Divulgados os resultados relativos à sondagem sobre a satisfação com o Acordo

      No passado dia 10MAR aqui divulgamos uma sondagem levada a cabo por um Oficial de Justiça que tentava apurar a satisfação geral dos Oficiais de Justiça com o acordo tripartido firmado a 26FEV.


      Logo a seguir à divulgação do acordo já concluído, os Oficiais de Justiça surgiram mais desunidos do que unidos, como seria suposto após tão grande e maturada negociação.


      Esgrimiram-se, desde logo e ainda hoje, as mais diferentes opiniões, muitas vezes sustentadas por factos e por análises mais, ou menos, ponderadas, seja numa perspetiva imediata, seja numa visão de futuro.


      Foi nestas circunstâncias que a inquietude de um Oficial de Justiça (já autor de outras iniciativas), resultou na apresentação do inquérito que tentava captar a opinião geral da carreira, tendo, para o efeito, enviado uma comunicação por e-mail para todos os tribunais, mas não concretamente para todos os Oficiais de Justiça, motivo pelo qual, por não terem sido reencaminhados os e-mails na maior parte dos tribunais, muitos desconheciam a sondagem e só a conheceram após a nossa divulgação.


      Dadas as vicissitudes, veio agora o autor do inquérito apresentar os resultados obtidos e começa por apresentar o nível de participação. Diz assim: «Num universo de cerca de 7400 Oficiais de Justiça responderam a este inquérito 546 pessoas (7%).


      Claro que o nível de participação foi muito baixo, mas não deixa de ser o nível habitual em tantas outras participações nas mais diversas iniciativas.


      Assim, os resultados obtidos, que a seguir vamos indicar, são os obtidos do universo dos participantes que representam 7% da carreira.


      No que diz respeito ao nível de satisfação geral com o acordo assinado pelos sindicatos e com o Governo, tal índice é (numa escala de 1 a 5), em 2,48. Ou seja, a satisfação geral é baixa, embora quase chegue a metade.


      Quem respondeu ao inquérito? Responderam 4 Secretários de Justiça; 74 Escrivães de Direito; 14 Técnicos de Justiça Principal, 233 “Adjuntos” e 221 “Auxiliares”.


      Do total dos inquiridos, 78% pertencem à carreira judicial e 22% à carreira do Ministério Público.


      À pergunta: “Concorda com o acordo de revisão da carreira de Oficial de Justiça?”:


            11% dos inquiridos concordam totalmente;


            35% concordam parcialmente;


             4% não sabe ou não responde;


            28,6% discorda parcialmente;


            21,4% discorda totalmente.


      À pergunta: “Concorda com a afirmação: os sindicatos deveriam ter dado conhecimento aos sócios do acordo antes de o discutir?”:


            68,9% concorda;


            13,6% concorda parcialmente;


             9,3% não concorda nem discorda;


             4,8% discorda parcialmente;


             3,5% discorda totalmente.


      A resposta à pergunta: “Em que medida o acordo corresponde às suas expectativas?”:


              4,9% respondeu que o acordo excede as suas expectativas;


            14,7% corresponde às expectativas;


            20,7% não tem opinião;


            35,7% não corresponde às expectativas;


            24% o acordo está muito longe das expectativas criadas.


      Quanto ao impacto “do acordo na sua motivação profissional?”:


              5,7% entende ser muito positivo;


            16,5% positivo;


            22,2% refere que o impacto será neutro;


            28,8% classifica o impacto de negativo;


            26,9% refere que o impacto é muito negativo.


      Quanto à pergunta “Considera que o acordo valoriza os recursos humanos na administração da justiça?”


            4,2% respondeu que sim, totalmente;


            24%, sim, em parte;


            4,8% não sabe/não tem opinião;


            23,8%, não em parte;


            43,2%, não de todo.


      A afirmação de que o acordo divide a classe dos Oficiais de Justiça, gerando ruído e insatisfação, obteve a seguinte apreciação:


            56,5% concorda totalmente com a afirmação;


            21,3% concorda parcialmente;


             9% não tem opinião;


            7,7% discorda parcialmente;


            5,5% discorda totalmente.


      Pode ver os demais parâmetros respondidos acedendo através da seguinte hiperligação: “Resultados Sondagem Acordo 26FEV2025”.


      As conclusões apresentadas pelo autor da sondagem são as seguintes:


      «O acordo de revisão da carreira de Oficial de Justiça parece gerar um nível significativo de insatisfação e preocupação entre os profissionais da área.


      As principais críticas centram-se nas disparidades salariais, na progressão na carreira, no fim da separação das carreiras, na eliminação de categorias e na falta de transparência no processo negocial.


      As questões relacionadas com a reforma também parecem não ter sido devidamente abordadas.


      A diversidade de escalões entre os Oficiais de Justiça sugere que o impacto do acordo pode variar significativamente entre os diferentes profissionais.»


      Estas e outras considerações podem ser lidas no documento a que acede através da seguinte hiperligação: “ResultadosSondagemAcordo26FEV2025-Conclusoes”.


PeoesQuadro.jpg

Comentários

  1. Estou muito surpreendido com o resultado deste inquérito, em que cerca de 40 % são adjuntos.
    Nada tendencioso.
    E gasto eu o meu tempo com isto.

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  2. https://eco.sapo.pt/2025/03/18/juizes-discutem-condicoes-de-carreira-com-ministra-apesar-do-contexto-politico/


    (mentalmente estou a pensar num boneco com o dedo do meio bem levantado!!)

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  3. Vamos ter movimento anual em abril?

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  4. Bom dia.
    A sondagem perscrutou uma pequena amostra que de dispôs a participar com a sua opinião pessoal, muitas vezes mal informada.
    Nada melhor para se aferir não só da bondade do diploma como das alegadas vantagens supostas por quem teceu considerações elogiosas a esta revisão (parcial).
    Assim, vou ensaiar una reflexão pessoal, exortando a que cada um de nós - Oficiais de Justiça - a faça também, pois só assim se poderá concluir se ao fim e ao cabo foi um bom acordo, esse que foi conseguido pelo "triunvirato".
    Sou adjunto desde 2009, com os congelamentos Socráticos mantidos na Troika, estou presentemente no 4º escalão e conto já com cerca de dois anos. Assim, daqui por um ano, sensivelmente, em março de 2026 passaria para o 5º escalão, passando a auferir 2.020,54 € (=1.810,99 salário base+ SRP de 244,48 €).
    Com o acordo, cujos efeitos retroagem a jan 2025, passo a ganhar 2.026,26 € a que acrescem 120 € de suplemento de disponibilidade - o que, no fundo, se traduz na antecipação de um ano sobre a alteração do reposicionamento no escalão, com um ganho efetivo quase que apenas no montante do suplemento, ou seja apenas de 120 € mensais o que dá cerca de 1.500 € anuais.
    Em contrapartida, por esta parca melhoria, foi-me definitivamente coartada  a possibilidade de ascender ao topo da carreira, à categoria de secretário de justiça e dificultado o acesso à de escrivão de direito e de técnico principal agora "fundidos numa só categoria", pois que, tal como sucedeu até aqui, os lugares não são providos e estão ocupados (e vão assim continuar por muito tempo) em regime de substituição.
    Pessoalmente, este acordo não corresponde às minhas expetativas e por isso sairei da carreira logo na próxima oportunidade como já várias vezes anunciei, mas tenho de aceitar que o acordo traduz um ganho efetivo, assim como todos devemos aceitar as muitas injustiças que contém.

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  5. Para a gaja que ontem comentou
    deduzir que apontaram uma pistola à cabeça dos adjuntos quando decidiram sair da zona de conforto para progredirem e, sim, incentivados pelos sindicatos que até meteram ações em tribunal para haver promoções, sendo COMPLETAMENTE ENGANADOS E DEFRAUDADOS COM ESTE ACORDO.


    apenas tenho a dizer que nem PARASITA ÉS, 


    ÉS MAIS UMA QUE ANDA NOS TRIBUNAIS A CRIAR AMBIENTE DE MESQUINHEZ E INVEJA.


    SAÍ DA TUA ZONA DE CONFORTO E DA SAIAS DA MAMÃ, FAZ-TE à VIDA!


    melhor, agora não te faças À vida  estás bem nas saias da mamã, como sempre estiveste e portanto bem com o mal dos outros.

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  6. Quase 7 mil de nós acharam que não valia a pena perder 5 minutos da vida para responder a um inquérito que poderia revelar-se importante até para serenar os ânimos entre OJ ou de barómetro para os sindicatos. É normal. É também assim com as eleições. Depois dizem que ninguém faz nada e criticam os sindicatos por não os ouvirem. Doravante e porque parece que afinal o acordo alcançado é o melhor que nos podia ter acontecido não se venham queixar para as redes sociais ou exigir aos sindicatos mais participação na tomada de decisões ou exigir mais greves

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  7. Invejosite?
    não valeis mesmo nada.

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  8. Quem puder que fuja.
    Acordo de treta.

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  9. O suplemento não é suplemento é pagamento por trabalho extra que vai ser prestado não tenham dúvidas acerca disso. Eu também estou na mesma situação e já agora não sofro de adjuntivite, não vá alguém lembrar-se. Trabalhei 25 anos como auxiliar e só não progredi mais na carreira porque tive a sorte de estar ligado à função pública (troika, congelamento, roubo do tempo provisório,  etc), esses preguiçosos que nada fazem pelo país 

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  10. Roubalheira mesmo!
    É um escalão ao longo de 25 anos!
    tenham vergonha na cara!

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  11. E desejo-lhe muito boa sorte colega! 
    Assim que der, farei o mesmo.

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  12. Esse complexo de inferioridade doentio contra os adjuntos sempre me aborreceu por não o conseguir compreender...A inveja é um sentimento muito estúpido e completamente inútil!
    Já lhe passou pela cabeça que se tantos adjuntos responderam

    à sondagem é porque se calhar é a categoria que se sente mais prejudicada?
    Vejo aqui muitos auxiliares a chorarem baba e ranho porque não sobem de escalão há anos, porque trabalham muito (e sempre muito mais que os adjuntos, esses velhadas malandros!), porque são muito injustiçados, todos convencidos que são demasiado bons para trabalhar nos Tribunais e com tais colegas e esquecem-se que a mim e a muitos como nós roubaram-nos algo de muitissimo superior a todas as vossas lamechices, que foram anos de vida, de liberdade e independência! Dos 55 anos que constavam do contrato que assinei, vou cumprir uma pena de prisão, sem ter feito nada para isso, de 12 anos...Vou práticamente directo dos Tribunais para o cemitério. E ainda acha que os malandros dos adjuntos não têm razão para se queixarem de um acordo como este, discutido ao longo de anos e anos?

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  13. Ribeiro da Silva19/3/25 10:35

    Bom dia,


    Nada se sabe, nomeadamente, sobre um eventual acordo em sede de revisão do estatuto, sobre o procedimento a encetar para a boa execução da decisão - que eu, pessoalmente, entendo dever abranger todas as situações materialmente abrangíveis (independentemente de se ser ou não parte na ação).
    Fico a aguardar que por aqui se fala no assunto -já agora é muito interessante constatar a contemporaneidade da decisão do STA com o momento de publicação do DL 135/2025 /de revisão (parcial) do Estatuto).
    Ele há cada coincidência ...

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  14. No fundo este acordo serviu a tutela. Os sindicatos contentaram-se com a atribuição do grau 3 a todos e a integração do suplemento. Foi isso que ganhamos, apenas.
    O resto dos termos do acordo foi imposto pela ministra e que os sindicatos aceitaram. Ao fim de tantos anos de luta os sindicatos tinham a obrigação de ter negociado melhor e ter conseguido uma verdadeira valorização salarial, que não aconteceu com este acordo. O novo suplemento não é nenhuma benesse mas apenas o pagamento de horas extras, (a preços de saldo) como em qualquer carreira publica ou privada.

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  15. Ribeiro da Silva19/3/25 10:43

    Como é que é possível que um Adjunto no 4º Escalão, e por isso, necessariamente, com mais de 15 anos na categoria e, certamente, com quase outros tantos na categoria de base (a de auxiliar), perfazendo pelo menos 25, 30 ou mais anos de antiguidade na carreira, fica com o mesmo vencimento  (2.026,26€) que um auxiliar no 6º Escalão, muitos deles com cerca de 20 anos ou pouco mais de antiguidade (???).
    Não seria de bom tom que, pelo menos se premiasse com uma subida de nível/escalão ou a criação de um nível virtual que diferenciasse uns dos outros.
    Acho  muito bem a valorização dos - de todos os - auxiliares, mas convenhamos que isso não tem de significar uma desvalorização dos adjuntos que efetivamente acontece neste DL ao igualar uns e outros sem se premiar o voluntarismo de muitos que assumiram e são eles que vão continuar a assumir as principais funções e de maior responsabilidade.
    Não percebo como isto escapou ao SFJ e ao SOJ, ou a não ter escapado como é que não se logrou uma alteração mais conveniente a todos.

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  16. Existir colegas com iniciativa é de louvar,as sinceramente não vejo a utilidade deste inquérito.
    Os sindicatos estão mais do que conscientes do que deve ser salvaguardado nas negociações das matérias em falta.
    E atendendo a que a larga maioria dos OJs sai beneficiado com esta reforma legislativa, volto a repetir.
    Mais do que o interesse de cada OJ e da fase da carreira em que cada um se encontra, ou do interesse que os adjuntos visam defender, interessa salvaguardar o futuro da carreira, dignificando a e tornando a mais atrativa.

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  17. Coitadinhos, eles ganham tão pouco!

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  18. Sindicatos incentivaram as promoções para adjunto, para acordarem o esvaziamento.


    Pergunta que se impõe: sabiam que a carreira ia ser plana e traíram os promovidos?

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  19. Essa gente não larga a teta!




    .

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  20. Para reflexão: "


    Nunca percebi porquê que os colegas do MP estão completamente "noutra". Não aderiam a greves, nada. Nunca vou entender.

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  21. não sei como é que ainda há pessoas sindicalizadas

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  22. Isso, colega.
    Estou na mesma situação, ... a espera de dinheiro que me é devido há muito. E regularização da situação profissional (acerto de escalão).

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  23. Amostragem de 7%, muito curto.
    Não significa nada 

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  24. Dor de cotovelo.


    Eles sabem o que querem e se unem.

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  25. O que interessa é o futuro da carreira ela como estava não tinha futuro. Vão ser os futuros funcionários que me vão pagar as contas ou vão ser aqueles que foram aumentados 200 ou 300. Juízo. Se os sindicatos soubessem o que faziam não tinham chegado a este acordo. Foram comidos pelo ministério 

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  26. Quando se começar a sair às 19h e mais!


    Vão ver que mais gente vai participar!

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  27. Não vale a pena explicar o óbvio aos meninos das saias.

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  28. A categoria de secretário de justiça nunca teria sido extinta se não fosse esta ação.
    Agora vai tudo para escrivão, os atuais secretários e os autores.
    Quando houve tentativa de acordo, alguns dos autores queriam tudo e umas botas, retroativos, antiguidade, classificações, etc.
    É no que dá a ganancia e a inveja, agora xuxa tudo no dedo.
    Quanto à ação é lógico que deve ser extinta por inutilidade superveniente já que a categoria foi extinta.

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  29. Já que esta palhaçada se arrasta há quase uma década, em prejuízo de todos, já que impediu a abertura de novos cursos, tinha que ser uma "coincidência" a acabar com ela.

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  30. Neste caso pode não significar muito mas basta comparar as adesões às greves.

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  31. Em qualquer Estado de Direito teriam de ser pagos juros de mora, mas aqui não, só paga o contribuinte.

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  32. Ribeiro da Silva19/3/25 14:17

    Não acabou!
    O busílis da questão agora reside na circunstância das partes na ação (falo necessariamente dos autores) terem, por via daquela, o direito (reconhecido) a que seja refeita a lista de graduação com o recálculo da fórmula ora corrigida e, na eventualidade,  tendo concorrido para lugares entretanto ocupados por outros, a que teria prioridade de colocação de acordo com essa reformulação, serem-lhes pagos os - todos os - diferenciais de vencimento e a sua colocação efetiva naqueles lugares (mesmo que ocupados) ou outros criados "ad hoc".
    Há uma oportunidade soberba, qual seja a de ser reformulada a lista  "in totum" e lhes conferida  - a todos (sejam ou não parte na ação)  - a possibilidade de virem a ocupar os lugares na agora criada categoria de Escrivão, presentemente ocupados em regime de substituição. 
    É um caminho que se aponta, não sendo eventualmente consensual, outras soluções podem ser entretanto aventadas.
    Nestes teros exorto à vossa douta sabedoria no sentido de oferecerem os vossos contributos para se encontrar a melhor solução para este imbróglio.

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  33. Ribeiro da Silva19/3/25 14:21

    Daqui por 30 dias - com a entrada em vigor do DL aprovado - com o beneplácito do Colega (?), senhor Presidente (do SFJ e quiçá da Lousã) António Marçal, mesmo a tempo do ato eleitoral  - legislativas e autárquicas.
    Querem ver qua principal preocupação de alguns intervenientes não era afinal desinteressada 

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  34. Ingratos. Ide ler ao Facebook do sindicato a última reflexão do futuro presidente da câmara municipal da Lousã. Ela também vai fazer muitas horas extra, só não vão é ser pagas a 5 euros 

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  35. Colega Ribeiro, na minha opinião, todos os opositores ao movimento ( meu caso ), devem ser promovidos a secretário ad hoc, para não prejudicar os que entretanto foram colocados em tal movimento.

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  36. Estiveram sempre lá sogadinhos, para quê chatearem-se?
    Para mais sendo quase todos workaólicos...

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  37. Invejosite porque?
    Somos todos iguais 
     não leu o estatuto?

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  38. Quanta ignorância....

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  39. Vergonhoso mesmo e injusto.


    É tudo premeditado.

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  40. Exmo. Sr. Moderador do Blog :
    Colaboro e comento neste blog, com imenso gosto, exaltando as suas qualidades e virtudes faz muito tempo...
    Questiona-se porque são censurados comentários?!?

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  41. Nem vale muito a pena, mas aqui vai: tu foste incentivado pelo sindicato e concorreste para adjunto. Foste colocado e agora és adjunto. Muitos parabéns. Mas agora vê lá se o sindicato te incentiva a jogares-te para dentro de um poço..... se calhar também vais responder afirmativamente ao incentivo. Abraço !:-) 

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  42. Tem toda a razão colega...
    Mas agora poderá ainda ter que correr atrás do vencimento.

    Ainda assim terão os Sindicatos de fazer melhor p/ recuperá-los.

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  43. Mas o que o leva a afirmar que os comentários são censurados?

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  44. Mas também todos diferentes ou não sabe disso?

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  45. Ligue para SFJ ou SOJ 
     eles também devem ter chegado a acordo quanto a isso.

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  46. É perguntar ao SFJ porque é que na acção interposta não pediu juros

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  47. E a ti o que é que te incentiva?

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  48. O Decreto Lei aprovado em Conselho de Ministros e promulgado pelo Senhor Presidente da República prevê que a lista nominativa das transições é notificada e publicada a 30 de junho de 2025.
    Espero que a DGAJ ponha as "mãos á obra" uma vez que muito antes dessa data tem que publicar uma lista provisória, no cumprimento obrigatório da audiência prévia para os interessados poderem reclamar querendo.
    O pagamento de acordo com os novos "escalões" está dependente da publicação da lista nominativa das transições.
    Façam o trabalho de casa para que os Oficiais de Justiça não vejam ultrapassado o prazo de 30 de junho e tenham que esperar mais alguns meses por inércia da DGAJ.

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  49. Ola boa tarde! Alguem sabe me dizer quando efetivamente o dl vai vigorar? Junho?

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  50. Dinheiro. Eu ando aqui pelo dinheiro. Faço o meu trabalho e sempre com brio em servir as pessoas que são os utentes da justiça. Deixo as vaidades para o lado.

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  51. Então és dos que vais ganhar muito com este acordo? É que caso não saibas antes era preciso percorrer as  diversas categorias para ganhar mais dinheiro? Deviam ser as vaidades queres ver. 

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  52. É já a partir de amanhã!!! Temos de por os adjuntos a trabalhar. Essa categoria cheia de preguiçosos!!! E temos de começar a fazer horas extras, senão para que é o suplemento 

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  53. Não costumo responder nestas guerrilhas inócuas entre adjuntos e auxiliares, até para não escalar a contenda, mas desta feita não consigo mais ficar com o sapo na garganta. Assinei o mesmo "contracto" que  o seu, continuo auxiliar, 25 anos depois, demorei 20 para subir 1° mísero escalão, exerci funções em mais de 20 tribunais. Dado que não saia da "cepa torta" decido vir para casa cursar direito. Entretanto os adjuntos e escrivães, que, note-se, sempre tiveram promoções durante os anos de "congelamento" - os únicos verdadeiramente congelados foram os auxiliares, adjuntos foram promovidos a escrivães, estes a secretários e, por sua vez, estes promovidos a administradores - decidem, como lesados instaurar uma acção para impedir que os auxiliares possam subir... Resumindo, enquanto eram apenas os auxiliares a serem lesados estava tudo bem agora como são também os adjuntos é que cai o carmo e a trindade... Pretendo com este comentário acabar de uma vez por todas com a guerrilha absurda entre classes, eu sou auxiliar, fui prejudicado, continuo prejudicado e, como a maior parte dos adjuntos, não me revejo e não concordo com este mísero acordo que decepa totalmente toda a classe...

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  54. É agradecer ao SFJ. O norma que permitiu que os licenciados concorressem para secretários têm anos. Durante anos ninguém se deu ao trabalho e ler o estatuto. O sindicato em vez de ser proativo decidiu ser reactivo para agradar aos associados. E quem se apresentou a exame e concorreu já sabia o que o esperava e com que linhas se cosia, agora quer ganhar na secretaria 

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  55. O colega não diga isso que eles andam muito sensíveis com as tarefas que lhes querem dar.
    Começam a fazer birras e a rebolar à porta da sala a dizer que têm medo, ninguém os atura.

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  56. Repito o que escrevi:
    Com a minha idade, todas essas questiúnculas são isso mesmo. São "peanuts". A minha (nossa) liberdade e independência são muito superiores a tudo isso! E desculpe, mas simplesmente não acredito que não tenha sido promovido a adjunto sem ser por sua culpa! Houve inúmeras oportunidades para isso. Só faltava optar por alguns sacrificios. E relativamente a trabalhar em 20 Tribunais em 25 de carreira, só nos arredores do Porto e Lisboa há bem mais que isso! Chato é ter de viver a centenas de kms de casa,  em quartos manhosos, de pagar um balúrdio para comer mal e porcamente, sentir saudades da familia, não vêr os filhos a crescer...Por essas razões, como sabe muito bem, é que muitos auxiliares se acomodaram ao lugar. Reconheçam isso em vez de destilarem ódio e inveja!

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  57. Desculpe mas está redondamente errado em tudo o que escreveu. Estive 4 anos como eventual, entrei efectivo em 2005 e em 2008 ficamos congelados. Relativamente a tribunais só para enumerar alguns trabalhei em Lisboa, Pombal, Santa Cruz (Madeira), Ponta Delgada, etc., etc., portanto tudo isso que escreveu resvala na minha indiferença. Existiram dois concursos para subir mas como era dos escrivães auxiliares mais novos, entraram preferencialmente os mais antigos... Os tais que não se preocuparam até agora com as injustiças porque não os atingia mas agora que lhes toca clamam ao vento a injustiça que só agora os atingiu...

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