Número de Oficiais de Justiça ao serviço bate no fundo mais fundo dos últimos 20 anos
Acabam de ser divulgadas as últimas listas de antiguidade dos Oficiais de Justiça, com referência a 31 de dezembro do ano de 2024.
Estas listas contêm todos os Oficiais de Justiça existentes até ao final do ano 2024, divididos por categorias, o que nos permite ter uma real noção do estado da carreira.
Tal como fazemos cada ano, extraímos os dados e as apreciações possíveis dessas listas, tentando contribuir para uma compreensão geral da situação presente da carreira, porque estas listas de antiguidade constituem a informação mais completa que a Direção-Geral da Administração da Justiça (DGAJ) disponibiliza de forma aberta.
Temos procedido ao registo destes dados ao longo dos anos e, neste momento, temos 20 anos completos de registos, que permitem apreciar a evolução ocorrida nestas últimas duas décadas.
Alerta-se para o facto destas listas serem provisórias, isto é, são um projeto das listas que, após o prazo em curso de 10 dias úteis para audição dos interessados, serão divulgadas na sua versão final; ou melhor: na sua versão mais final, uma vez que após essa altura ainda poderão ser objeto de reclamação, pelo prazo de 30 dias, depois da publicação em Diário da República, conforme prevê o atual Estatuto dos funcionários de Justiça.
Cada Oficial de Justiça deve verificar a sua colocação na ordem da respetiva lista da sua categoria e verificar se existe algum erro ou lapso, desde logo no que a si diz respeito, sem prejuízo de verificar as situações que conheça e possam estar mal relativamente a outros.
Caso haja algum erro e nada seja dito, ter-se-á por correta a lista, conforme está apresentada, assim se congelando a ordem nela contida e a posição de cada um, levando-se isso mesmo em conta para as listas futuras, motivo pelo qual é necessário que todos comprovem agora mesmo se existe algo que não esteja correto.
Esta ordenação em antiguidade serve para dar preferência aos mais antigos, desde logo nos Movimentos, seja para as transferências, transições ou promoções, em caso de empate com a mesma notação valorativa. Ou seja, primeiro avançam aqueles que possuem melhor classificação de serviço e em caso de classificações idênticas, recorre-se a estas listas para o desempate.

No gráfico que acima pode apreciar, vê-se perfeitamente a evolução escandalosamente negativa do número global de Oficiais de Justiça ao serviço nos tribunais e nos serviços do Ministério Público desde 2004.
O número total de Oficiais de Justiça atualmente caiu para o seu número mais baixo de sempre nestes últimos vinte anos e totaliza agora 7043 Oficiais de Justiça existentes.
Com isto não queremos, obviamente, dizer que são todos estes os Oficiais de Justiça que estão a exercer funções nos tribunais e nos serviços do Ministério Público, pois há que descontar muitos ausentes, por efeito de colocações em comissões de serviço, por baixas médicas e licenças de longa duração ou mesmo porque estão ainda colocados em Macau.
Como não conseguimos, com facilidade e fiabilidade, deter o número exato dos ausentes, tanto mais que é um número flutuante, temos de nos cingir a estes números reais das listas de antiguidade e estes números, só por si, bastam-se para diagnosticar o estado da carreira.
Em 2024 houve um procedimento concursal para ingresso de 570 novos Oficiais de Justiça, mas o ingresso só aconteceu já neste ano de 2025, pelo que estes ingressos não constam destas listas que têm como referência o dia 31 de dezembro de 2024.
A sangria continua inexorável e se em 2023 considerávamos que a carreira tinha batido no fundo, em 2024 temos de considerar que ainda havia um fundo mais fundo, como os números nos mostram.

Verificam-se perdas em todas as categorias, com exceção dos 8 Secretários de Tribunal Superior, que se mantêm.
De entre todas as categorias, salta também à vista o número de Escrivães Auxiliares e de Técnicos de Justiça Auxiliares, uma vez que o número de elementos desta categoria nunca foi tão baixo.
Ao longo dos 20 anos de registos podemos apreciar como o número de Oficiais de Justiça já chegou a ser superior a 9 mil, enquanto que no presente ronda os 7 mil.
Após a abrupta queda até à reorganização judiciária de 2014, foram sendo realizadas algumas recuperações que, no entanto, sempre se mostraram insipientes e acabaram por não se consolidar.
Veja a seguir, graficamente a dimensão de cada categoria.

A seguir deixamos as ligações diretas às listas de antiguidade de cada categoria para que lhes aceda e possa conferir as mesmas. Recordamos que são listas provisórias postas à apreciação prévia dos Oficiais de Justiça pelo prazo de dez dias.
Projeto de lista de antiguidade dos 8 Secretários de Tribunal Superior
Projeto de lista de antiguidade dos 102 Secretários de Justiça
Projeto de lista de antiguidade dos 859 Escrivães de Direito
Projeto de lista de antiguidade dos 119 Técnicos de Justiça Principais
Projeto de lista de antiguidade dos 2099 Escrivães Adjuntos
Projeto de lista de antiguidade dos 909 Técnicos de Justiça Adjuntos
Projeto de lista de antiguidade dos 2947 Escrivães Auxiliares e Técnicos de Justiça Auxiliares
A seguir deixamos os gráficos que construímos para uma melhor e mais rápida apreciação da evolução em cada categoria ao longo dos últimos 20 anos.







Fonte: “DGAJ Info”.
Beba menos, ganhava menos antes e agora quer ganhar mais , é só oportunistas.
ResponderEliminarContinua tudo na mesma.
ResponderEliminarOficiais de Justiça com metade dos anos de serviço do que os que eu tenho na categoria, várias dezenas de números de ordem acima do meu, a auferir vencimentos, agora, porque entretanto subi de escalão mas já chegaram a ser três, dois escalões acima do meu.
Está deve ser a classe +. Queixinhas do mundo.
ResponderEliminarÉ por isto é por aquilo.
Se fossem assim com as greves na hora verdade..
Agora atrás de um teclado são muito reevindicativos.
O acordo está feito e assinado e tem retroativos.
Não há voltar atrás.
Efeitos retroativos
ResponderEliminarPor essa ordem de ideias vai trabalhar de graça.
ResponderEliminarParece que estás na reforma sem objectivos.
Procura vida... vida sã
O que eu acho ê que os sindicatos devem pressionar a ministra para se seguir a reforma do estatuto sem grandes delongas. Se se perde o ritmo, é muito mau para nós. Ainda muda o governo e cá ficamos nós a meio da ponte! Vamos pressionar!
ResponderEliminar
ResponderEliminarAuxilires com aumentos brutais e adjuntos aumentos de merda.
Ou haverá escalões intermedios para atenuar a diferença de aumentos para quem anda nisto há décadas ou então, minimo dos minimos.
Conseguiram acabar com a carreira e se VIER SIADAP
ENTÃO É O FIM.
ROGRESSÕES DE 8 EM 8 ANOS.
XAU CARREIRA.
Parece que ainda não querem ver.
e mais cego é o uq não quer ver.
E com falta de pessoal fujam .
Arruínam a saúde .
Fujam
Conseeguiram acabar com a carreira
nestas CONDIÇÕES,com quadros desfalcados.
ResponderEliminarMedia de um oJ reformado por dia.
Aliado a siadap é o fim da carreira.
Penas da malta nova que é enganada mais uma vez como todos fomos.
Juntando o artigo de ontem com o de hoje.
ResponderEliminarA greve da próxima 5.ª feira é relacionada às carreiras.
A lista de antiguidade na categoria de escrivães adjuntos mostra-nos que existem uns com 7 anos de serviço que auferem vencimentos um ou dois escalões acima de outros com 14 e mesmo 18 anos de serviço nessa mesma categoria, quando 7 anos ou 11 de serviço a mais deveria corresponder a mais 2 ou 3 escalões e não a menos um ou dois.
Esta carreira está toda marafada nesta categoria, por isso vou fazer greve.
Ouvi dizer que a nova Diretora-Geral da DGAJ não compactua muito com este tipo de injustiças.
ResponderEliminarVamos ver como é que lidará com esta aberração quando e se dela tomar conhecimento...
ResponderEliminarEstas bem com a tua vidinha.
Mais um que não saiu da saia da mamã.
Triste
Estas bem com a vidinha.
ResponderEliminarSai da saia da mamã, pá!
ResponderEliminarNão tratem de continuara preencher quadros com admissões e verão isto a bater mesmo no fundo.
Estão-se a reformar 1 oj por dia.
Quem fica vai ser pressionado para fazer trabalho de 2 ou 3.
Abram os olhos.
Eu meterei baixa em breve, estou numa secção agira co 2, quando deviam estar 5.
Fodddddddddddd
ResponderEliminarBom dia.
Não podemos ser hipócritas!
Genuinamente, entendo este acordo como um muito bom acordo para a maioria da classe, porque melhora substancialmente a situação da maior parte dos funcionários, principalmente de quem está na base e nunca teve expetativas de carreira, e isso é inegável, para quem apenas deixou a espuma dos dias passar, com ou sem grande esforço, foi agora presenteado com um acordo vantajoso no sentido do incremento salarial.
Mas, não sejamos hipócritas, este não é um bom acordo para muitos, pelo menos para muitos como eu!
Confesso que este não é o acordo que esperava, e não é só porque não me favorecer pessoalmente.
Na verdade queria um outro, um que compensasse quem se dedicou ao serviço, com afinco, e investiu na sua formação pessoal, com sacrifício, porque lhe disseram à partida que assim conseguiria fazer carreira e chegar mais longe.
Mas não foi isso que aconteceu, e por isso vou abandonar este "barco", frustradas as minhas expetativas pessoais não vejo motivação para ficar por aqui mais tempo (mais do que os quase 30 anos que ofereci da minha vida).
Mas não é por esse motivo que vou deixar de elogiar aqui o trabalho dos sindicatos. Conseguiram um bom acordo para a maioria. É a minha opinião!
Com efeito todos passam para a nova carreira de grau III como reivindicavam ambos os sindicatos.
Todos vêm uma melhoria salarial, uns ais substancial que outros também é verdade.
A nova carreira tem agora duas categorias a que acresce uma outra em comissão de serviço.
Na categoria de base - de Técnico de Justiça - se atentarmos bem a única coisa que foi feita traduz-se em juntar a de auxiliar a adjunto - como aquela proposta em 2009 da Dra. Helena Ribeiro que não foi aceite pelo sindicato, reposicionando os escalões/níveis acabando - e muito bem - com a diferenciação entre auxiliar e adjunto (na maioria dos casos já não fazia sentido algum).
Ao contrário daquela proposta (do tempo da Dra. Helena Ribeiro em que os adjuntos passavam à categoria superior), permanecemos (os atuais auxiliares e adjuntos, categoria que integro) ficamos todos no mesmo plano, ao integrarmos uma mesma e única categoria, sem qualquer diferenciação no plano funcional.
Acima desta temos agora a de Escrivão que vai agregar todas as outras (de Esc. de Direito, T. J . Principal e Secretário), traduzindo-se, duma assentada, numa simplificação (que vai desbloquear os entraves na recolocação e afetação de funcionários que até aqui existia, subsistirá apenas a afinidade) e ao mesmo tempo num corte substancial de cargos de chefia cujo impacto ainda se desconhece e só se saberá quando se conhecer o desenho dos novos quadros de pessoal.
Passando todos s grau III não se sabe do resto das reivindicações, nomeadamente, das promoções e preenchimento dos atuais cargos ocupados em regime de substituição (seja em que número for) e requisitos a considerar.
Eu não tenho ânsia ou sede de justiça, não vivo em fantasia ou em constante ilusões, sei bem das adversidades da vida e da nossa finitude, convivo muito bem com isso e, por isso, como esta situação não me serve, vou-me por a andar e bem depressa , apenas porque estou farto de se ser enganado!
Sou Adjunto a caminho dos 30 anos de antiguidade na carreira, metade dela como adjunto, concorri a todos os concursos (Esc Direito, T. J. Principal e Secretário de Justiça) e não consegui colocação por ter sido promovido em 2009 e contar com poucos anos na categoria, tive sempre notação de mérito e sou licenciado em direito (pré-Bolonha) há quase 20 anos (com média de 15 valores).
Fiquei-me por aqui porque era o meu projeto de vida, ascender ao cargo de Secretário, apenas isso! Como se gorou essa expetativa, vou-me embora com um sentimento de frustração enorme!
Comentário lúcido.
ResponderEliminarBoa sorte na nova etapa.
Parabéns aos sindicatos.
ResponderEliminarSorte para o que falta.
Implementar assim que possível
Mesmo, parecem carpideiras.
ResponderEliminarAcima de tudo, revelam comodismo e falta de iniciativa.
Não concordam, que se vão embora.
Vais, vais...
ResponderEliminarOs licenciados estão agora a querer entrar e muitos ficaram de fora, com pena, e tu ias sair. Para onde? para um sitio onde não terias tempo para dar asas à tua veia argumentativa durante o horário laboral? Não brinques...
Totalmente de acordo.
ResponderEliminarEnquanto estou - ainda - por cá, dizer que da análise dos quadros supra publicados resulta que:
ResponderEliminar- No que respeita aos secretários de justiça houve um decréscimo de (-) três quartos (3/4) de pessoal (são agora cerca de 23,83% do número em 2004, correspondendo a menos de 1/4 do número que se verificava naquele ano);
- Quanto aos escrivães de direito, houve também um decréscimo de (-) um quinto (1/5) de funcionários (são agora cerca de 80,58% do do número verificado em 2004);
- Quanto aos adjuntos, com um decréscimo de (-) quase um quinto (1/5) de funcionários (são agora cerca de 82,48% do do número verificado em 2004);
- Quanto aos auxiliares verifica-se um decréscimo de (-) superior a um sexto (1/6) dos funcionários (são agora cerca de 85,52% do do número verificado em 2004).
Daqui resulta evidente que a redução é mais significativa nos quadros cimeiros, de direção e organização, ditos de chefia, também com maior exigência.
E isto é paradigmático porquanto, noutras bandas, esta situação verifica-se de forma investida, ou seja o défice é maior na base por, normalmente, resultar da falta de recrutamento.
Nos tribunais, com os critérios criados "had hoc" no tempo do "Costismo" colocou-se um verdadeiro travão às promoções, suavizada ou amenizada com as progressões automáticas também elas com os congelamentos tardiamente desbloqueados.
De tal sorte que, hoje, são quase tantos os cargos com funções de maior responsabilidade ocupados em situação de precariedade como os demais ocupados por meio de concurso com prestação de provas.
Isto é verdadeiramente aberrante, indiscritível numa organização do Estado, desde logo porque propende ao favorecimento, à subserviência, enfim a tudo o que eticamente se deve rejeitar numa sociedade justa e democrática.
Depois porque não incrementa a produtividade e eficiência, com qualidade no serviço prestado, mas apenas e só a produção de dados estatísticos falaciosos (pode-se dizer que se findaram X Y Z processos e não se poder afirmar que foi feita justiça, se esses processos foram mal decididos só irão potenciar outras formas de realizar a justiça ou de procurar uma resposta, uma solução para os seus problemas que não aquela que deveria ser dada pelo Estado, por este ser incapaz de responder às demandas da sua população).
Daí que, tenham surgido os Julgados de Paz, a Resolução Alternativa de Conflitos, os Tribunais Arbitrais, a Mediação, os Balcões de Injunções e de Arrendamento, os Solicitadores de Execução, etc. etc. etc.
Em face do aumento da procura dos serviços do Estado, na Justiça, têm-se adotado uma politica de desjudicialização e o mesmo se passa noutras paragens (por exemplo no IRN, face à escassez de pessoal que aceite fazer casamentos fora da semana, prepara-se uma solução de atribuição dessas mesmas competências, de forma concorrencial, com os Notários).
Tem sido assim ao longo dos tempos, e esta forma de lidar com os problemas - no caso com a procura dos utentes da justiça - vai continuar a ser compreendida numa lógica minimalista da intervenção do Estado quando é neste setor que o Estado deve ser maximalista na sua intervenção, pois só assim se garante a independência equidade e justiça no caso concreto.
Continuamos a perceber mal o mundo em que vivemos e por isso procuramos as respostas aos seus problemas - sempre - nos sítios errados.
Parabéns à senhora Ministra da Justiça, conseguiu agradar a muitos de nós e ao mesmo tempo desenganou-nos e, parece, foi de encontro ao que era reivindicado como alguma vez os seus antecessores o fizeram.
Não me agradou mas também não tinha que agradar e por isso vou-me embora.
Tem razão, porque é que eu havia de sair ?
ResponderEliminarHorário laboral ?
Então para me responder não teve que ler o que escrevi e ... pensar durante alguns minutos ... até que lá acabou por conseguir associar umas palavras despidas de qualquer ideia!
Vai embora quando?
ResponderEliminarcolega das 8h28
ResponderEliminarComo é que é possível saber o teu email profissional, para conversarmos.
Esperança, no processo dos Secretários com este novo estatuto, como?
ResponderEliminarDesespero pela hora do acordo entrar em vigor.
ResponderEliminarNão vejo um boi do MP, gostava de ir para lá para tentar perceber como é que os gajos do Canal NOW não vão presos por estarem a dar notícias de que o Sr. Primeiro Ministro de Portugal tinha várias contas bancárias de valor inferior a 41 mil euros ou lá o que era e que andou a comprar apartamentos a pronto.
Gostava de saber por que é que o MP não atua...
Nesse canal é com cada maluco.
ResponderEliminarAcabei agora mesmo de ouvir um comentador deles a comentar uma fotografia de Trump e a dizer " este calmeirão tem muita altura mas não tem grandeza nenhuma ".
Como diria o saudoso Fernando Pessa:
E esta, hein?!
Caro Colega.
ResponderEliminarTem que admitir que houve uma regressão funcional no que toca aos Adjuntos.
Se é certo que algo tinha que mudar, não é a dizer a quase um terço dos funcionários que agora "és despromovido", porque em bom rigor, os Auxiliares não foram promovidos.
Além da valorização salarial, tem que haver uma expectativa de algo mais.
Em breve, os lugares de chefia que vão ser inferiores aos que existem vão ser ocupados.
Essas chefias, os tais escrivães vão chefiar mais que uma unidade orgânica e o resto vai ser uma anarquia.
Vamos ter discussões nas secções com conversas como "eu é que mando, o chefe disse que na ausência dele, eu é mandava..."
Ou mal ou bem, sem hierarquias, nenhuma organização funciona.
Depois, há a questão da junção das carreiras.
Os conteúdos funcionais da carreira do MP, afasta-se cada vez mais dos Colegas do Judicial.
É um facto.
Juntar tudo, vai dar mau resultado.
Aliás, os magistrados até ganham mais devido à tal "Especialização".
Nós, vamos em sentido contrário.
Tudo ao monte e Fé em Deus.
Isto tem tudo para correr mal.
(Nem vamos falar da avaliação e das progressões, porque se for SIADAP ou coisa parecida, esta saudável discussão, é irrelevante e fomos todos comidos de cebolada).
Abraço.
TT
Vão acumular Unidades sem nada receberem a mais, ao contrário de outro estatuto em vigor, sabem qual é?.
ResponderEliminarA questão do concurso de secretários tornou-se uma obsessão doentia para uns quantos srs.
ResponderEliminarVão estar num lar de idosos ainda a falar disso.
Muito à custa dessa atitude já vai tudo para escrivão de acordo com o novo estatuto.
Os atuais ficam com comissão de servico garantida até à reforma e o resto fica a ver navios no futuro, com a permanência no lugar dependente de boa vontade.
Por um lado é bem feita, é no que dá a inveja toldar a inteligência.
Conseguiram lixar toda a gente.
Ontem!
ResponderEliminarEntão, atendendo a que estava a falar de fauna de esgoto até foi elogioso.
ResponderEliminarAcha?
ResponderEliminarO Primeiro Ministro de Portugal tem como primordial preocupação as pessoas.
Certamente que não comprou aqueles apartamentos para animais, aposto que os comprou para pessoas!
Acho bem que o PGR não se meta.
ResponderEliminarPelo menos enquanto não aprender a escrever parágrafos.
A bem da Nação, mesmo que o Governo estivesse cheio de bandidos, não interessa nada que Portugal entre para o Guiness.
Pessoal, podem não acreditar mas estou na sala de audiências a fazer uma videoconferencia com uma testemunha e isto é brutal!!!
ResponderEliminarPena não dar para meter foto.
Até tenho tempo para vir aqui mandar uns bitaites.
ResponderEliminarO que acontece se a decisão na ação dos secretários for de , alguém sabe?
ResponderEliminarComo o mesmo? E o suplemento? Consegue mantê-lo?
ResponderEliminarO colega deve aguardar a decisão final da ação dos secretários! eu também.
ResponderEliminarDe acordo com o que foi agora acordado, nada. É uma inutilidade superveniente.
ResponderEliminarPara quê? É uma inutilidade por força da superveniência de acto legislativo. Como o vão executar sem a mesma base legal vigente (procedimento, nova graduação e movimento? Pode-me explicar?
ResponderEliminaro mesmo se aplica quanto ao correio.
ResponderEliminarestes auxiliares apenas ganharam o direito de nunca chegarem a ser promovidos.
VVVVVVVVIIIIIIIIIIIIIIIIIIITTTTTTTTTTTTTTTTTOOOOOOOOOOOOOOOOOOOORRRRRRRRRRRRRIIIIIIIIIIIIIAAAAAAAAAA
Pois se o escrivão vai supervisionar várias unidades que vagam vão abrir?
ResponderEliminarcolega, penso que a ação tem efeitos retroativos e repararem o que for decidido, sendo que no principal já há decisão e favorável aos autores.
ResponderEliminar
ResponderEliminarQue comentário com uma baixeza de nível! Independente de a opinião do colega ser válida ou não, que direito lhe dá insultar e denegrir as outras pessoas? Tenha vergonha!
Ao que sei a ação principal já tem decisão favorável aos AA, assim, em conformidade com o decidido, terá que retroagir no tempo, independentemente de novo estatuto, penso eu!
ResponderEliminarNão coloquem informações pessoais aqui. Quem quiser partilhar dados pessoais poderá faze-lo através da nossa intermediação usando o nosso e-mail: OJ@sapo.pt
ResponderEliminarComo vão fazer? fica a questão. Mas não vão despromover os que nesse movimento subiram a secretário ( a maior parte auxiliares), mas, não podem prejudicar os outros!
ResponderEliminarJulgo que não, nos actos impugnatórios, tem de haver suporte legal actual não só no momento em que se decide (tendo em conta o pedido e a causa de pedir), bem como na execução do julgado (voluntária ou não).
ResponderEliminarCurioso é que estes adjuntos com 15 a 18 anos de serviço que agora se manifestam contra os auxiliares que vão ficar com o mesmo vencimento que eles nos termos do acordo de revisão do estatuto, nunca se tenham manifestado contra os adjuntos que promovidos após o descongelamento das promoções passaram para escalões acima dos deles assim que foram promovidos, havendo de facto hoje em dia adjuntos com 8 anos de serviço prestados na categoria que ganham mais do que alguns adjuntos com pelo menos 18 anos na referida.
ResponderEliminarPara mim é igual.
ResponderEliminarDesde que não me perguntem opiniões...
Ainda bem que está a gostar, não vai custar nada então.
ResponderEliminarPara quê tanto barulho.
Vê como é bom e o acordo foi bom.
"Vagam" não sei, mas vagas vão ser nenhumas pois as que existem serão ocupadas entretanto.
ResponderEliminarPROMOÇÕES IGUAL A ZERO
habituem-se.
Meu caro a estupidez é muita.
ResponderEliminarO tempo lá se encarrega.
Quando perceber que afinal não ganhou nada com este acordo já será tarde.
Quando isso acontecer vai lamentar-se.
Os adjuntos por usucapião andam todos satisfeitos a esfregar as mãos.
ResponderEliminarÉ aqui
É nos corredores dos tribunais
Andam todos inchados
Diz o senhor (a) para o senhor.
ResponderEliminarPara o ano fica a ganhar mais que o atual escalão de adjunto, sou auxiliar, não almejo cargos de chefia.
Ganho ou não alguma coisa?.
Já para não falar do resto.
Funcionalmente fico também melhor.
Todas as opiniões são legítimas esta é a minha
Atual último escalão de adjunto
ResponderEliminarNa minha secção os auxiliares estão muito bem enganados.
ResponderEliminarOs auxiliares continuarão a fazer o serviço de auxiliar, os adjuntos continuarão a fazer o serviço de adjunto.
Até vão estrebuchar, escravos ...
Ahahahahahahah
Vá sonhando e não se vá mentalizando.
ResponderEliminarDepois custa mais.
Ficou com o grau 3 teve sorte.
Se já estiver na casa dos 60 anos, é bem visto.
ResponderEliminarCaso tenha menos de 55, o acordo só lhe aproveitará se for lambe cus.
Parar a máquina.
ResponderEliminarO queijo do bloguer diz que há mais adjuntos que auxiliares.
Greves em força.
Retrocesso funcional não é, de acordo com o estatuto em vigor.
ResponderEliminarO retrocesso da sua, ao que parece pouca , inteligência e artificial é que está à vista dado o teor do comentário, o momento do mesmo e o local, que merece respeito, onde se encontrava.
Anda gente muito "leda" nas funções de Of.Justiça.Só envergonham.
Eu já rasguei o meu cartão do SOJ.
ResponderEliminarQuem está comigo?
Não o devia ter feito, temo que o estatuto não seja oportunamente terminado, e lá vamos a mais do mesmo, novas eleições e mais um ano perdido.
ResponderEliminarO PS não quer eleições.
ResponderEliminarEm nada diferem da AD, quando vão para os governos é igualmente para orientarem os negócios das empresas.
Não sabe qual é a diferença entre as famílias portuguesas e as nórdicas, por exemplo?
As da europa do norte educam os filhos com sentido cívico, as portuguesas em sentido cífrico.
Claro que é, atualmente, desde que se encontrem presentes os primeiros na unidade orgânica.
ResponderEliminarSegundo o estatuto é só na falta/ausência deles que os segundos são chamados a desempenhar as funções.
Última hora.
ResponderEliminarO PGR foi tramado.
O MP já não pode fazer o frete.
Foi feita uma denúncia anónima, vão ter que fazer qualquer coisa.
Sim sim aguarda
ResponderEliminarEu também estou a aguardar com muita ansiedade.
Vai ser magnífico!
O PR também não quer eleições.
ResponderEliminarO Galamba disse algures que ele não tem um pingo de vergonha e tem rabos de palha.
Que país e que justiça...
Claro que vai retroagir!
ResponderEliminarAliás, os autores vão ser prejudicados em beneficio das centenas restantes, há um lugar para ti, tens um orgasmo mas açordas e afinal está tudo na mesma.
Cambada de malucos!
Falso.Não é só no caso da ausência dos auxiliares.É também quando o estado dos serviços o exigir.
ResponderEliminarJá cansa essa conversa do retrocesso funcional. Não existe retrocesso funcional nenhum em caso de fusão das categorias de auxiliar e adjunto.
Experimentem meter uma ação judicial com esse fundamento e vão ver o que acontece...
Este acordo é um bom acordo.Se é excelente. Não!
ResponderEliminarO Governo cedeu nas "linhas vermelhas".Grau 3 para todos. Integração do suplemento.
Do que vejo a única oposição vem de um só lado: De adjuntos que não aceitam a fusão das categorias de auxiliar e adjunto.Por uma questão de estatuto. Por uma absurda ideia de retrocesso funcional que não existe!
Existem questões laterais (contagem do tempo de provisório) que acredito que num espírito de boa fé ficarão facilmente resolvidas.
Mas temos de pensar numa visão global da classe e não no interesse particular de cada um.
Os meus parabéns mais uma vez aos sindicatos por esta indiscutível vitória da nossa classe!
Não, caro colega.
ResponderEliminarVou ser técnico de justiça.E com muito orgulho!
Eu não disse só na ausência.
ResponderEliminarTambém referi/barra/ na falta deles em número suficiente para suprir as exigências do serviço.
O que torna legítima a recusa dos adjuntos caso uma chefia decida inverter a ordem sem a devida fundamentação.
Por exemplo, já trabalhei numa vara criminal com 3 coletivos em que só ficou o adjunto mais antigo fora das diligências no contexto semanal, só tínhamos dois auxiliares e três adjuntos passaram a fazer sala.
Estes adjuntos que aqui comentam (não são todos) são uma comédia.
ResponderEliminarForam salvos pela queda do anterior governo veio este "ofereceu o grau III" num gesto à Relvas e ainda se queixam.
Falam no se todos fossem chegar a chefes. Numa secção de 5/6 há um chefe.
Apenas uma minoria chegaria lá portanto fiquem contentes com o acordo .
Sim o MP vai ter que investigar mas já o iria fazer sem qualquer denúncia anónima.
ResponderEliminarParece que a pessoa de quem se fala foi obrigada a candidatar-se a lider do partido e mais tarde a primeiro ministro. Decidiu assim o próprio, bem sabendo que não seria possível ter o melhor dos 2 mundos. Não terá prestado todas as informações que devia.Fala numa empresa "feita" pelos filhos, quando um nem o curso terminou ainda, colocando uma peneira nos nossos olhos quando sabemos que os clientes de uma empresa, inicialmente para gerir a herança de imóveis, afinal tinha clientes bem importantes, que só o terāo sido por ser o advogado/político que era e não pelos sócios, seus filhos.
A política é uma missão digna, ao serviço dos outros.É voluntária a adesão. Quem tal não pensar e não se desligar de outros negócios, não vá que ninguém obriga. Há muito mais gente com capacidades para governar. A crise está criada pelo próprio e assim se vai alimentando o populismo.
Os sindicatos fod a vida dos adjuntos e nivelaram toda a gente por baixo.
ResponderEliminarEscapam os escrivães e os secretários que vêem os seus gordos salários aumentados.
Meus caros o governo não se vai aguentar. Já fomos, porra, sempre no início.
ResponderEliminarSei o que é isso , já não dormia de jeito , acordava de madrugada a pensar no que tinha deixado de fazer por falta de tempo e no que teria que fazer no dia seguinte. Um juízo com 2 funcionários + 1 aprendiz . Acumulamos com 3 números de processo de outro J , mas nós O J só acumulamos trabalho , muito trabalho . Contudo hà quem acumule trabalho , serviço mas também vencimento ! Não preciso de me alongar , pois não! Trabalhai escravos, pois eu para proteger a minha saúde mental , estou de baixa !
ResponderEliminarMais uma vez , parece que já passamos por isto duas vezes! O Estatuto vai ficar em lume brando . O primeiro ministro vai de vela e os outros ministros , incluindo a nossa , vão atrás. Que País e que políticos de m ...... ! Aguentem, trabalhem porque o resto , bem o resto depois se verá!
ResponderEliminarA máquina não para porque os auxiliares vão á sala .
ResponderEliminarÉ o que interessa a que. De direito.
Só os auxiliares param a máquina que interessa.
A ver vamos
ResponderEliminarJá sabem co o pensa governo os.
ResponderEliminarNível 3 para quem tem curso superior.
Rezem para que se aguente governo.
O governo PS
ResponderEliminarEsta ministra foi uma lufada de ar fresco.Fez mais em 8 meses do que outras durante anos.
ResponderEliminarAgora levam com um governo PS e mais uma magistrada como ministra da justiça.
Eu já sei o que aí vem...
Que chatice os auxiliares voltarem a ser auxiliares ...
ResponderEliminarEheheheheh
ResponderEliminarLá se vão os aumentos de 500 euros
Ámen. Eu como adjunto com mais de 5 anos de experiência recuso-me a ir à sala fazer as tarefas de merdas de auxiliares.
ResponderEliminarEheheheheh
ResponderEliminarOs auxiliares nem vão dormir esta noite
ResponderEliminarDevia ter vergonha de falar assim dos seus colegas, não conhece os seus deveres deontológicos, leia-os? Culpe o governo que criou um decreto-lei que refere que o adjunto, na falta de auxiliar ou se o estado do serviço o exigir, cumpre essas funções, pagam-nos para servir o cidadão.
ResponderEliminarOlha com a queda do governo, já ninguém vai para o IRN, com o ordenado base da origem sem suplemento, não dá.
ResponderEliminarCalma um acordo é um acordo , seja este ou outro vai cumprir.
ResponderEliminarTranquilos o ideal era com este governo (mais rápido) mas será este e com efeitos retroativos.
O resto é conversa de mal educados e mal formados.
Concordo.Apesar de tudo, a questão do grau 3 para todos condiciona futuros governos.Seja de que cor política for.
ResponderEliminarIsto já não é só conversa de café.Existiu um compromisso escrito por parte do Governo da República Portuguesa nesse sentido.
Pois, vê lá se mordes a língua.
ResponderEliminarSe tudo fosse feito da forma correta, só iam para grau 3 licenciados.
Portanto, reza para nao ir para lá o PS porque nesse caso terás o destino que mereces.
É devido a afirmações como a sua, que defendo que os novos OJs devem passar por um processo formativo, no qual houvesse o mínimo contato funcional com quem levou os tribunais ao estado em que se encontram.
ResponderEliminarPara isso seria necessário separar o trigo do joio, e só atribuir grau 3 a licenciados.
Até arrepia ver estes jovens com formação a ter que lidar com escória como tu!
Mas alguém já se esqueceu que desde 2017 estamos a tentar acordos.
ResponderEliminar2017 falhou, 2019 falhou, 2021 falhou , 2023 falhou.
Este que até se estava a encaminhar ....arrebentou esta bomba, é mais do que visível que o primeiro ministro tem pontas soltas..
Duvido que na vá cair...logo...este governo cai ..e o estatuto também...