Os “soundbites” que Marçal não quer ouvir

      Diz o ainda presidente do maior sindicato dos Oficiais de Justiça, na sua pequena crónica semanal no Correio da Manhã, que os sons e chavões provindos das pessoas que usam as redes sociais, são “avessos às responsabilidades”, “o mais das vezes hostis”, “barulhentos” e “vazios”.


      Reflete Marçal sobre o sindicalismo, partindo do conceito de “uma força fundamental para a dinamização dos trabalhadores e para a construção de uma sociedade mais justa, assente nos princípios fundadores do movimento sindical”.


      Ora, os “princípios fundadores do movimento sindical”, a que se refere Marçal, remontam já a um bom par de séculos, desde logo ao século XIX, embora haja notícia e documentação da existência de agremiações operárias desde muito antes, pelo menos desde o século XV.


      No entanto, estamos, para o bem e para o mal, em pleno século XXI e, neste século, os trabalhadores podem (e devem) expressar-se por formas e vias diferentes, muito diferentes, das do século XIX ou dos séculos anteriores, hoje, com apenas um dedo desde a palma da sua mão, enquanto viaja, desde a tranquilidade da sua habitação ou do assento sanitário.


      O trabalhador do século XXI tem opinião e manifesta-a quando e como quiser, mesmo que seja de forma errada, e isto não pode ser considerado incorreto, desviante ou prejudicial, nem os sindicatos devem voltar as costas a estes trabalhadores do século XXI por se comportarem como gente do século XXI e não como gente do século XIX.


      Como bem diz Marçal, “Num tempo de profundas transformações sociais e laborais, todos temos de estar atentos”, sim, atentos, mas atentos a tudo e a todos, para captar tudo de todos, mesmo daqueles que mal de nós possam falar, seja nas redes sociais ou seja lá onde for, e especialmente desses e não apenas deixar-se prender na atenção dos habituais fãs seguidores, normalmente desprovidos de qualquer construção crítica, mas sempre imbuídos de uma pronta aclamação.


      A defesa dos direitos dos trabalhadores implica a audição e o conhecimento de todos os pendores existentes, sejam os bons, os maus, ou os assim-assim. Não é lícito a nenhum representante dos trabalhadores escolher ouvir uns em detrimento de outros e, muito menos, excluir os mais críticos por demonstrarem essa criticidade, ora expressando-se melhor, ou pior, ora fazendo-o aqui ou ali.


      Muito bem diz Marçal quando afirma que “Nenhum Sindicato funciona com unanimismo, e todos que dele fazem parte devem reagir, assumindo as suas posições, concordantes, ou discordantes, em prol da construção de melhores soluções.” E diz isto misturando os ditos “soundbites” aos quais apela para a renúncia desde o título do artigo: “Não aos soundbites”.


      Mas, pelo contrário, consideramos que devemos dizer: “Sim aos soundbites”; isto é, “sim” a toda e qualquer expressão provinda de todos e de qualquer trabalhador, saiba ele expressar-se melhor ou pior, faça-se entender à primeira ou nem à terceira; é necessário apreender a sua mensagem e não a abrenunciar à partida.


      Continua Marçal a sua opinião assim:


      “Os momentos de tensão, nos dias que correm, são a sua grande maioria, pelo que a assunção, pelos seus dirigentes, de soluções, não mágicas, mas reais, torna o sindicalismo um desafio diário e inacabado.”


      Esse desafio constante e esse sindicalismo inacabado não é um aborrecimento, nem um contratempo, é uma necessidade e uma necessidade imperiosa de sobrevivência. Marçal já só está a completar calendário, pelo que cabe à sua sucessora ponderar muito bem estas questões e autoimpor-se uma atitude muito mais alinhada com aqueles, todos e tantos, que vai ter a responsabilidade de representar.


OrelhaGigante+DDOJ.jpg


      Fonte: “CM-SFJ”.

Comentários

  1. S sucessora vai trazer mais do mesmo. Pois não é que um tal de Fernando Jorge ainda se mexe por esse sindicato. Estais à espera que aconteça algo diferente!!! 

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  2. Nem sequer mudam as moscas.

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  3. No SFJ nem sequer mudam as moscas...

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  4. O plenário de ontem em Sintra é demonstrativo do estado da classe. A maioria foi para o plenário sem qualquer preparação, não devem ter lido sequer o decreto-lei. Perdeu-se uma boa oportunidade para as questões que realmente interessam. Em Sintra ainda ninguém percebeu a questão da disponibilidade permanente e do pagamento do trabalho suplementar. Demasiado ruído e pouco interesse em ouvir respostas. 

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  5. ehehe


    esse fernando jorge o que  legado deixou?
    zerrrrrroooooooooooooooooooooooooooo

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  6. Taxos e taxinhos
    se tens jeito para isso, alista-te

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  7. Hoje não está aqui a interpelação diária do SFJ sobre os promovidos?


    tenho que ser eu hoje a colar?

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  8. Bom comentário!

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  9. "Caro colega, lamento informar, mas não me posso 'alistar' — para isso teria de alguma vez ter pertencido a essa ilustre associação de malfeitores."

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  10. Silêncio ensurdecedor

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  11. Mesmo que de forma errada??
    Então quer dizer que vale tudo??
    A discussão é então para nivelar por baixo, sem elevação e sem conhecimento do que se fala?
    A imbecilidade de uns deve valer tanto numa discussão sobre determinada matéria, como o conhecimento que outros adquiriram durante esforços de anos e anos? É isso?
    Liberdade, sim !! Mas com responsabilização sobre o que dizemos. E isso passa também pela sua forma.
    Lá porque gritamos mais alto e usamos de brejjeirice e insulto, não quer dizer que tenhamos razão.
    Nos dias de hoje, a ignorância e o mal andam de mão dada. E têm muito por onde se espalhar, sem consequências.
    E o mal nada mais é que a ausência do bem.

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  12. Sim, mesmo de forma errada, porque a ignorância não pode ser abafada, mas esclarecida, pois caso seja abafada, sempre será ignorância.

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  13. É tudo muito lindo, mas sabe-se que alguns dos artigos do DL são iminentemente ilegais, trazem prejuízo aos OJ, e, no entanto, estes, nos quais me incluo, nada estão a fazer para que os seus direitos não sejam vilipendiados! 


    Com base neste imensa "mansidão" o MJ "desenha" as coisas à sua maneira e proveito, e outra coisa não seria de esperar!


    Falava-se de um grupo do Norte, do Minho, onde residiria uma especie de resistência, de OJ com pensamento bem defenido e com vontade de agir, mas ... onde estão esses nossos colegas?!!


    Não tenham dúvidas, é tempo de agir, e se os sindicatos nada fizerem, então teremos de ser nós a faze-lo!


    Abraço

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  14. Como alguém disse
    Malfeitores mesmo

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  15. Realmente é duma injustiça gritante. Mas o próximo movimento (julho) vai ser possível sair do sitio onde estão e aproximar de casa, uma vez que no movimento de julho (todos) podem concorrer e a graduação da lista vai ser feita com os adjuntos em primeiro lugar (por terem tido 1 promoção) e depois conta o tempo de  serviço. Pelo menos foi o que foi transmitido pelo SFJ durante o plenário.

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  16. O SFJ está tão estagnado que não há nem uma troca simbólica — é o mesmo ambiente, com as mesmas pessoas, práticas, e vícios de sempre.

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  17. Esteve aberto período para apresentação de listas alternativas para as listas do SFJ, onde esteve até agora...
    Não quer responsabilidades ?
    Ou apenas dizer mal sem apresentar soluções!!!!!

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  18. É certo que (todos) podem concorrer, mas e se os que já estão nesses tribunais, que entraram nestes dois últimos movimentos, por exemplo, não concorrerem? Como irão esses mais "velhos" ir para o lugar já ocupado?

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  19. colega obrigado por essa informação, 
    só não entendo que o  SFJ não comunique com todos essa informação

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  20. Concordo, só vicios e quem for do contra é arredado.
    è como os partidos politicos.
    Muito triste.

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  21. O Marçal é apenas mais um que não percebeu ainda que os tempos mudaram e muito! Acabaram os donos da democracia, arrogantes, superiores  e com a mania que o país é seu. Os grandes lutadores contra a ditadura e blá, blá, blá. Esquecem - se que para a maioria dos portugueses o 25 de Abril e o 1º de Maio são apenas mais um feriado, conveniente para não ir trabalhar e ir à praia ou ao "shopping". O papão da censura e da falta de liberdade já não assusta ninguém, até porque já quase ninguém se lembra disso, para além dos dinossauros patéticos que por aí vão andando até à inevitável extinção. Já quase não existe classe operária e a que existe já não luta por pão para os filhos mas sim por, legitimamente, ir viajar, passar férias, comer e beber bem, comprar um carro, dar um curso aos filhos, comprar bons produtos de consumo. Já não andam vestidos com farrapos e a vergar as costas aos latifundiários e patrões. Esses tempos acabaram excepto para a mentalidade dos carolas comunistas e para a da maioria dos socialistas. A realidade é outra, muito diferente e quem não se adaptar a ela vai desaparecer, muito em breve. Também no sindicalismo, a realidade é outra: as grandes conquistas destes sindicatos, conseguidas totalmente à revelia dos trabalhadores, também elas estão desajustadas da realidade e dos anseios dos oficiais de justiça. Por cada cavadela, descobre-se mais uma minhoca. Por troca por um nível 3 e uma integração do SRP, criaram - se não sei quantas injustiças, qual delas a mais flagrante. Tudo à socapa e com mais um anacronismo: têm um "site" próprio, têm os endereços electrónicos  e os telemóveis dos associados, mas que em vez de servirem para informarem os associados e os manterem actualizados sobre as negociações que faziam ás escondidas, só servem para divulgar mais uma festança de sardinhas e entrecosto ao som do Quim Barreiros.

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  22. como é que é???


    A sério que disseram isso no plenário?


    Não acredito

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  23. Completamente

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  24. EXCELENTE ...Parabéns.

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  25. Lousanenses, tenho muita pena de vós.

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  26. Anónimo, 12'58
    Na verdade, não era difícil convocar Plenários nem que fosse só em locais com maior número de Of. Justiça a trabalhar e expôr aí as propostas sindicais, bem como as da parte do Governo, antes de assinar qualquer acordo.
     Os que nāo comparecessem, nāo podiam dizer que não sabiam.Vir agora com plenários quando tudo está em DR, mostra a precipitação e pressa, assim assumidas.Só agora, quando muitos reagem negativamente por estarem prejudicados, fazem Plenários.
    Que pena.

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  27. Porquê Sintra?

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  28. A sério. Confirmo.

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  29. Sempre as mesmas moscas, o SFJ está tão estagnado que não há nem uma troca simbólica — é o mesmo ambiente, com as mesmas pessoas, práticas, e vícios de sempre.


    Mas conseguiram o nível 3 que correspondeu a nivelar todos por baixo (típico daqueles senhores do comité) todos iguais para ficarmos todos na "caca" que é para não dizer outra coisa.


    Força aí... que o barco vai afundar.

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  30. Não tendo a ver com o artigo em questão, mas aproveitando o "soundbite" - emitido desta feita pela DGAJ - e o tal do link? Não é colocado? Falta um dia e meio...

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  31. Semeador de Caos29/5/25 14:23

    É lá que se trabalha à séria, recupera-se serviço aos fins de semana com grande sacrifício para O Contribuinte...

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  32. Semeador de Caos29/5/25 14:32

    Lembram-se duma ideia que aqui deixei aquando da assinatura do acordo?
    Guardar as autobaixas para fazer um protesto de adjuntos e outros que se sentissem lesados.
    Talvez esteja na altura de começar a estudar qual será a data que poderá causar maior impacto.
    Início de Setembro, finais de Outubro, já em princípios de Julho?
    Sugiram...

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  33. E a História e seus respetivos ciclos, também acabou?...

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  34. Mais do mesmo.... Não fosse suficiente o Marçal, ter sido lacaio do Fernando Jorge, e agora se preparar para se assumir outra lacia,a Regina Duarte, eis que incrivelmente continua a aparecer Fernando Jorge no meio do sindicato.
    ACORDEM!! SÃO TODOS IGUAIS, E DO MESMO GRUPO DE APOIO AO FERNANDO JORGE!!!!!!  

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  35. Grande confusão será essa lista.

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  36. Então o link sai ou não sai??

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  37. Já agora aproveitem as "autobaixas" ou lá o que é isso, e vão a umas sessões de coaching motivacional, que o vosso problema é sair do cantinho da secretária e perceber o que custa a vida de OJ nas suas funções mais nobres.
    Sejam mas é solidários com os colegas e trabalhem em equipa.
    Por todos custa menos.

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  38. Os protestos devem ser legais, intentando a respectiva Prividência Cautelar (para que não demore anos a decidir).

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  39. Ainda há pessoal a pagar cotas?

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  40. Ainda acreditas no Pai Natal...

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  41. Pois, mas nós, que comungamos da sua análise, que fazemos para modificar a realidade da nossa vida laboral?!


    Sabemos o que aí vem, com os prejuízos que daí decorrem!...


    E o que vamos fazer?


    Falando de "olhos bem abertos" - No "Eyes Wide Shut" do Kubrick, o protagonista também pensava conhecer a realidade, mas esta, mais complexa, mais vasta e oculta, demonstrou-lhe de forma inegável o quanto ele a desconhecia.


    Nós sabemos qie o que aí vem é mau, mas depois vamos ter de experienciar esse "mau", o que é pior, muito pior ... 

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  42. Já começou a sair!

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  43. o sindicato começo a percorrer alguns tribunais. Ontem foi Sintra mas já houve passagens por outros tribunais.

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  44. A História é passado...Não pode ver o passado pelos seus actuais olhos...Tudo é diferente! O que aconteceu ontem teve as suas razões que não pode tentar compreender com as razões actuais. Em complemento do que disse acima: os tempos mudaram e muito e sobretudo não voltam atrás.

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  45. Algum dos eventuais de 2001 a 2005 foi notificado?


    Obrigado

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  46. Deves pensar que os adjuntos - a sua grande maioria - caíram de adjuntos nesses cantos sem nunca terem passado anos a fio nessas nobres funções!

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  47. A História mostra-nos que a história dos humanos sempre acaba por se repetir ciclicamente, quiçá por causa da ignorância dos mesmos, ou simplesmente por ter que ser essa a sua natureza...

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  48. Eu estou como o outro, mas estarei disposto a mudar se conhecer assim como diz que é.

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  49. Para artista das 16.03 horas. Quem precisa de ir trabalhar és tu e os outros como tu que andam aqui a escrever e a ler comentários em horário laboral. 

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  50. Plenário?
    Foi mais um encontro de taberneiros

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  51. O artigo de hoje refere que os sindicatos do séc XXI, devem ter em consideração todas as formas de expressão dos trabalhadores, sejam emitidas 

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  52. Será que a DGAJ desta vez vai cumprir a Lei e vai mesmo publicar a lista de transição para a nova carreira em 30 de junho de 2025?
    Sem publicação da lista não há pagamento dos retroativos devidos desde janeiro.
    Alguém sabe se a DGAJ está a trabalhar e, desta vez, empenhada em cumprir a data fixada na Lei (30-06-2025)?

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  53. A tutela jurisdicional efetiva e o acesso ao direito, não são principios ilimitados.
    Não existe a figura da impugnação de normas com eficácia geral, sendo o pedido limitado a um caso concreto.
    A opção tomada pelo legislador de fundir as categorias insere se no âmbito do poder discricionário da administração, não existe qualquer regressão funcional e não há, nem nunca houve, qualquer tribunal que ponha em causa uma decisão de gestão deste tipo.
    Nao sejam anjinhos, poupem se ao ridículo que a vossa conversa já tresanda.

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  54. O histórico da DGAJ, nos últimos anos é de  não cumprir os prazos!...
    Já agora quando é que publicado o balanço social?
    O prazo mais uma vez foi ultrapassado!
    Dec-Lei 190/96 de 9 de Outubro:

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  55. Sindicatos q nada valem. Só não entendo porque ainda existem pessoas que os financiam. Eu nunca mais vou gastar um tostão com quem me sempre me prejudicou., por inércia, ou comodismo ou qualquer coisa ainda pior. E sinceramente acredito que se venderam. Não quero compactuar  com essa corja de vendidos. 

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  56. Não quero pactuar com esses pseudo líderes. Para não ser ofensivo, só digo que valem menos que zero. E mesmo assim estou a utilizar uma figura de estilo porque a sua atuação só nos prejudicou. Mais valia estarem quietos. 

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  57. Que raio de comentário é esse! Nem português esse pseudo líder sabe escrever. Soundbites! Deve querer dizer que devemos comer sem reclamar. Estamos num estado de direito e e de livre expressão. Dá-me vontade de vomitar. Esses comentários restingem tudo o que a constituição garante. Se não está satisfeito com a liberdade de expressão que vá viver para a Coreia do Norte ou para outro país similar. Lá irá ser feliz. Aqui não consigo concordar com essa clarividência e tenho a lei do meu lado, que embora não seja perfeita ainda acredito nela. 

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  58. Ao ler os inúmeros pareceres que ninguém pediu, lidos aqui diariamente,  é impressionante "ver" a quantidade de juristas especialistas em dto administrativo, dto trabalho, constitucionalistas, gestores especializados em recursos humanos, e claro, outros vocacionados para o exercício da atividade sindical ao mais alto nivel.
    Se tivessem estudado teriam um futuro brilhante!

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  59. Quem te houve pensará, ou talvez não, que és um verdadeiro jurista, mas não passas, na minha opinião, de um tecnicista, e falta-te uma visão mais alargada do direito.


    Quando falas da regressão funcional parece não perceberes o seu conceito.


    O que quererá dizer regressão funcional?
    Se souberes o seu conceito, é óbvio que haverá muitos OJ que irão regredir, e isso não é permitido pela lei.


    Não confundas a excepcionalidade com a regra! ...

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  60. Ai sabes que são ilegais?
    Eu bem avisei o governo que tu devias ter ido para o gabinete jurídico dar pareceres.
    Uma falha indesculpável.
    Quem me dera saber tanto como tu.

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  61. Não, não e não!


    "isto" é um espaço de partilha, de opinião, e todos, sem excepção, digo eu, têm direito a dar a sua, melhor ou pior, fundamentada ou não ...


    Como tudo na vida, na sua pluralidade, aproveita-se o que cada um pensa que merece que assim o seja.


    Há pessoas extremamente inteligentes pouco estudadas e o seu contrário também.


    Mas não seja assim, deixe que o seu semelhante se exprima neste espaço, com o mesmo à vontade que você o faz ... pois que talvez ele tenha o mesmo direito que vocè!...

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  62. No dia em que os votantes do Chega na Europa deram mais dois deputados ,filhos e netos dos honrosos bidonvilles fugidos da ditadura e que geraram parasitas zangados com o sistema que não lhes deu o sucesso que foram incapazes de atingir, aconselho-os a ler um artigo do Expresso do insuspeito não esquerdista M.S.Tavares, que deixo aqui um excerto:

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  63. Balelas.
    Mais um que nunca teria sido nada se não fosse filhinho da mamã.
    Os emigrantes portugueses emigram em muitos casos para irem fazer nos outros países os trabalhos que os imigrantes vêm cá fazer para Portugal, unicamente o vão fazer lá para fora porque lá lhes pagam vencimentos dignos pela prestação desses serviços e aqui neste país, primeiro, ninguém lhes pagaria ordenados justos, porque, segundo, há sempre outros que estão dispostos a desempenhar essas funções por salários miseráveis.

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  64. Há coisa que tu sabes que eu não sei e coisas que eu sei que tu não sabes!


    Em todas as áreas, em todos os ofícios, mas até simples conceitos parece desconheceres ...

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