DGAJ não paga tudo aos que ainda deve e pede devolução de quase tudo aos que já pagou

      Depois da grande barafunda de ontem, criada com a difusão de um alegado erro que a DGAJ atribui à errada conceção dos cálculos realizados pelos seus próprios funcionários, como se erro houvesse realmente, concluindo que alguns Oficiais de Justiça, mais de duzentos, já a caminho dos trezentos, deverão ter de devolver dezenas de milhares de euros, cada um, os sindicatos viram-se obrigados a difundir informações sobre uma reunião já realizada no dia anterior, sobre a qual nada haviam transmitido.


      Ou seja, a reunião ocorreu na quinta-feira, as notificações da DGAJ foram expedidas na mesma quinta-feira, mas os sindicatos, só depois de verem o enorme rebuliço que grassava entre os Oficiais de Justiça, é que, na sexta-feira, acabaram por reagir, vindo ambos a público dizer que, afinal, tinham estado numa reunião com a DGAJ na quinta-feira e já sabiam do assunto, nada disseram aos Oficiais de Justiça, para que todos fossem apanhados de surpresa.


      Mas a reunião era secreta? Os Oficiais de Justiça, que pagam religiosamente as suas quotas mensais, não têm de saber aquilo que vai acabar por lhes cair em cima? E só depois de cair e da gritaria é que lá aparecem os sindicatos para acalmar?


      A pergunta impõe-se: os sindicatos estão ao serviço de quem?


      Os Oficiais de Justiça estão cansados da opacidade com que são (des)tratados e muito gostariam de saber, em primeira-mão e pela mão dos seus sindicatos, de imediato, sem necessidade de implorar seja lá pelo que for, de todos os assuntos que lhes afetam a vida, sem ter de esperar os estados de choque, o pânico generalizado com a agitação e os “soundbites” da chusma por causa da nova alteração das regras.


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      O Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ), na sua nota informativa, veio dizer o seguinte:


      Que «foi convocado, ontem, para uma reunião urgente, no Ministério da Justiça, com a Senhora Secretária de Estado da Administração da Justiça e a Senhora Diretora-Geral da Administração da Justiça, tendo estado também presente o representante do SOJ.


      Fomos informados pela Senhora Diretora-geral que, na execução da extensão dos efeitos da sentença do Processo n.º 2073/09.1BELSB do TACL, aos oficiais de justiça que estavam na mesma situação dos autores da ação, por lapso dos serviços da DGAJ, detetou-se que foi contabilizado a totalidade do período da eventualidade aos oficiais de justiça abrangidos pelo Despacho Conjunto n.º 25/2005.


      Por essa razão, os serviços da DGAJ iniciaram os procedimentos administrativos para notificar esses oficiais de justiça do projeto de ato consubstanciado na devolução das quantias indevidamente recebidas e da consequente reconstituição da sua carreira.


      O SFJ já entregou o despacho da Senhora Diretora-geral ao seu departamento jurídico, que está a estudar a melhor forma de reação, para defendermos os Colegas que já receberam a notificação ou que irão receber a notificação da DGAJ.


      Apelamos a todos os sócios que tenham sido notificados pela DGAJ, ou venham a ser, que enviem cópia das notificações recebidas para o endereço de correio eletrónico: provisorios.eventuais@sfj.pt


      Importa também informar que este sindicato já desencadeou os mecanismos judiciais no sentido de o tempo de serviço prestado como “eventual” (independentemente do período temporal do mesmo) seja considerado para efeitos de progressão na carreira.»


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      Por sua vez, o Sindicato dos Oficiais de Justiça, SOJ, divulgou uma nota informativa onde diz o que segue:


      “O SOJ reuniu-se, dia 29 de maio, no Ministério da Justiça, com a Senhora Ministra da Justiça, a Senhora Secretária de Estado da Administração da Justiça e a Senhora Diretora-Geral da Administração da Justiça, estando também presente o SFJ.


      Iniciada a reunião, a Senhora Ministra da Justiça informou de que, por razões de agenda, teria de sair, não sem antes apresentar de forma sucinta a questão que seria melhor desenvolvida pelas Senhoras SEAJ e DG.


      A razão da reunião prendeu-se com o facto de, na execução da extensão dos efeitos da sentença do Processo n.º 2073/09.1BELSB do TACL, foi contabilizado aos oficiais de justiça que estavam na mesma situação dos autores da ação, por lapso dos serviços da DGAJ, a totalidade do período da eventualidade aos oficiais de justiça abrangidos pelo Despacho Conjunto n.º 25/2005.


      Nessa sequência, a DGAJ iria iniciar a notificação aos colegas em causa para procederem à devolução das quantias que entendia indevidamente recebidas.


      A matéria em apreço, até pelo impacto que causa na vida dos colegas, já foi colocada ao Gabinete Jurídico do SOJ.


      De salientar que qualquer decisão que venha a ser alcançada será extensiva a todos os colegas, sendo essa aliás garantia expressa pela Senhora DG.


      Os colegas, associados ou não, podem contar com o SOJ para a defesa dos interesses da carreira que representa, Oficiais de Justiça. Oportunamente, sobre a matéria e em tempo, nos voltaremos a pronunciar.»


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      Ao mesmo tempo, a comunicação social, especialmente pela mão da Agência Lusa, começou a difundir o assunto, embora sem grande rigor na informação, chegando mesmo a dar a ideia de que a sentença estava errada e que a DGAJ estava agora a corrigi-la, notificando para as devoluções.


      Entre outros, lia-se assim:


      Em título: “Mais de 250 oficiais de justiça notificados para devolver salário recebido a mais”.


      Salário a mais, dizem…


      «Em causa está a aplicação errada de uma decisão de 2023 do Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa que obrigou a DGAJ a contabilizar o "período probatório" dos oficiais de justiça para efeitos de progressão na carreira.»


      Aplicação errada, dizem…


      Ora, não há nenhuma aplicação errada, há apenas uma nova interpretação que vai no sentido de pagar menos, o que está a acontecer com as novas notificações que desconsideram a situação excecional daquele período concreto e daquelas pessoas, inventando uma diferente interpretação, significativamente economicista, que implica não só pagar menos aos que esperam, como exigir a devolução aos que já receberam.


      É óbvio que ambas as interpretações, sobre aquele período excecional, são válidas enquanto meras hipóteses lançadas à discussão, no entanto, haverá uma que será mais justa do que outra e haverá uma que já possui um passado, com todos os procedimentos legais cumpridos por todos os envolvidos e, desde logo, pela entidade responsável pelo pagamento.


      Não é por se mudarem as pessoas nos cargos que aquilo que antes era correto, agora passa a errado, ou vice-versa, desde logo porque essas pessoas, as umas e as outras, têm uma responsabilidade representativa do coletivo, e não pessoal, representando o Estado, não se podendo comportar como qualquer arruaceiro, desestabilizando tudo e todos.


      Uma vez que não é previsível que a entidade causadora da instabilidade venha a mudar de opinião, retrocedendo nos seus intentos, há que avançar – imediatamente – para a ação judicial, de forma a defender, não apenas quem acaba de ser notificado com os baixos valores correspondentes à desconsideração, como ainda defender quem recebeu de forma correta os valores devidos e agora são impetrados para os devolver.


      Os sindicatos devem vir, sem qualquer demora, anunciar que vão contestar a decisão da ministra da Justiça e da sua equipa, desde logo com a propositura de uma ação, mas também, desde já, com uma ação de luta inamovível que passa pelo decretamento de uma greve específica para forçar a entidade a mudar de opinião, porque o pode fazer, assim se fazendo justiça.


      Caso os sindicatos optem em continuar a manter as mesmas relações cordiais com a entidade governativa, continuando de costas voltadas para aqueles que devem defender a todo custo, sem agir imediatamente, então que os seus respetivos associados tirem as devidas e incontornáveis ilações.


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      Fontes: “SFJ-Info-30MAI2025”, “SOJ-Info-30MAI2025”, “Lusa/RR” e “CM”.

Comentários

  1. Jorge Sampaio31/5/25 08:34

    Curiosamente, ou não, sobre o facto de, terminado o prazo imposto pela própria DGAJ  para notificação de todos os OJ , haver muitos, como é o meu caso, que ainda não foram notificados, nem a DGAJ, nem os sindicatos, dão qualquer realce ao facto, não achando os azarados OJ merecedores de qualquer explicação.
    Será que em tal reunião o assunto também foi abordado? 
    Será que o sr. Bloguista sabe de algo?
    Com sindicatos destes, livrem-se dos mesmos, como eu há fiz, depois de 27 anos a pagar .
    Pois é depois de mais um dia de ansiedade e stress, a notificação não chegou e a explicação para tal também não.
    Tudo como antes no quartel de Abrantes 

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  2. Acho que muitos desses potenciais interessados nem sequer irão reclamar.
    Já estavam tão habituados a estar caladinhos fechados em copas que me parece difícil agora mudarem assim de repente.
    E fazer greve muito menos, também já devem ter perdido o hábito...
    De qualquer modo, o que importa é que todos percebam quão vulneráveis estamos ficando cada vez mais à mercê das arbitrárias criaturas que comandam os nossos pacificados destinos.

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  3. Mudança nas direções dos sindicatos e alteração estatutaria para haver simplicidade na apresentação de listas . O pluralismo é…

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  4. Como é só LOVE entre o SFJ e o SOJ, aqui vai:

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  5. Exelente  análise e interpelação  aos sindicatos. 
    Por mim, os visados deviam fazer greves especificamente a decretar, até  que a  injustiça agora  criada seja  tevertida.


    Chega de brincar com a vida das pessoas. 
    Eventuais facam-se unir e apelem à  GREVE ESPECIFICAMENTE para os EVENTUAIS  visados.


    Eu alinho!
    Estou cansado de trafulhas!

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  6. Os OJ que começaram como eventuais têm sido dos mais prejudicados, anos de eventualidade, congelamento entre 2005 e 2008, novo congelamento entre 2011 e 2017. Só tempo perdido. Grande injustiça.

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  7. "A pergunta impõe-se:
     os sindicatos estão ao serviço de quem?"

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  8. Bom dia.
    O mais extraordinário é a cortesia, o mel, a subserviência que para ali vai.
    Mas que porra de sindicatos temos que parecem cães amestrados.
    Não corrigem as notícias falsas, não contestam logo, não vão logo para a guerra.
    É claro, óbvio, natural,  que só com uma ordem de um Juiz na sequência de uma decisão judicial é que se pode fazer este tipo de desconto a um funcionário.
    Enganaram-se????

    ???
    Vão ter com o gajo que o fez.
    Não temos nada a haver com isso.
    Já estava na altura de entrar com uma queixa crime por abuso de poder contra a nova diretora Geral.
    Parece que só assim é que aprendem.
    (Já agora, gostava de saber como é que está a queixa crime que o SFJ fez contra a ex-diretora geral)
    O que mais nos poderá acontecer??
    Lixados e arrumados com um novo estatuto miserável, deplorável, fruto de um delírio de dirigentes sindicais fracos e de uma ministra que sabe bem ao que vem.
    Falta atroz de pessoas nas secretarias.
    Dos mais mal pagos das carreiras especiais.
    Obrigados a aturar  a prepotência, arrogância, a falta de educação, formação, saber estar, das sumidades que andam pelos Tribunais.
    Órgãos de gestão, administradores, secretários, estatística, objetivos e o raio que os parta.
    Ordenados de merda, zero expectativas de progressão, de valorização, de alguma compensação por termos que trabalhar por dois ou três.
    Condições de merda, material informático acabado, com secretarias quentes no verão e frigoríficos no inverno.
    E agora, após 14 anos à espera de uma decisão judicial que sabíamos que nos ia ser favorável, ainda tivemos que esperar mais de dois anos para fazerem as contas e começarem a pagar a toda a gente.
    E depois, no fim, é pá, desculpem lá, aqui a malta enganou-se nas contas, agora vão devolver 20.000 euros.
    Mas está tudo maluco??????
    Isto não tem limites??
    Proponho uma semana de greve de zelo.
    Picar o Crhonus de manhã e recostar.
    Assédio moral, mobbing, seja lá o que lhe querem chamar, temos muitas desculpas.
    Neste momento os Oficiais de Justiça não tem condições nenhumas de desempenhar as suas funções na plenitude.
    São muitos e muitos anos disto.
    Já não há paciência.
    Processos disciplinares??
    Vão fazer o que??
    "Despromover" os adjuntos??
    Não promover os auxiliares??
    Cortar as pernas à valorização e progressão na carreira??
    Qual carreira??
    Esta carreira plana??
    PQP.
    É o que eu penso.
    Temos andado tempo demais a ser cordeirinhos.
    A reboque de sindicatos de m...
    Está na altura de sermos nós, Oficiais de Justiça a resolver isto.
    Abraço.
    TT

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  9. És tão engraçadinho mas tao ridículo !
    Ah.( 2 seg) .Ah (2 seg ) ..Ah. ( bocejo )

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  10. A contagem do tempo de eventual para efeitos de progressão na carreira é mais que justa, estamos a falar de tempo de trabalho prestado, e isto sim, deve fundamentar novo recurso aos tribunais.
    O mesmo já não digo quanto a retroativos salariais, já que prefiro, sem qualquer dúvida, que sejam compensados por aumentos salários que garantam um futuro mais digno para todos os OJs.
    Mas recorrer ao direto à greve, banalizando mais uma vez este direito e uma arma preciosa dos sindicatos, é ridículo e pouco inteligente.
    Sendo o direito à greve uma conquista do 25 de abril, é curioso como os direitolas, liberais e Chegamos extremistas se põem logo em bicos de pés a querer fazer greve.
    Lembro os Cheganos que o antigo regime de que têm tantas saudades, considerava estes ideais apenas " espasmos intestinais" dos subversivos.
    Sejam coerentes sff

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  11. Esta nova situação, bem como a dos adjuntos que estão a ser vergonhosamente prejudicados na transição para a nova carreira nunca aconteceria em outras carreiras porque os respectivos sindicatos paralizariam de imediato os serviços. Por aqui vai-se mantendo o segredo e subserviência para com a tutela. Sindicalistas de m****!

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  12. Estás com tanto medo desses mas a carreira é humilhada pelos donos disto tudo. Continuem assim que estamos bem. A carreira no fundo mas a culpa é do chega e da il ahahahaha acorda pá. Depois de mais uma humilhação, vens falar de partidos que nunca governaram. 

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  13. Ainda ontem referi o mesmo. Esta humilhação é mais que suficiente para uma resposta decente da carreira e a nossa única forma de nos fazer ouvir é através de greves. A resposta de um suposto colega virtual foi: “não queres é trabalhar”. Esse corajoso virtual certamente não foi lesado em dezenas de milhares de euros. 

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  14. Greve já! Defendam-nos! 

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  15. Houve um “colega” que respondeu ao artigo de ontem dizendo que não deveríamos avançar para greves por “motivos fúteis”. Este tipo é um dos responsáveis pelo estado da carreira. Mais um que gosta de ser humilhado e que contribuiu para o estado da carreira. Somos os primeiros a nos desvalorizar e a adorar fazer a vénia aos outros. Tenha orgulho próprio colega! Você pode não ter sido lesado mas há colegas que terão de devolver milhares de euros. Tenha compaixão! Defenda os seus! 

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  16. É a sua opinião 
    Eu dou os parabéns a ambos os sindicatos pelo caminho percorrido no último ano.
    Não é subserviência, é reconhecimento do mérito de algumas medidas e da legitimidade em serem tomadas determinadas orientações políticas reformistas por parte dos governos, democraticamente eleitos.
    Sendo notórias as enormes conquistas que esta reforma consagra, desde o fim do trabalho não remunerado, a elevados acréscimos salariais, foi a atitude correta dos sindicatos, sem prejuízo de reivindicarem melhorias em muitos pontos.
    Estão aqui para fazer parte da solução e não do problema.

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  17. Certissimo!


    Cordeiros  mansos  estes sindicatos!!
    E é  verdade onde anda esse parecer juridico??


    O Sr Bbloguer, lembra-se?
    Pode informar  alguma coisa sobre esse parecer? E esclarecer? Pois pode ajudar a avivar os sindicatos  também. 


    Obrigado  a quem saiba alguma coisa sobre esse parecer jurídico.

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  18. É completamente ilariante ver fascistas do chega a defender que se avance para greves, uma conquista de abril.
    Só comprova que não fazem a mínima ideia porque votaram chega,  tirando ser uns parasitas que culpam o sistema da sua incapacidade de ser alguém na vida.

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  19. Mais do mesmo, reuniões secretas entre traidores e galerias de arte.
    Consta que há beneficiários[as], que vão ter a bondade de devolver o graveto que receberam, a expensas das[os] nabas[os] que mensalmente pagam quotas, cujo autor nesta e noutras matérias, não tem coragem de assumir, que deixou noventa por cento das[os] interessadas[os] p'ra trás...
    Mais uma secreta?!
    Bom fim de semana quente para todas[os].

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  20. Bom Dia,


    E incrivel como qualque situação se leva para a politica e pior ainda quando a politica se leva como se fosse um clube de futebol.

    Se o chega é fascista, então o que serão os partidos de extrema esquerda  (BE) e  esquerda classica (PCP) e outros  , que apoiam as ideias comunistas (Fascismo de esquerda)  que deram origem a milhões e milhões de mortos por todo o lado onde foi implementada e onde ainda hoje se podem ver os seus brilhantes resultados no que torna a conquistas abrileiras nos seus respetivos paises, temos Cuba, Venezuela, China (paraiso para as liberdades individuais) como paraisos terrestes que o colega com certeza logo que possa irá imigrar para viver as suas fantasticas realidades.

    Tambem possivelmente se cai num erro comum, quando se apela o Nazismo de Fascimo de direita sendo que o partido Nazi era um partido socialista  (Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães ) logo de esquerda.

    Eu não voto chega pelas ideias economicas, mas sou Liberal e de direita e isso não faz de mim um monstro ou um fascista faz de mim alguem ideias contrarias as suas e que em democracia aceita as suas ideias mesmo que as ache menos corretas-

    Para a  esquerda (BE / PCP )  a democracia so acontece quando estamos de acordo com as suas ideias, ao contrario, somos todos anti-democratas fascistas, e ate neste caso parasitas.

    Não esquecer que foi a esquerda com as suas greves e ideologias que deu cabo da penisula de setubal e arrasou com industrias e estaleiros altamente qualificados e que empregavam milhares de pessoas e que hoje não existem ou são irrelavantes em termos mundiais. Ex(Lisnave)
    Mas eles não tiveram culpa, deram cabo em nome do povo...
    Logo estão desculpados.

    A minha mãe que ja tem alguma na sua sabedoria relembra sempre duas frases que se aplicam muito bem ao pessoal de esquerda ...

    (...)
    Todos roubam mas os de esquerda roubam em nome do povo, logo o povo perdoa.

    O que é teu é de todos  mas o que é  meu é meu.
    (...)

    Duvido tambem que o colega saiba porque vota na esquerda. 

    PS :  A liberdade do 25 de Abril vinha atrelada uma ditatura de esquerda que so foi parada no 25 de Novembro. (esqueceu de mencionar essa parte..) e um arrebentar da economia com o grande Defensor das liberdades o saudoso Vasco Gonçalves.



    Saudações Democraticas...

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  21. CURIOSO É QUE AS NOTIFICAÇÕES OCORRERAM DEPOIS DE TER TERMINADO O PRAZO PARA APRESENTAÇÃO DAS LISTAS NO SFJ.


    CURIOSO

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  22. Como Elas Mordem31/5/25 13:46

    Alerta Marçal!
    O Governo de Portugal prepara-se para revogar, até final do mês, o DL 27/2025.
    Consta que, na prática, simplesmente para o substituir por uma nova Lei, com o apoio da IL e abstenção do PS, basicamente visando retirar o grau à carreira e limitar significativamente o direito à greve com a implementação de serviços mínimos ao critério discricionário das magistraturas.
    Reservando-se ainda mais algumas surpresas a contemplar no novo EOJ, de cujos trabalhos está definitivamente afastada a participação de qualquer órgão representativo dos trabalhadores.

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  23. Semeador de Caos31/5/25 14:01

    Note que, segundo os comunicados, pelo menos o SOJ foi completamente transparente enquanto o SFJ foi omisso relativamente à presença da ministra na malfadada reunião.

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  24. Greve específica?
    Então renegam a minha solidariedade, que já vem de há mais de 20 anos!?

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  25. Concordo que foram, muito.
    Mesmo assim, é bom não esquecer injustiças ainda mais gritantes, como por exemplo casos reias de adjuntos há quase uma década, que entraram para os tribunais em finais do século passado, e que atualmente auferem vencimentos inferiores a alguns desses oficiais de justiça que foram eventuais entre 2001 e 2005.

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  26. 12'01:
    Fiel seguidor e assistente de Plenários, mas não sabe ler/ interpretar a lei.
    Quando há prejudicados nisto, ninguém fala assim, mesmo beneficiado.
    Só faltava agora a devolução de valores pagos, face ă duração longa para cumprir a sentença de um tribunal, por sua vez bem longo na duração do processo.
    Só com o Justik Service Desk, a tratar de dash boards, chat bot,   custos disto(?) vai tudo ficar inteligente e erros de cálculo/ interpretação(?) nunca mais nesta vida.É só acreditar...

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  27. Ok, já vi que continuam sem perceber.
    Eu sei que pretender que um Chegano tenha consciência política e saiba a razão dos seus atos, é pedir de mais, mas não custa tentar.
    A culpa do vosso insucesso é do sistema, não é "filho"?
    Deves ser contra o atual sistema não é "filho"?
    Precisas de um ventoinha que altere o sistema para poderes singrar na vida, não é "filho"?
    Ainda dizem mal dos emigrantes!
    Fazem mais pela economia deste país do que vocês, seus parasitas dependentes.
    Eu vos dizia quem deportava.

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  28. Havia necessidade de reforma na Justiça?
    Então por que fazê-la de forma unilateral sob a forma de DL e não por meio do instrumento democrático que existe na AR que é a Lei? Já que parece ser tão apologista do sistema plural.

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  29. Isso.
    Seja solidário e não atire merda para a ventoinha.
    Com esta DGAJ e este Governo nunca se sabe...

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  30. Não compreendeu. Greve específica ao assunto e não a uma lista de temas e não só para lesados, obviamente.

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  31. Colega,  não  se renega ninguém.
    Apenas quis  dizer que neste caso em concreto os afetados são  os eventuais, pelo que serão  os interessados.
    Mas louvo e agradeço  a solidariedade que eu também  tenho com todos  os injustiçados, quer nestd caso quer em todos. 
    Obrigado colega pelo seu pensar.

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  32. Deve estar a falar do pseudo-operário que faria corar de vergonha o genuíno operário que morto e pálido jaz e arrefece nos escombros do 25 de Abril de 74.
    O subserviente que defende que o mérito sobressai é onde não há concursos públicos e o trabalhador precisa de andar sempre na linha e implorar pelas poucas migalhas que lhe são concedidas em contraposição com o valor que produz, salvo honrosas exceções de empreendedoras e humanas pessoas que também temos cá em Portugal no nosso tecido empresarial, diga-se que, nessa vertente, até bem melhores pessoas que muitos dos gestores públicos deste burgo.

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  33. Esses cheganos devem ser mesmo tótós!
    Então mordem a mão de quem votou neles?
    Se é verdade o que diz, que andam a dizer mal dos emigrantes que votaram mais neles do que em qualquer outro partido.
    Ou então há outros burros por aí escondidos com orelhas de fora...

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  34. Por estas atitudes de injustiças  de quem tem tido poder de decisão  ai lingo de 50 anos, é  que nunca mais  levam um voto meu.


    Por isso voto checha e nunca mais, mas nunca mais mesmo os que me têm  roubado e mentido nesta profissão  levarão  o meu voto!
    Chega mesmo!


    E esta de interpretar a sentença  ao contrário  no ultimo dia, foi mesmo o rebentar!


    Mas CHEGA  mesmo!

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  35. Numa palavra:


    Vigaristas!


     

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  36. Vao dois!
    Nunca mais!!

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  37. Sr bloguer pode informar alguma coisa sobre o dito parecer  que dgaj estaria à  espera quanto a pagamento dos eventuais? E nunca mais foi falado?


    Obrigado 

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  38. Saúdo o espírito democrático e respeito os liberais.
    Mas intitular-se liberal e votar num partido xenófobo que promove a deportação de pessoas por motivos raciais, com fundamento, entre outros, de que o Estado deve garantir que o empregos são para os cidadãos puro sangue lusitano, parece me um bocadinho contraditório e antiliberal.
    Não atirem areia para os olhos, vocês são racistas e antiliberais.
    Querem um Estado forte e omnipresente que lhes garanta uma vidinha boa, mesmo que amordaçados. 

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  39. Mais um balão de oxigénio para o Chega.
    O cunhado do ministro da presidência arrematou hoje a sua justificação no caso dos helicópteros - agora já parece fazer mais algum sentido aquele especial interesse em andar de colete vestido à procura de helináufragos - com o facto de não ter sido constituído arguido.
    Todos sabemos, especialmente o Ventura, que enquanto Luís Filipe Vieira foi presidente do clube ninguém ousou tocar-lhe nem nos que lhe eram próximos...
    Continuem a atirar areia para os olhos do povo, acabarão por crescer ilhas que se transformarão num grande continente no nosso parlamento, à semelhança das ilhas que os chineses estão a criar no pacífico a partir do atolamento de corais.

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  40. Sobre este assunto, desde 2023 (há 2 anos) que temos publicado vários artigos e temos mantido alguns em destaque no cimo da pagina para que todos possam saber tudo sobre o assunto. Basta consultar, pois a informação está disponível em permanência.

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  41. isso é algo como uma teoria da conspiração que não faz sentido algum. Ainda que diga que foi depois das eleições legislativas...

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  42. Supostamente era só para inglês ver, mas depois LFV abdicou por amor ao clube e porque sabia que a sua continuidade estava assegurada pelo vice que lá se vai mantendo, e só foi condenado porque se tinha afastado.
    É sempre assim, com Sócrates foi a mesma coisa, ninguém lhe tocou enquanto malbaratava isto tudo.

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  43. Chega de Esperar pelo Tempo Perdido


    O tempo, esse aliado implacável dos que perseveram, foi vilmente aprisionado no limbo das carreiras públicas. Congelado, ignorado, silenciado – como se a vida dos oficiais de justiça pudesse ser posta em pausa por decreto. Anos de dedicação, competência e sacrifício foram engavetados sob a promessa vazia de um “reajuste futuro”, que até hoje nunca veio.


    E onde estavam, durante esse congelamento brutal, os que se autoproclamam representantes da categoria? Em reuniões protocolares, redigindo manifestos que jamais saíram do papel e afagando vaidades institucionais. Os sindicatos dos oficiais de justiça, com honrosas exceções, preferiram o conforto da omissão ao desconforto da luta. A categoria ardeu em silêncio enquanto as lideranças se ocupavam de salvar aparências.


    Hoje, porém, o tempo urge – e com ele, a consciência desperta.


    Não é mais admissível que o tempo de serviço, elemento fundamental na evolução funcional e na valorização do servidor, continue congelado como se os oficiais de justiça tivessem deixado de exercer sua função durante a pandemia. Ao contrário: nunca foram tão exigidos, tão essenciais, tão expostos.


    Urge exigir a recuperação do tempo congelado com a força que só a verdade e a justiça carregam. Não há mais espaço para a retórica vazia dos que falharam em nos representar. Chegou a hora da base fazer ecoar sua própria voz – firme, altiva, irrecusável.


    Se os sindicatos não marcham à frente, que não se coloquem no caminho. O tempo perdido precisa ser restituído. Não como favor, mas como direito. E se para isso for necessário ultrapassar a letargia institucional e expor os cúmplices da paralisia, que assim seja.


    O relógio da justiça não espera. É hora de fazer o tempo correr a nosso favor.

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  44. Muito bom comentário. Concordo, há que avançar para a luta sem hesitações.

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  45. Senhor blogger haverão ingressos no movimento de julho? Haverão novas contratações (seja por movimento ou novo concurso) em 2025? 

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  46. CHEGA mesmo!


    Para mim foi a gota de água com este despacho para  devolver o justo.
    Terminaram os partidos que vocês  dizem democratas


    Jamais 

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  47. Para não falar sem saber, consultei o referido despacho conjunto 25/2005 que passou, além do mais, os 571 funcionários eventuais a definitivos.- Esses 571 haviam sido admitidos antes, em 2001, a titulo eventual, nos termos do 183° do DL 376/87 ( o Estatuto) , mas observando-se o art. 55 , 3 e 4, ou seja, o tempo considerado PROVISÓRIO, em igualdade com os admitidos sem ser ser pela via de  "eventual". 
    Tudo certo até aqui. Nāo entendo é como se chegou a essa lista de 571, qual ou quais os " movimentos" ou sejam, os concursos públicos para se aceder a uma vaga de eventual em determinado Tribunal? Era  decisão  da chefia local? Assim sendo, com tanta gente envolvida,  (571!)  sem concurso em igualdade com os restantes, já nessa altura era tudo um pouco esquisito.
    Agora, está para este comentador claro que houve quantias pagas a mais, contrariando a lei.Só me espanto ( ou não) , como é que  decorrido tanto tempo desde a sentença e 1 empresa a fazer cálculos além da DGAJ, não tenham havido pessoas a ver toda a legislação aplicável e além dos responsáveis maiores, também os sindicatos e os beneficiados  nāo foram rever a legislação.
    Provisório e eventual não significam a mesma coisa e fui as duas em alturas diferentes.
    Se alguém detetou o erro e porque lhe convinha, e lhe era favorável o erro,  na altura do cálculo não o  denunciou, só fez mal também para os restantes nas mesmas condições.
    O seu a seu dono.Todos somos contribuintes e pagantes de impostos.

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  48. Em Portugal há muito boa gente que pensa que a expressão " estar no Poder" não passa dum eufemismo como na maioria das grandes democracias europeias, mas por cá significa literalmente isso.
    E o grande problema é que se vai perpetuando o conceito em virtude do povão não querer combater isso mas muito pelo contrário ainda desejar é um dia poder vir a ser como aqueles que cíclica e alternadamente se vão sentando lá na cadeira.

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  49. E aos Sindicatos e aos ditos eventuais  de 2001 a 2005
    Já  pensaram porque, mesmo dgaj querer aoenas contabilizar 1 ano


    Porque não  contabiliza o ano de 2001?
    Ao invés  de contabilizar o ano de 2004?


    Pensem nisso
    E sr oficia de justiça  bloguer, pode fazer diuso um tema para artigo também?


    Obrigado 

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  50. O rapaz,  acorda. A posse foi ordenada  pela dgaj.  Achas wue s chefia ia chamar  para iniciar  funções??


    Eu fui vontactadonprla dgsj osra iniciar  funções  e tenho  um comprovativo  dd inicio de funções  com drscontos pars a cga

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  51. Anónimo1/6/25 11:29

    31 maio, 20'51:
    Nem este comentador ou outro respondeu à pergunta sobre o concurso/ movimento em que concorreram.
    A posse ordenada pela DGAJ isso  tinha de ser sempre, mas porquê para si para aquele lugar e nāo para outro que o pretendesse?
    Foi por contacto pessoal com a Chefia local que se apresentou como candidato a eventual? E foi assim com 571? É que nāo consegui averiguar em que movimentos foram colocados tantos e ninguém ainda aqui  disse como acedeu ao lugar naquela altura.
    Porque será?
    Alguém eventual,  é alguém que está tipo a contrato, podendo ser mandado embora mais tarde  por não haver já necessidade.
    O período provisório com a duraçāo da Lei, está sujeito a relatórios positivos, para se ficar efetivo ou ir embora, nada tem a ver com eventualidades.
    Com o despacho conjunto 25/2005 e ao invés de poderem ir embora porque eram eventuais e eram necessários,  estabilizou-se o vínculo que se tornou efetivo, sendo que na admissāo ao abrigo do 183 do dl.376/87, havia sido salvaguardada a sujeiçāo ao período provisório mínimo de 1 ano.
    Se nesse período de 1 ano os colegas das chefias na altura não propuseram a saída de nenhum eventual ( e podiam) é porque todos tinham aproveitamento no trabalho que faziam, limitando-se o despacho conjunto  a normalizar .
    Já na altura se geria (bem?!) na nossa área  dos o..justiça, lol.... O pessoal a trabalhar tanto no dia a dia  é que nem dava conta.

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  52. Anónimo1/6/25 13:20

    Bom dia caros colegas. Aqui, não há mas, nem meio mas, a sentença tem que ser aplicada a todos. Oh, agora quem devia dar o exemplo também já não cumpre as sentenças judiciais.  Não,  há ca interpretações,...há sim que cumprir uma decisão.  É,  vergonhoso que ao fim destes anos todos tenhamos chegado aqui. Falta de respeito por toda uma classe, principalmente os eventuais , nos quais me incluo. 
    Pois, roubaram-me e continuam a roubar-me. 

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  53. Anónimo1/6/25 21:57

    Eu fui eventual de 2001 a 2005 de pois de três meses de estágio no funchal. durante os quatro anos fui contactada telefonicamente para exercer funções em vários tribunais e eu fui. Fazia descontos que não eram entregues às entidades competentes e fazia tudo o que me mandavam... já me sentia uma oficial de justiça e não uma eventual ou provisória(na altura nem estava alerta para a diferença...). A DGAJ teve a lata de nos deixar neste limbo 4 anos, sem direito a subir de escalão, o que aconteceu só em 2007 ou 2008...Fui autora da ação na qualidade de eventual e os juiz não me excluiu... presumo que equiparou a eventualidade a provisória, porque depois ordenou à DGAJ que me pagassem... esta quis ir mais além e em vez que pagar só aos 500 subscritores, pagou a todos e bem. Os cálculos estão corretos porque se reportam aos quatro anos que estivemos a marcar passo... e agoram querem pagar só 2 ou 3 mil euros? e eu pergunto: então porque é que aqueles que não foram eventuais de 2001/2005, estão a receber 6000 euros por um ano de provisórios?   

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  54. Anónimo2/6/25 13:43

    1/6, 21:57:
    Contacto telefónico para exercer funções? Só visto.
    Sem qualquer concurso público com outros que pretendessem aquela(s) vagas e o despacho de 2005, ainda normalizou o assunto. Não é que agora isso tenha a ver, mas não se podem queixar de uma admissāo assim efetuada. Abençoado Santana Lopes.
    Todos esses eventuais,  deviam era nessa altura , 2005, concorrer ăs vagas existentes mas em movimento judicial, vulgo, concurso público, com os restantes mencionados nesse despacho de 2005 , em igualdade de condições de acesso.
    Injustiças na justiça.
    V. tendo sido autora na açāo, parece que não leu a "sua" sentença, dado que presume a equiparaçāo.
    O futuro dirá mas entendo que não devem pagar mais que 1 ano, tais foram as condiçóes de admissão na altura ( 2001). É só ler.
    Os juristas e Magistrados que façam melhor. 

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  55. Anónimo2/6/25 21:16

    Presumo que pela antiguidade, a qual ao longo dos anos se foi traduzindo em vencimentos mais robustos decorrentes de escalões mais elevados?...

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