Marçal quer urgência na correção do diploma acordado

      Esta quarta-feira, via Correio da Manhã, António Marçal lançou um apelo ao Governo. Nesse apelo, o presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) pede que o Governo corrija os problemas que criou com o decreto-lei que nasceu do acordo firmado também com ele próprio.


      Para tal, apela agora Marçal pela urgente criação de mais diplomas, porque o aprovado, bem se vê, considera-o como produtor de injustiças, ou, como diz, de “desigualdades”.


      É uma pena que estas visões e estes apelos só surjam posteriormente e tardiamente. Por outro lado, é também uma pena que estes recados fátuos sejam enviados pelo Correio da Manhã para que só sirvam para tentar apaziguar os crentes restantes.


      Diz Marçal, em título: “Urge agir de imediato” – isto é, o diploma é tão bom e tão perfeito que fez nascer uma urgência numa ação que tem de ser imediata. E discorre Marçal assim:


      «Impõe-se a adoção de diplomas interpretativos ou temporários que permitam operacionalizar legislação essencial, como a que criou a carreira especial de oficial de justiça.»


      Note-se bem: diplomas urgentes, nem que sejam temporários ou interpretativos, que digam como se deve interpretar o que mal estabelecido ficou, isto é, que digam coisa diferente daquilo que se lê no diploma e na interpretação que todos sabem bem fazer e que tanto vem desagradando os autores dos acordos perante as situações que se vão apreciando constantemente. E continua assim:


      «A unificação de categorias exige uma harmonização de regimes, evitando desigualdades e assegurando coerência na aplicação das normas.»


      Considera, portanto, que a unificação de categorias provoca desigualdades que urge harmonizar. E prossegue:


      «Esta harmonização é crucial, nomeadamente na colocação de oficiais de justiça nas diferentes comarcas em sede de Movimento, garantindo critérios justos e equilibrados que respeitem direitos adquiridos e promovam uma gestão eficiente dos recursos humanos.»


      Adivinhando já a problemática da movimentação e colocação dos Oficiais de Justiça, Marçal conclui dizendo ao que vem:


      «O que se pretende vai além da mera correção de desigualdades nas soluções adotadas; trata-se, sobretudo, de garantir que essas especificações tenham o impacto positivo esperado no funcionamento da Justiça. A efetiva aplicação das normas não pode ficar refém de indefinições legislativas, sob pena de comprometer um serviço público essencial.»


      Por isso, termina, como começou, apelando à urgência: «Assim, urge agir de imediato, com responsabilidade e compromisso.»


      E entretanto, na nota informativa de ontem, o SFJ veio expor o seu entendimento sobre a aplicação do novo diploma legal aos demais Funcionários de Justiça não Oficiais de Justiça, referindo-se aos Assistentes Técnicos e Assistentes Operacionais – não mencionando os Técnicos Superiores também em funções nos tribunais e igualmente abrangidos pelo Estatuto e pela mudança –, também nesta nota apelando, mais uma vez, à publicação urgente de um novo diploma legal que corrija os erros do atual diploma legal construído em cima do acordo e da boa-fé e da disponibilidade e de tudo o mais.


      Conclui o SFJ a nota informativa ontem divulgada, nos termos que seguem. Atente-se na urgência da consideração de um DL retificativo do DL ora acabado de publicar.


      «Não obstante o nosso entendimento, e no sentido de esclarecer se existe consonância interpretativa entre o SFJ e a Tutela, solicitamos, junto da DGAJ, a emissão de despacho relativo a esta matéria, o que reforça, cada vez mais, a necessidade de publicação de um DL, retificativo, para que estas e outras questões de superior interesse, sejam contempladas, afastando, de todo, as interpretações dúbias, o que oportunamente, daremos nota, urgente, sobre as ulteriores démarches.»


      E é este o renovado e permanente fado dos Oficiais de Justiça.


RasgaPapeis+DDOJ.jpg


      Fontes: “Artigo Correio da Manhã na página do Facebook do SFJ” e “Nota informativa de 27MAR”.

Comentários

  1. A classe foi entregue (culpa própria) à mediocridade e os resultados estão conforme tal opção.

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  2. Queriam o grau 3 para todos agora amanhem-se.

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  3. rei dos mercedes28/3/25 08:36

    Não era só grau 3 que queriam !! Queriam dar despachos também... 

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  4. Isto realmente só lido, contado ninguém acredita, não é que a troika sindical chegou à conclusão que foram comidos de cebolada e que este acordo apenas serve os interesses do Ministério que com ele apenas resolveu os problemas da atratividade da carreira para novas entradas e das horas extras pagas a tuta e meia.  

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  5. Parece-me que a desvinculação dos sindicatos está a dar os seus frutos!


    Não é Marçal e Carlos!

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  6. Então não foi por acordo?

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  7. Meus Deus: tanta incompetência é de chorar! O que andaram a fazer durante um mês, às escondidas dos colegas, sem serem pressionados,  em reuniões semanais ou diárias estes sindicalistas amadores?
    Repito o que já aqui disse: a tutela aceitou o nível 3 e a integração do suplemento e foi o suficiente para ficarem deslumbrados! Pior que bois a olharem para um palácio!!!

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  8. E o pior está certamente para chegar: quando puserem auxiliares maçaricos a dar palpites a adjuntos velhotes, aí é que vai ser! Se a disciplina já é pouca nos Tribunais, agora vai ser a anarquia completa!

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  9. É claro que tudo deve ser feito para corrigir estas questões relacionadas com o regime de transição para as novas carreiras.
    Mas achar que estes efeitos colaterais, põem em causa uma reforma importantíssima para a dignificação da carreira e para prestar um melhor serviço de justiça, não faz qualquer sentido.
    Não passam de dores de crescimento.

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  10. Independentemente de se considerar se foi ou bom ou mau acordo, o certo é que as circunstâncias políticas foram o que foram. Gostava muito de ver qual seria a actuação dos críticos naquelas circunstâncias e tendo em conta a exiguidade temporal.

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  11. Quando não se faz o trabalho de casa e não se usa uma folha de cálculo, normalmente dá uma coisa que cheira mal...

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  12. É tau mau, tão mau.
    Medíocre.
    Miserável.
    Rasco.
    Mesmo os poucos que celebraram este acordo já perceberam o buraco onde se meteram.
    Mesmo aqueles que estavam contentes pelo facto dos adjuntos terem que fazer sala, e muitos já faziam, é que perceberam que chegaram ao topo da carreira.
    Para eles acabou e agora é esperar a progressão horizontal.
    Ainda nem sabem que tipo de avaliação vão ter, mas festejam na mesma.
    Celebram 120 euros a mais.
    Uns celebram mais 80, outros 37, outros 200...
    Os enfermeiros, os policias, os militares, os bombeiros, os guardas prisionais, os professores....
    Todos estes celebram 300, 350 , 400 euros.
    E nós, Oficiais de Justiça, nem 1% somos dos funcionários do Estado.
    Portanto, em termos de orçamento, somos nada......
    Mas o que interessa é que os adjuntos vão fazer sala....
    O que interessa é que somos grau 3.
    O que interessa é tornar a carreira atrativa!!!!!!
    O que interessa é que agora os juízes presidentes e os administradores podem fazer o que lhes apetece.
    O que interessa é que agora quem gere os funcionários tem a discricionariedade total.
    Tenho uma pergunta aos Colegas.
    Se a ministra juntasse os juízes Presidentes, os administradores e toda aquela gente que anda ali de volta, incluindo os lambe cus do costume e dissesse: " tem aqui umas centenas de euros para distribuir pelos Oficiais de Justiça mas façam lá um projeto de estatuto que vos de jeito...".
    Acham que eles fariam melhor??
    Não me parece.
    Nem esta gente conseguiria fazer melhor.
    Já tentaram explicar este acordo a alguém de fora??
    Tentem.
    A resposta é invariavelmente a mesma.
    Mas vocês não têm sindicatos??
    E nós explicamos que foram os próprios sindicatos a assinar.
    E a resposta é a mesma.
    Mas esses tipos são parvos??
    Nós é que somos......
    TT

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  13. Mesmo! 
    Nem dá para acreditar que são estas as pessoas que nos representam.

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  14. fui dos primeiros a reagir ao "ACORDO" e disse os adjuntos estão F D D S corrijo agora estamos todos
    houve muitas respostas ao meu comentario de crentes que julgavam que iam para o ceu
    aqui não se trata de egoismo, de cada um ver o seu ponto de vista e querer aplicá-lo, falta uma visão total da classe profissional e um lider que saiba calar as bocas insanas
    fugiu-nos tudo, temos grau 3 para todos, para por ao peito dos orgulhosos e vaidosos, de resto não temos mais nada, vamos atravessar um deserto
    fiquem bem

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  15. Vê-se mesmo que  nunca foste enganada 25 ou 30 anos


    Continua se gostas

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  16. Não diria melhor.
    Grau!
    E adjuntos para  a sala.
    Nem que seja por migalhas.
    Classe mesmo mesquinha que vive com o mal dos outros nem que estejamos na merda.
    Tristeza.

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  17. 99% vendeu-se e fica contente por ter 120€ de aumento.


    Com a regressão de adjuntos com anos e anos a passarem a auxiliares.


    Parabéns à classe.

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  18. Ribeiro da Silva28/3/25 10:10

    Fomos e somos "otários" e disso não passamos.
    Como é que é possível acabar com a divisão da carreira e também das categorias, sem quaisquer compensação ou construção de um mecanismo de correção do resultado dessa operação?
    A cindibilidade mantém-se e pode ser que se volte atrás ou então que se ande mais para a frente, depende da solução arranjada, ficar como está previsto não me parece que possa ser possível.
    Explico porquê:
    Como explicar a funcionários que, tal como eu, têm mais de 25 anos de carreira, estão na categoria de adjuntos há 10, 15 ou mais anos e, com este DL, passamos a ser considerados exatamente da mesma maneira que os que se deixaram ficar na categoria de auxiliar e, porque estão no último escalão, não só recebem o mesmo (apesar de se situarem na categoria de base) como nos próximos movimentos estão em completo pé de igualdade pois não foi acautelada, eventualmente com uma cláusula de salvaguarda, a sua posição socioprofissional que era de detentores de categoria superior e, por isso, com prioridades nas transferências quanto aos da categoria imediatamente inferior à espera de serem promovidos.
    Esqueceram todos os anos investidos por todos aqueles que arriscaram e hipotecaram as suas vidas para fazerem carreira pela expetativa que o Estado lhes criou e segundo as regras vigentes que não permitiam outra coisa, pois a opção era muitas vezes continuar no mesmo tribunal sem promoções até sobrevir a reforma.
    É manifestamente ridículo o que se passou e está a passar.
    Qualquer pessoa com bom senso e ponderação chegaria à conclusão que a solução encontrada, por não possuir qualquer salvaguarda, é manifestamente injusta e violadora do princípio da boa fé, da certeza jurídica, da proibição da regressão funcional e tudo o mais que se possa dizer.
    Bem cuidei que tivessem acautelado esta situação mas ao que parece até nisso foram "bananas".

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  19. Só considero uma coisa pior do que o acordo!


    É continuarem a ser associados do SFJ ou do SOJ, porque ao fazê-lo estão a reforçar que o Marçal e o Carlos fizeram bem em assinar o dito acordo, ou não?

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  20. Bom dia,
    Para a semana, começa abril, mês de apresentação de requerimentos de movimento, e entretanto muda a hora.
    Pergunto aos "iluminados" que se prontificaram a assinar o acordo, com benefício para muitos (todos aqueles que se deixaram ficar no seu "sitiozinho" à espera que algo lhes caísse do céu e não é que caiu mesmo) mas prejuízo para tantos outros que ansiavam uma possibilidade de fazer carreira, que se gorou.
    Com efeito, pugnaram, teimosamente, pelo grau 3 para toda a gente, em lugar de pugnar pela justa remuneração, e ao mesmo tempo aceitaram que todos os atuais funcionários fossem nivelados pela mesma bitola, nomeadamente os ainda auxiliares e adjuntos, pois que os das categorias cimeiras ficam praticamente na mesma situação com melhorias substanciais - injustificadamente diria eu pois já eram os mais bem remunerados -  para os atuais secretários.
    Agora, percebendo que essa nivelação não só é extremamente injusta como causa uma uma distorção no tratamento futuro seja ao nível das promoções (eventuais) como nos movimentos, é que acordaram para a vida.
    Ainda gostava de saber que variáveis foram consideradas e que silogismo foi realizado para aceitarem o acordo, sem perceber as consequências negativas.
    Quando nos propõem algo a primeira coisa a verificar é a parte desfavorável da proposta para contrapor pois que a favorável sempre pode ser melhorada e não o sendo, por consubstanciar uma melhoria em si mesma, não deve ser a principal preocupação.
    Para a tutela este acordo foi a melhor coisa que lhes podia ter acontecido, melhor que isto só a proposta da anterior equipa do MJ que nivelava todos por baixo sem melhoria alguma.
    Há um sentimento misto, por um lado o acordado é muito melhor do que era proposto pelos anteriores governos PS, por outro lado existe uma sensação de perda, nomeadamente das possibilidades coartadas a muitos de nós que ainda tinham a esperança de fazer carreira.
     Triste vida essa a nossa!

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  21. COLEGAS ADJUNTOS:
    Manifestem - se! Expressem o V. descontentamento e sentimento de injustiça!
    Pelo menos aqui, neste Bolg que todos sabemos é lido atentamente pelos Sindicatos!
    Já chega de humilhações e desrespeito pela categoria que sempre evitou o colapso dos Tribunais!
    Roubaram - nos as férias judiciais, roubaram -nos os serviços sociais, roubaram - nos a idade de reforma e para a humilhação total e absoluta desrespeitam - nos ao não reconhecerem e salvaguardarem na lei a nossa idade, mérito, experiência, conhecimentos e o esforço e sacrificios que muitos de nós fizemos para subir de categoria ! Agora querem equiparar - nos a jovens que vão começar a fazer o serviço básico dos Tribunais, pelo qual sempre se começou na carreira e como sabemos, era uma espécie de castigo para os funcionários menos capazes! Não se acomodem e exijam aquilo a que temos direito! São direitos adquiridos e não podemos retroceder em em termos funcionais. Além de ilegal, é injusto e humilhante! Além do mais, tudo isto vai ser uma situação geradora de conflitos, de indisciplina e de má vontade e mal estar nos Tribunais.

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  22. Aconselho a ver com olhos de ver o espaço temporal em que ocorreram as "circunstâncias".
    Veja quando foi assinado o acordo e quando é que foi formalizada a queda do governo. Tiveram tempo mais que suficiente para reunir mais algumas vezes e corrigir o (muito) que estava mal e já previamente identificado, mas a ânsia de virem mostrar resultados foi maior do que a defesa dos interesses dos Oficiais de Justiça.
    A desculpa da queda do governo só cola a quem quiser acreditar na história da carochinha.

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  23. O trabalho de sala na sua maioria não é feito por maçaricos como diz o comentário mas por pessoas com muitos anos disto e que fazem  também o trabalho de adjunto há já muitos anos, a preço de saldo.
    Considerar humilhante o trabalho de sala diz muito da postura dos atuais/ex adjuntos que só pode ser facilmente apelidada mas por uma questão de educação não o farei.
    O problema foi que o ministério não está nem nunca esteve (este ou anteriores governos) disponível para passar a grau III pessoas sem qualificação para tal e como nós sabemos que já cá andamos há muito tempo muitas delas (muitas mesmo) sejam adjuntos ou escrivães de direito... não tem de todo capacidade para tal.
    Na ânsia de impedir que que os licenciados ocupassem os lugares de grau III, ficou toda a gente para trás.
    Os maiores prejudicadas não foram certamente os adjuntos nesta história.
    PS: que vergonha considerar voltar a uma sala de audiências uma humilhação. Que postura.
    O acordo financeiramente foi de facto ruinoso (excepto para secretários e para os novos).

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  24. O quê? ainda há pessoal a pagar para estes sindicatos?

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  25. Fdss.... quando é que te reformas ?

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  26. Já vos disse - Providência Cautelar alegando regressão funcional.


    Não há outra forma, e nem precisa de haver porque esta chega!


    As pessoas não podem passar a desempenhar funções que já tinham deixado de fazer.


    Atenção, isto nada tem de "adjuntivite"!

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  27. Subscrevo na íntegra.
    Para mim o problema é que os lideres sindicais por estarem há tantos anos fora dos tribunais viviam num universo paralelo e não perceberam a realidade que está no terreno e o sentimento de injustiça que estas alterações iriam provocar. Agora querem remendar, mas parece-me que não vão a tempo.
    Por outro lado, alguns autores deste acordo poderão estar de saída, uns do governo e outros para as autarquias...

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  28. Mas expliquei-me uma coisa: Qual é o problema de ir para a sala fazer julgamentos no dia de hoje, onde é tudo gravado ? Eu só vejo um problema... é que assim não podem dispor livremente do seu tempo para andar em cafés, cigarradas e na conversa. 

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  29. Eu já saí! Obviamente!

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  30. TAMBÉM VOU FAZÊ - LO, SÓ FALTA UM MÊS... É CERTINHO E DIREITINHO... DEI UM PRAZO AOS IMCOMPETENTES DO SFJ... ARREPIEM CAMINHO... DESFAÇAM A BOSTA QUE FIZERAM... E DEPOIS RECONSIDERAREI A MINHA DECISÃO... 

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  31. Concordo que os licenciados foram dos maiores prejudicados, mas não foram os únicos, todos os adjuntos promovidos antes de da entrada da troika e dos congelamentos foram extremamente prejudicados com uma nivelação muito por baixo enquanto os auxiliares foram nivelados por cima, muito por cima, de tal sorte que uma boa parte - os que estão no último escalão -  passa a receber o mesmo que um adjunto com mais de 15 anos na categoria (é o meu caso).
    E eu aceito a melhoria salarial daqueles mas não aceito o meu  nivelamento por baixo, e o desprezo pela minha licenciatura e notação de mérito que me custou muito da vida pessoal.
    Tramaram-nos bem esses ditos nossos representantes.

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  32. rei dos mercedes28/3/25 12:06

    Mais Grave,  é as duas horas por dia a que estamos obrigados a fazer!!!!! A troco de uns euros por hora...

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  33. Dores de crescimento? Tenha juízo!
    Venderam a carreira a troco de amendoins...!




    ´

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  34. Não percebeu o que eu quis dizer: humilhante não é fazer sala, humilhante é quererem colocar no mesmo patamar pessoas com muitos anos de idade e de experiência a fazer um serviço que, repito, foi sempre o mais básico e pelo qual sempre se começou quando se iniciava funções nos Tribunais.

    tem toda a razão: que seria de nós sem si!

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  35. Jorge Sampaio28/3/25 12:24

    Não vejo problema algum no escrito pelo Marçal.
    Aproveitou-se o que se podia, sob pena de, mais uma vez, ficarmos com a vida adiada.
    O que não se conseguiu, não foi por culpa dos sindicatos.
    Ainda assim, tivemos muita sorte por, a ministra ter tido palavra e resolver o que outros governos não quiseram e, mais, ainda há bem pouco tempo tinham votado contra na Assembleia da República. Veja-se a votação do diploma apresentado pelo BE e PCP quanto á integração do suplemento e a votação do PS.
    Agora, com o que se consegui, já publicado e garantido, avançamos para outras lutas, para limar as injustiças que a pressa não permitiu  fazer.
    Tudo bem feito. Tudo bem apreciado. Tudo bem esclarecido.
     Assim tivesse acontecido noutras ocasiões e estaríamos já, certamente, num outro patamar.
    É a minha visão das coisas. Como tudo, sempre haverá mais quem discorde do que concorde. Mas é o que é. Criticamos quando é preto e criticamos quando é branco, quando é a subir e quando é a descer, quando é domingo e quando é segunda, quando ...... enfim, criticamos porque...........sim.      

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  36. Eu também! Ao fim de 34 anos!

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  37. Imcompetentes quer dizer incompetentes

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  38. Não se preocupe Rei. Só os reles desgraçados da "sala" é que vão sofrer. A elite continuará a sair às 17h.

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  39. No dia em que os Oficiais de Justiça não estiverem na sala, acabou a carreira. É o ato mais nobre de um Oficial de Justiça estar na sala. Claro que os cobardes borram-se todos, preferem estar com o cú na secção.

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  40. 11:17


    Patético, patético e invejoso(a).

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  41. Quando tiveres 20 ou 30 anos disto e nomeadamente desta "reforma importantíssima" é que vais ver as dores de crescimento!!!! Guarda bem este teu comentário para essa altura  

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  42. 12:34


    Eu tenho 23 anos de sala, e tu quantos tens?

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  43. Como é que sabes que é assim?

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  44. Ó das 12.34, eu tenho 25 anos de sala e 2,5 de adjunto e tu?

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  45. venham daí as marçalterações ao diploma

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  46. Isso não é verdade. Segundo o SOJ só o pessoal de Lisboa da Instrução Criminal é que faz horas extra. Os outros só vão ganhar mais sem fazer nada. Ide ver os comentários ao facebook do SOJ. Mas nada de lá escrever qualquer coisa que não esteja de acordo com a carneirada, senão sois bloqueados.  

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  47. O colega não entende que o momento para conseguir um bom acordo era agora, isto não volta a repetir-se. Quero ver quando é que vamos novamente ter condições para negociar o que quer que seja depois dos sindicatos e governo terem sido dito que esta era a reforma que nós estavamos à espera. Eu no meu caso ando à mais de 25 anos a ser prejudicado (tempo de provisório, troika, congelamento de escalões, etc).   

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  48. Isto é mesmo a pouca vergonha.Assume-se agora o que a maioria já viu ( há outros que para eles tudo está bem). 
    Agora pelo jeito já se pedem mais despachos, mais decretos, mais interpretações "à la carte".
    Há lamúrias no jornal dos ALERTA CM, enfim, tudo provas de que não houve cuidado suficiente. Depressa e bem, não há quem.E qual era a pressa?
    Só falta pedirem que votemos agora nos mesmos, para remendarem o que está feito.
    Gostou-se bué foi das " démarches" no comunicado.Só pessoal muito à frente assim escreve.

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  49. Eu tenho 25, e não tenho problemas nenhuns em estar na sala de audiências, onde estão os utentes da justiça em carne e osso e onde podem dizer da sua justiça. O colega se calhar gosta mais de estar sentado com o cuzinho na cadeira a olhar para papeis.

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  50. Tenha muito cuidado com que escreve! Cobarde é um adjectivo que não gosto que me chamem. Olhe que o anonimato não o proteje de tudo. Não se esqueça que o seu IP está gravado e pode ser disponibilizado! Não ofendi ninguém nem admito que me ofendam!

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  51. Aproveita e sai tb dos tribunais.
    Precisamos de pessoas que vistam a camisola.

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  52. vestir a camisola a troco de truta e meia? boa sorte 

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  53. Típico comentário de adjuntivite.

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  54. art.º 6 n.º 2 al. d) do DL 27/ 2025.
    Já antes tentaram uma hora de trabalho agora conseguiram.
    Depois quero ver o SOJ e SFJ

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  55. Que camisola? Depois de 25 anos de sala ainda me falta vestir a camisola?

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  56. Gente com tomates. Não aceitam acordos da treta.

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  57. E que tal em vez de verem os Adjuntos "despromovidos", verem antes os Auxiliares "promovidos".
    Atentem bem no que diz o artigo 14° do DL, é evidente que os Adjuntos continuarão a fazer o que sempre fizeram. E os Auxiliares só vão aumentando as suas responsabilidades funcionais à medida que vão entrando novos oficiais de justiça. 

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  58. INÍCIO > RELAÇÕES COLETIVAS DE TRABALHO > TABELAS RCT


    Greves comunicadas
    (Avisos prévios de greve comunicados à DGAEP)


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    Justiça


    SOJ2023
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    Setorial - (Oficiais de Justiça)


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    04-10-2022


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    SOJ2022
    06-10-2022


    Setorial - (Oficiais de Justiça)


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    22-04-2022 - (Desconvocada em 19-04-2022)


    Setorial - (Oficiais de Justiça)


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    SOJ2021
    12 a 16-04-2021


    Setorial - (Oficiais de Justiça)


    Justiça


    SOJ2020
    22-01-2020 a 21-12-2020


    Setorial - (Oficiais de Justiça)


    Justiça


    SOJ2020
    30-09-2020 a 02-10-2020


    Setorial - (Oficiais de Justiça)


    Justiça


    SOJ2019
    04-01-2019 a 04-10-2019 - (Desconvocada a partir de 15-03-2019)


    Setorial - (Oficiais de Justiça)


    Justiça


    SOJ2019
    05-06-2019 a 05-10-2019 (Desconvocada)


    Setorial (Oficiais de Justiça)


    Justiça


    SOJ2018
    31-01-2018 a 02-02-2018


    Setorial (Oficiais de Justiça)


    Justiça


    SOJ2017
    13-07-2017 a 31-12-2018 - (Desconvocada)


    Setorial - (Oficiais de Justiça)

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  59. É simples, quer dizer que os que os funcionários se mantêm no mesmo nucleo onde já desempenham as funções na altura da transição, mantendo também as mesmas funções.
    Os auxiliares passam a estar na mesma categoria que os adjuntos, mantêm ambos os seus lugares, continuando cada um, ex auxiliares e ex adjuntos, a fazer o que faziam antes da transição.


    Podem concordar, ou não, mas é isso que quer dizer!




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  60. Não fui eu que fiz o comentário, mas repare que "covarde" é um  adjectivo, tal como jeitoso ou sensível.


    Portanto, defenda-se antes de mais, a liberdade de pensamento e expressão. Não leve as coisas tão a sério, ou não se leve a si tão a sério!


    Colega, quem vai à guerra dá e leva, e sempre foi assim!...


    Equacione se tem o perfil mental para frequentar este blog.


    Abraço.

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  61. Já me cansei de dizer que não há adjuntos com 10, nem 9, 8, ou 11, 12 e 13 anos de serviço.
    Há com 7 ou menos e 14 ou mais apenas.
    Irra!!!

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  62. Bem, no judicial, há uma com 13, outro com 12 e outro com 8, para sermos mais precisos, e um com 13 nos serviços do ministério público, mas esses são casos especiais.

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  63. Eu, como já vem sendo meu apanágio, vou escrever mais uma cartinha ao do costume, desta feita a dar-lhe os parabéns pela promulgação do DL que me descategorizou agora, depois de já em anteriores ocasiões me ter visto ser sonegada cidadania com a complacência do dito magistrado.
    A quem, como já li dizerem por aqui, espero que a terra em breve seja levezinha.

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  64. Montenegro foi internado para se chegar à conclusão de que goza duma saúde de betão.
    Incha Marçal!

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  65. Humilhação é, para mim e no meu caso particular, fazer tábua rasa duma diferenciação adquirida por concurso público, nada tendo a ver com o género ou a dignidade do serviço desempenhado.

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  66. Auxiliar? Adjunto? Técnicos de justiça é o termo correto e igualitário. E não são palpites.. são críticas construtivas que existem entre todos mas há quem não aceite por possuir um claro complexo de superioridade.

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  67. O SOJ revelou-se muito pior que o SFJ. Sempre que alguém questiona o tom de soberba com que respondem, sai bloqueio. Enfim, daqui não levam mais nada. 

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  68. Estou farto de dizer os dirigentes sindicais ou porque já não lá trabalham há muitos anos ou nunca trabalharam não conhecem a realidade dos Tribunais . Estão na mesma situação dos diretores gerais ministros da justiça, pessoal da DGAJ etc é só líricos! 

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  69. Ok, e se daqui a seis meses só estiverem ex adjuntos numa secção, na sequência das inevitáveis mudanças que vão ocorrer em breve, quem faz sala?
    Não inventem SFF.

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  70. Manuel Correia de Castro Silva29/3/25 13:24

    Enquanto os Oficiais de Justiça continuarem a eleger Presidentes que só pensam no seguimento da sua carreira política (entenda-se Juntas de Freguesia)  vai ser complicado defender os (supostos) colegas. Inclusive, chegaram a manter no "poleiro" um senhor que "acumulava" os cargos de Presidente de Junta de Freguesia e de Presidente do Sindicato dos Oficiais de Justiça... Uma Vergonha... mas não aprenderam nada, pelos vistos

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  71. Pode não gostar e já estar a complicar e a futurar mas a lei é clara e se trabalha num Tribunal, sabe que a lei é para cumprir! E os ex-auxiliares irão sempre existir, pu pensa que vão todos para escrivães ou Secretários? E pior ainda, infelizmente: vão fazer o mesmo trabalho durante décadas! Pode agradecer aos nossos ilustres sindicalistas!

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  72. Vão fazer o que há anos fazem: o seu trabalho e o de auxiliares! Ou pensa que é só ao contrário???? Nem imagina a quantidade de julgamentos que já fiz em 25 anos de adjunto! Se calhar mais do que que fez na sua carreira de auxiliar...

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  73. Anónimo1/4/25 11:23

    Colegas, em  2 anos e tal tenho mais de 1600 diligências feitas...a minha é maior q a tua!

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