Um primeiro titubeante passo com queda?
No artigo de opinião ontem publicado no Correio da Manhã, o presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ), António Marçal, aborda a questão da “valorização profissional”, sendo este o título do artigo.
Note-se bem que aquilo que Marçal trata é a “valorização profissional” e não a “valorização salarial”; são aspetos diferentes embora se relacionem.
Nesse sentido, considera Marçal que “A recente implementação da nova tabela salarial, carreira e suplemento representa um primeiro passo na valorização destes profissionais.”
Ou seja, este alegado primeiro passo contém realmente três passos: uma nova tabela salarial, uma nova carreira e um novo suplemento; é este o conjunto de primeiros passos.
O primeiro passo relativo ao novo suplemento, que é universal e vem ainda, complementarmente, regular e fixar limites horários, é algo que efetivamente valoriza salarialmente todos os Oficiais de Justiça.
Outro dos primeiros passos diz respeito à nova carreira e, neste aspeto, considerar que a eliminação das duas carreiras e de 7 categorias, resumindo tudo a duas novas, é considerado por muitos como não sendo uma valorização profissional, mas um corte enorme que cerceia à esmagadora maioria qualquer expectativa de promoção futura.
Por fim, o primeiro passo relativo à valorização salarial com a transição para uma nova tabela, é algo que também que vem suscitando divergências, em face das diferenças salariais, com valores muito diferentes na transição ou em alguns casos em valores idênticos para vários anos de trabalho.
Neste caso, já aqui apresentamos a tabela de vencimentos que criamos com a correspondência dos atuais escalões para os novos índices salariais, contendo ainda a indicação da diferença de ganho salarial.
A tabela foi realizada logo após ser conhecido o acordo e atualizada logo depois de conhecido o diploma aprovado e promulgado, designadamente, no que diz respeito aos cargos (não às categorias), alterando os valores em conformidade com a nova conceção apresentada.
Portanto, a tabela está agora mais atualizada e pode ser obtida na ligação permanente que no cimo da nossa página se encontra em destaque, ou também aqui através da seguinte hiperligação: “Tabela salarial OJ 2025 com correspondência para a nova tabela”.
Em síntese, as diferenças salariais, isto é, a valorização que cada um vai obter com a transição para a nova carreira e para a correspondente nova tabela, está a seguir indicado e corresponde a valores que variam entre os 37,94 euros e os 405,03 euros e são estas as diferenças – que são muito significativas – que geram a óbvia discórdia.
Vamos ver os ganhos salariais – apenas em termos de vencimento –, sem os acréscimos relativos ao novo Suplemento de Disponibilidade, tal como também não somamos o subsídio de alimentação nem as horas extraordinárias pagas extraordinariamente a quem as fizer.
Os Oficiais de Justiça já em funções, como Escrivães Auxiliares ou Técnicos de Justiça Auxiliares, têm um ganho salarial na transição, de acordo com o seu atual escalão, que é o seguinte:
1º escalão: +231,94
2º escalão: +149,74
3º escalão: + 47,97
4º escalão: +115,80
5º escalão: +156,25
6º escalão: +123,16
Os Oficiais de Justiça com a atual categoria de Escrivão Adjunto ou Técnico de Justiça Adjunto, têm um ganho salarial na transição, de acordo com o seu atual escalão, que é o seguinte:
1º escalão: + 96,23
2º escalão: +136,68
3º escalão: + 77,97
4º escalão: + 84,02
5º escalão: +168,36
6º escalão: + 49,15
Os Oficiais de Justiça com a atual categoria de Escrivão de Direito ou Técnico de Justiça Principal, têm um ganho salarial na transição, de acordo com o seu atual escalão, que é o seguinte:
1º escalão: +279,87
2º escalão: +158,91
3º escalão: + 37,94
4º escalão: + 79,60
5º escalão: +163,68
6º escalão: + 83,04
Os Oficiais de Justiça com a atual categoria de Secretário de Justiça, têm um ganho salarial na transição, de acordo com o seu atual escalão, que é o seguinte:
1º escalão: +405,03
2º escalão: +324,40
3º escalão: +243,74
4º escalão: +163,10
5º escalão: + 41,54
São estes os verdadeiros ganhos salariais, calculados para cada categoria e cada atual escalão e isto é o vencimento real, sem os demais acréscimos.
As diferenças são muito significativas, mesmo dentro de cada atual categoria, havendo ainda outra característica que desagrada muitos Oficiais de Justiça e que é o facto de a maioria, a grande maioria, vir a obter a valorização mais baixa, correspondendo as diferenças mais elevadas a poucos, muito poucos, Oficiais de Justiça.
Por isso, estes primeiros passos, ou grande primeiro passo anunciado, está a ser visto pela maioria dos Oficiais de Justiça, como os cambaleantes passos da criança que aprende a andar e acaba por cair, ou os trôpegos passos do embriagado que caminha feliz inebriado, acabando também por vir a cair.
Diz ainda Marçal no seu artigo de opinião:
«Investir na justiça e nos seus profissionais é investir na qualidade de vida das comunidades. Uma justiça próxima, acessível e eficiente é um pilar essencial da democracia.»

Fontes: “Artigo do Correio da Manhã na página do SFJ” e “Tabela Salarial com correspondências”.
Digo e repito:
ResponderEliminarÉ preciso recuperar o tempo "congelado" e fazer com que o MJ releve para efeito de progressão o tempo que já decorrido desde a último escalão!
Depois, deverá ser discutido o periodo de férias, a exclusividade, ou até a possibilidade de emolumentos nalguns dos actos praticados pelos OJ.
As possibiliaddes são muitas!
foi publicado hoje o decreto
ResponderEliminarPelo que percebo o ganho salarial é calculado sobre o actual salário com o suplemento já integrado, não deveria ser realizado o novo cálculo salarial também com o novo suplemento? É que assim parece que só vou receber 49,15€ a mais quando na realidade irei receber a mais 229,15€, ou estarei a perceber mal?
ResponderEliminarSe não estiver a ver mal, ninguém recebe menos de 200€ a mais por mês e a maioria irá receber mais de 300€ por mês.
Se é muito bom ou excelente, não me parece, mas também não é aquilo que alguns querem pintar.
Se não houver redução de lugares de chefia ( o que prevejo que aconteça) as expetativas de promoção são iguais ao passado, pois nunca tive conhecimento que alguém tivesse efetuado uma prova de acesso para passar de auxiliar para adjunto.
Não é só a valorização salarial na transição e as discrepâncias que está em causa e que deixa revoltada uma imensa minoria, completamente ignorada pelos sindicatos. No meu caso estou a ser "roubado" em 6 anos de antiguidade (2 anos e 2 meses pelo tempo de serviço congelado que nnunca me foi atribuido, 1 ano pelo tempo de provisório de que ainda nem sequer fui notificado da recomposição da carreira, e 3 anos para efeitos de subida de escalão, uma vez que subia em setembro deste ano).
ResponderEliminarTodo este tempo de antiguidade permitiria saltar 2 níveis remuneratórios, o que equivale a uma perda de 400€ mensais sem contar com o valor do suplemento. E ainda querem impingir às pessoas que foi um bom acordo. Tenham vergonha e assumam a grandessíssima porcaria que fizeram, deixando para trás centenas de Oficiais de Justiça, supostamente pelo bem da carreira. Pergunto... Não pertencemos todos à mesma carreira? Afinal a justiça para quem nela trabalha, não é para todos, é só para alguns!
o facto de pensarem tão baixo a ponto de fazerem contas ao salário de 2026, só para terem a ideia que vão ganhar mais, deixa-me fascinada.
ResponderEliminarPublicado hoje em DR. Um acordo de treta, diria mesmo um acordo de m**** feito por chicos espertos à medida dos seus interesses pessoais ou quando muito, e não é melhor, por incompetentes ou básicos que não estudam previamente as situações possíveis e não sabem fazer contas, uma cambada de incompetentes, de grau 3! Obrigado!
ResponderEliminarBom dia,
ResponderEliminarO meu avô materno, costumava ouvi-lo dizer, gostava do cume dos montes cobertos de neve, o que para ele significava simbolicamente a "purificação da terra" e da "alma dos homens", eliminando a sua podridão.
Hoje, neste primeiro dia primaveril, na viagem para o tribunal, pude ver uma série de cartazes rasgados e tombados e, nesse momento, apercebi-me da "empestação" que me tolhia diariamente o discernimento que provinha dessa poluição visual perpetrada pelos partidos políticos com a divulgação das suas enfadonhas caras, com sorrisos cínicos e reivindicações de feitos cuja virtude reside antes de mais em cada um de nós e já não naquelas personagens que se prestam ao ridículo para assaltar o poder de decidir o futuro das nossas vidas como se endeusassem por arte e obra de um espirito santo qualquer.
Em todos os lugares por onde passei vi que existia uma figura de santo que, transportados em cavalos de vigorosas raças, rasgavam a sua capa para a dividir com o pobre ou se despojava da sua riqueza para viver uma humilde vida dedicada aos necessitados.
Eis que na politica portuguesa, algo de semelhante se passa.
Ao que parece todos eles, no percurso eletivo para o cargo, têm de passar por um processo de "canonização", despojando-se dos seus bens pessoais para sua santificação.
Todavia, em lugar de destinar o resto da sua vida aos mais necessitados, parece que se inversou nesse processo e agora serve-se ao propósito de alcançar um lugar de decisão, do poder de conformar as nossas vidas em função da conveniência das vidas daqueles outros que se prestam a tal empreendimento.
A primavera de agora é bem diferente daquela que me habituei e já não lhe encontro a mensagem de rejuvenescimento da vida, de esperança, de um ciclo que se inicia sobre outro que termina, sendo essa a medida do tempo, pois que na aldeia este é medido pelo ciclo da vida de uma planta, que se rejuvenesce periodicamente.
Nos tribunais esperava-se uma mudança de ciclo e isso teima em acontecer.
ResponderEliminarEstá a ver mal.
ResponderEliminarEscrivães no 3º escalão, por exemplo, levam € 37,94 (ilíquidos).
Boas,
ResponderEliminarComo já referi noutros comentários, nutro uma simpatia muito sincera com a senhora ministra pois cuja postura se revelou tratar-se de uma pessoa muito correta e intelectualmente honesta nas propostas que apresentou e nas negociações que encetou.
Nunca antes houve coragem para tomar uma decisão, nunca houve uma atitude como agora, nem sequer honestidade e lealdade nas propostas que nos fizeram (falo das senhores Van Dunem e Catarina Sarmento).
Com efeito, a proposta cujo alinhavo final foi hoje publicado em Diário da República traduz-se numa cedência em toda a linha como nunca antes se viu e em vários aspetos muito importantes da nossa vida. Vejamos alguns:
- valorização da carreira com a atribuição de grau III;
- pagamento de subsídio de disponibilidade (bem diferente do Subsídio de Recuperação Processual);
- pagamento das horas extraordinárias, em moldes perfeitamente aceitáveis e com regras justas e equiparadas a muitas outras carreiras, acabando-se com uma luta de mais de 25 anos;
- igualdade de tratamento dos funcionários acabando-se com a distinção entre adjuntos e auxiliares e a ostracização de uns e de outros, percebendo-se que num futuro muito próximo a demanda será bem diferente e exigirá de cada um de nós outra postura e responsabilidade;
- melhoria salarial muito significativa (não será igual a outras carreiras porque essas outras também estavam num patamar bem abaixo da nossa);
- maior flexibilização na distribuição de recursos humanos pelos serviços (deixa de haver estanquicidade na mobilidade/recolocação e/ou distribuição do pessoal segundo as necessidades estruturais e conjunturais.
Dizer isto não invalida que haja situações de injustiça ou que mereçam uma atenção para se logra equidade no desiderato que se almejava, qual seja uma melhoria efetiva da sua condição profissional.
Por isso é preciso continuar a trabalhar para afinar arestas.
DL 27/2025
ResponderEliminarParabéns à equipa do MJ que concretizou esta reestruturação profunda da carreira e que sem duvida dignifica fortemente a carreira.
O fim do trabalho não remunerado e a atribuição de grau 3 é um inegável salto em frente nesta carreira.
É preciso estar muito cego para não perceber isto, principalmente dos casos em que, cegos pela vaidade, encaram o serviço de sala como uma desvalorização profissional.
Mais do que pensar em si próprio e apenas no dia de hoje, é preciso perceber o enorme potencial das alterações hoje publicadas para o futuro da carreira.
Muito bem dito Colega...
ResponderEliminarA exclusividade na Nossa Carreira, tem que ser bem remunerada... Quem quer ser exclusivo paga...
Esta coisa... Fabricada pelos dois sindicatos decadentes que temos, terá que ter em linha de conta este pormaior que é o sevuinte:se a função é grau 3,então teremos que estar ao mesmo nível dos Técnicos Superiores e assim podermos transitar sem mais para outros setores da Função Pública. Havendo essa possibilidade.
O luxo de ser exclusivo paga-se... Se querem Oficiais de Justiça em exclusivo PAGUEM... E BEM. Que fiquem os Escrivães, os Secretários, os Administradores, pois são pagos para serem exclusivos... Que vão eles para as Audiências...
E somem também o subsídio de refeição para demonstrar que todos vão ganhar muito mais e já agora comparem com a tabela de 2015 para ver as diferenças de ganho e com o suplemento a 10% e ainda comparem com os meses com greves descontadas e os meses sem greves descontadas, porque já não há greves, e verão como todos vão mesmo receber mais.
ResponderEliminar
ResponderEliminarMuita injustiça nos aumentos salariais desiguais!
Mais cego é quem não quem ver e pelos vistos aí os sindicatos estiveram nas reuniões a dormir!
Só espero que ainda corrijam essas diferenças salariais!
INJUSTIÇA
e já agora que se lembrem da recomendação aprovada por todos os partidos na parte da reforma com 60 anos e 40 de serviço!
Bom dia a todos os que por aqui passam.
ResponderEliminarCorre hoje por todo o lado uma mensagem trazida pelos ventos que sopram, provindos do sul deste país, que nos diz ter sido proferida Acórdão pelo STA sobre o concurso a Secretários de Justiça.
Ao que parece a decisão foi confirmativa da recorrida (proferida pelo TCA) questionando-se agora qual a postura a tomar pela DGAJ/MJ quando aquela transitar em julgado.
Espero que, por uma questão de justiça, sejam consideradas todas as situações materialmente abrangíveis, i.e. abarcando não só as partes na ação (autores, réus, contrainteressados) mas também todos os outros oponentes que não litigaram judicialmente e que merecem um tratamento de correção por parte da tutela tanto mais que não foram responsáveis pela criação do enorme imbróglio jurídico, da monumental embrulhada criada que entorpeceu a dinâmica dos movimentos e das promoções nestes últimos anos.
É hora de quem tem responsabilidades maiores vir dar a cara e apresentar a solução que defendem (falo dos sindicatos).
Para mim, a listagem final deveria ser corrigida com o recálculo, desta feita com a fórmula definida nos termos decididos pelos tribunais, e, pelo menos, todos aqueles que, segundo essa lista, teriam de ser promovidos em função dos lugares preenchidos teriam de ver a sua situação adequada, eventualmente, com lugares "ad hoc".
Urge resolver esta questão, que pende há demasiado tempo nos tribunais, e que nos envolve num limbo que nos tormenta e mais se assemelha a um purgatório.
AHAHAH realmente o OJ tem mesmo aquilo que merece. Já agora, façam contas ao anterior SRP de 7% para verem o quão bom foi este aumento!!
ResponderEliminarDaqui a três ou quatro anos vamos ver se continuas a amar a ministra. Ainda gostava de saber o que é que interessa ao OJ a
ResponderEliminarA que acrescem 180€ = 217,94€.
ResponderEliminarÉ este o ganho salarial mais pequeno da carreira.
eu gostei da "".
ResponderEliminarvive na lua
O grau não me me mete comida na mesa para alimentar os filhos, também só querias ser chamado de Sr. Dr.? Eu sou licenciado e estou-me nas tintas para os graus, quero é receber condignamente e de forma justa, algo que vou continuar a não receber!
ResponderEliminarPassagens administrativas essencialmente baseadas na antiguidade já que o muito bom a maioria detinha.
ResponderEliminarUm ciclo vicioso que originava por sua vez que só os ditos adjuntos acediam a chefes (aqui com provas escritas, mas os potenciais candidatos o eram por causa da antiguidade, sem terem feito qualquer prova de conhecimentos).
A mim dignifica-me tanto que na próxima oportunidade, saio desta carreira!
ResponderEliminarPois, mas ainda estamos num estado de direito.
ResponderEliminarCaso não ocorra a inutilidade superveniente da lide, dada a extinção da categoria ( coincidências da vida), é lógico que apenas se pode aplicar aos autores da ação, pois caso contrário o mais provável é todos esses lugares ad hoc que fala serem preenchidos por quem não teve a iniciativa de impugnar, e assim obter ganhos no sofá.
Esqueça isso colega e saia lá desse incompreensível purgatório.
Afinal de contas vai tudo para Escrivão e alguns deles com remuneração até superior a secretários em comissão de serviço.
E agradeça a quem interpôs a ação a extinção desta categoria.
Ó Zé, € 180,00 é para estares disponível para trabalhares mais. LOL,
ResponderEliminarNão serão inconstitucionais estas discrepâncias? Onde está a igualdade???
ResponderEliminar120€, sff! Ainda estamos em 2025.
ResponderEliminarImpossibilidade superveniente da lide em sede de execução do julgado ou extinção do procedimento concursal por impossibilidade legal, resta ação de responsabilidade da administração, aplica-se a todos no procedimento administrativo, o que foi anulado é ato de graduação final, ato administrativo plural, indivisível. Mas como pode prosseguir se ofende o novo estatuto que refere que só os atuais secretários exercem aquelas funções em comissão de serviço como cargo e não categoria? Teriam de alterar a lei com nova norma transitória que salvaguardasse a situação decidida.
ResponderEliminarUma delas, e vamos ver em breve com tanta oferta na BEP, é a saída de mutos colegas em mobilidade, com a integração do suplemento na remuneração base torna-se evidente que quem tentar a carreira Técnica Superior o irá fazer.
ResponderEliminarMuito bem dito Colega. Está m---- de acordo, até prevê que os Secretários, já não fazem conta... Nem isso...
ResponderEliminarEsvaziaram isto das novas funções de Secretário, tudo à medida... Atenção não estou a falar dos Secretários de raiz...Esses percebem de conta... Estou a falar daqueles que pela direita ultrapassaram tudo e todos... Aqueles que foram de Escrivães Auxiliares a Secretários.
ficou com as outras carreiras da FP, nós só ficamos com a parcimónia
ResponderEliminarQualquer Secretário que saiba mexer na aplicação informática - SCJ - sabe fazer a conta. Agora, muitos, mesmo desses que fala, quando são chamados a pronunciarem-se em sede de reclamação, defendem cada barbaridade jurídica que é obra.
ResponderEliminarComentário muito importante. Temos de exigir o pagamento da exclusividade. Obtivemos um acordo mas é preciso continuar a lutar.
ResponderEliminarÒ Manela, estares disponível para trabalhar e sem qualquer restrição já tu estavas e recebias zero por isso. GANDA LOL
ResponderEliminarTambém acho que é melhor transitares para outra carreira.
ResponderEliminarCom essa postura não vais ter vida fácil.
Ui, mais um ressabiado com dor de cotovelo a viver o purgatório.
ResponderEliminarNão arranjes uma vida que não é preciso!
A minha situação é semelhante
ResponderEliminarE não esquecer a REFORMA
Estudasses...
ResponderEliminarQualquer um que sabe mexer na aplicação sabe fazer a conta? Espetáculo! Só falta dizer que basta carregar nos botões.
ResponderEliminarTu deves ter muito conhecimentos, deves. Agora quem passou administrativamente foste tu ou ainda não deste conta disso?
ResponderEliminarQuando estiveres seis ou sete anos no mesmo escalão vou ver se tens a mesma opinião acerca do futuro.
ResponderEliminarTu oh de cima das 11:51.
ResponderEliminarTens medo das AUDIÊNCIAS... És daqueles que ultrapassaste tudo e todos como Escrivão Auxiliar e agora és Secretário e tens medo de ir para uma Sala de Audiências... De regressares à tua condição inicial, condição, esta que deveria ser a Tua?
És Secretário, logo és exclusivo, vai tu aturar Magistrados, Juristas e Outros, pois és pago a preço de ouro... Fica Tu nessa condição, agora não desejes para os outros exclusividade a preços miseráveis.... Queres ser servido? Paga... Lambe botas aos Magistrados e Outros, pois as tuas novas funções só servem para isso...
Tudo se pode alterar : leis, dl. e uma decisão judicial é para cumprir.
ResponderEliminarNos cálculos apresentados verifica-se grande diferença ilíquida no vencimento, resultante do acordo.Valores sem qualquer lógica.
Ninguém fez contas antes de assinar? Calam-se os sindicalistas com tamanhas justiças salariais, para não falar da mutilaçāo da carreira de oficial de justiça?
Pois os srs.Magistrados encontram-se a negociar de novo e ainda com este governo de gestão: é notíciado.
A especialização trouxe maiores ganhos. E aos oficiais de justiça, trouxe algo? Onde está agora, quando misturam até MP com Judicial?
Que falta de visão da carreira!🐱
Deves ser administrador...
ResponderEliminarSó pode...
Tão preocupado com o funcionamento do Tribunal e a cag...... Para a castração de uma classe inteira.
Deves gostar de discricionariedade que os administradores, desculpe, juízes presidentes vão ter.
Os administradores sendo os lacaios de mão dos juízes presidentes já nem piam....
Miserável.....
Só se quisesse António.
ResponderEliminarAgora não...tens de avançar mesmo que não queiras.
TRIPLO LOL
Já aqui o tenho dito nos útlimos dias que as negopciações entre o MJ e os sindicatos (SFJ e SOJ) devem continuar!
ResponderEliminarO estatuto é transversal aos diversos governos, e a sua discussão não deve ser adiada!
Há muita coisa coisa a melhorar e a reivindicar!
Em setembro subia de escalão, digo bem subia!
ResponderEliminarLogo, a partir dessa data lá se foi o grande aumento que tive com este acordo e ainda estou sujeito a trabalhar mais 2 horas por dia!
Pouca coisa!
E vamos a ver quando é que volto a subir de escalão!
Mas o que isso importa para alguns!
És promovido a grau 3 e ainda reclamas. Que ingratos
ResponderEliminarJá devias ter ido. Fazes cá tanta falta como a fome!
ResponderEliminarEu metia o grau 3 num sitio que eu cá sei a algumas pessoas!
ResponderEliminarEu penso que é ilegal a não contagem, no caso em apreço, do tempo decorrido desde a ultima progressão!
ResponderEliminarColocavam os Oj nas posições onde vão ser colocadas, mas contavam o tempo que estes já têm, quer seja 7 meses, 1 ano ou dois!
Assim seria muito mais justo, e vamos ter de chamar o MJ à razão!
Não há inutilidade superveniente da lide porque os efeitos da decisão retroagem à data do movimento.
ResponderEliminarE a decisão só tem efeitos para as partes da acção. Não pode ser estendida a terceiros mesmo que estejam em situação idêntica.
Vejo por aqui escritas tantas barbaridades que até dói
De facto é mesmo gente sem vergonha.
ResponderEliminar1 escalão ao longo de quase 30 anos.
Claro que não!
ResponderEliminarPassava quem queria, que eram basicamente os mais burros.
Quem era inteligente deixava-se ficar no serviço mais desejado da carreira...
Feitas as contas levo um aumento de +- 18,47 ...... enfim
ResponderEliminarNão vai acontecer nada disso.
ResponderEliminarA sua opinião é defensável, mas acha que se a intençao não fosse declarar a inutilidade superveniente, o acórdão saia precisamente mesmo dia em que é conhecido o DL que extingue a categoria?
Esqueça, nunca na vida a tutela estaria disposta a nomear secretários e pagar quase 10 anos de retroativos.
Mas isto é só a minha opinião, veremos como a saga vai acabar.
Está mais do que identificado o problema!! Quem defende este acordo? Em primeiro lugar os incompetentes dos dirigentes sindicais. Em segundo lugar? Toda uma corja, que vai desde o administrador até aos presentes e futuros secretários que devem a sua posição, não á competência, á promiscuidade e cumplicidade para se manterem nos cargos. É confrangedor assistir a isto. Sinto vergonha. Como esta gente não tem competências para gerir seja o que for, a única hipótese é "abrigarem -se" debaixo da asa protetora dos juízes presidentes e seus acólitos, por muito incompetentes que sejam. Gente que trocou princípios e valores por subserviência cómoda. Este é o futuro que nos espera nesta profissão. Quem puder fugir faça-o o mais rápido possível.
ResponderEliminarIsto não é questão de opinião.
ResponderEliminarCusta ver tanta ignorância.
Antes de fazer juízos de avaliação da inteligência alheia, conselho o a estudar bem as causas de inexecucao de sentenças administrativas.
ResponderEliminarDepois arranje uma vida e poupe-se!
Andar nessa angústia há uma década deve ser de loucos.
Antes de mais não se trata de nenhum acordo mas sim de um diploma legal.
ResponderEliminarSegundo, estou curioso para saber quais os critérios de avaliação que se rege para achar que os seus superiores hierárquicos são todos uns burros e você um poço de inteligência.
Não o conheço, mas tendo em consideração a triste figura que acaba de fazer, só posso concluir que não passa de um falhado que acha que sempre que a vida lhe corre mal, a culpa é de todos e de tudo à sua volta menos da merda que faz.
Dass, que cromo!
Um diploma legal saído de um acordo com os que afirmam defender os direitos dos seus representados, vendendo-os às escondidas e numa qualquer cave escura. Os critérios de avaliação relativamente aos meus superiores? Fácil! A prática diária de muitos desses "superiores" demonstra a incapacidade e falta de competência para exercerem as funções. Quantos destes são "meus superiores" sem qualquer tipo de avaliação das suas capacidades? Para quem não me conhece retira rápido conclusões, provavelmente por se "abrigar" no mesmo escolho. Eu digo-lhe quem sou - um Oficial de Justiça que preza as regras claras, não aceita "convites" para liderar, que acha que tem que se submeter a um precurso avaliativo para, eventualmente, ter acesso à "superioridade" com que tantos sonham, não importa o preço. Não me vendo por "lugares", concorro, até agora, a categorias, depois da entrada em vigor desta me..da de estatuto "a cargos de chefia" se os meus conhecimentos e capacidades assim o determinar. Eu sei que ter principios e valores que nos guiam dificulta a vida aos outros, por isso digo a boca cheia - sou um Oficial de Justiça com habilitações.
ResponderEliminarNem que dessem 4k a cada um não ia chegar lol o maior problema foi que acabaram com as greves e agora não dá pra almoços prolongados e regados nem pra fazer folgas à 4 fra ( dia de descanso após 3 fras de champions nem dá pra fazer fins de semana prolongados logo agora que se andava a testar a semana dos 4 dias....caraças dos sindicatos tinham logo que ir fazer um acordo....o dinheiro não é tudo pa lol
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