à ação!
    E já agora, ouvindo quem está no terreno…
    (Nota: o texto é um exercício de opinião da autora e não da ASJP)”
    https://www.sabado.pt/opiniao/convidados/margarida-reis/detalhe/do-que-precisa-a-justica-em-portugal-de-menos-conversa-e-mais-acao
    Burnaut, mas com direito ao pagamento da acumulação de funções,  sauna e massagens!...
    Para os Oficiais de Justiça, nem uma bengala ou andarilho!...

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  57. Um professor em final de carreira, se tiver um filho juiz em início de carreira, ganha menos que o filho;


    O Presidente da República, ganha muito menos, que o maior dos maiores incompetentes formadores do SFJ;


    Um administrador judiciário, que não faz praticamente nada,  ganha tanto como um presidente de câmara de um concelho até 40 mil eleitores,


    Os secretários (alcunha só estorvam), não se podem queixar da vida;


    Será a estes que a Ministra se estava a referir, quando disse:
    "Os oficiais de justiça, não têm razões de queixa"  

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  58. Com a devida e merecida vénia ao Exmo Senhor Juiz Conselheiro Álvaro Rodrigues pela forma altruísta, justa e respeitosa, expressa num artigo de opinião.
    Obrigado!...

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  59. Realmente tu deves olhar ao espelho e ver o exemplo da produtividade e competência.
    À tua volta ou sao incompetentes, ou estorvam ou nada fazem.
    Poderás ter passado ao lado de uma grande carreira, um desperdício de talento, mas assim de repente, pelo teu discurso, diria que nao passas de um papagaio dispensável. 

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  60. eu acho é que palha....

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  61. já devias ter ido há muito, só andas por aqui a meter nojo...

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  62. Afinal o Marçal é fino como car.... fez um acordo de milhão.

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  63. É um cargo que deve ser, sumariamente, extinto!

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  64. Concordo. Tenho essa perceção desde os primeiros dias que entrei nos tribunais, há 25 anos. 

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  65. Para o Anonimo das 22:59 tu és doente...gente como tu é que tem que sair dos tribunais...

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