Não, Marçal; não somos colaboradores!
Diz António Marçal, no artigo de opinião ontem publicado no Correio da Manhã, o seguinte:
«A valorização autêntica exige, portanto, que as funções e a remuneração andem de mãos dadas, de modo a garantir o envolvimento e a satisfação do colaborador.»
É estranho, para não dizer vomitivo, que – especialmente – um dirigente sindical, trate os trabalhadores como colaboradores.
Será que Marçal crê que existe um Código do Colaborador ou da Colaboração e não do Trabalho? Ou, se se deparar com um pedinte bem constituído e de saúde, lhe diz: “Vai mas é colaborar, que tens bom corpo!”?
Será que já não trabalhamos, mas prestamos colaborações? E que a lei impõe que colaboremos 35 horas em cada semana, para que sejamos contemplados pelo benefício de um pagamento pela colaboração prestada?
Quando um arrumador me indica um lugar para estacionar e me ajuda na manobra, agradeço-lhe a colaboração e voluntario-me a presentear essa colaboração com uma moedita; é disto que se trata? Os colaboradores são agraciados com amável gorjeta, pela colaboração, de acordo com a boa-vontade do beneplácito?
Os sindicatos agora defendem colaboradores e os seus contratos de colaboração, designadamente, para ver se tais contratos estão de acordo com o Código da Colaboração?
Mas que infame insulto aos trabalhadores! Até aceitável se viesse de um qualquer parolo distraído ou acéfalo, mas inconcebível quando proferido por um qualquer elemento de um sindicato, especialmente se esse elemento é o próprio indivíduo que lhe preside. Repugnante!
Será que Marçal quer mudar o velho provérbio para “Colaboração é colaboração, conhaque é conhaque”, e o artigo, afinal, era uma mera brincadeira na fase do conhaque?

O artigo do Correio da Manhã, referia-se à consideração, que tanta acalenta e insiste Marçal, de mudar a atividade de alguns Oficiais de Justiça; os Oficiais de Justiça “de bem”, desempenhariam umas funções mais elevadas, distintas das atuais, ficando as atuais para outros; uns outros que, embora realizando as atuais funções, até aufeririam menor salário do que os Oficiais de Justiça “de bem”.
Insiste Marçal na sua ideia assim:
«A valorização profissional deve ir além do simples aumento salarial, englobando também o enriquecimento das funções e responsabilidades atribuídas ao trabalhador.»
E se assim começava, perfeitamente expondo a sua ideia para o trabalhador, no final do seu raciocínio, já o convertera em colaborador. Uma pena que o raciocínio não se mantivesse lúcido até ao fim.
E continuava assim:
«É essencial que a evolução de carreira não se limite a um benefício financeiro, mas também se reflita na aquisição de novas competências, desafios mais estimulantes e reconhecimento do valor individual.»
Sinteticamente, Marçal expõe os vetores da ideia que defende junto do Governo, não tão vincado e focado no salário, mas no prestígio de uma carreira repleta de novas atribuições e especiais responsabilidades, bem como “desafios mais estimulantes”.
A utopia de Marçal, há muito conformada e sempre repetida, não pretende valorizar a atual carreira, mas uma outra, aquela que lhe vai na cabeça para existir num futuro que anseia. Ora, com isto, está a carreira como está, de pantanas e há tantos anos.
Os Oficiais de Justiça querem viver o seu presente, na sua realidade simples, nua e crua, adaptada à verdade dos tempos, às circunstâncias e àquilo que auferem pelo seu trabalho. O trabalho que os Oficiais de Justiça fazem não vai desaparecer, não vão agora ser assessores dos magistrados ou juristas de prolação dos despachos simples; nada disto vai suceder à carreira de Oficial de Justiça, pelo que o foco na metamorfose da carreira é um desfoque que empata, atrasa e distrai daquilo que verdadeiramente se deveria estar a tratar.
Marçal insiste e muitos alinham na insistência desse mesmo anseio utópico, porque fazem parte do grupo que não gostam das suas atribuições de Oficiais de Justiça, do grupo que renega a carreira e que não a quer valorizar, mas apenas transfigurar, deixando tantos pelo caminho.
Sejamos realistas: as atuais funções dos Oficiais de Justiça sofrerão algumas adaptações, modernizações lógicas para acompanhar os tempos, como, aliás, sempre tem sucedido, mas não mais do que isso. As funções não desaparecerão, nem jamais irão usurpar as funções dos magistrados, como sonhado, porque tais funções não se lhes retiram ou transferem pelo decreto-lei que o Governo aprovará e que constituirá o Estatuto dos Oficiais de Justiça, tal teria de ser pela mudança de leis da Assembleia da República e mesmo por uma mudança na Constituição e isso não vai suceder para satisfazer o sonho de alguns trabalhadores que, nesta carreira, querem subir ao patamar do “Colaborador”.

Fontes: “Artigo CM de António Marçal” e “Artigo Sapo de Eduardo Canavez”.
fez um acordo de milhão.
ResponderEliminarAlívio por estar no fim da carreira ! Ao que isto chegou !
ResponderEliminarÉ por essas e por outras que andamos com as marmitas...
ResponderEliminarO SFJ mais uma vez está a tirar o foco da valorização salarial...
Uma vergonha.
O SOJ que esteja atento e que não permita tal barbaridade!
ResponderEliminarGostava de saber quais são os novos desafios e as competências e
ResponderEliminarEsses secretários pessoais devem ter grau 3
ResponderEliminarA confusão do Marçal, já agora o pior dirigente sindical que os OJ viram na sua história, prende-se com o facto deste grupo profissional estar cheio de "colaboracionistas", daí o termo colaborador. E repare-se que, as principais preocupações deste "dirigente sindical" não é o futuro de todos os OJ, mas antes a manutenção do "status quo", qualquer que ele seja, ainda que esse status seja contrário ao estatuto em vigor, dos seus acólitos que, na sua maioria colaboram com as ilegalidades e maldadas que todos os dias os OJ sofrem na pele.
ResponderEliminarSim, o SOJ tem revelado uma capacidade extrema de ação e influência.
ResponderEliminarAi ai, aparece aqui com cada tolinho.
O Marçal é um colaborador da sua pessoa, sempre o foi! E não digo mais porque me enfastia assunto tão velho e tão sem solução! Mas nós temos também culpa porque duma ou doutra maneira fomos sempre colaboradores! Pró raio que o parta!
ResponderEliminarEste bem podida ir colaborar para um sítio que eu cá sei...
ResponderEliminarTalvez ali fosse mais útil.
Os Magistrados nem sequer abdicam do VC.
ResponderEliminarMais uma vez, por favor, mas mesmo por favor, consultem os Pareceres que os Conselhos Superiores relativos às duas últimas propostas de novos estatutos dos Oficiais de Justiça.
Por favor, leiam aquilo.
Nem são muito difíceis de interpretar.
Está preto no branco o que está definido, o que se espera dos Oficiais de Justiça.
Somos um país de Elites, e lidamos nos nossos locais de trabalho com uma das elites mais poderosas, mais conservadoras, irresponsáveis e acima da Lei.
Não vão abdicar de nada
Nada.
Quem pensar o contrário é um anjinho.
Preferem estar afundados a delegar competências.
Aliás, quanto pior isto estiver, melhor.
Não se esqueçam do "milagre" das acumulações.
Portanto, esqueçam lá isso.
Acordem para a realidade.
Não sejam burros.
Até parece que não lidam com eles no dia a dia.
Está mania do novo paradigma do Oficial de Justiça levou-nos a isto.
A mais mal paga carreira especial do país com a mania das grandezas.
As outras carreiras querem ganhar mais ao fim do mês.
Já todos conseguiram.
Os Oficiais de Justiça não.
Querem dar despachos e serem tratados por doutor.
Enfiem os despachos num sítio que eu cá sei.
Cambada de otários.
Somos uns parolos, armados que não se entendem para nada.
Andamos para aqui a contar trocos para pagar as contas todos os meses mas o que conta, para muitos, é ser tratado com reverência por alguém.
Uns tristes.
Até os magistrados gozam conosco.
Querem dar despachos??
Depois temos que ouvir estas bocas.
Essas sumidades que tem a mania que são doutores que se ponham a andar.
Não andam a fazer nada nos Tribunais, aliás os outros tem que fazer por eles.
Se são assim tão bons, ponham se a andar, não fazem falta.
Todos os dias aparecem vagas na administração pública para funcionários licenciados.
Ponham -se a andar.
No fundo, só querem é mandar.
Nada mais.
À conta desta gente é que andamos aqui a receber umas esmolas.
Preocupem-se em fazer o vosso trabalho bem feito.
Preocupem-se em ser bons colegas.
Preocupem-se com o público.
O resto, há alguém bem mais acima de vocês que é quem manda e nem vos liga nenhuma.
Exijam mais e melhor retribuição.
Querem ser tratados como sumidades??
Ponham-se a andar.
PS. O Marçal é o coveiro dos Oficiais de Justiça.
Uma coisa parece certa, não fosse o SOJ não abdicar das greves e já tinha sido assinado novo acordo, dividindo os oficiais de justiça em dois graus de complexidade e mais uns paposecos.
ResponderEliminarFino como um "Alho" - aquele comerciante do Porto que tem o seu nome inscrito numa das suas mais pequenas ruas por ter sabido negociar com mestria acordos de comércio com Inglaterra.
ResponderEliminarA pessoa em causa, já o disse várias vezes, pode ser tudo menos classificada ou adjetivada de "otário" pois que gere bem "os seus negócios" no sentido do bom empreendimento que faz para conseguir aquilo que quer, convivendo muito bem com as inerentes adversidades contendentes com a desconsideração pessoal que muitas vezes lhe é injustificadamente feita.
O certo é que a pessoa em causa vai levando a água ao seu moinho que, mesmo quando não há vento a soprar nas suas velas ou água a fazer girar a roda, tem uma série de "burros" a servir-lhe de força motriz.
Desses, muito poucos se servem da farinha mais fina e a maior parte contenta-se com um farelo empobrecido, de difícil digestão para quem já tem dentição fraca.
Mas honra lhe seja feita, para empreendedor não há muito melhor ... pena é que o foco não seja dirigido para o essencial - é a minha opinião pessoal.
Certamente que não sou colaborador do Ministério da Justiça, considero funcionário judicial mas acima de tudo Oficial de Justiça, nas diligências, quando os Senhores Advogados e até Magistrados me tratavam por Sr. Funcionário eu retificava e sempre dizia tratem-me por Sr. Oficial de Justiça, muitos colegas na minha opinião acham ou não dão importância a isto, mas isto, é um pormenor de grande relevância, porque isso simboliza a natureza especial das nossas funções e da carreira e è por aqui que tudo começa, acima de tudo a valorização e o respeito, isto é, pelo trato.
ResponderEliminarAgora vou deixar aqui exemplos de outras carreiras de regime especial onde os próprios exigem esse mesmo tratamento.
Agentes da PSP não aceitam que lhes tratem por guardas,
Inspetores da PJ não aceitam que lhes tratem por agentes,
Etc...
Porque será? Eis o busílis da questão!
Os 2 sindicatos juntos não fazem 1.
ResponderEliminarÉ caso para utilizar o seguinte provérbio "...estudasses...".
ResponderEliminarUps desculpe nos tribunais não podemos dizer isso pois os colegas são contra licenciaturas e licenciados....
Por tal desculpe o meu comentário...
Tenho medo de dizer que tenho estudos nos tribunais senão ainda me podem bater..
Parabéns pelo artigo. Fiquei bem mais tranquila. Até agora só me conhecia a mim como a única pessoa a quem a substituição de trabalhador por colaborador causava náuseas. Obrigada
ResponderEliminarah!!!! como eu gostava de lhe responder....melhor não
ResponderEliminarBom dia.
ResponderEliminarDizer-se que se é "colaborador" ou "trabalhador" ou ainda "servidor", até "prestador" pouco importa, pois como dizia shakespeare, o que interessa não é o nome que se dá às coisas mas antes a sua essência.
Eu não utilizaria nenhuma daquelas palavras e preferiria a de "funcionário, de empregado da (na) função pública" pois é o que somos ou o que fazemos (desempenhamos uma função pública) e nesse desiderato colaboramos todos uns com os outros sem estarmos imbuídos daquela lógica economicista (da competição).
Por isso tanto se me dá que me chamem colaborador ou o que quer que seja entendo-me antes como um coadjuvante nessa importante função de administrar a justiça e é isso que sou e penso que é assim que os outros (cidadão comum) nos vêm.
Então pessoal, ta tudo no anonimato a cuspir ódio e fogo eheheheh chama-se covardia ou cobardia que a palavra admite as duas grafias eheheheh.
ResponderEliminarTodos têm opinião e solução fantástica, não fazem o que deviam ou devem fazer.
Acho melhor passarmos aos questionários escritos e devidamente identificados e assinados, "concordo", "não concordo" no fim contam-se as respostas, a maioria vence sem direito a comentários ou reclamações dos vencidos.
Por fim cada um cumpre a sua obrigação, que é ser correcto, etico, urbano, democrata e a sua função correspondente às suas funções e categoria (que ao que parece mais coisa menos coisa é à escolha de qualquer um mais ano menos anos, mais movimento menos movimento - atento ao que há disponível), se não gostar, adeus.
Deixo uma ideia no ar.
ResponderEliminarTodos sabemos que as promoções só acontecem - só podem acontecer - com o desbloqueio da atual situação dos secretários de justiça, cuja ação em massa nos Tribunais Administrativos teima em ser decidida em termos definitivos.
Como é que é possível uma ação considerada prioritária para decisão estar meio anos nas mãos de um senhor Juiz Conselheiro para mandar inscrever em tabela !?
Como é que é possível existir um CSTAF que em face desta situação que põe em causa o próprio funcionamento da instituição a que dá corpo se mantém numa inércia e passividade alarmante.
Quando não se consegue decidir sobre um tema que afeta estruturalmente uma instituição tão importante como o é a Justiça, um dos pilares mais importantes de uma democracia, logo se vê a incapacidade e disfuncionalidade, diria até a falência das instituições.
Tudo isto é anedótico.
Será que no STA o senhor Juiz Conselheiro estará à espera da aprovação do novo Estatuto para eventualmente o entender como questão prejudicial à apreciação de fundo das questões e matar assim o assunto.
Excelente comentário. Tudo dito...
ResponderEliminarPois se está à espera, porventura, terá de esperar mais uns anos... Nós estamos à espera há cerca de 20 anos.
ResponderEliminarComentário das 09H16 - Parece-me mais que tens perfil de merceeiro!
ResponderEliminarMeu caro faço minhas as suas.
ResponderEliminarPena que ande por aí muito asno...
subscrevo integralmente.. já o disse há uns tempos atrás...
ResponderEliminarEu sou licenciado, e não quero ser tratado por doutor porque não tenho doutoramento, tal como todo o advogado ou juiz ou procurador que não tem doutoramento deve ser tratado por doutor..
ResponderEliminarNa vossa mente reduzida e com falta de conhecimento é que começaram a tratar por doutores pessoas sem doutoramento, porque essa classe dita superior assim vos ensinou e vosses obedecem, porque são o povo sem estudos..
Sou licenciado e oficial de justiça e com muito orgulho e aqui irei continuar até morrer...
Queres mais dinheiro mas queres ser uma carreira de grau 2...temos pena para grau 2 já recebes muito.
Antes de andares a babar-te todo com raiva dos licenciados e inventares que queremos ser tratados por doutor ou dar despachos..
Gostava que me dissesses isso cara a cara , olhos nos olhos, já IAS ver a brincadeira dos licenciados...
Andas a inventar falsa informação, por morreres de inveja de quem estudou...
A carreira está a definhar a 25 anos a culpa também é dos licenciados?
Tem vergonha e fecha essa boca cheia de moscas...
Vamos lá por os pontos nos iiiiiii.
ResponderEliminarO SFJ obrigou-nos à marmita e conseguiu UM MILHÃO.
O SOJ o que fez?
SINDICATOS PARA QUÊ?
Então e como está a correr a integração dos novos OJ? Muitos deles (a maioria) licenciados e além de licenciados alguns exerciam advocacia ou solicitadoria? Serão agora os novos colaboradores da justiça?
ResponderEliminarApenas dizer que no exército um sargento é um sargento e um oficial do exército é um oficial e paralelamente um oficial de justiça é um oficial de justiça e um Magistrado um Magistrado
ResponderEliminarObviamente a mesma filiação política!
ResponderEliminarEsqueçam a meritocracia! Ou és do clube ou estás "OUT"!
TER CARÁCTER É O MAIOR DESAFIO DOS DIAS DE HOJE!
E um otário sera sempre um otário e um asno tem 4 patas.
ResponderEliminarConcordo.
ResponderEliminarMas devo dizer o seguinte.
Na compreensão dos tribunais deve ter-se em atenção que somos uma parte de um todo que existe e se dá a conhecer enquanto tal - como um Tribunal - no mesmo sentido de que uma peça de madeira incorpora uma perna de uma cadeira que é composta pelas outras pernas, pelo assento e eventualmente encosto e só assim pode ser compreendida - no seu todo - pois que quando olhamos para a cadeira ela não existe sem pernas ou o assento, é disfuncional!
Nos Tribunais é a mesmíssima coisa, o cidadão comum quando olha para a instituição (Tribunal) compreende-a como integrando Magistrados e Funcionários dispersos pelos vários edifícios onde se encontram instalados.
Nunca vi ninguém entender e compreender um Tribunal como composto só por magistrados.
Assim, esta realidade existe e dá-se a conhecer enquanto tal e nela se compreendem duas profissões (Oficiais de Justiça e Magistrados) que nunca se poderão dissociar.
Por isso importa pouco o nome que nos dão nomeadamente as pessoas que intelectualmente mais desfavorecidas ...para não dizer mais!
Hahaha que exagero, só falta você dizer que é o dia mais feliz da sua vida...
ResponderEliminarEu quero lá saber se é trabalhador, colaborador.
Quero é dinheiro...
o marçal anda muito ocupado https://www.facebook.com/PSLousa/?locale=pt_PT
ResponderEliminarPois é fazenda, mas enquanto tivermos colegas muito pouco solidários uns com os outros estamos desgraçados..
ResponderEliminarPara além da mentalidade suja que reina nos tribunais, onde pretendem desprestigiar quem tem estudos e conhecimento.
Obvio que devemos respeitar os mais antigos, mas deve existir respeito mútuo.
Como diz da weasel "...queres ter respeito date ao respeito , e assim terás todo o respeito a que tens direito...."
Ó Burro.
ResponderEliminarLê os Pareceres dos Conselhos.
Por causa de tipos como tu é que isto está como está.
Só os Otários é que falam em graus.
Tem tanta vontade em mandar qualquer coisa que nem se importam com o resto.
O rapazinho....eu li, todos os pareceres, ao contrário de ti, para além disso li diversas obras acerca da profissão de oficial de justiça...
ResponderEliminarO grau importa pois é isso que nos permite receber mais.... acorda...
Vê a tabela de quem tem carreiras com o grau de complexidade 3 e os que tem 2.
Seu analfabeto o fato da carreira passar para grau de complexidade 3 nada tem a haver com mandar.
Essa cabeça está toda trocada, queres que eu faça um desenho, para entenderes..
O grau de complexidade 3 para a todos até para ti, implica um.aumentk salarial....acordaaaaaaaaa....
Boa tarde colega Fazenda sabe a razão de aparecer no IRN no item conservador de registos os seguintes documentos supostamente para preenchimento? Ficha Individual do Trabalhador (https://irn.justica.gov.pt/Portals/33/Recrutamento/2023/06_COR/IRN_Ficha_Individual%20do%20Trabalhador.docx?ver=lPGuOOw1tG5mT3ZHwzHSbg%3d%3d)
ResponderEliminarDecreto-Lei n.º 215-B/75, de 30 de abril
ResponderEliminarArt. 6.º - 3. É incompatível o exercício de cargos em corpos gerentes de associações sindicais com o exercício de quaisquer cargos de direcção em partidos políticos ou instituições religiosas.
ESTATUTOS
PARTIDO SOCIALISTA
Artigo 25º
(Da competência da Comissão Política Concelhia)
Compete em especial à Comissão Política Concelhia:
...
c) Apreciar a situação política geral, e em especial os problemas da área do respetivo concelho;
d) Criar grupos de trabalho para desenvolvimento de atividades de âmbito concelhio e dissolvê-los;
e) Emitir parecer sobre a criação, fusão e extinção de estruturas de base, na área do respetivo concelho;
f) Desencadear e assegurar o cumprimento do processo de designação dos candidatos autárquicos municipais;
m) Exercer as demais competências previstas nos Estatutos.
Artigo 26º
(Do Presidente da Concelhia)
1. Ao Presidente da Concelhia compete coordenar a atividade da Comissão Política Concelhia e do Secretariado Concelhio, convocar as respetivas reuniões e assegurar a articulação adequada com os secretariados das secções que existam na área do concelho.
2. Propor à Comissão Política Concelhia a eleição e a substituição dos membros do Secretariado.
outra coisa não se esperava...
ResponderEliminarDIRIA CÚ LABORADOR
ResponderEliminarAPOIADO!
ResponderEliminarÉ bem possivel que esteja à espera do novo estatuto. Imagine continuarmos a ter promocoes com alguns a ter uma nota de 9,5 e ultrapassar o outro com uma nota de 19. As aberrações duraram durante muito tempo.
ResponderEliminarCom essa licenciatura e a escrever "vosses" está tudo dito...
ResponderEliminarVeja a qualidade destes licenciados Sra. Ministra da Justiça!
Pedem mesmo é uma prova (E de Português de preferência!)
Que comentário mais cretino!
ResponderEliminarA realidade mudou e trouxe novas exigências.
Neste momento quem está a mais és tu, não são os licenciados.
Aproveita os últimos meses antes de ires para assistente técnico!
Colaborador no me parece de facto um termo apropriado, mas sinceramente estou me bem a borrifar para isso, desde que dignifiquem e valorizem a carreira.
ResponderEliminarCom a idade já perdi os tiques Leninistas para me preocupar com terminologias dessas.
Muitos Parabéns ao blog do “oficial de justiça” pelo artigo, pelos artigos que diariamente escreve tão simples e tão concisos no que se pretende. Parabéns, estão efetivamente de Parabéns pelo excelente trabalho! Serei apenas eu que estou cansado dos atropelos constantes do SFJ!? Para quando um basta?
ResponderEliminarMas se um sindicato que nos defende não consegue empregar os devidos termos quem conseguirá? Tanto barulho quando o “crhonus” nos tratou por colaboradores e depois isto!? Se um sindicato não se consegue exprimir devidamente quem conseguirá? Atropelos atrás de atropelos!
ResponderEliminarServe para perceber porque andamos imensos anos - demasiados - a marcar passo... Claro que foi, porque será?!? Os pol(h)íticos agora querem que sejam eles a dar autorização, ou não, para serem sindicalizados pelo Fisco, isto é, a AT só vai poder cruzar dados e investigar um pol(h)ítico se existir uma autorização para o efeito fornecida pelo mesmo. Tudo feito à medida. Bela democracia, certo? Se vocês acham que o ataque à classe por tantos e longos anos e a imposição de entrevista para os lugares de chefia em "comichão" é fruto do acaso ou mera coincidência, andam todos a dormir...
ResponderEliminarMesmo que ação transite só vale para o processo, altera a vida de uma vida de colegas, e caso houvesse novo curso de secretários, a Dgaj não tinha alternativa a aplicar a formula atual, o que iria dar origem a novas ações.
ResponderEliminarPortanto esqueça, não vão haver promoções com o atual estatuto.
Agradeça aos velhos do restelo que insistem em manter tudo na mesma por conveniência.
Força blogueres.
ResponderEliminarMagistrados nunca irão abdicar de um visto em correição .
Mas andam aqui marcais a insistir nisso.
E lá vamos nós continuar de marmita, mas a acreditar que seremos entes superiores, quando não passamos de paus mandados dos magistrados.
Acordem e comprem mais marmitas.
"Blogueres"🤣
ResponderEliminarJá temos candidato ao curso de inglês do SFJ.
tem a haver (?)
ResponderEliminarQuem assim fala é porque ainda não foi notificado do pagamento do tempo de provisório.
ResponderEliminarQuando se vê escrever "vosses" e "fato" já se tira logo a fotografia 🤣
ResponderEliminarMudou sim vieram pois trouxas como tu ...
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