Após 52 anos de Oficial de Justiça, foi obrigado a aposentar-se

      O mais antigo Oficial de Justiça de Portugal acaba de se aposentar, não necessariamente porque quisesse, mas porque legalmente não pode continuar ao serviço, uma vez que atingiu os 70 anos de idade.


      Não é caso único na idade, outros Oficiais de Justiça ficam até aos 70 anos e, pensando bem, entre ir embora dos tribunais aos quase 67 ou aos 70 a diferença não é significativa, podendo, no entanto, sê-lo em termos de cálculo do valor da pensão, perante essa pequena extensão.


      Manuel Marinho entrou para os tribunais ainda antes do 25 de Abril, mais concretamente em 1973, quando ainda tinha 17 anos, tendo iniciado nessa altura um período de estágio.


      Após 52 anos ao serviço dos tribunais, Manuel Marinho foi entrevistado para o Boletim da DGAJ, estando tal entrevista publicada na última edição (de maio e junho) há dias divulgada. No entanto, o Marinho enviou-nos a entrevista completa, sem os cortes que a DGAJ efetuou, no sentido de poder ser divulgada, desde logo com as partes cortadas.


      Assim, embora não se vá reproduzir integralmente a entrevista, uma vez que boa parte dela se encontra no referido boletim da DGAJ, reproduziremos as partes omitidas, ao mesmo tempo que, em síntese, se abordam os demais aspetos da entrevista.


      A começar, Marinho explica como foi a sua entrada em 1973, considerando tal entrada como algo acidental. Estava a trabalhar há cerca de um ano numa firma que ia encerrar e foi pela visita a tal firma de um antigo Oficial de Diligências (carreira extinta que veio a ser integrada na de Oficial de Justiça) que este lhe disse que poderia tentar apresentar-se a um estágio no Tribunal.


      «Chegados ali, em 01-02-1973, ainda com 17 anos de idade, feito o requerimento, fomos de imediato apresentados ao Chefe de Secretaria de então, cargo da altura integrado na categoria de Escrivão de Direito (que ora vimos morrer as expressões “de Direito”), categoria essa que na altura tinha dois escalões, que eram de 1ª e de 2ª classes.


      Por sua vez, o Chefe de Secretaria apresentou-nos ao Juiz de Direito e Presidente da Comarca, a quem competia deferir a nossa admissão para o estágio e recordamos as suas palavras amigas, que ainda retemos, daquele Ilustre Magistrado, “meu caro jovem ainda não tens dezoito anos”, mas apesar de ainda não os teres, vou apostar em ti.»


      Marinho recorda também o conselho do seu primeiro Escrivão de Direito de 1ª classe, conselho esse que sempre reproduziu a todos ao longo da sua vida laboral, para que, na sua função “sejam humildes, eficientes e não subservientes” e nota que os estágios, naquela altura, não eram remunerados.


      Após o estágio, a primeira colocação ocorreu no então Julgado Municipal de Pampilhosa da Serra, tomando posse como “Escriturário-Datilógrafo de 2ª classe interino”, sendo a posse conferida pelo Presidente da Câmara Municipal. Ainda em 1973 concorreu a vários lugares da categoria de “Escriturário-Datilógrafo de 2ª classe efetivo”, sendo colocado no Tribunal de Polícia do Porto.


      No início de funções, o Chefe de Secretaria, cargo então existente, para além de lhe apontar a máquina de escrever que iria usar, teve o cuidado de trazer processos do arquivo para deles poder tirar notas e aprender o processado, facultando-lhe também apontamentos pessoais, aconselhando-o a comprar, o quanto antes, os códigos de Processo Civil e Penal, bem como o das Custas Judiciais.


      À pergunta incontornável sobre como foi a transição nos tribunais com a Revolução do 25 de Abril, Marinho responde assim:


      «A Revolução de Abril/74, trouxe-nos liberdade plena, não obstante as tentativas de alguns desvios. É um bem inestimável, que todos devemos defender de forma que se evite o aparecimento de alguns Trumps e Putins que andam por aí.


      As memórias desse período de transição na nossa função, além da restituição da soberania do Povo para a escolha dos seus representantes, foi também a eleição por voto secreto do Presidente da Relação do Porto, dado que no antes eram nomeados, o que se estendeu a todos os Tribunais Superiores.


      A nível de funcionários, foi a criação de uma única categoria de escriturários datilógrafos, nos Governos Provisórios, e em 1976 a concessão dos emolumentos para todas as categorias, pois anteriormente apenas só recebiam os Escrivães de Direito e os Oficiais de Diligências, sendo certo que esta última categoria, veio a ser extinta anos mais tarde.


      Esperemos, muito sinceramente, que não se volte ao antes de 25 de Abril de 1974 e que os Oficiais de Justiça sejam respeitados de facto como verdadeiros Operadores de Justiça e que os seus direitos, que historicamente têm, não lhes sejam retirados, como aconteceu, por exemplo, na categoria de Escrivão de Direito que simplesmente passou a ser de “Escrivão”, desrespeitando-se um título que vinha desde tempos imemoriais e não acreditamos que outros operadores tenham feito pressão para que a designação “de direito”, fosse retirada.»


      Rapidamente, decorridos três anos, em 1976 passou à categoria de “Ajudante de Escrivão”, e não como atualmente (antes da extinção das categorias) que a promoção chegou a demorar mais de 20 anos. Ao longo do tempo passou por muitas formas de trabalho e muitas diferentes ferramentas e confessa que se inicialmente ficava apreensivo com as novidades, com o tempo e a devida formação, as dificuldades desapareciam.


      Relativamente aos altos e baixos na carreira, será que, após estes 52 anos de serviço ainda concorreria novamente para os tribunais? Marinho responde que «Em todos os momentos da nossa vida, tivemos alegrias e dores, como é óbvio, na nossa carreira e houve momentos de muito desânimo, sobretudo por injustiças cometidas por responsáveis que julgávamos credíveis, mas tendo em conta o Deve e o Haver, voltávamos a concorrer de novo para os Tribunais.»


      E à pergunta “se pudesse voltar atrás havia alguma coisa que teria feito ou decidido de forma diferente na sua carreira e vida nos tribunais?” a resposta foi perentória: «De modo nenhum. Teríamos sempre a mesma postura, na defesa da imagem da justiça, porque nunca foi nosso hábito branquear situações de origem duvidosa, daí as injustiças referidas.»


      Perguntado pela DGAJ se possuía alguma história curiosa no seu percurso profissional, respondeu assim:


      «Temos e pela negativa, sobretudo destes três últimos anos e mais uns meses, face às injustiças cometidas, pelo que vos aconselho a fazerem uma leitura atenta do quanto foi carreado para os Conselhos Superiores da Magistratura e do Ministério Público e ainda do Conselho dos Oficiais de Justiça, bem como à Procuradoria Geral da República e tirem as devidas ilações, sob o famoso “Golpe de Estado” e pelas inverdades que foram transmitidas, face à defesa que fizemos a quem teve por “demérito”, descobrir um esquema relacionado com material contrafeito, onde tivemos de intervir de imediato, a bem da imagem dos serviços que chefiávamos, daí o que afirmámos supra e, infelizmente, a heroína continua a ser perseguida descaradamente, quando devia de ser medalhada, por quem nos vilipendiou.


      Felizmente também tivemos a felicidade, “ainda a procissão não tinha saído do adro” de uma palavra muito amiga, da Digníssima Coordenadora da Comarca, que muito consideramos e jamais esqueceremos. O Senhor Inspetor do COJ pode também ajudar a esclarecer, querendo… E mais nos vai na alma, pois fica-nos a sensação, que outros prejuízos nos foram causados pela mesma pessoa, nomeadamente no momento em que decorria a escolha do Administrador para o TAF do Norte.»


      Por fim, terminou deixando uma sugestão:


      «Terminando, permitam-nos ainda a seguinte sugestão, que endereçamos à Senhora Diretora Geral da Administração de Justiça, dada a relevância que dispõe na elaboração de leis para os Tribunais e que é o seguinte:


      .a) Proponha-se a eleição dos Juízes Coordenadores de Núcleo com mais de que um Juízo, por voto secreto;


      .b) Estes por sua vez (Coordenadores de Núcleos) também elegerem por voto secreto o Juiz Presidente da Comarca;


      .c) E já que o Secretário de Justiça foi “despromovido” a Escrivão, ou seja, apenas passou a ser cargo e em comissão de serviço, sugerimos que se extinga este cargo e se dilua no dos Administradores, já que há Secretários a chefiar Núcleos com recursos humanos muito superiores a muitas comarcas deste País; e, finalmente, que


      .d) Os Conselhos de Gestão, no que diz respeito a recursos humanos dos Núcleos, antes de tomarem decisões, serem obrigados por lei a ouvirem sempre o Juiz Coordenador, o Procurador da República Coordenador, bem como o Oficial de Justiça que chefia no seu todo, a bem da imagem dos serviços e da sua pacificação.


      Lembramos que nos Tribunais Superiores, os Senhores Presidentes e Vice-Presidentes, são eleitos por voto secreto.»


Marinho-Ex-SJ-VNF=Fotos(1973-2010).jpg


      O Boletim da DGAJ aqui mencionado, na sua edição de maio e junho de 2025, é divulgado por correio eletrónico a todos os Oficiais de Justiça, podendo também ser acedido (dentro da rede judiciária), através da seguinte hiperligação: “Boletins DGAJ - Todas as edições”, bem como aceder, desde qualquer local, a este concreto boletim mencionado, através da seguinte hiperligação: “Boletim DGAJ 3/2025 – maio/junho”.

Comentários

  1. Então aziados, já estão melhor hoje?!


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  2. Houve pessoas, colegas, funcionários etc., que no passado conseguiram alcançar, determinados funções ou posições na hierarquia das organizações,  que hoje, jamais, os atuais conseguirão alcançar!

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  3. Hoje está tudo muito bem ... ... ... "controlado"!

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  4. Respeito por quem paga impostos e votou CHEGA

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  5. Se monha avó  sosse fiva era oj---
    Humilfade e respeito é  o que falta a gente como tu que desconhece onpassado e as origens.

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  6. Zero simpatia e admiração por essas pessoas que prolongam a vida ativa no trabalho além do necessário. Só mostra que tem uma vida vazia fora dos tribunais. E depois ainda vem uma certa classe com a narrativa de promover estes casos como exemplos a seguir tentando condicionar o pensamento de quem trabalha e tem de aguentar quase até ao fim da vida com sacrificio porque o sistema diz que tem de trabalhar para sobreviver.
    A vida devia ser mais do que isto.

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  7. Apoiado. Com 70 anos ou 65 anos, fazia o quê mesmo nos tribunais ?

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  8. Vocês são tão BURROS, tão BURROS, que até dá pena.
    Leem advertências que começou a trabalhar no fascismo, em que as vossas avós não podiam estudar e trabalhar sem a autorização do dono, e ainda se riem por ter votado em fascistas?
    Vocês são mesmo lixo!

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  9. Bom dia,
    Conheci, pessoalmente, a pessoa identificada como o mais velho Oficial de Justiça nos Tribunais, mas, curiosamente, fora do trabalho, mais concretamente, nos corredores da universidade.
    Conheci, como disse, a pessoa de forma passageira, e considero-a singular. Com efeito, acredito que se pudesse, por vontade do próprio, continuaria nos Tribunais até morrer.
    Mas não é o único que conheço nos tribunais e que vai por cá ficando para além da idade da aposentação. Muitos têm empréstimos por pagar, outros, como a classificação não lhes interessa para nada, encontrando-se eventualmente a chefiar uma qualquer secção, entendem que é bem melhor por cá ficarem do que irem para casa onde, muitas das vezes, não há quem os ature e a solidão é um desespero.
    E isto ainda acontece com muitos apenas porque não tiveram tempo de fazer e alargar amizades, constituir família e cuidar dela, lembrarem-se que ela existe, basicamente criar raízes a um lugar ou comunidade, e a única vida (que não é) que conhecem é o caminho de ida e de volta dos Tribunais, o local onde muitas vezes se permitem desmandos e desvarios que em casa  motivariam o divórcio ou, no mínimo, as malas à frente da porta e um bilhete de autocarro para bem longe, para não ter de os aturar.
    Por isso defendo que os cargos de maior responsabilidade deveriam ser ocupados por pessoas mais bem preparadas e que lhes emprestem uma dinâmica diferente, com incrementos de eficiência e de produtividade, alguém com espírito aberto e desprendido das velhas formas de trabalho, amarradas a um passado onde a organização era imposta por uma autoridade muitas das vezes não reconhecida, por não se rever competência ou mestria no seu responsável.
    Esta mudança teima em não acontecer, e só com vassouradas destas é que se vai permitindo uma renovação nos lugares ais importantes para que se opere uma mudança.
    Foi certamente um Colega muito dedicado e trabalhador mas é preciso saber aceitar as leis da vida e uma delas é a velhice, aceitar essa condição e, tal como as estações do ano permitem uma renovação, permitir também eles que outros ocupem os seus lugares, os lugares que antes foram deixados por pessoas que se aposentavam aos 36 anos de serviço e 57 de idade e que, por isso, permitiram que tão singular pessoa pudesse fazer uma carreira tão rica como se denota do texto.
    Oxalá tivesse ele compreendido que para que outros fizessem uma carreira idêntica, também ele teria de o ter permitido, e findo o seu ciclo deixado ocupar o lugar  que agora deixa vago, aceitando a renovação com naturalidade, pois este é o ciclo da vida.
    Eu tenho menos anos de vida que o Colega fez de carreira mas afianço que se mo permitissem, com quase 30 anos disto, já cá não estaria se não me tivessem enganado quando ingressei nos tribunais. 
    Se pudesse voltar atrás, faria tudo diferente, preferia ter partido não uma mas duas pernas que já estaria são!
    A quem por cá anda para além da idade apenas por capricho ou por não ter mais nada para fazer que compreendam que não nos merecem respeito por isso, apenas repúdio por não aceitarem a sua condição e por obstaculizarem a que outros pudessem fazer o seu caminho sem o entrave de terem de os aturar em substituição da família que não têm ou não quiseram ter ou que tendo os não quer aturar, nomeadamente e muitas das vezes a sua prepotência e birrice.

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  10. Concerteza que não será coincidência as baixas votações no chega, onde a taxa de literacia e licenciados é superior, como por exemplo coimbra, com 2 deputados, e maioria das freguesias de Lisboa, com votações de 8 e 9%.
    Já por várias vezes aqui disse, que a causa principal da subida do fascismo é a falta de educação e literacia.
    E o seu post e o anterior refletem isso, colegas que concerteza nunca leram um livro nem abriram um código no trabalho e fazem uma festa por terem votado em alguem apenas porque odeiam alguma coisa, sem a apresentação de qualquer medida ou programa que não seja " limpar Portugal", incluindo malas de aeroporto.
    Por mim iam todos para assistentes operacionais de limpeza e puxar o lustro a corrimões.
    BURROS!

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  11. Aguardamos pela vossa coragem em aparecer em manifs com suásticas e slogans fascistas, e logo vão experimentar o cheiro do alcatrão a esfregar lá o focinho!

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  12. Volto a dizer aqui a minha opinião.
    Há muitos colegas que, por se manterem em funções, jugam merecer outra consideração dos colegas, cuidando ser tidos em boa conta quando é precisamente o contrário.
    Há que aceitar a nossa condição de vida e aceitar o momento em que para bem de todos e não apenas dos próprios deve dar o lugar a outro e, por sua vez, ir ocupar o lugar que a vida destina aos mais velhos, qual seja o de auxiliarem os mais novos que principiam as suas vidas em família.
    Em lugar disso, deixam-se ficar pelos tribunais constituindo um verdadeiro tamponamento às renovações necessárias.
    O nosso colega, diz o texto, foi "obrigado" e eu acrescentaria que, se calhar, o foi à vassourada, porque vontade não tinha nenhuma de se ir embora.
    Faça-se uma estátua à pessoa ... e dê-se-lhe uma medalha de cortiça ... porque palmadinhas nas costas (e empurrões) deve ter recebido muitos!
    Não obstante, desejo as maiores felicidades nessa nova etapa de vida colega. Experimente a vida fora dos tribunais, tente não se aproximar deles e verá o que perdeu nestes anos e não foi pouco!

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  13. Não aguardas nada, és ignorante que só vês com pálas, nem te informas acerca do que dizes.
    falas de ouvir dizer!
    inculto!

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  14. BURRRO!


    É o que é mesmo, porque o que dizes é falso!
    E literacia, devias saber, se és assim tão culto, que  a maioria dos votantes do CHEGA, são  licenciados.
    Informa-te!
    BURRO, mas BURRO SEM ORELHAS! E DE PÁLAS E CENOURA À FRENTE!

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  15. Concordo plenamente que quem tenha de se reformar aos 66 e tal, quase 67 anos, opte por ficar mais 3 anos, até ao 70, indo buscar mais um par de centenas de euros para a sua reforma. Só assim não o fará quem for muito burro.

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  16. eU LOGO QUE POSSA LARGO ESTA PORCARIA DE PROFISSÃO!
    mUITO MENOS, DEPOIS DE TEREM ACABADO COM ELA.


    Não passamos de numeros.
    e aturar merd--------------
    todos mandam e trabalho justiça bem feita ZERO!
    fUJA QUEM PUDER!

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  17. E volto a dizer: o que é que anda a fazer uma pessoa destas num tribunal ? a tirar o lugar a outros ? ou anda no serviço externo e na sala de audiências ? 

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  18. Tem razão. Quando se podia ir para a reforma aos 55 ou 57 anos de idade, isso era outro mundo e foi noutro mundo, agora, atualmente coma imposição de ser já perto dos 67, podendo ficar mais um par de anos e levar uma reforma 200 ou 300 euros de reforma, é o que eu vou fazer, sem me preocupar em deixar o lugar para outros e porquê? Porque eu tenho de zelar pela minha vida e não pela vida dos outros, porque esses outros não zelam pela minha e mal sabem como zelar pela deles próprios, não sabendo raciocinar, só dizendo disparates, uns atrás dos outros, e acabando a votar num retrocesso civilizacional que nunca viveram e não sabem no que se estão a meter.

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  19. Es um parasita que nem sabes ler o programa do CHEGA.
    FALAS DO QUE OUVES FALAR E NADA MAIS!
    ès um filhinho do papá , continua a votar nos que te roubaram ao longo de 50 anos. 

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  20. O puto das 10:12 pensa que nos tribunais só há serviço externo e sala de audiências... 

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  21. Ah pois é. Peço muitas desculpas. Esqueci-me que também existem cafés, cigarros, facebook e internet livre para todos. Mais uma vez as minhas desculpas e desculpe se o interrompi em alguma tarefa que estava fazer.

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  22. Lá está este   a chamar burros a todos.
    A inteligência  deve ter caido toda  para o teu lado.
    Não vales mesmo nada como pessoa!
    Não prestas mesmo.
    Quem não respeita, não merece ser respeitado!
    Mas a culpa não é tua é dos teus pais! que não te deram berço!
    esterco!

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  23. Concordo consigo. Claro que se tiver saúde também é o que farei. Quem andou aqui 40 anos não são mais dois ou três anos que me farão diferença. 

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  24. Ainda na internet ? não há que fazer ? Ah espera... mais um pouco de net e olhar para uns despacho e já é hora de almoço. Bom trabalho !

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  25. subscrevo integralmente...

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  26. comentário das 9H32.. subscrevo na íntegra! Se tivesse numa secção com mais de 1000 despacho para cumprir e estar ali intensamente das 09h00 ás 17H00 com 70 anos!!?? Demagogia!!  Vão para casa ou estão aqui a passar o tempo, como conheço alguns! 

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  27. até te borras todo.
    Ignorante!!

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  28. Já disse o que tinha a dizer sobre ti e a tua gente.
    Não vou perder mais tempo a levantar o tapete do chão para falar com escumalha sub-humana.
    Dentro dos possíveis, darei o meu contributo em termos de exercício de cidadania, para contribuir para a vossa extinção.
    Tchau bostas!

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  29. Caloteiros
    paguem o que devem do tempo de provisório que tanta falta me faz!

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  30. SFJ 


    Fêz bosta e muita injustiça para com essa malta.

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  31. insiste: a ideia não pode ser apagada.

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  32. És um herói.
    Só que não ...


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  33. Não passas de um comuna desesperado...


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  34. Este colega, mais meia dúzia de meses e vai-se ...


    Conheço alguns casos assim.


    Trabalham a vida toda e não sabem fazer absolutamente mais nada na vida.


    Não têm amigos e quando saem dos tribunais ninguém os conhece.


    Ao fim de algumas semanas começam a definhar e é vê-los ir ao fim de alguns meses.


    RIP

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  35. Eu assim que acabar de pagar o meu empréstimo habitação (e já falta pouco), agora que já tenho os filhos criados e independentes , vou começar a meter umas baixas psiquiátricaas prolongadas e a curtir a vida com a minha Maria.


    Que trabalhem estes colegas que não se importam de andar lá até aos 70.

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  36. Estou um pouco farto do que se está a passar por aqui. Nuns comentários insultam-se colegas dizendo que são "fachos" o que eu deduzo de apologistas ao fascismo alegadamente por terem votado no Chega, curiosamente, exercendo a sua liberdade individual e um direito ganho pelo 25 de abril de 74.
    As pessoas são livres de votarem em quem quiserem e nós de discordarmos desse sentido de voto mas não podemos em nome da liberdade insultar alguém por exercer um direito arvorando-se paternalista dos direitos e das liberdades.
    Se se criticasse quem vota sem saber do programa que validou e, por isso mesmo e, no campo das ideias, se desmontasse todas as inverdades e também o ridículo do seu programa que, basicamente, não existe eu concordaria, agora apelidar esses votantes de "fachos" de "burros" de "nazis" e tudo o mais acho que é exagerado e faz tão mal àquele direito de liberdade conquistado no 25 de abril de 74 como os verdadeiros nazis e fascistas deste doutros países.
    É possível discutir sem insultar e, não concordando com as ideias dos outros, aceitar o seu voto porque, precisamente o 25 de abril e a democracia vieram dizer que todos os votos, os votos de todos os portugueses, homens e mulheres, moderados e não moderados  fascistas e reacionários,  moderados, são válidos e contam.
    O 25 de abril de 74 não aconteceu para cercear ideias ou aprisionar pessoas e os seus pensamentos como antes sucedia, veio para restabelecer a liberdade, também de opinião concorde-se ou não com a dos outros.
    Sim, eu também estrando quem apoia um partido misógino, xenófobo, não inclusivo, com considerações que eu, pessoalmente, entendo de racistas, que na minha opinião usa a religião de forma instrumental para chegar onde quer, uma vez que defende a pena de morte e a castração coisa que a Igreja não defende, que defende que se acabe com os subsídios de forma generalizada, de quem precisa e a quem não precisa, quando a Igreja manda se pratique a caridade, a inclusão dos excluídos pela sua etnia, pela sua condição social, enfim por uma qualquer adversidade da vida.
    Como apostar num partido que o seu principal mote é a luta contra a corrupção, e nada mais tem para nos oferecer sobre tudo o resto e o resto são apenas e só as nossas vidas - salários, saúde, família, educação e habitação.
     Como é possível diabolizar todos aqueles que desempenham cargos públicos quando se propõem precisamente a ocupar esses cargos - para quê que o querem fazer? para se tornarem corruptos como os outros? será que se autointitulam santos e anjos, quiçá uns enviados divinos para purificar o coração dos homens?
    Não, nada disso, não são anjos, são tão pecadores como todos os outros e merecem o mesmo tratamento e educação nas palavras mas já não na opinião - quando pedem uma oportunidade e nos segredam tudo aquilo que sabem que nós queremos ouvir (acabar com a mama de quem não faz nada e vive à custa dos subsídios, com os corruptos, abusadores, etc.) apenas nos querem enganar para se apanharem no lugar que ao fim e ao cabo querem "tomar de assalto" sabe-se lá com que intenções pois que o sue programa nem sequer é uma utopia, é apenas e só ridículo e irrealizável.
    Eu daria créditos a alguém que assumisse o logro que tentaram e conseguiram junto dos portugueses mais incautos se o motivo fosse verdadeiramente assumir o poder para corrigir o que está mal, mesmo que discordasse sobre isso, e não apenas para tomar o poder e ali chegados encetar um "vindicta" contra tudo e contra todos como já se vai revelando.
    Foram os segundos - isso é meritório - mas não queiram se tornar nos últimos, nos excluídos, porque nós, os democratas liberais somos capazes de tapar os ouvidos, de fechar os olhos ou tolerar fingindo que não os vemos sem ostracizar e sem insultar, apenas unindo esforços para resolver os problemas dos portugueses que é o vosso alimento e quando ele se acabar ou escassear, deitados à míngua, depressa se afugentam as sombras negras e virá o raiar do sol, com um bloco central forte, uma direita e uma esquerda moderadas, com sol

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  37. Quem quiser expiar as suas frustrações que vá à bola ou às touradas (se ainda houverem senão às largadas de toiros) ou pratique pugilismo, ou qualquer coisa assim ... no fundo que se meta com quem assim o quer, disputando a estupidez.
    Eu, por mim, acho que quem votou chega não foi porque acreditava no fascismo, no racismo, na xenofobia, na descriminação e na misoginia, mas apenas e só porque se fartou de ver pessoas a disputar outro tipo de estupidez - o poder pelo poder tão só e apenas sem se preocupar com a resolução dos nossos problemas - quis acima de tudo provocar um sobressalto cívico e consegui-o!
    É certo que para muitos foi apenas uma forma de se auto-incluirem num sistema/esquema de onde eram excluídos à partida pelas cúpulas dos partidos - veja-se o PS que nos seus governos tinham praticamente famílias inteiras, marido e mulher e até filhas e genros entre outros, ou o PSD que por sua vez ajudam a denominada "família partidária" à ascensão social.
    Como dar resposta a isto: é simples, basta chamar pessoas da sociedade civil a desempenhar cargos (como sucedeu com Fernando Alexandre e antes com Poiares Maduro), sair fora da bolha dos partidos e da realidade alternativa que por vezes se constrói dentro deles. 

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  38. Ora bem. Se gostam de andar pelos tribunais, ao menos que seja a trabalhar.

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  39. Sim, nem todos são escumalha fascista, mas se não o são, é da maior irresponsabilidade e burrice, pôr a democracia em risco e a própria vida dos mais desfavorecidos, ao votar em partidos nazis.
    A diferença entre os cheganos e aqueles que andavam de braço no ar e a bater em putos na Manif 25 abril, é apenas de cosmética. Ou piores, já que não assumem o que pensam.

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  40. Insistir sempre!
    Contra a aldrabice colega!

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  41. Para: 


    Vai-te acontecer o mesmo.Pensa nisso.

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  42. Dois anos depois da sentença e dinheiro está quieto!


    vergonha de ministério

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  43. Desejo as maiores felicidades para esta nova etapa ao Senhor Secretário de Justiça Sr. Marinho. Foi um gosto ter trabalhado consigo.
    No mais, vendo os comentários, de facto, os tribunais estão muito mal frequentados diariamente e não me refiro aos arguidos.
    Alguns comentários contra uns odiosos conseguem ser ainda mais odiosos, apenas me apraz dizer: "tenham muito cuidado para ao enfrentarem monstros não se tornarem ainda piores..."

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  44. Sim, são muito cultos mas aderem a seitas.
    Não te trates não.

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  45. Relativamente à última parte do comentário, esse alerta é fundamental: devemos enfrentar os monstros, sem dúvida que sim, mas sem nunca cair nas mesmas monstruosidades. Este conselho é muito bem-vindo, designadamente a esta página, onde cada um combate monstros vestindo-lhes a mesma pele e despindo qualquer réstia de racionalidade. Por isso, apreciamos muito este comentário, tão raro, mas que tanto nos alegra, porque nem todos, pelo menos oara já, estão contaminados.  
    Obrigado!

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  46. Tribunais mal frequentados é conclusão apressada face ao anonimato dos comentários.
    Quanto ao sr. jovem de 70 anos: da experiência resulta que muitos, depois dos 60 e em cargos de chefia, apenas contam os dias para saír com reforma mais choruda, mas pelos restantes mais novos, sāo considerados uns empatas.Não têm é essa noção. Muitos também não terão família porque a terão trocado pelo trabalho.
    Sobre resultados de eleições e governo que aí vem, sabemos que o voto não limpa a razão das mesmas eleições e na minha opinião a palavra final vai saír do M. P. no exercício da ação penal.
    Aguardemos. 
    É só de lamentar que, quem depois do que se passou, ainda se apresente a novo cargo, não largando o bom tacho, mesmo sendo alvo  de uns adjetivos merecidos. Tem de ser obrigado a apresentar  tudo e tudo em termos de documentos ao MP.  Mostrar as cartas.É o que está a acontecer.

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  47. Sobre o assunto de hoje aqui, vejo diversas opiniões, uns a favor outros contra esta permanencia no mercado de trabalho com tão avançada idade. Da minha experiencia verifico que são poucos os que optam por continuar e esses quase sem exceções são pessoas que estão em cargos de chefia, portanto já sem a carga de stress do serviço e de aturar juizes. Já não estão na fase de alombar mas sim de mandar alombar.
    Uma das razões desta gente querer continuar é o poder que tem sobre os outros, a satisfação do ego e uma deficiente visão sobre a vida, pois não se apercebem como estão deslocados. Enfim, o resto do pessoal tolera mas essas pessoas acabam por ser o motivo de conversas em voz baixa e de chacota.
    Acredito que alguns até são bem intencionados e voluntariosos mas mesmo nesse pensamento não atingem que a todos chega o momento de pendurar as chuteiras.

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  48. Para o artista das 10.36 horas. Tu deves ser daqueles dos cafés  cigarros, Facebook e Internet, pois estás aqui a escrever em horário laboral. Vai mas é trabalhar.

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  49. E assim se respeita a  decisão popular em eleições livres e democráticas...!
    Podemos até discordar, mas o que não podemos é desrespeitar o soberano, o povo, que se manifestou neste sentido...!
    Com estas lideranças, corremos o risco das esquerdas democráticas desaparecerem do nosso sistema democrático e alavancarem a extrema direita.
    Alguém ponha juízo a estes líderes que, de cabeça perdida com os resultados por si alcançados em eleições livres e democráticas, culpam o soberano, o povo!...

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  50. Quer dizer que depois das eleições, os demais partidos se deveriam abster de ser oposição? As eleições são uma chatice e haver oposição é igualmente um aborrecimento, tudo seria mais fácil se se suprimisse a democracia. Aliás, as eleições antes do 25 de Abril em Portugal, ou na Rússia de Putin, etc., é que são boas, porque deixavam o Salazar trabalhar, deixam o Putin trabalhar e até na Alemanha já deixaram o Adolfo trabalhar, portanto agora é deixar o Luís e calem-se todos os que discordam do farol que nos ilumina.

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  51. Não, não quero que deixem o Luís trabalhar, o que quero é que parem para refletir o que correu e definirem uma nova estratégia para darem alguma esperança aos desiludidos com estas lideranças.
    Persistir no erro é "adubar" a extrema direita e exterminar a esquerda democrática tão necessária ao nosso sistema democrático!...
    Quanto ao á Rússia de Putin, relativamente á liderança do PCP o que temos visto/ouvido é uma "brisa ensurdecedora".

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  52. Pois eu já passei dos 50, uma família grande, vários hobbies, intervenção civica em organizações, e se tiver saúde vou estar a trabalhar até aos 70 ou mais, se puder.
    Estou me bem a borrifar que me possam considerar um empata.
    Gosto do que faço, de trabalhar, de estudar  e faço questão de manter o cérebro ativo.
    Aliás, se todos lessem um pouco, saíssem das redes sociais e da bosta das televisões, talvez tivessem a literacia, sensibilidade e discernimento suficiente, para não emprenharem pelos ouvidos e fazer a merda que fizeram dia 18 a votar em porcos fascistas, apoiantes de regimes genocidas.

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  53. Considero a aposentação/reforma/jubilação um prémio merecido por uma função contributiva para a sociedade. É também importante que tomemos consciência de que, a determinada altura da vida laboral, o sistema nos permite dedicarmo-nos, sem competências funcionais, a cuidarmos da nossa "causa" individual, da família e, muito importante, fazermos a última etapa de forma tranquila. Se acharmos que devamos investir na agricultura, leitura, lazer, restauração, cruzeiros, conhecer o mundo viajando, entre quaisquer outras opções nada a opor. Quanto a um trajeto profissional numa determinada carreira, considero ser uma obrigação moral chegar à idade exigida pela CGA/SS e dar a continuidade aos mais "novos". Assim se permite a dinâmica renovação de uma qualquer Classe.  

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  54. Para o das 22.24: O suíno aqui, és TU!

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  55. Lamento ser eu a dar - lhe a noticia: a sua literacia deve ser igual ao seu espirito democrata. Nunca ouviu dizer que a vontade do povo é para respeitar? Mas porque razão vale mais a sua opinião do que a minha, que votei no Chega? Sou igualmente razoávelmente inteligente, culto e pensante. Será que tenho de pensar e de tratar os outros partidos como você? O que é que o faz superior a mim?

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